Blog do Chico Maia

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E o Flamengo, hein!? De líder do grupo a terceiro colocado e eliminado da Libertadores no último minuto de jogo

FLA

Toda arrogância castigada: o jornalista argentino Federico Nogueira  guardou esta manchete de um jornal carioca, após o jogo de ida, no Rio, e twittou depois da derrota e eliminação para o San Lorenzo, ontem: @fedenogueira25 “Así es la Libertadores: un día sos el Barcelona y al otro estás eliminado en primera ronda”.

Bem disse o Jorge Luiz Rodrigues, do Sportv: “Milagre de Francisco, nada. Flamengo jogou fora a classificação. O medo de perder tira a vontade de ganhar”.

Agora vai começar a pancadaria no técnico Zé Ricardo que até semana passada era considerado um novo gênio da tática do futebol brasileiro e vão ressuscitar Paulo Autuori, que estava na categoria dos ex-treinadores em atividade.

E assim caminha o futebol, como sempre caminhou!


No vácuo político nacional, sobrou até para a sucessão presidencial no Cruzeiro

AECIO

É, se a candidatura do Zezé Perrella vinha ganhando corpo para suceder ao Dr. Gilvan, ela sofreu um forte abalo com a divulgação de mais delações na tarde de hoje e publicadas pelo O Globo:

* “Grampo revela que Aécio pediu R$ 2 milhões a dono da JBS”

Gravação foi entregue por Joesley Batista à PGR. Entrega de dinheiro a primo do senador foi filmada

RIO – Joesley Batista entregou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma gravação que piora de forma descomunal a tempestade que já cai sobre a cabeça de Aécio Neves (PSDB-MG). No áudio, o presidente do PSDB surge pedindo nada menos que R$ 2 milhões ao empresário, sob a justificativa de que precisava da quantia para pagar despesas com sua defesa na Lava-Jato.

O diálogo gravado durou cerca de 30 minutos. Aécio e Joesley se encontraram no dia 24 de março no Hotel Unique, em São Paulo. Quando Aécio citou o nome de Alberto Toron, como o criminalista que o defenderia, não pegou o dono da JBS de surpresa. A menção ao advogado já havia sido feita pela irmã e braço-direito do senador, Andréa Neves. Foi ela a responsável pela primeira abordagem ao empresário, por telefone e via WhatsApp (as trocas de mensagens estão com os procuradores). As investigações, contudo, mostrariam para a PGR que esse não era o verdadeiro objetivo de Aécio.

O estranho pedido de ajuda foi aceito. O empresário quis saber, então, quem seria o responsável por pegar as malas. Deu-se, então, o seguinte diálogo, chocante pela desfaçatez com que Aécio trata o tema:

— Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança — propôs Joesley.

— Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho — respondeu Aécio.

O presidente do PSDB indicou um primo, Frederico Pacheco de Medeiros, para receber o dinheiro. Fred, como é conhecido, foi diretor da Cemig, nomeado por Aécio, e um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014. Tocava a área de logística.

Quem levou o dinheiro a Fred foi o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud, um dos sete delatores. Foram quatro entregas de R$ 500 mil cada uma. A PF filmou uma delas.

No material que chegou às mãos de Fachin na semana passada, a PGR diz ter elementos para afirmar que o dinheiro não foi repassado a advogado algum. As filmagens da PF mostram que, após receber o dinheiro, Fred repassou, ainda em São Paulo, as malas para Mendherson Souza Lima, secretário parlamentar do senador Zeze Perrella (PMDB-MG).

Mendherson levou de carro a propina para Belo Horizonte. Fez três viagens — sempre seguido pela PF. As investigações revelaram que o dinheiro não era para advogado algum. O assessor negociou para que os recursos fosse parar na Tapera Participações Empreendimentos Agropecuários, de Gustavo Perrella, filho de Zeze Perrella.

Não há, portanto, nenhuma indicação de que o dinheiro tenha ido para Toron.

https://oglobo.globo.com/brasil/grampo-revela-que-aecio-pediu-2-milhoes-dono-da-jbs-21353924


Ao invés de parceria com algum clube do interior, Galo vai disputar a terceira divisão estadual como Atlético B

DFC

O título deste post também poderia ser: Clubes do interior continuam seu calvário, agora na terceira divisão

O Democrata de Sete Lagoas estava apalavrado com um grande patrocinador, prestes a assinar um acordo que tiraria do “Jacaré” do atoleiro. De repente, o quase parceiro avisa: o Atlético vai disputar como Atlético B. Sendo assim, sobrará apenas uma vaga para tanta gente disputar. Estou fora!”

Quando fez parceria com o Democrata SL, em 2009, o Galo apurou Bernard, Jemerson (campeão francês com o Mônaco) e Danilo, que depois de passagem pelo América, retornou ao Galo. Valeu demais a pena para o Atlético, apesar de o Democrata não ter conseguido subir naquele ano, mesmo com 100% de apoio alvinegro. Ficou no quase! Uma pena que essa parceria não tenha sido reeditada este ano.

Para o Democrata seria bom demais, para o Galo, idem. Além da falta de fontes de arrecadação, tantas dívidas e a montagem e manutenção do time, despesas demais com a disputa em si, taxas que não acabam mais, com a FMF, arbitragem e tudo o mais. O Democrata vai se virar e disputará a competição, mas muitos desistiram, principalmente os de cidades mais distantes da capital.

Vem aí o campeonato mineiro da terceira divisão, que a Federação chama de “Segunda”, por questões burocráticas. De julho a outubro. Todos os detalhes no excelente site “segundonamineira”, do juizforano Vitor Lima Gualberto, maior porta-voz dos clubes do interior de Minas:

* “DEFINIDO! Saiba os detalhes da Segundona Mineira 2017”

Em reunião realizada na sede da Federação Mineira de Futebol (FMF), os clubes definiram a forma de disputa do Campeonato Mineiro da Segunda Divisão 2017. Da lista inicial emitida pela Federação, dois clubes desistiram: o Cassimiro de Abreu, de Montes Claros, e o Figueirense, de São João del-Rei.

Serão nove clubes em disputa: Atlético B, Betis, Coimbra, Democrata (Sete Lagoas), Inter de Minas, Ipatinga, Poços de Caldas, Ponte Nova e União Luziense. Assim como nas duas últimas edições da competição, a mesma será no formato de sub-23, podendo os clubes inscreverem um máximo de cinco atletas acima da idade citada. Não haverá limite de inscrição de atletas. (mais…)


É cedo para uma empolgação exagerada, mas o Atlético vem numa sequência de quatro ótimos jogos, convincentes.

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Certamente ainda é cedo para uma empolgação exagerada, mas o Atlético vem numa sequência de quatro ótimos jogos, convincentes. Os dois clássicos contra o Cruzeiro, contra o Flamengo e esta noite nos 4 a 1 sobre o Godoy Cruz, que não é nenhuma baba. Em cada jogo, um, dois, três e até mais jogadores desequilibrando, além do futebol coletivo bem visível. Toques rápidos, a maioria de primeira e a busca permanente do gol.

Sempre com o semblante feliz, cara de criança, Cazares foi o nome de hoje. Fez dois gols, deu passes impressionantes e arrancou justos aplausos.

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Virou xodó da torcida também nas redes sociais, com gozações sadias e a esperança de que se cuide mais fora das quatro linhas e continue crescendo em campo, ajudando cada vez mais ao Galo.

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O público foi ótimo para os padrões “Independência”, 17.009, e a renda satisfatória: 1.092.323,00.

E dois atleticanos brigando pela artilharia nesta fase: com 7 gols, Chumacero (Strongest), lidera, seguido por Fred 6; Zampedri (Tucumán), Alonso (Strongest) e Cazares, com cinco.


O Brasil é um só, onde pegar um ladrão a dificuldade é sempre a mesma, em qualquer setor

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No escândalo que abalou a estrutura da corrupção no futebol, apenas cinco dos que estão detidos se recusam a admitir culpa, entre eles José Maria Marin, o ex-presidente da CBF

Seja no mundo político, empresarial, administrativo, de batedores de carteira à turma do colarinho branco. A defesa dos bandidos é sempre muito bem equipada e preparada. Vejam essa nota no Estadão:

* “Dois anos depois, Brasil ainda não colabora com FBI na investigação sobre cartolas”

País está impedido pela Justiça de trocar com os Estados Unidos informações sobre Marin, Teixeira e Del Nero

Jamil Chade, correspondente em Genebra, O Estado de S.Paulo

Dois anos depois da deflagração da maior operação contra a corrupção no futebol e que colocou a CBF no centro de um escândalo, o Brasil ainda não pode cooperar com a Justiça dos EUA na troca de dados sobre os suspeitos. O Estado apurou que um recurso foi apresentado impedindo que o Ministério Público Federal repasse aos americanos informações solicitadas sobre dirigentes como José Maria Marin, Marco Polo del Nero e Ricardo Teixeira.

No próximo dia 27, o caso que abalou o futebol mundial completa dois anos. Dos mais de 40 dirigentes e empresários indiciados pelo desvio de mais de US$ 200 milhões, apenas cinco dos que estão detidos se recusam a admitir culpa, entre eles José Maria Marin, o ex-presidente da CBF.

http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,dois-anos-depois-brasil-ainda-nao-colabora-com-fbi-na-investigacao-sobre-cartolas,70001784266


Revista Época diz que a situação financeira do Cruzeiro é delicada

EPOCA

Atlético e Cruzeiro têm eleições daqui alguns meses, mas o cheiro da campanha eleitoral de cada um já se faz sentir, na mídia. Em ano eleitoral em todo grande clube, notícias negativas, principalmente sobre finanças internas surgem com uma força proporcional ao tamanho da disputa. Muitas vezes, informações que só gente lá de dentro detém, e que são “vazadas” pontualmente. Opositores sempre têm gente estrategicamente espalhada. Até outro dia, a dívida do Atlético com o Grêmio (aquisição do Victor) ocupou manchetes desproporcionais ao tanto que a notícia merecia.

Hoje foi a vez da vida interna do Cruzeiro ser esmiuçada, pelo site da revista Época. Vejo exagero tanto no caso do Galo quanto da Raposa:

“As finanças do Cruzeiro: o inchaço do bicampeonato cobra ao clube seu preço”

Gilvan de Pinho Tavares inflou a folha salarial a um ponto insustentável para ser campeão nacional em 2013 e 2014. O presidente, agora, sofre para controlar custos e dívidas

Rodrigo Capelo

Para os próximos sete anos, estou satisfeito com os milhões que ganhei lá”, dizia, sorrindo, o técnico Mano Menezes em sua primeira entrevista coletiva no retorno ao Cruzeiro após meia temporada na China. Naquela ocasião, em julho do ano passado, o treinador descartava também exigir novos atletas em sua segunda passagem pela equipe. Era o que Gilvan de Pinho Tavares, o presidente celeste, precisava ouvir. Em regime de contenção de gastos por todo o seu segundo mandato, o cartola tem lidado com as consequências das escolhas que fez nos primeiros e vitoriosos três anos à frente do clube. Apesar de ter sido um ano de bonança no futebol brasileiro, as finanças cruzeirenses se degradaram gravemente em 2016. (mais…)


Tão importante quanto a vitória sobre o São Paulo foi a atuação segura do zagueiro Dedé

DEDE

Dedé fez sua melhor partida depois de tantos problemas físicos que teve nos últimos tempos. O mesmo futebol que o consagrou como um dos melhores da posição no futebol brasileiro.

Jogo tenso entre dois times que precisavam muito da vitória para aliviar a pressão e ter sossego para trabalhar. O Cruzeiro foi mais determinado, jogou com toda a vontade, principalmente depois da conversa com o treinador no intervalo. Mano Menezes deve ter dado uma bronca, exigindo mais empenho e isso foi visto no segundo tempo. Ábila continua se mostrando um jogador imprescindível e marca gols na base da raça e oportunismo como este da vitória de hoje.

Vitória emblemática, como definiu um dos cruzeirenses mais ferrenhos que conheço, o João Duarte, que escreveu: “Gente, vitória sensacional… 1 x 0 maiúsculo.  Olhem o nosso histórico contra o São Paulo,  especialmente no Mineirão pelo Brasileiro… Feliz demais.  Cansado de ver o time massacrar o São Paulo e perder”.

Pelas palavras depois do jogo, o treinador cruzeirense concorda com ele, quando diz que “o mais importante era a vitória. Independentemente de uma atuação melhor ou pior…”.

Já Rogério Ceni, o treinador sãopaulino continua viajando na maionese. Disse que o gol foi “medonho’ e que o São Paulo não faz temporada ruim.


Galo e Flamengo fizeram um ótimo jogo, digno dos grandes embates entre eles nos anos 1980

ELIAS

Elias e Fred foram tratados com muita simpatia pelos flamenguistas no Maracanã

Foram dois tempos completamente distintos. O primeiro, razoável. Os times se estudando, concentrando muitos jogadores no meio de campo, e por incrível que pareça, nenhum chute a gol de ninguém, apesar do Flamengo ter feito 1 a 0. Diria Nelson Rodrigues que foi obra do “Sobrenatural de Almeida”. O flamenguista Mateus cruzou para o Guerrero, mas a bola foi direto pro gol, enganando ao Victor, que aguardava o cabeceio do atacante. Como ninguém encostou na bola, o goleiro foi nela quando já não dava mais tempo de alcançá-la. O Flamengo desperdiçou duas oportunidades bem claras.

No intervalo, Roger Machado tirou Otero e pôs Cazares, que mudou a cara do Galo e do jogo, que ficou ótimo. Ele mesmo fez ótimas jogadas, chutou duas bolas que só não entraram porque os zagueiros tiraram de forma espetacular. O empate não demorou a sair, depois de troca de passes entre Cazares, Fred e Elias, que concluiu com perfeição. A partida ficou melhor ainda. Os dois times buscando o gol, jogando abertos, como há tempos não se via no futebol brasileiro. Digno dos grandes jogos entre Galo e Flamengo nos anos 1980.

aRobinho e Fred se cansaram e Roger os substituiu por Rafael Moura e Maicosuel, mantendo a busca pelo gol, aos 35 do segundo tempo. O técnico Zé Ricardo, do Flamengo, mandou pro jogo o Vinícius Jr., 16 anos, que dizem estar nas pretensões do Real Madri. A torcida rubro negra, que encheu o Maracanã, vibrou e passou a gritar mais.

Exibição animadora do Atlético, das opções adotadas pelo Roger à atuação de todos os jogadores, inclusive do zagueiro Felipe Santana, que fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra.

Se o campeonato tiver muitos jogos como este, será o melhor dos últimos anos. Dois treinadores jovens, resgatando o futebol ofensivo e bonito que o Brasil abandonou há muitos anos.


Na Série B, América começa com empate fora de casa na estréia

AFC

Menos mal, que tenha sido em Pernambuco, contra um dos apontados como candidato a uma das vagas da Série A de 2018, mas o jogo foi muito ruim. O Coelho está montando um time com a “cara” da segunda divisão nacional, cheio de veteranos, que já rodaram meio planeta. O clube que até há pouco tempo era a maior fábrica de grandes jogadores do futebol mineiro, se distancia cada vez mais deste caminho, que é a única solução para futuro promissor de clubes brasileiros que pretendem ser competitivos algum dia.


As previsões quanto aos times e revelações do Brasileirão 2017, especialmente sobre Atlético e Cruzeiro

HEVERTON

Na manhã desta sexta-feira, Hérverton Guimarães (cuja  foto ilustra  este post), previu na Band News FM, que Atlético, Cruzeiro, Flamengo, Palmeiras e Santos são os maiores candidatos ao título do Brasileirão 2017 que começa neste fim de semana não nessa ordem. Pelo tom da fala, demonstrou uma expectativa maior em torno do Flamengo, como o principal candidato.

Semana passada ele entrevistou o vidente Carlinhos, no programa da Band TV, Cidade Alerta, em que este cidadão paranaense previu que o Galo seria campeão mineiro e que três safados atolados na Operação Lava-Jato vão morrer este ano. Não ponho fé nestas figuras, mas este Carlinhos previu ano passado que um avião cairia com uma delegação de futebol.

Pena que o Héverton não tenha perguntado a ele quem será o campeão brasileiro!

Sei não! Esta disputa é complicada demais e sempre apresenta surpresas, positivas e negativas. O Bom Dia Brasil, da Globo, mostrou jovens jogadores que a emissora aposta como destaques desta temporada nacional: Vinícius Jr., do Flamengo, 16 anos; Wendel do Fluminense, Douglas do Vasco e Maycon do Corinthians, que se destacaram nos estaduais. Nenhum de Minas, no que sou obrigado a concordar, porque não tivemos nenhuma “promessa” se destacando.

Quando à previsão do Hérverton, concordo que o Galo e a Raposa poderão brigar na cabeça. Ano passado os dois não ganharam nada, nem o campeonato mineiro. O Galo era apontado como um dos favoritos e patinou o tempo todo, com um elenco caro e treinadores que não mostraram serviço que justificasse os altos salários que ganharam. O Cruzeiro lutou contra o rebaixamento. Salvo pelo Mano Menezes, que montou um bom time pra este ano, mas que entrou em turbulência pela perda do estadual, que só serve pra isso: gerar crise no que perde o título, na única disputa que justifica a competição, que é o clássico contra o Atlético.

A competência do Mano é indiscutível. Um dos melhores treinadores do país. Peca pela língua solta, de transferir responsabilidades dos resultados negativos. Põe culpa na imprensa, na arbitragem, na federação, na CBF, na torcida e depois da eliminação da Sul-americana, cometeu o pecado dos pecados, que é culpar erros individuais de jogadores. Essa turma não é fácil. Nestes casos, mais unida e corporativista do que qualquer outra categoria profissional do Brasil. Emerson Leão durou pouco no Cruzeiro por causa disso.

Uso uma expressão do grande radialista José Luiz Gontijo para definir o Galo de Roger Machado: “sob observação”. A reta final do campeonato mineiro foi muito boa, o time mostrou bom futebol e convenceu. Mas, estadual é estadual, e a briga com o Cruzeiro é muito específica. Vamos ver a partir de amanhã, contra o maior rival nacional, na casa dele. No campeonato por pontos corridos, toda partida é decisiva. A briga pelo título começa na primeira rodada. O mesmo se aplica quanto ao Cruzeiro contra o São Paulo. Depois das pauladas consecutivas Mano também está “sob observação”.


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