* Jorginho deixa a comissão de Muricy e é o novo técnico do Goiás
Treinador interino responsável pelo melhor momento do Palmeiras em 2009, Jorginho terá sua primeira oportunidade como técnico efetivado. Na noite desta segunda-feira, o ex-jogador assumiu o Goiás, que havia demitido Hélio dos Anjos no domingo.
Jorginho, que comandou o Palmeiras entre a saída de Vanderlei Luxemburgo e a chegada de Muricy Ramalho, obteve um aproveitamento de 76% dos pontos conquistados à frente do time alviverde paulista. Em sete partidas, ele conseguiu cinco vitórias, um empate e sofreu uma derrota – para o próprio Goiás, no Serra Dourada – e agradou a torcida.
Um dos auxiliares técnicos de Muricy no final do ano passado, Jorginho chegou a ter seu nome especulado para dirigir o Avaí ao término do Campeonato Brasileiro – o clube catarinense havia visto Silas ir para o Grêmio. O acerto com o time da Ressacada, contudo, não saiu; e o auxiliar seguiu no Parque Antarctica.
Agora, Jorginho substitui Hélio dos Anjos e encontra o Goiás na última colocação do Campeonato Goiano. O time esmeraldino perdeu os três jogos realizados no Estadual – no último final de semana, sucumbiu para o rival local Atlético-GO, por 2 a 1.
O auxiliar ex-Palmeiras ainda não tem data para definida para ser apresentado pelo Goiás, embora o time já tenha feito o anúncio em sua página oficial.
Alberto Rodrigues é um dos companheiros mais queridos da imprensa mineira. Não conheço ninguém que fale qualquer coisa que o desabone, como profissional, como cidadão e como colega de trabalho.
Certamente será um ótimo Secretário de Estado de Esportes e Juventude, em substituição ao Gustavo Correa, que exerceu muito bem a função e volta à Assembléia Legislativa, visando sua reeleição em outubro.
A notícia completa da confirmação do nome do Alberto para o cargo está na nota enviada à imprensa pela Assessoria de Imprensa do Palácio da Liberdade:
“Durante solenidade no Mineirão, governador confirma o vereador Alberto Rodrigues como substituto de Gustavo Correa”.
O governador Aécio Neves anunciou, nesta segunda-feira (25/01), que o jornalista e vereador de Belo Horizonte, Alberto Rodrigues, será o novo secretário de Estado de Esportes e Juventude. Ele substituirá o atual chefe da pasta, Gustavo Corrêa. O anúncio foi feito durante a solenidade de autorização das obras de reforma do estádio Magalhães Pinto (Mineirão), visando a Copa do Mundo de 2014.
“Estou confirmando hoje o nome do cronista esportivo, o jornalista Alberto Rodrigues para assumir a pasta de Esportes. É uma homenagem que fazemos àqueles que dedicam sua vida, ou dedicaram sua vida ao esporte, ao futebol mineiro. Alberto Rodrigues foi o primeiro narrador do Mineirão, está na ativa até hoje, tem muita sensibilidade para as demandas dos clubes, enfim, do esporte como todo e terá lá uma equipe extraordinária ao seu lado, a começar pelo subsecretário Rogério Romero, nosso atleta olímpico”, disse Aécio neves, em entrevista.
O governador também adiantou que, ainda nesta semana, anunciará a substituição de outros secretários, atendendo prazos e exigências da Lei Eleitoral. Segundo ele, os novos secretários de Estado tomarão posse na próxima quinta-feira (28/01).
“Até na quarta-feira, completarei o anúncio dos nomes dos secretários. Não vou confirmar nenhum ainda porque faltam ainda algumas conversas. Existem especulações, mas depois de amanhã, no Palácio da Liberdade, comunico quais são os secretários que substituirão os deputados que retornam à Assembleia Legislativa”, afirmou.
Currículo
Filiado ao PV, o jornalista Alberto Rodrigues está no seu segundo mandato como vereador de Belo Horizonte. É membro da Comissão Permanente de Saúde e Saneamento da Câmara Municipal.
Iniciou sua carreira como radialista na rádio Imbiara em 1958, na cidade de Araxá, no Alto Paranaíba. Teve passagem por diversas rádios de Belo Horizonte com Minas, Inconfidência e Itatiaia, onde ainda atual como narrador esportivo.
Só os americanos ainda não reclamaram da cor alaranjada da marca do banco BMG na camisa do Coelho. Pelo menos em minha caixa de mensagens ou no contato pessoal que tenho com torcedores de todos os times. Atleticanos, e principalmente cruzeirenses, estão incomodados e acham que, até por uma questão de política de boa vizinhança, o banco deveria abrir mão e permitir que a marca BMG aparecesse em azul ou branco nas camisas do Cruzeiro, e preta ou branca nas do Galo.
Ontem, vi que o próprio o BMG está se prejudicando ao insistir na cor alaranjada: o Atlético jogou de camisa branca, e a marca do banco quase não era percebida, pois simplesmente sumiu. E eu estava numa das cabines do Mineirão, bem próxima do gramado. Depois, vendo os lances da partida pela TV, também quase não deu pra ver a marca BMG. Se estivesse na cor preta, teria ficado perfeito, e ainda agradaria aos atleticanos. Na do América sim. Apareceu muito bem.
Nos próximos posts do blog o assunto continua e vale a pena ler tantos argumentos e informações sobre o tema.
No dia 11 de janeiro publiquei ótimo texto do publicitário Rodrigo Korac (www.guerreirodosgramados.com.br), que torce pelo Cruzeiro, falando do assunto. Dentre todos os justos argumentos dele, a respeito da camisa, um é fatal: “…é no mínimo bom senso deixá-la visualmente bonita e agradar a razão de todo clube existir que é seu “pobre e sofrido” torcedor… O torcedor é fiel a marca do clube que torce a sua vida inteira, chega em muitos casos a passar de geração a geração essa devoção, não se prostitui por outros “preços” ou vantagens de outros clubes melhores ou na moda em determinada época…”
E citou um exemplo da Argentina que deveria ser seguido agora em Minas Gerais nas camisas dos nossos principais times: “O banco BMG e a Ricardo Eletro deveriam rever seus conceitos… a nova camisa do Racing, da Argentina, tem uma grande novidade. O clube vendeu a cota master de patrocínio para o Banco Hipotecário Nacional, oriundo do mesmo país. E a empresa, que não revelou o valor investido para comprar espaço no uniforme da equipe, optou por não expor sua marca. A justificativa da instituição financeira será uma das bases da comunicação do novo patrocínio. “Nós devolvemos a camisa à torcida” é o slogan que o banco vai trabalhar nas ações relacionadas ao Racing…”
Uma jogada brilhante, diferente e que vai cativar o torcedor do clube patrocinado, não espantá-lo! Vai fazer com que o torcedor venere essa empresa que além de investir, vai de certa forma proteger, devolver o Racing a suas origens e preservar as suas tradições não estampando nenhuma marca na camisa…Tudo que um torcedor quer para o seu clube!…”
Da Inglaterra, o Alisson Sol, enviou mais argumentos muito interessantes que precisam ser avaliados pelos comandantes do marketing dos patrocinadores e dos clubes:
“Patrocínio do Cruzeiro em 2010″
O que é Marketing? Uma das várias definições existentes é “Conjunto das atividades empresariais destinadas à descoberta, conquista, manutenção e expansão de mercados para as empresas e suas marcas”. Talvez não seja a melhor, ou a mais correta, mas está próxima do aceitável para iniciar uma discussão em relação à absurda camisa do Cruzeiro para 2010, e a estampa de certos patrocinadores em cores que criam uma combinação ótima… para uma mortalha de carnaval.
O Cruzeiro tem hoje um dos melhores e maiores patrocinadores do mundo na área esportiva, a Reebok. Para que se tenha uma idéia, esta é a empresa que tem exclusividade de fornecimento de material esportivo para a NFL, a liga de futebol americano, que de longe é a mais organizada e lucrativa liga esportiva do planeta. Como pode o Cruzeiro desagradar um patrocinador destes, eternamente ligado a atividades esportivas, para agradar patrocinadores locais a valores irrisórios? Não pode ser necessidade imediata de dinheiro, pois o clube, há anos participando continuamente da Libertadores, está hoje em um patamar financeiro acima de quase todos os outros clubes do país. Dívidas imediatas não pode ser também, pois se clube no Brasil fechasse por dívidas, não haveria mais nenhum. Algo está estranho nesta história, ainda mais quando se considera que o clube está claramente criando um problema para a Reebok.
Se cada camisa custa nas lojas em torno de R$159,00, um patrocínio de R$10milhões corresponde apenas 63mil camisas. Obviamente, há custo na confecção e distribuição das camisas, o qual não ocorre na simples transferência financeira relativa ao patrocínio. Mas a Reebok certamente não está renovando seu patrocínio com o Cruzeiro à toa, e sabe do potencial de vendas, desde que tenha um produto atraente para o consumidor. Mas o que o Cruzeiro está fazendo este ano é simples: está entregando o mercado de camisas do clube ao “mercado pirata”, que certamente será inteligente o bastante para comercializar camisas do Cruzeiro Esporte Clube, e não camisas que tornam o torcedor do clube uma propaganda ambulante de “banco laranja”. O clube simultaneamente ignora a opinião de sua torcida e desagrada um dos maiores e melhores patrocinadores esportivos do mundo. Isto não tem lógica. Apenas algum “fator oculto” pode explicar que profissionais de Marketing tenham levado à cabo uma ação destas. Alguém que saiba o que ocorreu vai poder me explicar: o que há por trás do patrocínio do Cruzeiro em 2010?