Arquivo de 24 de fevereiro de 2010

O PFC continua devendo explicações com as promessas não cumpridas

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O PFC continua devendo explicações. Veja só:

“Bom dia Chico!

Esse PFC é dureza mesmo! Na outra reclamação minha, você os acionou e falaram em “cobertura ampla” – termo altamente subjetivo e impreciso.

Não satisfeito, enviei um email e me responderam que seria 100% dos jogos de Galo, Cruzeiro e Ipatinga. Neste dia, o América ainda não tinha feito o acordo.

Não passaram o jogo Democrata x Ipatinga e nem deram satisfação.

Segue abaixo cópia do email, com protocolo, com minha pergunta (a assinatura da SKY é em nome da minha esposa) e a resposta onde me asseguraram os 100% de transmissão.

Se quiser passar para uso como provas dos jornalistas e colegas de Ipatinga, fique a vontade. Se fosse jogo do nosso Democrata, minha petição já estaria na justiça.

Abraço!

Paulo Henrique


atendimento@sky.com.br” <atendimento@sky.com.br>
Para:
paulo
Enviadas: Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010 22:36:00
Assunto: RE: Canais avulsos, PPV, Futebol ou Luta

Prezado Sylvia:

Em atenção ao seu e-mail, informamos que a transmissão dos Campeonatos comercializados pela Sky é conforme base contratual entre o Clube dos 13, Globosat e as Tv’s por assinatura. Segue abaixo a cobertura do Campeonato Mineiro:

Mineiro – Início: 24/01/2010 | Término: 02/05/2010

Cobertura do evento:

Evento de Temporada e Sócio PFC com Mineiro – Exibição de todos os jogos (100%) 3 do Cruzeiro, Atlético Mineiro, Ipatinga.

TV Aberta 1 jogo por rodada.

Sportv Não haverá transmissão ao vivo. Transmissões de jogos apenas em VT, 3 em conjunto com a TV Globo. Não são 100% dos jogos.

Estamos à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas.

Protocolo de Atendimento: 897671165

Atenciosamente,

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Paulo Henrique
Data: 22 de fevereiro de 2010 10:34
Assunto: Enc: Canais avulsos, PPV, Futebol ou Luta
Para: “paulo

—– Mensagem encaminhada —-
De:

 

 Escreva-nos sempre que desejar, estaremos à disposição.
SKY HDTV É ISSO

Enfim uma boa notícia no dia

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Do twitter do jornalista Renato Alves, direto de Brasília:

renatoalvesdf Arruda, com certeza, ficará mais tempo na cadeia. STF adiou o julgamento do habeas corpus, a pedido dos advogados do preso.”

 ”

Tem mais vítimas na parada!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Nada justifica violência ou ameaças físicas. Mas toda atividade oferece riscos. Aos 45 anos de idade, atleta vigoroso até outro dia, Ricardo Gomes teve um AVC na madrugada de domingo, claro que relacionado também à pressão de ser técnico do São Paulo e perder um clássico para o Palmeiras. Jogadores, dirigentes, empresários, enfim, tod0 mundo que tem alguma função de destaque no futebol é pressionado, mais ou menos, dependendo do dia e do momento. Jornalista recebe e-mail e contato pessoal o tempo todo, pressionado de todos os lados porque falou bem, falou mal, deixou de falar, exagerou ou falou menos do que devia, de acordo com a ótica ou conveniência do leitor, telespectador, ouvinte, torcedor, cartola, jogador, seja lá o que for. Ameaça é o que não falta!

Árbitros de futebol e seus auxiliares, mais ainda, por questões óbvias.

Recebi e-mail do Ricardo Marcus Guimarães (não confundam com o Annes, dono do BMG), que faz observações pertinentes:

“Ainda sobre o clássico: a Federação Mineira (por meio da Comissão de Arbitragem) e muitos jornalistas estão tentando transformar o trio de árbitros em vitimas. Quando escolhemos uma profissão ou atividade sabemos das dificuldades, desafios, satisfações e problemas que ela pode nos ocasionar. O ‘chororô’ do Jair Albano no programa Turma do Bate Bola de ontem não me convence. Quem foi vítima da arbitragem foi o Galo, principalmente, e nós torcedores que convivemos com os erros recorrentes, inaceitáveis e básicos como a marcação do impedimento no gol do Tardelli.”

Faça-me o favor! Oportunista enchendo o saco!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Ontem recebi um texto que me fez concluir que o sujeito só pode ser ruim da cabeça mesmo. De cara ele diz: “Não sou chegado a futebol, acho uma perda de tempo e não consigo entender o que leva pessoas esclarecidas tornarem-se fanáticas por ele, dedicando tanto tempo e energia a algo tão inútil. Pior do que ele, só o carnaval. Não me interesso, mas respeito, até por que sou minoria e muitos não acreditam que exista alguém capaz de não se interessar por estes dois temas no Brasil. Contudo…”

Ora, ora! “Contudo” uma ova!

Se já começa detonando a atividade da qual eu gosto e que é o meu trabalho, vem mandar e-mail para mim?

Esculhamba na primeira linha com aqueles que gostam, e na sequência vem dizer que “Contudo é difícil ficar indiferente…” e bla bla bla…

Dá vontade de mandá-lo pra algum lugar, mas por questão de civilidade, que ele vá procurar a turma dele, que aliás conheço: é essa gente oportunista, que está de olho nas eleições do próximo outubro, e faz qualquer coisa para aparecer. Esse sujeito, inclusive, foi candidato a vereador ano passado, com votação ridícula.

Realmente não tem nenhuma ligação com o futebol, é ligado ao turismo, e até me assustei quando o vi num encontro do então candidato a prefeito Márcio Lacerda com esportistas durante a campanha de 2008. Passadas as eleições e com o fracasso nas urnas ele se apegou às questões da violência no trânsito e está aparecendo muito nas TVs e jornais, já que os colegas jornalistas ainda não manjaram que estão sendo usados para os fins eleitoreiros da figura.

O negócio do sujeito é aparecer e agora quer entrar no assunto da violência no futebol, que dá repercussão, rende mídia e quem sabe, uns votinhos, né!?

Só que aqui não!

 

E sugiro que os meus colegas da imprensa esportiva fiquem atentos para não cair nessa conversa mole, desse e de tantos que pipocam por aí em ano eleitoral!

Recebo todo tipo de e-mail, principalmente falando de futebol e dou retorno a quase todos. É opinião e informação de todo tipo, convergentes, divergentes, coerentes, absurdas e até lunáticas, mas que ajudam a pensar, reafirmar e rever pontos de vista. Alguns publico na íntegra ou parcialmente na coluna, no blog, outros vão para a seção de debates dos “comentários”, e todos merecem respeito, porque quem escreve gasta seu tempo, e se escreve a você, é porque você é relevante e ocupa um espaço importante na comunicação.

Mas desse tipo aí, façam-me o favor!

Com a internet há também aqueles que tentam se esconder atrás de pseudônimos ou tentam o anonimato para fazer acusações a alguém ou escrever asneiras. Uma pena, pois desperdiçam o próprio tempo, não o nosso, que temos mecanismos para ficar alheios a isso.

Violência, irresponsabilidade e inversão de valores

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Na íntegra, artigo que recebi do Marcio Amorim, professor universitário, belorizontino e torcedor do América:

“Lendo a sua coluna no jornal O Tempo de segunda-feira, como sempre faço, achei que a sua opinião sobre a violência entre torcidas procede no que se refere à impunidade. Tudo o que fazem é porque sabem que nada vai lhes acontecer de mais sério.
Existem alguns mecanismos, em centros mais evoluídos, que, por exemplo, pegando os responsáveis pela baderna, eles são fichados e impedidos de freqüentar estádios durante um certo período de duração de uma pena pré-fixada. Como? Eles são obrigados a se apresentar uma hora antes do jogo do seu time e são liberados uma hora depois. Sem direito a rádio ou televisão. Se não se apresentam, pela desobediência ou se são apanhados em reincidência, podem ser presos. Não vejo nenhuma dificuldade em implantar isto. Não são medidas cabíveis apenas em primeiro mundo. Basta criar um Centro de Detenção Provisória (detenção desde que seja em flagrante) e um órgão especializado em ocorrências esportivas. Tenho certeza de que a Polícia Militar trabalhou mais antes, durante e depois do jogo Atlético X Cruzeiro do que em todo o período do Carnaval. Como o momento é de reflexão, gostaria de acrescentar que a violência pode nascer de uma declaração infeliz de um dirigente importante de um clube, (dou como exemplo o fato de o presidente do Cruzeiro, antes do jogo, ter feito referências pejorativas ao “enfeite” do Mineirão com flanelinhas. Ficou bonito, mas não é definitivamente papel de pessoa tão importante e razoavelmente equilibrada. A torcida, desde que parta dela, tem todo o direito de fazê-lo. Ele tem a obrigação de ser equilibrado, bem como o outro, que de vez em quando se destempera verbalmente); pode nascer, também, de um erro grosseiro de um árbitro ou auxiliar, como no caso de domingo. Aqui vai uma crítica à péssima preparação técnica dos juízes que estão atuando em nosso campeonato. Por mais que a Federação justifique cada erro, não sei se podemos taxar como simples erros. Alguns, quando apitam jogos do seu clube de coração – e é um direito ter uma simpatia por algum time, como qualquer cidadão – não agem com profissionalismo em alguns lances decisivos (houve no domingo, em uma emissora importante da Capital, um torcedor que garantiu que alguém que participou da arbitragem é funcionário do Cruzeiro. Pelo sim, pelo não e para o bem até dele mesmo, dever-se-ia apurar, porque já é a segunda vez que ouço isto no rádio). Estou me lembrando, rapidamente, de dois lances no jogo Atlético X América. O cidadão que apitou agiu de má fé, tirou a vitória do América e não foi execrado, pelo simples fato de ter beneficiado o Galo. Agora como o Galo foi terrivelmente prejudicado, há todo esse auê até hoje, com entrevistas dos envolvidos, tendo de dar explicações em rádios e tv. É triste saber que alguns insanos ameaçam a integridade física dos juízes, dos auxiliares e de familiares dos envolvidos na arbitragem. Um outro fator,a ingestão excessiva de bebidas e de outras coisas mais, está presente em grande parte das ocorrências. Acontece que não se vendem bebidas no estádio, mas o irresponsável vai bebendo pelo caminho e já chega lá pronto para tudo, menos para torcer civilizadamente. E volta para casa, bebendo. Essa incompetência de marcar jogos para as 22 horas da madrugada ainda vai trazer problemas sérios.
Finalizando, algumas medidas estão ao alcance da Polícia e da Justiça, outras nas mãos dos dirigentes dos clubes, evitando abrir a boca em vésperas de jogos complicados, e outras nas mãos da Federação e do quadro de árbitros, escalando juízes que não tenham simpatia por um dos clubes envolvidos. Basta agir.
Agora, como americano, advirto que estamos a dois pontos do Módulo II e a 11 do primeiro lugar. Aonde se chega mais fácil e rápido? Que o novo treinador faça de conta que nunca ouviu falar em Fábio Júnior e Joãozinho, a nata da ruindade e o retrato fiel do descompromisso com um clube tão tradicional, escalando o que há de melhor, independente da idade. Pelo menos, alguns deles, como o Euller, jogam mais e têm amor pelo clube. Emprestaram o jovem, talentoso e promissor Leo para ter dinheiro para pagar caro pernas-de-pau?!

Patético! Abraços!”