Arquivo de 4 de maio de 2012

Ótima transmissão pelo canal ESPN

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Faço minhas as palavras do Eduardo BH, que comentou no blog:

“Ontem me agradou um fato: a transmissão do jogo pela espn Brasil.

Dois excelentes jornalistas que me fizeram lembrar as antigas transmissões.

Ótimos comentários e uma leitura precisa da partida.

Esqueci o nome deles, mas fica o meus sinceros parabéns. E ainda tem mais: – não tem um ex arbrito lambão cornetando…”

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E emendou o Eduardo Dias:

“E não sei por que Chico, colocaram os dois em uma micro-cabine no independência.

O Leonardo Bertozzi comentarista da ESPN por sinal é daqui de BH.

Gostei muito da transmissão também. Gosto do padrão da ESPN de transmitir eventos esportivos, muito mais dinâmico.”

Tem algo muito errado quando não há gozações

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Paulo (Capitão) enviou um comentário que merece reflexão especial, pois, quando as gozações mútuas entre os maiores rivais param ou diminuem em grande intensidade é porque tem muita coisa errada.

Confira:

* “E uma situação preocupante para o FUTEBOL DE MINAS GERAIS: após o jogo, não ouvi 1 (um) mísero foguete de comemoração da “coirmandade” na região da Pampulha.

Censo de maturidade? Equilíbrio? Civilidade? Nada disto. Tanto do lado alvinegro quanto do lado celeste, as perspectivas são as piores possíveis.

Se tivesse que apostar hoje, diria que a dupla caminhará junta e unida na tabela do Brasileirão de 2012: na degola, na mediocridade ou (aí, surpreendentemente) na “prateleira de cima”. São times igualmente fracos, limitados, mal gerenciados e de péssimo preparo físico.

Se o Tupi tivesse 15% a mais de ousadia, estaria decidindo o título no domingo com o América (que não é brilhante, mas consciente das suas limitações), pois este, pelo menos, preserva os cofres da instituição trazendo – ou mantendo – jogadores razoáveis para competiçoes mediocres como Série B e Mineiro.

Paulo Capitão”

Divisão de responsabilidades na violência no futebol e na sociedade

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Rodrigo Sarmento Antunes, tem uma visão interessante a respeito desse assunto, tratado em minha coluna de quinta-feira no jornal O Tempo:

* “A propósito, do que foi escrito na quinta feira, 3 de maio de 2012, devo dizer o seguinte: concordo, parcialmente, com o ponto de vista do publicitário Chico Malfitanie a respeito da postura de certos jornalistas, no caso, o Galvão Bueno e todo o resto.

Certamente determinados setores de comunicação não têm a postura que deveriam ter diante de um microfone. 

Pior, certas atividades como MMA são consideradas esportes. Como considerar esporte uma atividade que tem por objetivo a ruína do adversário?

De dirigentes, nem se fala.

Entretanto, a observação feita no final: “e depois, a Gaviões é violenta?” é totalmente descabida.

A Gaviões da Fiel é violenta, sim senhor. Assim como muitas outras torcidas organizadas pelo Brasil afora.

Será que uma torcida organizada por adultos não tem nenhuma responsabilidade?

Será que a postura dos tais setores na mídia já citados, eximem de culpa marmanjos de comportamento condenável e suas sandices? 

É suficiente ver torcedores agredidos, feridos, outros mortos pela estupidez de alguns. E que não venham justificar que tal torcida organizada “faz um trabalho social significativo” e vai por aí. 

Nada pode justificar atitudes dignas de trogloditas.   
De outro ponto de vista, lembro-me de alguns comentaristas que culpam apenas o árbitro pela indisciplina neste ou naquele jogo. “Sua Senhoria Fulano de Tal deixou que o clima de instabilidade se propagasse e é o grande responsável …” (como se dizia antigamente).

Ora, será que jogadores adultos também não têm noção do que fazem diante de todos?
Diante disso tudo, lembro-me que estamos numa sociedade seriamente doente, mas  civilidade é obrigação de todos e, infelizmente, há muito o que fazer.

Um abraço,

Rodrigo Sarmento Antunes”

Visão de quem foi torcer nas “arquibancadas” do Independência

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O Rodrigo Araújo nos escreveu falando da sua experiência de conhecer ontem o novo Independência.

O e-mail dele chegou às 1h49 de hoje:

“Eu fui lá e cheguei agora há pouco.

O estádio ficou muito legal.

Um caldeirão.

Mas o campo parece pequeno. Se Éder e Nelinho jogassem hoje, fariam gols do meio de campo.
Pontos negativos para a desorganização da entrada (fila em labirinto) e ausência do tropeiro.

Outro fato negativo foram alguns policiais empunhando armas de grosso calibre no meio da multidão.”

Goiás eliminou o Atlético com requintes de crueldade

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A manchete do Super Notícia de hoje diz: “Apagão no 2º tempo elimina do Atlético”.

Trata-se de uma “meia-verdade”, pois no primeiro tempo o Goiás deixou de fazer pelo menos dois gols, desses difíceis do sujeito errar, aproveitando-se, mais uma vez, de bolas cruzadas na área atleticana e não interceptadas pela zaga, com mais buracos que os bons queijos mineiros.

Quando o jogo estava 1 x 0, André deixou de fazer um gol incrível, tipo os que os Goiás errou.

Mas realmente, à exceção do Danilinho, o time todo correu muito no primeiro tempo; inclusive Richarlyson, péssimo, porém que corre muito.

No segundo tempo o Goiás deixou de fazer uns três, e no fim do jogo, finalmente, conseguiu fazer o que eliminaria o Atlético.

Ou seja: matou o Galo com requintes de crueldade, pois deixou a torcida esperançosa até os 40 minutos; para aí sim, dar o desfecho fatal.

E sem direito a reclamar de arbitragem, que foi muito boa, do gaúcho Márcio Chagas da Silva, que fez uma coisa rara em se tratando de árbitro de futebol: voltou atrás em um erro absurdo, alertado pelo bandeira. Tinha apitado falta perigosa contra o Atlético, e ainda cartão amarelo ao Réver e Mancini, pensando que o zagueiro tivesse colocado a mão na bola ao devolve-la ao goleiro Giovani. Foi com o peito.

Por falar em Réver, ele se empolgou com o bom primeiro tempo que fez, com os gritos da torcida pelo seu nome e resolveu dar recaídas, pensando que é um Beckembauer ou um Luizinho. Na tentativa de sair jogando, driblando adversários, perdeu três bolas que quase resultaram em gols goianos.

Aliás, o time não pode reclamar que a torcida não está “jogando junto”, pois ontem ela tentou fazer isso novamente. Gritou os nomes do André e Réver, imediatamente após erros inacreditáveis deles.

É a velha história: “se grito resolvesse, porco não morria”!

Danilinho foi, disparado, o pior em campo. Displicente, nem aí para o jogo, errando passes, dando a impressão que já entrou em campo cansado.

Richarlyson mostrou, de novo, que não deu certo no Atlético. Foi substituído no intervalo pelo Triguinho, que conseguiu ser pior ainda, e não satisfeito com o péssimo desempenho, ainda contribuiu para o gol que eliminou oi time. Deveria ter sido dispensado ano passado, mas continua no elenco para fazer o que fez ontem.

Quando Cuca mandou Serginho se aquecer, aí pensei: agora é que não vai dar mesmo!

Mas ninguém precisa de bola de cristal para “adivinhar” uma coisa dessas, né!?

Houve também destaques positivos: o lateral Marcos Rocha acertou a maioria dos cruzamentos; Neto Berola foi ótimo enquanto esteve em campo, mas saiu machucado e Leandro Donizete jogou muito bem e mostrou a raça que se espera de qualquer jogador do Atlético.

Esse papo do técnico Cuca, de que o time foi eliminado no jogo de ida, em Goiânia, não cola.

Tem é que arrumar a casa, para a estréia no Campeonato Brasileiro, daqui a 16 dias, contra a Ponte Preta, que ontem venceu o São Paulo, 1 x 0, jogo de ida, também pela Copa do Brasil.