Do GloboEsporte.com* Valdir Bigode vira treinador e assume o Campo Grande, da Série C do Rio
Ex-atacante, que parou em 2007, pode até virar gerente de futebol do clube
Artilheiro nos tempos de jogador, Valdir Bigode agora vai se arriscar fora das quatro linhas. O ex-atacante é o novo treinador do Campo Grande, que está na Terceira Divisão do Campeonato Carioca.
- Acho que, embora seja uma função diferente, tenho um bom conhecimento, já que joguei durante muitos anos. Mas, mesmo com essa experiência como atleta, tenho muito que aprender. Estou muito feliz e espero ir bem, assim como foi quando eu jogava – disse Valdir, que confirmou ainda que pode exercer também a função de gerente de futebol se tudo correr bem no período que ficará a frente do time.
Valdir parou de jogar em 2007, devido a um problema no joelho esquerdo. A partir de então, começou a se preparar para a carreira de técnico e inclusive montou um centro de treinamento no Bairro de Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Em seu currículo como jogador, Valdir conquistou os Estaduais do Rio em 1992, 1993, 1994 e 2003, todos com a camisa do Vasco. Também foi campeão da Copa Conmebol, pelo Atlético, em 1997.
O atacante Diego Tardelli, do Atlético, já publicou uma mensagem de boas-vindas ao novo reforço da equipe no Twitter. Ao saber do acerto com Édison Méndez, Tardelli publicou: “Boa Sorte ao meu parceiro Méndez , tive a oportunidade de jogar com ele no PSV, nos ajudará muito (grande contratação)…abraços DT09″.
Tardelli ficou emprestado ao PSV Eindhoven entre 2006 e 2007. Ele disputou 13 jogos e marcou três gols na equipe holandesa, conquistando o Campeonato Holandês em 2007.
Começa nesta quinta-feira a venda antecipada de ingressos para o amistoso entre Cruzeiro e África do Sul, que faz parte da preparação da seleção anfitriã da Copa do Mundo para a competição em junho. A Raposa recebe o time de Carlos Alberto Parreira na próxima quarta-feria, dia 17 de março.
Confira os preços e locais de venda dos ingressos:
Duas interessantes notas da coluna do Ancelmo Gois, no O Globo, de hoje:
“O bafo do Peixe”
Romário foi parado na madrugada de ontem na blitz da Lei Seca (eu apoio) na Av. Armando Lombardi, na Barra, no Rio, e se recusou a fazer o teste do bafômetro.
O Baixinho levou multa de R$ 957,70, perdeu sete pontos na carteira, que foi recolhida, e teve de chamar um condutor para dirigir o carro.
É a vida
Ronaldo jogou a toalha em seu desejo de voltar à seleção. Sabe que não terá mais chance.
O jogador nem queria ir ao Camarote da Brahma no carnaval, para não criar constrangimento no mesmo ambiente de Dunga. Só foi por razões contratuais com a cervejeira, da qual é garoto-propaganda.
O protesto do Glênio Guedes, de Ituiutaba, contra o que ele chama de “colonização” do interior pelos clubes da Capital e governo do estado, recebeu várias manifestações.
Dentre elas, destaco este texto do Luiz Cesar Vilamarim:
“Caro Chico,
todo argumento do Sr. Glênio cai por terra quando vemos o absurdo ocorrido em Teofilo Otoni. Quem diria que o América de TO teria mais força que o Atlético no caso da remarcação dos 25 minutos restantes.
O pessoal do interior (exceção em parte ao Norte do estado) tem de entender que apesar de acharem lindo torcer para times de Rio e São Paulo, só sentem o quanto mal que a verdadeira corte nacional (Eixo Rio-SP) faz a todo país, na hora que entram em “pocilgas” (com todo respeito) como os campos de Teófilo Otoni ou Ituiutaba e outros. Diga-se que por essa razão jamais entrariam nem na A2 do paulistão como é a vontade do moço.
O Triângulo Mineiro é exemplo claro. Se fazem de “colônias” de Flamengo, Corinthians, São Paulo, etc. Com isso, o “EIXO RJ SP”, dando via Rede Globo migalhas para estados importantes como o nosso (com argumento que nosso povo torce por eles. FATO), impede que a Federação tenha recursos para dar a devida estrutura aos estádios e clubes do interior.
Lembrem-se que há pouco tempo a Federação Paulista até contratava jogadores para os clubes de lá.
E não venham agora pedir que Atlético e Cruzeiro, que lutam sozinhos no estado, e penam pra sobreviver, ainda banquem os bons samaritanos e tenham que dar (em forma de jogos/torneios de alto custo para estes) esmolas aos clubes das cidades em que o povo se arvora em dizer que são flamenguistas, vascaínos, sãopaulinos e corintianos etc.
Recebi e-mail do Glênio Guedes, de Ituiutaba, que vale uma boa troca de idéias sobre o futebol mineiro.
Concordo com a maioria das coisas que ele diz. Discordo especialmente de duas: que os árbitros beneficiem ao América; que o Uberlândia e o Ituiutaba não podem disputar os campeonatos paulista e goiano. Poder até podem. O Unaí, por exemplo, disputava o campeonato do Distrito Federal.
Num dos casos que ele cita a Federação paulista é que não aceitaria um time com estádio cuja capacidade é para 1800 pessoas.
De modo geral, tudo o que o Glênio diz precisa e deveria ser discutido por todos nós, de todo o estado. Seria tarefa da Federação Mineira de Futebol coordenar uma grande discussão de problemas como os citados por ele.
Mas não acredito que a FMF queira cumprir com a missão dela que é de gerenciar com eficiência e igualdade o futebol de toda Minas Gerais, e não apenas da Capital.
“Chico Maia,
meu nome é Glênio Guedes e acompanho sua coluna. Semana passada li uma em que você comenta que o Cruzeiro, por sinal meu time do coração, a maior folha de pagamento dos times mineiros, veio a Ituiutaba jogar para 1800 pagantes, como se ele estivesse fazendo uma coisa extremamente prejudicial ao clube. Agora queria deixar claro a minha opinião, e acredito que a opinião da maioria do interior de Minas, é que também, é muito danoso pra nós participarmos de uma competição dessas com os times da capital e adjacências, pois vamos aos fatos: enquanto o Cruzeiro recebe próximo de R$ 5.000 000,00 o Uberlândia recebe próximo de 300 000,00. Enquanto o Cruzeiro viaja mais de 200 km somente umas duas vezes o Uberlândia viaja um monte, e outras coisas mais, sem contar ainda a atuação dos juizes, que na minha opinião além de ruins, são tendenciosos, principalmente a favor do América. Você poderá argumentar que Cruzeiro e Atletico recebem mais porque dão retorno aos patrocinadores, e até concordo, mas e o Estado que pega nosso dinheiro e vai reconstruir o Independência, que pertence ao América, que leva 500 pagantes, onde cabem 60 000. Agora, o Ituiutaba leva 1800 porque não cabem mais, e o Uberlândia leva na media 5 a 6000 porque não tem dinheiro para montar um time melhor e peitar os juizes. Se todos recebessem mais dinheiro e conseguissem montar times bons e o Estado usasse o dinheiro do impostos onde ele arrecada, com certeza teríamos um campeonato melhor com estádios melhores.
Resumindo: enquanto a capital e os representantes do estado e do futebol tratarem o interior como colônia, sempre será assim: vocês não querendo jogar com a gente e nós não querendo jogar com vocês.
Que bom seria se pudéssemos disputar o campeonato paulista ou o goiano.
O governo do estado prevê que em fins de setembro o novo Independência estará pronto, à disposição para os jogos do Campeonato Brasileiro. Leigos como eu, duvidam, mas engenheiros que trabalham com obras desse tipo dizem que as modernas técnicas e equipamentos garantem mais rapidez que possibilitam previsões otimistas assim. Desde que não haja nenhum contratempo, como chuvas ou algum fenômeno geológico.
Na Europa às vezes alguma obra se depara com bombas da Segunda Guerra. Em Belo Horizonte não há este risco, mas até parece que houve um bombardeio no Horto.
A Ademg vai co-administrar o Independência com o América durante 10 anos, que certamente vai se tornar a alternativa preferencial de Atlético e Cruzeiro para jogos com previsão de até 25 mil pessoas por causa da comodidade para o público e pressão sobre os adversários.
O futebol mineiro vai ganhar um estádio espetacular, porém, quem vê hoje a realidade fica chocado e nem imagina que onde há o atual buraco gigantesco já passaram grandes craques do futebol mundial.
Quem quiser dar uma última olhada lá que vá logo porque a construtora que está executando as obras já está instalando tapumes. Daqui uns dias só poderá ver quem tiver autorização.
Observe como as obras eram feitas naqueles tempos, fim dos anos 1940, com cimento e tijolos colocados sobre o barranco. O atual estágio é uma aula prática de história, especialmente para futuros engenheiros, arquitetos e projetistas.
Vi fotos feitas pelo Lucas Prates, para o jornal Hoje em Dia, do que era o Estádio Independência. Ontem recebi uma do advogado Gustavo Lopes, mas no fim de semana fui lá matar a curiosidade, e ver como anda a obra. Veja você mesmo o que sobrou do saudoso estádio do Horto, palco da Copa de 1950, onde foi registrada uma das maiores zebras da história das Copas até então, com a vitória dos EUA sobre a Inglaterra. Fotos do repórter Luiz César
A Caldense está agindo para escapar do rebaixamento. A goleada sobre o Villa Nova já refletiu o resultado das últimas aquisições do clube de Poços de Caldas, segundo informa Gustavo Mendanha, assessor de imprensa da “Veterana”
* Veterana contrata novo atacante
Alexandre Bortolato já jogou em clubes como Santos, Juventude e no futebol japonês.
Depois da chegada do goleiro Marcão e do lateral direito Budi, mais um novo jogador se apresentou semana passada no Centro de Treinamento Ninho dos Periquitos. Trata-se do atacante Alexandre Bortolato, de 36 anos, que veio do Lemense – time que disputa a Série A3 do Campeonato Paulista. O jogador já atuou em clubes como Santos, Juventude e Santo André. Bortolato também já jogou no exterior. Em 1998, o atacante participou de um campeonato no Chipre – país do Mediterrâneo. Em 2003, foi transferido para o futebol japonês.