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Olha o José Roberto Wright aí, gente!!!

O Brasil é farto de histórias mal explicadas, mal contadas, injustiças e impunidades. Dizia Tom Jobim que não é um país para “principiantes”. No futebol então, nem se fala. O Raws Miranda viu essas cenas e veio refrescar a nossa memória, sobre uma das figuras mais estranhas do futebol brasileiro. Que por incrível que pareça, chegou a ocupar recentemente o cargo de ouvidor da CBF.

Vale a pena acessar o link sugerido pelo Raws:

* “Pedindo licença para sair do tema nesse meu comentário, depois de tantos anos, ou eu não vi essa matéria ou não me lembrava.
Esse “ba…o” deu a mesma justificativa desse assalto com relação ao roubo histórico do Serra Dourada.
Talvez ele morra ou nós morreremos sem vê-lo pagar por seus atos, mas tenho certeza que ele de alguma forma pagará.
https://twitter.com/sem_firulas/status/1362534283706040321?s=19


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Comentários:
19
  • Marcão de Varginha disse:

    Para delírio dos eternos coniventes (e arrogantes, vaidosos, avarentos, acéfalos…) celestes, o Galo não possui mais títulos brasileiros graças à arranjos extra-campo, pois, nem sempre foi incompetência, falta de planejamento, azar, regulamento… mas dias melhores virão!
    – Só para quem sabe ler: um título brasileiro, porém, sem quaisquer indícios de manipulação..
    – #benecyeternomito

  • Silvio T disse:

    Nada muda nesse país enraizado na corrupção. O G1 abre manchete sobre a preocupação do mengão com a arbitragem contra o inter. Kkkkkkkkkk

  • Julio Cesar disse:

    Se o ” juiz rouba um time” mostra primeiro traço de personalidade dele. Também do torcedor que é a capacidade de se indignar.
    Ora, o time não venceu “tais” jogos e isso não dá o direito do “,juiz” usar daquela caracteristica de sua personalidade e prejudicar um time.
    Então discordo da teoria. É só opinião contrária.
    Kalil disse que “futebol é uma coisa importante dentre as menos importantes”.
    Talvez por isso o inglês não tenha se indignado tanto.
    Porque já se indignou (há muito tempo) com coisa mais importante e tem a nação que é hoje.
    Inclusive no futebol!

  • Geraldo Magalhães disse:

    É sempre assim, quando é erro em desfavor do Galo tem sempre um “se” da oposição. Quando é contra eles, choram o tempo inteiro! Todo torcedor com mais de 50 anos de idade, sabe que por “n” motivos o Galo é persona non grata na cbf. Só nós atleticanos sabemos o quanto fomos garfados dentro de campo e quantas manobras foram feitas nos corredores para nos tirar liderança.

  • Carlos Henrique disse:

    Mudei de b.h. para o sul de Minas com 13 anos
    em 1971, ia aos jogos do Galo
    Em 1981 eu na frente da tv fiquei P.
    quando ele começou a expulsar os jogadores do Atletico
    o cara foi apitar o jogo e foi com a delegaçao do Flamengo
    nao tenho apreço nehum por essa instituiçsao, nao por seus torcedores
    meu Sogro era Flamenguista
    mas gente boa demais
    Mas o clube me da nojo
    coisa que nao tenho, pelo rival em Minas
    e vendo entrevistas o cara é torcedor do Fluminense
    mas carioca, Ferj, CbF, TUDO CONTRIBUIU
    mIDIA A rede globo era Flamengo
    tudo contribuiu
    se nao fosse o Wright seria outro
    como Jose Assis Aragao
    que expulsou Reinaldo em 1980depois de empatar
    o jogo2x2 em 1980
    eo Rei estava baleado andando em campo
    como casei com carioca e asvezes ia ao Rio
    e conversava sobre futebol com os cariocas
    as pesoas que viram aquele jogo
    digo flamenguistas
    tinham um enorme respeito por Reinaldo
    todo Flamenguista mais velho respeita demais Reinaldo
    mas a verdade tambem é que aquele time do Flamengo
    era melhor que o do Galo
    o Galo era o segundo time do Brasil
    o time do Flamengo era ótimo
    e ainda a arbitragem ajudava
    Gente se nao fosse o Jose Roberto Wrigth
    seria outro a roubar o Galo

  • Alisson Sol disse:

    O problema é que se misturam as coisas demais no Brasil. Existe uma palavra muito utilizada no mundo de negócios no exterior (“conflation“) que tem uma tradução muito pouco utilizada no Brasil: conflação).

    Existe no Brasil a conflação entre diversos conceitos. O sujeito vê que o juiz errou em uma partida. E vamos assumir um erro indiscutível. Pode ser um erro contra ou que beneficia seu time. Pode ter sido um erro intencional ou não. Pode ter sido um erro que causou alteração no resultado da partida ou não. Fazer a “conflação” de que “meu time perdeu porque um juiz mal-intencionado roubou” mostra mais sobre a personalidade da pessoa do que sobre o fato em si.

    Talvez o que mais mostra a diferença de atitude é o seguinte. Em 1986, Maradona fez um gol de mão em uma Copa do Mundo. Nunca encontrei um Inglês que, apesar de revoltado com a atitude de Maradona, atribua o erro a um juiz subornado. A maioria inclusive diz que o time teve lances suficientes para vencer a partida e perdeu por incompetência. Ver a serenidade de pessoas que aceitam o esporte que inventaram como o que é, um esporte, chega a ser emocionante.

    Eu assisti este jogo do Atlético-MG contra o Flamengo na época. Achei que o juiz cometeu erros. Mas as pessoas parece que se esqueçem que tal partida não precisaria ter ocorrido se o Atlético-MG tivesse vencido Cerro Portenho ou Olimpia em um dos jogos que empatou. Também não ocorreria se tivesse vencido o Flamengo em uma das duas vezes anteriores. E, por fim, não ocorreria com as regras da Libertadores em anos posteriores, pois o Flamengo tinha melhor saldo de gols. Por algum motivo, o Atlético-MG entrou em uma partida que devia estar grato de ter a oportunidade de disputar totalmente nervoso. Se serve de consolação: se não fosse a história desta partida, o Atlético-MG nem seria citado no famoso livro de Luke Dempsey com história dos 101 Maiores Clubes do Mundo.

    • Raws disse:

      Alisson, nessa discordo totalmente de sua colocação.
      Daquela época não existe um detalhe que me passou despercebido e eu sempre separei as coisas. Se tivesse um árbitro honesto em campo, mas pela qualidade do Flamengo, só isso não era garantia de que venceríamos. Só que esse papo de “nervosismo” foi a única desculpa do infeliz e dos jogadores do time carioca para defender o indefensável. O time entrou mordido em Goiânia e começou voando em campo. Quando veio a expulsão “latrocida” de Reinaldo, lógico que outros jogadores ficaram nervosos. Inclusive Telê comentou o jogo na emissora e falou exatamente isso. Tirar Reinaldo de campo foi estratégico, nem precisava expulsar outros. Naquele momento o bandido classificou o Flamengo.
      Agora, achar vários outros motivos para ter evitado aquela partida é fato comum no futebol. Em todos os times quando não vencem, você achará centenas de “se”.
      Deixarei meu “se” registrado.
      SE aquele pilantra não tivesse operado o Galo, ele não teria conseguido o emprego na Globo e nem a bajulação da CBF.
      Seria um ex árbitro esquecido como a maioria.

      • Alisson Sol disse:

        Raws,

        Vamos ter de concordar em discordar. A falta que o Reinaldo fez em 1981 era para expulsão. O José Roberto Wright não apitou bem esta partida. Chega a ser ridículo ele tentando obrigar um goleiro a se levantar no final. Mas, se você coloca aquela falta do Reinaldo em um “deep fake sem as camisas de clubes, verá que 99% dos torcedores que observarem o lance vão dizer: tem de ser expulsão direto. E eu fico espantado sobre como ninguém fala sobre a irresponsabilidade do Reinaldo de fazer aquela falta! Ele até sai andando depois do lance sem reclamar, pois sabe o que fez…

        Eu até vi recentemente uma conversa dos dois (Zico e Reinaldo), e falam sobre a falta. O Reinaldo brinca que não foi uma falta, foi uma “obstrução“. Mas sabe que chamar aquela falta de “normal” só mesmo de brincadeira. Os dois evitam ir à sério no tema, e isto é uma pena. Alimentam assim uma polêmica que já devia ter sido resolvida há tempos.

        As pessoas que realmente gostam de futebol sabem que estes casos são criados pelos que não querem limpar o meio. Diminui o Atlético-MG que seguidas diretorias, jogadores e a “imprensa amiga” sustentem esta balela de “time perseguido”. A reputação de “mau perdedor” é uma das piores que pode perseguir um esportista. Não há shopping, estádio, pirâmide ou mesmo títulos que resolva isto!

        • Raws disse:

          Alissson, talvez esse seja o ponto de maior discordância.
          Na época as regras eram diferentes(segue link). Mas mesmo se não fossem, você imaginaria a inversão no lance, começo de partida, Zico dá carrinho em Reinaldo, você acreditaria na expulsão?
          Tive uma lanchonete/bar, 21 anos perto da FMF. Quase todos os árbitros frequentavam meu comércio, para dar 2 exemplos, o veterano Maurílio José Santiago e também Márcio Resende no início. Conversava com os que eu tinha mais liberdade, nenhum concordava com a expulsão, e olha que eles não falavam qual time torciam.
          https://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk07039823.htm

          • Alisson Sol disse:

            Caro Raws,

            O futebol sempre teve uma regra de que “agressão” dá direito ao cartão vermelho diretamente. Não é preciso uma regra explícita para dizer que se Reinaldo pegar uma raquete de tênis e bater no Zico em campo, é expulsão. Se Reinaldo pegar um bastão de beisebol e bater no Zico, é expulsão. Se Reinaldo decidir praticar Judô em campo, é expulsão. Basta o “agressão gera expulsão”.

            Você é claramente um torcedor apaixonado, e isto eu respeito muito. Mas, antes de ser também um torcedor, apesar de por um clube diferente, eu também sou um esportista. Não posso aceitar que a violência gratuita seja aceita no esporte. Talvez por isto eu não goste de boxe e outros esportes semelhantes (apesar de respeitar quem goste).

            Atleticanos reclamando de prejuízo na final do Brasileiro de 1980, em especial da expulsão de Reinaldo naquela partida (link) tem minha concordância e apoio. Já “passar a mão na cabeça” de Reinaldo por decidir agredir um adversário em uma partida importante: vamos concordar em discordar…

  • Maikel disse:

    A série Doutor Castor escancara como sempre funcionou (e funciona) a arbitragem no futebol brasileiro. De forma aberta foi mostrado que além de ter feito um grande time, o Bangu (e se aplica a maioria dos times sabidamente ajudados pela arbitragem no Brasil – Corinthians, Flamengo, Flu, etc.) comprava arbitragem, possibiitando seus jogadores sentarem o cacete no adversário, a não marcação de pênaltis ou faltas, a não aplicação de cartões, invenção de pênaltis, expulsões inexplicáveis, e por ai vai. Árbitros e jogadores confessando que os primeiros recebiam benesses, bebidas, dinheiro, facilitaçoes de todos os tipos, e inclusive com a participação da federação do Rio. A resposta dada pelo Wright dias depois daquele jogo do Bangu enoja qlq pessoa (ele diz que ainda q desse o pênalti, tinha jogadores do Bangu q amarelavam e, com ctz, nao fariam o gol), demonstrando um lado vil da sociedade que revolta qlq pessoa. Fomos e somos prejudicados até hoje. O jeito é montar times fortes e sobrar nos campeonatos, pq se ficar apertado a balança pende sempre pro lado dos paulistas e cariocas. Além disso, tem as pequenas maracutuais (remarca um jogo con data mto espaçada, e em seguida marca os jogos bem próximos, o q aconteceu com o Galo várias vezes nesse brasileiro). Dificil torcer assim, mas é a realidade.

  • Wander santos disse:

    Eu estava lá junto com o saudoso Jonas Conti. Transmitimos este jogo para a Rádio Educadora de Coronel Fabriciano- Vale do Aço, em 1981. Foi uma loucura desse ladrão José Roberto Rato. Foi tudo armado para colocar o Flamengo na final.
    [

  • Juca da Floresta disse:

    Estão comentando em off por Belo Horizonte que tem um repórter que cobre o Atlético numa rádio famosa de BH que está de mudança para Marselha na França, dizem que ele se acostumou tanto com Sampaoli que não consegue mais ficar longe. kkk

  • Geraldo Lopes disse:

    Não foi só ele não tem outros ai que sempre lascaram com o Galo. Chicão quando veio jogar no Galo disse que trouxe um bilhete do presidente da FPF para o árbitro e assim ele, Neca e Dario Pereira desceram o cacete no time do Galo. Ângelo que o diga! E aquele da semi final contra o Coritiba, que a bola entrou meio metro dentro do gol e o cara não deu o gol. Teve o outro que se tornou comentarista, que não viu o lateral direito do Curingão Índio arrastar a bola com a mão dentro da área pequena e não deu nada. Ah, vou parar por aqui, como diz Milton Neves, Galo; o time mais prejudicado por arbitragens do futebol brasileiro.

  • J.B.CRUZ disse:

    Assisti esse Jogo pela T.V. , que rendeu ‘causos’; e algumas Verdades, contadas depois, até por jogadores do ‘galo na Época….

  • roberto rosa aladias disse:

    um dia esse canalha ira pagar ou ja esta pagando ninguem sabe ne lad saf