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Clubes mineiros buscam recursos da Lei de Incentivo ao Esporte

Agilidade

Em visita a Belo Horizonte, o Secretário Executivo do Ministério dos Esportes, Wadson Ribeiro, elogiou a eficiência e rapidez dos mineiros na busca de recursos da Lei de Incentivo ao Esporte, com destaque para os projetos do América. Atlético e Minas Tênis Clube também já estão usufruindo desses benefícios, e o Cruzeiro entrou recentemente no processo.

 Esta e outras notas estarão em minha coluna de amanhã, no jornal O Tempo, nas bancas!


Zezé Perrela na dúvida se aceita convite

Indefinido

Conforme informado pela colunista Raquel Faria, em O TEMPO, esta semana, Zezé Perrela recebeu convite para suceder Gustavo Corrêa, quando este deixar a Secretaria de Estado de Esportes e Juventude para disputar a reeleição a deputado estadual. Mas o presidente do Cruzeiro ainda não decidiu se aceitará o convite.

Esta e outras notas estarão em minha coluna de amanhã no jornal O Tempo, nas bancas!


Mineiro Mauro Fernandes segue levando Atlético-Go para a Série A

Com a vitória em casa sobre o Bragantino, ontem, por 2 x 0, o Ipatinga subiu para a 10a posição na classificação da Série B, depois da realização da 24a rodada.

O Vasco se manteve na liderança ao vencer fora de casa o São Caetano, por 1 x 0, o Guarani, também se manteve, em segundo, ao vencer em Campinas o Figueirense, 3 x 2, o Atlético-GO, dirigido pelo mineiro Mauro Fernandes, se manteve em terceiro, ao derrotar o Campinense no Serra Dourada, e o Ceará, foi outro que se garantiu no mesmo lugar, em quarto, ao derrotar o Villa Nova-Go, por 2 x 0. 

A classificação é a seguinte: 

  PG J V E D GP GC SG %
Vasco 49 24 14 7 3 39 16 23 68%
Guarani 46 24 14 4 6 37 30 7 64%
Atlético-GO 44 24 13 5 6 48 32 16 61%
Ceará 43 24 12 7 5 37 22 15 60%
Portuguesa 38 24 11 5 8 36 32 4 53%
São Caetano 37 24 11 4 9 35 22 13 51%
Figueirense 36 24 11 3 10 37 34 3 50%
  Ponte Preta 36 24 9 9 6 39 28 11 50%
Bragantino 33 24 9 6 9 32 32 0 46%
10º Ipatinga 32 24 8 8 8 34 37 -3 44%
11º Brasiliense 31 24 9 4 11 27 27 0 43%
12º Bahia 30 24 8 6 10 31 36 -5 42%
13º Paraná 29 24 8 5 11 32 40 -8 40%
  Vila Nova 29 24 8 5 11 23 37 -14 40%
15º América-RN 28 24 8 4 12 29 41 -12 39%
  Juventude 28 24 7 7 10 31 32 -1 39%
17º Duque de Caxias 27 24 7 6 11 31 42 -11 38%
18º ABC 25 24 7 4 13 23 41 -18 35%
19º Campinense 23 24 7 2 15 35 50 -15 32%
  Fortaleza 23 24 6 5 13 39 44 -5 32%

Jornalistas apanharam da polícia durante jogo do América

Jornalistas alagoanos enfrentaram retaliações da Federação do Estado e a covardia da PM deles. Está no site www.comunique-se.com.br:

 

“O jornalista Roberto Baía e o repórter fotográfico Carlos Alberto de Oliveira acusam a Polícia Militar de Alagoas de promover um “espancamento” na partida entre ASA e América Mineiro, pelo Campeonato Brasileiro da 3ª Divisão, na cidade de Arapiraca, no último domingo (13/09). Os profissionais afirmam que foram agredidos por policiais enquanto faziam a cobertura do jogo.

Baía trabalha para os jornais Tribuna Independente e Extra Alagoas e Oliveira é fotógrafo freelancer. Segundo eles, a PM agiu a pedido do delegado de campo e representante da Federação Alagoana de Futebol, Davi Holanda.

Baía conta que o tumulto começou após outro representante da Federação, Júnior Beltrão, a pedido de Holanda, ter dado ordem para que o jornalista se retirasse do local. O jornalista não saiu e pediu explicações. De acordo com Baía, nesse momento Beltrão lhe puxou pela camisa e lhe deu um empurrão.

Agressões da PM
“Logo em seguida apareceram mais de 30 homens da polícia, rasgaram minha camisa e um soldado me derrubou escada abaixo no túnel”. O jornalista afirmou que depois foi informado que o motivo alegado para sua saída do estádio era porque estava de bermuda. “Não vejo isso como um motivo, muitos jornalistas usam bermuda nos jogos daqui”.

Oliveira sofreu uma fratura no braço, causada por uma “chave de braço” da polícia. “Enquanto eu falava, apanhava. Só pararam quando eu fiquei calado. A polícia não veio para apartar, mas para bater. Além da fratura, estou com o ombro ferido, porque me empurraram contra a parede. Estou com dores que nem consigo dormir direito”, contou o fotógrafo.

Após as agressões, a PM encaminhou os profissionais à delegacia, que passaram por um exame de corpo de delito. “Após o ocorrido, fiquei pensando qual era o motivo daquilo. Lembrei que no mesmo dia o jornal Extra de Alagoas tinha publicado três páginas de denúncias contra a Federação Alagoana de Futebol. Deve ser algum tipo de retaliação”, declarou Baía.

Polícia se defende
O Comando do 3º Batalhão da Polícia Militar de Alagoas divulgou uma nota e informou que os jornalistas e os membros da Federação Alagoana de Futebol “entraram em vias de fato” e que a polícia só fez seu trabalho para enquadrar os agressores. “Nenhum policial agiu com excesso e as únicas lesões sofridas foram causadas entre eles”, diz o texto, contrariando a versão dos jornalistas.

FAF nega retaliação
O presidente da Federação Alagoana de Futebol, Gustavo Feijó, negou que o caso tenha sido uma retaliação contra as denúncias à Federação. O presidente disse que se reuniu com Baía no final dessa tarde e que discutiram o assunto. “A questão já foi esclarecida. Não passou de um mal entendido. Vamos emitir uma nota juntamente com o Sindicato dos jornalistas sobre o assunto”.

Sindicato programa audiência
“Nada justifica a violência. A forma de se abordar é outra. Quem conhece a polícia sabe o que é ‘ força moderada’ para eles”, declarou Valdice Gomes da Silva, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de Alagoas.

Valdice informou que, além de uma nota oficial, o sindicato marcou para o fim da tarde desta terça-feira, uma audiência com o Secretário de Segurança Pública do Estado e os profissionais agredidos, para discutirem a questão.”


Empolgação e equilíbrio

* O Cruzeiro está levando o campeonato a sério agora, como não levou no início, quando priorizava a Libertadores da América. Não é à toa que faz a melhor campanha entre os 20 neste começo de returno. Vitória igual àquela, em Porto Alegre, enche a todos de moral. Não será surpresa se começar a brigar entre os quatro, breve.

* O Atlético voltou a vencer e sacudiu de novo a torcida. Com a chegada do Ricardinho, o tão aguardado camisa oito ou dez, para organizar o meio campo, a motivação aumentou mais ainda. A torcida tem o direito, mas o time não pode cair nesse oba oba de jeito nenhum, sob pena que acreditar que é só entrar em campo que os três pontos virão.

* O brasileiro é muito equilibrado e cada rodada tem mostrado isso. Os 20 estão tentando se reforçar de alguma forma. Quem almeja as primeiras posições faz o que Atlético, Cruzeiro, Palmeiras, Inter, São Paulo, Corinthians e Goiás estão fazendo: buscando grandes jogadores. Os da parte de baixo da tabela, prometem prêmios milionários para evitar o rebaixamento, como fazem desesperadamente, Fluminense, Sport e Botafogo. 

* Ricardinho é um jogador fantástico e vamos ver como se vai se encaixar no time do Celso Roth. Se jogar o que sabe, vai dar um novo alento ao time. Só com a bola rolando para ver. Mesma situação do Gilberto, que era excelente lateral e foi transformado em um meia espetacular pelo Cruzeiro. Deu certo, mas só depois de alguns jogos é que estamos podendo falar isso.

Essas e outras notas estarão em minha coluna de amanhã, no Super Notícia, nas bancas!


A renovação do Celso Roth

Sem novela e sem mistérios o presidente Alexandre Kalil renovou, hoje, o contrato do Celso Roth. Bom negócio. Já começa pensar na estruturação do trabalho para o ano que vem, com o devido tempo. Interessante é que não foi nem o Kalil nem a assessoria de imprensa do clube que informou a novidade. Foi o próprio treinador.


Bola e política

Não é só em Minas que jogadores e ex-jogadores estão se filiando a partidos políticos para tentar uma “bocona” de deputado em 2010. No Rio de Janeiro, o Nunes “o João Danado”, ídolo do Flamengo nos anos 1980, que depois foi artilheiro também do Atlético, filiou-se, ontem, ao PR, do ex-governador Anthony Garotinho.


Baixo calão

Deu no Ancelmo.com , do excelente Ancelmo Gois, de O Globo:

Mais uma do telemarketing

Quinta passada, às 15h45, uma consumidora ligou para o telemarketing da Oi, e solicitou mudança de
endereço na conta de telefone. Do outro lado da linha, o atendente, que se identificou como Felipe,
surpreendeu:

– Fodeu! A mulher aqui quer fazer mudança de endereço. De lascar.

Acredite.


Kalil: “Quem ignora a torcida é burro”

Em excelente entrevista ao repórter Gláucio Castro, Alexandre Kalil, abriu o verbo ao Jornal Hoje em Dia, que estreou novo portal hoje.

Vale a pena conferir o www.hojeemdia.com.br

Confira a fala do presidente:

Na foto do Carlos Rhienck, um sorriso raro do presidente do Galo

 “Filho do ex-presidente Elias Kalil, que dirigiu o clube entre 1980 e 1985, o empresário Alexandre Kalil, 50 anos, está a pouco mais de um mês de completar um ano à frente da presidência do Atlético. Polêmico, mas bem mais tranquilo do que em outras oportunidades, o dirigente ficou conhecido por sempre falar o que pensa, doa a quem
doer. Ele é o 43º presidente a comandar o centenário clube alvinegro mineiro.

Em entrevista exclusiva ao Portal do HOJE EM DIA, Alexandre Kalil revela que já está trabalhando de olho no ano de 2010. “Renovar o contrato com Celso Roth é a primeira ação”, antecipa o dirigente. O treinador explica ainda como  conseguiu manter Diego Tardelli, trazer Ricardinho, além de colocar o Atlético na ponta da tabela do campeonato Brasileiro 2009. 

 O HOJE EM DIA acaba de colocar no ar um portal de Internet. Como o senhor avalia a chegada de mais um veículo de comunicação em Minas Gerais?
O Hoje em Dia está de parabéns. É mais um instrumento importantíssimo. O portal é muito mais ágil. No caso das notícias de futebol, por exemplo, que é o que eu mais vejo, elas vêm menos detalhadas, mas a informação chega mais rápido. Quando a gente soltou a informação de que o Atlético contratou o Ricardinho, em questão de segundos já estava na Internet. É o que eu falei da agilidade. Aí depois você compra o jornal no dia seguinte para saber quantos anos de contrato, onde ele estava, quanto custou, além de todos os outros detalhes. O portal é a notícia fresca, mas o jornal é mais detalhado. Por isso, cada um cumpre uma função específica.
O senhor vem utilizando muito a Internet pelo Twitter. Como está sendo esta nova experiência?
Me explicaram como era o twitter, que eu não conhecia. Me mostraram que poderia ser um canal direto, que não tem filtro, que eu leio se eu quiser, atualizo quando quiser. Quando me enche o saco eu não leio. Tem muito palavrão, tem muito cruzeirense, mas 99% do que publicam lá é legal. É a comunicação direta. Eu não preciso da imprensa para falar. Na semana passada, entraram mil novos seguidores. Estou com quase 20 mil seguidores.
 

E o senhor aproveita muita coisa que publicam no seu twitter?
Não. Você consegue saber o pensamento da maioria. Quem ignora torcida é burro. Não posso dizer que só eu estou certo. Você começa a observar e percebe que, se o pensamento de muitas pessoas que nem se conhecem estão condensando a mesma ideia, alguma coisa tem a ver. É a lógica da humildade.

 

O senhor já deixou claro em outras entrevistas que nem sempre vai atender o que a torcida quer. Ainda continua pensando assim?
Eu só vou atender a torcida quando a torcida pensar igual a mim. Eu não vou ser levado pela torcida. Quem manda sou eu, quem escolhe sou eu. Eu não me iludo com esta bobagem. Sei que de cada dez atitudes, nove são contra ao que a torcida pensa. Mas só a gente aqui dentro sabe o que tem que ser feito.

 

No dia 31 de outubro, o senhor completa um ano à frente da presidência do Atlético. Qual a avaliação que o senhor faz deste período?
Acho que foi um ano bom. Posso dizer que foi positivo e gratificante. Aprendi muito, mas ainda estou aprendendo bastante. Cada dia é diferente. Acho que vou estar mais bem preparado em 2010 do que em 2009.
Qual foi o momento mais difícil até agora da sua gestão?
Sem dúvida foi quando eu tomei posse. A gente tinha meses de salários atrasados. Jogadores às pencas para a gente dispensar. Este foi o momento mais difícil e muito complicado, que a gente precisava agir rápido e com consciência.

 

O senhor vem falando sempre que está “enxugando” o clube para canalizar os recursos todos para o futebol. Só isso é suficiente?
Não. Tem que ter calma. Não pode escutar tudo que a torcida fala a tempo e a hora. Tem que negociar jogador com  calma, em segredo. Não pode deixar vazar para a imprensa as negociações que você está fazendo porque senão vai inflacionar. É um monte de coisa que a gente vai aprendendo, não é. São alguns detalhes que fazem a diferença.
Todo dirigente de time grande garante que precisa vender pelo menos dois jogadores por ano para manter o clube. No Atlético a situação foi ao contrário. O senhor conseguiu manter um dos jogadores mais importantes hoje do futebol brasileiro, que é o Diego Tardelli. Como isso foi possível?
Quando nós fizemos o planejamento do Atlético para 2009, nós não imaginávamos que o valor do Diego Tardelli ia pular de 400 mil euros para 10 milhões de euros. Eu não imaginei que aquele jogador, que eu comprei há nove meses, iria chover proposta nele. Então, quando nós fizemos o planejamento de pagamento de salários e prêmios, foi tudo baseado no que a gente tinha. Foi com esta lógica. Por isso nos demos a oportunidade de fazer e manter este time competitivo.
E nesta reta final do Campeonato Brasileiro, este time competitivo vai brigar por que? O sonho do título ainda está vivo?
O Atlético tem ambição. A torcida tem ambição. Quem acha que o Atlético se pequenou não conhece o Atlético. Estamos na briga pelo título.
O Atlético acaba de contratar o armador Ricardinho, um antigo sonho da torcida e de outros times. Outros reforços podem vir ainda neste ano?
Não. As contratações terminaram. Não tem nem mais tempo para isso porque as inscrições se encerram no fim do mês e o Atlético leva uns dois meses negociando um atleta. As coisas não acontecem da noite para o dia. Este ano não vem mais ninguém.
 

O sócio-torcedor é um projeto do Atlético?
Claro. A gente não sabe aonde os jogos vão acontecer no ano que vem. Por isso ainda não lançamos, mas é um plano nosso, com toda certeza. Bilheteria vai acabar no futebol. Isso é só uma questão de tempo. Quem tem o próprio estádio já acabou com bilheteria. O sócio-torcedor é o caminho para o futuro do futebol.
 

O Atlético vem pagando as dívidas que contraiu em outras administrações?
O Atlético não pagou dívida de ninguém. O clube não tem dinheiro para pagar R$ 250 milhões. Está tudo em auditoria. Isso é assunto de balanço, não é assunto de entrevista.
 

O Ricardo Guimarães tem alguma participação dentro do Atlético atualmente?
Não. Absolutamente não.
 

O senhor já começou a planejar 2010?
Claro. Não podemos parar. Nossa prioridade é renovar o contrato com o técnico Celso Roth e com os jogadores, que no fim do ano a gente julgar que são importantes para o nosso trabalho em 2010.
 

O senhor gostaria de deixar algum recado para os torcedores?
Eu acho que a torcida já fez muito pelo Atlético. Está na hora da gente fazer alguma coisa por ela. Os torcedores indo para a fila e comprando ingresso já está ótimo.


Antidoping no tênis também!

O mundo do tênis se assustou com a vitória do argentino Juan Martin Del Potro, 20 anos, sobre Roger Federer, na final do Aberto dos Estados Unidos.

Aí um amigo nosso, que conhece do assunto, escreveu o seguinte: 

“Depois que o antidoping começou na Copa do Mundo, a Argentina nunca mais ganhou. Está na hora de ter antidoping no tênis também.”


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