Blog do Chico Maia

Acompanhe o Chico

Com vitória, estreia de Vanderlei Luxemburgo no Cruzeiro em 2021 foi semelhante à de Luiz Felipe Scolari em 2020

Ambas no Sul do país. A diferença básica é que Felipão pegou o time na 17ª rodada e Vanderlei na 16ª. Confira a memória eletrônica do jornal Hoje em Dia e do Globoesporte.com:

* “Felipão – 20 de outubro de 2020

O técnico Luiz Felipe Scolari estreou com o pé direito no Cruzeiro, pois a equipe mineira derrotou o Operário-PR por 1 a 0, nesta terça-feira (20), em jogo válido pela 17ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

Gramado de Brusque 1 x 2 da pior qualidade 

Em partida realizada no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa (Paraná), a Raposa triunfou graças a um gol do atacante Arthur Caíke aos 39 minutos do segundo tempo.

Este foi um resultado importante para a equipe de Felipão, que chegou aos 16 pontos, subindo para a 17ª posição (ainda dentro da zona do rebaixamento).

https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2020-10/serie-b-felipao-estreia-com-vitoria-no-cruzeiro

***

A estreia de Vanderlei Luxemburgo no Cruzeiro foi com vitória. Neste sábado (7), a Raposa visitou o Brusque, em Santa Catarina, e após sair atrás no placar, pressionou e conseguiu arrancar uma virada por 2 a 1, em jogo válido pela 16ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O time estrelado encerrou com estilo a sequência de nove partidas sem vitória, ao bater um adversário que estava invicto há cinco duelos.

O Cruzeiro tentava o gol, que não vinha, e quando parecia que o time chegaria ao 10º jogo seguido sem vitória, brilhou a estrela de Luxemburgo com as suas modificações. Aos 41min, Claudinho fez boa jogada e tocou para Felipe Augusto empatar. Apenas dois minutos depois, Giovanni arriscou de longe e foi premiado com o gol da virada de uma importante vitória celeste, que tirou o time da zona de rebaixamento.

Com novo ânimo após a importante vitória, o Cruzeiro agora vai se preparar para o próximo duelo, contra o Vitória, no Mineirão, nesta quarta-feira (11), às 19h (de Brasília).

https://www.hojeemdia.com.br/esportes/cruzeiro-vira-no-fim-vence-brusque-na-estreia-de-luxemburgo-e-sai-do-z-4-da-s%C3%A9rie-b-1.849218


Deixe uma resposta para Marcão de Varginha Cancelar resposta

Comentários:
4
  • Julio Cesar disse:

    Vi simpatizante de Pirangi quase chorando! Parecia que já conseguiu o quarto lugar!
    Ou não tinha ido pra C.
    Kkkkkkkkkkkk ! Não tem preço !!
    Ops! Parece que tem preço pelo menos pra uns que tão cobrando 330 milhões nesse imbróglio do Dedé !

  • Marcão de Varginha disse:

    A saída de Luxa poderá ser tal qual a de Felipão, com direito à juras de amor e confiança até vencer o prazo do acordo firmado quando na rescisão de contrato para recebimento de salários atrasados…
    – #benecyeternomito

  • Eduardo Silva disse:

    Chico, boa noite,

    Quando chega um treinador novo em qualquer equipe, ocorre uma expectativa. um estimulo a jogadores reservas e titulares querendo mostrar serviço para continuar no time, então é uma situação positiva, mas que não sabemos quantas rodadas irá durar.

    O Luxa tem essa característica de motivar, xingar, falar frases de efeito, mexer com o brio dos caras, virou até uma coisa caricata, sua língua “plesa”, serve até de chacotas, mas tem tempo que não engata uma passagem duradoura e vencedora em nenhuma equipe.

    Na verdade, futebol competitivo se faz com um “negosso” chamado dinheiro e SEM dinheiro pra formar um elenco de qualidade os clubes só ganham regionais, nem beiram Brasileirão, Copa do Brasil e muito menos Libertadores.

    Então a mágica é espremer os caras o máximo que puder, pra ver se rendem alguma coisa, se consegue formar uma coisa mais próxima de futebol competitivo, senão vai continuar ai nesse perde e ganha, beirando a zona da confusão, porque o elenco tá cheio de pé de rato, não adianta criar expectativa em cima desses tanga-frouxas.

    Com a aprovação do SAF, da Lei do Clube-Empresa, vamos ver se as coisas vão tomar um novo rumo, porque sem dinheiro, cheio de dívidas batendo a porta, clube saqueado financeiramente, vai continuar sangrando até fechar as portas, para alegria das minorias sofredoras.

    Agora SE conseguir um investidor e conseguirem colocar o trem azul nos trilhos de novo, eu acho que vem mais forte e vai ser mais impiedoso com os locais e adjacências do país, Tô avisando!

    Boa sorte Pofexô.

  • Alisson Sol disse:

    No Cruzeiro, o “efeito técnico novo” deu certo. Tudo bem que o Professor Luxa realmente fez algumas boas substituições. Mas, em termos de jogo e oportunidades, o time foi pior do que na última partida. Como futebol é um esporte de resultados e não de performance, o que fica para a História é a vitória.

    Achei interessante a entrevista do Luxemburgo após a partida. Realmente continua sendo um dos poucos técnicos que “vê a mesma partida que o torcedor”. E parece estar mais respeitoso com a imprensa, mesmo quando não concorda com as observações. Se isto continuar, está no bom caminho. Resta saber se, como ele mesmo citou, a melhor contratação do clube vai continuar: o salário em dia!

    Gostaria apenas de fazer um “jabuti” sobre a cobertura das Olimpíadas no Brasil. Desculpem se é uma análise errônea de alguém que só vê a cobertura depois dos eventos (já que a Globo e outras emissoras não podem transmitir qualquer sinal ao vivo para o exterior). A transmissão brasileira está tentando copiar a transmissão americana e “personificar” a transmissão, mesmo quando fala de esportes em grupo. Só que, como em muitos outros casos, levam a transmissão para um lado que mostra que “não entenderam” bem. Por exemplo: a transmissão do futebol nos EUA foca na Megan Rapinoe não porque ela é lésbica mas sim porque ela tem personalidade forte e dá entrevistas que vão além do “repeteco”. Antes, por exemplo, focavam na ex-goleira, a Hope Solo, também pela personalidade e opiniões além do futebol, mesmo ela não sendo lésbica. No Brasil, fica parecendo que ao invés de “vai lá e entrevistem quem der as declarações mais relevantes, ainda que o atleta seja homosexual” pegaram só a parte “vai lá e entrevistem quem… seja homosexual“. Até eu, que sou extremamente liberal, acho que estão exagerando na dose! E nem vou entrar na questão racial, pois aí exageram o exagerado! Alguém precisa explicar aos jornalistas brasileiros que ninguém foca na Simone Biles pela cor. É devido aos resultados como atleta mesmo! O mesmo para a Allyson Felix, que é uma “Diplomata do Esporte” e escreveu um famoso editorial no NY Times sobre a discriminação das mulheres no esporte ao ficarem grávidas.

    Outra coisa: a transmissão dos “esportes olímpicos” nos EUA não some depois das Olimpíadas e reaparece 4 anos depois. É algo contínuo, com a ESPN transmitindo campeonatos juvenis, nacionais, panamericano, mundiais, seletivas olímpicas, etc. Não há uma bajulação do atleta que conseguiu medalha durante dois meses, e depois que se vire para conseguir patrocínio, palestras e promoções, enquanto a TV passa os próximos 3 anos e meio entrevistando “famosos de reality shows“.