Arquivo de 21 de julho de 2010

Porradas no Barradão!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Seriam cômicas se não fossem trágicas as cenas no Barradão depois do Vitória 2 x 2. Pela TV ficou a impressão que o repórter teria provocado o técnico Emerson Leão, dando uma “microfonada” na cara dele. Mas o Leão sai em seguida e, como diria o presidente Lula, “a imagem não foi conclusiva”.

Depois, outras imagens, aí com um socão nocauteador do Rafael Moura no mesmo repórter, numa confusão há muito não vista na Série A brasileira.

Além do Leão e Rafael Moura, também foram levados para a delegacia de Salvador, Romerito e Marcão, também do Goiás, mas sem ninguém preso. Só “averiguações”, segundo disse o comandante do policiamento.

O repórter é Roque Santos, da Rádio Metrópole, de Salvador.

De volta à zona!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Parecia que seria noite de uma grande exibição do Galo. Diego Souza deu vida ao meio campo, com a personalidade que há muito tempo falta a um dono da camisa 10 atleticana.

Numa jogada bem trabalhada com Neto Berola e Fernandinho, ele fez 1 x 0, aos sete minutos de jogo.

Mas a alegria durou pouco e seis minutos depois o Inter empatou com o Alecssandro, que continua muito bem. A partir daí o Atlético ficou perdido em campo e nada dava certo. Para complicar, Vanderlei Luxemburgo pôs Ricardinho no lugar do Zé Luiz, no segundo tempo e o time apagou de vez, sem chutar uma única bola com perigo ao gol do Inter. Diego Souza, pesadão, também desapareceu.

Em outro vacilo da dupla de zaga Cáceres e Jairo Campos, desentrosados, Alecssandro virou o jogo.

Outro que não jogou nada foi o Fabiano.

O Galo voltou a figurar entre os quatro do rebaixamento e vai ter duas pauleiras pela frente: o Avaí, em Floripa na próxima rodada, e o Cruzeiro na sequência.

O Avai que venceu o São Paulo na rodada anterior e empatou com o Flamengo hoje no Maracanã, 1 x 1 .

Está ruim? Pois pode piorar!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Há um evidente exagero nas reclamações contra a Arena do Jacaré, que na maioria dos casos mostra é má vontade e preguiça de alguns setores em se deslocar os quase 80 quilômetros até Sete Lagoas. Imaginem se Atlético, Cruzeiro e América fossem jogar em Ipatinga ou Uberlândia todas as partidas deles no Campeonato Brasileiro!? Que tal 200 quilômetros pela BR-381, uma das piores rodovias do mundo, tristemente famosa pela carnificina quase diária?

Ou 500 quilômetros até Uberlândia?

Mas que se preparem, porque terão que jogar lá sim! O gramado da Arena do Jacaré, já criticado duramente pelo Fabrício, do Cruzeiro, não vai aguentar tantos jogos. Nem o Mineirão aguentou, quando só ele estava servindo aos nossos três clubes, o que obrigou o então governador Hélio Garcia a recuperar o Independência. Foi em meados dos anos 1980, e a parte mais inquiridora da imprensa, que tanta porrada tem dado na Arena, não deve estar se lembrando disso. Mas é só consultar os arquivos de jornais da época e conferir. Ou acionar o Google, que notícias da época devem aparecer lá!

A partir de agosto o Democrata, dono do estádio, também jogará na Arena, pela terceira divisão do Campeonato Mineiro, aumentando a carga sobre o gramado. Ou aparecerá algum maluco querendo expulsar o Jacaré da sua própria Arena?

Já desalojaram as rádios locais, Cultura e Eldorado, de suas cabines, e elas entenderam que todos têm de colaborar neste momento, pois a situação é essa. Dentro de um mês, mais cabines deverão ficar prontas.

Parece que estamos num grande treino para a Copa de 2014.

 

Pressão

 

Houve quem reclamasse que o público fica muito próximo do gramado da Arena, pressionando jogadores e treinadores. Ora, ora, é a distância da maioria dos estádios da Europa, que nem alambrado têm. Ótimo para fazer os jogadores da casa se empenharem mais. E visitantes de nervos mais fracos tremer.

Se o Mineirão não fosse tão neutro, possivelmente Atlético e Cruzeiro não tivessem perdido títulos tão importantes em casa.

 

Tamanho

 

Por mais desinformação, muitos têm falado que o gramado da Arena é pequeno. É só se informar com a Ademg: o comprimento é o mesmo do Mineirão, e 50 cm menor na largura. Maior que a maioria dos gramados dos estádios onde se jogam as Copas do Mundo. É só conferir junto aos dados da Fifa.

Maior que vários estádios da Série A do Campeonato Brasileiro e que muitos das Séries B e C.

 

Razão

 

Tem razão quem reclama do pequeno número de banheiros, dos poucos bares, da área externa do estádio, onde a Avenida Perimetral é de trânsito muito rápido e caminhões descem a toda velocidade. Ainda falta sinalização adequada. Enfim, os torcedores têm razão é reclamar dessas coisas, mas são justamente os que menos estão reclamando, talvez acostumados com o que viviam no Mineirão.

 

Mais razão

 

Também têm toda razão aqueles que estão reclamando das estradas que ligam Belo Horizonte a Sete Lagoas. Mas esta é uma reclamação histórica de todos os habitantes das cidades daquela região. Quantos morrem na Br-040, péssima (mas não tão péssima quanto a 381), há anos, e o governo federal não faz nada!? E a MG-424, que serve a várias cidades, e consegue pior ainda!?

Nossas estradas

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sobre a estrada que liga Belo Horizonte a Sete Lagoas, via Pedro Leopoldo, Matosinhos, Prudente de Morais, fala quem conhece:

“Chico, quem lhe escreve é Onésimo Aparecido Del Bóccio, morador de Matozinhos e gostaria de comentar o texto “Pagando além da conta”, Super Noticia, quarta-feira, 21 de julho de 2010.

Concordo em tudo relatado no texto do Raul Otávio Pereira e acrescentaria ainda sobre a MG-424, como estudo em Sete Lagoas e uso diariamente esta rodovia e preocupado com as péssimas condições em que se encontra eu havia enviado um comunicado aos órgãos competentes sobre o problema que tinham pela frente com a transferência dos jogos para Sete Lagoas.

A MG-424 é uma rodovia estreita, sem acostamento e de difícil ultrapassagem e mesmo assim nossas autoridades não perceberam o tamanho do problema e agora querem que a nossa bela e simpática Sete Lagoas pague a conta. É brincadeira de muito mau gosto.

Onésimo Aparecido Del Bóccio”

Olympikus firma contrato com o primeiro time do Maradona

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Além do Comitê Olímpico Brasileiro, Flamengo, e outras instituições fortes do Brasil, a Olympikus, se expande em seu processo crescente de internacionalização da marca. Está fincando mais os pés na Argentina e firmou contrato de três anos com o time Argentino Juniors, atual campeão do Clausura, o equivalente ao nosso Campeonato Brasileiro. A marca esportiva líder do mercado nacional já está presente na terra de Maradona como fornecedora oficial dos times Racing e Lanús

A Olympikus atua ainda no vôlei e no rugby, patrocinando a seleção argentina de vôlei e o time masculino do Bolívar, além do Liceo Naval, equipe de rugby, esporte tradicional no país. 

“A Olympikus hoje na Argentina já disputa mercado com as marcas internacionais como acontece no Brasil, nos mesmos moldes da operação brasileira, inclusive, com uma fábrica local com 4 mil funcionários. É um mercado muito interessante e nos orgulha poder estampar nossa marca no atual campeão argentino, o time que revelou o Maradona”, diz Pedro Bartelle, diretor de Marketing da Vulcabras|azaleia, detentora da marca esportiva.