O canal pago Fox Sports entrou no ar ontem, porém, em apenas algumas operadoras e as negociações continuam para a exibição pelas de cobertura mais ampla, como Sky e Net.
Do portal Comunique-se:
* “Apresentadores do Fox Sports fazem campanha para internautas pressionarem operadoras de TV”
Anderson Scardoelli
Jornalistas do Fox Sports Brasil, que estreou na manhã deste domingo, 5, estão usando as redes sociais para cobrar que as operadoras de TV por assinatura se acertem o quanto antes com o canal. Alguns dos profissionais da emissora afirmaram que os internautas devem cancelar o contrato com a empresa que não fornece o veículo aos seus assinantes.
Questionado sobre o que um telespectador deveria fazer quando percebesse que a operadora de TV por assinatura não incluiu o Fox Sports em sua gama de canais, o narrador João Guilherme, que foi contratado pelo canal após permanecer por 15 anos no Sportv, foi drástico na resposta. “Diga: ‘quero cancelar’. Darão importância”, afirmou em seu perfil no Twitter. “A força do evento + a força do Fox Sports + o público vão derrubar isso”, continuou o locutor.
Guilherme, entretanto, não foi o único funcionário da nova emissora da TV por assinatura que comentou a ausência do veículo em algumas operadoras. Também narrador, Marco de Vargas ironizou a versão de que empresas não estão distribuindo o sinal da emissora justamente por causa do próprio Fox Sports. “Eu vou ficar maluco, juro! Então a operadora não aceita disponibilizar um canal com o filé do futebol sulamericano e a culpa é… do canal?”, perguntou.
Com os direitos de transmissão da Taça Libertadores da América, o apresentador José Ilan (foto), que deixou a coluna que mantinha no site do Globoesporte em janeiro para acertar com o veículo de comunicação do Grupo Fox, salientou a importância da competição para os torcedores brasileiros. De acordo com o jornalista, a pressão dos telespectadores farão todas as operadoras aceitarem incluir a nova emissora em seus pacotes. “Várias operadoras estão adiantadas e devem ter o Fox em breve. O quanto elas vão demorar, no fundo depende de vocês (internautas e telespectadores)”, afirmou.
Durante a estreia, o Fox Sports Brasil foi transmitido por Oi TV, TVA, TV Digital da Telefônica e Nossa TV. Tida com acertada por parte da mídia com o veículo, a Via Embratel não exibiu o primeiro dia de programação do novo canal. Net e Sky também deixaram o Fox Sports de fora.
Ótimas opiniões têm chegado para o post sobre o livro que será lançado pelo jornalista Sidney Junior a respeito dos clubes do interior mineiro.
E reacendeu a discussão em torno da utilidade e fórmula do Campeonato Mineiro.
O Juiz Federal, Dr. Lincoln Pinheiro Costa tem uma posição mais radical.
Penso parecido, mas defendo a volta da Copa Sul/Minas e a manutenção do Campeonato Mineiro, porém em fórmula totalmente diferente da atual.
Veja o interessante ponto de vista e informações dele:
* “Pelo fim dos campeonatos estaduais”
Lincoln Pinheiro Costa
Futebol profissional é atividade econômica, embora haja quem, por esperteza, má-fé ou inocência negue essa realidade.
Sendo atividade econômica, há que se observar as leis: recolher os tributos, cumprir as obrigações trabalhistas, respeitar o direito dos torcedores – que se equivalem juridicamente aos consumidores – e dar lucro.
Não deve, pois, depender de subsídios do Estado, malgrado, como fomentador do bem-estar social, cumpra ao Estado estimular a atividade econômica, promovendo o desenvolvimento e combatendo as desigualdades sociais e regionais.
É sabido que o Brasil é um país com profundas desigualdades regionais e sociais.
O Estado de São Paulo concentra aproximadamente um terço da economia nacional. O Estado do Rio de Janeiro, por continuar sendo sede de importantes empresas estatais e privatizadas, mantém alguns privilégios econômicos em detrimento dos demais estados da federação.
A verdade é que o dinheiro flui para esses dois estados.
No futebol profissional não é diferente.
Enquanto os direitos de transmissão do campeonato paulista giram em torno de 65 milhões de reais por ano e o carioca 40 milhões, pelo mineiro se paga a bagatela de 16 milhões e pelo baiano míseros 500 mil reais/ano.
Não é preciso grande esforço de raciocínio para se concluir que essa diferença gerada, ano após ano, aumenta cada vez mais o abismo entre o futebol do eixo Rio-SP e o futebol dos demais estados.
Portanto, caro torcedor, quando você ouvir alguém defendendo a continuidade dos campeonatos estaduais em nome da tradição e da rivalidade, pergunte a que Senhor o arauto está servindo.
Manter os campeonatos estaduais só interessa à economia do eixo Rio-SP. A manutenção desse ciclo vicioso levará à falência do futebol profissional dos demais estados e ao aprofundamento da tendência de se transferir recursos dos estados mais pobres para os mais ricos.
Cada vez que um torcedor do Norte, do Nordeste ou do Centro-oeste compra uma camisa de um time do eixo Rio-SP, está transferindo renda dos estados mais pobres para os mais ricos.
Romper com esse círculo vicioso é imperativo para se promover o desenvolvimento do futebol profissional e, por conseguinte, da economia de todos os estados.
A solução passa pelo fim dos deficitários campeonatos estaduais e sua substituição por um campeonato brasileiro com duração de pelo menos dez meses, no qual haja uma mais justa e equitativa distribuição dos recursos, de forma a se fortalecer os clubes de todo o Brasil.
Quando isso acontecer, todos os brasileiros terão orgulho de torcer pelos times de sua própria terra e não para os times de estados onde esses brasileiros são discriminados socialmente.
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*Lincoln Pinheiro Costa é juiz federal em Belo Horizonte e ex-procurador da Fazenda Nacional em Salvador. É graduado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e MBA em Direito da Economia e da Empresa pela FGV. É membro do Instituto San Tiago Dantas de Direito e Economia.
Artigo publicado originalmente no site http://www.portalibahia.com.br/falabahia)
Por isso quase ninguém no país se assusta quando ouve notícias de violência e massacres como o ocorrido no Egito semana passada.
A ignorância no Brasil cresce a cada dia.
Para torcer, jogar ou trabalhar, qualquer um que vai a estádios de futebol corre sérios riscos, em qualquer estado.
Essa violência foi em Campinas-SP, com colegas da Globo e Folha de S. Paulo, e a notícia está no portal Comunique-se:
“Globo e Folha têm carros destruídos em Campinas”
Priscila Fonseca
Carros da Rede Globo e do jornal Folha de São Paulo foram apedrejados antes do jogo da Ponte Preta contra o São Paulo, na noite deste domingo, 5. O episódio aconteceu nas imediações do estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP).
A confusão, segundo o repórter-fotográfico Jefferson Coppola, do Agora, começou com um grupo pequeno de torcedores, mas foi aumentando e chegou a ter cerca de 30 pessoas. De acordo com a Folha.com, o jornalista estava dentro do automóvel quando o confronto começou.
“A gente estava chegando no estádio e tinha um carro da Globo na nossa frente. Um grupo começou a hostilizar o carro deles, dando chutes e atirando objetos. Depois passaram a fazer o mesmo conosco. Atiraram pedras, latinhas de cerveja e até aqueles cavaletes utilizados para orientar o trânsito”, disse Coppola.
O repórter-fotográfico estava acompanhado do motorista Carlos Eduardo de Andrade, que em declaração ao site da Folha.com revelou ter ficado muito assustado com a situação. “A gente estava atrás do carro da Globo e os torcedores estavam atacando. Eu não tinha como sair, estava preso. Aí eles viram que era da Folha e falaram ‘Tem mais um carro de reportagem aqui’. Começaram a atacar”, disse Andrade.
Não houve feridos e o ato de vandalismo foi registrado no 5º Distrito Policial de Campinas, segundo informações do própria Folha. A equipe da Globo não se pronunciou a respeito da depredação ocorrida em Campinas.
A notícia está no portal do O Tempo e o interessante é o São Paulo ficar “irritado” com um possível atravessador, já que ele é um dos maiores atravessadores e predadores do futebol brasileiro.
Este jogador sim; se não estiver machucado, é reforço para qualquer time do país!
* “São Paulo se irrita com Cuca, que teria atravessado negociação com atacante Nilmar”
O São Paulo está irritado com o técnico do Atlético, Cuca, por causa do atacante Nilmar. Segundo informações do blog do Menon, do site Uol Esportes, o clube paulista detectou que o treinador alvinegro foi o responsável por “vazar”, há duas semanas, o interesse do Tricolor no jogador.
Ainda de acordo com o site, esta teria sido uma maneira de atrapalhar a negociação, já que o Atlético também sonhava com o atacante.
Maluf desmente interesse
O diretor de futebol do Atlético Eduardo Maluf desmentiu qualquer suposto interesse do clube mineiro no atacante Nilmar. “O nome do Nilmar nunca foi ventilado aqui no Atlético. De todo o planejamento que fizemos, o nome dele nunca entrou na nossa pauta de contratações. Primeiro pelos valores e depois porque o Cuca nunca indicou o nome dele”, afirmou em entrevista ao Superfc.
Maluf explicou ainda que o grupo atleticano está fechado para a disputa do Campeonato Mineiro. No entanto, o dirigente não descartou novas contratações. “Olha, inicialmente o grupo está fechado para a disputa do Mineiro. Agora nada impede que se aparecer um bom jogador não podemos fechar negócio. Mas, no momento não existe nada”, finalizou.
O jornalista Sidney Junior, da Rádio 98 FM de Teófilo Otoni, ex-assessor de imprensa do América, está escrevendo um livro sobre os 40 principais clubes do interior mineiro.
Certamente será uma obra importante para mostrar a realidade do nosso futebol, maquiada por todo oba-oba fantasioso, em torno do campeonato da primeira divisão.
Assustei-me quando ouvi, ontem, o repórter Thiago Reis elogiando o fato do Guarani de Divinópolis ter médico e massagista para atender aos seus jogadores, e dizendo que a Caldense não tinha isso no sábado, contra o América.
Logo a Caldense que é um dos clubes mais estruturados e bem geridos do interior do país!
O Sidney também tem opinião bem definida quanto ao que seria um Campeonato Mineiro ideal.
Confira:
* “Acompanhando de perto o Campeonato Mineiro há alguns anos não dá pra fugir da discussão que permeia esse assunto.
É insustentável e não dá mais pra ver Cruzeiro, Atlético e América disputando um campeonato com times que montaram elencos para durar três ou quatro meses.
Está na hora de algum dirigente dizer que não dá mais. E tem que partir dos três grandes de Minas.
Defensor que sou e apaixonado pelos clubes do interior, não consigo mais me empolgar no início de um Campeonato Mineiro, que a gente já sabe no que vai dar. Ao menos que ocorra uma catástrofe, Atlético, América ou Cruzeiro ficarão mais uma vez com o título, e da maneira mais justa possível.
Fico imaginando um Campeonato Mineiro só com os clubes do interior, quem sabe 20 clubes disputando um campeonato durante todo o ano em turno e returno. Como não seria fomentada a rivalidade regional e a movimentação das cidades com o futebol durante todo o ano?
Aí vem os pessimistas e dizem: “Os clubes não tem dinheiro para sustentar jogadores durante um ano e não tem o dinheiro da TV”. Tudo bem, mas existe só a TV Globo? Será que a TV Alterosa, TV Record ou a Rede Minas não teria interesse num campeonato assim? Será que o Governo do Estado não poderia dar algum incentivo ou apoio financeiro para estes clubes?
Acompanho o América de Teófilo Otoni desde 2008, quando ainda estava na Segunda, que na realidade é a Terceira Divisão do futebol mineiro, e vejo o quanto o torcedor se interessa pelo time de sua cidade quando o adversário é alguém com o mesmo potencial.
Não esqueço da apaixonada e fanática torcida do Tricordiano de Três Corações, do Fabril de Lavras e do Araxá. Uma rivalidade gostosa e apaixonante que só existe no interior. Quando vou cobrir jogos de Cruzeiro, Atlético e América contra um time do interior não sinto a mesma disposição do torcedor, pois ele sabe que é uma luta desigual.
Vendo e ouvindo sobre a crise financeira que os grandes clubes como Cruzeiro, Flamengo e Vasco enfrentam fico pensando como deve estar a contabilidade dos clubes interioranos.
O torcedor de Cruzeiro , Atlético e América sabe o que é a rivalidade entre eles, mas não conhece o que envolve um jogo entre Democrata-GV x Ipatinga ou América-TO x Funorte. Os Estádios são fracos? Sim, as cidades sem estrutura? Sim, os clubes sem dinheiro? Também, mas como estão todos em situação de igualdade a rivalidade e a disputa é ferrenha e apaixonante.
É bom pro torcedor do interior ver os jogadores de Cruzeiro, Atlético e América, mas não é mais viável para as grandes equipes. Se fizerem um campeonato só com os clubes do interior com os atrativos e o mínimo de organização, o torcedor vai prestigiar, e isso não há dúvidas.
O próprio América de Teófilo Otoni tem recordes de público desde a segunda divisão, passando pelo Módulo II até a 1ª divisão. E isso, porque o Estádio Nassri Mattar só é liberado para cinco mil expectadores.
Passou da hora dessa discussão ficar mais séria e pra não dizer que isso é conversa de um bairrista interiorano, pode se propor a disputa do Campeão Mineiro do Interior num quadrangular junto com os três grandes da capital. E assim, acho que todos serão mais felizes! Ou estaria eu sonhando demais?”
* “Clima é tenso nos bastidores do Jornal Nacional”
Patrícia Poeta não é tão simpática quanto parece e William Bonner tem andado bem nervosinho
Desde que Fátima Bernardes resolveu abandonar o Jornal Nacional para investir em novos projetos, o clima nos bastidores do jornalístico não tem sido dos melhores.
Segundo a blogueira Fabíola Reipert, do R7, Patrícia Poeta, apesar de ser toda sorrisos para as câmeras, não faz a menor questão de ser simpática com os colegas de trabalho.
E como Fátima esbanjava inteligência, competência, carisma e era muito querida pela equipe, a fama de Poeta fica ainda mais em baixa.
Para completar, o âncora William Bonner tem andado de mau humor e deixado o clima ainda mais tenso, distribuindo patadas.
O estudante de jornalismo Carlos Brant, de Contagem, aluno do Centro Universitário de Belo Horizonte/UNIBH, montou um portal de esportes com informações exclusivas do futebol mineiro.
As finanças do Cruzeiro vão tão mal que o clube cultiva dívida até com seus maiores parceiros. A equipe recebeu do Vasco R$ 3,6 milhões em 29 de dezembro passado referentes à compra de 50% dos direitos de Bernardo e não repassou ao BMG a quantia correspondente à parte do banco.
SPC. O BMG tem direito a R$ 720 mil do valor pago pelo Vasco. Já cobrou o Cruzeiro, mas não recebeu.
Abre… Na esteira dos atrasos salariais que afetam clubes brasileiros, advogados alertam jogadores sobre a possibilidade de eles se recusarem a jogar. A Lei Pelé permite que, com dois vencimentos atrasados, atletas se recusem a entrar em campo.
…o olho. “A Lei Pelé não disciplina objetivamente o assunto, mas entendo que podem se recusar a treinar e concentrar, sobretudo porque estas seriam medidas muito mais suaves do que uma recusa em participar de uma partida”, diz Eduardo Carlezzo, advogado especialista em direito esportivo.