Blog do Chico Maia

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Galo B empata de novo, está em 5º lugar; Coimbra e Democrata Jacaré lideram, com 100% de aproveitamento. É a 3ª Divisão Mineira

CAMB

Na Arena do Jacaré o Atlético empatou na tarde desta sexta-feira com o União Luziense. O terceiro empate. Antes foram 0 a 0 com o Poços de Caldas e 1 a 1 com o Inter de Minas.

Detalhe: este Inter é de Uberlândia, entrou com sete jogadores em campo na primeira rodada. Ainda no início do jogo, tão logo tomou o terceiro gol do Coimbra, um jogador caiu “machucado” e o árbitro encerrou a partida.

Com todas as dificuldades financeiras possíveis o nosso Democrata de Sete Lagoas montou um time competitivo e teve duas vitórias em dois jogos: 1 a 0 sobre o União Luziense, na Arena do Jacaré e 1 a 0 no Ponte Nova em Rio Doce. Neste sábado recebe o Coimbra, às 16 horas.

A classificação, extraída do site segundona mineira.com

CLASSIFICAÇAO

O regulamento

As 9 equipes se enfrentam em turno e returno e quem somar mais pontos é o campeão. Além do campeão, o segundo colocado também se classifica para o Módulo II do Campeonato Mineiro. Critérios de desempate em caso de igualdade na pontuação: 1) mais vitórias; 2) melhor saldo de gols; 3) mais gols pró; 4) confronto direto; 5) menos cartões vermelhos; 6) menos cartões amarelos; 7) sorteio.


A luta do Cruzeiro em duas frentes: por um título e por uma vaga na Libertadores

SAMANO

No dia 26 de junho do ano passado Samuel Venâncio, da Itatiaia, anunciou no Bate Bola Bom Dia, da ESPN, aa volta de Mano Menezes para o Cruzeiro, no lugar do demitido português Paulo Bento.

***

Disse hoje cedo o Samuel Venâncio™ @samuelvenancio: “Cruzeiro volta a treinar às 11h na Toca II e hoje fala o técnico Mano Menezes. Ele deve confirmar time alternativo diante do São Paulo.”

O destaque para a entrevista do treinador é tão valorizado quanto a informação principal, de que o time será mesclado, já que o Cruzeiro está também se preparando para enfrentar o Grêmio pela semifinal da Copa do Brasil. Poucos treinadores e jogadores merecem atenção às suas falas, antes ou depois dos jogos. É sempre a mesma coisa, as mesmas justificativas, nornalmente embromações, com a concordância da maioria dos perguntadores, que se limitam a balançar a cabeça, concordando e nem prestando atenção às respostas. Muitos, perguntam por perguntar, para dar sarisfação ao chefe, que poderá cobrar, caso o representante da emissora, jornal, ou seja o que for, não marque a presença na coletiva.

Samuel é uma exceção. Tem coragem de peitar entrevistados e contesta ou pergunta de novo quando não fica satisfeito com a resposta.

Também gosto de ouvir as falas do Mano, exceção quando ele começa a reclamar de arbitragens, calendário e essas coisas. Mas aí é só usar o rastreador do rádio ou o controle remoto para mudar de emissora. Até que ele não tem me obrigado a isso. Trata-se de um dos melhores treinadores do país, tirou o Cruzeiro de situações difíceis, sem exigir grandes esforços financeiros do clube. Adota a forma de jogar de acordo com a qualidade dos jogadores que tem e sempre de olho no adversário. Na atual fase só discordei dele na insistência em manter o Ábila na reserva ou nem isso. Porém, na sequência, ficou claro o motivo: o argentino não ficaria no clube, por questões financeiras.

No Brasileiro, o Cruzeiro briga por vaga na Libertadores, na Copa do Brasil é candidato ao título. Com todo respeito a Flamengo e Botafogo, acredito que o campeão será mineiro ou gaúcho. O Botafogo tem jogado bonito, com um time operário, bem dirigido pelo emergente Jair Ventura, mas costuma vacilar diante de uma camisa de mais peso. O Flamengo parece o Atlético; cheio de estrelas, que não rendem o que se espera delas. Tem fortíssimo a seu favor, dois fatores: torcida e força na CBF.


Toda força ao Coelhão no Independência esta noite

AFC

O líder da Série B em busca da reabilitação, contra o lanterna, que entretanto, tem tradição e não está morto. Força ao time do Enderson Moreira a partir das 21h30, com apito do paranaense Rodolpho Toski Marques, assistência de Rafael Trombeta e Victor Hugo Imazu, ambos também do Paraná.

América com João Ricardo, Juninho, Messias, Rafael Lima e Giovanni; Zé Ricardo, Gerson Magrão e Ernandes; Matheusinho, Luan, Mike.

O Náutico: Jefferson, David, Breno, Feliphe Gabriel e Diego Miranda; Darlan Bispo, Bruno Mota e Erick; Vinícius, Gilmar e Iago, comandado pelo técnico Roberto Fernandes.


Só dinheiro, rezas e outras crendices não garantem a formação de times campeões.

cuca2

É preciso que o elenco seja bem formado, técnica, física e taticamente, com uma boa mescla entre jovens e experientes. Mas acima de tudo o ambiente é fundamental. Aí é que entram diretoria e comissão técnica. Se não souberem criar e manter uma boa sintonia dentro e fora de campo, nada feito.

Quem sabe, depois dessa porrada que tomou em casa, eliminado pelo Barcelona de Guayaquil, o Cuca, não dá um tempo para essas manias dele! Considero-o um dos três melhores técnicos do Brasil, mas futebol se ganha é com trabalho bem feito, o resto é perfumaria de qualidade duvidosa! Ele não precisa desse teatro para vencer.

CANALHA

Em 2013, depois de passar pelo Newell’s Old Boys nas semifinais com o Galo, foi alvo de gozação na ESPN pelo João Carlos Albuquerque.

O Botafogo com um time operário, barato, porém determinado e bem dirigido atropelou o Nacional de Montevidéu, lá por 1 a 0 e no Rio, ontem, 2 a 0. Está nas quartas de final e enfrentará o Grêmio, outro exemplo de time “bom e barato”, em que pese ser um pouco mais caro que o Botafogo. O Santos, também sem gastar fortunas, continua na disputa e vai enfrentar o Barcelona do Equador, que eliminou o Palmeiras, que mais gastou para esta temporada.

Interessante é que os dirigentes não aprendem, ou fingem não saber, que é possível montar times competitivos sem gastar acima das próprias possibilidades. Botafogo, Grêmio e Corinthians, que são os times mais badalados do país atualmente, e mais o Santos, só montaram times baratos porque não tinham como gastar muito. Se estivessem com grana ou crédito suficiente, também torrariam milhões e correriam o risco de ficar pelo caminho, com as contas na mão, igual a seus vários coirmãos estão agora.


Ronaldinho Gaucho diz que Flamengo de 2011 era, disparado, melhor que o Galo de 2013. Na noite!

R10

Do Globoesporte.com:

* “R10 elogia Neymar e vê Fla 2011 melhor na noite do que Galo 2013: “Disparado””

Em evento em São Paulo para promover a parceria entre o clube blaugrana com uma loja brasileira, o ex-jogador disse que o agora camisa 10 do PSG é nosso maior ídolo na atualidade e afirmou que, apesar da saída, o atacante deixou as portas do Barça abertas para a chegada de outros brasileiros.

Apesar de não ter falado com a imprensa, Ronaldinho respondeu a uma pergunta de torcedor durante o evento: qual time era melhor na noite, o Flamengo de 2011 ou o Atlético de 2013?

– Flamengo, disparado. (mais…)


Mais consequências de uma eliminação. A decepção de um jornalista argentino que apostava no Galo

FRED

Uma eliminação dessas não gera só a perda financeira do primeiro momento. O dano à imagem é enorme, ainda mais nestes tempos de globalização total, em função das facilidades e velocidade da comunicação.

Por causa de Lucas Pratto, Federico Nogueira, de Buenos Aires, Diário Olé, passou a torcer pelo Atlético. Mesmo com a ida do atacante para o São Paulo, continuou ligado no Galo e estaria na torcida contra o River Plate, já que na Argentina torce pelo Huracán.  

Antes e durante do 0 a 0 de ontem, em oito twittadas, ele cornetou o River, xingou o Jorge Wilstermann, ficou “p” da vida com o gol perdido pelo Robinho, xingou o Galo, manifestou sua desilusão e ainda tirou um sarro pela opção do Atlético em ter deixado o Pratto ir embora, ao invés de Robinho ou outro atacante.

Também publicou foto do Pratto comemorando gol pelo GaloConfira:

@fedenogueira “River no la tuvo fácil contra Guaraní pero quiero ver hoy qué muestra el Atlético Mineiro contra Wilsterman. Un error y se va de la copa.”

“Hasta el mismísimo Jorge Wilsterman ya se metió en el área a defender.”

“Pero mirá cómo pateó Robinho la pelota más importante del partido. Correte que están jugando al fútbol maestro.”

“VERGONHA”

“Todavía no puedo creer lo que se perdió Robinho. Acá se perdió la clasificación del Mineiro.”

“Nunca más elijo al Mineiro como mi candidato.”

“Esto con Pratto no pasaba.”

PRATOARGENTINO

“Lo extraña un poquito el Mineiro no?”


Verdade verdadeira, que não é a do Duke, ou: consequências de um Jorge da vida!

CAMPAIEFILHO

O jornalista HENRIQUE ANDRÉ‏ twittou esta foto logo após o jogo de ontem com a seguinte frase: @ohenriqueandre:

* “Registro feito pelo @gabrieltim para mostrar quem realmente sofre. Boa noite!”

Pior que isso, só se fosse a final da Libertadores, dentro do Mineirão!


Cruzeiro x Botafogo para tentar entender o péssimo desempenho ofensivo do Galo

CRUBOTA

Obrigado ao Francisco Gabriel que enviou este interessante comentário, com uma novidade que deveria ser copiada por gente demais: comparações táticas entre os maiores rivais do futebol mineiro e não ofensas que não levam nenhum lado a nada.

* “Bom dia,

há poucos minutos terminei de ver o vídeo tape do jogo Cruzeiro x Botafogo. Durante o tape eu fiquei fazendo comparações e indagando porque o Galo não consegue ter os espaços para atacar como os outros times sempre conseguem ter, principalmente jogando em seus próprios domínios. Será que se o time do Galo tivesse os mesmos espaços que o Cruzeiro teve, sem precisar de finalizações apressadas, erraria os gols do mesmo jeito que o Cruzeiro errou? Só vou saber quando o Galo tiver um posicionamento adequado dentro de campo como forma de abrir os espaços do time adversário como o Cruzeiro e outros times têm. Nesse jogo, o Cruzeiro teve espaços até para contra ataques porque conseguiu em alguns momento, tirar o Bota lá de trás. Coisa que os treinadores do Galo não tem estratégia para fazer.  Me parece que o Galo tem obsessão por ser um time totalmente ofensivo, mesmo jogando com três volantes. Isso vem facilitando as ações defensivas dos adversários.

Chico Maia, na minha opinião, se não mudar a maneira de jogar, vai ser rebaixado.

Um abraço, Francisco Gabriel.


No fim das ilusões, empate do Galo com o Jorge Wilstermann fez lembrar empate com a URT pelo Mineiro

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O jogo também foi no Mineirão. A diferença fundamental é que o Galo conseguiu fazer um gol. A qualidade e vontade dos adversários eram semelhantes. A escalação do Atlético muito parecida, com Rafael Moura no lugar do Fred. O jogo foi em abril e o Uol dava de manchete depois do jogo: “Atlético-MG empata com URT no 1º jogo da semi e Roger é chamado de “burro””. Foi em 16 de abril, pela semifinal do Campeonato Mineiro, mas o futebol praticado pelo Atlético continua o mesmo. Roger Micale não pode ser chamado de “burro” nessa partida, porque fez o que deveria fazer. Escalou o time certo, mexeu nas peças certas, nos momentos certos, mas o Galo tem essas limitações que mais uma vez se afloraram. Importante destacar que o time boliviano também fez tudo certo. Regulamento debaixo do braço, não errou em momento algum, não se arriscou, não bateu e se mostrou extremamente disciplinado taticamente. A chance que o Galo tinha era um único erro de alguém da zaga ou do goleiro, o que não ocorreu. As muitas bolas chutadas pelos atleticanos resvalavam em alguém mas iam pra fora, ou então nas mãos do goleiro, sempre muito bem colocado.

Aos 43 minutos do segundo tempo Robinho desperdiçou a bola do jogo, que estava reservada para que ele recuperasse o prestígio com a torcida do Atlético e, quem sabe, daria a oportunidade para que ele voltasse à condição de protagonista no futebol brasileiro. Bola açucarada para ele, pelo Fred e Leonardo Silva, mas na ânsia de fazer o gol, chutou de primeira, sem pontaria e a bola foi pra fora. Não faltou vontade a ele, mas o grande artilheiro de outros tempos não existe mais. Robinho hoje é um coadjuvante, caro, e mostrou isso novamente neste 0 a 0 contra o Jorge Wiltesrmann.

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Fora da Libertadores, depois de uma campanha tão alardeada como a “melhor” da primeira fase, mais uma vez os apaixonados pelas estatísticas se frustram. O que adiantam números favoráveis, porém enganadores. Mesmo com jogos ruins, o time vencia, empatava e contava com resultados ruins dos concorrentes. Na hora da verdade, a realidade bate à porta. Vida que segue e dos males o menor: vai se dedicar 100% ao Brasileiro, evitar o rebaixamento e tentar uma vaga na Libertadores 2018.


No exemplo do River 2015, que passou pelo Boca e pelo Cruzeiro, a única esperança atleticana em 2017

RIVER

Não fossem grandes exemplos do futebol mineiro, brasileiro e mundial, de times considerados piores, serem campeões, eu já teria dito que o Atlético deveria focar só no Brasileiro e esquecer a Libertadores 2017. Caso passe pelo Jorge Wilstermann, o adversário será o River Plate, que ontem eliminou o Guarani do Paraguai. Justamente este River é o exemplo mais recente ao qual me apego para ter a esperança que resta de salvação da temporada alvinegra. Em 2015 o River passou da fase de grupos na bacia das almas, com 6 pontos (um a mais que o peruano Juan Aurich), sete a menos que o primeiro colocado, Tigres, a quem bateria na final. Era tido como presa fácil do Boca Juniors nas oitavas, já que o seu arquirrival vinha atropelando todo mundo. Foi o primeiro, disparado, na primeira fase com 18 pontos, seguido pelo Tigres, 14.

Só que o “Sobrenatural de Almeida” (Ave Nelson Rodrigues!) entrou em campo e idiotas do Boca jogaram aquele famoso gás de pimenta nos jogadores do River, no intervalo do segundo jogo em La Bombonera, provocando a eliminação dos “bosteros”. O River passou às quartas de final e outra vez o “Sobrenatural de Almeida” entrou em ação a seu favor: perdeu em Buenos Aires de 1 a 0 para o Cruzeiro e venceu por 3 a 0, o jogo da volta no Mineirão. Passou novamente apertado, pelo paraguaio Guarani, (2 x 1 e 0 x 1) e no embalo da torcida e do regulamento, foi campeão sem maiores dificuldades com 1 x 0 no México e 3 a 0 em Buenos em cima do Tigres.

Veja o que o Globoesporte do dia cinco de agosto falava sobre a partida final:

“… O Tigres era melhor tecnicamente. Mas desta vez, a camisa pesou. O River precisou de pouco mais do que raça, organização e um ambiente favorável para vencer a partida. Bastou “poner huevos”, mostrar garra, e os Felinos mexicanos se aquietaram como inofensivos gatinhos. … Como era de se esperar, a torcida do River fez muita festa antes mesmo do jogo começar. Com balões em vermelho e branco, cantaram, batucaram e recepcionaram o time em campo de maneira emocionante…”

No Mundial de Clubes, tomou uma sova de 3 a 0 do Barcelona, nada de anormal.


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