Blog do Chico Maia

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Que situação a do Cruzeiro: comemorando o primeiro ponto na Série B, em casa, no apagar das luzes, contra o Goiás

Foto: twitter.com/Mineirao

Procópio Cardozo resumiu a situação: @procopiocardozo *“: Conseguiram montar o pior time da segunda divisão. Quem trabalhou na formação desse elenco não conhece nada de futebol. E vou parar por aqui porque quando eu fico com raiva acabo falando besteira.”

Guilherme Piu, do Uol, lembrou bem: @guilhermepiu “O antes renegado Marcinho salvou o Cruzeiro da terceira derrota na Série B de 2021. Jogador deve ganhar mais espaço com Mozart. Pressão por resultados ainda segue, já que a Raposa ainda está afundada na parte de baixo da tabela da Série B. “

O empate veio aos 42 minutos do segundo tempo. Até agora não consegui entender o que deu no Joseph, pra dar aquela peitada na bola com tanta vontade. Será que ele queria entregar ao Fábio ou jogá-la para escanteio? Num primeiro momento pensei que fosse um atacante do Goiás que tivesse se antecipado à defesa e marcado o gol. Aliás, um golaço, pena, para os cruzeirenses, que foi contra.

O trem tá feio!


Em ritmo de treino de luxo, classificação tranquila do Atlético sobre o Remo

Foto: twitter.com/Mineirao

Time prestou homenagem ao torcedor Felipe Silveira – Fiu, de 36 anos, desejando saúde e força na luta contra o câncer

Sem maiores apertos, jogo tranquilo, gols no momento certo, adversário precavido, algumas falhas repetidas que não podem ocorrer, algumas surpresas positivas e negativas.

Réver abriu o placar, de cabeça, aos nove minutos de jogo; o também zagueiro Romércio, empatou aos 45, se aproveitando de uma saída errada de bola do Keno. Hulk, de pênalti, sofrido pelo Réver, fez o gol da vitória, aos seis minutos do segundo tempo. Aos 32 o Remo desperdiçou a chance de empatar, quando Gedoz bateu pênalti, no meio do gol, e a bola bateu no joelho do Érverson.

Um minuto antes do Keno errar a saída de bola que originou o gol do Remo, Tchê Tchê, displicente, virou o jogo para a esquerda e deu um presente para o adversário. Contra um adversários mais qualificados, falhas assim costumam representar perda de pontos preciosos e títulos.

Impressionante como o Marrony vem entrando mal nos jogos. Jogava muito no Vasco, começou muito bem no Galo, nos tempos de Sampaoli, mas depois a bola dele sumiu. Missão para o Cuca resolver, com muita conversa, para saber o que está havendo com ele ou a forma como ele pode render mais. O treinador já recuperou muitos dessa forma. Sasha é outro que tem entrado mal, mas não sei se tem tanta bola assim para jogar neste time do Galo.

Por outro lado, Dodô tem atuado bem, muito acima do que eu imaginava que ele poderia render com a camisa do Atlético.

Outro pênalti batido com perfeição por Hulk, abraçado por Dodô, que fez mais uma boa partida  – Foto: twitter.com/Atletico


América, de futebol fraco, péssima cobrança de penalidades e vendo a temporada se complicar

Com 2 a 2 no tempo normal, pelo menos o América voltou a marcar gols, contra o Criciúma. O futebol foi fraco, a cobrança de penalidades, péssima, e derrota por 3 a 1. A situação do Coelho vai se apertando na temporada. Eliminado da Copa do Brasil, duas derrotas nas duas rodadas iniciais do Brasileiro e com o Flamengo como próximo adversário, domingo, no Rio.


E lá se foi o quarto treinador do Cruzeiro na “era” Sérgio Santos Rodrigues

Eliminado na cobrança de pênaltis pelo Juazeirense, o Cruzeiro demitiu Felipe Conceição, que sucedeu Felipão, que sucedeu Ney Franco, que por sua vez sucedeu Enderson Moreira, o primeiro técnico desde que o atual presidente assumiu o clube.

De Montes Claros, onde a torcida cruzeirense é também enorme, o jornalista Christiano Jilvan mandou bem: @chrisjilvan “Cruzeiro não tem quem olhe para o próprio umbigo do clube. No campo, time está vivendo de acasos. Com exceção de CAM e Coelho, não teve mais adversários da prateleira de cima e ainda assim só ganhou oito jogos em 19 disputados. Técnico paga também pela teimosia.”

Luiz Ibirité, cruzeirense, tradicional comentarista do blog, se aprofundou mais na avaliação do que está se passando no clube: “Boa noite Chico, são muitos os assuntos, uma grande troca de técnicos nos últimos dois anos (4 técnicos na era Sérgio Santos), agora vai ter de contratar e ficar com o técnico até o final da série b (mudança no regulamento) briga com uma das referências do time Rafael Sobis e sequer treinou pra jogar o jogo da eliminação. Pode trazer o Guardiola, se não contratar reforços pra vir jogar bola não vai subir mesmo, sei que não tem grana, mas gastaram muito mal o pouco que tem, buscando refugos que não eram nem reservas nos times que estavam. A situação está cada dia mais complicada e nosso presidente só aparece pra falar asneiras!
Eu não estou aproveitando do momento ruim não; o Márcio Borges outro dia tentou me alertar, eu todo otimista aqui achando que podia ser diferente, mas o filme vai se repetir este ano, infelizmente!”.

É isso. A realidade bateu à porta. O time é fraco, jogadores apenas esforçados. Elenco semelhante à maioria  dos concorrentes da Série B e dessa fase da Copa do Brasil.


Saudosistas do mundo, uni-vos! Há nove anos, Ronaldinho Gaúcho estreava no Galo, vencendo o Palmeiras em São Paulo

Em foto do Bruno Cantini, a comemoração que ficou famosa entre Jô e Ronaldinho

Ô saudade de craques de verdade como ele! De preferência no Galo, mas, para quem gosta de futebol, em qualquer time é bom também, ver um craque em campo. Bela reportagem do Henrique André, no Uol, lembrando a estreia de Ronaldinho pelo Atlético, na vitória de 1 a 0 sobre o Palmeiras, pela quarta rodada d Brasileiro, no Pacaembu. Gols de Jô, aos três minutos do segundo tempo. Os times:

Palmeiras: Bruno, Cicinho (João Vitor), Henrique, Thiago Heleno e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Felipe (Maikon Leite) e Daniel Carvalho; Luan (Mazinho) e Barcos. Técnico: Luiz Felipe Scolari

Atlético: Giovanni, Marcos Rocha (Serginho), Réver, Rafael Marques e Junior Cesar; Pierre, Richarlyson, Bernard (Leandro Donizete) e Ronaldinho Gaúcho; Danilinho (Leonardo Silva) e Jô. Técnico: Cuca.

Foto: Bruno Cantini/Atlético

A reportagem do Henrique André:

* “Há exatos 9 anos, Ronaldinho Gaúcho estreava com vitória pelo Atlético”

O dia 9 de junho ficou para sempre marcado na história entre Ronaldinho Gaúcho e Atlético-MG. O primeiro ato do ex-meia pelo clube mineiro aconteceu há exatos nove anos, em duelo com o Palmeiras, válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro de 2012. Com a vitória fora de casa, por 1 a 0, o Galo dormiu na liderança e, de quebra, viu Jô, autor do gol, dar o primeiro de muitos abraços no Bruxo.

Vigiado de perto pelo volante Márcio Araújo, Ronaldinho fez um bom jogo, mas não conseguiu ser brilhante. Contudo, nada que ofuscasse o brilho do debute e a empolgação dos torcedores atleticanos, que viram pela televisão o primeiro triunfo com o craque no comando do meio de campo.

Pelo Atlético-MG, o gaúcho fez ao todo 88 jogos, marcando 28 gols. No mesmo 9 de junho, mas de 2013, ele completou 50 partidas sob o comando de Cuca no Alvinegro. Naquele ano, inclusive, foi um dos protagonistas da conquista do título mineiro e também da inesquecível Libertadores. Antes, em 2012, bateu na trave no Brasileirão, quando o Galo terminou com o vice-campeonato. Contratado sem custos na gestão de Alexandre Kalil, o então camisa 49 calou os críticos e teve rendimento bem superior ao que demonstrou nas quatro linhas com a camisa do Flamengo, clube que o fez retornar ao país após vários anos atuando no futebol europeu. Atualmente com 41 anos. . . (mais…)


O protesto e a ameaça mambembes do Tite e jogadores da seleção

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A Copa América serve também para desfalcar e arrebentar, no Campeonato Brasileiro, os times que investiram na contratação de bons jogadores. Serviu também para um jogo de cena estranho, como bem definiu o escritor, dramaturgo e jornalista Marcelo Rubens Paiva no twitter dele: @marcelorubensEntão a questão dos jogadores da Seleção não era o risco da Covid, o descontrole da pandemia, nem a falta de férias e crítica ao calendário insano, mas implicância com o presidente da entidade? Pobreza moral…”


Depois de sucesso nas pistas do mundo, Franck Caldeira está de volta a Sete Lagoas

Em frente a Capela no alto da Serra de Santa Helena, o gente muito boa, Franck Caldeira, que voltou a morar na terra natal e agora vai se dedicar ao trabalho social, visando apoiar crianças e jovens a apostar no esporte, em suas mais diversas modalidades. E sem dúvida, o esporte e a cultura são fontes formidáveis de inserção social. Ele concedeu entrevista ao Celso Martinelli e Roberta Lanza do jornal SETE DIAS:

* “Um dos principais maratonistas brasileiros tem projetos para incentivar o atletismo local”

O sete-lagoano Franck Caldeira de Almeida, 38 anos, um dos principais maratonistas brasileiros, está de volta à sua terra natal. Agora de forma definitiva e com projetos para o esporte especializado. Morador por muito tempo do bairro Interlagos, onde passou infância e adolescência, o campeão quer tirar a criançada das ruas. “Eu vim de um bairro pobre, de classe média pra baixo e meu nome é resiliência. Quero passar toda essa experiência aos jovens, mas preciso de apoiadores, pois tenho muita coisa boa pra ensinar”, afirmou. Dentre as conquistas na carreira, Franck foi vencedor da Corrida de São Silvestre (2006), maratona masculina nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro (2007), Corrida Iveco Fiat Aniversário de Sete Lagoas (2008), Volta Internacional da Pampulha (2003, 2006 e 2007), dentre várias outras. Confira entrevista:

Fale sobre sua ligação com Sete Lagoas.
Voltei recentemente para Sete Lagoas e agora é pra ficar, até porque estou em um período de transição de carreira. Estou muito feliz com esse momento, depois de tantos resultados expressivos retornar a Sete Lagoas, cidade que me acolheu quando criança, na iniciativa do esporte. Tenho até hoje bons amigos aqui que ainda praticam o atletismo, onde comecei. O propósito era realmente voltar às origens, pois tenho muita afinidade com a cidade, terra de onde realmente saem boas pessoas, nomes reconhecidos no mundo inteiro, e eu sou um deles, graças a Deus.

Quais os seus planos atualmente?
Foram mais de 22 anos de alto rendimento. Em 2016 foi minha última tentativa dentro do propósito de representar o Brasil em uma Olimpíada, onde já estive em duas oportunidades: uma em Pequim em 2008 e Londres em 2012. A tentativa foi frustrada por conta de uma lesão e então, como já era esperado, eu fiquei de fora dos jogos do Rio de Janeiro em 2016, por conta de 12 segundos. O tempo é pouco para os demais, mas muito para um atleta de alto rendimento, pois não trabalhamos com falhas, mas nosso corpo é humano e estamos sujeitos a essas situações.

Franck Caldeira, cruzando a linha de chegada na conquista da medalha de ouro no Pan’Rio2007. Foto: COB/Divulgação

Como você se sentiu após essa experiência?

Eu vivi um momento muito tenso e isso abalou meu psicológico como um trauma, porque eu queria estar revivendo de novo o que o Brasil pode vivenciar em 2007 no Rio com a medalha de ouro nos jogos Pan-Americanos. Não deu certo em 2016 nas Olimpíadas, mas continuei caminhando. Fiz um trabalho recente no CPB (Comitê Paraolímpico do Brasil), no qual eu fui guia de um deficiente visual. Agora, de volta às origens, estou tocando projetos de estudos, como a faculdade de Direito que estou cursando.

Você tem projetos para Sete Lagoas e região?
Sim, tenho um projeto que chama Maratona Fracionada em homenagem à medalha dos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007. O pessoal vai interagindo através das redes sociais (@frankcaldeira). A gente fez uma primeira demanda, com muitas pessoas correndo, cada uma em seus estados, todas com máscara e procedimentos que são exigidos por conta da pandemia. Eles têm 30 dias para correr 42km e, no final, o pessoal recebe um kit, uma medalha e um certificado digital assinado pelo Franck Caldeira. Também tenho outros projetos que quero fazer em Sete Lagoas que é tirar essa criançada das ruas. Eu vim de um bairro pobre, de classe média pra baixo e meu nome é resiliência. Quero passar toda essa experiência aos jovens, mas preciso de apoiadores, pois tenho muita coisa boa pra ensinar.  (mais…)


Suntuosa sede do Cruzeiro, no Barro Preto, prestes a se tornar uma das sedes do Ministério Público de Minas

Há um mês, saíram as primeiras notícias sobre este assunto, que não foram confirmadas oficialmente na época. Ontem à noite, no twitter, o jornalista Lucas Ragazzi, da 98FM, informou importante passo para que este processo se concretize:

Segue o jogo!

Dia de 2 de junho de 2020 o Cruzeiro homenageou a criação do Dia da República Italiana, desfraldando uma bandeira gigante da Itália na fachada da sede. Foto: divulgação /Cruzeiro


Vencer o Sport em Recife era “obrigação”, e o Galo venceu!

Além do gol, novamente Hulk foi um dos melhores em campo no 1 a 0 sobre o Sport. Foto:  @Atletico

Perdeu na estreia, em casa para o Fortaleza, e precisava vencer na segunda rodada, se quisesse continuar pensando em título. E conseguiu, jogando com vontade e muito bem, na Ilha do Retiro, onde nunca é fácil.

Concordo com a opinião do Iran Barbosa, que escreveu: @iranbarbosa “Algumas observações: melhor partida do Allan no clube; Tchê Tchê bem demais; Dodô e Mariano responderam à altura; Zaracho absurdo; Nacho e Hulk monstros; Everson muito bem mais uma vez, principalmente com os pés, quando mais foi exigido. Defesa sólida. Dylan entrou bem.”


Segundo jogo do Cruzeiro, segunda derrota e, de novo, “culpa” da arbitragem, sem autocrítica

Rafael Sobis reclamou do técnico Felipe Conceição ao ser substituído. Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Como era de se esperar, um ótimo jogo no Mineirão. O CRB se tornou um grande calo na vida do Cruzeiro, adversário incômodo. Em outros tempos, seria um filet, principalmente em Belo Horizonte. Mas os tempos são outros e o time alagoano encarou de igual para igual. O técnico e a diretoria da Raposa preferiram culpar novamente a arbitragem, mas se esquece de avaliar as suas próprias limitações, como no terceiro gol do CRB, por exemplo. Um zagueiro não pode errar como o Ramon errou, como se estivesse dando o passe para o adversário marcar.

O ambiente também não parece ser dos melhores. A fala do Rafael Sobis ao ser4 substituído  e a resposta do técnico Felipe Conceição, depois do jogo, mostram isso:

Sobis: “Tirar quem está jogando bem? Só pode estar de sacanagem comigo. Fica me minando o tempo todo”.

Sóbis após ser substituído.

Felipe Conceição: “Esse assunto vai ser resolvido internamente, mas nenhum atleta está acima do clube nem do treinador. Existe hierarquia e isso vai ser resolvido internamente. A gente não aceita nenhum tipo de adversidade interna. Não tenho mais nada para dizer, mas com certeza vão ser tomadas medidas”.


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