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Atlético x Cruzeiro: a história do nosso maior espetáculo vai virar obra literária

Senhoras e senhores, vem coisa boa aí porque o assunto mexe com todo mundo que gosta de futebol e os autores são da prateleira de cima do jornalismo brasileiro. Vale a pena apoiar este projeto.

  • Alexandre Simões – pesquisador de futebol, autor de sete livros do tema, comentarista da rádio Itatiaia e editor do jornal Hoje em Dia.
  • Wallace Graciano – pesquisador de futebol, membro do RSSSF Brasil, repórter do jornal O Tempo e mestre em comunicação, cultura e tecnologias da informação pelo ISCTE-IUL, de Portugal.

 

O projeto

  1. O livro

Atlético e Cruzeiro são responsáveis por uma das maiores rivalidades do país. Essa dualidade pode ser vista nos números dos dois clubes para retratar seus encontros, o que não ocorre em nenhum outro grande clássico do futebol brasileiro. Cada um dos lados possui um critério para considerar o a quantidade de embates entre as partes, como pode ser visto nas tabelas abaixo.

A diferença de 17 jogos pode ser inexpressiva em um contexto macro, ainda mais por expor claramente a rivalidade entre os lados, uma vez que não se chega no acordo nem mesmo quanto aos critérios utilizados. Porém, ela reflete a perda de uma das maiores e mais ricas histórias do futebol brasileiro.

  1. Objetivo da obra

Observando o fenômeno, que é único entre os principais clássicos do país, os autores da pesquisa interessaram-se em achar um denominador comum. Em nenhum momento o interesse é falar que a conta de um ou outro é equivocada, apenas mostrar um outro lado da polêmica através de um denominador comum e contar uma das maiores rivalidades do país, que ainda não foi retratada em nenhuma obra, apesar de merecê-la.

  1. Como foi feito a pesquisa?

O grande entrave da obra é que não houve uniformidade de critérios adotados pelas entidades que regem o futebol durante a história do confronto. Para se ter uma ideia, o futebol chegou a ser disputado no Brasil com 80 minutos de jogo (dois tempos de 40 minutos) até meados da década de 1940, ao contrário dos 90 minutos já exigidos pela Fifa. Conforme passaram-se os anos, essas regras tornaram-se universais.

Por isso, foi preciso estabelecer algumas diretrizes antes de se iniciar a pesquisa. Assim, foram consultadas a Fifa e a CBF para se observar quais os critérios vigentes e aplicados para que um jogo fosse considerado oficial e pesquisadores da história do futebol, que explicaram os contextos históricos de cada período.

A partir desse momento, houve um cruzamento de dados com a lista de cada um dos clubes, além de pesquisas da RSSSF Brasil, Revista Placar, especiais dos principais jornais do Estado, Canto do Galo, Almanaque do Cruzeiro e Enciclopédia do Atlético.

Com a lista de jogos “controversos”, iniciou-se, posteriormente, uma pesquisa na Hemeroteca do Estado de Minas Gerais para conferir as regras aplicadas no período. Assim, chegou-se a um número final de jogos.

O próximo encontro entre as equipes está marcado para 4 de março de 2018, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro.

  1. Interesse do público

A última pesquisa feita no Brasil, a Lance/Ibope, de 2014, aponta que, juntos, Atlético e Cruzeiro possuem quase 12,54 milhões de torcedores em todo o Brasil (ou 6,6% da população). Porém, bem além dos números absolutos, a rivalidade entre os dois lados está no imaginário daqueles que são apaixonados pelo futebol. Segundo a mesma pesquisa, em Minas Gerais, os dois clubes possuem, juntos, 84% dos torcedores.

Não à toa, Atlético e Cruzeiro exploram essa paixão através da venda de mais de 900 produtos licenciados em 25 lojas oficiais. Entre os quais, está o mercado editorial. Nos últimos três anos, 13 obras licenciadas pelos dois clubes foram lançadas, todas com tiragens acima de 1.000 exemplares.

A ideia é produzir uma série de três livros, numerando os clássicos, as efemérides e contar os principais fatos da maior rivalidade do Estado e uma das maiores do planeta, que fazem do encontro das torcidas nas arquibancadas o maior espetáculo que Minas Gerais pode oferecer.

  1. Por que fazer um financiamento coletivo?

Porque o livro já está pronto, mas, infelizmente, não temos as mesmas condições financeiras que os clubes. Precisamos pedir a ajuda para custear as despesas de revisão, diagramação, projeto gráfico, a comissão do Catarse e, principalmente, a impressão dos 2.000 exemplares.

  1. “E o que eu ganho com isso?”.

Uma obra que consiga retratar todos os clássicos da história do maior embate do futebol mineiro, inclusive os polêmicos. Este livro será o pontapé inicial para o lançamento de futuras obras, que retratarão histórias curiosas encontradas ao longo da pesquisa.

Se você curtiu o projeto e quer conhecer melhor a história de um dos principais clássicos do planeta, sua contribuição é imprescindível e essa é a forma disso tudo acontecer.

E não se preocupe. Caso a meta estipulada não seja atingida, seu dinheiro será devolvido na íntegra.

Colabore com o valor que puder, escolhendo sua recompensa ao lado e divulgando a campanha aos amigos.

Sobre os autores da pesquisa:

  • Alexandre Simões – pesquisador de futebol, autor de sete livros do tema, comentarista da rádio Itatiaia e editor do jornal Hoje em Dia.
  • Wallace Graciano – pesquisador de futebol, membro do RSSSF Brasil, repórter do jornal O Tempo e mestre em comunicação, cultura e tecnologias da informação pelo ISCTE-IUL, de Portugal.

Orçamento

IMPRESSÃO 50%

PROJETO GRÁFICO 15%

ENVIO 12%

RECOMPENSAS 10%

CATARSE 13%

https://www.catarse.me/atleticoxcruzeiro?ref=facebook&utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=project_share_insights


Comentários:
74
  • humberto disse:

    Infelizmente para o galo, entra presidente sai presidente e os caras continuam rasgando dinheiro e apequenando uma torcida gigantesca. Tenho saudades do galo da era mineirão, em que a torcida do galo lotava o estádio, nos clássicos o dividia meio a meio, era maravilhoso. Desde 2012 jogando no indepa, fico imaginando o quanto de milhões que deixaram de vir para os cofres do clube, por causa da burrice e teimosia de diretorias. Daqui a pouco teremos o clássico pelo mineiro, e mais uma vez o galo vai perder muito dinheiro e torcida pois no indepa só cabe 20 mil. Em tempos de grana curta isso não é tiro no pé, é pior, é tiro na cabeça.

    • Carlos Henrique disse:

      Tanto menino querendo ver os jogos do Atletico e nao pode
      dizem que o Mineirao tem 19 datas, que é do estado
      e nao da Minas Arena , se estiver errado, alguem me corrija.
      O Atletico tem que jogar no Independência correto.
      Mas tem que jogar no mineirao, principalmente campeonato brasileiro.
      Além de encher o Mineirao, é mais que o dobro do Independência, de publico.
      E outra , vai mais gente, mais crianças que estao doidas para ver o Galo.
      No Independência nao dá
      Nao vi ainda o posicionamento, sobre isso da nova diretoria.
      Um time de Massa , como é conhecido o Galo.
      Nao pode so jogar , num estadio para 20 mil pessoas.
      Com o Mineirao cheio, e estudando quais jogos seriam la
      O Atletico so tem a ganhar.
      ex.Atletico x Flamengo no Mineirao
      Atletico x Palmeiras
      Agora Atletico x Ceara Independência
      Atletico x Parana Independência

      • Luiz ibirite disse:

        Carlos se permitir, tinha (acho q ainda tem) uma turma q defendia q o indepa da mais lucro q jogar no mineirão, bom não sou analista de números, mas, como é pitaco, vejo q deixar de jogar no mineirão tem um prejuízo imensurável q são os futuros torcedores, a médio/longo prazo, não é q pra torcer precisa necessariamente ir ao estádio, porém o estádio ajuda o clube na promoção de muitas coisas!

  • Regi.Galo/BH disse:

    Hoje é Sábado, dia de filosofar.

    Estive caminhando hoje de manhã pelo Bairro de Lourdes e me deparei com uma cena que me deixou naquele momento muito pensativo. Ali, no cantinho da rua, estava postada uma tabuleta, muito bem escrita, onde nela continha a seguinte afirmação:

    – Não existe Fred grátis!!!

    Depois de um tempo, como se aproximava o horário do almoço, contei meu dinheiro e decidi então tomar um Chopp, tranquilamente!

  • José Eduardo Barata disse:

    Conta a história que o Djalma Dias , “marrento” que era ,
    no seu primeiro jogo no Mineirão deu a maior bronca na
    Ademg , pois ao subir os degraus para o campo viu que
    era cimento puro , e aquilo era um perigo para o jogador
    que poderia escorregar e ter uma lesão qualquer .
    Na partida seguinte já “tava tudo emborrachado ………
    É o que contam .
    Vai-se saber !!!!!

    • Helio Antonio Corrêa disse:

      BARATA
      É , ele seria bem capaz disso mesmo.
      Marrento como ele era.
      Fui seu vizinho, ele morava na Floresta , na rua Macedo, e até para andar , desfilava com aquela máscara toda que ele tinha, mas era um baita de um jogador

      • jorgemoreira disse:

        Eu nesta epoca frequentava um bar na rua curvelo( Apesar de não beber nada ficava só no refri) e vez ou outra deparava com o Djalma Dias, ele com certeza era maior do que a mascara(desculpe mas pqp) que sujeito nojento)mascarado ,chato, este ai tinha certeza que era maior futebolisticamente que o Péle sabe eu moro no bairro Silveira e sempre que passo na esquina de rua macedo c/rua salinas me lembro daquela figura na porta do prédio mascarado nemmmmmmmmmmm

        • Helio Antonio Corrêa disse:

          JORGEMOREIRA
          Sabe, ele na verdade, fazia era tipo.
          Meu pai tinha farmácia na rua Jacui, e ele era fregues dela juntamente com sua familia, quando ele ia lá, ele era afável,cordato, só que marrento, andava como se estivesse desfilando, mas não era má pessoa nao.
          E tem mais, era um baita jogador. clássico, elegante, foi um dos grandes zagueiros que passou por aqui, durou pouco, mas jogava muito.
          Ganhei dele muitos ingressos de tribuna para os jogos do meio de semana, eram aquelas cadeiras com estofados cor de areia. não sei se vc. se lembra disso.?
          ia a jogos do Vila,América,Cruzeiro e até do Atletico, deve ser por isso, que me lembro de quase todo jogador dessa epoca

          • Helio Antonio Corrêa disse:

            JORGEMOREIRA
            Por certo, ja devemos ter nos cruzados por estas bandas mesmo.
            Também frequentei e muito o CHOUPANA, na rua Curvelo, vc. se lembra do bloco BOCA BRANCA, ? pois é , sou desta epoca. tempos muito bons.
            Um abraço amigo.

          • jorgemoreira disse:

            Mas que parecia ser mascarado, parecia, o filho dele tinha um toque refinado ao jogar futebol, talvés tenhamos sido contemporaneos da floresta fim dos anos 60 o bar que falei era o antigo chopana da rua curvelo, lugar de muitas saudades e porque não lembrar dos blocos caricatos e a batalha de confetes na antiga floresta hem

  • Regi.Galo/BH disse:

    Qual o tipo de postura que deveriam assumir os orientadores tático e técnico da equipe do Galo?

    Penso que não podemos descambar novamente para aquele oba-oba de torcida que, ultimamente, tem contaminado a equipe. Um monte de chutões da defesa, aquela correria desenfreada, ou aquela chuva de cruzamentos, tudo sem a devida articulação das jogadas entre as linhas de marcação adversárias.

    Portanto, deixo algumas reflexões que venho remoendo desde a vinda do Oswaldo, que mesmo nos salvando, creio que precisaria intensificar maior atenção nestas ‘pendências recorrentes’. Quero reiterar que o técnico precisa muito evitar que a torcida queira (ou passe à) controlar a estratégia emocional do time. Nós temos é que ter vistas em otimizar e valorizar melhor a nossa posse da bola e o controle emocional durante todo o jogo. Ei-las:

    * A falta de qualidade no controle da posse de bola na ocasião de saída de jogo da defesa:
    Generalizando, o sistema defensivo já não vêm demonstrando qualidade para botar a bola no chão há tempos. Não estão sendo capazes de sofrer e administrar a pressão, não demonstram ter qualidade na troca de passes e ainda ficam reféns da inconstância dos responsáveis da frente pela articulação das jogadas e retenção da posse de bola. Não demonstram capacidade de conseguir trocar passes rápidos e geram muito pânico e perda de confiança durante a partida. E tome ansiedade e gritaria!

    * A própria articulação em si:
    A ausência de um centralizador das jogadas, alguém com capacidade e constância para controlar a velocidade, o tempo e o ritmo do jogo, é exatamente o ponto chave da questão. Como disse, a equipe está esbarrando na sua própria incapacidade de jogar entre as linhas dos adversários e demonstra pouca efetividade em conseguir minar a estratégia defensiva dos oponentes. Assim, se torna pouco efetivo no controle do jogo e acaba lateralizado demais as jogadas. Por consequência, fica distante da zona de DESCONFORTO adversária. Se tornando pouco versáteis e muito previsíveis, os jogadores acabam atraindo mais ainda a carga negativa das arquibancadas. Sem conseguir dominar o centro do tabuleiro, será preciso inventar atalhos e, assim, terminam facilitando a vida da equipe rival e incendiando a ira dos mais afoitos.

    * A sinergia e o controle da tempestuosidade da própria torcida:
    Por fim, mesmo que este não seja um tema técnico-tático, penso que um trabalho didático, dinâmico e sinérgico com a torcida não faria mal algum. O que teriam a perder se unificassem a estratégia do jogo com a força que tem a massa Atleticana? Em que pese, em grande maioria (eu me incluo) os torcedores não entendem bem a dinâmica de um jogo e não conseguem assimilar bem a hora certa de apoiar em defender ou apoiar em atacar. Daí acabam desintegrando o próprio poder da equipe em querer surpreender o time adversário. Um trabalho em conjunto time-torcida só viria à somar. Imagine você, um comportamento coordenado entre torcida e time, um trabalho ritmado e marcado por conversações mútuas, sinalizações, controle emocional dentro e fora de campo. Insisto, penso que poderia ser muito proveitoso e saudável para ambos. Bem, se não fizer bem, mal também não fará! Investir na formação das pessoas nunca poderá ser considerado esforço em vão.

  • Helio Antonio Corrêa disse:

    Oi pessoal
    Ninguem vai falar quem era o juiz não?
    Seria o Helio Cosso? ou o Angelo Santiago?
    Será que até nas homenagens do passado esqueceremos deste pessoal que também é parte do espetáculo? Eles nos fazem muita raiva , é verdade, mas sem eles, nao teriamos a grande festa, concordam?

  • Márcio Amorim disse:

    Bom dia a todos
    caro Chico
    Em tempos bicudos, uma sessão nostalgia dessas tem um imenso valor. Tenho pena de torcedores americanos que não viram Tostão, Éder, Amaury, Jair Bala, Ronaldo Luiz, Palhinha, Dirceu Alves (Dirceu Alves-Rivelino), (…); tenho pena de atleticanos que não viram Cerezzo, Reinaldo, ou de cruzeirenses que não viram Tostão, Dirceu, Piazza, Zé Carlos (o polivalente). Claro que entre muitos outros.
    Do meu lado, tenho visto Renan Oliveira, Juninho, Ernandes, Felipe Amorim, enquanto outros veem… Bem! não é da minha conta.
    Seria um ótimo dia para o Chico cutucar opiniões sobre o jogo de amanhã. Sinto-me fora de foco, quando leio que o torcedor americano terá de desembolsar 100/50 reais para assistir ao jogo. Se você olhar acima, para a sessão nostalgia, você perguntará espantado: É um assalto? Sei, também, que me dirão: você estará levando o dinheiro e se expondo à extorsão. Ao que eu responderei: Eu? Não! Estou fora! Bom dia!
    Abraços!

  • José Eduardo Barata disse:

    ATENÇÃO
    Queiram , por gentileza , dar uma olhada nas
    arquibancadas e gerais do Mineirão .
    Era assim , pouca gente no estádio ……coisa aí
    de 80/100 mil PAGANTES, comprando ingresso
    nas bilheterias do estádio , na HORA do jogo .
    SEM A GLOBO PARA ENCHER A PACIÊNCIA,
    dizendo que 15/20 mil pagantes , hoje , é casa
    cheia .

  • Raul Otávio da Silva Pereira disse:

    Belíssima iniciativa.
    Certamente todo mundo tem um causo para contar que envolve esse jogo.
    Me lembro de um lance que me fez gelar a espinha, eu estava no Mineirão nesse dia – Raul com a bola nas duas mãos, para fazer a reposição em jogo, ficou provocando Dario, esticando a bola na frente dele. Dadá tirou a bola com a cabeça, driblou Raul e fez o gol.
    Felizmente o juiz anulou; ia ser uma vergonha daquelas para nosotros cruzeirenses. Mas na verdade, nunca entendi bem o motivo. Não consigo ver até hoje irregularidade no lance.

  • Ed Diogo disse:

    O grande José Eduardo Barata apesar de eu ser americano de nascimento pois meu pai era sócio do América na alameda Ezequiel Dias não deixava quando jovem de assistir a bons jogos de outros times.Concordo com você pois tivemos a felicidade de ver em plena forma a categoria de um Nelinho Evaldo Oldair Jair Bala Pedro Omar o famoso xerife Vander e muitos outros mais.Fomos privilegiados por podermos ver um futebol gloumoroso de paixão onde éramos adversários não inimigos onde tínhamos orgulho de dizer para qual time torcíamos

    • José Eduardo Barata disse:

      ED DIOGO ,
      e não nos esqueçamos de Hilton Chaves , Amaury Horta ,
      Ari , Zé Horta , Caldeira , o meu primo Julinho que jogou
      com Mosquito e Samuel e uma penca de grandes atletas
      do alviverde ….Deca Campeão !

  • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

    E agora José ???

    https://globoesporte.globo.com/mg/futebol/noticia/jurista-que-analisa-caso-fred-em-tribunal-da-cbf-e-ex-diretor-do-atletico-mg.ghtml

    Será que esse Jurista também não deveria ele próprio se manifestar impedido de participar deste caso, pelas razões expostas na matéria ??

    Essa semana foi debatido aqui mesmo no Blog, se um advogado que tem cargo nas categorias de base do Cruzeiro, poderia ou não participar do julgamento do Luan, do América, E esse mesmo advogado se pronunciou como estando impedido para atuar.

    Espero que as opiniões não mudem agora, só porque mudou a camisa do time…

  • Alisson Sol disse:

    Calma lá! Dois jornalistas, com enorme número de contatos na área da imprensa, não conseguem uma editora sequer para publicar seu livro. Sendo que eles mesmos afirmam que o mercado de produtos sobre os dois clubes é enorme, com 13 obras licenciadas lançadas nos últimos 3 anos!

    Estranho, muito estranho…

  • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

    Caso parecido com o do Jornalista demitido do Sportv…

    https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/cruzeiro/2018/02/02/noticia_cruzeiro,455860/thiago-scuro-critica-gestao-atual-do-cruzeiro-errado-dando-certo.shtml

    Mas se o Scuro percebeu isso ainda como contratado do Clube, por que cargas d´água ele não entregou o cargo tão logo identificou uma filosofia errada, diferente da que ele julga ser a correta ?? Porque talvez seja melhor garantir o emprego e o alto salário, do que ser ético e fiel às suas convicções ?? Ahhhhh boooommmmm…

    • Alisson Sol disse:

      Li a matéria e não vi nada demais.
      Ele disse que foi contratado e não lhe foi dado um direcionamento claro.
      Minha experiência é a seguinte: no Brasil, diretor-executivo ainda é “dirigido”, e tem menos autonomia do que atendente de supermercado nos EUA.

      Ele mostrou mais a falta de experiência do que ‘falou mal do clube’. Afinal, o fato de que a administração anterior cometeu vários erros em contratações é de domínio público. Inclusive em várias contratações feitas por ele mesmo.

      • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

        Grande Alisson Sol,

        O que eu ponderei não foi nem o fato de “falar mal” do ex-Clube, até porque o que muitos de nós pode entender como “falar mal”, de repente pode ser “falar a verdade”…
        O eu questiono, é ele ter se sujeitado então à “coisas erradas” e só agora sair falando. No meu ponto de vista, se ele fosse ético e um profissional que não abrisse não da sua filosofia de trabalho, tão logo identificasse qualquer irregularidade que lhe fosse imposta e que ele não pudesse impedir, que entregasse o cargo naquele momento.

        Abraços

    • Regi.Galo/BH disse:

      Nobre Claytinho,
      Falamos sobre o mesmo ponto de vista, apenas em posts diferentes.
      Na minha opinião, até coloquei um questionamento ético sobre o assunto. No caso, se estivéssemos nos referindo à um cargo de baixo escalão, ainda encontraríamos ‘justificativas’ talvez plausíveis para sequer discutirmos tantas necessidades de exposição das dificuldades encontradas. Mas, espera aí! Vindo de um representante do cargo de Diretor- Executivo? Ainda, com os, no mínimo, questionáveis exemplos que por fim considera atribuir?
      – Por favor, nos poupe!!!

      O que poderia se tornar um 10 em conhecimento de conteúdo ou competência, se tornou um 01 em auto-promoção e ou marketing pessoal. Quem consideraria um profissional tão limitado e tão pouco solidário (para não dizer outra coisa)?

      Será que são os ares de Sampa, fazendo a cabeça (e a pobreza de espírito) do distinto rapaz?
      Abraço!

      • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

        Grande Regi.Galo/BH,

        Realmente, percebi que vc abordou esse mesmo assunto e basicamente com a mesma visão que a minha, em outro tópico.

        É o que eu costumo falar para meus filhos… Não adianta muito a pessoa formar, se entupir de diplomas, se ela não tiver o básico e simples que pode vir de berço, que é a arte de saber lidar e tratar as pessoas, sem acepção por classe social, guardando consigo valores negociáveis como gratidão, caráter, educação, respeito, humildade e honra. Pois, sem esses pilares, a pessoa pode ser o que for ou ter o diploma que for, que ela sempre vai revelar a sua verdadeira cara.

        Abraços

  • Helio Antonio Corrêa disse:

    BARATA
    Quem é o jogador que está entre Vaguinho e Dario?
    Este é o unico que não identifiquei.

    • José Eduardo Barata disse:

      HELIO ,
      não me lembrava também , mas o Beto me socorreu;
      Carlinhos é o nome da fera.

      • jorgemoreira disse:

        É Barata as suas fontes são mais confiaveis do que a minha memoria, agora estou me lembrando o Dario veio como contrapeso deste Carlinhos, Carlinho que me lembro bem não era ruim de bola agora pergunte aos Deusis do futebola mistica dos contrapesos que deram certo, que eu me lembre no Galo este foi mais um, o Carlinhos sumiu e o Dario foi até campeão do mundo, além de ter marcado o gol do titulo e até hoje se manter na midia pelo gol que fez, o silencio é preciso meu caro Barata, eu deveria ter ficado na minha certo

        • José Eduardo Barata disse:

          JORGE ,
          falando do Beto Arantes , ainda , ele continua
          lá no Recreativo , presidente do Conselho .
          Gente fina demais da conta .
          Quanto ao salão , o maior time que vi jogar foi
          o do Viajantes , antigo nome do Recreativo .
          A formação :
          Roosewelt, Piau, Ziza, Beto e Dinho (Spencer).
          Ziza , o Valadares .
          Dinho , irmão do Beto .

          • jorgemoreira disse:

            Podem atá nos chamar de saudosistas mas não há como esquecer, estas lendas do futebol de salão,
            estou imaginando este time jogando hoje hem, com certeza estariam todos milhonários com o futebol e a habilidade com que jogavam não sei se voçê concorda mas que este time jogava facil nú quanto ao clube dos viajantes meu Deus as festas eram muito boas, os visitantes só não podiam pegar as meninas do bairro se nãokkkkkkkk descer a Grão Mogol correndo quantas vezeskkkkk

        • José Eduardo Barata disse:

          Falar em Ronaldo , há muito tempo não o vejo .
          Sumiu das caminhadas .

        • José Eduardo Barata disse:

          De forma alguma , JORGE MOREIRA , ficar calado
          por qual motivo ?
          Quanto às fontes , tenho a chance de sempre estar com
          o Beto Arantes , Spencer , gente com quem troquei alguns
          passes , o Nelinho apenas como fã mas que nunca se negou
          a trocar algumas figurinhas , com Ronaldo , o primeiro jogador
          tricampeão brasileiro em sequência , enfim , vai-se conversando
          sobre futebol à moda antiga e sempre relembrando feitos notáveis .
          Ah ! , e sem lateralidades , entrelinhas e cardumes .

          • jorgemoreira disse:

            Barata voçê citou o nome do Beto Arantes, no fim do futebol de salão hoje futsal(no meu jeito de ver piorou ficou feio, uma correria, falta de habilidade,assisto mai não gosto) eu sempre ia ao Clube Recreativo Mineiro assistir alguns jogos e por vezes me encontrava com o Beto, uma pessoa formidavél, humilde, e como ele fez parte de uma geração de jogadores diferentes que eu vi jogar as vezes trocava ideias com ele sempre humilde atencioso com quem se dispuzece a conversar um pouco com ele, epoca do Antonio José treinador do bom time de futebol de salão do Recreativo, e por isto que eu me lembro de grandes times que voçê já escreveu anteriormente, o Beto tinha um filho que as pessoas o chamavam de Betinho e que jogava muito, mas menos que o pai é claro, bons tempo hem

    • jorgemoreira disse:

      Se voçê me permite responder este ai é o Laci, e posso te dizer que jogou muito, ele é da mesma geração do Beto Arantes, que tambem jogou muito, este time só não foi campeão porque tinha um timaço, a segunda academia do futebol Brasileiro

      • Helio Antonio Corrêa disse:

        JORGEMOREIRA
        Vc. nao precisa de permissão para entrar no papo e dar pitacos, será sempre bem vindo, faça como o amigo BARATA.
        Mas acho que vc. enganou, eu trabalhei em um banco e o LACYR era boy lá, e este não se parece com ele.
        Segundo o Barata, este da foto é um tal CARLINHOS, mas sinceramente eu não me lembro dele não, e olha que do futebol do passado eu modestia à parte, lembro de muita gente.
        Abração amigo.

        • jorgemoreira disse:

          Eu tambem me lembro de muitas coisas só que as vezes sou traido pelo DNA, data de nascimento avançadakkkkkkk, que bom que o amigo muito respeitosamente entendeu

      • José Eduardo Barata disse:

        JORGE ,
        segundo ainda o Beto Arantes , que me socorreu ,
        o Carlinhos veio com o Dario , e na verdade era
        a principal contratação .
        Como é a vida , não é mesmo ?

        • jorgemoreira disse:

          Foi com a humildade de sempre que busquei me retratar em um post acima, realmente o Dario veio de contrapeso do Carlinhos, futebol tem cada historia hemmmmm

          • Helio Antonio Corrêa disse:

            JORGEMOREIRA
            A memoria “FAIA” mesmo, veja , eu que me considero um entendido dessa turma do passado, nem me lembrava que o Dario tinha vindo de contra peso,e que este Carlinhos era o jogador pprincipal.
            Estes nossos bate papos, também serve para ativar a memoria.

          • Helio Antonio Corrêa disse:

            JORGEMOREIRA
            A memoria “FAIA” mesmo, veja , eu que me considero um entendido dessa turma do passado, nem me lembrava que o Dario tinha vindo de contra peso,e que este Carlinhos era o jogador pprincipal.
            Estes nossos bate papos, também serve para ativar a memoria.

      • José Eduardo Barata disse:

        JORGE MOREIRA ,
        desculpe , mas não é o Lacy não .
        É Carlinhos.

  • Silvio T disse:

    O galo tem um histórico de belíssimos uniformes ao longo do tempo. É uma alegria rever não só os jogadores que construíram a mística da equipe como também os mantos que usaram. E dá sempre vontade de chorar rever o velho Mineirão e pensar no que fizeram com ele. Sugestão para os autores dos livros. Estabeleçam um preço para os mesmos e garantam os e exemplares para quem participar, no mínimo, com essa quantia. Digamos que o preço de cada um seja 80 reais. Se eu participar com 240 saberei que vou ter os meus exemplares quando forem lançados.

  • Pablo Oliveira disse:

    O Chico sem dúvida nosso maior clássico e um dos maiores do Brasil.
    Por falar nele, existe marketing no Atlético?? se existe como explicar vender um clássico desses super motivado por pífios 160 mil.
    Era jogo para Mineirão lotado, torcida meio a meio, mais de 3 milhões em renda indo para o cofre do Galo.
    RASGOU DINHEIRO!!

  • jorgemoreira disse:

    Coisas do futebol, quem nasceu na Cachoerinha, Parque Riachuelo, Aparecida, deve se lembrar no meio da decada de 60 quando haviam campos de varzea, campo dos times Cachoerinha,textil, além paraiba, e outros tantos havia um jogador, butineiro,porreteiro chamado José Francisco ruimmmmmmmmmmmdemaise e eis que a estrela deste jogador brilhou não como José Francisco mas sim como Morais mas o fato da estrela dele ter brilhado não como o nome de batismo , mas sim como Morais ele jamais deixou as suas origens futebolisticas que era sim de dar p..da,arrebentar com tornozelos,e porque não joelhos de muitos promissores jogadores de varzea daquela região, mais uma das historias do futebol de varzea de um jogador de mediano pra ruim na varzea a campeão da libertadores historiasque conto ao meu sobrinho e ele não acredita

  • J.B.CRUZ disse:

    A Primeira Foto ao Alto, é um Jogo De 1.981 (0 X 0), Onde NELINHO Observa GERALDÃO Segurando REINALDO..Eu Estava Lá….Apesar do Empate sem gols; foi um Excelente Clássico com Jogadas Maravilhosas e Eletrizantes.. Melhor do que Muitos Jogos de 1 x 0, 2 x 0 de Hoje em Dia…

  • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

    Mudando um pouco de assunto…

    E o Valdívia hein ?? Já vai ??
    Quando ele veio, teve gente que comentou aqui no Blog todo empolgado, falando até em “chapéu” no Dr. Gilvan na ocasião… rs

    Mas se há uma coisa que eu tenho, é olho clínico pra jogador fraco ou lero-lero viu… rs Raramente me engano…

    Quem é mais antigo do Blog sabe da implicância que eu tinha com aquele tal de Pedro Ken… Quem ??? rsrs O cara nem é tão velho, mas eu acho que ninguém aqui ( sem fazer busca no Google, claro… ) sabe por onde ele anda… Fraquíssimo !!

    E mais recentemente, o “menino Élber”… Falo que é fraco desde que subiu da base para o profissional, mas ainda assim conseguiu enganar no Cruzeiro por vários anos.

    Caso parecido com esse Valdívia… Fraco, limitado…. Jogador que teve um ou dois lampejos e que de repente contou com alguma boa vontade de parte da mídia, mas não adianta, não vinga mesmo… O engraçado é que nem o Internacional tá aceitando a devolução dessa mer….cadoria… kkkkkkkkkk

    • Geraldo Magalhães disse:

      Que foi chapéu foi, agora se deu certo ou não é outra coisa. A zoeira é no presente e os atleticanos zoaram sim, agora é sua vez, realmente não deu certo. Contratação contestada por muitos aqui também!

      • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

        Caro Geraldo Magalhães,

        Considerando a possibilidade do Dr. Gilvan ter sequer cogitado essa possibilidade, avaliando por esse prisma, na ocasião poder-se-os ter sido considerado um chapéu sim.

        Porém, tudo que eu falo aqui eu falo é por mim, a minha opinião. E como na ocasião eu comentei aqui sobre o que achava desse jogador, o tempo só comprovou que eu estava certo. Raramente erro com jogador fraco ou lero-lero.

        Abraços

  • RODRIGO COUTO disse:

    Ops esquecerem de dizer ai que o poster do Cruzeiro ai. é do Primeiro Campeão Brasileiro de Minas Gerais, em cima do Santos de Pelé!!!

  • Claytinho do Nova Vista - BH disse:

    Boa iniciativa e tomara que vá adiante.
    Tudo que puder ser feito pra preservar nossa história, sempre será importante. Em se tratando dessa rivalidade Mineira então, nem se fala… Mesmo que cada Torcedor vá interpretar sempre com aquela tendência de puxar a sardinha mais para o seu lado, destacando os pontos que lhe favoreça. Mas é justamente isso que fomenta todo esse universo que gira em torno do futebol.

  • José Eduardo Barata disse:

    Ô gente ,
    quero crer que muitos aqui não tenham tido a felicidade
    de ver esses esquadrões aí das fotos em campo , com
    todo o esplendor que um jogo de bola pode proporcionar.
    Vocês não podem imaginar o que esses caras jogavam ,
    a emoção que cada lance provocava nas arquibancadas
    em êxtase !!!!

    • Carlos Henrique disse:

      Por favor Barata, embaixo agaxados
      deste time do Galo
      Estao Vaguinho…..Dario Oldair e Tiao
      em cima identifico Grapete, parece Mussula ou é o Renato
      Humberto, Vanderlei o ultimo Cincunegui
      é isso mesmo alguns nao sei
      mas nao é o time de 1971
      Obrigado

    • J.B.CRUZ disse:

      CARO JOSÉ EDUARDO BARATA:
      Só Nós Colegas do Blog Que é Daquele Tempo; Onde o Futebol INCRÍVEL, FANTÁSTICO, MARAVILHOSO, Desfilou Grandes GÊNIOS, CRAQUES, REIS e PRÍNCIPES DO FUTEBOL, Pode Descrever Através Da Memória….Desde 1.983, Não Frequento Mais Estádios de Futebol, Mas Através da Telinha dos Canais Esportivos da T.V. Fechada, Não Perco Uma Partida, Seja que Dia e Hora For…
      O FUTEBOL De Hoje. Mudou Muito Depois que se Tornou Profissão; Onde o AMOR A CAMISA; A PAIXÃO AVASSALADORA, que Tomava Conta de Nossos Corações, Arrefeceu, e, Já Até Admite Algumas Mediocridades Como idolos”…
      Temos Que Nos Contentar Com Alguns Títulos Conquistados a ”Peso de Ouro” Pela ”Boa Vontade de Nossos ”Craques Atuais”..
      Ficou a PAIXÃO E AMOR Em Nossos Corações Pelo AMOR A CAMISA (MANTO SAGRADO), Dentro de NOSSOS CORAÇÕES….

      CRUZEIRO SEMPRE !!!!

      • José Eduardo Barata disse:

        J.B.CRUZ ,
        pergunto a você , e também ao HÉLIO :
        qual zaga “bateu” mais ?
        Brito/Fontana ou Darci/Morais ?

        • Helio Antonio Corrêa disse:

          AMIGO BARATA
          Sobre quem bateu mais
          BRITO/FONTANA ou MORAES/DARCI MENEZES?
          Claro que vc. sabe a resposta né amigao,? ninguem no futebol brasileiro bateu mais que Brito/Fontana, isto é histórico, acho que até somos injustos com o Darcy Menzes, ele não era violento, ha de fato este episódio dele com o Reinaldo,(do soco) mas via de regra, ele jogava na bola, diferente do Moraes.
          Acho inclusive, que o Darcy batia muito menos por exemplo que o marcio Gugu ou Marcio Paulada, é que dar um soco daqueles num classico, visto pelo Brasil inteiro, fica a marca, mas ele não era violento não.
          Até penso que se fossemos formar o Cruzeiro ideal, ele só perderia para a dupla PROCOPIO/PERFUMO, acho que naturalmente ele seria do segundo escalao , poderia ser DARCY/BITO por exemplo.
          E lembremos pois, que é ele o titular absoluto da nossa zaga na primeira Liberta.
          Era baixinho, mais tinha uma enorme impulsão, eximio batedor de penaltes ,
          Foi um ótimo jogador .
          Valeu amigo, acho que respondi a sua pergunta.

          • José Eduardo Barata disse:

            HÉLIO ,
            isoladamente , Moraes era pancada pura .
            Assim como Márcio Gugu , vulgo Paulada .
            Mas Brito e Fontana formavam uma dupla
            da pesada , mormente pelo fato de que o
            Fontana , com aquela pinta de galã , num
            primeiro momento não assustava muito ,
            mas com a bola rolando , meudeusdoceu!

    • Helio Antonio Corrêa disse:

      O BARATA
      Vc. se lembra que o clássico era assunto de uma semana antes e ia até o outro domingo?
      As resenhas em bares , ruas e nas rádios Guarani ,Inconfidência e Itatiaia? durava quase 15 dias.
      Era bom demais da conta.

    • Helio Antonio Corrêa disse:

      O BARATA
      Vc. se lembra que o clássico era assunto de uma semana antes e ia até o outro domingo?
      As resenhas em bares , ruas e nas rádios Guarani ,Inconfidência e Itatiaia? durava quase 15 dias.
      Era bom demais da conta.

  • José Eduardo Barata disse:

    Esse Morais ? E o Darci ?
    Alguém aí se lembra do soco que o Reinaldo levou
    lá no meio de campo ?
    No saguão do Mineirão antigo esta foto era destaque.

    • Helio Antonio Corrêa disse:

      O Barata
      O soco foi pelo Darci Menezes, todos estranharam porque o Darci era um cavalheiro.
      Vc;. se recorda do Reinaldo chorando na beirada do campo enquanto era atendido pelo Belmiro?

      • José Eduardo Barata disse:

        Helio ,
        linha do meio campo , pela direita , Reinaldo já driblava
        pra dentro e o Darci ainda vinha .
        No meio do caminho pegou logo uma “porrada” na cara
        do Baby Craque , como única alternativa .

  • Márcio Luiz disse:

    Esse Morais TENTANDO marcar o REI era diversão garantida pra nós em todos os clássicos em que os dois jogavam.

    • Isael Souza disse:

      Na foto aparece Marcelo oliveira, Reinaldo, Morais e Nelinho

    • José Eduardo Barata disse:

      Esse Morais ?

      • Márcio Luiz disse:

        Sim, esse Morais.
        Na minha linguagem coloquial de futebol “esse” Morais aí da foto (se não era ele, era algum sósia), era um cabeça de bagre, nível Danilo (o novo “Ângelo”). Que só parava o REI na base da porrada e da deslealdade.
        A diferença é que o Danilo só espanca a pobre da bola.

        Na linguagem catedrática, este “back” (já falecido) que aparece na foto e que respondia pela alcunha de Morais, tomava um baile do então garoto REInaldo em TODOS os jogos em que os dois atuavam.