Blog do Chico Maia

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Imagem do dia: contra o Flamengo a confirmação da volta por cima do Luxemburgo

Clip É Uma Partida de Futebol

Futebol e rock sempre combinaram. Nesta foto, Samuel Rosa e Vanderlei Luxemburgo tocando juntos, tendo como testemunhas o saudosíssimo jornalista Oldemário Touguinhó (direita) (do também saudoso Jornal do Brasil), Candinho (na época, auxiliar técnico), o centroavante Ronaldo “Fenômeno”, ainda magrelo e o preparador físico Marcos Teixeira.

Estas fotos foram feitas por mim durante a Copa América de 1999, disputada no Paraguai. Foi no hotel Bourbon, onde a seleção brasileira ficou hospedada em Foz do Iguaçu nas fases iniciais. Coincidentemente a banda Skank estava lá também e tinha show na cidade. Aí rolou um encontro e até canja do Samuel Rosa e cia., com a comissão técnica da seleção e jornalistas.

O baterista Henrique Portugal (esq.), Samuel, um fã, Vanderlei e Candinho

Nessa maltratada foto, à esquerda do Samuel, está o locutor Silvio Luiz (da Band na época), eu (de boné) e o Henrique Portugal, além de outros hóspedes do hotel

Vanderlei Luxemburgo estava no auge entre os treinadores brasileiros e foi campeão da competição sem maiores dificuldades. Venceu o Uruguai na final por 3 a 0, em Assunção, dois gols de Rivaldo e um do Ronaldo. Aquela Copa América ficou marcada pelo surgimento do Ronaldinho Gaúcho, lançado pelo Vanderlei contra a Venezuela. Entrou no lugar do Alex e fez um dos gols na goleada de 7 a 0. O treinador caiu na seleção ao ser eliminado por Camarões na primeira fase da Olimpíada de Sydney no ano seguinte, mas a carreira continuou em alta, com destaque para a passagem pelo Cruzeiro, ganhando tudo em 2003, chegando ao ápice em 2005 ao ser contratado pelo Real Madri, onde não obteve sucesso. Entrou em baixa e muitos da imprensa diziam que ele não conseguiria mais emprego nos maiores clubes do país. Ledo engano. Pegou o Vasco na zona do rebaixamento deste Brasileiro, elenco fraco, mas conseguiu arrumar a casa e colocar o time para brigar na parte de cima da tabela. O grande jogo contra o Flamengo ontem, 4 a 4, foi um prêmio à luta dele para voltar a ter o trabalho reconhecido.

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Racismo no futebol: quando a radicalização pode dar certo e servir como exemplo

O Atlético reagiu bem contra a injúria praticada pela dupla racista infeliz, não só com a nota pública de repúdio, mas também excluindo-a dos quadros de sócio-torcedor Galo na Veia. Na vida, todo radicalismo é questionável, mas o Santos, que andou vivendo situações semelhantes, se cansou das reincidências e radicalizou, em função do caso mais recente. Foi em outubro, depois que o Thiago, do Ceará, deu entrevistas denunciando que o volante Fabinho fora vítima da imbecilidade de torcedores na Vila Belmiro, porém não percebida pela arbitragem nem imprensa. Ocorrência nem registrada na súmula do jogo. O Santos soltou a seguinte nota: @SantosFC “Se você é racista, preconceituoso ou xenófobo, por favor não compareça aos jogos do Santos FC, não seja sócio-rei e não use nossos produtos oficiais. Melhor ainda: deixe de torcer para o Santos. Você não merece esse clube e não é bem-vindo em nossa casa. Nossa arquibancada é espaço para quase todos: temos santistas de todas as raças, idades, origens, moradores de todas as partes do Brasil, gêneros, diferentes posições políticas, opções, gostos e credos. Só não temos espaço para preconceituosos”.


Racismo é por falta de educação formal e familiar que impera no Brasil desde os tempos da colônia

Não tenho a menor dúvida de que a impunidade é a maior responsável pela absurda repetição de crimes no Brasil, especialmente nos estádios. Eu que sou ligado ao futebol desde criança já me cansei de ver, falar e escrever a respeito. Repetitiva e lamentavelmente. E a raiz de tudo é a falta de educação formal e familiar que impera no Brasil, desde os tempos da colônia. Mesmo graduado em Direito e Jornalismo só passei a entender em profundidade o comportamento do mineiro e do brasileiro, depois de ler a trilogia do Laurentino Gomes, 1808/1822/1889. Todo mundo deveria ler. No 1889 ele deu uma importante pincelada sobre a escravidão, emocionante, que arranca lágrimas até no cidadão menos sensível. Lançou mês passado “Escravidão”, primeiro volume de uma nova trilogia, que já adquiri e vou devorar semana que vem, quando estarei de férias.

Neste último clássico no Mineirão tivemos mais um caso de covardia discriminatória, em que dois irmãos externaram o seu racismo contra um segurança. O que mais lamento na história toda é que a vítima já perdoou o a agressão em entrevistas, ontem, antes mesmo dos infelizes pedirem desculpas ou se entenderem com a justiça. Ora, ora! Enquanto não tivermos exemplos de punição à altura para crimes como este, não teremos um paradeiro nisso. No Brasil vivemos a cultura do “coitadinho”, incentivada por grande parte da imprensa. Desde criança aprendi com meus pais que sou responsável pelos meus atos e que tenho que enfrentar as consequências do que faço.

Criminoso de qualquer ordem precisa pagar pelo crime para que o exemplo desestimule potenciais marginais de seguir o mesmo caminho. Em 2014 o goleiro Aranha, do Santos na época, foi vítima em Porto Alegre num jogo contra o Grêmio pela Copa do Brasil, e agiu de forma exemplar. Denunciou o fato e esperou que a torcedora agressora enfrentasse as consequências, para só depois, falar em perdão a ela:

– Vai ter de pagar. Queriam que eu desse o perdão sem ela me pedir desculpas. Acompanhei todo o caso, os amigos dela mostraram que ela não é racista, mas ela sumiu, deletou perfis das redes sociais, não falou com ninguém. Demorou muito tempo para tomar uma atitude. Pelo menos (a polêmica) ajudou a causa (contra o racismo). Como cristão, como ser humano, precisava do pedido dela para desculpar. Isso não quer dizer que eu não quero que a justiça seja feita. Ela errou, tem as consequências – disse o goleiro, disse o goleiro em entrevistas.

Ela perdeu o emprego, encarou o processo judicial, passou um aperto danado. Duvido que repita o ato, mas outros repetiram e repetem Brasil e mundo afora, como estes dois, domingo no Mineirão. Precisam pagar pelo que fizeram e que a punição a eles seja mostrada ao máximo, para que outros fiquem intimidados a agir como eles agiram.

Se não for assim, o Eduardo Silva Gomes, comentarista aqui do blog, continuará tendo razão no que ele escreveu: “Brasileiros são todos iguais, julgam, mas cometem os mesmos erros. Os que julgam hoje, são os delituosos de amanhã. Arremessador de garrafas e injúrias racistas vão existir sempre. Hoje, foco dos noticiários, amanhã ninguém mais se lembra e outros casos virão. Lembram da torcedora do Grêmio? Lembram da torcedora do Inter? Lembram do caso Tinga? Agora surgiram os casos Balotelli e Tyson. E tudo continua como antes no quartel…”

Recomendo a todos, especialmente a estes dois flagrados em racismo no Mineirão, que leiam com muita atenção à nova obra do Laurentino Gomes. 


Imagem do dia: Homenagem aos 80 anos da Associação Mineira de Cronistas Esportivos – AMCE

O presidente Luiz Carlos Gomes, entre o presidente da FMF, Adriano Aro (esquerda) e o Diretor Superintendente do Mercado Central, Luiz Carlos Braga.

Ela foi fundada em 25 de julho de 1939 e durante todo este 2019 tem sido alvo de homenagens das mais importantes instituições de Minas Gerais. As fotos que ilustram este post, por exemplo, foram feitas pelo Osmar Ladeia, no Mercado Central, tradicional ponto de referência mineiro e de jornalistas de todo o estado, que ofereceu uma recepção à entidade em setembro. Semana passada houve uma sessão especial da Assembleia Legislativa, cuja cobertura fotográfica pode ser vista num dos links ao fim do post.

Ex-presidente Afonso Celso Raso, repórter Almir Roberto, presidente da FMF, Adriano Aro e o Flávio Anselmo, ex-presidente, meu eterno chefe. 

Tenho a honra de pertencer ao quadro de associados da AMCE desde os 16 anos de idade. Uma escola, de vida e da profissão. Sou muitíssimo grato a todos os companheiros, da velha guarda e atuais. Do presidente que assinou a minha ficha de filiação, Erasmo Ângelo, ao atual, passando pelo Orlando José, Flávio Anselmo, Luiz Carlos Alves, Dirceu Pereira, Alberto Decat, Osvaldo Nobre, Afonso Alberto, Waldir de Castro e Carlos Cruz.

Ex-presidentes, Carlos Cruz (esquerda) e Orlando José com o atual, Luiz Carlos Gomes. 

O atual comandante é o Luiz Carlos Gomes, amigo de longa data, com quem tive o prazer de trabalhar e aprender muito na Rádio Jornal de Minas (hoje Rádio América). Uma das pessoas mais queridas e respeitadas do nosso meio. A história e o dia a dia da AMCE podem ser conferidos no site da entidade:

https://amce.org.br/

As fotos do Osmar Ladeia:

https://www.facebook.com/AMCE-Associa%C3%A7%C3%A3o-Mineira-de-Cronistas-Esportivos-245255275572308/

 

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Depois da grande vitória em Cuiabá, América liga secador esta noite

Sempre surpreendendo, para cima e para baixo, o América voltou a ser empolgante ao vencer o Cuiabá por 2 a 0 na abertura da 35a rodada do campeonato. Na enquete com a torcida sobre o melhor em campo, deu Matheusinho, de novo, com 56%, seguido pelo Juninho, 22%, Júnior Viçosa 14% e Lucas Kal 8%. Terceiro lugar na classificação, e torcendo esta noite para o Oeste em casa contra o Atlético-GO, para o Brasil também em casa contra o Coritiba, Vitória em Salvador contra o CRB, São Bento contra o Paraná em Curitiba e Bragatino contra o Operário em Ponta Grossa.

P

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

Bragantino

68

34

20

8

6

59

25

34

2

Sport

60

34

15

15

4

45

28

17

3

América-MG

55

35

15

10

10

38

31

7

4

Coritiba

54

34

14

12

8

42

33

9

5

Atlético-GO

54

34

13

15

6

37

27

10

6

Paraná

51

34

13

12

9

28

27

1

7

CRB

50

34

14

8

12

40

39

1

8

Cuiabá

50

35

13

11

11

42

38

4

9

Operário

49

34

13

10

11

30

35

-5

10

Botafogo-SP

47

34

13

8

13

34

32

2

11

Ponte Preta

44

34

10

14

10

35

32

3

12

Brasil de Pelotas

43

34

11

10

13

28

36

-8

13

Vitória

41

34

10

11

13

36

41

-5

14

Guarani

40

34

11

7

16

25

33

-8

15

Oeste

40

34

8

16

10

39

41

-2

16

Londrina

35

34

10

5

19

33

46

-13

17

Figueirense

35

34

6

17

11

27

36

-9

18

Vila Nova

33

34

6

15

13

23

37

-14

19

Criciúma

31

34

6

13

15

24

35

-11

20

São Bento

30

34

7

9

18

36

49

-13

A Avacoelhada destacou em seu twitter a reportagem do Superesportes sobre os 100 jogos do Zé Ricardo pelo Clube:

* “100 jogos pelo América: Zé Ricardo vibra com vitória em noite especial”

https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/america-mg/2019/11/12/noticia_america_mg,3140066/100-jogos-pelo-america-ze-ricardo-vibra-com-vitoria-em-noite-especial.shtml


Imagem do Dia: Vavá, artilheiro rompedor, o primeiro “peito de aço”, aniversariante do dia!

Dario entrou para a história como um dos maiores artilheiros do futebol. Quando disparou a marcar gols pelo Atlético, em fins dos anos 1960, início dos 70, o grande narrador Jota Junior (Rádios Guarani e Itatiaia na época) o apelidou de “Peito de Aço”, por causa do estilo rompedor. Depois ganhou outro apelido, Dadá Maravilha (por causa da atriz Elke Maravilha, um grande sucesso que surgia na TV e cinema). Na verdade, o “Peito de Aço” foi “herdado”, por assim dizer, do Vavá, o “primeiro” peito de aço de que o Brasil ouviu falar. E hoje, 12 de novembro, o mundo da bola relembra essa grande figura, o recifense Edvaldo Izídio Neto, craque que marcou cinco gols na Copa do Mundo de 1958 e foi, assim, importantíssimo na conquista do nosso primeiro Mundial. Ganhou, por causa disso, outro apelido: o “Leão da Copa”. Em 1962, foi um dos artilheiros do bicampeonato, com quatro gols, tendo sido eleito o “chuteira de ouro”.

Na Copa de 1982, Vavá fez parte da comissão técnica de Telê Santana. Também foi treinador, no segundo escalão do futebol espanhol. Faleceu em 19 de janeiro de 2002, após um infarto. Deixou saudades, o peito de aço Vavá!

Agradeço ao conterrâneo, de Conceição do Mato Dentro, Hélio Antônio Corrêa, tradicional colaborador do blog, que acrescentou as seguintes informações sobre ele:

* “Grande Vavá,
não era um primor de técnica, mas compensava com uma raça e uma visão de gol invejável.
Basta ver os dois gols que marcou contra a Russia em 58, pura coragem e presença do artilheiro
Após o nosso empate com os ingleses, entra no time juntamente com Pele e Mané, e daí em diante não sairia mais do time
Em 62 ja com o time pouco renovado, mas contando com o talento de Garrincha, se torna bi campeao e juntamente com o Mané , é um dos artilheiros do time,
Boa lembrança Chico, de um grande artilheiro.”

 

 

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Imagem do Dia: a entrevista de Fabrício Calazans, da Rádio Itatiaia, com o então craque da várzea Bruno Henrique

 

Para os senhores verem como são as coisas. Ainda outro dia, Bruno Henrique estava por Belo Horizonte, destacando-se na várzea, bem ao alcance de Cruzeiro, Atlético e América… Mas ninguém levou. Quem assistiu ao 3º episódio do programa Chico Fala sabe que o Bruno chegou a ter contrato com o Cruzeiro, mas o time celeste nem sequer avaliou o garoto. Deu no que deu: Bruno destaca-se hoje no Flamengo, provável campeão brasileiro de 2019.

Recentemente, o jornalista Fabrício Calazans, da Rádio Itatiaia, contou com a ajuda do Enio Lima, grande narrador e companheiro de Itatiaia, para relembrar um episódio marcante: o dia em que, ainda estagiário, entrevistou o jogador que havia marcado 3 gols numa partida pela Copa Itatiaia. Um tal de “Bruninho”. Seu time, o Inconfidência, levantou a taça em janeiro de 2012. Ouça abaixo:

 

 

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Selvageria no Mineirão e demais estádios vai continuar enquanto a omissão de quem tem que agir continuar

O pau comeu novamente em mais um clássico no Mineirão. Entre as duas torcidas brigonas do Cruzeiro e de atleticanos que invadiram área cruzeirense. Mas tudo filmado e fotografado, para que as polícias  a justiça entrem em ação. O problema é que a marginalidade no Brasil é sempre favorecida pelas benesses das leis. Enquanto for assim, esqueçamos. E não vejo mudanças à vista, em curto, médio ou longo prazo.

Igor Assunção @Igortep, da 98 FM, twittou indagação dele e retwittou essa foto e estas denúncias, que podem facilitar o trabalho das autoridades: “Pode garrafa de vidro? Ué…” 

Vinícius @vinnycardozo: “Tumulto começou quando esse torcedor que estava no camarote, com uma garrafa de vodka, provocou a torcida do Galo que estava abaixo.”

 

ASSISTA:

Chico Fala #3: histórias de Bernard e Bruno Henrique 

 

Fabio Gomes @FabiodoEsporte: “Foi esse cidadão que iniciou todo tumulto, ele arremessou essa garrafa na torcida do Galo e a mesma acertou alguns torcedores. Esse foi o inicio de todo o tumulto.”

Thiago Nogueira @thiagonoggueira,  d’O Tempo, escreveu: “Clima de guerra no Mineirão. Torcedores do Atlético derrubaram o tapume que dá acesso ao camarote. PM agiu rápido para dispersar.”


Qualidade deste Cruzeiro 0 x 0 Atlético reflete a campanha de ambos: da pior qualidade

Minha querida sobrinha Vanessa questionou:

__ Uai, não era pra ser um jogão?

Sim, mas este entra para a história como um dos piores entre Galo e Raposa. Coisa horrorosa. Aos 22 minutos do segundo tempo, Fred cabeceou, de dentro da pequena área, e Cleiton fez uma boa defesa. Os narradores das rádios e TV destacaram que foi a primeira defesa de um dos goleiros durante toda a partida até então. Aos 24 vieram as primeiras mexidas, também de ambos. No Cruzeiro, saía Robinho, entrando Pedro Rocha; no Atlético, Bruninho no lugar de Cazares. Mudanças que poderiam ter ocorrido no intervalo, mas mesmo com elas o jogo continuou fraco.

 

ASSISTA:

Chico Fala #3: histórias de Bernard e Bruno Henrique 

 

Aos 34 o Atlético pôs Marquinhos no lugar de Martínez e com essa mudança ficou o time que a maioria dos atleticanos, com quem conversei, gostaria que tivesse começado jogando. O Galo saiu da inferioridade em termos de volume de jogo e passou a oferecer algum perigo.

Os erros de passes dos dois times impressionam. Como pode, jogador de futebol profissional, de time grande, errar tanto? Beira o inacreditável! Na disputa entre os piores, destaque para o lateral Dodô, do Cruzeiro, que não acerta cruzamentos, e Di Santo, atacante do Atlético, que corre muito, mas não consegue nem dominar uma bola.


Valeu a pena ter ficado em casa, sexta-feira à noite, diante da TV para ver o América jogar e vencer

Não foi um jogo bonito, mas de total entrega dos jogadores, contra um Londrina desesperado, dentro de casa, lutando contra a degola para a Série C. Aos 18 do primeiro tempo Sávio cobrou escanteio e o zagueiro Ricardo Silva se antecipou à zaga e ao goleiro para marcar de cabeça. Mesmo à frente no placar o time não recuou e sustentou de forma brilhante o resultado até os cinqüenta do segundo tempo. Continua vivo na briga por uma vaga na Série A 2020. Agora é secar o Coritiba (que joga agora contra o Figueirense em Florianópolis) e o Atlético-GO que joga neste sábado em Maceió contra o CRB.


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