Blog do Chico Maia

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Solidariedade com prazo de validade: Atlético e Cruzeiro cumpriram, mas muitos que prometeram não ajudaram a Chapecoense a remontar o time

CHAPECOENSE

No momento da comoção, poucos dias depois da tragédia, Milton Neves previu numa conversa com o Ricardo Boechat na rádio Band News FM: “Solidariedade tem prazo de validade. Tem muita gente prometendo tudo à Chapecoense neste momento, mas quando a poeira baixar pouca gente vai se lembrar do que prometeu”. Sábado o time fez o primeiro jogo depois do acidente e empatou com o Palmeiras, 2 A 2, em amistoso na Arena Condá. O Atlético emprestou o atacante Dodô e o Cruzeiro o zagueiro Douglas Grolli. Reportagem da Folha de S. Paulo mostrou antes da partida que a ajuda dos co-irmãos foi bem menor que a prometida:

* “Chapecoense teve ajuda em menos da metade dos reforços que contratou”

Solidariedade e trabalho. É apoiada nesses valores que a Chapecoense pisa no gramado pela primeira vez desde o acidente aéreo na Colômbia que matou 19 jogadores do clube -no total 71 pessoas morreram na tragédia.

Quase dois meses depois, uma parte razoável da caminhada para a reconstrução da equipe foi percorrida.

Neste sábado (21), às 16h30 (com ESPN Brasil e SporTV), em amistoso contra o Palmeiras, último adversário antes da tragédia, a equipe catarinense apresentará 23 novos jogadores à torcida que lotará a Arena Condá.

A despeito de promessas públicas de ajuda feitas por outros clubes, poucas se efetivaram. Mais da metade dos novos atletas foi contratada por esforço próprio da Chapecoense, sem ajuda.

Ao todo, o elenco terá 37 jogadores, somando contratados, remanescentes e garotos das categorias de base.

Folha apurou que apenas os zagueiros Nathan e Grolli; o lateral João Pedro; os meio-campistas Luiz Antônio, Moisés, Amaral e Dodô; e os atacantes Arthur, Túlio de Melo, Wellington Paulista e Niltinho tiveram sua chegada ao clube catarinense facilitada por suas antigas equipes.

Todos os demais foram escolhidos por Vagner Mancini, o diretor de futebol Rui Costa e o restante da diretoria do clube, e contratados seguindo os parâmetros de qualquer negociação no mercado de futebol: pagamento de valores pela transferência e de salários integralmente.

“Não há nenhum jogador empurrado no elenco da Chapecoense. Todos eles foram escolhidos a dedo por nós. E eu falo isso para eles. Não tem ninguém que foi dispensado ou preterido. Eles foram selecionados para participar do maior projeto de futebol do mundo”, afirma Costa.

Os goleiros Arthur (sem clube) e Elias (Juventude); os zagueiros Luiz Otávio (Luverdense), Fabrício Bruno (Cruzeiro); os laterais Diego Renan (sem clube), Reinaldo (São Paulo) e Zeballos (Defensor Sporting-URU); os meias Lucas Marques (sem clube), Andrei Girotto (Tombense) e Nadson (sem clube); e os atacantes Rossi (sem clube) e Osman (Luverdense) foram contratados após pesquisa da Chapecoense, que planejou ter dois jogadores por posição para dar mais possibilidades táticas para o técnico Vagner Mancini.

Diversos atletas contratados, como o próprio Costa analisa, deverão ter passagem curta pela equipe, mas foram necessários para que o clube conseguisse se reerguer no curto prazo.

“Os clubes emprestam e colocam uma multa rescisória de 7 ou 8 milhões de euros, que não podemos pagar. Então esse jogador vai me ajudar nesse processo de reconstrução, mas depois pode sair. Mais para a frente, com parcerias, eu vou conseguir oferecer 1 milhão de euros, e vou conseguir segurar alguns desses atletas. E a Chape vai vender atletas também, criando assim uma marca e gerando recursos”, diz Costa.

Para pagar os jogadores e a comissão técnica, a Chapecoense estipulou um teto para a folha salarial que não chega a R$ 3 milhões. O valor é apenas um pouco mais alto que o da temporada passada, o que restringiu as contratações -a folha salarial do Palmeiras, por exemplo, passa de R$ 10 milhões.

Dessa forma, porém, o clube manteve a diretriz que pautou a gestão anterior, de manter os gastos dentro de suas possibilidades do clube -a Chape é um dos poucos clubes sem dívidas fiscais…

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2017/01/1851876-chapecoense-teve-ajuda-em-menos-da-metade-dos-reforcos-que-contratou.shtml


Joãozinho, o filho, ex-Cruzeiro, acusado de bater na mãe!

JOAO

Notícia no portal do O Tempo: 

* “NO CAIÇARA”

Mãe de ex-jogador do Cruzeiro presta queixa por agressão em BH

Mulher, de 70 anos, disse à Polícia Militar (PM) que seu filho bateu nela e em uma empregada nesse domingo após uma discussão; motivo da briga seria a venda de um imóvel

O ex-jogador do Cruzeiro João Soares de Almeida Neto, mais conhecido como Joãozinho – filho do ponta-esquerda de mesmo nome, considerado um dos maiores ídolos do time celeste -, teria agredido a própria mãe e uma empregada doméstica no início da tarde desse domingo (22).

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar (PM), Joãozinho foi até o apartamento onde mora a mãe Iris Silva Otoni, de 70 anos, localizado no bairro Caiçara, região Noroeste de Belo Horizonte, por volta de 13h. Segundo as vítimas, o ex-jogador estava agressivo e teria acertado um tapa no rosto de Iris e machucado o pescoço da empregada após uma discussão familiar. Além disso, o jogador teria quebrado com socos e pontapés as portas da cozinha, do banheiro e do quarto social, danificado o fogão e um armário e jogado as panelas no chão.

No boletim, as vítimas disseram que o motivo da discussão seria a venda do imóvel. De acordo com a informação fornecida por elas aos policiais, o ex-jogador deseja vender o apartamento e, por isso, pediu para a mãe se mudar dali. Elas ainda afirmaram que Joãozinho, depois das agressões e quebradeira, teria ameaçado bater novamente na mãe se ela não deixasse o local da próxima vez que ele fosse até lá.

Quando a PM – acionada pelas próprias mulheres – chegou ao local, o ex-jogador já tinha ido embora. A empregada recusou atendimento médico e disse que procuraria um hospital por conta própria depois de fazer a ocorrência. Os militares orientaram as mulheres a procurar a delegacia especializada no atendimento à mulher.

A reportagem de O Tempo ligou para a residência de Iris nesta segunda-feira (23) e foi atendida por um familiar que não confirmou as agressões de Joãozinho e afirmou que o ex-jogador vai se manifestar apenas por meio de seus advogados.

http://www.otempo.com.br/cidades/m%C3%A3e-de-ex-jogador-do-cruzeiro-presta-queixa-por-agress%C3%A3o-em-bh-1.1427006


Reinaldo agora emociona a quem gosta de futebol com o lançamento dos livros sobre ele

SERGINHO

Serginho, Reinaldo, Áurea, Sérgio Moreira e Eduardo de Ávila

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Reinaldo continua emocionando quem gosta de futebol, agora com os livros contando a história dele. Depois da biografia, o sucesso é o “Menino Rei”, voltado para a criançada e público juvenil, escrito pelo jornalista Eduardo de Ávila, um dos maiores atleticanos que se tem notícia no mundo.

Outro grande jornalista, o Sérgio Moreira, nos enviou estas fotos, com o seguinte texto:

* “Reinaldo, o sempre REI”
Um dos maiores jogadores que vi  jogar em minha vida, o craque Reinaldo.
Estive com ele no lançamento do livro “O Menino Rei” (Editora Letramento), escrito pelo seu filho Phillipe Lima e o jornalista Eduardo de Ávila, com a ilustração de Felipe Soares. O livro está nas livrarias Leitura.
Reinaldo o eterno Rei

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MENINOREI

Autógrafos do Rei e autores do livro para o Serginho, filho do Sérgio Moreira.

REI

O livro anterior, recém lançado, com a biografia do Rei, sucesso de venda pela Editora Letramento.


Dias de muito cinema em Tiradentes

TIRADENTES

Foto: Samuel Albuquerque

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Começou sexta-feira,20, e vai até domingo, 28, a 20ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Estive lá no fim de semana. Bom demais da conta.  A programação completa e outros detalhes podem ser conferidos no www.mostratiradentes.com.br/

POUSO

Fiquei no Pouso Alforria, que além de ótima pousada tem como dono o Airton Ribeiro, uma fonte inesgotável de cultura e gentileza (www.pousoalforria.com.br/principal ).

BIROSKA

O Bar Biroska Santo Reis, do jornalista Fernando Lacerda, continua bombando. Sucesso absoluto.

BERNARDO

Quem estava no comando lá sábado era o Bernardo, também excelente jornalista, filho do Fernando (nesta foto com a Telma), atualmente no jornal O Tempo.

Em março estarei de volta para o Foto em Pauta, o festival de fotografia, considerado o melhor evento anual de Tiradentes no momento: www.fotoempauta.com.br/festivais/ de 22 a 26.


E lá e se foi o Carlos Alberto Silva!

CAASILVA

Grande figura humana, excelente profissional, acrescentou demais ao futebol brasileiro. Que descanse em Paz!

Detalhes no portal do Estado de Minas:

* “Morre, em Belo Horizonte, o ex-técnico de Cruzeiro, Atlético e Seleção Carlos Alberto Silva”: 


Ecos do passado: Cruzeiro, América e Atlético em vistoria na Arena do Jacaré

ARENA

Toda semana publico em minha coluna no jornal Sete Dias uma foto antiga, na seção “Ecos do Passado”. Hoje a foto é esta: “Numa das cabines da Arena do Jacaré, da esquerda para a direita, Valdir Barbosa, Alexandre Matos, Francisco Santiago, Antônio Baltazar e Eduardo Maluf. Em 2010, Cruzeiro, Atlético e América enviaram representantes a Sete Lagoas para conferir se o estádio do Democrata estaria aprovado para receber os jogos dos times enquanto o Mineirão era reconstruído para a Copa do Mundo”.

Valdir era Supervisor do Cruzeiro; Alexandre Matos diretor de futebol e Dr. Francisco Santiago vice-presidente do América; Baltazar presidente do Conselho do Coelho e Maluf o comandante do futebol do Galo.


O escândalo maior entre todos os estádios reformados para os “mega eventos” no Brasil

MARACA

De todos os escândalos envolvendo as construções e reformas de estádios para a Copa de 2014, o Maracanã está no topo da lista. Verba pública enriquecendo muita gente ilicitamente desde os preparativos para os Jogos Pan-Americanos de 2007, culminando na Olimpíada do ano passado.

Agora, está abandonado, mesmo com a determinação judicial, semana passada, para que a concessionária Maracanã S.A., liderada pela construtora Odebrecht, reassuma a operação e manutenção do estádio. Menos mal que um dos maiores beneficiados, o ex-governador Sérgio Cabral, está preso, mas o prejuízo público é monstruoso, irrecuperável.

Ruy Castro escreveu esta interessante coluna sobre no assunto na Folha de S. Paulo dia desses:

* “Memória demolida”

Fechado, sem dono e saqueado, o Maracanã se desmancha às nossas vistas. Gramado, túneis, vestiários, salas, vidros, esquadrias, tudo destruído. Sumiram fiações, computadores, extintores, mangueiras, milhares de cadeiras e, para completar, o busto de Mario Filho — o jornalista cuja campanha foi decisiva para a existência do Maracanã e que, desde sua morte em 1966, honrava-o com seu nome.

Talvez haja aí um componente simbólico: que bom que nem em busto Mario Filho esteja lá para ver o que fizeram com seu estádio. E, assim como ele, tantos outros que escreveram tão bem sobre futebol: seu irmão Nelson Rodrigues, João Saldanha, Sandro Moreyra, Armando Nogueira, Ney Bianchi, Achilles Chirol, Sergio Porto. Todos, em algum momento, cronistas do Maracanã. Nenhum deles, hoje, entre nós.

Mas há um jornalista ainda vivo e que teria ainda mais motivos para sofrer com o estupro a que submeteram o estádio: Sérgio Cabral, historiador do Carnaval e da música brasileira e vascaíno histórico. A partir de 1950, nos degraus do Maracanã, ele viu Ademir, Ipojucan, Pinga, Vavá, Roberto, Romário e Edmundo levarem o Vasco a muitas conquistas.

Às vésperas dos 80 anos, dos quais abençoado há três por uma forma irreversível de demência senil, ele parece não saber muito bem das acusações que pesam sobre seu filho e homônimo, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral.

Em sete anos de Sérgio filho à frente do Estado (2007-14), o Maracanã foi derrubado e reconstruído tantas vezes em nome da Copa, do Pan e da Olimpíada que perdemos a conta. Conta esta que a Odebrecht sempre teve de manter em dia, para pagar as supercomissões que, segundo as delações, ele levava. O fato é que, em cada metro de cimento do Maraca que Sérgio filho mandou quebrar, uma parte da memória de Sérgio pai também se esfacelou.


É só querer: a melhor forma para se acabar com a ação dos marginais violentos no futebol

BITELO

A lei existe, mas raramente é cumprida. Finalmente alguma autoridade resolveu fazê-la funcionar e foi em terras paulistas. O bitelo é este aí e foi enjaulado por descumprimento. Notícia da Folha de S. Paulo:

* “Presidente de torcida organizada do São Paulo é preso por descumprir punição da Justiça”

Henrique Gomes estava proibido de se envolver em atividades do clube paulista

Henrique Gomes, presidente da Independente, principal torcida organizada do São Paulo, foi preso na madrugada desta quinta-feira por descumprir uma ordem judicial de não ir aos jogos do clube. Baby, como é conhecido, foi flagrado pela reportagem da TV Record indo ao estádio em Capivari para assistir ao confronto diante da Chapecoense, pela Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Ele esteve presente na invasão do CT do São Paulo, em agosto do ano passado. Na oportunidade, os torcedores roubaram pertences de funcionários do clube, além de ameaçar os atletas. Como forma de punição, Henrique estava proibido pela Justiça de estar próximo das atividades relacionadas ao time.

http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,presidente-de-torcida-organizada-do-sao-paulo-e-preso-por-descumprir-punicao-da-justica,10000099649


Futebol argentino não terá mais subsídios do governo e desespero bate à porta dos “hermanos”

AFA

Aqui a coisa está feia, mas para os vizinhos está pior e poderá se agravar. Notícia do Zero Hora, de Porto Alegre:

* “Presidente argentino diz que Estado deixará de financiar o futebol”

Mauricio Macri garantiu que o governo não adquirirá direitos de transmissão do campeonato do país

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, garantiu, nesta terça-feira, que o Estado deixará de financiar o futebol do país por meio da aquisição de direitos de transmissão, prática realizada desde 2009.

Durante entrevista na Casa Rosada, sede do Executivo, Macri respondeu sobre a possibilidade do governo estender o contrato de transmissão dos jogos, considerando a demora de um novo convênio de empresas privadas com a Associação de Futebol Argentino (AFA).

– O Estado não vai mais participar do programa Futebol para Todos (FPT). Isso está claro há seis meses e espero que eles tenham pensado como vão continuar a partir de fevereiro, porque nós não vamos mais participar – afirmou o presidente.

O FPT foi um programa implementado pelo governo de Cristina Kirchner, entre 2007 e 2015, em que o Estado comprava os direitos de televisão dos jogos de futebol e transmitia todos as partidas de graça. Depois de sete anos de futebol gratuito na TV, o governo de Macri busca terminar o FTP e retornar com um esquema de contratos privados, nos quais o usuário paga para assistir aos jogos.

A situação dos clubes argentinos é preocupante. Vários times não pagam os salários de seus atletas há meses e, segundo a imprensa esportiva local, há o risco do campeonato argentino não voltar a ser disputado. O torneio está em recesso e tem previsão de retorno para 7 de fevereiro.

Desde a morte de Julio Grondona, militar que comandou a AFA de 1979 a 2014, a associação vive uma intensa crise e sofreu intervenção da Fifa. A maior entidade do futebol instalou uma Comissão Normalizadora, mas o mandato acaba em 30 de junho.

A AFA marcou a eleição de um novo presidente para 28 de abril.

– O futebol está em uma crise terminal, talvez a pior do país. Os dirigentes, ao invés de encarar o problema, continuam procurando um atalho, um remendo e não fazem as coisas com seriedade suficiente – denunciou Macri, que foi presidente do Boca Juniors entre 1995 e 2007.

A gestão alavancou a carreira política do atual presidente.

O governo Macri impulsiona um torneio de primeira divisão por fora da AFA, a Superliga, que permite a participação de Sociedades Anônimas Esportivas. O atual modelo de clubes são Sociedades Civis Sem Fins Lucrativos. Para por um ponto final à crise que vive o futebol argentino, Macri insistiu:

– Espero que a AFA e os clubes em geral abandonem a obscuridade e se transformem em instituições transparentes e confiáveis.

http://zh.clicrbs.com.br/rs/esportes/noticia/2017/01/presidente-argentino-diz-que-estado-deixara-de-financiar-o-futebol-9417488.html


Desde o “roubo” de 40 anos atrás Sarzedo esperava pela revanche em Belo Horizonte

SARZEDO

Senhoras e senhores, o futebol mexe com profissionais e amadores na mesma intensidade. Vejam este comentário que o Jarbas Vieira, a quem agradeço, nos enviou ontem:

* “Boa tarde amigo Chico Maia.

Sou morador de Sarzedo e servidor da Prefeitura Municipal, o time do Sarzedo fez uma campanha muito boa. Há quase quatro décadas aguardávamos por este título, desde o “roubo” de um pênalti contra o Pitangui na década de 70, ainda pela extinta Copa Arizona. O que os times da região metropolitana tem de melhor na verdade é a estrutura física. A cidade de Sarzedo possui 5 campos / estádios modesdos mas completamente gramados e bem cuidados. O que pode ser observado em cidades da região como Ibirité, Brumadinho, Igarapé, Esmeraldas e região. Ano passado a Liga desportiva adequou o calendário do campeonato local, para que o time campeão tivesse tempo para se organizar para a Copa Itatiaia, resultando em um trabalho competente e planejado pela Diretoria do Sarzedo que culminou com o título. Em relação aos 08 TITULARES que são funcionários da prefeitura e que são liberados do trabalho para treinar, PAPO DE PERDEDOR. Nenhum dos jogadores trabalham na administração municipal. Os que moram em Sarzedo trabalham na MINERAÇÃO (TURNO – DIA/NOITE), tem também o CRAQUE do BOCHECHA, aquele que fez o GOL do título, rala o dia inteiro na horta da família pra fornecer alface e hortaliças para BH.

Boa tarde amigo.”

Jarbas Vieira


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