Blog do Chico Maia

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Esperando o Carnaval chegar: IV – Belo Horizonte, bom demais da conta!

O bloco Chama o Síndico foi um espetáculo inesquecível, ontem, abrindo a folia, sem confusão e arrastando mais de 50 mil Afonso Pena afora!


Esperando do Carnaval chegar: III – Candeias, Prainha e Roncador, em Conceição do Mato Dentro

Distrito de Candeias, a 22 Km do centro de Conceição, passando por Itacolomi

Prainha, na região do Roncador, metade do caminho para Candeias. (mais…)


Esperando o Carnaval chegar: II – Arapuca pra atleticano na sede do Cruzeiro no Barro Preto

Meu conterrâneo, atleticano dos mais ferrenhos, César Moreira (da Totvs, ao centro), a convite do ex-prefeito de Montes Claros, Rui Muniz (esquerda) foi visitar a diretoria de marketing do Cruzeiro na sede do clube e caiu na arapuca de ter de posar com a camisa do clube. Mas resistiu e não vestiu, como queriam o vice-presidente Marco Antônio Lage (ao lado dele) e o diretor Wagner Cruz.


Esperando o Carnaval chegar: I – Bar do Ney, no Primeiro de Maio

Da esquerda para a direita: Clauber, Nelson, André, Dudu e Leandro Fabrício.

Obrigado ao Dudu Galomaio que nos enviou esta foto de uma turma muito legal de atleticanos, “esquentando os tamborins” pro Carnaval com direito a uns “chás com torradas” no bar do Ney (Rua Wolts, no 1º de Maio), que ainda não tive o prazer de conhecer. Aliás, estamos para realizar um novo grande encontro da turma do blog, há bastante tempo. Vamos acertar uma data, se possível ainda neste semestre. Será um prazer conhecer todos que nos prestigiam aqui com comentários ou só acessando.


Gol de Alisson e “muita calma nessa hora”: as fórmulas do Grêmio para espantar crise e fantasmas

Em foto do Zero Hora, Alisson, cujos 40% dos direitos pertencem ao Cruzeiro na troca pelo Edilson, foi o autor do gol de empate do Grêmio na virada contra o Brasil de Pelotas, pelo gauchão.

O Grêmio começou usando o time B no Campeonato Gaúcho e somou derrotas. Depois da quarta, Renato Gaúcho escalou o time titular, que também perdeu e foi parar na lanterna. Mas enquanto a imprensa e a torcida se agitavam o ambiente interno foi preservado e bastou a primeira vitória para a calma voltar a reinar no mundo tricolor gaúcho.

Uma manchete incômoda e outra tranquilizadora da imprensa do Rio Grande do Sul:

* “Pedra no sapato”, Cruzeiro-RS vence e carimba estreia do time principal do Grêmio

Tricampeões da América dominam a partida, mas pecam nas finalizações; derrota vem com gol de pênalti de Kayron, cometido por Madson

– – –

* Grêmio vence a primeira no Gauchão

De virada, tricolor venceu a primeira no campeonato e deixou a lanterna da competição.

Jogadores do Grêmio comemoram primeira vitória no Gauchão

Atletas gremistas reconheceram, no entanto, que a equipe ainda precisará evoluir para enfrentar competições ao longo do ano.


Está faltando um bombeiro, dos bons, para debelar este “auto-incêndio”, urgente.

Meus prezados e prezadas, por absoluta falta de controle emocional o Atlético transformou um placar ruim numa crise que está ocupando os principais órgãos de imprensa do país, sem falar das redes sociais. E partiu justamente de quem era sempre citado unanimemente pela imprensa nacional como exemplo de serenidade e bom senso. Questionava-se até a competência dele, mas nunca a calma, a paciência e o tom conciliatório, do Oswaldo de Oliveira. Tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente numa confraternização de fim de ano, em dezembro, na Cidade do Galo. Gente boa demais da conta, papo agradabilíssimo, camarada culto de modo geral, e empolgadíssimo com a oportunidade de dirigir o Atlético. Disse-me que se dedicaria totalmente a dar o título Brasileiro deste ano à torcida atleticana, à qual só tece elogios. Quando tive notícia dele indo de carro para Varginha para comandar o time B contra o Boa, e depois retornando de ônibus com a delegação, para não perder o treino da manhã seguinte, pensei: está confirmando o que me afirmou ano passado de se dedicar 100% à preparação do time para ser campeão de coisa importante em 2018.

Este ano o time principal fez um ótimo primeiro tempo contra o Democrata-GV e deixou torcida e imprensa empolgados. Na sequência vieram atuações ruins, mas dentro de uma normalidade, já que é início de temporada, ainda período de preparação. Este jogo de ontem, também não foi bom, mas também nenhuma tragédia, já que oportunidades foram criadas e o placar poderia ter sido bem melhor que este 1 a1. Para mim, ruim mesmo, tem sido a defesa, em quase todos os jogos. Os demais setores estão sendo arrumados.

Aí, certamente açodado por alguém próximo a ele que já não gosta há muito tempo do Leo Gomide, o Oswaldo (tenso naturalmente por causa do placar apertado), explode sem motivo, só por ter adquirido antipatia pelo radialista. Aproveitou e soltou toda a raiva que concentrava naquele momento e quase o agrediu fisicamente, ao vivo para o Brasil inteiro. Para quê isso Oswaldo? O que é isso Oswaldo? Logo você?

Está faltando um bombeiro, dos bons, para debelar este “auto-incêndio”, urgente.

De tudo que li, vi e ouvi a respeito dessa confusão toda, a opinião que mais se assemelha com o que penso é essa aqui do Júlio César Ramos, manifestada hoje no blog:

“Foi pênalti no Ricardo Oliveira. Depois ele perdeu um gol cara a cara com o goleiro. Elias também perdeu um praticamente sem goleiro. A finalização do Marco Tulio na entrada da área pra fora, faltou capricho.
Os resultados destes lances principalmente poderiam ter terminado em gol. Então, o resultado da partida iria mascarar a desorganização que está este time. A defesa está um horror. O gol dos acreanos mostrou despreparo total do Samuel Xavier.
E o aparentemente sempre calmo Oswaldo perdeu o controle com o jornalista. Controle que também esta faltando a este time”.

Júlio César Ramos


Foi sofrido, mas o Galo passou e segue na Copa do Brasil

O Caixa gritava o tempo todo: “Meu Deus do céu olha o Atlético Acreano aí…” ou “Nossa Senhora, que perigo contra o gol do Victor…” e tome gol de cabeça, como tem sido, bola na trave, pressão, bateção de cabeça, ruindade de vários jogadores e falta de sintonia. Foi assim o tempo todo, contra um adversário que jogava todas as suas fichas, mas com um time semi-amador, que acuou o Galo durante grande parte do jogo. Parece que o Cazares cansou o técnico Oswaldo de Oliveira que escalou o Erick no lugar dele. Ficou no banco e não foi chamado para entrar. Jogador problemático atrapalha a vida de qualquer comissão técnica, que não sabe quando poderá contar com o sujeito.

O empate, aos 43 do primeiro tempo, foi num lampejo de bom jogador do Roger Guedes. Saiu driblando, chutou em cima do goleiro que rebateu e sobrou pro Erick chutar no canto esquerdo.

Oswaldo de Oliveira pôs Luan no lugar do Roger Guedes e o time melhorou bastante, quase ao mesmo tempo em que saía o Erick para a entrada do Marco Túlio. Aos 35 saiu o Arouca para a entrada do Adilson. Era o momento de se precaver e segurar o empate que garantiu a classificação para a próxima fase da Copa do Brasil.

Depois do jogo o capitão Leonardo Silva disse que o time vai evoluir. Evolução demorada essa!

Ufa!


Copa do Brasil começa hoje para o Galo. Todo cuidado é pouco; Botafogo dançou na largada

Nonato fez um dos gols do Aparecidense e instalou uma nova crise no alvinegro carioca, que virou alvo de gozações como essa, do jornal virtual Olé Brasil:  @Oledobrasil “Este jogador e esta barriga eliminaram o Botafogo.”

Os gols que o Botafogo tomou do Aparecidense foram muito parecidos com os que a defesa do Atlético toma sempre, com bolas cruzadas na área, aproveitando a lerdeza do miolo da zaga. Muita gente não se lembra que o regulamento mudou. Neste primeiro jogo até o empate já classifica o visitante, mas a derrota o elimina. Isso faz o mandante “comer grama” nesta partida do tudo ou nada para ele.

Foi o que ocorreu com o Aparecidense, em Aparecida de Goiânia, ontem. Tomou um golaço do Pimpão, que fez 1 a 0 para o Botafogo, aos sete minutos. Foi pra tática kamikaze e empatou com o gordo Nonato aos três do segundo tempo. Ainda dava Botafogo, mas aos 38 Gustavo Ramos virou e selou o adeus do Botafogo da competição.

O Galo do Oswaldo Oliveira que entra em campo hoje às 21h45: Victor; Samuel Xavier, Leonardo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Arouca, Elias; Róger Guedes e Cazares, Otero e Ricardo Oliveira.

Imagem do Estádio da Floresta, palco de Atlético Acreano e Atlético esta noite


Para acrescentar ao debate, uma opinião e informações contra o árbitro de vídeo!

É a lei da vida: onde há a mão e o caráter humanos sempre haverá acertos, erros e dúvidas. O árbitro de vídeo pode diminuir os erros dos apitadores e auxiliares, mas seguramente, também errará e as polêmicas continuarão existindo. Essas informações e opiniões vêm da Austrália, onde a prática já está implantada há algum tempo. O mineiro Tonho, que mora lá conta o que tem visto e o que pensa:

“. . . moro na Austrália e já estamos na segunda temporada com o juiz de vídeo. Eu pessoalmente sou contra, porém tenho um amigo aqui, também Atleticano, do interior de Minas que é a favor.
Aqui as coisas já andam “normalmente” com o vídeo; o dilema do momento é sobre a participação dos bandeirinhas (já pedem a extinção deles). Explicando, olha a situação: um gol ilegal invalidado pelo vídeo, tudo bem; é para isto o vídeo. Agora, e se o bandeirinha para a jogada marcando impedimento e o vídeo prova que o bandeira estava errado e paralisou um lance com chances reais de gol? Não tem como voltar atrás, diferente de um gol ilegal que foi invalidado pelo vídeo. Assim já estão pedindo para que todas as jogadas continuem até que a bola pare dentro do gol e o vídeo valide ou não o gol; o que faria dos bandeirinhas simples telespectadores. Já estão pedindo pela retirada dos bandeiras em favor de um segundo juiz em campo, deixando impedimentos para o vídeo decidir.”


Árbitro de vídeo: caro com ele, pior sem ele. A CBF tem a obrigação de bancar

Ela ou a Globo, dona da competição. Os clubes não deveriam arcar com mais esta despesa, de R$ 45 mil por jogo. Uma pena que os nossos três grandes da Série A não tenham topado. A CBF nada em dinheiro, mais rica do que quase todos os clubes da Série A juntos. Esfola os filiados com suas taxas, pega percentual considerável da renda de todos os jogos, de todas as divisões, além de abocanhar grande fatia dos direitos de transmissão e patrocinadores, que enchem os seus cofres e bancam os altíssimos salários e a farra do seu corpo diretivo.

Mas, até que cartolagem da entidade crie vergonha na cara ou seja peitada por algum corajoso, os clubes deveriam fazer mais um esforço e bancar os equipamentos e árbitros de vídeo. É muito trabalho e investimento durante um ano inteiro para ver tudo ruindo por causa de um erro de um soprador de apito ou um bandeirinha. Sem falar nas figuras suspeitas que se intimidam quando sabem que há câmeras de olho deles nos estádios.

Agradeço ao Clayton Batista Coelho, do Nova Vista, que levantou o assunto:

“… Os votos foram: A favor: Flamengo, Botafogo, Bahia, Chapecoense, Palmeiras, Grêmio e Internacional.

– Contra: Corinthians, Santos, América, Cruzeiro, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense, Paraná, Vascom Fluminense, Sport, Vitória e Ceará.

– Não votou: São Paulo ( Parece que o Presidente do Clube havia ido embora no momento da votação ).

Na minha opinião, tudo que venha para ajudar a não se cometer tamanhos erros e injustiças no futebol, é válido. Mas aí, os Clubes que votaram contra ( Dentre eles os três de MG… ) alegaram alto custo… Seeeiiiiii…. Será que se eliminassem aquele árbitro que fica na linha do gol, que quase não interfere em nada e adotassem o árbitro de vídeo, o custo-benefício não seria melhor ?? Sem falar que, só de ficar na mesma ala de votação que o Corinthians, já é no mínimo estranho…”


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