Arquivo de 30 de março de 2012

Chico Anysio com a camisa do Villa Nova e frases imortais do Millôr

sexta-feira, 30 de março de 2012

Duas grandes personalidades brasileiras se foram esta semana.

Chico Anyzio e Millôr Fernandes, muito semelhantes na grandiosidade da obra que deixaram.
A homenagem do blog a ambos, através de uma mensagem muito legal enviada pelo jornalista Wagner Augusto, assessor de comunicação do Villa Nova, que lembrou do Chico vestindo a camisa do Leão do Bonfim, na TV.

Inclusive enviou o link do vídeo.
O portal Uol publicou no dia da morte do Millôr, uma seleção de frases geniais dele.
Seguem o texto do Wagner Augusto e as frases do Millôr:

“Ao grande humorista que se foi, deixando o mundo cada vez mais sem graça, divulguem o link abaixo. Nele, o personagem Coalhada veste a gloriosa camisa alvirrubra, tendo como testemunha o goleiro Raul, na época no Flamengo:

http://www.youtube.com/watch?v=tF38_AiEOik
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* Frases do Millôr Fernandes:

Todo homem nasce original e morre plágio.
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Só louco rasga dinheiro? Bobagem. Nem louco rasga dinheiro. Experimente jogar uma nota de cinquenta reais (ou mesmo de um!) num pátio de insanos. A briga vai ser feia.
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Bhundismo da semana: Menina, a caridade é mais importante do que a castidade. Dê para um desempregado.
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Anatomia é uma coisa que os homens também têm, mas que, nas mulheres, fica muito melhor.
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O aumento da canalhice é o resultado da má distribuição de renda.
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Nunca tantos deveram tanto a tão porcos.
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Mordomia é ter tudo que o dinheiro – do contribuinte – pode comprar.
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Chama-se de herói o cara que não teve tempo de fugir.
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Infelicidade: Nascer com talento melódico numa época em que o pessoal só se interessa por percussão.
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A gente tem que experimentar de tudo. Desde que seja de graça e não doa muito.
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Calúnia na internet a gente tem que espalhar logo, porque sempre é mentira.
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Repito, mais uma vez: supremo eu só conheço o de frango.
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O homem é o único animal que ri. E é rindo que ele mostra o animal que é.
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Em agosto, nas noites de frio, a pobreza entra pelos buracos da roupa.
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Idade da razão é quando a gente faz as maiores besteiras sem ficar preocupado.
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O preço da fidelidade é a eterna vigilância.
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Beber é mal. Mas é muito bom.
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Como são admiráveis as pessoas que não conhecemos muito bem.
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Nunca conheci ninguém podre de rico. Mas já vi milhares de pessoas podres de podre.
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Eu sei sempre do que é que estou falando. Tirando isso não sei mais nada.
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O capitalismo não perde por esperar. Em geral ganha 6% ao mês.
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Quem confunde liberdade de pensamento com liberdade é porque nunca pensou em nada.
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Toda lei é boa desde que seja usada legalmente.
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Eu também não sou um homem livre. Mas muito poucos estiveram tão perto.
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A diferença entre a galinha e o político é que o político cacareja e não bota o ovo.
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O desespero eu aguento. O que me apavora é essa esperança.
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Você pode desconfiar de uma admiração, mas não de um ódio. O ódio é sempre sincero.
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Quando o homem sabe que certa mulher já cedeu a alguém, ele não resiste em verificar se a história se repete.
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Trabalho não mata. Mas vagabundagem nem cansa.
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O preço da fidelidade é a eterna vigilância.
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Você está começando a ficar velho quando, depois de passar uma noite fora, tem que passar dois dias dentro.
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O melhor movimento feminino ainda é o dos quadris.
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Goze. Quem sabe essa é a última dose?
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Não devemos resisitir às tentações: elas podem não voltar.
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Metade da vida é estragada pelos pais. A outra metade, pelos filhos.

Relato da ida de um casal ao Mineirão que quase virou tragédia

sexta-feira, 30 de março de 2012

Senhores, recebi este e-mail e repasso porque realmente é importante e todos corremos risco, independentemente da preferência clubística.

Isso acontece muito, Brasil inteiro. O relato é de um atleticano, mas poderia ser cruzeirense, americano ou de qualquer time.
Onde há multidão, a dificuldade para se controlar selvagerias é enorme.
Hoje, recomenda-se não vestir camisa de clube nenhum para evitar confusões, porém, é um absurdo, você não ter liberdade de ir e vir.

Como se sabe o assunto é debatido pelo viés errado no país. Preferem proibir tudo ao invés de medidas preventivas, campanhas educativas, fiscalização e punições severas.
Na íntegra, o e-mail de um cidadão, Waldemir Santos, que só queria ver um jogo de futebol no Mineirão, acompanhado da namorada:

“Chico, leia esta historia – MUITO IMPORTANTE:
Em um classico de Atletico e Cruzeiro em 2007 passei por uma situação que hoje poderia esta morto, eu e minha namorada pegamos carona com um amigo no centro ate o mineirão, mas ele não podia nos deixar perto do estadio porque estava com o irmão no carro doente e acabou nos deixando perto do carrefour, eu estava com a camisa do atletico lembrei que era caminho da torcida do cruzeiro, então tirei a camisa e guardei, andei uns 3 metros encotrei com varios cruzeire, foi quando um integrante da mafia azul me perguntou se eu era atleticano e disse para min seguir sem a camisa, nisso quando andei mais uns 5 metros ele gritou para uma multidão de torcedores que estavão indo em direção ao estadio. Pega que é atleticano, pega. começaram a jogar tudo quanto é coisa, pedra, tijolo, até uma melancia, ai minha namorada entrou na frente e eles pararam de jogar coisas e eu deixei ela para tras e comecei a correr. Todos que estavam ali queriam me pegar, mulheres, homens, meninos, ate os torcedores que estavam nos carros parados por causa do transito engarafado, corri muito e aquele mar azul atras de mim, se não fosse eu abaixar e fingir que estava retirando uma arma da meia e eles se espalharem e graças eu encontrar um guarda de transito em um cruzamento não estaria aqui para escrever esta historia. E tem mais, eles queiram em pegar até depois que o encontrei o policial foi preciso ele colocar a arma em punho, neste momento até o policial ficou com medo, mas foi quando chegou um grupo de policiais em varias viaturas e colocou muitos destes marginais no murro enquanto eu e minha namorada eram escoltados até o estadio. Deixaram nós proximo do mineirão com um policial em uma moto quando chegou um cara e varias mulheres, ele dizendo que era policial civil e as mulheres confirmando e que iriam nos levar até a entrada, mas era mentira queiram nos levar para a torcida do cruzeiro, foi quando apareceu uma viatura da bhtrans e nos levou.

O que mais me indgnou foi muitos pais e maes de familia incentivando os torcedores me pegarem e pegarem a minha namorada.

Quero dizer pra vc que a proibição da bebida nos estadios nao coibe a violencia, porque os marginais não deixarão de ir ao estadio.

Te garanto que a maioria deles não tinham cosumido bebidas e isso sempre acontece nos estadios, se eu fosse representante da CBF ou politico pediria para acabar com as torcida organizadas do país, a pessoa que é do bem não entra nestas torcidas, poquer fazem apologia ao crime. Um dia vc pega uma camera escondida e entra no meio das torcidas organizas, vc vai filmar coisas que so bandidos fazem. Ja vi os proprio torcedos do mesmo time roubando os outros é um absudo.”
obrigado
Abraço,
waldemir