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Mais péssimas notícias para quem não gosta do Alexandre Kalil

Já escrevi várias vezes sobre essa volta por cima administrativa que o Atlético está tendo, com a chegada do Alexandre Kalil à presidência.

Até muitos atleticanos costumam perguntar como ele está conseguindo este “milagre”, ou “onde ele está arrumando tanto dinheiro”, e por aí vai.

Quem não gosta dele chuta mil bobagens ao vento, tipo “dá calote”, está aumentando a dívida do Atlético, “sustou cheques”; “arruma dinheiro com o Ricardo Guimarães” e outra idiotices do gênero.

Pois ele põe em prática aquilo que disse quando assumiu o Galo: “no futebol, nos grandes clubes, se você não roubar e não deixar roubar, o dinheiro dá e sobra; porque os clubes têm fontes demais de arrecadação”.

E para isso, a maior virtude do Kalil foi conseguir reunir essa turma, quase anônima, desprovida de vaidades acima do normal.

Competências raras em suas respectivas áreas de atuação, onde o Atlético mais precisava para sair do buraco: tributária, contábil, comercial, gestão…

Advogados, engenheiros e empresários que viabilizam o que o presidente pensa em fazer.

E pouco a pouco vão possibilitando ao Atlético ter novamente um grande time.

Nesta excelente reportagem da Valeska Silva para o Globoesporte.com de hoje, conheça um pouco dessa turma e dos bastidores do Galo. * “Homens fortes do Galo: saiba quem ajuda Kalil mudar a história do clube”

Conheça todos os ‘escudeiros’ e a ‘escudeira’ do presidente atleticano,
que ajudaram o clube alvinegro a triplicar o orçamento nos últimos anos

Por Valeska Silva Belo Horizonte

De clube sem crédito no mercado, com mais de mil cheques pré-datados e sem fundos espalhados por Belo Horizonte, a nova casa da estrela Ronaldinho Gaúcho. Dono de uma dívida de quase R$ 310 milhões, mas com dinheiro para tirar o goleiro Victor do Grêmio. Que milagre financeiro é este que acontece no Atlético-MG? É o que se perguntam pessoas que conhecem a história do clube. Muitas se assustaram com o rápido ressurgimento atleticano.

GRAVATAS

Gropen, Lásaro, Sette Câmara, Adriana Branco, Fadel, Luiz César Vilamarim e João Avellar

À frente, o presidente Alexandre Kalil.

É dele a palavra final, a assinatura em cheques, o trabalho de colocar a cara a tapa, como definem os fiéis escudeiros do dirigente. Os escudeiros são um grupo de torcedores que trabalha nos bastidores. Remunerados ou não, estão praticamente todos os dias junto ao presidente, deliberando em prol do Atlético-MG.

Alguns são mais conhecidos, como o vice-presidente Daniel Nepomuceno, a diretora-executiva Adriana Branco e o diretor de futebol Eduardo Maluf. Além deles, trabalham para o Atlético-MG outros seis abnegados, cujo único objetivo é recolocar o clube na prateleira de cima do futebol nacional, na disputa de títulos e competições de expressão. O GLOBOESPORTE.COM reuniu os homens-fortes da retaguarda atleticana para uma conversa reveladora, para que pudessem explicar como ocorreu o ‘pulo do gato’ que recolocou o Atlético-MG na vitrine, depois de anos como motivo de críticas, de menosprezo. Tudo começou no fim de 2008. Eleito presidente, Alexandre Kalil montou um grupo com pessoas que já circularam pelos bastidores do clube em outras gestões, casos de Adriana Branco, do assessor Sérgio Sette Câmara, que já foi vice-presidente, e do também assessor Luis César Vilamarim, engenheiro e primo de Kalil, que participou da reformulação da Cidade do Galo, que, na década de 1990, tinha apenas um campo e um acanhado vestiário e, em 2010, foi eleito o melhor do país

Convidou também o advogado e professor de direito tributário Rodolfo Gropen, um torcedor apaixonado pelo Galo e que, na época da eleição de 2008, formulou um projeto tributário e ofereceu aos dois candidatos que disputavam o posto. Kalil venceu e, pouco mais de dois meses depois, chamou Gropen para assumir a função de diretor de gestão do clube.

E Gropen convidou outros atleticanos para trabalhar com ele. Todos “remunerados pela paixão”, como ele mesmo definiu: os também advogados Lásaro Cândido, hoje diretor jurídico, e João Avellar, atual assessor jurídico. Pouco tempo depois, o grupo ganhou mais um integrante: Carlos Fabel, administrador de empresas e contabilista, com 33 anos de experiência no mercado financeiro, que trabalhou em seis bancos antes de aceitar o convite de ajudar o clube para o qual torce. Ele, Adriana Branco e Eduardo Maluf são os únicos integrantes remunerados deste “staff vip”, que participa das decisões mais importantes do clube nestes últimos quatro anos, principalmente nas contratações. E que se comprometeram ao presidente nunca revelar os assuntos discutidos na sala da presidência.

– Um dos segredos da administração do Kalil é que nunca vazou nada, destacou Rodolfo Gropen, que acompanhou o presidente na viagem a Porto Alegre, onde fecharam o negócio com Ronaldinho Gaúcho. Nem para os filhos atleticanos ele contou.

– As pessoas na academia me perguntam, já rindo: “E, aí, Sérgio? Quem vem?” Elas sabem que eu não falo nada. O segredo não é a alma do negócio? Pois é assim que aqui acontece agora, define Sérgio Sette Câmara, que tem história no Atlético-MG.

Entre idas e vindas, participa da vida do clube desde 1999. Pode falar, “de carteirinha”, de erros cometidos no passado, em outras gestões. Sem citar nomes, lembra de histórias que fizeram o nome do clube ficar “queimado” no mercado.

– A forma amadora com que o Atlético-MG era conduzido não é novidade. Na minha época, como vice-presidente, fizemos um levantamento patrimonial e descobrimos imóveis que ninguém sabia que existiam. E o que mudou? Falo com toda sinceridade: o Alexandre assumiu e se cercou de pessoas dedicadas. Trouxe o Maluf, que é um cara extremamente competente para cuidar de futebol. E trouxe o Rodolfo, um sustentáculo muito grande na escolha das outras pessoas. Aí veio o Lásaro, o Luis César, que sempre foi um cara muito presente, pau para toda obra, destacou Sette Câmara.

As histórias contadas por estas pessoas podem virar um manual de autoajuda para clubes endividados e com o “filme queimado” no mercado, como foi o Atlético-MG por muitos anos. Um clube que chegou a ficar cerca de dois meses sem presidente, na época da renúncia de Ziza Valadares. Que já atrasou salários por três meses seguidos e fazia contratos únicos para jogadores, o que significava que a multa rescisória dos atacantes Marques e Guilherme era a mesma que de atletas de menor expressão. Que triplicou o orçamento nos últimos anos, de R$ 60 milhões, em 2008, para R$ 180 milhões, que é o montante previsto para 2013.

De uma coisa, no entanto, todos fazem questão. Mesmo cientes que herdaram um clube com muitos problemas, o “staff vip” atleticano não aponta culpados, não destaca erros em administrações anteriores. Por ordem expressa do presidente, o trabalho é olhar para frente.

– O grande desafio foi esse: criar um muro, deixar para trás o que passou e estabelecer um novo conceito empresarial, explica o diretor financeiro Carlos Fabel.

– E não teve milagre. O Atlético-MG estava chegando ao fim. O Alexandre deu um murro na mesa, de basta, se cercou de gente que resolveu se doar para ajudar o Atlético-MG. Não existia isso no retrospecto do clube. Saímos do caos e hoje temos controle, destaca o diretor jurídico Lásaro Cândido.

– O Atlético-MG tem sido mal administrado há 20 anos, com alguns intervalos de suspiro. Se você plantar esse trabalho para os próximos 20 anos, o problema estará resolvido. Você tem que ter um grupo que pensa igual. É assim hoje. Por isso está funcionando, avalia o assessor jurídico João Avellar.

O começo de tudo

O ano era 2009. O primeiro da gestão Alexandre Kalil. Na época, estava em pauta a renovação do contrato master de patrocínio da camisa. O clube recebeu R$ 3 milhões em 2008, e o presidente pediu R$ 9 milhões para o ano seguinte. A empresa, fabricante de automóveis, que estampava o nome, não aceitou aumentar. Kalil não aceitou receber menos, queria valorizar o nome do clube. E o Galo jogou a temporada inteira sem patrocinador. Deu certo. Em 2010, com a chegada de novos parceiros, foi para os R$ 9 milhões que o presidente queria.

Está aí a explicação para o “surgimento” do dinheiro do Atlético-MG: valorização da marca. Os contratos foram melhorados, como também o dinheiro repassado pelo Clube dos 13. Mas não foi fácil ficar uma temporada sem patrocínio. As consequências perduraram por dois anos.

– Tivemos dois anos que sofremos demais, lembra Gropen.

– As receitas caíram, o pay-per-view também. Ficamos sem estádio em Belo Horizonte e tivemos de fazer jogos na Arena do Jacaré a R$ 5, R$ 3, R$ 2. Hoje, você põe ingresso a R$ 300 e vende, destaca Sérgio Sette Câmara.

– Mostramos a todos essa nova postura. Queira ou não, o Atlético-MG já teve três meses de salários vencidos, poderia perder passe de jogadores. Houve um choque de gestão: enxuga tudo, zera tudo, vamos correr contra o tempo. O dinheiro que tinha era para colocar a folha em dia, lembra Luis César Vilamarim.

– No ano que ficamos sem patrocínio, vieram várias empresas, mas para pagar valores baixos ou por determinados jogos. O Kalil não aceitou, lembra Fabel.

– Porque se você aceita isso, posteriormente, não consegue fazer um bom contrato. Se você está com anúncio de uma bala na camisa pagando R$ 5 mil, no ano seguinte, não consegue convencer uma empresa a pagar R$ 50 mil, complementa Vilamarim.

– Essa história de valorizar a marca foi muito importante. Em 2008, a receita do Atlético-MG era de R$ 57 milhões. Neste ano, vamos fechar com aproximadamente R$ 75 milhões, contabiliza Fabel.

TRIO

BMG

Assim como quase 30 times do futebol brasileiro, o Atlético-MG carrega a marca do BMG estampada no uniforme. A ligação com o banco é antiga, já que Ricardo Guimarães, presidente da instituição, já foi o principal mandatário alvinegro. Torcedor atleticano, colocou dinheiro do próprio bolso no clube. Os valores não são revelados.

– A primeira grande demanda que o Alexandre me passou foi organizar essa dívida com o Ricardo Guimarães. É uma dívida com ele, e não com o banco. O BMG faz no Atlético-MG o que faz em todos os clubes que patrocina: tem alguns investimentos. O conselho fez uma auditoria e apurou o valor que o clube deve ao Ricardo, que emprestava como pessoa jurídica. Hoje, temos um contrato em que o Galo paga uma mensalidade ao Ricardo para quitar essa dívida, informa Gropen.

Dívidas

Os números são assustadores. O clube já teve a taça de campeão brasileiro de 1971 e a sede administrativa penhoradas como garantia de pagamento de dívidas. Pagou mais de R$ 80 milhões, mas ainda falta muito. Muito mesmo. O valor exato não é revelado, mas o diretor financeiro do clube, Carlos Fabel, confirma que a dívida ultrapassa os R$ 310 milhões.

São aproximadamente R$ 60 milhões de dívidas bancárias, mais R$ 145 milhões herdados da Timemania (loteria criada em 2007 cujo objetivo é arrecadar dinheiro na forma de apostas em partidas de futebol para liquidar a dívida dos times brasileiros), mais R$ 6 milhões do Refis (que um é programa de recuperação fiscal para parcelamento de débitos fiscais). Além disso, o clube ainda deve R$ 94 milhões ao ex-presidente Ricardo Guimarães e R$ 5 milhões de passivo trabalhista.

Dívidas que têm sido equacionadas em parcelas mensais: R$ 800 mil vão para Timemania, Refis e Ricardo Guimarães. São feitos depósitos mensais no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de R$ 700 mil para o passivo trabalhista. E a dívida bancária, de acordo com Fabel, ‘é equacionada com recebíveis futuros’.

– Temos um débito bancário de, aproximadamente, R$ 60 milhões, todo calçado com recebível. Não existe dívida não-liquidável, não existe bola de neve. Toda dívida que é administrável, desde que se recupere o crédito. E foi o que fizemos.

– Teve muita conversa, muita presença do presidente, colocando a cara, chamando credores, um por um: “Vem cá, estou te devendo”. Tinha um mar de cheques pré-datados, mais de mil espalhados pela cidade. E sem fundos! Kalil recolheu, sustou todos e chamou os credores para negociar as dívidas, conta Vilamarim.

– Eram fornecedores de gêneros alimentícios, ações cíveis que o clube fez acordo e não pagou. Usamos as receitas de televisão para pagar, destaca Fabel.

Mais de R$ 80 milhões de dívidas do passado já foram pagos. O grupo de retaguarda garante que está tudo organizado, sendo renegociado. Impossível determinar um prazo para que não haja mais credores. E calcula-se que, até o fim de 2013, o clube encerre o passivo trabalhista.

– Quando cheguei, tinha R$ 27 milhões, além de outras ações que estavam rodando no TRT e que não estavam definidas. Esse montante virou R$ 45 milhões, de ações que estavam para ser julgadas de gestões anteriores. E destes R$ 45 milhões, já pagamos R$ 40 milhões.

Por mais incrível que possa parecer, apesar do valor astronômico que ultrapassa os R$ 310 milhões, a situação do Atlético-MG é definida como tranquila pelos homens-fortes de Alexandre Kalil.

– Nenhum clube tem um shopping que vale R$ 1 bilhão e que, daqui a 14 anos, será do Atlético-MG. O importante é saber que o Atlético-MG dá lucro. A diferença entre a receita e a despesa é positiva. Está projetado um lucro de R$ 50 milhões para o ano que vem, contabiliza Fabel.

TRIO2

Pulo do gato

A mudança interna é chamada pelos homens-fortes do Atlético-MG de “choque de gestão”. E ocorreu de 2008 para 2009. O trabalho no início da gestão Kalil foi pesado. O orçamento do clube era praticamente a metade do Cruzeiro, o principal rival. Carlos Fabel, contratado para administrar a parte financeira do Atlético-MG, se assustou quando assumiu a função.

– Quando cheguei, achei que ficaria três meses. Fiquei três meses, três anos! Me assustei, porque vim do mercado financeiro, onde as coisas são bem estruturadas. E o Atlético-MG tinha dívida, falta de crédito. Quando cheguei, eram 180 protestos no Serasa, 254 ações executivas no Fórum. Encontramos conta de Correio e Copasa atrasada, acordo com o Ministério do Trabalho rompido. O Atlético-MG não tinha crédito para comprar gênero alimentício. A primeira coisa que fizemos foi para de atrasar, lembra Fabel.

– Tínhamos um problema sério: o clube fazia acordo na Justiça do Trabalho e não pagava, conta Sérgio Sette Câmara.

Cerca de 200 funcionários foram mandados embora.

– Existia muito cargo. Não adianta você mandar embora um cara que ganha um salário mínimo. Você enxugou área que tinha diretorias, cargos, gente que era diretor internacional, e o cara ficava viajando pelo mundo sem gerar resultado, lembra Luis César Vilamarim.

– A máquina trabalhava com déficit muito grande. O Kalil fez esse enxugamento para diminuir esse déficit mensal que tinha, explica Fabel.

Os clubes campestres, Labareda e Vila Olímpica, eram deficitários e estavam sucateados. Fabel lembra que chegaram a dar R$ 100 mil de prejuízo. Foram modernizados e hoje contam com seis mil sócios. Passaram a dar receita e geram R$ 7 milhões por ano. Superávit que é investido nos dois clubes.

Todos são unânimes em afirmar que o trabalho, árduo e dispendioso, é gratificante, mas que falta algo para premiar tanta dedicação: um título. Foi como definiu o diretor financeiro, Carlos Fabel.

– Não adianta estar tudo organizado aqui dentro, pagar todo mundo em dia, sem títulos. Nos últimos anos, o Atlético-MG tem recuperado muita torcida. Isso não tem preço. Mas precisa de um título. Até como um prêmio para a gente que trabalhou, que se dedicou tanto. Só nós sabemos como nos dedicamos.

– Têm aqueles que reclamam do vento, aqueles que esperam o vento passar e os que ajustam as velas de acordo com a mudança do vento, para aproveitá-lo. O grupo que o Alexandre formou não reclama e nem espera o vento mudar de curso. É um grupo que ajusta as velas a cada vento para caminhar, define João Avellar.

– Consigo imaginar o Atlético-MG igual ao Barcelona. Não consigo pensar diferente. Enquanto isso não acontecer, não vou estar satisfeito. E isso é trabalho para mais de dez anos, calcula João Avellar.

Serviço nos bastidores sendo feito, agora é a vez dos jogadores em campo.

* http://globoesporte.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2012/12/homens-fortes-do-galo-saiba-quem-mudou-historia-do-atletico-mg.html?utm_medium=twitter&utm_source=13galonews


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Comentários:
84
  • Ronaldo Ribeiro disse:

    Se é verdade, se é mentira? não sei, não estou lá dentro para saber, mas como ATLETICANO, hoje nossa situação é 10 mil vezes melhor que nos ultimos 10 anos.

    Isto não tem discussão.

  • Vitor Diniz disse:

    A necessidade de o c…ro contratar Quenianos comprova a incompetência de sua equipe de atletismo, que, depois de anos de investimento, se manteve obscura e sem expressão.

  • Vitor Diniz disse:

    Sr. Alysson. O fato de o Atlético levar 68 meses para pagar a dívida e o c…ro 13, não deixa de ser um indicativo do que acontece em MG, pois, há alguns anos, o Galo tinha uma dívida tida como impagável e era considerado um clube falido, enquanto seu time era tido como clube rico e sem dívidas. Daqui há um ano, o resultado da casa em ordem no Galo reduzirá esses meses em mais de 12 e o desespero que o Gilvan vem mostrando elevará os meses seus.

  • Vitor Diniz disse:

    Essa matéria gerou muita inveja, muito melindre e muito recalque no pessoal que acha que o Atlético só pode ter notícias ruins.

  • Antônio CATÃO Jr. disse:

    Continuando…
    Felício Brandi (“diz a lenda” que até árbitros da FMF na sua folha de pagamento ele tinha), Carmine Furletti, César Masci, Eurico Miranda, Berlusconi…

    Feito meu avô falava: “gente séria e honesta não se mete a ser cartola no Futebol”

  • Antônio CATÃO Jr. disse:

    Alisson, falou bonito agora!
    Temos várias evidências e “coincidências” mas a dificuldade vai em obtenção de provas das desonestidades.
    Algumas “coincidências”: O Minhoca (Afonso Paulino) estava com sua clínica quase quebrando, quando virou Presidente do Galo e “reergueu” sua clínica;
    Paulo Cury a mesma coisa;
    Elias Kalil semelhante com sua empreiteira;
    Os Perrela (que não são Perrela) tinham apenas uma casa no Bairro Nacional em Contagem e hoje até fazenda de 60 Milhões de Reais o filho tem…
    Abraços!

  • luciano gonçalves disse:

    Andrey, se todos os times brasileiros venderem seus patrimônios para quitar suas dívidas o atletico é aquele que sobraria mais dinheiro, quem disse isso não fui eu e sim uma pesquisa realizada ano passado, vamos supor que eu devo 90 mil mais tenho um patrimônio de 500 mil, você deve apenas 30 mil mas tem um patrimônio de 350 mil, quem tem mais dinheiro meu caro?

  • Alisson Sol disse:

    Antônio Catão Jr.: eu não tenho dados da gestões de Felício Brandi e Carmine Furletti. Em verdade, havia muito pouca transparência no futebol até os anos 90. Isto não apenas no Brasil, mas a nível mundial.

    Mesmo a atual “transparência”, é meramente para Inglês ver. O Presidente do Atlético-MG não entrou e fez auditoria na contas das administrações passadas? Mas ela não era presidente do conselho administrativo que tinha que aprovar tais contas? Muitas destas contas não tinham vindo já da outra passagem dele mesmo pelo clube, quando fez coisas como reduzir salários, o que depois gerou muitos processos trabalhistas, conforme documentado na briga pública entre Ziza e Kalil? (link)

    E a mesma coisa ocorre no Cruzeiro. Alguns se enganavam com a “saúde financeira” demonstrada na época da “família Perrella”. Mas aí entra uma nova administração e, cadê o dinheiro? A coisa mais fácil do mundo é administrar fazendo dívidas para a “próxima administração”. Quase tão fácil quanto isto é enriquecer no meio do futebol, onde há diversos contratos de gaveta que jamais são divulgados. O ex-presidente do Cruzeiro mesmo era mestre disto, e de repente aparecia dinheiro de parceiros, do Uruguai, etc. Mas comprovar a desonestidade é preciso ter provas. Não adianta vir aqui e ficar chamando o ex-presidente de “anão de jardim” sem ter os dados reais do que entrou no clube e o que “deveria entrar”. Até porque, as contas dele também eram aprovadas por um “conselhor administrativo”!

  • Marcos 2012 disse:

    Força Galo.
    É bom um clube estar bem financeiramente, mas é necessário que os troféus venham. Hora do Galo deixar de ser a ‘Holanda brasileira’ !

  • Richard disse:

    Para falar sobre o anãozinho de jardim e o Kalil não precisa de muita coisa não.
    O Kalil é O CARA que resgatou a grandiosidade do querido Galão. Quanto aos títulos, tão questionados pelas agasalhadoras de croquete, virão por si.
    Já o porcaria do anão está no lugar que merece: um suplente mequetrefe no senado, fedorento como a corja que o cerca. Megalomaníaco, vivendo do passado, sempre que pode tenta tirar uma casquinha no Kalil mostrando seu lado podre e mentiroso. No senado, está protegido pelo corporativismo reles para só prestar contas se quizer. Enquanto isso seu timinho vai num lento declínio até as profundas do inferno, onde espero demore muito tempo para sair.

  • Marcelo disse:

    Andrey, nao concordo com sua visao.

    O indicador de endividamento esta longe de ser um indicador de saúde financeira.
    Pelo contrario, aprende-se que a divida bem administrada é saudável, pois é dinheiro barato, possibilitando aumento de lucro.

    Abs
    MarceloN

  • Newton disse:

    Chora mariada! Galo voltou ao topo, tecnicamente e financeiramente.

  • Antônio CATÃO Jr. disse:

    Grande Alisson Sol! Como estão as coisas por aí?
    Poderia fazer uma avaliação das gestões de Felício Brandi e Carmine Furletti?
    Abçs e Feliz 2013! (13 é Galo!)

  • BESSAS13: Votos recíprocos, meu caro, e extensivos à todos, especialmente aos alvinegros mineiros!

  • Thomaz disse:

    Quanto ao suposto patrocínio da CEF ao Atlético. Sou atleticano, mas também sou cidadão, logo, ainda que seja um boato, discordo de qualquer dinheiro público, seja oriundo de atividade lucrativa ou não, empregado no futebol profissional, atividade esportiva privada que deveria assumir sua gastança. E que não me venham com o papo de que a CEF age no mercado como banco privado. Ela não nasceu como banco privado e tem privilégios de um banco público, bem como um papel social a desempenhar junto à sociedade.

  • Ricardo Lemos disse:

    Prezado Luciano Nogueira, acho que lhe falta um pouco de informação.

    A CEF não é uma empresa privada. E nem é exatamente um banco comercial. Procure informações com economistas que realmente conhecem a Constituição e a Legislação deste setor que perceberá isto.

    E eu não disse que somente BANCOS privados poderiam fazer ações de marketing. Disse que a CEF deveria cumprir seu papel de investir no social. Dizer que a CEF patrocinou clubes de futebol para investir no esporte é tão errado quanto dizer que o BB pagou show de dupla sertaneja em evento político para investir em cultura.

    Informe-se melhor sobre o assunto antes de fazer críticas.

  • Andrey M Lage disse:

    Alisson Sol

    So Faltou uma coisa no seu comentario , o levantamento feito pela consultoria BDO RCS .

    Esse levantamento mostrou quanto tempo um clube levaria para quitar as dívidas se gastasse tudo o que ganha no pagamento delas.

    Enquanto o Cruzeiro levaria 13 meses!

    O Nosso Rival muito bem administrado levaria 68 Meses !

    http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI260240-17933,00-DESCUBRA+QUAIS+SAO+OS+TIMES+DE+FUTEBOL+MAIS+ENDIVIDADOS.html

    Infelizmente Alisson Sol , uma das caracteristica dos nosso Rivais, e achar que o Mundo gira em volta deles!

    Se eles não tem titulos, então titulo não e importante, e o resto do Mundo esta errado !

    Se o Cruzeiro acerta com a marca Olimpikus e o patrocinio Guaramix esta virando time pequeno ! Mas eles acertarem com a Lupo e uma grande jogada de Marketing !

    Corinthians, Internacional, Gremio, Palmeiras e Atletico Pr estão reformando ou construindo estadios com a capacidade acima de 40 Mil , a maioria acima de 50 mil !

    Mas aqui em minas o grande negocio e jogar em um estadio com a capacidade para 22 mil lugares, como o Atletico Mg esta Jogando e Vai jogar !

    O Cruzeiro Jogar no mineirão que vai ter a capacidade igual a da maioria dos estadio novos do Brasil, e errado e nada vantajoso !

    A administração Kalil tem que ser aplaudida e aclamada, pq valorizou a Marca Atletico Mg!

    Pouco importa se isso foi um fenomeno que aconteceu com “TODOS” os clubes Brasileiros !

    http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1198104-receita-mostra-que-clubes-brasileiros-crescem-em-ritmo-chines.shtml

    Somente a administração Kalil merece os meritos !

  • Varela disse:

    Preocupante nisso aí e que merece atenção da direção do galo e da torcida é essa dívida bancária de 60 milhões que, salvo engano, vem do difícil ano de 2011, quando não tínhamos estádio. O custo normalmente é alto, oscila, e segundo disse, está garantida pelas receitas futuras do clube, comprometendo seu fluxo de caixa. É onde a corda pode voltar a apertar o pescoço do clube.

    De qualquer forma, o galo está longe de ser um mar de prosperidade, melhorou, mas ainda tem que trabalhar muito.

  • Andrey M Lage disse:

    ivan junior

    Não confudas as Coisas!

    A Uma diferença absurda no que fez o Atletico mg em 2008 e o que o Cruzeiro esta fazendo esse ano !

    O Cruzeiro tem uma equipe de Atletismo, investe no esporte , esta contratando dois atletas para correr por ele em uma corrida !

    Não esta pagando eles para simplesmente mostrarem uma bandeira no podium !

  • Emilio Figueiredo disse:

    que balela

  • Kalil e sua equipe de trabalho possuem visão do futuro… “somente” isso!

    – Parabéns, Kalil e equipe, que estão conseguindo recolocar o Galo em seu devido e temido lugar.

    – E que a concorrência continue a comer as unhas, mas muito cuidado com o esmalte.. Dá-lhe, Gaalllllôoooo….

  • bessas13 disse:

    As margens do Rio Hudson o “troll” se contorce, se remói, e não olha pro próprio umbigo!! Hááá, ZZP saiu e deixou um passivo maravilhoso na Enseada das Garças.

    A realidade de hoje dói e é dura pra alguns cruzeirenses, só lhes restam a ira provocada pela inveja e o ódio, de que a ordem das coisas nas Allterosas foram restabelecidas.

    Feliz 2000 e galo aos amigos do Blog.(Chico Maia,Marcão de Varginha, Dudu Galomaio,Stefano Venuto,Ralls.)

  • Alisson Sol disse:

    Não adianta Andrey. Tem gente lendo que, pelos últimos balanços divulgados, o endividamento do Cruzeiro cresceu 7% em 2011, enquanto o endividamento do Atlético-MG cresceu 15%, e dizendo: “O Atlético-MG venceu mais uma vez!“. Se lê que o endividamento do Cruzeiro em 31/12/2011 era R$120milhões, e o do Atlético-MG era R$368milhões, já começa a saltar “2 x 0“. Lê que a dívida por torcedor do Cruzeiro era de R$18,31, e a dívida por torcedor do Atlético-MG chegava a R$80,42, e pronto: “É goleada!“.

    Se, com muita paciência, você consegue explicar que estes são todos índices negativos, vem a resposta: Meu time não é banco! O que importa são títulos do Placar Real!“. A maior proeza do Mágico de Oz não é conseguir fazer uma administração futebolística ou financeira. O time não ganha nada, e as finanças pioram. Mas os munchkins comemoram mesmo assim. Isto é realmente uma proeza!

  • Luciano Nogueira disse:

    Apenas para esclarecer um colega. A CAIXA é um banco privado para quase todos os efeitos. Nem mesmo a legislação permite que haja um banco totalmente público, para não ferir a concorrência.
    O patrocínio não é doação, é investimento como qualquer outra empresa o faz, após pesquisa de mercado. E se somente os bancos privados puderem fazer ações de marketing, vamos fechar os bancos públicos de uma vez.

  • Clayton - Só Boleiro do Nova Vista/BH disse:

    Como alguns devem ter percebido, nesse tópico eu preferi não comentar nada… rsrs

  • Meirelles disse:

    Só sei de uma coisa, o Galo nunca mudou de nome pra ocultar crises e maus resultados… Não ajudou a “quebrar” a Hicks Muse. Não queima etapas e nem forja recordes pra favorecer rankings(?), como se o time só existisse de tal época para cá.

  • ivan junior disse:

    Aos “revoltados” com a situação de franco crescimento e reestruturação do Galo, apenas um aviso: preocupem-se com as suas panelas que a estas horas já devem estar derretidas de tanto fogo! Quanto ao Galo isto é apenas o recomeço da fase de ouro iniciada por Elias Kalil e interrompida por aproveitadores e amadores que vieram depois dele. Com esta equipe é certo dizer que o Kalil já deve ter planejado sua sucessão. Quanto aos títulos eles virão naturalmente para desespero dos arrogantes, pedantes, energumenos, imb*cis e idi*tas azuis (daqui e dos que moram no exterior).

    EM TEMPO: Sentar no rabo para meter a lingua nos outros é muito bom não é? Anos atrás deitaram falação com o patrocinio do Galo a um atleta queniano vencedor da São Silvestre. E agora, o que as marias azuis purpurinas vão falar sobre os “atletas mariposas” vindo da Africa? Uma desvalorização dos profissionais que lá existem; alías típico deste clubeco infame e sem historia!

  • Aurélio Mendes disse:

    Cruzeirense em notícia do Galo é sempre profeta. Sabe de tudo e antes de todos. Kalil deveria investigar melhor porque alguém anda liberando informações pra elas, só pode. Sabem tudo!!!

  • Dudu GALOMAIO BH disse:

    corrigindo acima: o certo é “emitir opiniões” ao invés de omitir…

  • Dudu GALOMAIO BH disse:

    CORRIGINDO O ERRO DE DIGITAÇÃO ACIMA: “não vou ficar Emitindo opiniões estando do lado de fora”…

  • Ricardo Lemos disse:

    Difícil conversar com leigos.

    O primeiro passo para um administrador de uma empresa quebrada (que tenha sido vendida, incorporada ou apenas passada para outro administrador) é renegociar dívidas. Quase ao mesmo tempo é feito o início do corte de custos, que, normalmente, representa demissões em massa.

    Isto foi feito no Atlético, que realmente esteve quebrado. Dívidas foram negociadas, pessoas foram demitidas, trabalhou-se contra o desperdício, etc.

    Não se pode dizer que o Atlético hoje não tem problemas e é o primo rico. O processo é contínuo e de médio a longo prazo.

    Com os novos contratos, as receitas aumentando significativamente, dívidas diminuindo na mesma proporção, a tendência é de que se chegue neste patamar.

    A realidade atual é de que o clube se organizou, fortaleceu sua marca, se fortaleceu. Isto ninguém tira desta administração. Esta é a história que fica. Sem forçar a barra.

  • Dudu GALOMAIO BH disse:

    A mesma e velha história de sempre: atleticanos gostam das notícias, que a um primeiro momento são positivas e os fãs do Neymar se corroem, passam mal, são atacados pela gastrite nervosa e impulsionam as vendas de Omeprazol e Pantoprazol nas farmácias.
    Eu, como administrador de empresas, NÃO VOU ME METER A BESTA e ficar omitindo opiniões estando de fora, sem o devido conhecimento dos fatos.

    Mas, aos que acusam de “falsas” e “ludibriantes” as declarações dos dirigentes alvinegros, cabe-lhes o ônus das provas.

    Mas de uma coisa estou certo, me divirto com os ataques coléricos da turminha que não consegue enxergar coisas positivas nos adversários.

    OS ETERNOS COMÉDIAS! KKKKKKK

  • Ednei disse:

    Merecem realmente elogios a política do Kalil. Ele tem a visão de que o futebol é que é importante. O Ziza tinha a visão de que deveriamos encolher pra depois crescer. O Kalil não, tem a visão de que deve se ter um time forte que os benefícios virão. O que se observa, mesmo sem estas informações, é que o galo está pagando em dia e recolhendo as obrigações trabalhista. No mais, auditorias anteriores já apontavam a necessidade de corte de despesas. Espero que o Kalil converta seu esforço em títulos.

  • Thomaz disse:

    Espelho, espelho, existiu ou existirá em Minas um presidente de clube mais exaltado pela imprensa, mais elogiado, do que Zezé Perella?

  • Ricardo Lemos disse:

    Patrocínio da Caixa eu continuo achando errado. Dinheiro público tem que ser investido na sociedade, principalmente vindo de um “banco” que tem a missão de investir no social, não visando lucros.

    O erro não passa a ser acerto caso venham a patrocinar o Galo também. Prefiro este dinheiro investido em educação e esporte para todas as crianças do Brasil.

    Deixem os patrocínios de clubes para as empresas da iniciativa privada, que precisam de ações de marketing.

  • J.B.CRUZ disse:

    resumindo: galoteiro…………..

  • Andrey M Lage disse:

    clauber

    O meus post não foi nem para mostrar os numeros , e sim o fato de que nem tudo é ou foi uma maravilha na Gestão Kalil !

    Querem passar a impressão de quem Critica o Kalil, critica por criticar, sem argumentos ou motivos!

    Numero frios ou não, eles estão ai para todo mundo ver! Esses numeros deveriam ter sido divulgados, comentados e debatidos pela midia mineira !

    E não foram !

    Não eh inveja ou dor de cotovelo do Cruzeirense, e Indignação mesmo!

    Qualquer suposto acerto do Kalil e exaltado nas alturas, enquantos os erros são jogados para debaixo do Tapete !

    Enquanto no Cruzeiro a midia faz o contrario, os erros são muito mais exaltados do que os Acertos !

  • Luciano Nogueira disse:

    Agora vem a notícia de que a CAIXA estaria disposta a pagar vinte milhões anuais pelo patrocínio do Galo.
    Pena que o Perrella já fechou com o BMG por mais dois anos…

  • Ricardo Lemos disse:

    Enquanto uns clubes fazem contratos milagrosos, como o caso do rentável Mineirão, que vai gerar, segundo o pseudo doutor, lucro líquido de quase 20 milhões de reais em 2013, outros continuam sem crédito no mercado e ficam sustando milhares de cheques e chantageando credores para fazerem marketing pessoal.

    Inclusive esta parte da chantagem ficou parecendo uma denúncia de métodos semelhantes aos usados na época da ditadura. Acusação grave esta que merece até apuração mais criteriosa.

    Clube que está encolhendo em Minas, reduzindo receitas e se destacando somente nas competições de volei e atletismo não é o Galo.

  • audisio disse:

    “Devo não nego, pago quando puder…”
    Resposta simples! Não vejo sacanagem nenhuma com credores.
    Os recebíveis virão no começo à conta gotas, (melhor do que nada) e depois as gotas vão aumentando de tamanho! É lógico, mais do que óbvio que é melhor receber o montante combinado, mas no mundo real isso muitas vezes não acontece. Para isso existem os acordos, rolamentos de dívida adendos e outras operações. Na realidade, viver é perigoso e no mundo capitalista o fator risco sempre existiu ainda mais no futebol. O importante é que a curva do Galo está em viés de alta e de retomada em todos os setores.
    Operacional, Administrativo, Institucional. Isso não se pode negar.
    No sentido macro econômico e estrutural é visível o fortalecimento. As quatro linhas são simplesmente um gadget, isto é, um mostrador no painel que demonstra de uma maneira gráfica o resultado de todo esse esforço.
    Para os que gostam de informática, o Galo está numa espécie procedimento recursivo que lança os seus resultados a cada execução cada vez mais para cima!

  • clauber disse:

    A melhor análise fria de balanço até agora aqui apresentada foi do sr. Andrey M Lage os números são realmente frios. Vamos ao cenário do ano de 2011: Jogos do Galos em Sete Lagoas, péssima campanha que fez clube abaixar o valor do ingresso. A combinação menos cliente e menor valor do produto (ingresso) = menor receita. O aumento do endividamento foi proporcional ao aumento das despesas e isso chama se administração, vale lembrar que o balanço de 2012 a coisa vai ser bem diferente e eu acredito em lucro não somente operacional (antes de descontar os juros e outras despesas não relacionadas ao futebol.) mas também um lucro geral e isso já será uma vitória para a administração.

    Quanto aos comentários do Alisson Sol me divirto com todos e o sentimento que ele esta neste momento foi muito bem resumida pelo mauricio souza e acrescento que o frio também está prejudicando o mesmo. kkkk

  • Raws disse:

    Já que ninguêm consegue achar nada que desabone a imagem de presidente honesto, Kalil virou agora ex presidente do conselho desonesto. Aí não menino!

  • Andrey M Lage disse:

    ENQUANTO ISSO ….

    NA ANALISE DO BALANÇO DE 2011

    “Foi o 2º menor crescimento entre os principais clubes do Brasil;”

    “As despesas cresceram 21%, percentual superior ao das receitas, resultando em aumento do prejuízo operacional, que passou de R$ 0,3 milhão em 2010 para R$ 11,4 milhões em 2011;”

    “O prejuízo líquido do exercício subiu 81% no ano, passando de R$ 20 milhões em 2010 para R$ 36 milhões em 2011”

    “O Endividamento subiu 15%, atingindo R$ 368 milhões, comparado aos R$ 319 milhões de 2010”

    “A relação entre o Endividamento e a Receita Bruta, subiu de 3,4 vezes em 2010 para 3,7 vezes em 2011, retornando ao patamar de 2009.”

    http://cleubercarlos.blogspot.com.br/2012/05/balanco-do-atletico-mg-2011.html

  • Adalton disse:

    Precisa , de agora em diante ,é saber montar grandes times, com mescla de 70% de jovens e 30% de jogadores experientes, senão tudo isso não será lembrado no futuro.

  • mauricio souza disse:

    O Alisson Sol está “P” da vida:
    O Chelsa, perdeu pro curintia;
    O Palmeira caiu;
    O cru-cru está numa draga danada;
    Por isso que ele está descontando no Kalil. rsrsrs.
    Um abraço a todos e feliz ano novo.

  • Jacqueline Costa disse:

    Excelente matéria. Mostrou para os céticos e incrédulos que não existe milagre, dinheiro sujo e outros mimimi. Só para lembrar, com todo respeito, já tivemos administradores como Mazinho, Beto bom de bola, jacaré e por aí vai. Amadorismo total. Basta ver o currículo desses que estão dirigindo o Galo hoje para saber a enorme diferença de uma gestão profissional. O Clube Atlético Mineiro foi praticamente devastado por administrações amadoras, que só não fecharam o Clube porque este é grande e forte demais. Quero ver os “clubes da fartura” passar por todo esse caos e permanecer de pé. O Galo ressurgiu das cinzas, o presente nos anima e o futuro é promissor! Parabéns a todos que tem feito esse belo trabalho;foi a mão de Deus que os colocou lá e não permitiu que o pior acontecesse. Que Deus os abençoe !

  • Johnny disse:

    A verdade é que a gestão do Kalil, na parte de futebol, ainda está devendo. Foram 4 anos de pouquíssimos bons resultados, poucos títulos e muitas contratações furadas.

    Que a situação administrativa e financeira melhorou, parece nao haver duvidas, apesar do endividamento gigantesco. Mas de nada adianta isso, se os resultados no futebol forem piores que da gestão Paulo Cury.

  • Ricardo Lemos disse:

    Tem uns babacas aí que ficam de fora do Brasil enchendo o saco, falando de coisas que não lhes dizem respeito.

    Digo babaca porque é metido a “sabe tudo” e vai querer dar pitaco nas coisas que não conhece e do time que não torce. Ou seja, fala só para tumultuar mesmo.

    Dê pitaco nas contratações “bem feitas” do seu time. Valorize as suas grandes recentes conquistas, como os títulos do volei. E torça para mais um título semana que vem com os quenianos “cruzeirenses” correndo em São Paulo (quando foi o Galo que fez este marketing, foi criticado. Quero ver as opiniões agora)

  • Marcus Vinicius bragaglia de Montenegro disse:

    ” É, Chico: o galo precisa contratar urgente é um matemático. Vejamos: R$ 800 mil vão para Timemania, Refis e Ricardo Guimarães. Como a dívida com o trio perfazem 245 milhões, sem juros e correções levariam 25 anos para quitar todo este montante. Me engana que eu gosto…”

    Aprovitando o post acima, pergunto? Será que não tem juros e correção monetária nesses emprréstimos?
    Sei não…….

  • Anderson Palestra disse:

    Não se tira o mérito do Kalil de limpar o cabide de empregos que era a sede de Lourdes ( O Gilvan precisa fazer isso na sede da Rua Timbiras; eu iria mais longe, alugava aquele prédio lá por uma boa grana), mas acreditar que o Atlético fez milagres é outra história.
    O Alisson Sol está certo quando fala dos credores que não aceitaram receber. Aquele que aceitou R$ 500,00 ao invés de R$ 1.000,00 queria se ver livre do Atlético, mas aquele que continuou com a demanda judicial terá os valores recebidos com correção e juros. Além disso, o time de Vespasiano terá que arcar com honorários sucumbenciais.

    Outra coisa que se pode dizer a respeito é que (como disse o Kalil) se o futebol está dando certo, o resto irá bem. Concordo em partes. O Atlético, mesmo na gestão atual fez algumas besteiras ou os atleticanos esqueceram que pagam os salários de Dorival e Luxemburgo?

    Gastaram com o Diego Souza e tiveram que vender mais barato do que haviam adquirido (menos mal), entre outras contratações que não deram certo, ou seja, nem tudo foi gasto corretamente e somente agora, 2012, o Atlético MG conseguiu ter renda melhor.

    Bem sabemos que uma dívida não some de um dia para o outro e o Atlético MG está entre os 4 maiores devedores segundo publicações da mídia, mas quando há uma reportagem no teor da veiculada acima, torcedores acreditam que o time de Vespasiano descobriu o crescimento exponencial e os patrocinadores passam a crer que o Atlético está zerado de dívidas e equilibrado. Momentaneamente pode ocorrer isso, mas como já dito, uma hora haverá penhora de bens.

    O Cruzeiro por outro lado, após o bandido ter largado o osso, vendido jogadores. limpado o cofre até maio, data que começou o brasileiro e o time recebeu a cota de TV, e ter deixado compromissos que culminaram com salários atrasados, vai tentando se restabelecer. Para o ano de 2013 teremos a cota de TV do rural e brasileiro, o mineirão e um time bem adiantado na sua formação. Claro que faltam jogadores para algumas posições e jogadores para compor o elenco.
    Pode até ser que não venha título e não falo do RURAL, mas faremos melhor que esse ano e brigaremos forte em 2014.

  • mauricio souza disse:

    Chico, já critiquei o Kalil muitas vezes, até já chamei ele de CM (câncer malígno), mas uma coisa que eu sempre critiquei, foi dele levar para o Galo um punhado de ex-simpatizantes azuis.
    Uma coisa que me chamou a atenção foi na fala do zeze perrela, onde ele disse: “se eu estivesse no cruzeiro o Ronaldinho viria para o time dele”.
    De duas uma, ou tem um espião no Galo que passa as coisas que acontece lá pra ele, ou ele lê os pessamentos do Kalil.

  • wilson dos reis santos disse:

    e aí . chico , gostei da reportagem dpglorioso. e também da mostra da sua viagem no trem . uma pena que não temos ,mais esse transporte no restante do nosso estado . somente esse de minas e o outro na estrada de ferro carajás.um abraço e um 2013 cheio de benções e muito galoo na veia.
    – gov.valadares

  • Klang disse:

    Alisson Sol, larga o Galo e vá se preocupar com o seu time de atletismo que a era Ziza chegou por lá avassaladora. Como esse mundo dá voltas: http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/cruzeiro/2012/12/26/noticia_cruzeiro,237951/atletismo-cruzeiro-contrata-quenianos-para-brigar-pelo-titulo-da-sao-silvestre.shtml

  • Meirelles disse:

    Hum, tem gente aí com dor de cotovelo!!!! Esse não gosta nem da própria sombra, é mal humor o tempo inteiro. Êta que quá…

  • Carlos Arnaud de Carvalho disse:

    É, Chico: o galo precisa contratar urgente é um matemático. Vejamos: R$ 800 mil vão para Timemania, Refis e Ricardo Guimarães. Como a dívida com o trio perfazem 245 milhões, sem juros e correções levariam 25 anos para quitar todo este montante. Me engana que eu gosto…

  • Martens disse:

    Tem Neymarzet ai falando da divida do GALO , para o patrimonio que tem R$310 milhoes e nada, falam que a BMG ta pagando jogador, o time das marias, quando ganhou alguma coisa alem de mamar na cbflu e puxar saco da globinho todos jogadores eram de parceiros. Kalil ja e maior que qualquer jogador que jogou no GALO !!

  • Alisson Sol disse:

    Stefanie de Souza: O melhor é receber o que foi combinado. Afinal, as contas das administrações que adquiriram as dívidas foram aprovadas pelo conselho, que tinha como presidente (por vários anos!) o atual “grande administrador”.

    Eu não estou contestando uma atitude ou outra da presidência do Atlético-MG. O que estou contestando é a “lavagem da História” que estão tentando fazer. Imagine se na sua empresa você vê uma mesa sendo entregue, com a aquisição de uma dívida de mil reais. Depois de alguns meses, você muda a administração, elege novo presidente, e chama o credor e diz que vai pagar apenas R$500,00. Credor algum vai aceitar… a não ser que você o ameace, dizendo que pode entrar na “Justiça” e esperar, esperar, esperar. Pois afinal, se o clube já conseguiu e consegue permanecer aberto até mesmo devendo ao governo, qual dívida privada vai fechá-lo?
    É por isto que em parte da entrevista o administrador Carlos Fabel, se não me engano, afirma “Impossível determinar um prazo para que não haja mais credores.“. Isto é porque os credores que não aceitaram a autêntica agiotagem de receber metade do combinado vão ficar na “justiça” brasileira por um bom tempo.

    Parabéns a todos os administradores do Atlético-MG pelo que fizeram de certo reparcelando dívidas e honrando o reparcelamento. Mas aplaudir quem que aprovou contas de administrações passadas e meses depois chantageia credor para receber menos do que o acordado é aplaudir a desonestidade. Provavelmente, depois disto, vai para a política…

  • Alisson Sol disse:
    26 de dezembro de 2012 às 15:40
    Na calada da noite, os amigos do “sustador de cheques” tentam reescrever a História. Só que era preciso combinar com todo mundo. Não pode deixar os diretores escaparem a verdade:

    – Tínhamos um problema sério: o clube fazia acordo na Justiça do Trabalho e não pagava, conta Sérgio Sette Câmara.

    – Tinha um mar de cheques pré-datados, mais de mil espalhados pela cidade. E sem fundos! Kalil recolheu, sustou todos e chamou os credores para negociar as dívidas, conta Vilamarim.

    Para reescrever a História, é preciso combinar com todo mundo. É preciso apagar dos registros que o sustador de cheques era presidente do conselho administrativo que aprovava as contas do clube que adquiriam tais dívidas. Era preciso pagar a dívida comprometida, e não obrigar os credores a aceitar um percentual do valor acordado pelo bem/serviço recebido. Vão ter de apagar muitas memórias para reescrever a história do clube administrador de mentiras.

    em Resposta

    O que e pior,um meio prejuiso ou um prejuiso inteiro…e Administrar o inadimistravel,Foi uma medida drastica,e se a noticia estiver correta acertada.

  • Márcio Luiz disse:

    “Quem não gosta dele chuta mil bobagens ao vento, tipo “dá calote” “…

    Huumm, sei não, mas acho que esse trecho do post do Chico foi direto na canela de um certo “Mister Link”.

  • Gustavo disse:

    Parabéns a este grupo maravilhoso e ao Kallil que teve competência para reuni-los em pró do Clube do Atlético, que vinha sofrendo anos a fio com tanta falta de competência e safadeza, acabando com o patrimônio alvinegro.

  • Rodrigo Galodoido disse:

    Esta equipe, sem dúvida, representa as melhores contratações do Kalil. Parabéns. Só desejo que, depois que terminar eu mandato e eleger o sucessor, Kalil não se afaste do futebol e da torcida do Galo. Kalil tem os direitos federativos, econômicos e políticos presos ao Galo. É patrimônio nosso. É o presente que o pai dele nos deu. Cereja do bolo é um título de expressão e não um jogador, mesmo que seja o Tardelli. Eu acredito. 2013 na verdade é 2000 e Galo. Bica Bicudo!!!

  • Marcus Vinicius disse:

    Chico,

    Talvez seja esta a melhor reportagem que li no globoesporte.com! É de emocionar qualquer atleticano sensato. Tenho o Kalil como um craque fora dos gramados. Gosto muito do jeito Kalil de ser e me divirto muito com as tiradas que só ele tem! Se o título vier este ano então, será endeusado!

    Mesmo aqueles que não gostam do folclórico turco, há de reconhecer a competência administrativa deste homem e o verdadeiro amor de um dirigente ao seu clube. Muitas alegrias e risadas virão para a torcida do galo. Kalil já é um marco do futebol brasileiro…

  • André Corrêa disse:

    Boa matéria! Se 50% desse texto realmente for verdade, o clube daqui a dez anos será uma das três grandes potências do país, quiçá do continente. Mas vai precisar de força política.

    Eu sou pró-Kalil desde 1997. Chegou a hora de colher alguma coisa depois de tomar tanta porrada por defendê-lo.

  • THIAGO disse:

    Muita Churumela pro meu gosto, bastam contar meia duzia de historinhas que a massinha acredita. A divida de 310 milhoes fora a divida com o BMG (que não é do Ricardo Guimaraes somente pois tem outros acionistas) inclusive o parte do salario do Ronaldinho que é pago pelo BMG. Patrocinio de 9 milhoes e não de 12 como foi dvulgado pela imprensa galista sendo o flamengo falido fez um de 40 milhoes. Resumi ndo, menos minha gente bem menos. Vamo abaixar a crista e ver as coisas acontecerem na prática.

  • Eduardo BH disse:

    Parece que o emanuel carneiro faz parte do grupo que nao gosta do kalil. Com muita ironia, disse que o mandatario atleticano é a baratinha que tem dinheiro na caixinha para justificar as especulaçoes de contrataçoes. Ele sugere que o r49 faz lagoa santa tremer e por aí vai. Se vier para o Galo, wagner love com o r49 vai repetir aqui a fase dele no rio.Será que é por causa da preferencia do kalil para anunciar as novidades no twiter? Um tom muito ironico para fazer o noticiario atleticano. Quem ouve o programa dele , fica com mais duvida ainda. nao dá para buscar informação quando o emanuel comanda o noticiario do Galo.

  • Rodrigo Marques disse:

    Acho que realmente estao fazendo um bom trabalho, entetanto, acho, tambem, que deveriam pensar em construir um estádio para o GALO.

  • Marcelo Lima disse:

    Todos os dias me pergunto porque sou tão atleticano e não encontrava respostas, agora sei pq sou apaixonado pelo galo, e sei tb que esses caras e tb nosso presidente são tão doentes com eu!!! Obrigado por tudo vcs são homens de verdade diferente de muitos que por aí já passaram…,,o futuro ao galo pertence Valeuuuu!!!!!

  • Alisson Sol disse:

    Na calada da noite, os amigos do “sustador de cheques” tentam reescrever a História. Só que era preciso combinar com todo mundo. Não pode deixar os diretores escaparem a verdade:

    Tínhamos um problema sério: o clube fazia acordo na Justiça do Trabalho e não pagava, conta Sérgio Sette Câmara.

    Tinha um mar de cheques pré-datados, mais de mil espalhados pela cidade. E sem fundos! Kalil recolheu, sustou todos e chamou os credores para negociar as dívidas, conta Vilamarim.

    Para reescrever a História, é preciso combinar com todo mundo. É preciso apagar dos registros que o sustador de cheques era presidente do conselho administrativo que aprovava as contas do clube que adquiriam tais dívidas. Era preciso pagar a dívida comprometida, e não obrigar os credores a aceitar um percentual do valor acordado pelo bem/serviço recebido. Vão ter de apagar muitas memórias para reescrever a história do clube administrador de mentiras.

  • juscelino daldegan disse:

    chico

    Pessoas assim deveriam estar na politica … Mas sorte de nós atleticanos estão no Galo,parabéns a eles …..

  • marcelo disse:

    Chico, mudando um pouco o assunto. Até agora nao entendi esse contrato do Cruzeiro com o mineirao.
    Cada hora sai uma coisa na imprensa.
    De duas uma, ou nem o próprio Cruzeiro entendeu o contrato que assinou, ou estão inventando coisas.

    abs
    Marcelo

  • Wallison disse:

    O Kalil deveria ser o presidente do clube dos 13. Parabéns aos que querem bem ao Atlético Mineiro.

  • Marlos disse:

    Que matéria do site globo.com, isto é para mostrar as outras equipes, que nosso time está bem equacionado, e que não tem nada disso de lavagem de dinheiro ou algo assim!!!! Que o ano de 2013 seja promissor para o Galo mais lindo do mundo!!! Enquanto do outro lado da lagoa, a situação deles começa a piorar!!!

    Parabéns Kalil e equipe por mostrar a transparência desta diretoria que promete muito mais!!!!

  • Carlos Brito disse:

    Kalil, venda os direitos de televisão para os Bispos da IURD, levando a metade dos clubes junto com O Galo, deixando para a Globo os clubes dela, ou seja, os do Rio/São Paulo para disputarem sob as “regras claras” dela e ver o circo pegar fogo.

    @cabrito2606

  • Ricardo Lemos disse:

    A Globo deu aquela tradicional escorrega quando assinou a matéria como “Homens fortes do Galo: saiba quem ajuda Kalil mudar a história do clube” e incluiu entre estes “homens fortes”, a Adriana Braco. kkkkkk Fora isto foi uma boa reportagem.

    No mais, não existe milagre mesmo, só trabalho. Entre as grandes bobagens está a incapacidade de entender que o “endividamento” faz parte da vida de qualquer milionário ou bilionário.

    Aliás, acho que nem chega a ser tanta bobagem assim porque realmente é difícil explicar para leigos como que os mais ricos na verdade são os mais “endividados”.

    O Galo hoje é um clube que parou de gerar despesas desnecessárias e que é capaz de honrar com todos os seus compromissos. O trabalho sério trouxe de volta um ativo fundamental no mundo dos negócios e dificílimo de ser conquistado: CREDIBILIDADE.

    Parabéns a toda esta equipe que comanda e continuará comandando o Galo por muitos e muitos anos!

  • Adolfo Soares disse:

    digo inexperiente

  • Carlos Brito disse:

    Prezado Chico Maia,

    Bom dia!

    Ainda não li, na íntegra, a reportagem da Valeska Silva.
    Mas, a MASSA pergunta: Quem cuidará de blindar o Galo dos “herros umanos” que tanto nos derrotaram no passado, no presente (2012) e, certamente, continuará a nos trazer derrotas dentro de campo, quem?
    Flagelo este que culmina, é claro, com prejuízos administrativos e pior, os prejuízos dos lucros cessantes, quando tiram do nosso CAM, oportunidades de disputar torneios internacionais.

    Na História atleticana, a MASSA aponta nossos inimigos, que tem a Globo/CBF/CBD/TJD/Ricardo Teixeira/Wright/Aragão e tantos outros iguais a estes que sabem, uma vez rodeado de atleticanos, não têm forças para nos vencer.

    A MASSA atleticana é atacada com lanças e sangra, toda vez que sai uma nota sobre futebol, pois, além de mudar nomes dos campeonatos já conquistados pelos CAM, mudam, também, critérios para ranqueamento dos clubes, tentando apagar nossas vitórias.
    Nós Somos do Clube Atlético Mineiro e eles nos contabilizam como deles?

    Meu amigo Kalil, -sim, amigo de cada atleticano que pulsa neste mundo preto e branco- conte com cada vida atleticana pra fazer do do Galo, maior que o Barcelona, estaremos armados, ao seu lado para Lutar, Lutar pelos mundo para vencer, moço.

    A maior vingança, é brilhar, Kalil!

    @cabrito2606

  • Adolfo Soares disse:

    Belissima equipe de trabalho! com certeza o galo vai colher bons frutos dessa turma de primeira linha da adiministraçao Kalil !

    Apenas temos que estar atentos pois o que esse pessoal esta demorando 3 anos para montar ´pode vir um inesperiente ( sucessor do kalil ) e co,ocar tudo a perder.

  • Paulo Henrique disse:

    Pelo que andam publicando os jornais, não demorará muito para anunciarem Robinho no Galo e Montillo no Santos.

  • Paulo Henrique disse:

    Já critiquei muito o Kalil por diversas contratações equivocadas, mas não há como negar que o saldo de sua gestão é bastante positivo!

    Se conseguir títulos de expressão, tem tudo para se tornar o maior presidente da história do clube.

    Sucesso, Kalil e assessores!

  • marcelo disse:

    Excelente o trabalho deles…
    Graças a Deus o Ricardo Guimaraes nasceu atleticano, senão já era.

  • Junior Gam disse:

    O Atletico-MG ta no caminho certo.

  • Reinaldo disse:

    Parabéns pela bela reportagem, espero muito mais para 2013.

  • clauber disse:

    Agora é esperar os olhos gordos começarem a comentar para eu rir um pouco. Parabéns a diretoria do CAM e ja pensando num possível sucessor do Kalil pode se pensar no Gropen, está vivendo o ambiente do futebol e esta amadurecendo para continuar o ótimo legado do nosso presidente.

  • Bruno disse:

    Deus, abençõe esses caras!