Blog do Chico Maia

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América trabalha mal a situação do zagueiro Paulão, que está ganhando proporção maior do que deveria

Foto: Mourão Panda|América

O América se equivoca no tratamento dessa notícia do afastamento do Paulão. O próprio clube criou um mistério que está chamando a atenção de todo mundo e a cada dia aumenta a curiosidade. Está parecendo uma novela de boa qualidade, dessas que deixam o telespectador ansioso pelo próximo capítulo. Ontem, por exemplo, os repórteres diziam antes da vitória sobre o Sport que o técnico Felipe Conceição “finalmente” revelaria os motivos da ausência do zagueiro até da viagem a Recife. Mas, depois do jogo, eis o que disse o treinador: “É um assunto interno. Houve alguma coisa, claro que houve, senão estaria aqui com a gente. Mas é um assunto que a gente vai resolver na próxima semana. . . Não vou expor nem o clube nem ele aqui… Resolveremos na semana que vem”.

Isso abre espaço para especulações que só aumentam o problema. Neste caso o América está contando com uma boa vontade pouco comum da imprensa, que ainda não começou a “chutar” hipóteses. Nem mesmo deu versões das famosas “fontes ligadas ao jogador…”, ou “fontes ligadas ao clube…” ou pior ainda: “amigos que pediram anonimato disseram que…”.

Paulão não é um jogador qualquer neste elenco do América. Ele é dos poucos que se salvaram daquele grupo inicial de 2019, que estava levando o Coelho para a Série C. É o que mais jogou nesta temporada, sempre 90 minutos, em 37 jogos de 39. Nos 23 jogos do time no atual campeonato, Paulão atuou em 21 e nos 14 jogos do campeonato mineiro. Era jogador de confiança do técnico Felipe Conceição que contou muito com ele neste trabalho fantástico de reação americana.

Ao criar este mistério todo e tão demorado, a notícia ganha dimensão nacional por causa de uma simples pergunta: o que fez o Paulão para ser afastado desse jeito?

Uma exposição desnecessária, exagerada, do jogador, do clube e do próprio treinador, que se mostra brilhante na condução do time, mas comete este erro de não trabalhar bem a comunicação do afastamento do jogador.


América de Felipe Conceição: vitória incontestável em Recife, 11 jogos invicto e a apenas três pontos da Série A

O adversário é um dos mais fortes do campeonato, estava invicto há sete jogos, não tinha perdido ainda em casa e foi apoiado por 18.215 pagantes, que quase lotaram a Ilha do Retiro. Possivelmente o técnico: Guto Ferreira, do Sport tenha preparado seu time para enfrentar uma retranca americana, mas não foi isso que ocorreu. O Coelho encarou como se estivesse em Belo Horizonte, dominou amplamente em grande parte do jogo e fez 2 a 0 no segundo tempo, sem dar muitas chances ao dono da casa.

Havia uma enorme expectativa  em torno da ausência do zagueiro Paulão, que nem foi incluído na delegação que viajou a Recife. Um dos principais jogadores do time, líder e presente em 37 de 39 partidas do América. E sem explicações do clube nem do jogador.

Pedrão, emprestado pelo Palmeiras foi o substituto e teve atuação impecável, com direito ao primeiro gol, aos três do segundo tempo. O lateral Leandro Silva completou o placar aos 13.

Resultado que mandou o Coelho para a 10ª posição, com 32 pontos, três a menos que o quarto colocado que é o Botafogo de Ribeirão Preto, que tem 35. 

CLASSIFICAÇÃO

P J V E D GP GC SG
1 BRAGANTINO 42 22 12 6 4 33 13 20
2 ATLÉTICO-GO 41 23 11 8 4 27 17 10
3 SPORT 38 23 9 11 3 30 21 9
4 BOTAFOGO-SP 35 23 10 5 8 23 22 1
5 OPERÁRIO 35 23 10 5 8 21 25 -4
6 CORITIBA 34 22 9 7 6 29 21 8
7 CRB 33 22 10 3 9 26 24 2
8 PARANÁ 33 22 8 9 5 18 19 -1
9 CUIABÁ 32 22 8 8 6 24 20 4
10 AMÉRICA-MG 32 23 8 8 7 23 23 0
11 PONTE PRETA 31 23 8 7 8 23 21 2
12 BRASIL DE PELOTAS 29 23 8 5 10 19 25 -6
13 LONDRINA 28 22 8 4 10 26 28 -2
14 OESTE 26 22 5 11 6 23 22 1
15 VITÓRIA 24 23 6 6 11 20 30 -10
16 VILA NOVA 24 23 5 9 9 14 21 -7
17 SÃO BENTO 23 23 6 5 12 25 31 -6
18 CRICIÚMA 23 23 5 8 10 15 23 -8
19 FIGUEIRENSE 23 23 4 11 8 18 23 -5
20 GUARANI 22 22 6 4 12 16 24 -8

Em foto do Estevão Germano, da assessoria de imprensa do América, a descontração dos jogadores no vestiário depois da vitória em Recife


Tiago Nunes se junta a Péricles Chamusca, Ney Franco, Cláudio Duarte e Vagner Mancini entre os técnicos campeões mais jovens da Copa do Brasil

Apontado pela imprensa nacional como a maior revelação entre os treinadores do Brasil dos últimos anos, o comandante do Athlético-PR é o quarto mais jovem campeão da Copa do Brasil. Vamos ver se na sequência ele vai para a prateleira de cima dos técnicos nacionais, já que estes colegas dele de ranking da juventude não passaram das do meio e de baixo. Levantamento é do jornal Zero Hora de Porto Alegre.

* “Campeão pelo Athletico-PR, Tiago Nunes é o quarto técnico mais jovem a conquistar a Copa do Brasil”

Treinador gaúcho é superado por Cláudio Duarte, Péricles Chamusca e Vagner Mancini

Com a taça erguida desta quarta-feira (18), somada à Copa Sul-Americana do ano passado, o gaúcho Tiago Nunes entrou para a história como o técnico mais vitorioso do Athletico-PR. Além disso, também escreveu seu nome na página do futebol brasileiro ao se tornar um dos treinadores mais jovens a conquistar a Copa do Brasil. Com 39 anos e sete meses, o santa-mariense superou nomes expressivos como FelipãoTiteMano Menezes e Vanderlei Luxemburgo, que só chegaram à conquista nacional depois de completar 40 anos de idade. À frente de Tiago Nunes, apenas três nomes. Primeiro vencedor do torneio, em 1989, Cláudio Duarte segue inalcançável. Na ocasião, quando o Grêmio superou o Sport na final, o ex-lateral tinha 38 anos e três meses de idade. Atrás dele, separados por dias, aparecem Péricles Chamusca e Vagner Mancini, campeões com Santo André, em 2004, e Paulista, em 2005, respectivamente. Ambos tinham 38 anos e oito meses quando chegaram ao título. Confira os técnicos mais jovens a conquistar a Copa do Brasil:

1º) Cláudio Duarte: 38 anos e três meses (Grêmio, em 1989)
2º) Péricles Chamusca: 38 anos e oito meses (Santo André, em 2004)
3º) Vagner Mancini: 38 anos e oito meses (Paulista, em 2005)
4º) Tiagon Nunes: 39 anos e sete meses (Athletico-PR, em 2019)
5º) Ney Franco: 40 anos e quatro dias (Flamengo, em 2006)

https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2019/09/campeao-pelo-athletico-pr-tiago-nunes-e-o-quarto-tecnico-mais-jovem-a-conquistar-a-copa-do-brasil-ck0r4ktms0aza01tg1gwd88j5.html


Mais fácil comprar ingresso pra um show do Paul Mccartney no Mineirão do que pra um jogo do Galo

 Foto: twitter.com/Mineirao

Obrigado ao Fred BH, que escreveu:

“Chico, relato: fui comprar dois ingressos pro próximo jogo do Galo no BR, pra mim e meu pai. Ok, pensei, entrar no site do clube, já que agora há venda pela internet, clicar em comprar, prontinho. Pensei, né?
Abro o site e uma penca de propagandas em “flash” ou sei lá o formato, depois de atravessá-las, finalmente algo sobre ingressos. Clico. Mais uma penca de janelas, e até agora eu não consegui sequer saber o horário do jogo (pai idoso, preciso ver isso antes)….. Clico em outro “ingressos”, direcionado pra página Galo na Veia, pesquiso nela até finalmente encontrar “ingressos não sócios”, entro, mais janelas de propaganda, direciona pra outra página. Uma que vende ticket. Mas não está o jogo, tem que pesquisar. Nada, 43 outros eventos parecidos, e você tem que ficar rolando, rolando… opa outra janela de flash (ou sei lá o quê).
Resultado: depois de quase meia hora pesquisando, não sei sequer horário do jogo. Desisti. Na TV com dois cliques e 30 segundos eu vejo o jogo. Mais fácil comprar ingresso prum show do Paul Mcartney no Mineirão do que prum jogo do Galo.
Bons tempos em que futebol era um esporte popular”.

* Fred BH


No meio do caminho tinha uma árvore em chamas

Vi a cena e lembrei-me de “No meio do caminho”, de Carlos Drummond de Andrade e resolvi fotografar, plagiar e homenagear

O fogo, natural e ou criminoso, está fazendo estragos em quase todo o estado. Domingo passado um dos meus trechos preferidos de corrida e caminhada foi interrompido por essa árvore em chamas, entre Capim Branco e Sete Lagoas.

Agora a homenagem a dois grandes poetas: Drummond, ao maior de todos, e o seu “No meio do caminho, e ao Flávio Anselmo, grande jornalista e escritor e também poeta, com a imagem desse ipê e dessa escadaria na Avenida Norte/Sul, em Sete Lagoas.

Nem só de queimadas vivemos nessa época do ano. E toda vez que vejo uma escadaria lembro-me do Flávio, que sofreu um acidente gravíssimo em Inhapim, em 2015, caindo de uma, de costas, que quase o levou. (mais…)


Conceição do Mato Dentro e região enfrentam queimadas piores que as de 2014   

Igor Duarte enviou essas duas fotos (acima do Flávio Piorotte, abaixo do Ariel Branco) feitas anteontem à noite e ontem pela manhã, de Conceição do Mato Dentro, que por consequência está, em grande parte, sem energia elétrica e outros serviços.

As imagens são assustadoras, como essas abaixo, enviadas pelo Cecé Mascarenhas. Essas mostram como estava o visual da Igreja do Bom Jesus do Matosinhos, ontem à noite ….

… e como ela é normalmente, durante o dia, sem fogo e sem fumaça. Felizmente ela não foi atingida.

A Cemig está se virando para reestabelecer a energia na região e soltou nota sobre as providências tomadas: “Uma grande queimada, que atingiu a região da Serra do Cipó, no Leste de Minas, provocou a interrupção no fornecimento de energia para os municípios de *Conceição do Mato Dentro, Congonhas do Norte e Dom Joaquim. (mais…)


Galo respeitou demais o Colón e tomou virada por causa de seus próprios erros

Di Santos (direita) mostrou pelo menos muita vontade e ajudou na marcação enquanto teve fôlego. Foto Conmebol

O Atlético fez um bom primeiro tempo e parecia que voltaria com um resultado satisfatório de Santa Fé. Chará marcou um gol “esquisito”, em que o zagueiro tentou tirar da área, chutando a bola na pena dele. Mas como dizia o artilheiro e filósofo Dadá Maravilha, “não existe gol feio; feio é não fazer gol”. Como era de se esperar o Colón voltaria pressionando e conseguiu o empate aos cinco minutos. O jogo voltou a ficar equilibrado, com os dois times arriscando pouco e aos 46 veio o gol da virada argentina.

Os gols que o Atlético tomou mostram a fragilidade crônica do sistema defensivo. O primeiro, novamente de bola cruzada na área com a lentidão e desatenção de quem deveria marcar e cortar para que Escobar não empurrasse para as redes. O segundo, bobeira do Otero, que tomou drible infantil a jogada que originou o gol de Luiz Rodrigues. Zé Wellison é muito fraco para jogar no Galo; Fábio Santos não aguenta 90 minutos; Alerrandro entrou mal no lugar do Di Santos, que pelo menos se movimentava na área, dava caneladas e ajudava na marcação. Cazares parecia cansado no segundo tempo, mas Otero, que o substituiu, parece que já entrou cansado.

Na coletiva depois do jogo o técnico Rodrigo Santana falou igual aos comentaristas que têm soluções para todos os problemas, porém, na prática, apenas mais uma derrota, a sexta, em oito jogos.

O jogo da volta será dia 26, quinta que vem, no Mineirão. Vitória por 1 a 0 garante o time na final. Dureza será marcar um gol e não tomar nenhum.


Derrota do Corinthians serve como alerta para o Galo, que não terá moleza contra o Colón

Tão logo ficaram definidos os adversários das semifinais da Copa Sul-Americana começaram as projeções na imprensa de uma possível final entre Atlético e Corinthians. Mas a realidade dos brasileiros mostra que a situação não é tão simples assim. O equatoriano Independiente Dell Vale e o argentino Colón não são tão famosos no continente, mas têm times competitivos e acima de tudo muita garra. O  Corinthians tomou 2 a 0 em casa e segundo o comentarista Carlos Cereto, paulista, do Sportv, “…levou um passeio do Del Valle em Itaquera e nada sugere que irá conseguir reverter o resultado em Quito…”.

Pois é! Expectativa em torno do comportamento do Atlético esta noite em Santa Fé. Sob Rodrigo Santana o time fez alguns jogos muito bons e outros abaixo da crítica. Essa inconstância e inconsistência impossibilitam qualquer prognóstico com margem alta de acerto. O jogador mais talentoso, principal responsável pela armação das jogadas é um irresponsável como profissional. Cazares é uma incógnita. A defesa terá o retorno de Igor Rabelo, e espera-se que Réver e Fábio Santos não falhem feio como falharam no vexame no Independência contra o Internacional. Jair é o desfalque que realmente conta.

Felizmente arrumaram um jeito de o Ricardo Oliveira nem viajar para esta partida e o treinador aposta no argentino Di Santos. Melhor com ele do que começar jogando com um a menos. Quanto aos demais, que podem resolver a parada esta noite, todos “vagalumes”, que acendem e apagam, dependendo do jogo. Imprevisíveis. Elias, Chará, Vinícius…?

Lamentavelmente Luan não tem mais condições físicas para aguentar futebol de alto rendimento e também ficou fora da delegação. Grande jogador, mas o futebol profissional exige tudo do corpo do atleta.

O Wallison.br Silva – Diamantina, questiona: “Caro Chico, bom dia!

A motivação maior de o Luan não viajar não seria por causa de uma confusão no vestiário?
Há informação que ele cantou o hino do Corinthians em alto e bom som.
Se for verdade, ponto para diretoria…”

Há controvérsias, caro Wallison; pode até ser; porém o Luan nem deveria estar mais no elenco de profissionais do Atlético. Nos últimos tempos ele só gera assunto fora de campo.

A maior lamentação que eu tive com um fim precoce de carreira por causa de problemas físicos foi do Reinaldo, um dos maiores craques que o futebol viu. Aos 28 anos.

Resta torcer para que esta escalação definida pelo treinador emplaque um futebol que garanta um bom resultado lá: Cleiton; Patric, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; Zé Welison; Chará, Elias, Vinicius e Cazares; Di Santo.

Técnico: Rodrigo Santana

Gabriel Torres, o maior algoz do Corinthians no Itaquerão, em foto do twitter.com/sulamericana


Pelos dois jogos e principalmente pelo conjunto da obra, merecidíssima conquista do Athlético-PR

Foto: twitter.com/AthleticoPR

Mais um título importante pelo segundo ano consecutivo. Ano passado foi a Sul-Americana, agora a Copa do Brasil. Não só pelos dois excelentes jogos que fez contra o Internacional, mas pelo trabalho de renovação, da aposta na própria base, incluindo o treinador. Um time jovem, com três mais velhos para compor o grupo. Muita velocidade e conjunto, sem medalhões enganadores ou ex-jogadores em atividade.

A partida final foi ótima, com lances de perigo de ambos os lados e a coroação com a jogada do Marcelo Cirino que deu o passe para o Rony fazer o segundo gol em pleno Beira Rio.


Modelo abandonado erroneamente por Atlético, Cruzeiro e América foi adotado com sucesso pelo Athletico-PR, que tem 13 jogadores da base na final da Copa do Brasil

Até os anos 1980 os maiores times do futebol mineiro eram formados por maioria das categorias de base, do próprio clube, ou do interior do estado e até mesmo dos maiores rivais da Capital (caso mais famoso é do Tostão, formado pelo América). Além do celeiro mineiro de ótima qualidade, os clubes não tinham fortunas para sair contratando e eram obrigados a valorizar e trabalhar com muita atenção nas suas bases. A partir dos anos 1990, principalmente com a chegada da Lei Pelé, que passou a beneficiar os empresários e “procuradores” dos jogadores tudo mudou, para pior. Os clubes passaram a encher de funcionários os departamentos de base, muitos de outros estados, que passaram a privilegiar atletas fora das fronteiras de Minas, onerando o clube e tornando este trabalho da base um mistério. E pior, sem revelar jogadores, nem perto do que era antes. A última experiência de aposta na base e uma espécie de time “aspirante” foi do Atlético na parceria com o Democrata de Sete Lagoas, em 2009/2010. Se destacaram no Jacaré, simplesmente Bernard e o zagueiro Jemerson. Mas essa parceria só foi possível porque o então presidente Alexandre Kalil mandou que fosse feita, já que o diretor da base na época, André Figueiredo, achava que não seria possível. E principalmente Bernard, só teve oportunidade no profissional por Kalil mandou o então treinador Dorival Junior, observá-lo com atenção. Mas com atenção de verdade e não apenas deixar o rapaz dar uns três ou quatro treinos e dispensá-lo. Fui testemunha ocular desses fatos.

Hoje vemos Atlético e Cruzeiro nessa agonia, de times velhos, caros, capengando no Campeonato Brasileiro e altamente endividados. Aí nos lembramos que nesta quarta-feira o Athletico-PR vai decidir a Copa do Brasil contra o Internacional, tendo 13 jogadores formados em casa. Graças à coragem da diretoria que apostou e confiou neste tipo de trabalho. Vem disputando o campeonato paranaense, tão morto quanto o mineiro, assim como quase todos os estaduais, com time “aspirante”. De tão bem feito o trabalho, é o atual bicampeão estadual, revelando jogadores e até o treinador. E o Atlético ainda vai ao Paraná e contrata um goleiro de 35 anos de idade para jogar uma partida, em detrimento de um goleiro prata da casa, de 22 anos de idade.

Mais um fato muito importante: a final do paranaense deste ano foi disputada diante 29.160  pagantes, quase todos torcendo pelo Athletico-PR contra o Toledo. Ou seja, os “aspirantes” quando chamados a jogar no time principal não sentem mais tanto a pressão daqueles que não estão acostumados a jogar com grandes públicos.

Confira um pouco dessa história nessa reportagem do Globoesporte.com:

* “De Santos a Khellven: projeto dá resultado, e Athletico tem 13 jogadores da formação na final”

Athletico tem nove pratas da casa e outros quatro jogadores com passagem pelo time de aspirantes no elenco; jovens tentam ajudar o clube a levantar o título da Copa do Brasil de 2019 (mais…)


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