Arquivo de 26 de novembro de 2009

Bobagens ao vento

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Galvão Bueno e Arnaldo César Coelho bem que tentaram ajudar o Fluminense ontem contra a LDU, mas palavras e ufanismo não evitam nem marcam gols. Ainda bem que na transmissão havia um Júnior, consciente e honesto em seus comentários, para que o telespectador não se sentisse um idiota completo, porque via uma coisa e ouvia outra do narrador e do ex-apitador.

Coisa horrorosa, tanto quanto as desculpas do técnico Cuca e alguns jogadores. E essa história ridícula de altitude, de novo, para servir como desculpa pelas falhas e impotência do time tricolor.

O primeiro gol equatoriano foi uma falha do zagueiro que tirou o corpo da bola e traiu o goleiro. O tal Cássio é uma avenida. Quando jogou contra o Atlético em Belo Horizonte, comentei que é um dos piores zagueiros que já vi jogar.

A altitude tem a ver sim, mas neste caso nem tanto. A 2.850 como ontem, é bem menos complicada que acima de 3.500 como em La Paz e outras cidades.

Para mim a melhor definição foi dada pelo globoesporte.com: 

“…Marquinho, quase como um raio, bateu firme de canhota para deixar o Tricolor em vantagem. Primeiro gol dele com a camisa do Flu.

A partir deste momento, começou a faltar ar ao time carioca. Não pelos 2.850 metros de altitude, mas pela pressão equatoriana na busca pelo empate. Recuada, a equipe de Cuca praticamente convidou o adversário para uma “festa” na grande área. Os cruzamentos foram o principal artifício…”

Júnior e Coelho

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O conterrâneo Alessandro Mendes dos Santos pergunta porque Júnior e Coelho não estão sendo utilizados pelo técnico Celso Roth. Eu também estava intrigado com isso e cheguei a pensar que tivesse ocorrido algum problema de relacionamento entre eles ou alguma indisciplina.

Conversei com pessoas ligadas aos três, todas confiáveis, e a resposta foi a mesma: nenhum problema.

Pelo que está vendo nos treinos Celso Roth entende que eles não estão rendendo mais que os que estão sendo escalados.

As estranhas escalas de árbitros

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Diz o velho ditado que “à mulher de César não basta ser honesta, tem que parecer honesta”, né? E na história real, acabou-se comprovando que Messalina (a mulher do Imperador) era uma vagabunda realmente.

Lembrei disso ao ler artigo do cruzeirense João Henrique, no site www.guerreirodosgramados.com.br onde ele mostra que o comando da arbitragem do futebol brasileiro dá motivos para as pessoas suspeitarem tanto do jogo de bastidores:

Porque a arbitragem brasileira é suspeita

GDG – Por:João Henrique

Salve nação celeste! Um absurdo a escala de árbitros para a próxima rodada do Campeonato Brasileiro. Mais uma vez, um árbitro paulista apitará uma partida do Cruzeiro (Sálvio Spínola). Nada contra os paulistas, mas o problema, que não poderia passar desapercebido , é que o Cruzeiro ainda disputa título e vaga na libertadores com 2 times do estado do árbitro.

A CBF sempre defendeu não envolver árbitros de federações com interesses em uma partida em jogo algum. Mas este princípio foi completamente desprezado para a partida do Cruzeiro. O problema maior é que o erro foi repetido. Na última rodada, Paulo César de Oliveira, árbitro paulista, apitou o jogo contra o Atlético-PR e, após uma péssima arbitragem, tirou Gilberto do restante do campeonato.

Aí você olha o resto da escala. Evandro Rogério Roman, afastado após inúmeros erros no campeonato, volta em uma partida que vale o título e a disputa por Libertadores (Corinthians X Flamengo). Como pode um árbitro voltar a escala e apitar uma partida como essa? Principalmente após ter cometido erros crucias que favoreceram o São Paulo, principal interessado no confronto, na disputa?

Aí vem Sport X Internacional. Outro árbitro paulista em uma partida que envolve interesse dos times paulistas. Paulo César de Oliveira tem uma chance de ouro de repetir os erros da partida entre Cruzeiro e Furacão e favorecer os times de São Paulo mais uma vez.

Podem dizer que é implicância, mas então porque não é um árbitro mineiro que apita os jogos de Internacional, São Paulo e Flamengo neste fim de semana? Ou então um carioca que apita Cruzeiro X Coritiba e, assim, poderia ter interesses em prejudicar o Coxa, por exemplo, na briga contra o rebaixamento ou o Cruzeiro para ajudar o Flamengo na Libertadores?

Sempre que a escala gera um resultado desses, a CBF diz que é a coincidência. Curioso como esse coincidência nunca favorece, entre tantos que sempre são prejudicados, o Cruzeiro. Parto do princípio de que a Comissão de Arbitragem brasileira é honesta, mas vendo determinadas coincidências se repetirem e, principalmente, o resultado delas que tanto nos tomou pontos neste campeonato nas partidas mais importantes (São Paulo e Palmeiras) fica difícil de acreditar.

Podem achar que isso é o famoso “choro de perdedor”. Não é. A partida nem aconteceu ainda. Só que semana passada, antes da partida em Curitiba, eu disse a mesma coisa. E olha o que aconteceu…