Bruno Cantini/CAM O paraguaio Cáceres, que muitos colegas estão falando, equivocadamente, que é “argentino”, já mostrou que é um grande zagueiro, no próprio Atlético, na seleção paraguaia e Boca Juniors. Pode formar uma ótima zaga com o equatoriano Jairo Campos, e ambos poderão passar conhecimento aos companheiros jovens, pratas da casa, como o Werley e os outros que estão subindo do júnior.
Pode parecer estranho o Cáceres sair do Boca e o clube argentino contratar Luiz Alberto para o seu lugar. O mesmo Luiz Alberto que já rodou por tantos clubes do Brasil, Atlético inclusive, tendo o Fluminense como último. Nada anormal: uma série de fatores provoca a saída de bons jogadores de um grande clube. E a coisa mais fácil do mundo é um clube contratar um jogador que engana bem. Caso do Luiz Alberto, que sempre enganou a todos, devido à elegância em campo e por saber dar entrevistas.
Washington Alves/VIPCOMMNos comentários feitos no blog sobre a contratação de qualquer jogador, por qualquer um dos nossos clubes, há opiniões e questionamentos de todos os tipos: vai arrebentar, está arrebentado, é craque, é ex-jogador em atividade, está bichado, joga muito, vai resolver, é pipoqueiro, e por aí vai, com as inevitáveis comparações.
Roger é um jogador talentoso e a maior crítica que sempre sofreu é a de se “desligar” do jogo em determinados momentos. Defeito menor, principalmente quando se tem um treinador como o Adilson Batista, que segue a mesma filosofia do Bernardinho, técnico vencedor do vôlei, que diz: “é preciso manter a corda esticada o tempo todo”. Ou seja: cobrança em tempo integral, dentro e fora de campo, enquanto o time estiver disputando qualquer título.
Além do mais, Roger não tem histórico de contusões graves, diferente de um Athirson por exemplo, uma contratação equivocada do Cruzeiro ano passado.
* A venda antecipada para o jogo contra o Ipatinga, às 17h deste domingo, no Mineirão, registrou 5.246 ingressos vendidos até o final da tarde desta quinta-feira. A partida contra o time do Vale do Aço será válida pela 3ª rodada do Campeonato Mineiro. A venda prossegue nesta sexta-feira.
DATAS, LOCAIS E HORÁRIOS DA VENDA DE INGRESSOS
SEXTA-FEIRA (5/2)
11h às 20h – Sede de Lourdes
9h às 17h – Labareda, Class Club Buritis e Sion e Lojas do Galo Betim e Barreiro
SÁBADO (6/2)
9h às 17h – Sede de Lourdes e Labareda
9h às 12h – Class Club Buritis e Sion e Lojas do Galo Betim e Barreiro
DOMINGO (7/2)
9h às 12h – Sede de Lourdes e Labareda Mineirão
15h às 17h45 – Bilheterias 1 e 2 e Guichês dos Portões 1 e 14
9h às 17h45 – Bilheteria 3
15h às 18h15 – Bilheteria 4
ENDEREÇOS DOS POSTOS DE VENDA
Sede do Atlético (Av. Olegário Maciel, 1516 – Lourdes)
Loja Class Club Buritis (Av. Prof. Mário Werneck, 2335, loja 01 – Buritis)
Loja Class Club Sion (Av. Bandeirantes, 20, loja 01, Praça Alaska – Sion)
Loja do Galo Betim (Av. Governador Valadares, 88 – Centro – Betim/MG)
Labareda (Av. Portugal, 4.020 – Itapoã)
Loja do Galo Barreiro (Avenida Sinfrônio Brochado, 191)
PREÇOS
Cadeira Superior Central (Portão 7A) – R$ 20,00
Cadeira Superior Central ½ (Portão 7A) – R$ 10,00
Cadeira Superior Lateral (Portões 3, 6, 9 e 12) – R$ 20,00
Cadeira Superior Lateral ½ (Portões 3, 6, 9 e 12) – R$ 10,00
Cadeira Especial (Portões 1 e 14) – R$ 50,00
Cadeira Especial ½ (Portões 1 e 14) – R$ 25,00
Geral (Portões 4, 5, 10 e 11) – R$ 5,00
Geral ½ (Portões 4, 5, 10 e 11) – R$ 2,50
Meia entrada para todos os setores – Atendendo recomendação do Ministério Público, é vendido apenas um ingresso por documento para estudantes e tanto a compra como o acesso ao estádio são permitidos apenas mediante apresentação da carteira e do comprovante de matrícula de 2010 ou de pagamento da mensalidade.
Para crianças de 0 a 12 anos e maiores de 60 anos, que pagam meia entrada, também é vendido apenas um ingresso por documento e é necessária a apresentação de carteira de identidade ou certidão de nascimento, tanto na aquisição do ingresso como no acesso ao Mineirão.
O jornalista Sérgio Moreira enviou-me esta informação de uma boa iniciativa no Bairro Buritis-BH, que certamente será muito útil à criançada da região. É o FCB – FUTEBOL CLUBE BURITIS – Fraternidade: Caminhos para o Bem
”Com muita satisfação, o FCB – FUTEBOL CLUBE BURITIS (Fraternidade:
Caminhos para o Bem) – time infantil masculino e feminino foi fundado
em 05 de dezembro de 2009, marcando oficialmente o lançamento do
PROJETO PILOTO BOM NA BOLA, BOM NA VIDA, idealizado pelo morador do
Buritis Carlos Antônio Apolônio de Vasconcelos – o “Carlinhos”.
Os principais objetivos são estreitamento dos laços de amizade e
relacionamento, fortalecimento da estrutura familiar, conscientização
de valores/princípios ético-morais, inclusão social e outros.
Através do futebol e práticas esportivas contemplará ações educativas,
sociais, culturais, ecoatitudes, fundamentais para a educação de
crianças e adolescentes.
Os momentos de alegria, descontração e crescimento também serão
oportunidades para o exercício de atitudes cidadãs, fraternas e
solidárias.
O trabalho voluntário vem somar às outras boas iniciativas e projetos
que buscam melhorar a qualidade da vida dos moradores do Buritis e da
Região Oeste de Belo Horizonte.”
Depois de passar por crises que o levaram a uma decadência assustadora, o Grêmio deu a volta por cima e começa a comemorar resultados positivos de uma total reforma administrativa e política, implantada quando chegou ao fundo do poço, que foi a segunda divisão.
Na coluna do Diogo Olivier, do portal do jornal Zero Hora de Porto Alegre algumas explicações para o renascimento do grande clube gaúcho
* Dívida com credores cai pela metade no Grêmio
Está com os dias contados um peso que há cinco anos arrasta correntes no Olímpico, impedindo o Grêmio de caminhar direito.
O condomínio de credores, criado em 2005 pelo ex-presidente Paulo Odone para pagar dívidas em troca da retirada das ações na Justiça, está com os dias contados.
Do rombo de R$ 30 milhões do começo do ano passado, o Grêmio chega a fevereiro de 2010 com R$ 17 milhões, já descontado o que foi pago de juros por prazos não-cumpridos. Mais ainda: o departamento financeiro espera encerrar 2010 na casa dos R$ 10 milhões.
Para completar o quadro otimista, se a torcida abraçar um plano de capitalização que o Grêmio deve lançar este ano e cujos detalhes são mantidos em sigilo absoluto nas imediações da Azenha, o vice de financas Irany Santana Jr não descarta nem mesmo zerar tudo.
Diante da desgraça financeira pré-condomínio, conseguir pagá-lo em cinco anos equivale a erguer uma taça.
Como se sabe, o condomínio foi criado no auge do desespero. As ações na justiça tinham virado uma bola de neve rolando montanha abaixo. As execuções, naquele ritmo, eram inevitáveis.
Em troca da retirada das reclamatórias, o Grêmio convidou credores a parcelarem débitos, que seriam pagos com repasses obrigatórios a cada venda de um jogador para o Exterior. O conselho de administração aprovou tudo. Foi assim com o dinheiro amealhado com Lucas, Anderson, Rafael Carioca, agora Douglas Costa e Réver.
Até o mecanismo de solidariedade da Fifa, que dá ao clube formador o direito a receber 5% do valor de cada transferência do jogador durante a carreira, tornou-se um duto a irrigar o pagamento aos credores.
Quando Ronaldinho foi vendido ao Milan pelo Barcelona por R$ 57 milhões em julho de 2008, o Grêmio abocanhou cerca de R$ 15 milhões. Parte desta pequena fortuna migrou para o condomínio.
Mas Irany alerta: a prudência recomenda não festejar demais. Alguns jogadores, como Anderson Polga e Leandro, não aceitaram entrar no condomínio. Suas ações na justiça somam R$ 5 milhões.
Apesar das ressalvas de Irany, a drástica redução do condomínio é uma boa notícia. Não será sentida este ano, mas ajudará a dar fôlego na formação de times no futuro.
Aí, em vez de pagar títulos, talvez o Grêmio volte a conquistá-los.