Arquivo de 30 de janeiro de 2010

Na competência e no fôlego

sábado, 30 de janeiro de 2010
O mais interessante da reação do América sobre o Uberlândia é que justamente um de seus jogadores mais velhos foi o comandante da virada: Euler, que continua fazendo história, com fôlego de dar inveja. Com os dois gols que marcou e os gritos de motivação com os companheiros, impressionou no Parque do Sabiá.
E de novo, Moisés foi um gigante em campo, premiado com a autoria do terceiro gol.

Importante destacar também as mexidas do técnico Marco Aurélio, na hora certa e nos lugares certos, com a ousadia que se faz necessária em determinados momentos: Euler no lugar de Rodrigo, Irênio no de Evanílson e Fábio Júnior no de Laécio.

 

 

 

Candidato a foguete molhado

sábado, 30 de janeiro de 2010

É inimaginável ver o Cruzeiro correndo riscos no jogo de volta contra o time boliviano quarta feira no Mineirão. A tendência é sacola cheia, como foi contra o Uberlândia. A derrota de 3 x 0 para o Ipatinga sábado também foi atípica, por tudo que aconteceu, mas é inaceitável um placar desses, dentro de casa, com o elenco que a Raposa tem. Jogador como Bernardo, que tinha tudo para assumir o papel que a torcida espera dele, foi uma decepção, assim como os demais reservas escalados pelo Adilson.

Fará falta

sábado, 30 de janeiro de 2010

Kléber, mesmo com os seus altos e baixos justifica as lamentações por sua saída. Sem ele no time ano passado o Cruzeiro deslanchou no brasileiro e chegou até perto do título, com Wellington Paulista resolvendo. Porém, é um jogador que faz diferença, e para brigar por grandes títulos como pretende o Cruzeiro este ano, fará muita falta ao elenco e esquema do Adilson Batista.

Dias de sufoco e atípicos

sábado, 30 de janeiro de 2010

Empatar em Potosi foi um bom resultado, mas a viagem de ida e volta foi terrível, com riscos na estrada, atrasos de voos, irritação com a expulsão infantil do Gilberto, e o pior: a notícia da venda do Kléber. Adilson Batista reclamou, depois da derrota para o Ipatinga, que não foi consultado, e que naquele momento nem sabia se poderia ter o atacante no jogo de “saideira”, quarta feira.

A venda do Kléber gerou um verdadeiro samba do crioulo doido, absolutamente anormal na estrutura do Cruzeiro, sempre tão organizado. A sexta feira foi de indefinições, indecisões e notícias desencontradas. Gustavo Perrella resolveu aderir twitter, dizendo que “Kléber vai, mas ‘chega’ Roger e Ernesto Farias”. Ao mesmo tempo os sites de notícias diziam que Roger, no Catar, não sabia de nada, e que o Farias, idem.

Em São Paulo o empresário do Kléber dizia que o Porto iria pagar uma quantia milionária para o jogador. A imprensa foi chamada para uma entrevista coletiva de Eduardo Maluf e Kléber para as 16 horas, quando tudo seria esclarecido. Pois já passavam das 20 horas, e os repórteres lá, com cara de tacho, olhando uns aos outros, fazendo suposições e nada dos entrevistados.

Até que surgiu o Maluf para dizer que só faltava o acerto do Kléber com o Porto, e que até segunda feira, tudo teria que estar acertado, pois fecha a tal janela de contratações na Europa. O jogador caiu fora da Toca da Raposa e não deus as caras na sala da entrevista.