Blog do Chico Maia

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Os clássicos das cervejas

Dentro de algumas semanas as prateleiras dos bares e restaurantes do país estarão repletos de latas e garrafas com os escudos do Atlético, Cruzeiro, Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos. São os clubes que fecharam contrato de autorização do uso da marca pela AMBEV.

O valor acertado com cada um, só eles sabem.


Quantos pontos para não ser rebaixado?

Um assunto que interessa a todo mundo, foi questionado pelo leitor Marco Túlio N. Chagas: 

“Tenho procurado pela net informações a respeito dos números para um clube não ser rebaixado, e para alcançar a Sulamericana, Libertadores, e para ser campeão este ano, e não encontro.

Procurei nos sites/blogs do Baião e do Tristão Garcia.

Saberia onde posso encontrar estas informações, principalmente dos conceituados Baião e Garcia?”

Repassei o e-mail para o Domingos Sávio Baião (domingosbaiao@otempo.com.br), que sempre gentil, respondeu imediatamente:

“Pois é Chico, Marco Túlio e demais amantes do futebol.

Em 9 de maio, dia em que começou o Brasileirão 2009, publiquei no jornal O Tempo, as informações solicitadas, entre outras informações.

O resumo do que foi publicado está abaixo:

A Série A do Campeonato Brasileiro, edição 2009, começa hoje com previsão de término em 6 de dezembro. É a sétima edição consecutiva que disputa será no sistema de pontos corridos. A quarta com 20 clubes. São Paulo, Grêmio, Cruzeiro, Palmeiras, Flamengo, Internacional, Botafogo, Goiás, Coritiba, Vitória, Sport, Atlético, Atlético Paranaense, Fluminense, Santos e Náutico são as 16 equipes que garantiram vaga com base no campeonato de 2008. Corinthians, Santo André, Avaí e Barueri subiram da série B de 2008, para os lugares de Figueirense, Vasco, Portuguesa e Ipatinga, rebaixadas.

Das 20 equipes que estarão em campo hoje e amanhã, disputando a primeira rodada do Brasileirão 2009, 14 já foram campeãs, desde a primeira edição, em 1971. Somente Goiás, Vitória, Náutico, Santo André, Avaí e Barueri não conquistaram o título.

São Paulo é o estado com o maior número de representantes, seis. Rio de Janeiro conta com três representantes. Minas Gerais, Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Sul contam com dois representantes cada. Bahia, Goiás e Santa Catarina terão um representante.

Serão 38 rodadas, 380 jogos. As redes certamente irão balançar mais de 1.000 vezes. O público esperado para assistir os jogos, nos estádios, gira em torno de 6,5 milhões, com estimativa de renda superior a R$ 100 milhões.

Em média, cada equipe contará com 28 jogadores profissionais inscritos e quatro atletas das categorias de base, ainda amadores, totalizando uma média de 32 atletas por equipe, 640 no total. Por consequência da crise econômica mundial, os clubes brasileiros venderam menos atletas em 2009, o que deve tornar o campeonato ainda mais disputado e com um nível bem melhor do que nas edições anteriores. Recambiar atletas também fez parte das ações dos clubes, outro fator que fortalece o nível técnico e aumenta o interesse do torcedor.

Em 2009 teremos quatro séries distintas: A, B, C e D. Número de vitórias, saldo de gols, gols marcados, confronto direto, cartões vermelhos, cartões amarelos e sorteio são os critérios de desempate para as equipes com mesmo número de pontos.

História. Nas seis edições anteriores, desde o início dos pontos corridos, o Cruzeiro foi a equipe campeã que obteve o melhor aproveitamento – 72,46% em 2003, atingindo 100 pontos em 46 jogos. A competição foi disputada por 24 equipes.

Em 2004, ainda com 24 equipes, o Santos conquistou o título com 89 pontos – 64,49% de aproveitamento.

O Corinthians, em 2005, obteve o menor aproveitamento de uma equipe campeã – 64,29% e 81 pontos, em 42 jogos. A competição foi disputada por 22 equipes.

As três edições com 20 clubes – 2006, 2007 e 2008 – foram conquistadas pelo São Paulo. O tricolor conquistou 78 pontos em 2006 – 68,42% de aproveitamento -; 77 em 2007 – 67,54% -; e 75 em 2008 – 65,79%.

2009. Antes e depois de cada rodada, serão divulgados, neste espaço, números e análises da competição, apresentando a chance de cada equipe conquistar o título, uma vaga na Copa Libertadores, na Sul-Americana e ficar livre do rebaixamento.

Ao final, somente uma será campeã e, ao lado de outras três equipes melhores colocadas, irá para a Libertadores. Oito equipes, da 5ª à 12ª posições, conquistarão vagas para a Sul-Americana. Teremos ainda mais quatro equipes, 13ª à 16ª posições, permanecendo na Série A para 2010. As quatro últimas serão rebaixadas, isso sem considerar eventuais vagas conquistadas em outras competições, como Copa do Brasil, por exemplo.

Projeção

73 pontos – título
64 pontos – vaga na Libertadores.
63 pontos – possível vaga na Libertadores.
51 pontos – vaga na Sul-Americana.
50 pontos – possível vaga na Sul-Americana.
44 pontos – fica na Série A.

De acordo com o andamento da competição, os números acima poderão ser revistos.


A volta dos nossos times ao exterior

O Cruzeiro criou uma diretoria internacional para negociar jogadores e abrir novos mercados. Escalou o Valdir Barbosa para o comando do setor e ele está conseguindo bons resultados, para a curta existência do departamento. Chegou ontem da Bélgica, onde o Cruzeiro está firmando parceria com um clube de lá.

Os negócios no exterior podem tornar-se a maior fonte de renda dos clubes brasileiros. Tenho trocado idéias com o Alisson Sol, executivo de uma das maiores empresas do mundo, mineiro, residente na Inglaterra, depois de morar muitos anos nos Estados Unidos. Muito atento aos negócios e cifras milionárias do esporte no primeiro mundo, tem passado idéias e informações que merecem a atenção de todos nós, principalmente dos dirigentes.

Confira um papo nosso de ontem e hoje, através de e-mail:

ALISSON:

“Você citou na sua coluna que os clubes brasileiros, com o ajuste do calendário brasileiro ao europeu, poderiam disputar torneios na Europa. Que torneios? Só se for com times da segunda ou terceira divisão. O Barcelona está nos EUA desde a semana passada, disputando amistosos, e um deles foi aqui em Seattle. Pouco antes, o Chelsea também fez um amistoso com o Seattle Sounders. Todos os clubes importantes da Europa fazem isto no verão: disputam amistosos ou “torneios” nos EUA ou na Ásia. O caminho para os clubes brasileiros seria este, pois poderiam então levar sua marca a estes mercados, que hoje correspondem a grande parte do faturamento dos clubes europeus. Participar de amistosos ou torneios na Europa pode parecer bonito para a imprensa e torcida na Brasil, mas seria uma loucura do ponto de vista de negócios. Seria o mesmo que um pequeno mas tradicional fabricante de sucos brasileiros armar uma barraca para vender seu produto em Atlanta nos EUA, sede da Coca-Cola. Só vai conseguir virar alvo fácil de marketing para uma empresa com muito mais recursos.

Aliás, agora que o América está caminhando para a segunda divisão, será que vão fazer colocar camisas do clube à venda… em Belo Horizonte pelo menos?!”

CHICO MAIA:

 “Uai, não existem mais aqueles torneios tipo Tereza Herrera, Paris, Manchester, etc… e tal? Fui a vários com o Galo e Cruzeiro nos anos 1980.

A LDU está disputando um desses torneios, não é na Europa? Li ontem o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Beluzzo, falando isso no O Globo.”

 

ALISSON:

“Voltamos então à questão de se os clubes de futebol brasileiros, e em especial os mineiros, querem ir no caminho de se profissionalizar ou não. Preferem ganhar dinheiro e ao menos pagar os impostos atrasados, ou se vão continuar tentando “jogar para a torcida”, disputando torneios que nada valem e ainda tendo prejuízo?  

Qual o valor para o Cruzeiro de ter sido “Campeão do Torneio de Verão no Uruguai” este ano? Em termos futebolísticos, provavelmente dois zeros à esquerda. E em termos financeiros? Valeu alguma coisa? O time faturou um ou mais milhões de dólares pela viagem? Valeu ao menos o risco de um jogador importante se machucar em um torneio destes? Agora, ainda no meio da temporada, há a desculpa de exaustão de vários jogadores porque o clube já disputou muitas partidas este ano. Não seria melhor então ter descansado os jogadores e ter feito dois jogos a menos no começo do ano? Ligando as situações, pode ser que o título de “Campeão do Torneio de Verão no Uruguai” tenha custado ao Cruzeiro mais um título da Libertadores. Péssimo negócio!  

Seria fácil conseguir um amistoso para o Cruzeiro em algum país da Arábia ou na China com o clube faturando no mínimo um milhão de dólares líquido. O valor futebolístico seria de três zeros à esquerda, mas este é o mesmo valor em termos técnico que o Barcelona tem ao disputar uma partida com o Seattle Sounders, e vencer de 4 x 0, mesmo colocando os reservas no segundo tempo. O Barcelona não saiu de Seattle com menos de uns 5 milhões de dólares no bolso. Uns 5 jogos destes no ano e já são 25 milhões de dólares. Pode parecer pouco, mas pergunto-lhe: que time brasileiro tem este orçamento no ano? Mesmo que tivesse, quem dispensaria 25 milhões de dólares a mais? (Não estou dizendo que um clube brasileiro conseguiria a mesma cota do Barcelona, mas ao menos seria mais do que a receita de um torneio de verão).

Não sei o que o presidente do Palmeiras pode ter conseguido. Neste momento, não vejo como um torneio internacional iria preferir ter a presença do Palmeiras ao invés do Corinthians. Muito estranho…”

CHICO MAIA:

“Tá certo, a Ásia e os EUA entraram nessa onda de torneios criados pela Europa. Antes a Europa promovia essas competições para tirar proveito técnico, depois passou a importar em massa os nossos melhores jogadores. Hoje a onda é “abrir mercados”, e realmente torneios como Tereza Herrara, que aliás, teve final ontem, devem estar pagando cotas ínfimas em relação à Ásia, e se bobear, menos até que o torneio de verão do Uruguai, que rendeu US$ 200 mil a cada clube nosso.

O Beluzzo falou dessa necessidade dos nossos clubes voltarem ao mercado dos torneios e amistosos internacionais, lamentando que uma LDU esteja, e os nossos não. O pensamento dele está em sintonia com o que estamos falando, da necessidade de profissionalização em todos os aspectos.”


Uma pena

A primeira notícia ruim do dia foi essa do Michael Shumacher, que desistiu de voltar às pistas em substituição ao Felipe Massa, na Ferrari. As dores no pescoço não diminuíram, por mais que ele e os médicos tenham se esforçado.

Lamentável, porém, o grande campeão dá mais um exemplo com essa atitude: qualquer mortal tem limites e precisa ter plena consciência disso.


Chance de ver Minas bem retratada

Ontem falei que a exposição do fotógrafo Sérgio Mourão duraria até sábado, porém, felizmente eu estava errado. Vai até dia 15, mas de SETEMBRO, e dá mais tempo para mais pessoas comparecerem.

Segue o convite do próprio Sérgio novamente: 

“Convido-os para uma “espiadinha” em minha exposição fotográfica, com o tema Minas Encantos e Tradições, que está acontecendo no espaço cultural do CTM – Centro de Tradições Mineiras, av. dos Andradas, 677- centro – Belo Horizonte – ao lado da Serraria Souza Pinto, em frente ao Parque Municipal, por ocasião do evento/mês do Folclore de Minas Gerais (programação em anexo ).

Aproveite também para visitar e participar de alguma atividade ligada à cultura de Minas Gerais.

Para os visitantes de nossa exposição, que assinarem o livro, estarão concorrendo a um maravilhoso brinde-surpresa (é foto, é claro).

Abraços,

Sérgio Mourão”


A grana da venda do Wagner

A torcida do América está ligada na possível volta à Série B, mas em outros altos interesses do Coelho também. Veja o alerta feito pelo Marcio Amorim:

 “Lendo sobre a divisão da grana da venda do Wágner, veio-me a dúvida: e aquela lei que atribui uma parte da grana ao time que revela o atleta? Acabou?

De olho nisso, diretoria americana! Vamos ficar atentos até domingo.

Haveremos de falar da decisão todos os dias da semana. O nosso dia “B” se aproxima.” 

A lei está aí firme e forte caro Marcio!


O batismo à mineira

A INFRAERO realizou hoje a  solenidade  de  batismo da aeronave EMBRAER 195, prefixo PR-AYD, da AZUL Linhas  Aéreas, com capacidade para 118 passageiros.Batismo. Boas vindas à BH

Batismo da AZUL, OURO DE MINASO Superintendente do Aeroporto Internacional de Confins, Willer Larry Furtado (esq.), e o presidente a Azul Linhas Aéreas, Pedro Janot, no descerramento da placa inaugural das operações da empresa em Belo Horizonte. 


Ótima notícia para os nossos bolsos

A concorrência em qualquer setor comercial é sempre bem vinda e o consumidor agradece. Principalmente no setor das companhias aéreas, onde apenas duas empresas faziam o que bem queriam com todos nós.

O gente boa Wagner Soares, Coordenador de Marketing, Comunicação Social e Imprensa da INFRAERO em Confins, enviou essa ótima notícia: 

“A AZUL Linhas  Aéreas  iniciou, hoje, suas  operações  no  Aeroporto  Internacional Tancredo  Neves.  A  empresa operará uma nova rota ligando Belo Horizonte à cidade de Campinas. São 04 vôos por dia, 07 vezes por semana.

            Além  do  tradicional  batismo com água (feito pelo caminhão de

bombeiros)  houve  o  batismo  do nome da aeronave. Ela recebeu o título de

AZUL,  OURO DE MINAS. O nome foi dado por Magali de Déa Diniz, vencedora de um concurso cultural promovido pela AZUL.

            O   Presidente   da  AZUL,  Pedro  Janot, ressaltou  a  importância  da AZUL operar em Minas Gerais e também  o  apoio  que  recebeu da administração local da INFRAERO. “O maior investimento  será em quem estiver a bordo do avião, queremos interligar as pessoas  às  cidades,  independente  do motivo de cada passageiro”, afirmou.

            O   novíssimo   jato   EMBRAER  195  tem  capacidade  para  118

passageiros.  Este  jato regional de última geração é fabricado no Brasil e

incorpora  diversas inovações tecnológicas em comunicações e ferramentas de navegação.  Possui  uma  ampla  cabine interna, sem assentos no meio, e faz parte  de  uma  família  de  aeronaves  com  baixa emissão de ruído e gases poluentes.

            As  passagens  podem  ser  adquiridas  nas  agências de viagens

credenciadas,  pelo portal www.voeazul.com.br, nos aeroportos ou na central de atendimento (11) 3003-2985.”


Flávio Lopes luta para evitar queda do ABC

Flávio Lopes é o técnico do ABC de Natal-RN na Série B. Seu auxiliar técnico é o Pereira, ex-goleiro do Atlético, Cruzeiro e América. Depois de duas vitórias consecutivas, o time voltou a perder, e feio, em casa para o Duque de Caxias, por 2 x 1.

Augusto Recife, ex-Cruzeiro é uma das estrelas da equipe, que luta para não cair para a Série C.

A disputa na B também é acirradíssima. Veja a classificação:

Time PG J V E D GP GC SG %
Atlético-GO 32 16 10 2 4 33 19 14 67%
  Vasco 32 16 9 5 2 24 8 16 67%
Ceará 29 16 8 5 3 22 14 8 60%
Guarani 28 16 8 4 4 22 18 4 58%
Portuguesa 27 16 8 3 5 21 19 2 56%
Figueirense 26 16 8 2 6 26 20 6 54%
Ponte Preta 25 16 7 4 5 24 17 7 52%
Bragantino 23 16 6 5 5 24 22 2 48%
Brasiliense 22 16 7 1 8 23 21 2 46%
  Ipatinga 22 16 6 4 6 23 22 1 46%
11º América-RN 21 16 7 0 9 19 25 -6 44%
  São Caetano 21 16 6 3 7 22 16 6 44%
  Vila Nova 21 16 6 3 7 15 22 -7 44%
14º Paraná 20 16 6 2 8 19 25 -6 42%
  Bahia 20 16 5 5 6 19 20 -1 42%
  Duque de Caxias 20 16 5 5 6 19 23 -4 42%
17º Juventude 19 16 5 4 7 20 23 -3 40%
18º Fortaleza 18 16 5 3 8 26 29 -3 38%
19º ABC 14 16 4 2 10 11 29 -18 29%
20º Campinense 9 16 3 0 13 18 38 -20 19%

Já cairam 17 treinadores em 18 rodadas

Mais três treinadores caíram ontem e hoje, depois de mais uma rodada do campeonato brasileiro. O Marcelo Bechler Machado fez uma avaliação interessante do assunto, lamento a covardia que o Botafogo fez com o Ney Franco.

Concordo com ele. Confira:

“Um no domingo e dois na segunda-feira. Com as quedas de René Simões, Ney Franco e Paulo César Carpegiani o número de troca de treinadores chega a 17 em 18 rodadas do campeonato. Média idêntica a de 2009.

A demissão de René se dá pelo fato do Coxa estar na zona de rebaixamento no ano de seu centenário e a equipe não mostrar poder de reação a algum tempo na competição. Carpegiani criticou o elenco publicamente, ficou sem clima e o Vitória só venceu uma nas últimas oito rodadas. O último triunfo foi sobre o Santos – o que causou a queda de Wagner Mancini à época.

O que não dá para entender é a saída de Ney Franco. Ney montou o time do Botafogo sem dinheiro e sem bons jogadores. Foi vice-campeão estadual e depois disso perdeu seu principal jogador – Maicosuel – e ao mesmo tempo, o melhor atacante, Reinaldo. Com Lúcio Flávio, André Lima e o próprio Reinaldo, que começaram a disputar o Brasileiro já com algumas rodadas disputadas, o time engrenou ficou sete jogos sem perder, fazendo 13 pontos. Uma derrota para o São Paulo e outra para o Atlético-PR foram suficientes para jogar por terra o planejamento do ano inteiro.

Com Ney Franco o Botafogo brigaria para não cair. Sem ele, o que pretende o clube da estrela solitária? Uma vaga na Sul-Americana, no máximo? O novo técnico terá os mesmos problemas de Ney e talvez não conte com as mesmas soluções de quem estava a um ano no cargo.” 

Confira as 17 mudanças de treinador do Brasileirão:

Atlético-PR: Geninho – Valdemar Lemos – Antônio Lopes
Botafogo: Ney Franco – ?
Coritiba: René Simões – ?
Flamengo: Cuca – Andrade
Fluminense: Parreira – Renato Gaúcho
Grêmio: Marcelo Rospíde (era interino, mas sem o acerto com Autuori, ficou mais de um mês no cargo) – Paulo Autuori
Náutico: Valdemar Lemos – Márcio Bitencourt – Geninho
Palmeiras: Vanderlei Luxemburgo – Jorginho (comandou o time em sete jogos contra oito de Luxemburgo e três de Muricy, até aqui) – Muricy Ramalho
Santo André: Sérgio Guedes – Alexandre Gallo
Santos: Vagner Mancini – Vanderlei Luxemburgo
São Paulo: Muricy Ramalho – Ricardo Gomes
Sport: Nelsinho Batista – Emerson Leão – Péricles Chamusca.
Vitória: Paulo César Carpegiani – Vagner Mancini 

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