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Chico Fala #3: histórias de Bernard e Bruno Henrique

 

No início da carreira do Bernard, pude dar minha parcela de contribuição para ajudá-lo no caminho da bola. Mas a coisa não é fácil e os nossos clubes insistem em desperdiçar talentos locais. A história do Bruno Henrique é um bom exemplo: o garoto esteve na base do Cruzeiro, que nem chegou a avaliar o seu talento… No terceiro episódio do Chico Fala, eu conto um pouco mais sobre isso tudo!

 

Veja também:

Chico Fala #1: Pelé

Chico Fala #2: Minas Esporte

 

 


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Comentários:
8
  • Paulo Aguiar de Rezende disse:

    Excelente trabalho Chico, Na imprensa também é a mesma coisa : Muito Jornalista bom sendo marginalizado e muito incompetente sendo âncora dos principais veículos . Esses diretores de futebol alienígenas do futebol atual estão acabando com o esporte e dando prejuízos enormes aos Clubes. Tenho imensas saudades do Marcelo Guzela e do Carmine Furlete que eram diretores raízes .

  • Marcão de Varginha disse:

    A diretoria vai até no exterior pra trazer alguns supostos “reforços” que provam não ter condições de trajar o smoking alvinegro, e deixam Brunos Henriques escaparem nis vais dos dedos.. vá entender!
    – #benecyeternomito

  • Eduardo Silva disse:

    Chico, boa noite,

    Sobre o aproveitamento dos jogadores das categorias de base nos clubes, eu acredito que os dirigentes e técnicos não tem coragem e paciência pra colocar os garotos da base nos times principais, com raras exceções no futebol brasileiro.

    Os técnicos jogam por resultados imediatissimos porque se perder 3 partidas seguidas, já estão na corda bamba e começa a pressão da imprensa, torcida e diretoria, nessa ordem que escrevi, dai eles se escoram nos jogadores mais rodados e veteranos.

    E os dirigentes o motivo principal é que há uma maior facilidade em “pegar uns por fora’ nas negociações com empresários e patrocinadores nas compras e vendas de jogadores, se é que me entende. Tem um rapaz ai que acha que eles ganham dinheiro com venda de terceira camisa…kkkk sabe de nada, inocente!

    Um fato que me chamou muita atenção ultimamente, foi a vinda por empréstimo do Papagaio do Palmeiras para o Mineiro de Vespasiano, jogador saído da base do Porco e veio pra ficar na vitrine, para depois ser negociado, assim como fizeram com o Roger Guedes, ou seja, se apequenaram com essas negociações.

    Fora que sinceramente, um cara com a alcunha de Papagaio alguém acha que vai dar certo na vida? Hoje tá lá no Goias, reserva do He Man… sem comentários! Quem rir, morre…kkk Agora tem o Bruninho e o Marquinhos, esse que apesar das “gordurinhas localizadas” vamos ver se vai vingar!

    O Cruzeiro deu sorte com o Cacá, Fabricio Bruno e Ederson, todos tem correspondido e não tarda no fim do ano passam eles em uma boa grana e ai veremos que o clube fica com 10%, o Sup. BH com 45% e o restante com outro “empresário oculto”, nada de novo!.

    O Bernard, o menino que tem alegria nas pernas, segundo o Felipão, no meu modo de vista foi super valorizado, jogador mediano porque se fosse melhorzim já estaria em algum time de ponta da Europa, daqui uns dois, treis anos vai bater nas portas de Vespasiano pedindo pra voltar, pra se aposentar com juras de amor ao seu clube do coração e com uma merreca de 800 mil por mês, escreva ai…

    Você como “olheiro” desse caso do Bernard, deveria ter ganho uma comissão do clube quando ele foi vendido pra ucrânia, coisa de uns 2 milhões de reais ficaria de bom tamanho, além da camisa com dedicatória pela sua sapiência.

    Parabéns!

    • Juliano Salvador disse:

      Fábio Júnior, Marcelo Ramos, Giovane, Lucas Silva e muitos outros, que não fizeram nada lá fora. Os Perrelas ficaram tão famosos na venda de enganadores, que, por fim precisavam da intervenção de Juan Figer pra vender atletas. Vocês foi quem mais venderam “bondes” para o exterior. Papagaio pelo menos jogou algumas partidas e o Latorre? O Farias também foi outra excelente contratação azulina. E o Ábila que foi devolvido por falta de pagamento? O Fake ai senta no rabo pra falar mal dos outros!

  • Horacio disse:

    Pois é, concordo em gênero número e grau, estas divisões de base estão devendo, e muito, aos clubes e ao futebol.
    Os casos do Bernard e Bruno Henrique são sintomas do problema, o certo é que os clubes não estão revelando nem para as suas necessidades.
    O Galo começou o ano sem ter, entre os ‘titulares, nenhum jogador revelado na base. Se contar 5 entre os jogadores do elenco profissional vai ter muito.
    Tendo que comprar todos os profissionais vai pagar muito caro, jogador bom quer ir é para o exterior, ou vai pegar sobra. E sobra cara porque é empresário de jogador é quem coloca preço e não o clube.
    Querer sanear finanças deste jeito é enxugar gelo. Jogador corre o risco de não se adaptar, não dá certo como estilo do técnico (que muda a cada 4 meses), com a cidade, com o grupo, não cai nas graças da torcida etc.
    Resumindo se continuar com política de só comprar jogador pronto nunca vai sanear nada e nunca vai ter time campeão de p. nenhuma.
    Parte disto se deve também a torcida que nunca tem paciência com os garotos. Bastam dois ou três jogos e o cara não presta, não serve é ruim, que um cabra destes nunca poderia… blá blabá… blá blabá.. hajá!!
    E bom jogador quer ir é para time que vai aproveitá-lo. Basta ver o Santos, é um time ‘médio’ mas é o que mais revela bons jogadores. Revela porque os meninos são aproveitados, ainda sub-20, nos times principais. Convenhamos, ‘amadurecer’ jogador na reserva, sem jogar, é limitar o potencial do jogador.
    Você sendo um bom jogador no ‘dente de leite’ iria para um time que dá mais chance aos jovens ou para um time onde só tem lugar jogador que ‘decide’ e que já está na 3ª dentição?
    Aqui predomina, entre a torcida, parte da imprensa também estimula isto, a mentalidade dos reforços, contratações de peso, do jogador que ‘decide’, que, tirando o Ronaldinho, só deu xabú e torrou dinheiro.
    Não sei se vamos aprender, mas fazer 20 vezes a mesma coisa esperando resultado diferente é a definição de maluco. De técnico já trocamos 10… os resultados continuam os mesmos.

  • Guilherme Gonçalves Costa disse:

    Parabens, Chico!!!! Muito legais as histórias que você tem contado nos seus vídeos. Gostei muito. Me faz lembrar o Minas Esportes. Você tem boa desenvoltura na frente da câmera. Carry on…..

  • Alisson Sol disse:

    O Bernard foi vendido bem, mas é mais uma destas grandes “despesas estranhas” dos países da esfera soviética onde se descobriu petróleo. Não esqueçamos que esteve o tempo inteiro em campo no 7×1.

    Outra coisa: o Bruno Henrique é fogo de palha. Está tendo uma grande temporada, mas vai durar mais um ano, e provavelmente não chega na próxima copa. Que ninguém se engane. É, como bem definiu o Mano Menezes em entrevista recente, um outro “Borja”. É ver o caso do próprio Arrascaeta e Cezares: se jogassem com regularidade, já estariam na Europa!

  • Mauricio Souza - bairro Serrano disse:

    Chico, em 1995 levei um garoto de Vitoria ES, para fazer penerada no Galo com o falecido Irineu, um lateral forte, veloz e com idade de 15 mas corpo de 20, forte mesmo e bom no arranque e de bola, o Irineu mandou eu levar para a Vila Olimpica e falar com o Perci, o presidente era o Paulo Kuri, chegando lá o Perci disse que o grupo dele estava fechado e me pediu para ir falar com o Indio lá na Lagoa do Nado, o Indio me disse a mesma coisa. Fui falar com o Carlos Cruz (ex Diário da Tarde, meu amigo) e ele me pediu para levar ele para mostrar para o Alves (ex Galo) ele estava no América lá no Vale Verde, chegando lá o Alves nem olhou mas disse que sendo o Carlos Cruz que mandou, poderia dar uma olhada mas em janeiro, pois o grupo já estava fechado, mas pelo menos ele me deu um cartão de um cara lá de Londrina, liguei para o cara e enviei o rapaz para lá, de lá ele foi para Portugal, no Famalicão, hoje ele vive em Jacareipé e tem um prédio de 4 andares na beira da praia onde mora e aluga os outros aptos. Já parou de jogar bola.