Arquivo de 24 de julho de 2012

Brasileirada em toda parte

terça-feira, 24 de julho de 2012

A chegada em Londres foi realmente muito tranquila e com toda a excelente receptividade relatada pelo Juca Kfouri e transcrita mais cedo no blog.

Sorriso nos rostos o tempo todo, os ingleses estão caprichando.

E hoje um dia particularmente feliz para eles porque fez um “calorão danado” que beirou os 27 graus e o sol deve ficar por alguns dias.

Estão aguardando um milhão de estrangeiros para prestigiar os Jogos e curtir essa cidade excelente.

Muitos brasileiros pelas ruas, metrôs e em toda parte; que moram aqui e que estão chegando apenas para passear.

Renan Ribeiro começa a volta por cima com essa convocação para a seleção

terça-feira, 24 de julho de 2012

Muito boa para o Renan Ribeiro essa convocação para a seleção brasileira que vai disputar as Olimpíadas.

Aproveitando a experiência que vai adquirir também no Atlético, com o Victor, breve estará apto a ser titular novamente, passando confiança ao time e à torcida.

RENANFoto: Vinícius Silva

Fonte: Gustavo Faria – G10 Assessoria Esportiva

“Com o corte do goleiro Rafael Cabral, lesionado, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) comunicou oficialmente o Atlético na manhã desta terça-feira (24/07) que o goleiro Renan Ribeiro irá se juntar à seleção brasileira, que disputará os Jogos Olímpicos de Londres. Renan Ribeiro irá integrar o grupo comandado pelo técnico Mano Menezes em busca do tão sonhado ouro olímpico. Ele será o goleiro suplente, em caso de nova lesão dos convocados Neto ou Gabriel.

“Acordei hoje com o telefone tocando e com a notícia da convocação. Pulei de alegria, pois era um objetivo pessoal participar de uma Olimpíada. Não consigo nem explicar o que estou sentindo. Fiquei triste pela lesão do Rafael, que é um amigo, mas isso faz parte da nossa profissão. Mesmo não jogando no Atlético recentemente, sempre acreditei na convocação, pois já mostrei no Galo e nas próprias seleções de base que tenho qualidade. Agora é correr, pois tenho mil coisas pra resolver e o embarque é daqui a pouco. Agradeço muito a quem me apoiou, a todos no Atlético e peço aos torcedores que torçam pela seleção em Londres”, afirmou Renan Ribeiro, ansioso para se juntar ao grupo na capital inglesa.

O jogador embarca hoje às 18:55h com destino ao Rio de Janeiro. Às 22:30h, ele faz a última escala em Lisboa, seguindo depois para Londres.”

Em Lisboa, tomando conhecimento das coisas de Minas e de Londres

terça-feira, 24 de julho de 2012

Enquanto aguardava o voo de Lisboa para Londres, lia os comentários no blog, e-mail e jornais de Minas e do Brasil.

O conterrâneo Orlando Augusto, de Conceição do Mato Dentro, um dos nomes de prestígio do nosso jornalismo, também músico de alta qualidade, está comunicando que fará novo show lá em Conceição:

“Prezado Chico Maia,
mais uma vez voce vai ficar me devendo. Vou ficar rico se voce continuar a viajar tanto e deixar de ir aos meus shows. Neste final de semana, estaremos mais uma vez no Café com Rosas da nossa amiga Rosinha com um super show de blues. Vamos eu, o baixista Edilson e americano Steven Line, nascido em São Francisco na Califórnia cidade que tanto conhemos pois hospedamos la na Copa do mundo de 1994.
Não sabia que o povo de Conceição gostava tanto deste ritmo criado pelos negros americanos, pois no show de junho a casa ficou lotada nas duas noites em que nos apresentamos e desta vez promete lotar novamente. Na proxima aprentação voce estará presente.
Um excelente trabalho para voce aí em Londres e nos mande grandes matérias como sempre.

Um abraço Orlando Augusto”

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Li também a coluna do Juca Kfouri, na Folha de S. Paulo de ontem.

Ele chegou a Londres anteontem e ficou impressionado com as facilidades na chegada.

O Juca é muito econômico em elogios a organizações e promotores e eventos e se ele está elogiando é porque os ingleses estão caprichando.

Enquanto não constato pessoalmente essa eficiência na chegada, confira o que disse o Juca:

* “Londres amiga”

Londres surpreendeu na chegada, mas Nuzman fez a Havelange o elogio dele esperado

 

FOLGO EM ANUNCIAR que a manhã de ontem na capital inglesa foi ensolarada e calorosa. E que a chegada, no sábado, não poderia ter sido mais amigável e organizada.

Ao sair do corredor que liga o avião ao aeroporto já encontramos uma voluntária com o cartaz “Brasil”. Ela nos esperava na expectativa de que entre atletas, dirigentes e jornalistas fosse orientar quatro patrícios.

Na verdade acabaram sendo 16, uma diferença que não fez a menor diferença e não tirou o sorriso do rosto da nossa guia, que nos levou até os guichês especiais da chamada família olímpica.

Entre sair do avião, carimbar os passaportes e plastificar as credenciais que já tínhamos em mãos não levou mais que cinco minutos, três vezes menos que os 15 para a chegada da bagagem da esteira às nossas mãos.

A saída do aeroporto para o subterrâneo que nos levaria ao trem expresso e franqueado também foi devidamente instruída já por outro voluntário, que nos indicou onde descer e o que fazer para ser levado, de táxi, também de graça, aos respectivos hotéis ou para a Vila Olímpica.

Onde poderia haver um erro, pegar, por exemplo, a saída da esquerda e não da direita na estação, tinha voluntário perguntando o destino de cada um e indicando o caminho. Uma criança de cinco anos não se perderia na chegada à sede e a sensação foi a de que mais um pouco nos poriam no colo.

Para terminar a surpresa de quem esperava ficar duas horas entre passar pela polícia e se credenciar, e não levou mais de 20 minutos para estar no trem, o trânsito estava uma beleza por volta das 15h do sábado inglês, sem chuva e com temperatura de 20° C.

É bem provável que pelo fato de ser meio de tarde de um fim de semana a experiência tenha sido muito particular e não possa ser generalizada. Mas que foi de tirar o chapéu, lá isso foi.

Ou pendurar medalha.

Já Carlos Nuzman não surpreendeu.

Ao classificar Juan Samaranch e João Havelange como os dois maiores cartolas do século 20, nosso imperador Carlos I, e único a dirigir um comitê olímpico nacional e o organizador de uma Olimpíada em seu país, merece o elogio pela lealdade e a constatação de que os joões espanhol e brasileiro são os paradigmas dele, com métodos parecidos aos que causaram os escândalos de Salt Lake City e da ISL.

Resta saber quando pisará em falso, tão inevitável como a mudança do clima em Londres.