Arquivo de 5 de abril de 2010

Torcida americana a caminho do Vale do Aço

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Do twitter:

@Caravana Avacoelhada Ipatinga Tratar SANDRO 3452 4482- PAULO HENRIQUE -87050727 saída quarta 13h Mobiliadora Nacional

Árbitro é afastado por 30 dias. E o agressor continua impune!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

E o agressor continua impune

Do site do Uol Esporte:

Árbitro é afastado por 30 dias por não expulsar “algoz” de Obina

Do UOL Esporte

Em Belo Horizonte

Em nota oficial divulgada nesta segunda-feira, a comissão de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou o afastamento por 30 dias do árbitro José Henrique de Carvalho, de São Paulo, por deixar de expulsar o zagueiro Rodrigo, da Chapecoense, por falta violenta no atacante Obina do Atlético-MG. O artilheiro atleticano será operado na manhã desta terça-feira e ficará pelo menos três meses parado.

A nota informa que o árbitro foi punido “em virtude de omissão no aspecto disciplinar”. A partida ocorreu na quinta-feira 1º de abril, no Mineirão, válida pela segunda rodada da Copa do Brasil. O Atlético goleou a Chapecoense, por 6 a 0, e avançou às oitavas de final da competição.

No primeiro minuto da partida, Obina recebeu a bola no ataque e, ao tentar passar pelo marcador, sofreu uma dura entrada do zagueiro catarinense. José Henrique de Carvalho marcou apenas a falta e sequer mostrou cartão amarelo para o infrator. O atacante atleticano deixou o campo sentindo muita dor e foi encaminhado para exame.

Por causa da entrada do adversário, Obina rompeu ligamentos laterais do tornozelo esquerdo e terá de passar por cirurgia. De acordo com o médico do Atlético Rodrigo Lasmar, o atacante ficará pelo menos três meses afastado dos gramados. 

 A contusão foi confirmada pela ressonância magnética realizada no sábado passado. Antes disso, ainda no dia jogo, Obina passou por exames no Hospital Mater Dei, na região Centro-Sul, cujos resultados não mostraram fratura no local da contusão.

Contratado no início da temporada, Obina é o artilheiro do Atlético na temporada com 12 gols, sendo cinco pela Copa do Brasil e sete pelo Campeonato Mineiro.

* http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/copa-do-brasil/ultimas-noticias/2010/04/05/arbitro-e-afastado-por-30-dias-por-nao-expulsar-algoz-de-obina.jhtm

PFC estreia novo programa amanhã

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O PFC, canal do sistema pay-per-view da Globosat, estreia amanhã, dia 06, às 22h, o “Programa do Sócio PFC”, que terá apresentação de Sérgio Lobo e Zico como convidado especial e fará em seu primeiro episódio uma homenagem para Armando Nogueira. O ”Programa do Sócio PFC” será um espaço para o Sócio contar a história do seu time, enviar perguntas para atletas e técnicos, rever gols e conhecer o centro de treinamento dos grandes clubes do Brasil. Também será transmitido para onze países pelo PFC Internacional.

Fonte: Textual Serviços de Comunicação

A ideia é muito boa, mas depende da Fifa

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O jornalista Múcio Teixeira, da Alvorada FM e TV Minas, escreveu dando uma ótima sugestão, mas que depende da Fifa.

“Caro Chico Maia, 

queria aproveitar sua audiência e prestígio na coluna do Tempo e no blog prá dar meu pitaco a respeito dessa história da Copa Sul Americana passar a valer vaga para a Libertadores.

Humildemente, acho que tenho uma idéia melhor e não só para o torneio sul-americano.

Assim como “nosotros” temos a número dois de nosso continente, os europeus também tem a deles, que é a Liga Europa, abaixo da Liga dos Campeões. Só que lá, normalmente mais equilibrados em todos os sentidos, ninguém faz uma proposta meio estranha como essa de misturar competições que já são continentais e que têm  critérios parecidos de qualificação, que é a colocação nos campeonatos nacionais.

Minha proposta é a seguinte: o campeão da Copa Sul Americana e o campeão da Liga Europa passariam a ter uma vaga naquela primeira fase do Mundial de Clubes, que normalmente reune equipes que fazem apenas figuração para a final entre o campeão da UEFA Champions League e o campeão da Libertadores decidirem o título.

Acho que seria a valorização máxima da Sul Americana e da Liga Europa e também um fortíssimo atrativo para a insossa primeira fase do Mundial de Clubes, que passaria a ter mais um representante dos dois continentes que ainda praticam o melhor futebol do mundo.  

Abraços,

Múcio Teixeira”

Postos de venda de ingressos para Atlético x América

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Atlético x América: ingressos à venda a partir desta segunda-feira

Partida de volta pelas quartas de final do Campeonato Mineiro será nesta quarta-feira, às 19h30m (horário de Brasília), no Ipatingão

Fonte: Globominas.com

Os ingressos para o jogo de volta entre Atlético e América, pelas quartas de final do Campeonato Mineiro, nesta quarta-feira, às 19h30m, no Ipatingão, já estão à venda a partir das 11h desta segunda-feira. No total, serão colocados à venda onze mil ingressos, ao preço único de R$ 35,00. Em Belo Horizonte, três mil bilhetes serão colocados à disposição da torcida atleticana.

Confira as datas, horários e locais da venda de ingressos:

TORCIDA DO ATLÉTICO

Segunda-feira (5/4)
11h ás 20h – Sede do Atlético
11h às 17h – Loja Class Club Buritis, Loja Class Club Sion, Farmácia Central (Timóteo), Loja UOT (Coronel Fabriciano), Loja Ôla Sports (Ipatinga), Loja Ciclovia (Ipatinga) e Ipatingão (Bilheteria 2).

Terça-feira (6/4)
11h ás 20h – Sede do Atlético
9h às 17h – Loja Class Club Buritis e Loja Class Club Sion, Farmácia Central (Timóteo), Loja UOT (Coronel Fabriciano), Loja Ôla Sports (Ipatinga), Loja Ciclovia (Ipatinga) e Ipatingão (Bilheteria 2).

Quarta-feira (7/4)

9h até o intervalo – Bilheteria 2 do Ipatingão

TORCIDA DO AMÉRICA

Segunda-feira (5/4)
11h ás 17h – Loja Class Club Buritis, Loja Class Club Sion, Farmácia Central (Timóteo), Loja UOT (Coronel Fabriciano), Loja Ôla Sports (Ipatinga), Loja Ciclovia (Ipatinga) e Ipatingão (Bilheteria 2).

Terça-feira (6/4)
9h ás 17h – Loja Class Club Buritis, Loja Class Club Sion, Farmácia Central (Timóteo), Loja UOT (Coronel Fabriciano), Loja Ôla Sports (Ipatinga), Loja Ciclovia (Ipatinga) e Ipatingão (Bilheteria 2).

Quarta-feira (7/4)
9h até o intervalo – Bilheteria 3 do Ipatingão

ENDEREÇOS DOS POSTOS DE VENDA

Belo Horizonte
Sede do Atlético – Av. Olegário Maciel, 1516 – Lourdes
Loja Class Club Buritis -Av. Prof. Mário Werneck, 2335, loja 01 – Buritis
Loja Class Club Sion – Av. Bandeirantes, 20, loja 01, Praça Alaska – Sion

Vale do Aço
Farmácia Central (Timóteo) – Rua 5 de março, 25 – Centro
Loja UOT (Coronel Fabriciano) – Rua Maria Matos, 326 – Centro
Loja Ciclovia (Ipatinga) – Av. Selim José de Salles, 740 – Canaã.
Loja Ôla Sports (Ipatinga) – Av. 28 de abril, 736 – Centro
Estádio Ipatingão (Ipatinga) – Avenida Burle Marx, s/nº, Parque Ipanema

Uberaba x Cruzeiro – Resumo estatístico

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Cruzeiro e Uberaba se enfrentaram 58 vezes em Uberaba, com 27 vitórias do Cruzeiro, 23 empates e apenas oito vitórias do time local. O Cruzeiro marcou 95 gols e sofreu 53. No estádio Uberabão, os dois times disputaram 40 jogos, com 21 vitórias do Cruzeiro, 15 empates e quatro triunfos do Uberaba. O Cruzeiro marcou 72 gols e o Uberaba fez 34.

O Uberaba não vence o Cruzeiro há mais de 20 anos. A última vitória foi por 2 x 0, em 11 de fevereiro de 1990, em Uberaba, pelo Campeonato Mineiro. De lá para cá foram doze jogos, com nove vitórias do Cruzeiro e três empates. 

Foram 84 confrontos pelo Campeonato Mineiro, com 57 vitórias do Cruzeiro, 22 empates e 5 vitórias do Uberaba. O Cruzeiro marcou 181 gols e o Uberaba fez 58.

Primeiro confronto pelo Campeonato Mineiro:

26/05/1945 – Cruzeiro 4 x 1 (no estádio da Alameda; gols de Niginho, Ismael (2) e Nogueirinha para o Cruzeiro e Filipim, para o Uberaba, válido ainda pelo Campeonato da Cidade).

Fonte: Assessoria de Imprensa do Cruzeiro

Três notas e uma porrada

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Três notas sobre futebol na coluna do Ancelmo Góis, hoje no O Globo, e uma porrada no sistema aéreo nacional no twitter dele:

Segue…

A Marfrig, que firmou contrato também com a CBF, passa a ser a única empresa 100% brasileira a patrocinar a Fifa.
A Inbev é outra patrocinadora da entidade máxima do futebol, com a marca Budweiser. Mas o controle da cervejaria reúne capitais belgas e brasileiros.

De olho na Copa

O grupo ABC, de Nizan Guanaes, está procurando uma empresa de marketing esportivo para comprar.

Até o porteiro

Esquenta a eleição do Clube dos 13, que reúne a elite do futebol, com a candidatura da oposição liderada por Kléber Leite, ex-dirigente do Fla.
Como a chapa tem de ser registrada oito dias antes da votação, antecipada pela situação para dia 12, a oposição se inscreveu no feriado por e-mail, fax e… ao porteiro da entidade, que recebeu uma cópia da chapa.

www.twitter.com/Ancelmocom

O caos na Ponte Aérea, linha mais importante do país, mostra como estamos longe de um serviço de qualidade. Isso a quatro anos da Copa.

Torcida vibra com a contusão do seu próprio jogador

segunda-feira, 5 de abril de 2010

 

Já ouvi muitos atleticanos, cruzeirenses e americanos dizendo que ficaram satisfeitos com a contusão ou expulsão de algum jogador do seu próprio time, porque sem o fulano o time fica melhor. “Se o técnico não tira, o destino o faz”.

Mas nunca vi a torcida em peso num estádio vibrar com a contusão de um jogador do seu time, como se fosse um gol. Pois a torcida do Grêmio fez isso semana passada e o José Geraldo Couto, um dos melhores cronistas do Brasil, escreveu sobre isso em sua coluna, sábado, na Folha de S.Paulo:

JOSÉ GERALDO COUTO

Cruel, muito cruel


A festa gremista pela lesão do atacante William ilustra como a maldade da massa ignora até a cor da camisa


O ESTÁDIO Olímpico de Porto Alegre foi palco de um fato insólito anteontem.
Aos cinco minutos do segundo tempo de Grêmio 3 x 0 Votoraty, pela Copa do Brasil, o atacante gremista William sentiu uma lesão e teve que deixar o campo. A torcida do seu time o apoiou? Lamentou? Gritou seu nome? Não, muito pelo contrário: comemorou sua contusão como se fosse um gol.
Desde que surgiu, há dez anos, no Santos, William sempre foi um jogador controvertido, daqueles que, mesmo marcando muitos gols, são contestados por boa parte dos torcedores. Chegaram a criar no Orkut uma comunidade chamada “Eu jogo melhor que o William”.
Seu caso daria margem à reflexão sobre o lugar dúbio que os atletas tidos como “grossos” ocupam no imaginário popular, mas isso é assunto para outra coluna. O que interessa aqui é a crueldade da massa.
Desde as arenas romanas, sabemos que cidadãos pacatos, quando aglomerados em multidão e submetidos a determinados estímulos, se convertem em linchadores em potencial. A mesma energia que leva à festa, à celebração dionisíaca, pode suscitar a emergência dos piores impulsos vingativos e destrutivos.
Manifestações da sanha descontrolada das massas podem ser vistas em filmes como “Fúria” (1936), de Fritz Lang, e “O Dia do Gafanhoto” (1975), de John Schlesinger. Ou, sem ir longe, nas imagens do público que acompanhou fora do tribunal o julgamento do casal Nardoni.
Um exemplo de que nunca me esqueço, apesar de ocorrido há 30 anos, é o da final do Campeonato Brasileiro de 1980, no Maracanã. Jogavam Flamengo e Atlético-MG, dois timaços. Quando Reinaldo pegava na bola, a galera rubro-negra não perdoava: “Bi-cha-do, bi-cha-do”, gritava, em referência às sucessivas contusões do craque.
Reinaldo, mesmo mancando por causa de uma distensão, fez os dois gols atleticanos na derrota por 3 a 2 para o Flamengo. Ao marcar o segundo, de empate, demorou para voltar a seu campo (o empate daria o título ao Atlético). O árbitro José Assis Aragão considerou que ele estava fazendo cera e o expulsou. E a galera: “Bi-cha-do, bi-cha-do”.
Isso com um jogador fabuloso, um dos maiores atacantes que o Brasil viu jogar. Não é o caso de William, claro, mas o inédito e assustador, na comemoração do Olímpico, é a hostilidade vir da torcida de seu próprio time. A maldade da massa ignora até a cor da camisa.
Há ofensas corriqueiras, protocolares, que os destinatários já nem ouvem mais: o goleiro chamado de “frangueiro” pelo torcedor adversário, o craque do time rival xingado de “veado”, o juiz cuja mãe é lembrada por todos. Mas as ofensas que fogem do script ferem como um soco ou uma tijolada. A festa gremista de anteontem deve ter tido um efeito assim sobre William. Em tempo: a frase que dá título a esta coluna é um bordão célebre do locutor Januário de Oliveira, gaúcho de Alegrete (terra de João Saldanha) que fez carreira no rádio e TV do Rio.
E agora um minuto de silêncio por Armando Nogueira (1927-2010), cronista que teve, entre muitos outros, o mérito de nunca hostilizar ou ridicularizar um profissional do futebol.