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Blog do Chico Maia | O seu espaço interativo | Página10

Blog do Chico Maia

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Quem imaginaria que algum dia o Cruzeiro chegasse a esta situação? Brigando para não ser rebaixado para a Série C

Foto: Mourão Panda/América

Resultado do clássico põe América no G4 e mergulha o Cruzeiro em nova crise. Dentro de campo, vitória incontestável do Coelho, que mostrou a diferença entre os times na Série B. Fora, o maior patrocinador do Cruzeiro pede a cabeça do técnico e põe a diretoria do clube contra a parede. A semana será quente no mundo azul.

Nunca imaginei que fosse ver uma manchete como essa do site da Itatiaia:

* “América vence o Cruzeiro no Mineirão, entra no G4 da Série B e deixa o rival perto da degola”

O primeiro clássico da história entre Cruzeiro e América pela Série B do Brasileirão, disputado na noite deste sábado, no Mineirão, teve dois tempos completamente distintos. Na primeira etapa, o Coelho dominou todas as ações, jogou o Cruzeiro nas cordas, fez 2 a 0 e podia ter até ampliado. A história mudou no segundo tempo. O técnico Enderson Moreira trocou a experiência pela juventude, o time passou a dominar, diminuiu e chegou a ameaçar a vitória americana. Melhor para o time do técnico Lisca, que venceu por 2 x 1, e entrou no G4 da competição. Eduardo Bauermann e Matheusinho marcaram para o Coelho. Arthur Caíke fez o da Raposa.

https://www.itatiaia.com.br/noticia/america-vence-o-cruzeiro-no-mineirao-entra-no-g4-da-serie-b


Fase decisiva do Campeonato Mineiro e outros estaduais mostra o lado perverso do futebol

Estádio Antônio Guimarães de Almeida, em Tombos – Foto Raphael Lemos – Revista DeFatoonline

Com dois empates, ou, uma vitória e uma derrota, por saldo de gols igual o Tombense seria Campeão Mineiro, com a vantagem que lhe compete o regulamento. A duras penas perdeu o primeiro jogo para o Atlético, por 2 a 1, aos 52 do segundo tempo. Agora precisa vencer o segundo para ficar com o título. A primeira partida foi no Mineirão, casa do Galo, a segunda, no Independência, que é mais casa do Galo ainda. Que graça tem isso? Caso um dos jogos fosse em Tombos, a expectativa e atrativos da final do campeonato seriam muito maiores, com garantia de fortes emoções. Naquele estadinho de Tombos, ou mesmo num estádio de melhores condições em qualquer cidade do interior o árbitro daria 8 minutos de acréscimos?

Mas, não há interesse de quase ninguém em corrigir distorções como essas. Os clubes do interior, na maioria absoluta, foram dominados por empresários, agentes FIFA e grandes grupos financeiros. Acabou aquela história romântica de “time da cidade”. O negócio é o dinheiro que vai entrar, da venda de jogadores e dos direitos de transmissão pela TV.

Tem sido comum clubes do interior negociarem todos os jogos de semifinais e finais na capital, em Minas e em outros estados. Ficam com a renda da partida da qual são mandantes, recebem uma “gratificação” da TV e vamos que vamos. Entre os grandes clubes, autoridades e até imprensa, ninguém (ou quase ninguém) quer enfrentar estrada, aeroporto, gramado difícil, vestiário idem e principalmente a torcida do interior. Grande parte da imprensa, finge de égua, nem toca mais no assunto e deixa o pau quebrar. O conforto do Mineirão e Independência é bom demais. Não importa que a essência do futebol vá morrendo aos poucos, ou sendo assassinada, neste jogo de interesses localizados e de cumplicidade geral.

E vida que segue! 


Microfones não ganham jogos. Diferente nessa eliminação do Cruzeiro foi a fala do presidente Sérgio Santos Rodrigues.

Reclamando das condições do estádio, do gramado, da água, da luz, do vestiário, da arbitragem, do escorregão do zagueiro Leo, e mais disso, daquilo e aquilo outro, da tarde de quarta-feira em Maceió, no empate com o CRB. Só faltou reclamar que o esgoto da capital alagoana é jogado direto nas belíssimas praias da cidade. Seria a única coisa que teria razão.

Ora, ora, me senti nos anos 1980, quando era moda dirigentes do Cruzeiro, Atlético e outros grandes clubes reclamar dessas coisas, sendo verdade ou não, para justificar maus resultados ou times ruins que eles montavam.

Quando se propôs a disputar a eleição para ser presidente do clube, Sérgio Rodrigues sabia que a situação era complicadíssima, mas jurava que tinha soluções. Então, que pare de usar os microfones para dar desculpas e se concentre apenas em arrumar o time. Por enquanto, para conseguir uma das quatro vagas do acesso à Série A, depois, para permanecer nela e na sequência, voltar a brigar por títulos. O caminho é longo. Ele sabia disso quando quis encarar a missão.

Enderson Moreira ou qualquer outro treinador precisa de jogadores pra montar um time minimamente competitivo. Que dê pelo menos para o gasto.


Tombense foi bravo, mas qualidade do elenco e condição física do Atlético falaram mais alto

Com 47% dos votos da enquete do Atlético via twitter, Marquinhos foi eleito pela torcida como o melhor em campo. Seguido por Sasha, 21,5%, Keno 20,4% e Réver 10,2%. Para mim, o goleiro Rafael seria o primeiro o segundo. Mais uma vez, pegou muito.

Foi um bom jogo e prevaleceu a melhor condição física do Atlético, que virou a partida aos 52 do segundo tempo. O Tombense se fechou muito bem, explorou os contra ataques e conseguiu abrir o placar no pênalti cobrado com perfeição pelo Rubens, aos 17 minutos. Mas o empate saiu aos 19, depois de um chutaço do Junior Alonso, soltada e bola do goleiro Felipe, que fez ótima partida e aproveitamento do rebote do Sasha.

No segundo tempo o Atlético voltou com Marquinhos no lugar do Savarino e aumentou a pressão. O Tombense foi um time que não se apavorou em momento algum e não apelou para o jogo violento, mesmo quando demonstrou cansaço e não conseguia acompanhar os jogadores do Galo. Mais uma vez Rafael foi muito acionado e fez grandes defesas.

O jogo caminhava para o empate até que Keno chutou forte, a bola desviou na zaga e enganou o goleiro. Vantagem  invertida pelo Atlético, que jogará pelo empate, domingo, às 16 horas no Independência.


Quatro treinadores uruguaios já foram campeões com o Atlético em Minas. Sampaoli poderá ser o primeiro argentino

Em imagem da TV Galo, Walter Oliveira, entre Éder e Belmiro, foi o xerife da zaga do Atlético, até 1984. Em 1985 foi campeão mineiro como treinador. Em 2019 visitou o Atlético, no hotel em Montevidéu, antes do jogo contra o Nacional pela Libertadores da América.

Tudo bem que o “jogo é jogado, lambari é pescado” e toda a arrogância será castigada”, mas de sã consciência, em “condições normais de temperatura e pressão” é difícil imaginar o Tombense campeão em cima do Galo, mesmo tendo a vantagem dos empates. Pelo menos se um dos jogos fosse em Tombos, as chances seriam maiores, mas no Mineirão e Independência, complicado demais para o time comandado pelo Eugênio Souza. Mesmo sem a torcida alvinegra fungando cangote do adversário. Há de ser considerado que o Tombense é um clube bem organizado, tem bons jogadores e é tutelado por um dos empresários mais poderosos do futebol brasileiro, que é o Eduardo Uran. Mas, as zebras andam cada dia mais escassas no futebol.

Também vale lembrar que o técnico Eugênio é dos melhores do interior mineiro. Foi um bom zagueiro do Cruzeiro nos anos 1980. Jogou no time que quebrou a sequência de seis títulos estaduais seguidos do Galo, em 1984. Na batalha das estratégias ele vai enfrentar o argentino Jorge Sampaoli.

Cruzeiro em 1984, em dia de clássico contra o Atlético. A partir da esquerda, Ailton, Eugênio, Ademar, Joãozinho, Douglas e Vitor; Quirino, Eduardo Lobinho, Tostão II, Carlos Alberto Seixas e Luiz Cosme.

Alexandre Simões (Hoje em Dia), o jornalista que mais valoriza a história do nosso futebol, buscou nos arquivos dele o histórico dos técnicos que já conquistaram o título mineiro. Só uruguaios até hoje. Confira:

* “Jorge Sampaoli busca lugar na lista dos treinadores estrangeiros campeões mineiros pelo Atlético”

@oalexsimoes

A decisão do Campeonato Mineiro entre Atlético e Tombense começa nesta quarta-feira (26), às 21h30, no Mineirão, com os dois treinadores buscando fazer história coletiva e individualmente. E isso transforma o argentino Jorge Sampaoli e o mineiro Eugênio Souza em personagens da final do Módulo I.

Na Era Mineirão, apenas dois técnicos estrangeiros venceram o Estadual, ambos pelo Galo. A última vez foi em 1999, com o time do uruguaio Darío Pereyra superando o América na final. Antes, o ex-zagueiro Olivera tinha levantado a taça em 1985, em cima do Cruzeiro, logo depois de abandonar a carreira de atleta.

Antes, nos anos 1940 e 1950, o Atlético já tinha vencido o Estadual sob a direção de gringos. Félix Magno comandou o time no bicampeonato de 1946 e 1947. Ricardo Díez, o maior treinador estrangeiro da história alvinegra, ganhou o Estadual em 1950, 1954 e 1955. Os dois eram uruguaios.

Não é só a escrita dos gringos campeões mineiros que Sampaoli pode quebrar. Depois de assumir o Atlético apenas na nona rodada da fase classificatória, o argentino pode fazer com que o Estadual seja vencido por um clube que trocou de comando durante a competição depois de 16 anos.

Desde 2004, quando Paulo César Gusmão assumiu a vaga de Vanderlei Luxemburgo no Cruzeiro, o campeão mineiro não tinha troca de treinador durante a campanha. (mais…)


A glândula pituitária de Messi, os movimentos “fora Bartomeu”, “fica Cazares” e “fora Cazares”!

Carlos Drummond de Andrade disse em “Confidência do Itabirano”, sobre a terra natal dele: “… Tive ouro, tive gado, tive fazendas. Hoje sou funcionário público.
Itabira é apenas uma fotografia na parede.
Mas como dói!”.

Esta foto do Cazares deixando o Egídio deitado me faz lembrar este trecho da poesia. Aliás, o autor da foto, Denis Dias, está à disposição de quem quiser ter um quadro como este, que o próprio Cazares encomendou e pôs na sala do apartamento dele. Só entrar em contato por meio do denispd05@gmail.com

*** 

O título do post faz lembrar o “Samba do crioulo doido”, do Sérgio Porto “Stanislaw Ponte Preta”, mas não é. Apenas pra lembrar que nenhum jogador de futebol, por melhor, mais famoso e mais importante que seja, é ou será mais importante que o clube. Um clube se torna gigante graças a seus jogadores. Quanto melhores, mais ajudarão nessa grandeza, porém, o futebol é coletivo. E sem o clube o jogador não existiria. Trata-se de uma via de mão dupla, de gratidão recíproca. Ninguém faz nada sozinho e as pessoas passam. O clube fica e a história continua.

O apelo e pressão populares para que Lionel Messi fique no Barcelona são tão fortes que o presidente do clube está quase caindo e desmentiu ontem que vá renunciar ao cargo.

Aqui, desde a contusão do Nathan, muitos atleticanos têm feito apelos para que o Atlético reincorpore o Cazares. Mas uma quantidade maior, pelo menos que me chega e com quem converso, quer ver o meia longe do Galo. Já escrevi aqui, há bastante tempo, que jogadores como Cazares se equivalem a um estepe com vazamento. Quando você mais precisa dele, te deixa na mão. Um craque, mas nada profissional. Inconfiável, testado e reprovado por vários treinadores e dirigentes, nos requisitos básicos para servir a um clube que almeja grandes conquistas. Mas, algumas jogadas e gols inesquecíveis, iludem até hoje a alvinegros mais apaixonados, que sonham que o equatoriano tenha conserto. Que ele seja feliz em qualquer outro clube, em qualquer outra cidade!

Nada a ver com Messi, fantástico dentro e fora de campo. Mas até ele, deve gratidão ao Barcelona, numa história muito bem lembrada pelo jornalista mexicano Pepe Del Bosque, que foi retwittado pelo colega gaúcho Gustavo Fogaça Guffo: @PepedelBosque “Messi es el mejor jugador en la historia del Barça, sin discusión. Pero Messi no sería lo que es sin el Barça. Cuando Newell’s no podía pagar (y River no quiso) el tratamiento de la Glándula Pituitaria, apareció Rexach. Esta Directiva patética no es el Barça, es solo una parte.”

Para saber mais sobre esta glândula, e o grave problema de saúde que atacava o Messi quando criança, recorri a endereços sérios do Google, que dão detalhes: “… é dividida em duas partes: a anterior e a posterior, cada uma com funções diferentes. A maioria dos tumores da hipófise se inicia na parte anterior da glândula pituitária. Ela produz vários hormônios que controlam outras glândulas endócrinas. Hormônio do Crescimento

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/a-glandula-pituitaria/3977/564/

“Hipófise (pituitária)”

A hipófise é conhecida como “glândula mestre”, por ser  responsável pelo funcionamento de outras glândulas do corpo.  (mais…)


Vitória épica do América e classificação sem precisar dos pênaltis na Copa do Brasil

O time jogou bem o tempo todo, com destaque para o segundo tempo. Pressionou a Ferroviária de Araraquara de todas as formas, de todos os lados, mas a bola não entrava, as finalizações davam certo. E quando parecia que a decisão seria nos pênaltis, Rodolfo fez a torcida explodir de alegria, marcando o gol da vitória aos 49 minutos. Em Araraquara o placar foi 0 a 0.

Vinicius Grissi, da 98 FM, comentou: @ViniciusGrissi “Belo gol do América. Construiu invertendo de um lado pro outro até achar o espaço mesmo nos acréscimos do segundo tempo. Em nenhum momento atacou de qualquer jeito. Vitória justa, superando seus próprios erros e os da arbitragem também.

Em tempo: Rodolfo foi um enorme achado do América. Centroavante de mobilidade, velocidade e muito faro de gol. 17 jogos, 8 gols e 3 assistências em 2020.”

Thiago Nogueira, d’O Tempo, lembrou que está sendo a melhor performance do Coelho na história da competição:

@thiagonoggueira “Com exceção de 2018, quando entrou direito nas oitavas de final por causa do título da Série B, em 2017, está é a 1ª vez que o América consegue chegar até a 4ª fase da Copa do Brasil no atual formato do torneio. Coelhão nunca tinha passado de tantas fases até a edição deste ano.”

No fim, a torcida AVACOELHADA desabafou contra quem ela achava que estava “secando” o time @Avacoelhada: “Fim de jogo: América-MG 1 x 0 Ferroviária-SP. Rodolfo. Coelhão avacoelhando geral classificado para a próxima fase. Jaime Júnior e Henrique torceram muito, mas ficaram sem ver a decisão em cobrança de pênaltis.”


Que Guilherme seja utilíssimo ao América e faça os incrédulos queimarem a língua

Guilherme foi apresentado oficialmente hoje pelo diretor Paulo Bracks – Foto: Mourão Panda/América

Depois de longa negociação o América fechou com Guilherme e o apresentou no CT Lanna Drumond. A conversa esfriou e voltou a esquentar depois da derrota para o Cuiabá, no Independência. Certamente a diretoria estava na dúvida se contratava ou não por causa de tantos “cornetas” buzinando contra na cabeça. Afinal, o meia-atacante já jogou nos dois rivais da cidade e não deixou tanta saudade. Nem tanto por falta de futebol, que ele tem, mas de falta de efetividade. Machuca muito, entra em campo desligado, demora se ligar ou nem liga e assim ia até acabar o contrato. Com a camisa do Galo ele fez aquele gol em 2013, aos 50 minutos do segundo tempo, contra o Newll’s Old Boys, que levou o jogo para os pênaltis e colocou o time na final da Libertadores. Disso todo atleticano tem saudade e ele justificou o investimento feito, sete anos atrás, quando ele estava com 24 anos de idade. Aliás, o site da revista Trivella, listou este gol como um dos momentos mais importantes de toda a Libertadores daquele ano e vale a pena ler de novo. ** https://trivela.com.br/dez-momentos-marcantes-da-copa-libertadores-2013/

* “Guilherme é apresentado e comemora a oportunidade de atuar pelo América”

  • Estevão Germano

Na tarde desta segunda-feira, o meia Guilherme foi apresentado no CT Lanna Drumond. Anunciado pelo América no último sábado, o experiente atleta vestiu o manto do Coelhão antes do treinamento e concedeu sua primeira entrevista à TV Coelho. Feliz com a concretização da vinda para o América, Guilherme respondeu às perguntas enviadas pela imprensa à assessoria de comunicação do Clube.

Multicampeão e marcado por ser um jogador técnico, Guilherme poderá fortalecer o setor de criação ofensiva do América. O meia também buscará seu primeiro acesso à Série A na carreira. Ele fez seu primeiro treino no CT Lanna Drumond no domingo e já se adaptando ao padrão de jogo da equipe americana. (mais…)


Derrota e empate esquentam debate sobre a situação do Cruzeiro na Série B

O Amaury Alkimim, participante tradicional do blog, escreveu ontem após o jogo ruim e empate do Cruzeiro em Aracaju contra o Confiança: “… meu Cruzeiro não sobe! Com esses jogadores e técnico mediano, sem nenhuma criatividade (um Manno piorado) não tem como. Com 4 meses de treinamentos e jogos ele não conseguiu montar um time. O meio de campo inexiste. Que vexame! O próximo jogo é contra o Ameriquinha que, via de regra, não ganha do Atlético e não perde para o Cruzeiro. Nosso presidente é bom de papo, gogó, mas estou com os pés no chão. Nosso time é fraquíssimo. Outra coisa, que lateral esquerdo horroroso!

O também cruzeirense Rodrigo Pablo discorda e questionou essas cobranças ao técnico Enderson Moreira. Considera exageradas, e pediu ao Lélio Gustavo para comentar na Rádio Super 91,7: @rodrigopablo27Ei @LelioMetralha . Comenta aí? Nenhum outro time caiu como o Cruzeiro “foi assaltado ano passado” e teve a cota reduzida esse ano, fora que de 15 pontos disputados ganhou 10; sem querer passar pano. Será que não está muito cedo para torcida questionar tanto o trabalho do Enderson?”

O Lélio comentou: @LelioMetralhaEu falei justamente isso.. muito cedo pra se desesperar”.

No que concordo com ambos.

Aí entrou o Dr. Stefano Venuto Barbosa e contestou: @StefanoVBComo ninguém vê a série B mesmo, vou informar que o Cruzeiro sofreu uma pressão pesada do Confiança, confiança gente! Como o trabalho pode ser bom?”

Pois é, mas o Enderson está tirando água em pedra, já que o elenco que tem é este e não há nenhum mecenas azul disposto a colocar mais dinheiro na contratação de jogadores. Sábado tem clássico contra o América, que por sua vez, também está precisando se firmar na competição. Um jogo que promete.


As perspectivas do Galo com Jorge Sampaoli neste Brasileiro

Assim como quase todo atleticano fiquei muito irritado com o jogo de ontem, o pior do Atlético sob o comando do Sampaoli. Mas longe de mim qualquer pessimismo em relação ao trabalho que está apenas começando ou quanto às possibilidades do time neste Brasileiro. Trata-se do melhor técnico que o Galo contratou, depois da “Era Cuca”. Ele é da prateleira de cima, dos melhores do futebol mundial. Mas a cobrança por resultados é imediata, proporcional ao perfil dele e ao prestígio de que desfruta. Está iniciando o trabalho, fazendo testes dos mais variados possíveis, na escalação e táticos, jogo a jogo, com carências no elenco em várias posições. Falta um criador no meio e um comandante de ataque. Para furar bloqueios como o do Botafogo, por exemplo, só com alguma assistência genial ou um gol com a ação do “Sobrenatural de Almeida”, só possíveis, quando há jogadores em campo, nessas posições, acima da média.

Também na lateral direita ele tem problema. Guga é fraco e ainda não se sabe como o Mariano retornou do futebol turco, já que ainda está em recuperação física. Na esquerda, Arana é excelente, mas não tem um reserva à altura.

Sampaoli cobra reforços semanalmente. Alexandre Mattos é um diretor de futebol competente e bem relacionado, corre atrás para atendê-lo. O temperamento do treinador é difícil e ao contrário de seus colegas brasileiros, não dá a mínima para o que a imprensa, dirigentes ou torcedores falam ou pensam sobre ele. Sampaoli deixa claro isso no livro dele, publicado no Chile, em 2015, durante a Copa América daquele ano. O titulo da obra (foto que ilustra este post) já diz tudo: “No escucho y sigo” (Eu não escuto e eu vou em frente).

Que os atleticanos mais apaixonados tenham consciência disso e não caiam nessa, de “teorias conspiratórias”, de que o comentarista fulano ou beltrano está criticando o argentino para “desestabilizar” o trabalho dele e prejudicar o Atlético. Se ele tiver que chutar o balde e “cascar fora” quando lhe der na telha, não precisa de nenhum argumento infantil desse tipo.

Concordo com o que escreveu o jornalista Martins y Miguel, retwittado pelo Custodio Pereira Neto, da Cariogalo, depois do jogo horroroso contra o Inter: @CustodioTodinho “Eu diria que o desafio é Sampaoli começar e terminar 2021, o que apenas Cuca conseguiu nos últimos 30 anos. Isso mostrará que, FINALMENTE, entendeu-se a lógica do futebol, como diria Jürgen Kloop: – Esteja certo sobre o cara que você está contratando e dê a ele (reforços e) tempo twitter.com/martinsymiguel…”.

Nessa mesma toada, concordo também com o que escreveu o Dr. Lásaro Cândido da Cunha, vice-presidente do Galo, sobre a grita geral alvinegra por um “10”: @lasaroccunha “Desculpe-me a franqueza: em 112 anos tivemos um camisa 10 clássico e espetacular (R10-R49).Tivemos outros ótimos, mas não propriamente um “10”. No modelo de jogo proposto, há q se ter calma e tempo. Ontem foi doído, mas ruim mesmo foi o resultado de 4a feira. Vida q segue..GALO!”.

Sampaoli corre atrás de uma uma solução. Descobriu o lugar certo do Nathan jogar, e estava dando certo. Um jogador que muitos atleticanos (eu inclusive), achava que deveria ter sido incluido na mesma barca de dispensas do Di Santo, Ricardo Oliveira e etecetera. Mas Nathan se machucou e agora o Galo busca outras opções. Treinadores acima da média conseguem encontrar, caso do Sampaoli, e com o dinheiro que o Rubens Menin está colocando, já já encontrarão o nome certo.


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