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Goleiro Bruno enfrenta as consequências dos atos cometidos e Boa Esporte continua perdendo apoios

BRUNO

Em entrevista ao Eduardo Costa, na Itatiaia, durante o Carnaval, disse o goleiro Bruno que “você não pode culpar o destino pelas consequências das suas escolhas”. Verdade mais que verdadeira e ele está enfrentando uma barra pesada na tentativa de retomar a vida. Patrocinadores do Boa Esporte estão debandando, pressionados por manifestações como esta, enviada ao blog pelo engenheiro Raul Otávio Pereira:

“A liberdade concedida ao goleiro assassino Bruno é motivo de revolta, estranhamento e repúdio. Sua posterior contratação pelo Boa é, no mínimo, um acinte. Um tapa na cara das pessoas honestas e de bem. Um desrespeito às mulheres e à memória da vítima.

Varginha mancha sua história com essa aberração. Aliás, ela pode entrar junto para os anais junto com o episódio do ET. Os dois casos são “de outro mundo”. Sei que existem defensores – com aquele discursinho hipócrita de que “ele já pagou sua pena”, “todos merecem uma segunda chance”, etc e tal. Cada um fala o que quer.

O que não dá também prá engolir é o tratamento de superstar que está sendo dado a esse criminoso. Só no site mg.superesportes nesse momento que estou escrevendo existem 3 (três !) – (três!)- fotos desse sujeito. Não dá prá engolir e aceitar.

E o pior é ver essas três fotos com o meliante exibindo aquele sorriso cínico. “Me tira os tubos””.

Raul Otávio da Silva Pereira

O SuperFC publicou na tarde de hoje:Após Nutrends Nutrition –  do ramo de suplementos nutricionais – interromper o patrocínio ao Boa Esporte, de Varginha, no Sul de Minas, foi a vez do Cardiocenter da cidade solicitar ao time que retire sua logo do site oficial do clube…”

 

Mais cedo, o Grupo Góis & Silva já tinha tirado o pé do acelerador com esta publicação:

PATROCINADORBOA

Um dos principais parceiros do Boa


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Comentários:
33
  • Paulo Ramiz Lasmar disse:

    Prezado Chico Maia,
    Com relação ao caso Bruno , tenho estranhado a reação raivosa e passional. Do público em geral , como também das instituições. Está na lei processual penal que réu preso possue o direito de ter o seu recurso julgado com preferência e rapidez. A Constituição prevê em seu art. 5o, que ninguém poderá ser considerado culpado enquanto a sentença que o condenou não for definitiva. Pois bem , no caso do Bruno a sentença que o condenou ainda não é definitiva pois há no Tribunal de Justiça de Minas Gerais recurso de apelação ainda não julgado, há quatro anos mofando nos vestutos armários da Justica. Bruno já estava preso a cerca de 7 anos,…o que é um verdadeiro absurdo eis a sua culpa ainda não está formada . Agora , livre, não significa que ele tenha sido absolvido, ele apenas consquistou o direito de aguardar o julgamento do seu recurso em liberdade, somente isso , nada mais do que isso. Corretíssima a decisão do Supremo Tribunal Federal. A função principal da pena não é a punição mas , isto sim, a recuperação do preso para que ele possa ser reinserido na sociedade. No Brasil não existe a pena de prisão perpétua, nem de morte . Enquanto a decisão que condenou o goleiro Bruno não for definitiva , ele possui o direito de exercer a sua profissão em qualquer lugar . Por isso, eu parabenizo a Diretoria do Boa Esporte pela coragem e dignidade do seu ato em acolher no seu plantel um cidadão em favor de quem militar ainda a presunção de inocência. Li nos jornais que a senhora mãe da Elisa Samudio teria passado mal com a notícia da liberação do atleta. Eu compreendo e respeito a sua dor, mas a lei tem que ser cumprida, trata-se no caso de uma garantia legal em prol de todos os Brasileiros. É o caso de se perguntar :?e se fosse com você , seu irmão , seu pai ou sua mãe , de que lado você estaria Z temos que deixar a hipocrisia de lado e permitir que o Bruno prossiga a sua carreira em paz .
    Paulo Ramiz Lasmar

  • Igor Mendes disse:

    Manchete do Super Esportes: Caicedo é convocado para a seleção do Equador e desfalca Cru Cru. Até onde vai o Puxa Saco, o cara nem é titular.

  • ita disse:

    Mais um caso q mostra como o crime compensa, né não?

    Vejo gente pedindo pra considerar a família do assassino, mas nem o próprio considera a existência de família da vítima, basta ouvir com atenção o seu discurso de soltura, quando diz “não vai trazer ela de volta”.

    O dilema é o seguinte: Como reintegrar um criminoso quando a sociedade sente que ele não pagou pelo que fez?

    Nossa justiça é um mar de absurdos e incoerências, formada por uma casta elitista e corporativista, mas questionar uma profunda reforma do judiciário ninguém nem cogita. Esse pais é surreal.

    • Carlos Almeida disse:

      Não o defendendo, mas o fato é que as leis brasileiras são frouxas e as punições brandas.

      Tbm considero que o tempo de detenção é insuficiente perante a um crime hediondo.

      Mas foi equívoca sua interpretação sobre a fala do goleiro.

      Ele apenas disse que o seu arrependimento não ameniza e tampouco repara o crime.

      Como o sr. gostaria que ele pagasse pelo crime?
      Lei de talião?
      Pelo visto não de acordo com o código penal.

      Existe a “casta elitista e corporativista” no judiciário, como nos demais poderes constituídos.

      Mas o Bruno faz parte de alguma delas?

      Qual foi o benefício que ele teve além do bom comportamento, ser réu primário, ter uma profissão e não oferecer risco pra sociedade?

      Ela pagará de outra forma e pelo resto da vida.
      Jamais terá paz e tranquilidade pra jogar e frequentar lugares públicos.
      Até seus descendentes arcarão por esse crime.

      • ita disse:

        Não analisei a fala de forma errada não, meu caro, apenas diferente de você. Em nenhum momento ele considera q a família dela mereça sentir q justiça foi feita.

        E pq eu questiono a pena sofrida é pq eu quero a lei de talião? Assim funciona sua lógica?

        Sobre pagar pelo resto da vida, considere q sociopatas não possuem empatia para isso e ele é um em potencial.

        Não descrevi o judiciário para dizer q o Bruno faz parte dela, acho isso até meio óbvio, apenas pra explicitar o pq ninguém ousa pedir uma reforma na instituição.

        • Carlos Almeida disse:

          Aonde foi que ele disse que a família não mereça justiça?
          Qdo afirmou que seu arrependimento não a traria de volta?

          Acha msm, por uma simples questão de lógica, que ele não se arrepende?

          Eu apenas te pergunto como deveria ser sua punição e reintegração à sociedade então,
          já que “ele não pagou pelo que fez”.

          Não saberia dizer se ele é realmente um sociopata.
          Mto menos que ele não possui qualquer tipo de empatia.
          Não sou psiquiatra e não tenho conhecimento do seus laudos.

          O que eu queria entender é a relação da dita “casta elitista do judiciário” com o caso Bruno, já que ele jamais seria beneficiado por ela.

          Não seria reforma do código penal, competência dos legisladores?

          • ita disse:

            Não entendeu? Larga pra lá…

          • Carlos Almeida disse:

            Mais uma vez: o que tem a ver a tal necessidade da reforma do judiciário com o caso Bruno cidadão?

            Qual é a contextualidade?

            Qual a relação causa e efeito?

          • ita disse:

            Não é necessária apenas reformular o código penal , eu disse reforma do judiciário.

          • Carlos Almeida disse:

            Pra mudar a justiça nesse caso, só com uma reformulação do código penal, que passa pelo legislativo e não necessariamente afetaria o tal “elitismo do judiciário”.

            Sobre o que o Bruno disse ou deixou de dizer, parece não fazer diferença qdo analisado de forma parcial e com juízo de valor definitivo.

          • ita disse:

            Justamente, ele não falou nada, nem considerou a família.

            Sobre judiciário, é uma casta q ninguém questiona, quando o fazem, o ~corporativismo elitista ~ fala bem alto, a única vez q lembro isso ser necessário, foi em abril de 2003, lembro a indignação da imprensa por considerarem o fato.

            Comentei no caso Bruno, pq é justamente o q deveríamos estar questionando: a “justiça” fez justiça? Se não, o q deveria mudar?

  • Pablo de Oliveira disse:

    O Chico mas quem vem dando tratamento de Super Star ao Bruno é a própria imprensa na qual você faz parte.
    Todo pecado com arrependimento sincero é perdoado por Deus, mas as consequências do pecado fica e o Bruno vai sofrer por causa disso.
    E perante a lei dos homens ele está em liberdade condicional e pode trabalhar como qualquer cidadão, o problema é a imprensa que fica dando ibope, porquê não deixa ele em paz para ser julgado pela justiça Brasileira e por Deus.
    Ele errou e vai pagar pelas consequências do pecado dele, mas não cabe a nós julgar…

  • Renato César disse:

    As redes sociais às vezes nos munem de “informações”. Pessoal indignado aí com o Boa contratando o Bruno, será que também ficou indignado com as contratações de Edmundo, Anselmo Ramon e outros que também mataram e, depois, continuaram no futebol?

    Como disse o @fred_kong, “Modelo padrão brasileiro de indignação seletiva”.

    Obs: não defendo assassino. Só achando que estão se revoltando com a fonte errada.

  • Cesar de Freitas disse:

    Eu acho que todos esses manifestos e críticas que estão sendo feitos devem se dirigir a quem colocou o Bruno fora da prisão e a legislação brasileira. Isso acontece todo dia, bandidos sendo soltos. Agora o cara está solto bom que ele tenha uma profissão e a pratique e não cometa mais crimes, estando solto que bom que ele volte a jogar e espero que tenha aprendido a lição, apesar de ter cometido um crime hediondo, sem perdão. Vamos direcionar todas as críticas e manifestos para o Supremo Tribunal para que voltem atrás e prendam ele para que ele cumpra sua pena em regime fechado, agora ficando solto deixem ele exercer sua profissão em paz. E vamos nos preocupar com vários que andam soltando e voltam a cometer crimes, e são muitos, e poucos são divulgados pela mídia. Estou particularmente revoltado também, mas com quem o soltou e com nossa legislação, e como disse alguns em comentários abaixo, se fosse com alguém da minha família estaria mais revoltado ainda.

    • Raws disse:

      Quem dera eu poder me gabar por ser um exemplo de bondade e doutrinador da ética, sou no máximo um bom aprendiz com o currículo recheado de reprovações, quando cito em suposição termos um ente amado em tal situação, não tenho a menor dúvida que eu estaria aliviado por vê- lo próximo a mim novamente. Temos a bênção de termos recebido uma educação familiar a contento e um alicerce para enfrentarmos a selva da vida, Bruno, não teve. Se a inconsistência da família teve parcela creditada na conta de uma sociedade egoísta e cruel não sei, mas sei que essa mesma sociedade mostra agora sua forma de “contribuir”.

  • Paulo Cesar disse:

    Sem entrar no mérito de ressocialização ou não de detento: futebol é, antes de tudo (inclusive da alcunha “esporte”), um negócio.

    Este movimento de perda de patrocinadores era tão previsível quanto a possibilidade de chuvas no fim do ano. Empresas anunciam no esporte tendo como objetivo um retorno, institucional, de vendas, de divulgação de produtos. Têm, portanto, o direito de não concordar com a decisão soberana do clube.

    Lance Armstrong, Anderson Nunes, aquele nadador americano das mentiras nas Olimpíadas… Todos pagaram suas penas. Todos perderam patrocínio. O Boa realmente acreditava que esta polêmica não afetaria seus parceiros? E agora? A conta techa somente com patrocínio da Prefeitura? E no futuro pós-Bruno? Conseguirão reverter este desgaste no curto prazo? Tem polêmica boa. Mas também tem polêmica previsivelmente estúpida.

  • Renato César disse:

    Também concordo com os que justificam a contratação argumentando a ressocialização.

    Criticado neste caso não deve ser o Bruno ou o Boa Esporte. Criticado deve ser o sistema judiciário brasileiro. O habeas corpus dele foi possível porque o recurso da primeira instância ainda não foi apreciado. Outro participante deste crime, o Macarrão, já foi condenado em segunda instância e, por isto, não pode ter o mesmo benefício.

    A justiça brasileira erra muito. Mas, neste caso, o Bruno tem o direito sim de trabalhar. E o Boa Esporte está cumprindo seu papel social ao dar a oportunidade a ele.

    • Raws disse:

      Eu entendo a indignação de todos com o pouco cumprimento da pena, acho que isso é quase uma unanimidade, agora, os contrários ao direito dele de exercer sua profissão e consequente ressocialização me demonstram sentimento de vingança e segunda condenação.

  • Gabriel Júnior disse:

    O Brasileiro bem que poderia fazer com políticos e outros delituosos reincidentes, o que fazem com o Bruno. Talvez, se Bruno fosse reincidente, estuprasse, traficasse, mandasse matar e queimar ônibus de dentro dos presídios a sociedade o aceitaria melhor. E o que dizer de políticos com repetidos delitos comprovados e estão soltos? Pau que dá em Francisco, dá em Chico!

    • thiago disse:

      E na atual situação vai que esses juízes mantém indenizar o Bruno…pq no Brasil dinheiro de trouxa é matula de malandro.

    • Alisson Sol disse:

      Escreveu o que eu estava pensando…

      Reiterando o que já escrevi antes: se uma de minhas filhas tivesse se envolvido com Bruno, minha maior decepção não teria sido sua morte, mas as escolhas que fez em vida. Agora, o sujeito foi condenado, cumpriu a pena, teve bom comportamento, etc. Querem agora o que? Que a sociedade continue pagando a comida dele, quando ele pode ganhar seu pão sozinho?

      Enquanto isto, fica provado que no Brasil o que compensa mesmo é o crime do colarinho branco. Afinal, Bruno só foi condenado porque confessou. Antes disto, todas as provas contra ele eram circunstanciais (link). Digo mais: se o Bruno tivesse o advogado que vários destes políticos tem, jamais teria pisado na cadeia. Aí, confessa, e ao invés de receber a “delação premiada”, é impedido de voltar à sociedade.

      Em breve, vão culpar o Bruno pela inflação e o assassinato da Daniella Perez. Já que hipocrisia está na moda, melhor aproveitar a onda…

  • Raws disse:

    Eu não vou continuar debatendo sobre esse tema mesmo porque já deixei bem claro porque sou a favor da atual situação do condenado e hoje provisoriamente libertado. Só duas coisas me encomodam nas opiniões contrárias, transferir a hipocrisia e não respeitar a opinião minha e de muitos. Quem disse a você que é contra a ressocialização do ex detendo, que você está certo? Eu que sou à favor não sou o dono da verdade e por isso me dêem argumentos convincentes baseados nas nossas leis, e em milhares de criminosos soltos e perigosos que possuem o mesmo benefício. Respeitar a opinião alheia é o primeiro passo para solidificar a sua.

  • Jorge moreira disse:

    Qual a chance de defesa este sujeito deu a Eliza Samudio, qual?, onde esta o corpo dela? ela não tera a vida de volta e ele continuara tendo a vida dele normalmente né, e mais aumentou a exposição dele na midia porca, a esposa já esta com pose de estrela, e esta justiça dos homens, é isto, onde esta o corpo da Eliza, onde, frio calculista, machista, onde estão as feministas, que fizeram a maior bagunça quando o Galo lançou uma coleção feminina não falam nada, ficaram mudas porque se calaram?

  • Robson Vinicius disse:

    De curiosidade joguei este Góis e Silva no Google pra ver sobre a empresa, e acabei vendo muito mais sobre a sujeira de um dia sócios que não querem o nome vinculado a um EX presidiário. E MUITA CARA DE PAI!

  • Robert Quadros disse:

    “…Todo mundo precisa de uma defesa, ainda que a defesa seja, aos olhos do mundo, injustificada….” (Edgard Abbehusen) Isso é difícil de explicar para a sociedade, tá todo mundo metendo o pau no caso Bruno, tantos outros crimes bárbaros foram cometidos mas não saem na imprensa, o Boa Esporte que o contratou já perdeu um patrocinador. Talvez com medo de repercussão negativa…Mas e a ressocializacao que tanto fala-se e de fato existe nos países desenvolvidos e cobramos que tenha aqui também? Adoramos ver no Fantastico as prisoes vazias da Holanda neh, pois é, la existe todo um projeto social de ressocializar o preso. O que nos queremos? Recupera-lo ou mostrar pra ele que o único caminho a ser seguido por ele agora é o crime. Se ninguem der uma chance pra ele restara ele fazer o que? As penas não devem ser cruéis, por isso não nos é dado o direito de fazer justiça com as próprias mãos. Longe de querer defender seu ato de violência, uma barbariedade. Não acho que ele deveria estar solto nem quero tirar fotos com ele, mas ele tem tido bom comportamento e está solto cumprindo a lei.

    • Carlos Almeida disse:

      Perfeito Robert Quadros!

    • Raws disse:

      Não poderíamos então taxar nossa sociedade de hipócrita?” Vamos ajudar os moradores de ruas, mas desde que eles não morem na minha rua”.
      “Vamos respeitar a raça negra, desde que minha filha não se apaixone por nenhum.”
      “Somos a favor da ressocialização dos ex detentos, menos os famosos e que já tenham profissão”.
      “Bruno mandou matar, não merece os benefícios da lei e é irrecuperável, se fosse a sua filha queria ver você defendendo essa situação “, e eu pergunto, e se Bruno fosse seu pai, seu filho ou seu irmão, imagino como você não é hipócrita, continuaria convicto nessa inquisição.
      O ser humano é um povo vindo de outro planeta, criticamos Lula, Aécio, Temer e tantos que nós colocamos e recolocamos lá, sendo que em escala menor, fazemos tudo quanto é tipo de desvio de conduta aqui em baixo. Ah, ninguém vai ver mesmo.

      • Robert Quadros disse:

        Isso mesmo Raws, essa é a linha de raciocínio que tenho também.

      • Jorge moreira disse:

        Se o bruno fosse o meu filho eu o teria ensinado a falar a verdade a não esconder nada, a pagar pela barbarie da qual ele é o unico interessado só isto, repito a Elisa não teve a segunda chance a VIDA, eu serei sempre a favor da verdade, serei sempre a favor da VIDA

        • Raws disse:

          Também sou à favor da vida, apesar de cair em contradição quando defendo a pena de morte para certos casos, só que meu filho é minha vida e se ele errar por algum motivo, não precisarei recrimina-lo, ele se auto condenará, mas eu aqui estarei de braços abertos como na parábola do filho pródigo, pois quem mais precisa de apoio para se reerguer é quem está caído ao chão.

  • Frederico Dantas disse:

    O que deveria ter acontecido logo após a soltura do Bruno é o TJMG ter se envergonhado de estar com este recurso na pilha há tanto tempo e ter dado celeridade para que ele seja apreciado.
    Duvido que ele não volte para a cadeia para cumprir sua pena após esta análise.