Blog do Chico Maia

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Repórter Eduardo Costa questionou tudo o que o torcedor gostaria de saber do presidente do Galo

DANCOSTA

No velho Mineirão tive o prazer de assistir incontáveis jogos do Galo com o Eduardo Costa, grande figura humana, excelente jornalista, que foi à prefeitura, ontem, entrevistar o Daniel Nepomuceno, sobre as atividades dele como Secretário de Desenvolvimento. Esta conversa ao microfone durou cinco minutos, mas durante quase meia hora, antes, Eduardo perguntou tudo sobre o Galo, passado e presente, com uma boa dose de cornetada, dessas que todo torcedor gostaria de fazer, pessoalmente, ao comandante do seu clube.

Nepomuceno não fugiu a nenhuma pergunta, mas tive que sair da sala porque havia outros afazeres. Só deu tempo de dar um palpite: é preciso cuidado com a idade do elenco do Galo e com a condição física dos jogadores que estão sendo contratados. Time com gente rodada demais, na sequência da temporada não agüenta o ritmo dos times mais jovens, que voam em campo. O Santos foi um exemplo disso ano passado.

Nepomuceno é muito otimista em relação ao futuro do Atlético, que segundo ele, está com boa saúde financeira em função dos “pés no chão” que ele tem mantido, apesar de muita gente pensar o contrário. Deu como exemplo o travamento do volante Francisco Rithely da Silva Sousa, 25 anos, altura 1,72 m, natural de São Luís/MA, o “Rithely”, do Sport Recife.

RITHELY

O clube pernambucano pede R$ 20 milhões por 50% dos direitos dele. Sem chance. Aliás, o presidente do Galo afirmou que há três clubes no Brasil com quem é quase impossível negociar: Sport, Atlético-PR e, acreditem, o nosso América!

Tomara que o Eduardo Costa revele toda a conversa num dos próximos programas dele na Rádio Itatiaia, o “Chamada Geral”. Se receber uma chuva de pedidos lá na rádio, não aguentará a pressão e soltará toda a conversa com o Daniel Nepomuceno.


Tem palmeirense já pensando no Mundial de Clubes, pois considera a Libertadores 2017 no papo

EDUBAPT

PVC faz uma avaliação mais que otimista nesta coluna da Folha de S. Paulo. O Palmeiras foi campeão ano passado mas sem nada que colocasse o time na história de forma especial. Futebol comum, determinado como quase todo time do Cuca, que não está m ais lá. Mesmo com muito dinheiro muitas vezes não se monta um bom time. Mas serve para reflexão sobre o que Atlético e Cruzeiro estão fazendo visando a temporada começa daqui alguns dias:

* “Com Mundial de Clubes como objetivo, Palmeiras repete investimento de 1999”

O objetivo do Palmeiras para 2017 está definido: Mundial de Clubes. Para chegar a ele, é preciso ganhar a Libertadores e o investimento repete o que ocorreu em 1999. Naquela época, Felipão montou o elenco pensando em ganhar três competições simultâneas. Tinha o dinheiro da Parmalat e contratou Euller e Evair para a reserva de Paulo Nunes e Oséas. No segundo semestre, ainda chegou o colombiano Faustino Asprilla.

Localiza-se a uma latitude 12º31’44” sul e a uma longitude 41º33’32” oeste, estando a uma altitude de 697 metros.

Libertadores é o termo utilizado para se referir aos líderes dos Movimentos de libertação da América Hispânica e do Brasil, nos séculos XVIII e XIX.

O Palmeiras foi campeão da Libertadores, vice paulista e semifinalista da Copa do Brasil. Deu bastante certo e levou ao troféu mais precioso da história do clube. Só não foi possível ganhar do Manchester United na final do Mundial, da qual Evair saiu reclamando por não ter possibilidade como titular, preterido por Asprilla.

Ainda não há nível de comparação entre a era Crefisa e a supremacia econômica do Palmeiras em parceria com a Parmalat, nos anos 90, apesar de os R$ 78 milhões anuais encarnarem o maior contrato de patrocínio da América do Sul. O clube fechou 2017 com sua maior receita em todos os tempos, mas não a maior entre os clubes brasileiros – o Flamengo, que é um dos motivos que tornam admirável a agressividade do Palmeiras no mercado de contratações, faturou mais. Já chegaram as revelações Raphael Veiga e Hyoran, do Coritiba e da Chapecoense. Dois experientes em Libertadores, como Keno e Michel Bastos. Felipe Melo pode ser anunciado nesta semana e Willian, do Cruzeiro, é o objetivo para ser o herdeiro de Gabriel Jesus. Em comparação com Pratto e Borja, Willian agita-se mais, conserva o ataque parecido com a qualidade do Brasileirão. Anunciou-se o venezuelano Alejandro Guerra também já , eleito o melhor jogador de a Libertadores.

As escolhas comprazem ao técnico Eduardo Baptista, de férias nos Estados Unidos. Há ponderações. Pode haver até sete titulares acima de 31 anos. “Temos experiência para a Libertadores. A equipe não fica velha, porque temos muitos jovens”, declara Alexandre Mattos.

Há mais gente da delegação técnica estimulada com a chance de misturar o elenco durante a temporada. Se chegar a todas as finais, o Palmeiras fará 80 partidas oficiais na temporada – em 1999, foram 84.

O investimento desperta críticas de adversárias. No Flamengo, comparam as folhas de pagamento e alegam que se gasta o dobro por mês no Allianz Parque. No Santos, a reclamação é de que Alexandre Mattos vai atrás de jogadores que o Santos começou negociações. Foram os casos de Keno e Guerra.

Fato é que o Palmeiras vai ter pelo menos dois jogadores por posição. Em algumas, com requinte. Fernando Prass e Jaílson no gol, Zé Roberto, Egídio e Fabrício na lateral, Guerra, Michel Bastos, Moisés, Raphael Veiga, Hyoran e Tchê Tchê nas meias.

O Palmeiras acertou a contratação de Michel Bastos para a temporada 2017. O jogador anulou seu contrato com o São Paulo na última semana e vai ganhar R$ 300 mil por mês no novo time.O reforço deverá ser anunciado neste sábado pelo clube. Michel Bastos é o quinto reforço do Palmeiras para a temporada 2017.

Na terça-feira 20 de dezembro N, o Palmeiras havia anunciado seu terceiro reforço para a próxima temporada. tratava-se do atacante Keno, 27, ex-Santa Cruz. Antes dele, o clube já havia confirmado a chegada dos meias Raphael Veiga, 21, ex-Coritiba, e Hyoran, 23, ex-Chapecoense.

Faz 18 anos, porque havia mais jogadores indiscutíveis dezoito anos atrás, ainda não parece igual, com Alex Paulo Nunes, Euller, Evair, Asprilla, César Sampaio, Júnior Baiano, Marcos, Velloso, Sérgio, Arce, Roque Júnior, Júnior Alex é zinho…

Mas conseguir, se a mescla for bem cuidada e Eduardo Baptista confirmar-se como o técnico ideal, o Palmeiras vai ser bastante forte em 2017.


José Trajano sai da TV convencional, vai pro youtube e dá uma paulada na ESPN no primeiro dia do ano

TRAJANO

Do portal Mídia Esporte:

* “José Trajano detona ESPN Brasil e diz que foi vítima de traição”

Jornalista foi demitido pelo canal em setembro do ano passado

Três meses após sua demissão da ESPN Brasil, o jornalista José Trajano fez um desabafo em um vídeo divulgado na internet no último domingo (1º).

Enquanto falava sobre o projeto do ‘Ultrajano’, seu canal de vídeos no YouTube, o comentarista diz que foi vítima de traição da emissora, que ele ajudou a fundar em 1995. Trajano foi demitido pela ESPN em setembro do ano passado.

“Férias merecidas de um ano muito intenso, muito ruim, desagradável para todos nós. Depois de um pé na bunda traiçoeiro da ESPN, comecei uma nova vida aqui no canal Ultrajano. Por isso queria agradecer a todos vocês que têm comparecido à nossa página no Facebook, no YouTube e no Twitter, canal Ultrajano”, disse.

Em seu canal no YouTube, Trajano vai apresentar programas ao vivo a partir de fevereiro. “Vou fazer comentários após as rodadas do Campeonato Brasileiro aos domingos e quartas-feiras, vamos ter correspondente fora do Brasil, vamos ter colunistas, vai ter o diabo a quatro, mas sem a presença de vocês nada vai acontecer”.

 

http://www.portalmidiaesporte.com/2017/01/jose-trajano-detona-espn-brasil-e-diz.html


Parabéns Cruzeiro, 96 anos muito bem vividos!

CRUZEIRO

À toda nação azul a nossa homenagem pelo aniversário de fundação do clube, na data de hoje. Transcrevo, na íntegra, comentário do João Chiabi Duarte, um dos maiores cruzeirenses que conheço, em que ele faz um balanço de erros e acertos recentes, com a perspectivas para 2017.

* “Somos do tamanho dos nossos sonhos”

Visão de águia ou de codorna ? –  Começo esta coluna dizendo que os erros cometidos pelo Cruzeiro em 2015 e 2016 tiveram várias componentes em comum, mas, a principal delas foi o emprego equivocado de recursos. A águia é um animal que voa alto, seleciona a sua presa, ataca e faz a festa… Já a codorna faz voo rasteiro e vira e mexe é abatida por um de seus predadores naturais.

Um gestor de sucesso projeta alcançar objetivos possíveis de se conseguir, mas, que contenham desafio, exijam trabalho e esforço diferenciado, que não tenha medo de ousar, mas, sempre buscando criar uma saída, caso haja erro conceitual no seu plano.

O Cruzeiro errou ao acreditar que o negócio era investir, ao mesmo tempo, em vários jovens promissores para ver se alguns deles estouravam e pagavam todo o investimento feito pelo clube na aquisição deles. Assim chegaram ao clube vários jogadores que nem sequer atuaram no grupo profissional como por exemplo: Luiz Fernando (Campinense), Ronny (Remo), Caíque Valdívia (ASA de Arapiraca), Santiago (Botafogo – RP), Latorre (Atenas – Uruguai) ou Dione (Rondonópolis).

Ainda nesta linha de investimentos também chegaram ao clube os jovens Marcus Vinícius (Náutico), Gabriel Xavier (Portuguesa), Raniel (Santa Cruz), Alex (Botafogo-SP), Joanderson (São Paulo), Allan (Londrina), Pará (Bahia), Uiliam Corrêa (Ceará), Neílton (Santos), Joel Teguet (Londrina/Coritiba).

Mas, ainda aconteceram em 2015 e 2016 uma série de contratações que não agregaram valor ao elenco cruzeirense e a maioria deles não ficou no clube: Grolli (Grêmio), Fabiano (Chapecoense), Fabrício (Inter), Breno Lopes (Paraná), Gilson (Grêmio), Samúdio (Libertad – Paraguai), Mena (Santos), Paulo André (futebol chinês), Willians (Inter), Felipe Seymour (Spezia – 2ª div. Itália), Marinho (Ceará), Riascos (Tijuana – México), Vinícius Araújo (de volta por empréstimo do Valência – Espanha), todos estes de 2015. (mais…)


Ano novo, vida nova, fortes emoções, tempo de agradecer e pedir licença!

SL

A todos vocês que me prestigiam com essa companhia desejo um ótimo 2017. E muitíssimo obrigado por tudo em 2016. Abraço!

* * *

Ontem postei no twitter esta foto da Lagoa Paulino em Sete Lagoas, por volta das 19h30, desejando um ótimo ano novo para os senhores e senhoras. Hoje vivi alguns dos momentos mais emocionantes da minha vida no Teatro Francisco Nunes, quando a Câmara Municipal de Belo Horizonte deu posse ao prefeito Alexandre Kalil e depois, na transmissão do cargo do Márcio Lacerda para o novo mandatário. Que emoção atravessar a Avenida Afonso Pena e daí a pouco estar ao lado do novo prefeito na sala onde Juscelino Kubitschek iniciou a trajetória para se tornar o maior presidente da história do Brasil.

Kalil voltou a fumar. Depois de um cigarro após outro, enquanto aguardava o início da solenidade que lhe daria o poder, respondeu a pergunta que eu fiz:

— Algum dia você imaginou que se sentaria nessa cadeira onde o JK se sentou?

— Nunca! -, respondeu.

E nem eu imaginei que algum dia eu pudesse ser testemunha de um momento desses. Nem tampouco participar dessa história. É coisa demais para este filho do saudosíssimo seu Vicente e D. Terezinha, cuja única ambição na vida era ser um jornalista respeitado na minha terra. Chegar a ocupar um espaço na Rádio Cultura de Sete Lagoas era a glória dos meus sonhos. Quando recebi um telefonema do Gil Costa para trabalhar na Rádio Capital, em princípio pensei que fosse trote, depois, fiquei pensando como agradecê-lo e recusar, pois na minha cabeça, sair da minha “roça” era inimaginável. Pois é!

Hoje, com muito pesar, mas sem nenhuma dúvida, enviei essa coluna, que sairá nesta segunda-feira no jornal O Tempo:

* “Tempo de agradecer”

Minhas caras e meus caros leitores, que desde 2005 me prestigiam neste espaço, esta é uma coluna de um “até qualquer dia”, já que hoje assumo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Belo Horizonte, a convite do prefeito Alexandre Kalil. Uma honra, já que ele tinha tantos grandes profissionais para escolher e optou justamente pelo meu nome. Também um enorme desafio, responsabilidade gigante, de integrar ao governo de uma das maiores cidades do país, em momento delicado da vida nacional. Temos que atender às expectativas da população belorizontina e de todos os brasileiros. O país anseia por novas práticas políticas e administrativas na esfera pública e Kalil foi eleito dentro dessa perspectiva. Como ele mesmo disse na reunião com toda a equipe convidada, quinta-feira, “não podemos fracassar nessa missão que nos foi confiada, de tomar conta de Belo Horizonte, da melhor forma”.

Não tenho a menor dúvida que vai dar certo e que Alexandre Kalil entrará para a história como um dos melhores prefeitos que a nossa Capital já teve. Que prazer estar neste time. Fui escalado para ajudar aos colegas da imprensa no dia a dia, a dar a devida transparência que toda gestão pública precisa ter.

Novos rumos I
Para cumprir bem com as minhas obrigações terei que ter dedicação exclusiva às atribuições que o cargo exige, e infelizmente, de me afastar dos espaços que ocupo na mídia, que me dão tanta satisfação. Esta coluna aqui em O TEMPO, a do Super Notícia e aos debates do Rádio Vivo, da Rádio Itatiaia. Sentirei muita falta. A imprensa e o esporte, futebol sobretudo, são a minha vida.

Novos rumos II
Também me afastarei da direção do nosso jornal Sete Dias, que completou em novembro passado, 25 anos de circulação ininterrupta, toda sexta-feira, na região de Sete Lagoas. Mas, para não ficar totalmente distante de tudo que foi e é a minha vida até hoje, continuarei com o meu blog pessoal (www.chicomaia.com.br) onde troco ideias com os leitores sobre tudo, sempre que possível.

Gratidão
A minha eterna gratidão a todas as senhoras e senhores que me prestigiaram aqui. À direção da Sempre Editora, aos colegas da redação, atuais e que já não estão mais conosco, que me proporcionaram este prazer de estar nessas páginas há 12 anos. Foram muitos campeonatos brasileiros, mineiros, Copas do Mundo, Copas América e Olimpíadas, juntos.

Licença
Entro de licença como repórter/comentarista e passo a coordenar o relacionamento do prefeito, das diversas secretarias e demais órgãos da prefeitura de Belo Horizonte com a imprensa. É muito trabalho e estou muito animado para esta nova atividade. Farei o meu melhor, para ajudar Alexandre Kalil a escrever um capítulo diferente, digno, na história do Brasil. Vamos à luta!


Fatos e quase fatos, saídas e chegadas: Leandro Donizete no Santos; Elias no Cruzeiro; Arouca no Galo e o aumento do ICMS

ELIAS

Aos 35 anos Leandro Donizete recebeu proposta de três anos de contrato com salário de R$ 300 mil mensais. Era um dos símbolos da raça do Galo, que em entretanto tem outras prioridades para investir tanta grana e não cobriu a oferta santista. Vida que segue, sucesso ao Donizete, que honrou a camisa alvinegra. Merece um fim de carreira com uma oferta “chinesa” como essa do Santos.

No Cruzeiro, o presidente Gilvan de Pinho Tavares prometeu esta semana que na virada do ano anunciará “um grande nome, que todo time do país gostaria”. Gente forte da Raposa diz que trata-se do Elias, volante que já brilhou no Corinthians, Flamengo e que era pretendido por muitos clubes brasileiros. O negócio agarrou em determinado momento para o futebol chinês também queria o jogador, mas tudo indica que a Toca da Raposa deverá ser a nova casa dele.

No dia 26 de novembro o site passionfutebol deu essa informação:

* “Cruzeiro pretende repatriar o volante Elias, ex-Corinthians e Flamengo”

De acordo com informações divulgadas neste sábado pelo jornal português “O Jogo”, o Cruzeiro deseja a contratação do volante brasileiro Elias, ex-Corinthians e Flamengo, para 2017. Ainda segundo o diário, a Raposa também está de olho em Bruno Paulista, que atua na mesma posição.

Com somente dez partidas disputadas pelo Sporting Lisboa, Elias entrou na lista de atletas negociáveis do clube. Os portugueses dizem que o técnico Mano Menezes quer voltar a trabalhar com o jogador, assim como aconteceu no Timão e no Mais Querido.

https://www.pasionfutbol.com/br/noticias/Cruzeiro-sonha-com-a-contratao-de-Elias-ex-Corinthians-e-Flamengo-20161126-0004.html

* * *

O Atlético que falava em Arouca em 2015, de repente pode trazê-lo para 2017, já que ele não deverá renovar com o Palmeiras. Jogou muita bola nos tempos do Santos, onde viveu a melhor fase na carreira.

AROU

Arouca começou no Fluminense, de onde foi em 2008 para o São Paulo. Ficou até 2010 quando para o Santos, onde ficou até 2014. Lá foi tricampeão paulista em 2010, 2011 e 2012, ganhou a Copa do Brasil em 2010 e Libertadores 2011.

Ainda sobre o Leandro Donizete, gostei da opinião do Humberto Brasil, aqui no blog:

* “Acho que tudo na vida tem um ciclo, e acho que o general fechou o dele no Galo, honrou nossa camisa, nos ajudou a conquistar títulos, é o último grande contrato que ele poderia fazer, o santos fez melhor oferta e ele se foi, boa sorte ao general. Agora que a imprensa paulista acha que o futebol mineiro é alguma vendinha do interior, isso eles pensam. santos tentou Robinho, Cazares, e agora diz que vai levar o Clayton, o santinho tá mais quebrado que arroz 3/4, o general só foi porque saiu de graça, e eles ficam lá comendo taioba e arrotando salmão, quanta soberba meu Deus. E essa que vi hoje na FOX é de matar de rir, que o Galo abaixou a proposta e vai liberar o Pratto para o parmeira, os caras nem pra ligar pro Malluf ou Nepomuceno pra verificar isso, já dão como certo. Diante de tanto amodorismo dessa imprensa paulista que eu peguei e desliguei a tv.”

Humberto Brasil

– – –

Mas, pra finalizar o ano, dura mesmo foi essa informação comentada aqui pelo Thiago Prado Oliveira:

* “Chico e colegas do blog, e coisa tá preta e acho que ainda não parou de piorar. Acabei de ouvir que as teles vão poder cobrar o icms sobre os planos de telefonia, o que antes era cobrado so sobre as ligações. Ja fiz cortes aqui em casa e a grana ainda assim ta apertada. Janeiro vem ai com ipva, seguro, licenciamento, iptu,…. viagem e férias isso não me pertence mais kkkk

Thiago Prado Oliveira


E lá se foram 11 veículos de comunicação no Brasil em 2016. De um jornal de 189 anos, passando pela Globo AM/BH, ao Correio de Uberlândia

CORREIO

Que 2017 seja de ventos melhores para jornalistas e para a mídia brasileira em geral. Triste reportagem do portal Comunique-se mostra o fim de empresas de várias modalidades da comunicação do país:

* “Balanço de 2016: ao menos 11 veículos de comunicação foram encerrados no Brasil”

O ano de 2016 não foi fácil para imprensa brasileira e seus profissionais. As empresas de mídia sofreram com os reflexos das crises política e econômica enfrentadas pelo país. Em levantamento realizado pela reportagem do Portal Comunique-se, foi identificado que ao menos 11 veículos de comunicação fecharam as portas – ou deixaram de circular em papel – durante os últimos 12 meses.

De acordo com o levantamento, no total, foram encerrados os trabalhos de uma emissora televisiva, duas rádios, um site de notícias e sete impressos. Veículos históricos deixaram o papel, para ocupar apenas a internet, enquanto outros infelizmente anunciaram o fechamento de suas redações de forma definitiva.

Rádio, TV e internet
Em outubro, foram anunciados os fechamentos de dois veículos controlados pela Rede Amazônia: a TV Amazon Sat e a Rádio CBN. As emissoras funcionavam no Acre e, com o fechamento, passaram a reproduzir conteúdo desenvolvido pela rede em Manaus. Pelo menos 15 funcionários – entre jornalistas, operários e pessoal de apoio – foram demitidos.

A Rádio Globo de Belo Horizonte encerrou suas atividades após 14 anos de funcionamento. Conhecida por sua programação esportiva, a emissora do Sistema Globo de Rádio (SGR) deixou de ser transmitida na capital mineira em 12 de dezembro. Com isso, mais de 20 profissionais foram dispensados, entre jornalistas, operadores de áudio, equipe técnica e o famoso narrador Osvaldo “Pequetito” Reis.

De acordo com o jornal Mineiro O Tempo, a justificativa para o fim das operações teria sido o custo da operação. Porém, em contato com a reportagem do Portal Comunique-se, a direção do Sistema Globo de Rádio afirmou que o fechamento representa “uma interrupção temporária, como parte de um amplo projeto de relançamento da emissora”.

Apenas um ano após lançar o site Fato Online, o empresário e idealizador do projeto, Silvio Assis, encerrou as atividades do portal de notícias, admitindo problemas financeiros e risco se despejo da sede do veículo em Brasília. Com o encerramento, mais de 100 funcionários levaram calote de salários relativos a dezembro e 13º de 2015, janeiro e fevereiro deste ano.

Crise no impresso
Para os veículos impressos, o cenário negativo não foi diferente. Em janeiro, a Gazeta do Oeste – que circulava no município de Mossoró, no Rio Grande no Norte – fechou as portas após 38 anos de atuação no jornalismo. A decisão foi tomada pelo corpo diretivo por causa de problemas financeiros.

Lançado em 1985, o Jornal da USP teve sua versão impressa encerrada em março. O periódico mantido pela Universidade de São Paulo passou a trabalhar penas com o formato digital. A decisão foi confirmada pelo superintendente de Comunicação Social, o professor Eugênio Bucci, que considerou o momento como “mudança de hábito”.

Outro veículo que também encerrou sua versão em papel foi o Jornal da Paraíba, que circulou pela última vez em 10 de abril. Em reformulação, a empresa optou por investir no digital e isso resultou em 91 demissões. Em nota oficial divulgada na época, a Rede Paraíba de Comunicação, detentora da marca, informou que a decisão de encerrar o impresso, que teve 45 anos de história, seguia tendência mundial e era resultado do crescimento das plataformas digitais.

O Jornal do Commercio do Rio de Janeiro, publicação dos Diários Associados, encerrou em abril sua história de quase 189 anos de circulação ininterrupta, tendo o posto de mais antigo da América Latina.

JORNALDOCOMERCIO

A empresa deixou de produzir também a versão online do veículo e anunciou o fim do impresso Diário Mercantil. Com o encerramento das publicações, cerca de 24 profissionais da redação foram dispensados.

Veículo de circulação no município de Itabuna, no Sul da Bahia, a versão impressa do jornal A Região deixou de existir em outubro de 2016. Segundo o site Blog de Ilhéus, o diretor Marcel Leal justificou o fim do semanário afirmando que o jornal era ignorado pelos anunciantes, por isso não havia mais condições de bancar a edição em papel.

Em outubro deste ano, o mensário Jornal da Noite, de Porto Alegre, anunciou que estava fechando as portas, após 30 anos de história e o falecimento de seu fundador e editor, Danilo Ucha. A última edição da publicação teve 12 páginas, dedicadas inteiramente a homenagear o jornalista.

Responsável pelo jornal Correio de Uberlândia, no triângulo mineiro, o grupo Algar anunciou em novembro que as atividades do impresso serão encerradas no último dia do ano. No comunicado divulgado pela empresa, não foi informado o número de funcionários que serão demitidos, qual o destino da edição eletrônica do jornal ou as medidas que serão tomadas com relação a investidores e anunciantes.

http://portal.comunique-se.com.br/balanco-de-2016-ao-menos-11-veiculos-de-comunicacao-foram-encerrados-no-brasil/


Tempo de especulações e contratações

* No futebol, todo fim de ano é a mesma coisa: especulações de gente que fica e gente que vai, eleições dos melhores e sugestões dos torcedores de jogadores que gostariam de ver em seus times. Também muita notícia plantada por procuradores e empresários, forçando a barra para encaixar seus clientes nos times. No Atlético, o nome mais falado até agora foi o do Marlone, um jogador apenas razoável, que de repente foi transformado em estrela de “primeira grandeza” que resolveria todos os problemas do Galo. O leitor Pablo de Oliveira emitiu uma opinião interessante: “… investir 3 milhões de euros no Marlone? … por que não pega esse dinheiro e investe no Willian Pottker que tem só 23 anos, e foi artilheiro do campeonato esse ano junto com o Fred. Joga muito mais que o Marlone e com potencial de ganhos em venda futura enorme”… Verdade!

 

Contratar pouco

Diferentemente dos anos anteriores Atlético e Cruzeiro não têm que fazer tantas contratações visando a próxima temporada. Ambos têm uma boa base para entrar 2017 com times competitivos. Têm que fazer as famosas aquisições “pontuais”, para determinadas posições. O Galo precisa baixar a idade, por isso me surpreendeu quando saiu a especulação de que o zagueiro Bruno Rodrigo, ex-Cruzeiro estaria sendo contratado. A defesa é o ponto fraco do time já por dois anos consecutivos.

 

Faltam laterais

No Cruzeiro a carência maior está na laterais, já que jogadores como Robinho, Rafael Sobis e Ábila chegaram e corresponderam às expectativas, melhorando muito o meio campo e o ataque. Mano Menezes precisará de poucas contratações para arrumar a casa.

 

Dificuldade maior

O América é que tem missão mais difícil porque precisa montar um time quase todo, sem muitos recursos financeiros. Menos mal que o técnico Enderson Moreira foi mantido e conhece bem a base do clube, onde poderá e terá de recorrer para buscar eventuais “reforços”. A presença de Ricardo Drubsky como diretor de futebol também será um ingrediente facilitador, já que ele sabe onde garimpar jogadores em clubes do interior de Minas e outros estados.

 

Os comandantes

Outro ponto positivo do futebol mineiro com vistas à próxima temporada é que os três da capital estão com as suas comissões técnicas definidas, já trabalhando na montagem dos times. Uma expectativa especial em torno do técnico Roger, que fará o seu primeiro trabalho fora do Grêmio, em um outro clube grande. Chega com a confiança geral, terá uma das melhores estruturas do futebol brasileiro à disposição e um grupo de jogadores de ótimo nível.

 

Os regionais

Os primeiros meses do ano são ocupados pelos campeonatos estaduais, que dão preguiça pelo fato de não apresentarem nada de novo a cada versão. Os clubes do interior não utilizam os jogadores de suas bases. Por medo de serem rebaixados, recorrem a veteranos, que já rodaram por vários times do estado e do país. Até os anos 1980 ao fim de cada campeonato estadual os grandes clubes contratavam vários jogadores que apareciam bem nos times do interior, que os formavam. Hoje essas vitrines não existem mais.

* Essas e outras notas estarãao em minha coluna de amanhã, no Super Notícia.


Feliz Natal a todos!

NATAL

A todos que participam do blog com a leitura e seus comentários, muitíssimo obrigado e ótimo Natal a todos!

Boas festas!


Deputado Alencar leva numa boa; justiça condena jornalista, banda famosa e jornal, mas quem dá a maior punição é o público

ALENCAR

gor Assunção ‏@Igortep  twittou:

“O @depalencar cumpriu a promessa e pagou o almoço da equipe do @98FC. Tá certo q foi um malmitex, mas pagou. Hahahaa”

***

Aproveito este post para homenagear a essa turma da 98FM que conquistou importante fatia do público mineiro e brasileiro com o seu jornalismo diferente, muitíssimo bem humorado, que consegue tratar com seriedade todos os assuntos do dia a dia, principalmente do futebol. Também ao Alencar da Silveira Junior, um dos alvos preferidos das zoações deles, que, entretanto, age de forma totalmente diferente da maioria dos dirigentes de futebol e políticos, que ameaçam e ou processam jornalistas por questões menores. No Brasil, até árbitro de futebol usa de prerrogativas escusas para processar, condenar e tomar dinheiro de profissionais da imprensa.

Alencar foi ao estúdio, ouviu as imitações que fazem dele, zoou também e o clima foi o melhor possível, no ar e fora, agradando os ouvintes e mantendo o respeito mútuo que deve marcar essas relações imprensa/figuras públicas.

Vale também uma reflexão importante sobre os limites da liberdade de expressão. Muita gente defende a censura em suas diversas formas. Pouco tempo atrás, políticos de vários partidos, tentaram criar mecanismos legais para amordaçar a mídia através de um tal “controle social dos meios de comunicação”. Felizmente a ideia foi barrada, principalmente pela dura ação da então presidente Dilma Roussef, que peitou a todos, inclusive os principais mentores dessa mordaça. Alguns estão até na cadeia, por outros motivos.

Disse a então presidente em meados do primeiro governo dela: ‘Prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio da ditadura’.

Profissionais da imprensa e veículos de comunicação são vigiados pelo público permanentemente e a maior punição é a mudança de canal, sintonia e a não leitura do jornal, site, blog, revista e por aí vai. Quem perde a confiança do leitor/ouvinte/telespectador, perde público, audiência e por consequência anúncios. Essa é a pior punição, mas há a da justiça, que também ferra e muito a jornalistas e veículos, que muita gente pensa estar acima das leis.

Vejam, por exemplo, estes dois casos, noticiados pela Folha de S. Paulo, semana passada:

* “Juiz condena Reinaldo Azevedo a indenizar Laerte”

O juiz Sang Duk Kim, da 7ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, condenou o jornalista Reinaldo Azevedo ao pagamento de R$ 100 mil à cartunista Laerte como indenização por danos morais. Cabe recurso.

Laerte entrou com ação contra Azevedo pela publicação de um texto, em 24 de agosto de 2015, em seu blog no site da revista “Veja”, que foi posteriormente lido por ele na rádio Jovem Pan. O jornalista chama a cartunista de “fraude moral”, “baranga moral”, “fraude de gênero” e “fraude lógica”.

Segundo Laerte, houve ofensa a sua honra e dignidade. O texto foi resposta a uma charge publicada na Folha em que Laerte criticava manifestantes pró-impeachment de Dilma Rousseff.

Em defesa, Azevedo, colunista da Folha, disse que a crítica é consonante com “seu estilo jornalístico característico, sem nenhum abuso ou ofensa em relação à autora”.

– – –

“U2 é condenado a indenizar produtor brasileiro em R$ 6 milhões”

Bono e Larry Mullen, vocalista e baterista do U2, foram condenados, em segunda instância, a indenizar o produtor brasileiro Franco Bruni em cerca de R$ 6 milhões por danos morais e materiais. Ainda cabe recurso.

A decisão é do desembargador Joel Figueira Júnior, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina -Bruni deu entrada na ação em Balneário Camboriú.

O produtor acusa os músicos de tê-lo difamado em entrevista ao jornal “O Globo”, em 2000, na qual afirmaram que Bruni não havia pago cachê de três shows em 1998, em São Paulo e no Rio.
As declarações foram feitas dois anos após a turnê PopMart, quando o U2 voltou ao Brasil para gravar um videoclipe nas ruas do Rio.

Na época, o diário carioca publicou entrevista com Larry Mullen e Bono. “Ele [Bruni] não pagou muitos profissionais, inclusive nós. Fomos embora sem receber boa parte do cachê”, afirmou o baterista ao jornal. Bono também criticou a produção dos shows.

Três dias depois das declarações, a então produtora da banda, Shila Roche, deu nova entrevista se desculpando. “Larry se equivocou, estava se referindo ao não pagamento dos direitos autorais do grupo. O cachê foi pago.”

Na ação, Bruni argumenta que enfrentou “profundos transtornos de ordem psicológica”, tendo sido diagnosticado com “estresse pós-traumático com desdobramentos para transtorno depressivo”, necessitando de tratamento psicoterapêutico.

O jornal, também réu na ação, não foi condenado. Segundo a decisão, o “jornalista limitou-se à narração objetiva dos fatos, meramente reproduzindo a opinião dos entrevistados”. Nem Bruni nem representantes da banda foram encontrados para comentar.


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