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Consulta do O Tempo mostra que a maioria dos conselheiros do Atlético quer o estádio próprio, mas são necessários 2/3

Ótimo trabalho da equipe do jornal, divulgado na edição de domingo e no portal. Tenho lido e ouvido os argumentos dos conselheiros que são contra e até agora não consegui enxergar nenhum motivo para concordar com eles. Da lista publicada pelo O Tempo, um que não foi ouvido, porque estava viajando no dia, já manifestou seu voto favorável publicamente. É o advogado Maurício Oliveira Campos Junior que escreveu ótimo artigo, publicado sábado, no Estado de Minas. Confira:

* “Veja como votarão os conselheiros do Galo no dia 18”

Levantamento feito pelos repórteres de O TEMPO mostra a posição de parte dos 400 conselheiros

O projeto do estádio do Atlético tem o aval da maioria dos conselheiros ouvidos pelo SUPER FC, mas sua aprovação por dois terços do órgão – conforme determina o estatuto do clube – ainda é incerta. Entre quarta e sexta-feira da última semana, a reportagem contatou os membros do conselho para saber quem é a favor e quem é contrário à nova arena, um empreendimento de R$ 410 milhões que envolve, entre outras transações, a venda de metade do shopping DiamondMall.

Segundo o levantamento, 155 dos 400 conselheiros da lista obtida pela reportagem vão dizer “sim” ao novo estádio. Apenas 19 são decididamente contrários. A questão é que 82 se mostraram indecisos quanto ao projeto e outros 40 não quiseram opinar. O SUPER FC não conseguiu encontrar 86 deles, oito estão licenciados e não poderão votar (os eleitos podem ser substituídos por suplentes) e um morreu. Dois conselheiros adiantaram que não poderão comparecer à votação e outros seis, que estão viajando, podem não estar presentes na votação, marcada para o dia 18.

VEJA A DIVISÃO ABAIXO: 

CONSULTADOS*: 400
DECLARARAM VOTO 256 (64%)
NÃO DECLARARAM 144 (36%)

SIM 155 (38,75%)
NÃO 19 (4,75%)
INDECISO 82 (20,5%)
NÃO QUIS OPINAR 40 (10%)
NÃO VAI COMPARECER 2 (0,5%)
EM VIAGEM 7 (1,75%)
NÃO ENCONTRADO 86 (21,5%)
LICENCIADO 8 (2%)
FALECIDO 1 (0,25%)          

É favorável à construção do estádio?

SIM
Adalberto Mendes Salles
Adriana Branco Cerqueira
Agnaldo José Nogueira
Agnelo da Conceição Vinagre
Alberto Carlos de Freitas Ramos
Alberto Pinto Coelho Júnior
Alexandre Felipe Valadares
Alexandre Kalil
Alexandre Machado Vilela
Altino Flavio Ribeiro
Altivo Horta de Castro Filho
Amadeu Brasileiro dos Santos
Amir de Souza Halabi
André Nunes Lamounnier
Antônio Felício Nemer
Armando Carmo Couri Filho
Arnaldo Aluísio Electo Camargos
Arnaldo Mello Figueiredo Júnior
Benedito Lélis Matos Siqueira
Bernardo dos Mares Guia Farkasvolgyi
Carlos Eduardo Porto Moreno
Carlos Henrique Brandão Côrtes
Castellar Modesto Guimarães Filho
Castellar Modesto Guimarães Neto
Cláudio Freitas Utsch Moreira
Daniel Chequer Ribeiro
Daniel da Cunha Messias Roque
Daniel Diniz Nepomuceno
Daniel Fernandes Couri
Daniel Pedro de Souza e Silva
Dárcio Guimarães de Andrade
Davidson do Nascimento Santos
Décio Augusto de Souza
Demóstenes Menezes de Oliveira Júnior
Dimas Gregório Filho
Durval Ângelo Andrade
Edmond Abras
Eduardo Nery Magalhães
Eduvaldo Rodrigues
Élsio Antônio Avelar Perona
Emanuel Soares Carneiro
Emir Cadar
Emir Cadar Filho
Eucles Figueiredo Honorato
Euler Pace Lasmar
Eustáquio Mathias Lobato E Silva
Fernanda Teixeira Charbel
Fernando de Carvalho Oliveira
Fernando Luiz Gonçalves Rios Neto
Fernando Miguel Leal
Flávio Márcio Fonseca Velloso
Flávio Pentagna Guimarães Neto
Flávio Sousa Franco
Francisco de Assis Pinheiro
Francisco Maia Barbosa Duarte
Frederico Corrêa Ferreira de Melo
Frederico Lavorato Arantes
Gabriel Guimarães Andrade
Gabriel Souza Marques de Azevedo
Geraldo de Oliveira Leite
Geraldo Félix de Jesus
Geraldo Gomes de Souza Filho
Geraldo Rogério de Souza
Glayson Petrônio Barbosa
Guilherme Cunha Ribeiro
Guilherme Poggiali Almeida
Hélio Coutinho Guimarães
Henrique Moraes Salvador Silva
Heraldo Mineiro
Hissa Elias Moysés
Hissa Elias Moysés Filho
Humberto Dias Almeida
Jackson Machado Pinto
Jamil Geraldo Salomão
Jarbas Soares Júnior
João Luis Naves Kalil
João Luiz de Amuedo Avelar
João Marcelo Nicácio Duque Guedes
Jorge Martins Mucci
José Helvécio de Souza
José Helvecio Jacques
José Henrique Abras
José Henrique Dias Salvador
José Luis Andrade
José Luiz Penido Fróes
José Murilo Procópio de Carvalho
José Nivaldo dos Santos
José Salvador Silva
Larissa Maia Simão
Lásaro Cândido da Cunha
Lenir da Rocha
Leonardo Diniz Mascarenhas
Leonardo James Magalhães
Lucas Miranda Filho
Lucas Naves Kalil
Luciana Diniz Nepomuceno
Luciano Veloso Franco
Luiz Otávio Ziza Mota Valadares
Manuel Bravo Saramago
Marcello Ferreira
Marcelo Guimarães Teixeira da Costa
Márcio André de Brito
Márcio de Freitas Fonseca
Márcio Heli de Andrade
Marco Aurélio Heilbuth Surette
Marco Aurélio Teixeira de Souza
Marco Paulo de Freitas Fonseca
Marcos Antônio Silva
Maria Rejane Maia Simão
Mário Lúcio Pinheiro Menin
Mário Roberto Ribeiro Da Silva
Milton Nassau Ribeiro
Moacyr Fernandes da Cunha
Murilo Maia Gouthier Caldas
Nelio Brant Magalhães
Newilton Tadeu de Lima
Newton Gomes Godinho
Newton Marques Barbosa
Neylor Pace Lasmar
Nilton César Barbosa
Paulo Abi-Ackel
Paulo Cury
Paulo de Oliveira
Paulo Franco de Aguilar Faria
Paulo Henrique Villamarim
Paulo José Gonçalves
Paulo Lúcio da Costa
Paulo Roberto Brandão de Souza
Paulo Sérgio Miranda Schettino
Pedro Cândido Ferreira Filho
Pedro Hermany Diniz
Rafael Sabino Salvador
Raimundo Moreira Reis
Raul Leone Valadares
Renata Sabino Salvador
Renato Moraes Salvador Silva
Renato Penido de Azeredo
Ricardo Annes Guimarães
Ricardo Wilson S. Martins da Costa
Roberto Leles Lucas
Rodolfo de Lima Gropen
Rodrigo Márcio Mattos Murta
Ronaldo Sérgio Martins
Ronaldo Wagner Gontijo
Ronauty Soares Santos
Rubens José de Oliveira Guzella
Rubens Menin Teixeira de Souza
Sérgio Batista Coelho
Sérgio Santos Sette Câmara
Virgílio Guimarães de Paula
Waldemar Anastasia Polizzi
Walter Antônio Prata Pace
Wander Paulo Marotta Moreira
Wanderley Geraldo de Ávila
NÃO
Abílio Gontijo Júnior
Alberto de Lima Vieira
Armando Freire
Dalton Oliveira da Conceição
Dúlcio Oliveira da Conceição
Edison Simão
Eliseu Alves Vieira Filho
Fabiano Lopes Ferreira
Frederico Peçanha Couto
Hercules Randazzo
José Dalmo de Araújo
José Luiz Ribeiro de Melo
Josfrancis de Melo Silva
Lacyr Ernesto da Paixão
Manfredo Palhares
Paulo Cézar Frahia
Paulo Emílio Coelho Lott
Paulo Estevão Braga Nehmy
Rander Teixeira de Menezes

INDECISOS
Adalcy Álvares Nogueira
Adamastor Nascimento Machado
Afonso de Araújo Paulino
Alexandre Dias Campos
Alexandre Victor de Carvalho
Aluízio Calixto
Ana Helena de Queiróz Gomes
André Luiz Pinto
André Maurício Ferreira
Antônio Almeida Lopes
Antônio Azan
Antônio do Monte Furtado Filho
Antônio Elias Moysés Filho
Antônio Elias Moysés Neto
Antônio Silva Passos
Carlos Alberto da Costa
Carlos Alberto dos Santos
Carlos Donato Carceroni Duarte
Cecivaldo Gonçalves Bentes
César Augusto Sizenando Silva
Cláudio Márcio Melo Antunes Corrêa
Dacilo Cândido
Dalton Soares Lopes
Edson Dias da Silva
Eduardo Catão de Magalhães Pinto
Eduardo Kalil
Ely Braga
Eugênio Klein Dutra
Fidelcínio Pedrosa Filho
Francisco de Assis Figueiredo
Francisco Tomáz Mesquita
Frederico Borges da Costa
Geraldo Francisco Lara
Geraldo Luiz de Moura Tavares
Geraldo Saraiva de Oliveira
Geraldo Teixeira da Costa Neto
Guilherme Kalil
Idalmo Constantino da Silva
Irmar Ferreira Campos
Jacinto Américo Guimarães Baía
Jackson Alexandrino
João Gualberto de Faria
João Márcio Filizolla dos Santos
João Pedro Andrade Salomão
Jorge Leonardo Faria
Jorge Salum
José de Carvalho Jorge
José Gomes Soares
José Henrique Cançado Gonçalves
José Mateus Ferreira
José Silva Salomão
Júlio Antônio Lima
Leonardo Rodrigues de Araújo
Luiz Henrique Moreira Marinho
Luiz Paulo Lombardi Filgueiras
Márcio Aristeu Monteiro de Barros
Marco Antônio de Rezende Teixeira
Marco Antônio Salum
Marco Antônio Siqueira Lima
Mário Baptista de Oliveira
Maurício Arnaldo Schichman
Maurício Ferreira de Carvalho
Miguel Assad Almeida
Miriam Aparecida Silva Maciel
Nivaldo Ferreira
Orlando Adão Carvalho
Paulo Alves Pinto
Paulo Vieira Martins
Roberto Pereira Goulart
Roberto Soares de Vasconcellos Paes
Roberto Sousa Lima Mercadante
Rodrigo Guimarães de Vasconcellos Naves
Ronaldo Vasconcellos Novais
Ronan Ramos de Oliveira
Sérgio G. Bias Fortes Pereira da Silva
Sérgio José Aguiar Teixeira
Sérgio Salum
Wagner Wilson Ferreira
Walter Nascimento
Wellington Rodrigues dos Santos
Wilson Felício Neves
Wilson Martins Starling

NÃO ENCONTRADOS
Carlaile de Jesus Pedrosa
Carlos Olavo Pacheco de Medeiros
Eduardo Campos Neto
Euler de Souza Falcão
Evandro de Pádua Abreu
Expedito Rodrigues de Ávila
Felipe Erasmo Cabral
Felipe Salvador Ligório
Fernando Catão de Magalhães Pinto
Flávio D`Alva de Campos Simão
Florentino Persichini
Francisco José Moreno Netto
Fuad Jorge Noman Filho
Gabriel de Araújo Brandão
Gênesis Francisco Hilário
Geraldo Corrêa Filho
Geraldo Rodrigues de Almeida
Geraldo Vitorino dos Santos
Gil César Moreira de Abreu
Gilson Souza Lima
Hamilton Henrique de Freitas
Hamilton Luiz da Costa Mourão
Helio Caetano de Melo
Helio dos Santos Júnior
Heltemirio Gomes Ferreira
Iracy Dias de Lacerda
João Baptista Ardizoni dos Reis
João Batista de Melo Filho
Jorge Antônio Barbosa Ribeiro
Jorge Luiz Pereira Trindade
José Ângelo Gazolla
José Aureliano da Silva
José Bruña Alonso
José Cândido da Rocha
José Edmar Noronha Neves
José Marcos Rodrigues Vieira
Júnia Marize Azeredo Coutinho
Leonardo Kalil
Leonardo Monti Bacha
Leone Modesto Valadares
Lídio de Freitas Ramos
Lincoln Geraldo Rocha
Luiz Antônio Alves Pinto
Luiz Antônio Pereira Tezzi
Luiz Carlos Portela Barbosa
Luiz César Villamarim
Luiz Felippe de Lima Vieira
Luiz Henrique Andrade Araújo
Luiz Mario Jacaré Dias Ladeira
Lycio Márcio Sad Cadar
Magno Xisto Guerra
Marcelo Guilherme De Aro Ferreira
Marcelo Martins Patrus
Márcio Alaor de Araújo
Márcio Cadar de Almeida
Márcio Carlos da Rocha
Marcos Octaviano Silva Lobato
Mário Oswaldo Ferráz Horta Sampaio
Marta Miraglia Martins
Mauro Antônio de Almeida
Mauro Kalil
Miguel Rotheia Filho
Murilo Ramos de Matos
Mussi Assad Abuhid
Orlando Lemos dos Santos
Rafael Nazareth Menin Teixeira de Souza
Rafael Ramos de Vasconcellos Paes
Raimundo Pereira
Ricciotti Piana Filho
Rogério Júlio Borges da Costa
Rolando Alves Botelho
Serafim Fernandes de Araújo
Sérgio Francisco de Freitas
Sérgio Reinaldo Pinto Vilela
Sérgio Rodrigues Leonardo
Tancredo Antônio Naves
Tarcísio Alves da Silva
Thiago Augusto de Souza e Silva
Vânia Maria Cyriaco
Vicente Paulo de Assis
Wagner Carvalho Villanueva
Wagner Henriques Xavier
Walfrido Silvino dos Mares Guia Neto
Wallace Eustáquio dos Anjos
Wanderley Maia de Andrade
Wélpio Silvério de Souza Chaves

NÃO QUISERAM OPINAR
Achilles Farnezi Lobo
Alexandre Gonçalves
Ângelo Corrêa
Antônio Augusto Camardelli Lage
Antônio Augusto Junho Anastasia
Antônio Carlos Gonçalves Bentes
Antônio Moisés da Silva
Carlos Alberto Barbosa
Carlos Antônio Goulart Leite Júnior
Carlos Márcio dos Santos
Carlos Mario da Silva Velloso
Cláudio Rosa Césario
Clóvis Tarcísio Ferreira Pinto
Daniel Colaço Andrade
Daniela Dayrell de Lima Guimarães
Dulce Maria Lopes Soares
Fábio Guimarães de Carvalho
Gabriel Geraldo Aun
Ignacio Gabriel Prata Neto
Ivo Campos Athayde
João Batista Zolio
José Antônio da Paixão
Lúcio Urbano Silva Martins
Milton Jacques de Carvalho
Paulo Emílio Gonçalves Guimarães
Paulo Franco de Faria
Paulo Rocha Filho
Pedro Leonardo Pessoa de Araújo
Renato Alberto de Oliveira Mafra
Renato César Santos Furtado
Ricardo Loureiro Dolabela
Ricardo Victor Gazzi Salum
Robério de Araújo Lopes
Roberto Lessa Carvalho
Rodrigo Joaquim Borges da Costa
Ruy Magalhães Viola
Samuel Vianney da Cunha Pereira
Sérgio Ramos de Matos

LICENCIADOS*
Antônio Evangelista da Silva
Felipe Naves Kalil
Francisco Antônio da Silveira
Lucas Couto
Marcus Vinícius dos Santos Lima
Pedro Tavares de Melo Costa
Renato Duarte Guimarães
Rogério Eustáquio Furtado da Costa

* Os conselheiros eleitos podem ser substituídos por suplentes

NÃO IRÃO COMPARECER
Lúcio de Souza Assumpção
Walter Valle Passos

EM VIAGEM/VIAJANDO/MORANDO NO EXTERIOR
Antônio Cadar Neto
Joaquim José dos Santos Neto
Maurício de Oliveira Campos Júnior
Mauro Ribeiro Lopes
Ricardo Cadar de Almeida
Ronaldo Tadeu Pena
Ronaldo Vilella Wanderley

FALECIDO
Vicente de Paula Pinheiro Chagas

OBS.: Dois conselheiros entrevistados pediram para não ser identificados. Um votou a favor da construção do estádio e outro não quis opinar.

*Consultas realizadas nos dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro. Lista de conselheiros obtida pela reportagem referente ao relatório de conselheiros datado em 15/05/2017. Não inclui possíveis suplentes de conselheiros eleitos que estão licenciados. O Atlético considera, neste momento, que há 400 conselheiros aptos a votar

http://www.otempo.com.br/superfc/veja-como-votar%C3%A3o-os-conselheiros-do-galo-no-dia-18-1.1516280


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Comentários:
41
  • Carlos Almeida disse:

    https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdGRvbWFpbnxlbWFudWVsb3JuZWxhc2VvfGd4OjcwY2MyNmYyMjRhNDY1NGU

    “Portanto, os argumentos em prol da construção do estádio não se sustentam após um olhar minimamente cuidadoso. Na verdade, abusam de apelos emocionais e populistas, similares em tom e substância àqueles que permeiam o debate de políticas públicas no país.”

    Do Atleticano Dr. Emanuel Ornelas, dr. em economia pela Universidade de Wisconsin-Madison dos EUA e professor da FGV.

    • Regi.Galo/BH disse:

      Caro Carlos,
      Somente hoje pude ler e reler suas considerações sobre o Estádio.
      Também estive imbuído em debater e esmiuçar as idéias e justificações por trás da proposta e a conta não fechou. Não mesmo. As suas ponderações somaram e muito à isto.
      Excelente trabalho pessoal e totalmente válido para a análise do caso.
      Mas o que fazer com a nossa falta de poder de decisão?
      Calar, jamais. Compreender, talvez. No entanto, não deixar de assistir ao show de talentos.
      Afinal, todo mundo diz saber o que faz.
      Abraço e Parabéns!

  • Carlos Almeida disse:

    Recebi a cartilha que a atual diretoria preparou para o conselho, e só digo uma coisa.
    Se o conselho aprovar, e creio que deva aprovar, baseado apenas nessa cartilha, será algo que beira o absurdo.

    Ali não há nenhum dado concreto e robusto acerca do êxito dessa negociação.
    Na melhor das hipóteses e se tudo sair sob “encomenda” e contando sempre com o cenário mais favorável possível, é praticamente trocar 6 por ½ dúzia.

    E infelizmente algumas perguntas jamais serão respondidas.

    Qual é a participação do sr. RG na administradora do shopping?

    Dos grupos de investimentos contactados e divulgados pela diretoria, em quais ele ou a família tem participação?

    O tal consórcio que será criado pra que se possa garantir a conclusão do empreendimento sem custos que extrapolem o valor inicial já foi acertado?
    Qual o valor?
    Esse valor está contabilizado ou ainda será acrescido no empreendimento?

    Qual a diferença de recusar 220 mi e fechar por 250 mi mas aumentando o período de arrendamento por 4 anos?
    Os nºs finais não foram até piores?

    Pq o dono da construtora que doará o terreno só poderá fazê-lo condicionado, ou seja, “se for agora”?
    É realmente uma simples doação ao clube ou é uma condição que envolva contrapartida dessa diretoria?

    Pq o um patrimônio avaliado em mais de 1 bi como garantia da negociação da dívida fiscal do clube foi parar em 494 mi, sendo que o tempo de alienação utilizado na sua depreciação diminuiu?

    Se a alienação foi determinante na desvalorização do patrimônio, pq não aguardar o encerramento, onde restam menos de 1/3 de tempo de contrato apenas, pra que se possa valorizar seu patrimônio, aproveitando a ampliação do msm?

    Se o clube arrecadava 9 mi em 2014 por 15% (60 mi), qual o valor hje, sendo que a administradora divulgou aumento considerável na arrecadação, após um plano de reajustes de aluguéis e diminuição de custos?

    A capacidade do estádio atende a Massa?

    Contabilizando o Galo na Veia beirando os 100 mil sócios, as cadeiras cativas (12%), área vip com 3 categorias, 36 camarotes mais o percentual pra visitante (10%), como ficará a capacidade do estádio?

    A configuração dos lugares demonstra uma eletização, como defende o próprio idealizador do projeto, Alexandre Kalil.
    Então como 70% dos lugares será destinado a setores mais populares como está dizendo essa diretoria?

    • Jorge moreira disse:

      Por acaso este conselho deliberativo alguma vez na vida, já se preocupou em saber quanto o Clube deve ao dono do banco(este que jogou o clube na segunda divisão) o conselho deleiberativo pra mim nunca serviu pra nada e não serve tambem pra nada, quantas contas de ex presidentes eles aprovaram hem, eu só vou acreditar quando estes conselheiros,questionarem sobre a divida do clube com o ex presidente que levou o clube a segundona e manchou ternamente a nossa historia, agora aprovar eles aprovam tudo será porque? conselho omisso, conselho inutil

      • Carlos Almeida disse:

        Exatamente caro Jorge Moreira…

        Mas pior do que o conselheiro que votar sim, seja por questões políticas que envolvem o clube ou ate ludibriado pela cartilha do estádio, é o conselheiro que se omite.

        Pois um conselheiro que não vota numa situação das mais importantes de toda a história do clube (se não for a mais importante), não exerce sua função e não cumpre seu papel.

        Não era nem pra estar lá.

  • Marcos disse:

    Se bobear esse estádio do Atlético sai antes do metrô belorizontino e do “novo” anel rodoviário. No dia em que os atleticanos finalmente festejarem a aquisição da “casa própria”, ainda falaremos nessas duas obras que até lá continuarão emperradas pelo “caciquismo” que trava Minas Gerais.

  • Rodrigo Assis disse:

    Que Deus abençoe este projeto

  • Tonho ( Mineiro ) disse:

    Muito boa a reportagem do Tempo, agora aqui no Blog, duas coisas acho que o estadio vai ser a melhor coisa que aconteceu com o Galo depois da familia Kalil, como presidente do Galo acho que deveria voltar Kalil, larga prefeitura e volta correndo.
    Porem acho que Kalil se colocou acima do Galo quando prefeito de BH tirou todas as cabecas pensante do Galo e levou para prefeitura, Kalil sempre falou que o cargo de presidente do Galo era o segundo do estado ai se torna prefeito ( cargo abaixo do Presidente do Galo ) e rebaixa um grupo de pessoas vencedoras no Galo para ajuda-lo na prefeitura. Ourto dia ele foi defender um certo diretor de futebol de acusacoes de corrupcao, pediu provas , alguem gritou , estao aqui !!! e Kalil bravejou ” leva pra ciclano e fulano ” Well se eu estou defendendo alguem e aparecem supostas provas tudo que passa importar a minha pessoa e ver as provas, esta maxima que se criou no Galo que Kalil falou a agua parou e muito perigosa. No mais to torcendo pra ver O Galo com estadio propio e o Kalil de volta como presidente , o Cargo a meu ver mais importante em MG.

  • Silvio T disse:

    Meu pitaco. Duas coisas pegam nessa empreitada. A primeira e mais óbvia é a venda da metade do Diamond “só” por 250 milhões. A outra, que tem sido pouco debatida, é o custo da obra. Qualquer brasileiro sabe como são essas coisas em nosso país. Seja um puxadinho num aglomerado, seja uma reforma num ap de classe média, seja uma mansão, TODO custo inicial, NO MÍNIMO, dobra de valor. É lorota dizer que isso só acontece em obras públicas, como os defensores da Arena estão fazendo. Se esses pontos forem MESMO esclarecidos e resolvidos, ok. Ah sim, quanto à expectativa do cruzeiro ficar com o caminho livre para ser dono do Mineirão, é praticamente impossível. O estádio pertence à UFMG e já quase deu chabu na Copa, porque o contrato de comodato estava vencendo. Acho mais fácil o Mineirão ser demolido um dia do que passar para a iniciativa privada.

    • Jonathan Adolares disse:

      Para garantir a obra será feita com contrato definido o preço máximo contratado para tal. Ou seja, legalmente o preço não poderá aumentar depois de fechado o contrato com a construtora vencedora da licitação.

    • José Eduardo Barata disse:

      Inexplicável o que conseguiram fazer com esse contrato
      com a UFMG .
      Na época houve um alerta sobre o prazo já vencido e que
      o Mineirão já deveria ter sido entregue para a Federal .
      Abafaram a celeuma , ficou o dito pelo não dito , como sói
      acontecer com as coisas públicas no Brasil .

      • Silvio T disse:

        A explicação é que na época o Aecim e seus capangas mandavam em tudo: no judiciário (principalmente), polícia federal/estadual, assembleia e congresso. Depois que o Dória puxou o tapete dele esse poder todo diminuiu bastante. Hoje seria impossível o tal contrato indecente que obriga o povo mineiro a nunca deixar a minas arena sem o lucro de milhões.

  • Marcão de Varginha disse:

    Será se algum conselheiro tem em mãos o valor pecuniário real e atual do shopping? Acredito que só assim poderão ser mais isentos na decisão…ou não?
    – #benecyeternomito

  • James Neres disse:

    São razões intrigantes ! Me lembro de antes da copa , algumas pessoas contras e deu no que deu, elas tinham razão ! Falaram no gastos desnecessários que poderiam ser usados em causas mais nobres sem ao menos citar a escandalosa corrupção que geraria também. Resultado : vamos pagar essa copa do mundo até o último dia de vida. Teríamos que ter acesso aos motivos pelos quais alguns conselheiros são contra, por exemplo, seria mais um duto de corrupção ? Ou simples vaidade mesmo ? Dependendo das razões temos que no mínimo refletir..

  • Regi.Galo/BH disse:

    Quem não sonha em ver o Galo se emancipar, ainda mais com um Estádio próprio???
    Certamente, este será um marco fantástico na história do nosso Clube, em qualquer tempo.
    Porém, aqui do mundo real, pessoalmente, fico na atenção para os dois lados da moeda.
    De modo cético, no momento não tenho como assimilar muito bem esta ‘operação do Shopping’, literalmente falando.

    Ou estão se desfazendo de parte de uma posse patrimonial para fugir da responsabilidade única e principal de assentir à eventuais cobranças judiciais, e isto explica os futuros 49,9% do Galo e 50,1% da Multiplan; ou ainda terei que adquirir muito conhecimento para entender o que estes tais ‘entendidos’ entendem de verdade.

    Com a palavra, os conselheiros.
    E que fique tudo devidamente registrado; (Deus queira!) que nos veremos daqui à 09 anos para avaliar se Golpe ou Estratégia, Ufanismo ou Devaneio.

    LINHA DO TEMPO

    Maio de 1929
    Inauguração do Estádio Presidente Antônio Carlos com o jogo Atlético 4 x 2 Corinthians

    Agosto de 1930
    Inauguração da iluminação do estádio. Atlético vence o Sport-MG por 10 a 2

    Década de 1950
    Início da decadência do estádio com a inauguração do Independência

    Junho de 1968
    Último jogo, no qual o Atlético vence a Seleção Cidade Industrial por 3 a 0

    Década de 1970
    Desapropriação pela Prefeitura. Área se transforma em espaço para realização de feiras e reuniões de movimentos sindicais

    1980
    Campo do Lazer é inaugurado

    1991
    Atlético conquista na justiça o direito de retrocessão do terreno

    1992
    Alvinegro assina acordo para construção de um grande centro de compras

    1994
    Início da demolição do antigo Campo do Lazer

    Novembro de 1996
    Inauguração do Shopping Diamond Mall

    Janeiro de 2006
    O Shopping chegou a constar como a segunda maior fonte de receitas para o Atlético em 2006, e, segundo o contrato de arrendamento, a edificação pertencerá totalmente ao clube depois de 30 anos a contar da inauguração (em 2026).

    Junho de 2009
    O acordo foi renovado em 2009 e passou a render ao clube 450 mil reais por mês (15%).

    Junho de 2015
    O Diamond Mall foi avaliado em mais de 1 bilhão de reais em 2015.

    2017
    O Shopping é avaliado em 450 milhões, devido ao presente contrato de concessão, cujo término se dará em 2026, retornando 100% para o Galo;

    Alega-se que o Shopping (real) é menos viável financeiramente e patrimonialmente do que um Estádio para 41000 pessoas (desejado);

    Alega-se que, no futuro, as pessoas comprarão tudo pela Internet e não irão mais ao Shopping, mas irão ao Estádio 02 vezes por semana. Isto, mesmo após ficarem sabendo da boca do próprio Kalil que Futebol não é para pobre;

    O dinheiro da venda do Shopping entra para uma conta paralela, exatamente para não sofrer ação de possíveis penhoras (!);

    O Atlético/MG abre mão do seu ‘sólido escudo financeiro’ para financiar a sua próxima casa, sendo que contraditoriamente, poderia consolidar e até expandir o Shopping para depois pagar pela sua própria casa sem devaneios;

    E, por fim, nada disso é argumento, somos reféns mesmo ou é da GRANA ou da ARMA, e a Multiplan agradece à sua preferência.

  • Marco Tulio disse:

    Se o fato de vender metade do Shopping, ,que gera receita independente dos resultados em campo, pela metade do valor de mercado não for argumento suficiente pra convencer alguém é porque essa pessoa já está decidida. Vão entregar o Mineirao , um dos melhores estádios DO MUNDO , pras Marias, enquanto constroem um menor. Só de uma coisa podemos ter certeza, tem gente muuuuuiiitttooo nessa jogada.

    • Renato César disse:

      Prezado, o Shopping, administrado pela Multiplan, gera receita independente dos resultados em campo. Sendo administrado diretamente pelo clube, não poderíamos dizer o mesmo. Este pequeno detalhe parece ser esquecido por quem é contra a concretização do negócio.

      Administrado pela Multiplan, o Shopping é um ativo valioso, com receitas crescentes, principalmente se ela se tornar sócia majoritária. Se houver uma diretoria no clube para administrar o shopping, a tendência é de queda significativa e constante nas receitas, até o momento de fechar as portas lá.

      Sobre entregar o Mineirão para outro clube, a Minas Arena tem o direito de explorar até o 2037, com a preferência para exercer prorrogação contratual até 2045. Ou seja, para entregar o estádio para outro clube antes de 2045, o Estado teria que pagar à Concessionária algo em torno de R$ 600 milhões de multa rescisória.

      E, para fazer a rescisão unilateral por interesse exclusivo do Estado, seria necessário aprovação de Lei específica, que teria que passar nas comissões da Assembleia e ser aprovada pelos deputados. Você acha que isto acontecerá? E olha que nem estou falando da atuação do Ministério Público que certamente impediria isto.

      O que é mais provável é que, em 2045 (na melhor das hipóteses 2037), o Estado vendesse o estádio para algum investidor interessado e pelo valor de mercado da época, algo em torno de USD 250 milhões de hoje (mais ou menos vai depender da avaliação da região – Pampulha – à época).

      Se os outros clubes ficarem esperando até lá para realizarem este negócio, pode ser que nem existam mais.

      • José Eduardo Barata disse:

        Caro RENATO ,
        o estado NÃO poderia simplesmente VENDER para
        algum interessado .
        No mínimo , uma “licitaçãozinha” deveria existir ,
        para que mais interessados pudessem participar de
        uma disputa legal .
        Sem falar na questão da UFMG .
        Ela precisa ser ressarcida . Ou não ?

  • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

    Bom, desculpem-me por entrometer onde não tem nada a ver com meu time… rs Mas gostaria apenas de deixar aqui registrado meu ponto de vista quanto a isto…

    Vocês sabem que as vezes eu brinco e tiro sarro do Atlético Mineiro, mas quando é pra reconhecer algo ou falar sério, eu também não me furto a fazer.
    Então, na minha opinião, caso seja aprovado esse projeto do estádio próprio ( O que eu acho que deve acabar acontecendo mesmo… ) de vocês, eu penso que será praticamente a redenção do Atlético Mineiro. E estou falando isso baseado no meu “achismo” mesmo, uma vez que não tenho conhecimento e nem competência para analisar dados técnicos ou de viabilidade financeira. Mas penso que é muito importante sim para todo grande time ter o seu estádio, a “sua casa” !! Isso por si só, talvez daria uma força ao Atlético Mineiro, que nem os frutos financeiros do Diamond Mall pudesse conseguir alcançar em mais tantos anos. A identificação da Torcida com um lugar pra chamar de seu, a esperança de se tornar cada vez mais forte na “sua casa” e mais o valor agregado que possa vir além do futebol em si, isso tudo só pode culminar em Títulos. Fato. Ou seja, o que o Atlético Mineiro possa começar a almejar e a conquistar a partir desse divisor de águas que seria o seu estádio, por si só já representaria muito mais do que a manutenção dos lucros oriundos do até então patrimônio Diamond Mall. Mas reitero, essa é apenas a minha opinião de quem está por fora, de quem não tem conhecimento técnico e pior, de um Cruzeirense que sabe o que isso pode representar em termos de futuro… rs
    Eu lembro que quando o Perrela vinha com aquele seu velho lero-lero de estádio para o Cruzeiro, só de pensar na possibilidade eu já ficava empolgado… rs Então, vendo agora que o estádio de vocês já é quase que um fato concreto, só posso assumir que tá me dando aquela invejinha branca… rsrs
    Só quero ver o que isso poderia impulsionar lá no próprio Cruzeiro… Se a Diretoria também vai tentar viabilizar um estádio próprio ou encontrar formas para renegociar as condições do Mineirão, para quem sabe podermos adotá-lo de fato e de direito como “nossa casa”…

    • Alisson Sol disse:

      Clayton,

      Normalmente até evito comentar neste assuntos, mas como o RSS alertou para seu comentário, aponto duas coisas:
      1) Todo mundo tem sim a ver com isto. O tal “Shopping do Atlético-MG” é na verdade construído em uma área pública que foi “doada” várias vezes ao clube e, pasme, vendida de volta à prefeitura. Em qualquer outro lugar do mundo, alguém já estaria na cadeia…
      2) Se você acha que estádio é redenção, veja o que está acontecendo com o estádio do Corinthians em São Paulo. E isto em São Paulo: uma cidade com poder econômico 10 vezes maior que BH.

      Claramente, alguma construtora está passando a lábia nos conselheiros do Atlético-MG. Vão lavar uma fortuna de dinheiro na construção, e depois deixar o estádio para o clube manter. Eu vejo diariamente boletins de investimento. Nenhum boletim, de nenhum lugar do mundo, recomenda que você invista em estádio. Veja que bilionários da Arábia compraram as ações do PSG, compraram o Neymar, mas comprar o “Parc de Princes” da prefeitura de Paris: muda de assunto…

      Deixe eles contruirem estádio. Vai ser a desculpa por mais uns 50 anos de “porque não estão ganhando nada”. Aí, vão começar a falar de renovação do estádio! Por que o Internacional renovou o estádio, e veja no que deu!

      • Carlos Almeida disse:

        Alisson, concordo com a maior parte do comentário, menos no que se refere ao terreno do shopping.

        A história de que o terreno foi doado várias vezes ao Atlético é outra “lenda urbana” da nossa cidade.
        Uma outra é de que o Independência pertencia a prefeitura qdo foi arrendado ao América.

        No caso de Lourdes, o terreno foi desapropriado pela prefeitura com a condição de se construir nele a sede da administração municipal num prazo de 5 anos.

        Porém o decreto era taxativo, e caso o objetivo não fosse levado a efeito, haveria a reintegração de posse ao antigo proprietário, no caso o Atlético.

        Foi então que um jornalista, advogado e atleticano sabedor da cláusula Francisco José Moreno Neto, procurou um ex presidente do clube, José Ramos Filho, que não só abraçou a causa como arcou com todas as despesas do processo, do próprio bolso.

        Foram mais de 10 anos pra que o clube enfim conseguisse reaver o terreno.

        E o Atlético teve que pagar a prefeitura o valor da desapropriação, corrigido aos valores da época.

      • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

        Grande Alisson Sol,

        É como eu disse, como não tenho conhecimento técnico, emiti minha opinião em cima mesmo do meu “achismo”… rsrs E também não havia pensado no que vc destacou. Todas as suas colocações, as do José Eduardo Barata e a do Regi./Galo/BH têm seus fundamentos. Então eu, vou aprendendo a enxergar e entender melhor, justamente a partir daí.

        Abraços

    • José Eduardo Barata disse:

      Caro CLAYTINHO ,
      algumas “verdades” , alguns “chavões” , pegam que nem
      caxumba .
      Essa história dos títulos acontecerem por conta e obra
      de estádio próprio , é uma delas .
      O Inter é que o diga .
      Pode até acontecer , caso o Coelhão escorregue .
      Mas , deixando a brincadeira de lado , qual “arena” neste
      Brasil varonil projeta uma redenção para seus clubes ?
      Se aqueles mecenas do leste europeu,a turma dos poços
      de petróleo , aparecessem por aqui , quem sabe ?
      Afinal , são capazes de pagar dois estádios por um único
      jogador midiático …
      A depender do torcedor “modinha” do Kalil , que não é
      pobre , sei não .
      Será que sustenta um estádio ?

      • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

        Caro José Eduardo Barata,

        Boas ponderações as suas. Confesso que eu não tinha olhado ainda por esse prisma. Mas ainda assim, leigo que sou, imagino que a “casa própria” faria bem a qualquer time. Claro que isso por si só não é garantia de nada. Mas que eu acho que todo Torcedor gostaria de que seu Clube tivesse um estádio pra chamar de seu, isso eu acho viu… rs

        Abraços

    • Regi.Galo/BH disse:

      Caro Claytinho,
      Muito boas e concisas as suas considerações, mais uma vez.
      São muitos sentimentos e sensações misturadas, sempre a cada passo conquistado por nossas agremiações e a cada vislumbre de projeções futuras.
      Algumas vezes pudemos comprovar o quanto os responsáveis pensaram pelo bem maior do Clube, do Torcedor, do Futebol em si, comprometidos com os valores que a conduta exige.
      Por outras, também pudemos infelizmente comprovar que apenas brincavam, ou brincaram, com a nossa fé e esperança.
      É neste ponto que precisamos considerar como válido o fato de que a razão precisa falar mais alto do que a emoção.

      Os passos atuais, no caso do Galo, além de a ele próprio, vão interferir diretamente no cotidiano do rival, Cruzeiro. Então, não é fora do seu contexto também não.
      Um passo dentro ou fora da linha, pode determinar um caos, de um lado ou de outro, sem dúvidas.
      Os assuntos serão sempre melhor compreendidos quando as manifestações se fizerem presentes.

      Quase sempre tem muito mais ‘tropeços’ debaixo do angú.
      Abraço!

      • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

        Caro Regi.Galo/BH,

        Você e esse seu olhar mais abrangente !! Parabéns !!
        Por essas e outras que eu acabo aprendendo muita coisa por aqui…
        Porque enquanto às vezes eu fico com uma visão limitada ou contaminada por algum teor de rivalidade, você e mais um ou outro vem e me ensina a ter uma visão mais ampla e isenta. Obrigado !!!

        Abraços

        • Regi.Galo/BH disse:

          De forma alguma, meu caro.
          Os Parabéns são seus. Aqui você coordena e dá palestra.

          A mesma paixão que por vezes nos cega é a que também nos faz enxergar.
          Nós podemos ter limites e, ao mesmo tempo, não vamos nos limitar.
          Um dia termina, o outro começa, e os leões não param de avançar.
          Vamos enfrentá-los juntos, mas um de cada vez.
          Abraço!

  • SANDRO MORETTE RIBEIRO disse:

    Ótima semana a todos, eu não vi ninguém aventando a possibilidade do dinheiro do shopping ser confiscado para pagar dívidas!!!

  • Renato César disse:

    A argumentação contrária de maior apelo é a envolvendo o Diamond. Por que perder a “galinha dos ovos de ouro”?

    Bem, o Diamond é o nosso principal ativo. Shopping valiosíssimo que nos permitiu, juntamente com uma reforma administrativa (contábil e tributária), mudar o nosso patamar e passar a ter muito crédito no mercado.

    Porém, o valor de mercado é justamente em função de todo o know-how que a Multiplan tem nesta área e o seu interesse em fazer o negócio ser lucrativo. Se a empresa passa a não ter perspectivas na administração do negócio e o controle fica a cargo do clube, certamente este valor não seria o mesmo. Convenhamos, um clube de futebol ter que trabalhar fora do mercado esportivo não é uma tarefa trivial.

    Esta negociação faz a Multiplan ter ainda mais interesse nos lucros, pois a sua participação aumenta consideravelmente. Por outro lado, o clube troca parte do investimento, passando a ser responsável por fazer um estádio (algo totalmente relacionado ao seu negócio) ser lucrativo.

    Isto sem esquecer que metade do valor de mercado do shopping e, consequentemente, metade dos lucros, ainda entrarão nas contas do Galo.

    Fazendo a estimativa por baixo da receita operacional do estádio, o Galo fica no “0 x 0”, ou seja, não ganha e nem perde receita. Porém, a tendência é que o estádio contribua em resultados positivos dentro de campo, o que, indiretamente, leva a aumento de receitas fora, fortalecendo a marca do clube (vira um círculo vicioso). Por outro lado, sob a administração direta do clube, o Shopping tenderia a ter menos receita.

    Tudo isto é previsão e estimativa. Mas a minha aposta, o meu sentimento, é de que não podemos perder esta oportunidade de jeito nenhum. Então, parabéns ao blogueiro pelo voto que ajudará a elevar ainda mais o nosso clube!

  • Carlos Henrique disse:

    Bacana essa reportagem chico, menino ainda lembro do velho estadio Antonio Carlos
    do lado da av.Olegario maciel atras da aaquibancada tinha, quadras onde joguei pelada
    se vender a metade do SHOPING, 50%250 MILHOES É UMA BOA.
    POIS O ESTADIO PRONTO CUSTARA MAIS DE 400 MILHOES.
    e o Atletico é um clube de futebol, ficara com a metade do SHOPING
    E terá um estadio proprio, com renda de bilheteria, estacionamento, bares 100% do Atletico
    esses mesmo conselheiros, que sao contra, devem ser os mesmo, que
    administraram , o Vila Aqua Park que nao virou
    que sempre estiveram em brigas poliricas, levadas para o lado pessoal
    nunca pensaram, no clube, faziam até oposiçao ao Kalil
    o homem que transformou e modernizou o Atletico.
    o unico presidente , fora Kalil, que conhece futebol
    foi o Paulo Cury, conhece e jogou futebol, mas pessimo administrativamente.
    esse conheci pessoalmente, mas essa oposiçao sao os mesmo
    de sempre, que nunca contribuiram em nada, para melhora do clube.
    somente ataque pessoais,difamaçao, e digo mais
    se tivessem chegado ao poder antes, nem a Cidade do Galo nos teriamos.

    • Jorge moreira disse:

      Paulo Cury aquele do fica ronaldo, aquele que fez um otimo contrato com a cemig(e depois deixou mais uma divida pro clube pagar é me lembro, e tem mais este mesmo Paulo Cury quando diretor de futebol tomou um esculacho do tal dario josé doas santos dizendo que caso não satisfizese as suas vontades financeira ele não jogaria neste clube_) me lembro bem deste nome, pergunta esta mumia ainda existe? espero que este sr já não faça mais parte do Clube

      • Carlos Henrique disse:

        Como disse caro amigo, elePaulo Cury é muito fraco para administrar
        mas como diretor de futebol, daria certo, este Sr, trouxe Tafarell
        conhece e jogou futebol, fez muita besteira, Vila Aqua Park, e e os credores
        viviam na porta do ATLETICO
        se fosse um vice de futebol ou diretor, daria certo, menos mexendo com as finanaças do clube.