Arquivo de 20 de abril de 2010

Adidas e Fifa lançam bola dourada para a final da Copa

terça-feira, 20 de abril de 2010

No dia 11 de Julho, o cobiçado troféu da Copa do Mundo não será o único objeto brilhante de ouro no Soccer City Stadium.

A Adidas apresentou hoje a bola JO’BULANI, exclusiva para a final; versão dourada da Jabulani, que será usada durante todos os jogos anteriores. O nome é uma homenagem à cidade de Joanesburgo, conhecida tanto como “City of Gold” ou pela abreviatura Jo’burg, como chamamos Belo Horizonte de “BH”.

Esta é a segunda vez que a Adidas criou uma bola especial para a final da Copa do Mundo. A primeira foi a golden Teamgeist Berlim, utilizada em 9 de julho de 2006, na vitória da Itália sobre a França.

Já o nome da bola Jabulani, que será usada na maioria dos jogos, significa “para comemorar”, em zulu, uma das onze línguas oficiais da República da África do Sul, e que é falado por quase 25 por cento da população.

A partir de hoje estas bolas já começam a ser vendidas nas lojas do mundo. A Adidas informou que vai continuar evoluindo na tecnologia e design em cada Copa e já está trabalhando em inovações para a do Brasil’2014.

Zezé confirmou que o pensamento já estava na decisão

terça-feira, 20 de abril de 2010

Em entrevista coletiva hoje Zezé Perrela confirmou que o Cruzeiro estava pensando era na decisão do Campeonato, contra o Atlético, pois já dava o jogo contra o Ipatinga como favas contadas.

Disse também que até acha que houve um erro de estratégia na escalação do time, mas que o Adilson Batista não pode ter a sua competência julgada por causa de um único jogo.

Duvidar da capacidade alheia é um perigo, e os grandes exemplos da história, em todos os ramos da atividade humana, que o digam.

A coluna do Super Notícia

terça-feira, 20 de abril de 2010

Irresponsavelmente no ataque

Do jogo decisivo do Atlético esta noite contra o Sport em Recife, acompanho o pensamento do companheiro José Luiz Gontijo, que disse no twitter dele: “Jogo duro para Galo. Times do Nordeste jogam irresponsavelmente pra cima do adversário. É tudo ou nada. Sport time mediano com tradição.”

Será o jogo dos estrategistas Givanildo e Vanderlei Luxemburgo, que sabem armar bons sistemas defensivos, sem abrir mão do ataque. O time que tiver melhor controle emocional sairá comemorando o resultado que lhe interessa, pois com tanta pressão, errar é fácil. Em jogos equilibrados, onde não há um craque que desequilibre, quem erra menos chega lá.

Prova de fogo

A CBF fez o sorteio ontem e ficou decidido que, entre Galo e Sport, quem passar às quartas de final, pegará o Santos, com o segundo jogo no Mineirão ou Ilha do Retiro. O Santos, de Dorival Jr., não toma conhecimento se o jogo é na Vila Belmiro ou onde quer que seja; se é time pequeno ou grande. Parte para cima e dana a marcar gols, sem dó. O time que mais dá gosto ver jogar atualmente no futebol brasileiro.

* Estas e outras notas em minha coluna de amnhã, no Super Notícia, nas bancas!

Copa do Brasil 2010: veja o sorteio dos mandos de campo dos jogos das quartas-de-final

terça-feira, 20 de abril de 2010

Copa do Brasil 2010: veja o sorteio dos mandos de campo dos jogos das quartas-de-final
As partidas acontecerão nos dias 28 e 29 de abril, e 5 e 6 de maio:

 

http://www.cbf.com.br/php/noticias.php?e=20&n=11130

 

Meu seguidor número 3.000 no twitter vai ganhar uma camisa do Democrata Jacaré

terça-feira, 20 de abril de 2010

Estou com 2.999 seguidores no twitter.

O leitor número 3.000 vai ganhar uma camisa do nosso Democrata de Sete Lagoas.

O endereço é http://www.twitter.com/chicomaiablog

Um comentário e duas informações importantes

terça-feira, 20 de abril de 2010
Três twittadas interessantes:

José Luiz Gontijo

 “Jogo duro para Galo. Times do nordeste jogam irresponsavelmente pra cima do adversário. É tudo ou nada. Sport time mediano com tradição.” 

 Rádio Itatiaia

Volante Fabrício é o convidado da noite do programa Bastidores

 Wellington Campos

Galo ou Sport recife vai jogar com o santos na copa do Brasil a primeira partida em casa.

 

 

 

Venda de ingressos para Ipatinga x Atlético começa quinta feira

terça-feira, 20 de abril de 2010
Do site do Galo:

* Venda de ingressos para o 1° jogo da final do Mineiro começa nesta quinta-feira 

A venda de ingressos para o 1° jogo da final do Campeonato Mineiro terá início nesta quinta-feira. A partida será disputada às 16h do próximo domingo, no Ipatingão. Serão colocados à venda onze mil ingressos. Os portões do estádio serão abertos às 13h30.

Em Belo Horizonte, serão colocados à venda 600 ingressos, somente na quinta e na sexta-feira, de 9h às 18h, na Sede de Lourdes.

Os ingressos têm o preço único de R$ 35,00 antecipado (meia entrada R$ 17,50) e R$ 50,00 (meia entrada R$ 25,00) no dia do jogo.

Confira as datas, locais e horários da venda de ingressos:

QUINTA-FEIRA (22/4)

SEXTA-FEIRA (23/4)

SÁBADO (24/4)

DOMINGO (25/4)

ACESSO


- Torcida do Atlético (Portões 7, 8 e 9)
- Torcida do Ipatinga (Portões 1, 2, 3 e 4)

9h até 10 minutos do 2° tempo – Bilheterias do Ipatingão (Bilheteria 3 (Atlético) e Bilheterias 1 e 2 (Ipatinga).

9h às 19h – Ipatingão
9h às 12h – Ipatingão, Tehila Restaurante, Dulce Flores, Olla Sports, Ciclovia, Luma Vídeo, CT do Ipatinga e Loja UOT (Coronel Fabriciano).
9h às 18h – Sede do Atlético (Lourdes)
9h às 17h – Ipatingão, Tehila Restaurante, Dulce Flores, Olla Sports, Ciclovia, Luma Vídeo, CT do Ipatinga e Loja UOT (Coronel Fabriciano).
9h às 18h – Sede do Atlético (Lourdes)
9h às 17h – Ipatingão, Tehila Restaurante, Dulce Flores, Olla Sports, Ciclovia, Luma Vídeo, CT do Ipatinga e Loja UOT (Coronel Fabriciano).

Na Copa dos Campeões, Cláudio Caçapa torce pelo Lyon

terça-feira, 20 de abril de 2010
Nessa reta de chegada da Copa dos Campeões da Europa, Cláudio Caçapa torce pelos seus ex-companheiros do Lyon, e concedeu boa entrevista ao Pedro Henrique Vieira, do site GazetaEsportivanet:

* Na torcida pelo ex-clube, Caçapa relembra fatos memoráveis no Lyon

Do correspondente Pedro Henrique Vieira – Belo Horizonte

Bastou a troca de milênio para que a vida do Lyon no futebol francês e mundial tomasse outro ritmo, um ritmo acelerado de conquistas e de prestígio na Europa. Após 28 anos inglórios, o clube conseguiu abrir uma nova série de títulos ao conquistar a Copa da Liga Francesa, em 2001, e triunfar, pela primeira vez, no Campeonato Francês, no ano seguinte.

Depois disso foi dada a largada para uma sequência de conquistas e a consagração no futebol francês. Sete títulos nacionais seguidos e a hegemonia consolidada. Agora o Lyon sonha ainda mais alto, e muito alto: ser o melhor da Europa erguendo a taça da Copa dos Campeões. Chegar às semifinais já é algo inédito. O objetivo agora é eliminar o alemão Bayern de Munique para ir à final. O primeiro jogo será nesta quarta-feira, na Alemanha, e depois o Lyon decide em casa, no dia 27.

O zagueiro Cláudio Caçapa, revelado pelo Atlético, esteve presente na década de glória do clube francês. O jogador chegou ao Lyon em 2001 e conquistou 12 títulos pelo clube, sendo seis triunfos do Campeonato Francês. Em um bate-papo exclusivo com a Gazeta Esportiva.Net, Caçapa, hoje com 34 anos, defendendo as cores do Cruzeiro, está na torcida por seu clube do coração na Europa. O zagueiro contou fatos memoráveis dos momentos felizes que viveu no Lyon e diz que ainda sonha em voltar para a Europa.

GE – Como você enxerga essa campanha do Lyon na Liga dos Campeões?
Cláudio Caçapa – Já é algo inédito, porque o Lyon nunca conseguiu chegar nas quartas de final da competição, e chegando agora às semifinais, com certeza é algo que o presidente, comissão técnica e jogadores conseguiram concluir uma nova etapa no clube, porque hoje eles estão entre os quatro melhores da Europa. No meu tempo a gente já queria passar para as quartas de final. Fiquei muito feliz mesmo de saber que o Lyon está nas semifinais porque era algo que eles queriam muito.

GE – Você acredita que o Lyon possa passar pelo Bayern de Munique?
Caçapa – Não vai ser fácil chegar à final. Estar entre os quatro já é muito bom. É lógico que o Lyon quer ir para a final, quer ser campeão. O jogo contra o Bayern vai ser difícil, complicado, mas acho que pelo retrospecto que o Lyon tem contra o Bayern, é possível conseguir essa classificação. Nos jogos anteriores que eu me lembro ter jogado, ganhamos por 3 a 0 na França e depois vencemos por 2 a 1 na Alemanha.

GE – Qual o seu palpite para esse duelo contra o Bayern?
Caçapa – O Lyon é um time que marca bastantes gols. Espero que eles possam ganhar de 1 a 0 lá (na Alemanha) ou conseguir um empate em 1 a 1. Isso já vai ser bom. Depois decidir em casa, com a força que o time tem, com o entrosamento que eles estão agora nessa reta final e também com o apoio da torcida, acredito que, em casa, eles possam ganhar.

GE – Passando para a final, você acredita que o clube possa ser campeão? O adversário será Barcelona ou Inter de Milão, que disputam a outra semifinal.
Caçapa – Acredito primeiramente que eles têm condições de passar para a final. Ser campeão é algo extraordinário que pode acontecer no clube, mas primeiro tem que passar para a final. Aí vamos ver depois com quem será a disputa. É um jogo só e, com certeza, o Lyon tem possibilidade de ser campeão sim.

GE – Você marcou época na zaga do Lyon. E agora, como você avalia o setor defensivo do clube, que tem o brasileiro Cris, com quem você jogou, o Bodmer, Boumsong…
Caçapa – O Lyon sempre procura fazer muitos gols e não sofrer tantos. No campeonato francês deste ano não foi assim, eles sofrem muitos gols, não conseguindo manter a média dos anos anteriores (nesta temporada sofreram 41 gols em 41 jogos). Mas são jogadores experientes, que estão super motivados para conseguir essa vaga na final e ser campeão da Champions. Eu tenho bastante confiança no setor defensivo do Lyon sim.

GE – Você saiu do Atlético no começo da década, chegou ao Lyon em 2001, com 24 anos. Como foi essa transferência, essa mudança de ares na sua vida?
Caçapa – Foi muito bom, o Lyon foi inesquecível na minha vida. Tive algumas dificuldades no começo, não falava o idioma, estava muito frio quando cheguei, mas o que me ajudou muito foi a recepção. Fui muito bem recebido por todos, pelos jogadores e comissão técnica. Quando cheguei, os brasileiros Edmílson e Sonny Anderson me ajudaram muito nessa etapa porque não falava nada. Para mim foi algo maravilhoso, algo que vou guardar. Tenho vontade de voltar a morar na Europa porque me dei muito bem ali.

GE – Nessa sua passagem pelo Lyon, o que mais te marcou?
Caçapa – De tudo um pouco. A vida que eu tinha lá era maravilhosa junto com minha esposa e com meu filho. Os treinamentos, jogos, as emoções nas partidas da Champions, fizemos muitos jogos que ficam marcados, como os confrontos contra o Barcelona, Real Madrid, Milan e Inter de Milão. E também a cidade, que me acolheu muito bem. A reunião com os brasileiros Juninho, Fred, Cris, Nilmar, Élber, Edmílson, enfim, a família que a gente construiu lá foi algo que vai ficar marcado por toda minha vida. As amizades, o pessoal da igreja também. O Lyon ficou marcado para mim e hoje é o meu time do coração na Europa.

GE – Foram vários títulos com a camisa do Lyon. Quais os mais memoráveis para você?
Caçapa – Dois títulos. Logo no primeiro ano que cheguei conquistamos a Copa da França e, na final, joguei contra o Mônaco, ganhamos por 2 a 1, e fiz um gol. Isso ficou marcado porque foi o primeiro título do clube depois de 28 anos e logo nos meus primeiros seis meses de Lyon. Foi algo fantástico, uma festa maravilhosa. E também o primeiro título do Campeonato Francês em 2002. O Lyon nunca tinha sido campeão dessa competição, e no segundo ano que eu estava lá nós conseguimos esse fato. Então esses dois títulos ficaram marcados.

GE – Ficou algum tipo de mágoa com o clube por você ter saído em 2007?
Caçapa – Não. Foram seis anos e meio de muita alegria, com prazer em jogar futebol, com prazer de ir ao clube todos os dias. Não tenho que reclamar de nada, se eu pudesse, viveria tudo de novo. Quero voltar a morar lá, quem sabe um dia até voltar a trabalhar, fazer algo pelo Lyon. Quando vou lá visitar alguns amigos, o pessoal ainda lembra de mim. Então não tenho nada a reclamar, muito pelo contrário, só elogiar.

GE – Por que você saiu do Lyon e foi para o Newcastle, da Inglaterra?
Caçapa – Primeiro que eu estava há seis anos e meio no clube e tinha uma vontade muito grande de falar inglês. Se eu pudesse queria ter permanecido no Lyon, até queria encerrar minha carreira por lá. Mas o clube queria renovar comigo e fizeram uma proposta para mais um ano de contrato, e eu queria, no mínimo, mais dois. Não conseguimos chegar nesse acordo e resolvi mudar um pouco também, achei que era hora de mudar, conhecer outro país, língua diferente, cultura diferente, e foi por essa razão que eu saí do Lyon.

GE – Você ficou no Newcastle de 2007 até 2009, quando veio para o Cruzeiro. Como foi essa a readaptação no futebol brasileiro? Você está gostando?
Caçapa – Está sendo ótimo, o Cruzeiro abriu as portas para mim e estou muito feliz, de verdade, porque aqui encontrei uma estrutura fantástica, algo enorme, maravilhoso. O clube te dá todas as condições de você trabalhar, e trabalhar bem. Não tenho que reclamar de nada, muito pelo contrário, tenho que dizer o tanto que esse clube é grande. Vim para um dos maiores clubes do Brasil, em um time que joga para frente, para vencer. Essa volta está sendo ótima, estou mais perto da família, me sentindo em casa, então estou muito feliz.

* http://www.gazetaesportiva.net/nota/2010/04/19/632150.html

Manga está de volta ao Inter, depois de 33 anos

terça-feira, 20 de abril de 2010

Diz a história que Manga foi um dos melhores goleiros do futebol brasileiro. Eu o vi já no fim da carreira, porém, fazendo defesas inacreditáveis pelo Internacional.

Uma delas é mostrada de vez em quando, numa cobrança de falta do Nelinho. A bola passou pela enorme barreira, fez uma curva e o Manga que já estava pulando para o canto direito, conseguiu voltar e espalmá-la para fora. Foi na decisão do Brasileiro de 1975, e o Inter venceu por 1 x 0.

Esta imagem está, inclusive, no Museu do Futebol, em São Paulo. Encerrou a carreira no Equador, onde trabalhou por 30 anos, como preparador de goleiros do Barcelona, de Guayaquil.

O Inter está levando-o de volta a Porto Alegre para trabalhar pelo clube, e a notícia está no site do jornal Zero Hora: 

* Manga chega ao Inter em 1º de maio

Ex-goleiro será coordenador dos preparadores das categorias de base

Contratado pelo Inter para ser o coordenador dos preparadores de goleiros das categorias de base, além de uma espécie de relações públicas do clube para a captação de novos sócios, Manga desembarcará em Porto Alegre no dia 1º de maio. O ex-goleiro de 73 anos, bicampeão brasileiro com o Inter, deixará Guayaquil rumo a Lima, depois desembarcará em São Paulo. Uma grande recepção está sendo preparada para o retorno de Manga ao clube, após 33 anos.

* http://www.clicrbs.com.br/esportes/rs/noticias/default,2878348,Manga-chega-ao-Inter-em-1-de-maio.html

O acaso pôs em campo o carrasco do Cruzeiro

terça-feira, 20 de abril de 2010

Vale a pena conhecer um pouco mais da história do atacante Danilo, autor de dois gols contra o Cruzeiro, e também de mais detalhes pouco falados em Belo Horizonte sobre o Ipatinga.

Na coluna de hoje, do Fernando Rocha, no Jornal do Vale do Aço:

“O decisivo”

O que mais me chamou a atenção nesta heróica classificação do Tigre no último domingo, ocorreu depois de encerrado o jogo no Mineirão. Foi a declaração do nome do Tigre e da partida, o atacante Danilo, autor de dois belos gols, que decidiram a classificação em favor da equipe ipatinguense.

Danilo, que só entrou no time por conta de uma sequência de contusões, fatalidades, coincidências, culminando com o afastamento de inúmeros titulares importantes nesta reta final, disse ao repórter Alfredo Sales da Vanguarda, ao deixar o gramado do Mineirão: – O professor me pediu para ser “decisivo” e eu procurei até no dicionário o que significa ser “decisivo”, então me concentrei nesse objetivo, e Deus abençou.

A simplicidade do artilheiro Danilo, autor dos gols que derrubaram o todo poderoso Cruzeiro, reflete exatamente o que permeou este confronto, pois se de um lado haviam jogadores dedicados, esforçados, querendo um lugar ao sol, do outro esta um time, o Cruzeiro, cheio de marra, olhando a tudo e a todos com ar de superioridade, a começar pelo técnico-inventor, que do alto de sua habitual arrogância, subestimou e menosprezou o adversário, ao escalar um time reserva para iniciar a partida, julgando que a classificação era favas contadas.

· Danilo é cidadão honorário de Uberaba, título que lhe foi concedido pela Câmara Municipal, em razão de suas atuações pelo “zebu”, que levaram a equipe do Triângulo de volta à divisão de elite do futebol mineiro em 2009. Quando marcou o segundo gol, fez questão de mandar um recado e citar o nome de Uberaba na comemoração. No vestiário, pediu e ouviu a narração de seus gols decisivos pelo “bate forte” Nelcy Romão.

· No mínimo, a Comissão de Arbitragem da Federação Mineira cometeu um equívoco, ao incluir no sorteio o árbitro Ricardo Marques Ribeiro, embora seja ele o melhorzinho de todos. Ribeiro está se formando em Direito e pediu licença para cuidar de uma monografia, portanto, não apitava há várias rodadas. Na parte física até que esteve bem, acompanhando os lances de perto, mas quanto à técnica de interpretação dos lances foi um fracasso total, sempre decidindo contra o mais fraco, Ipatinga, a favor do poderoso Cruzeiro.

· Temos dito aqui, também em outros órgãos onde trabalhamos, que o Ipatinga é o único time do interior, capaz de derrotar os dois grandes da capital em confrontos diretos neste Campeonato Mineiro. O Cruzeiro, que conhece a fundo a estrutura do Tigre e o trabalho desenvolvido no clube, com o qual mantém um estreito relacionamento de amizade e cooperação, nunca poderia ter agido com menosprezo, pelo contrário, deveria ter se precavido com vários antídotos contra o veneno da cobra que ele mesmo ajudou a criar.

· O presidente do Galo, Alexandre Kalil, condenou em seu twitter, até de forma exagerada, a arbitragem no jogo de domingo, usando expressões como “bandidos”, “bandidagem”, etc, coisa e tal. As palavras mais duras foram postadas no intervalo, quando o Cruzeiro tinha sido beneficiado em pelo menos três lances capitais, que influenciaram no resultado de 0 a 0.

· Kalil certamente não contava com a reação do Ipatinga na segunda etapa, superando o adversário, além da arbitragem. Se soubesse, não teria escrito nada, para não ficar agora com a obrigação de apoiar a diretoria do Tigre, na sua luta pela escalação de árbitros de outros estados nas finais, sobretudo porque nesse meio do futebol, pimenta nos olhos dos outros é refresco.