O atacante Lionel Messi foi eleito esta semana como o melhor jogador de futebol do mundo pela primeira vez. Porém, ficou em segundo lugar duas vezes: ano passado e em 2007. Essa premiação da FIFA começou em 1991, e por incrível que pareça é a primeira vez que um jogador argentino é eleito como o número 1.
Confira a relação de todos os premiados na história:
Ano
Pos./Pts.
Atleta/País
Clube
2008
1° (935)
2° (678)
3° (203)
Cristiano Ronaldo
(PORT)
Lionel Messi (Argentina)
Fernando Torres
Manchester United/ING
2007
1° (1047)
2° (504)
3° (426)
Kaká
(Brasil)
Lionel Messi (Argentina)
Cristiano Ronaldo (PORT)
Milan/ITA
Barcelona/ESP
Manchester United/ING
2006
1° (498)
2° (454)
3° (380)
Fabio Cannavaro
(Italia)
Zinedine Zidane (França)
Ronaldinho Gaúcho (Brasil)
Juventus/ITA e Real Madrid/ESP
Real Madrid/ESP
Barcelona/ESP
2005
1° (956)
2° (306)
3° (190)
Ronaldinho Gaúcho
(Brasil)
Frank Lampard (Inglaterra)
Samuel Eto’o (Camarões)
Barcelona/ESP
Chelsea/ING
Barcelona/ESP
2004
1° (620)
2° (552)
3° (253)
Ronaldinho Gaúcho
(Brasil)
Thierry Henry (França)
Andriy Shevchenko (UCR)
Barcelona/ESP
Arsenal/ING
Milan/ITA
2003
1° (264)
2° (186)
3° (176)
Zinedine Zidane
(França)
Thierry Henry (França)
Ronaldo (Brasil)
Real Madrid/ESP
Arsenal/ING
Real Madrid/ESP
2002
1° (387)
2° (171)
3° (148)
Ronaldo
(Brasil)
Oliver Khan (Alemanha)
Zinedine Zidane (França)
Inter Milão/ITA e Real Madrid
Bayern Munchen/ALE
Real Madrid/ESP
2001
1° (250)
2° (238)
3° (96)
Luis Figo
(Portugal)
David Beckham (Inglaterra)
Raúl (Espanha)
Real Madrid/ESP
Manchester United/ING
Real Madrid/ESP
2000
1° (370)
2° (329)
3° (263)
Zinedine Zidane
(França)
Luis Figo (Portugal)
Rivaldo (Brasil)
Juventus/ITA
Real Madrid/ESP
Barcelona/ESP
1999
1° (538)
2° (194)
3° (79)
Rivaldo
(Brasil)
David Beckham (Inglaterra)
Gabriel Batistuta (ARG)
Barcelona/ESP
Manchester United/ING
Fiorentina/ITA
1998
1° (518)
2° (164)
3° (108)
Zinedine Zidane
(França)
Ronaldo (Brasil)
Davor Suker (Croácia)
Juventus/ITA
Inter Milão/ITA
Real Madrid/ESP
1997
1° (480)
2° (85)
3° (62)
3° (62)
Ronaldo
(Brasil)
Roberto Carlos (Brasil)
Dennis Bergkamp (HOL)
Zinene Zidane (França)
Inter Milão/ITA
Real Madrid/ESP
Arsenal/ING
Juventus/ITA
1996
1° (329)
2° (140)
3° (123)
Ronaldo
(Brasil)
George Weah (Libéria)
Alan Shearer (Inglaterra)
Barcelona/ESP
Milan/ITA
Newcastle/ING
1995
1° (170)
2° (80)
3° (58)
George Weah
(Libéria)
Paulo Maldini (Itália)
Jurgen Klinsmann (ALE)
O ideal seria que o bom humor prevalecesse sempre em tudo, principalmente, no futebol, principal motivo da nossa conversa aqui. Esta semana postei uma foto do Lucas Davis com o Verón, e alguns cruzeirenses tiveram reações infelizes, anormais para gente educada e de bom senso, usando palavras e expressões de um baixo nível que não se justificam em hipótese alguma.
Um grande amigo cruzeirense que tenho, Luciano Macaco, gente boa, empresário e músico conhecido na região de Sete Lagoas, que nem tomou conhecimento da tal foto do Verón, mandou confeccionar milhares de flanelas, e mandou de “presente” de Natal aos seus amigos atleticanos, com os seguintes dizeres: “Eu já sabia que essa vaga era minha. Obrigado, feliz Natal”.
A foto da flanela está aqui no blog.
Como em qualquer torcida há gente de cabeça ruim, espero que os atleticanos dessa ala não enviem mensagens de baixo nível, como as que o blog recebeu na foto do Verón!
A propósito, o Luciano mandou as flanelas com o seu cartão pessoal, e a mensagem: “Ao amigo fulano, uma pequena lembrança. Boas festas”.
Sobre as notícias a respeito da pretensão do América em valorizar a marca dele, valem dois acréscimos importantes: em momento algum a diretoria americana radicalizou nas negociações com a Rede Globo, e mantém o diálogo.
Quanto a querer participar da administração do Mineirão junto com Atlético e Cruzeiro, a posição é de “mão dupla”, já que o Independência, depois da reforma, se tornará um dos bons estádios do país, e será usado como moeda de negociação.
É preciso conhecer o passado para entender o presente. Nós, mineiros temos características elogiadas por brasileiros de todo o país, e outras nada positivas. Se ser desconfiado e precavido é bom, preocupar-se apenas com que o outro vai ganhar numa negociação é péssimo. E é muita gente em Minas que se morde de raiva ao ver que conhecidos, vizinhos, colegas e até parentes estão se dando bem. Concorrente, então! Vixe!
O pensamento pequeno característico de muita gente das nossas montanhas tem origem na época do Brasil colonial, muito bem explicado no livro “1808″, ótima obra do jornalista Laurentino Gomes, que relata a vinda da família real portuguesa para o país. Minas Gerais era um “estado proibido”. Por ser a principal fonte de sustentação da Corte, com seus gêneros alimentícios, ouro, pedras preciosas e outras incontáveis riquezas minerais, era preciso permissão do Imperador para se entrar em nosso território. Os portugueses vigiavam com rigor absoluto as poucas estradas existentes e não admitiam a abertura de novas vias. Isso na época se justificativa porque não era só o Rio de Janeiro, Dom João VI, família e agregados, que dependiam de Minas, mas todo o Império português no mundo. Decadente, já sem o domínio das grandes navegações, Portugal era dependente economicamente das potências de então, como Espanha, França e principalmente Inglaterra. As igrejas, palácios, e monumentos erguidos por esses países usavam ouro, prata, pedras e madeira do Brasil, com destaque para Minas Gerais.
A carne, leite, queijo e principalmente as coxinhas de frango que Dom João e toda a população do Rio consumiam, saíam do nosso estado.
Ouro Preto chegou a ter mais de 100 mil habitantes naqueles tempos; Diamantina era cercada, uma verdadeira fortaleza, onde só entrava quem Portugal permitia, para atender aos seus interesses. Tudo controlado com muita violência por tropas sanguinárias. E mesmo assim, quase 40% dessas riquezas todas
eram contrabandeadas para a Argentina e de lá para a Espanha.
Transportando essa história para o futebol de hoje, dá tristeza ver atleticanos e cruzeirenses preocupados com o que o outro está arrecadando, e agora ambas as torcidas criticando o América porque ele está falando em brigar pelos direitos dele com a Globo e pelo Mineirão.
Aí leio a coluna “Painel”, da Folha de S. Paulo de hoje, sob o título:
O maior do país
“O Corinthians já tem tudo acertado com Hypermarcas para patrocinar o clube em 2010. O valor do patrocínio é o maior do país: R$ 38 milhões. O clube alvinegro só aguarda o término do contrato com a Batavo, em 31 de dezembro, para anunciar. A empresa tem a prioridade na renovação e só conseguirá tirar a Hypermarcas caso iguale a proposta. A Hypermarcas já patrocinou o clube neste ano, usando a marca Bozzano. Até cartolas do Flamengo, que recebeu oferta de R$ 28 milhões, já sabem do valor do Corinthians.”
Palmas para o Corinthians que só consegue negociar valores como esses porque é forte o suficiente para tal.
Lembrando que só agora a nossa dupla conseguiu chegar aos R$ 10 milhões.
É questão de mercado! Precisamos crescer para chegar lá e justificar que algum patrocinador aceite pagar quantias como essas. Nenhuma empresa é instituição de caridade!
Uma das boas notícias para o esporte para 2010 foi essa da volta do Michael Schumacher à Fórmula 1. Assim como os grandes craques são cada vez mais raros no futebol, pilotos da qualidade dele também não são tantos.
Além de agitar o mercado este retorno vai atrair mais ainda a atenção dos telespectadores às corridas devido à expectativa em torno do desempenho do veterano campeão, agora em nova fase.
O jornal Folha de S.Paulo publica hoje detalhes interessantes dessa volta:
“Após sofrer uma temporada de sobressaltos, a F-1 terá de volta seu maior campeão em 2010. Michael Schumacher, 40 anos, 41 no próximo dia 3 de janeiro, dono de sete títulos mundiais e de quase todos os recordes da categoria, anunciou ontem seu retorno após três anos de aposentadoria.
O alemão, que não compete desde o GP Brasil de 2006, será piloto da Mercedes GP, antiga Brawn, que encerrou esta temporada faturando tanto o título de Pilotos, com Jenson Button, como o de Construtores.
Com um contrato de três anos, Schumacher vai se tornar, em 2010, o piloto mais velho a pilotar um F-1 desde 1995, quando Nigel Mansell, na época com 41 anos, disputou duas corridas pela McLaren. O alemão, porém, volta com pretensões claras. “Não penso em nada menos que o título.”
A notícia do retorno do heptacampeão não poderia ter vindo em melhor momento para a F-1. Em 2009, a categoria teve sua credibilidade abalada após Nelsinho Piquet ter confessado que sua batida no GP de Cingapura, um ano antes, fora arquitetada para favorecer a vitória de seu companheiro de time, o espanhol Fernando Alonso.
Além do escândalo da Renault, a F-1 atravessou momento conturbado no meio da temporada, quando as equipes ameaçaram disputar uma categoria paralela caso o regulamento de 2010 não fosse revisto. O presidente da FIA, Max Mosley, recuou, atendeu os desejos dos times e retirou-se do comando para dar lugar ao recém-eleito Jean Todt.
O movimento de Schumacher, aliás, é um presente para o ex-diretor ferrarista, que até ontem tinha uma temporada de estreia quase experimental pela frente -novo regulamento, mais times e mais corridas.
A perspectiva, agora, muda completamente. Em agosto, quando Schumacher, a pedido da Ferrari, cogitou substituir o acidentado Felipe Massa no GP da Europa, houve uma corrida aos ingressos duas semanas antes da prova em Valência.
O desejo dos fãs de ver o heptacampeão em ação acabou frustrado. Schumacher desistiu do retorno após sentir, durante testes, dores no pescoço, decorrentes de um acidente de moto que havia sofrido pouco antes. Ao anunciar sua volta, ontem, o alemão afirmou que foi justamente essa tentativa frustrada que o motivou a retomar a carreira de piloto profissional.
“Fiquei surpreso comigo mesmo, em como eu estava veloz e fortemente comprometido com aquilo novamente. Aparentemente, minhas baterias foram recarregadas completamente durante os últimos três anos”, afirmou Schumacher em seu site oficial.
“Até pouco tempo atrás, eu estava absolutamente certo de que eu tinha encerrado minha carreira como piloto. Mas, às vezes, as coisas mudam repentinamente. Então, você tem que reconsiderar suas decisões. E, para dizer a verdade, a tentativa de retorno no último verão me deu motivos para reconsiderar minha situação.”
Segundo o alemão, as dores no pescoço que o incomodaram no meio do ano sumiram e ele se sente em forma para pilotar.
“Acredito que ainda posso ser totalmente competitivo. E o meu pescoço não é mais um problema”, falou o alemão.”