Blog do Chico Maia

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Pressão máxima sobre treinadores. Se em Minas é “fora  Levir”, na Bahia é “fora Enderson Moreira”. Sobrou até pro América!

Em foto da Gazeta Press, o mineiro Enderson Moreira tomando muita porrada da imprensa baiana com mais intensidade do que Levir Culpi em Minas, porém, com mais paciência e respeito nas coletivas  

Estou em Morro de São Paulo (bom demais da conta; indico 100%), acompanhando de longe a situação terrível do Atlético e a pancadaria no técnico Levir Culpi, cujas críticas são as mais pesadas, como por exemplo, essa do Antônio Sérgio Paiva, aqui no blog: “Levir, ex-técnico em atividade. Com ele no comando, nós Atleticanos ainda vamos ter muito pesadelo. Quem viver verá”.

Sempre gostei do trabalho do Levir, mas a reação dele nas entrevistas depois da derrota em casa para o Cerro e ontem para o Nacional em Montevidéu, faz com que me junte ao time de críticos. Ele não pode partir para cima da imprensa e dos críticos sem mais nem menos. Responder a perguntas, simples, sem nenhuma sacanagem implícita, é obrigação de qualquer figura pública. E que ninguém venha me dizer que técnico de futebol não é figura pública, com explicações a dar a milhares e milhões de pessoas. O que ele conseguiu nas duas últimas entrevistas coletivas foi passar insegurança pessoal e desconfiança aos que, como eu, ainda o defendiam.

Mas Levir pode se dar satisfeito, pelo menos por causa do respeito com o qual é tratado, criticado e perguntado. Nosso conterrâneo Enderson Moreira está sob fogo cerrado de toda a imprensa da Bahia, tomando um “pau da gota serena”, como eles dizem. Fazendo a mnha caminhada, ouvi o comentarista Raimundo Varela (de muita audiência no rádio e TV), chamando o Enderson de tudo. “Incompetente” é respeitoso, soa como elogio: “treinador de segunda divisão e olhe lá”. “A diretoria do Bahia arruma um treinador de verdade ou também pede o boné”; “este cara é treinador?”. Sobrou até para o América, no diálogo do Varela com o colega de bancada no programa, João Kalil:

__ Este sujeito veio de onde mesmo?

__ Do América Mineiro!

__ Aí, tá explicado!

E olhem que o Enderson deixou o América em boa situação no Brasileiro da Série A em 2018 e veio para o Bahia para salvar o time do rebaixamento, ganhando três vezes mais que ganhava no Coelho. E conseguiu!

Pacientemente (atributo que adquiriu com muito esforço) o Enderson responde a todas as perguntas, com a compreensão e educação que a função exige de toda liderança. Quando dão na canela dele, nas entrevistas, sobe um pouco a fala, porém no mesmo tom do perguntador, sem excesso de verborragia.

Não sei até que ponto as porradas são justas, já que só os baianos sabem aonde dói o calo e conhecem o dia a dia do time, mas o Bahia está em 5º lugar no campeonato local, correndo sério risco de ficar fora do quadrangular decisivo. Atrás de Bahia de Feira de Santana (15 pontos), Vitória da Conquista, Vitória e Atlético de Alagoinhas, todos com 13, em oito jogos. Falta uma rodada e o Bahia, que tem 12 pontos, além de ter de vencer o Jacupiense na casa do adversário, depende de outros resultados.

A imprensa baiana diz que ele teve os reforços que pediu ano passado, inclusive Guilherme, ex-Cruzeiro, Atlético e tantos clubes, que entrou no segundo tempo no zero a zero com o Vitória domingo, pesadão do mesmo jeito de sempre.

Guilherme (à frente, no site da FBF), pesadão como sempre.

Resumindo: futebol é resultado em campo e paciência tem limite. Quando não o treinador não consegue nem esboçar explicações por maus resultados é porque está na hora de passar o bastão.


Restam poucas vagas para os cursos e workshops do 9º Festival de Fotografia de Tiradentes/2019

A cidade é imperdível, o Festival, idem. Segundo amigos “tiradentinos” é o melhor evento anual de Tiradentes na relação custo/benefício. Já garanti minha presença no “Expedições fotográficas: Viagens e experiência”, em que os fotógrafos mineiros Cristiano Xavier  e João Marcos Rosa conversam sobre a vida de fotógrafo viajante, histórias e relações que transformaram suas abordagens fotográficas da paisagem, natureza, vida selvagem e cultura. Dia 29 de março, sexta-feira, às 20 horas.

A programação é intensa.

Vale a pena conferir o site e escolher o que ver e do que participar:

www.fotoempauta.com.br/festival2019

PALESTRAS: http://fotoempauta.com.br/festival2019/palestras_/

EXPOSIÇÕES: http://fotoempauta.com.br/festival2019/exposicoes/


Ao invés de mudar para reagir na Libertadores, Levir Culpi opta pela mesmice e colhe mais uma derrota

Depois da derrota para o Cerro, Levir Culpi disse que adotaria fórmula diferente para reverter a situação “já no próximo jogo”. Pensei que ele fosse mudar muito o time tanto na escalação quanto na forma de jogar. Contra o Nacional que está com um dos times mais fracos da belíssima história dele, num gramado muito bom, estádio seguro, era noite para Levir ousar e mostrar a todos que a reação atleticana começaria.

Ledo e triste engano. O mesmo do mesmo e depois que tomou o gol, pôs o Guga em campo e começou tirar os volantes, numa tentativa dessas que raramente dá certo. E não deu, mais uma vez. Patric inteiro já é contestado e hoje estava gripado. Levir Culpi surpreende negativamente. Dois jogos, duas derrotas, sem um esboço de reação que dê qualquer esperança ao mundo alvinegro.

Na coletiva após a derrota, respostas vazias, pedido para que se reconheça o mérito do adversário e culpa da “bola que não entra”, impaciência com as perguntas desagradáveis, patadas e ou ironia pra cima do repórter que pergunta. Também é triste ver que raramente um repórter dá troco à altura neste tipo de entrevistado. São outros tempos vividos pela imprensa.

Dos jogadores a mesma coisa, óbvio. Qual subordinado tem coragem de criticar o patrão publicamente?

Frustrante.


Rafael, ótimo goleiro, mas 29 anos e reserva enquanto durar a carreira do Fábio

Rafael com o presidente Wagner Pires de Sá quando foi homenageado pelos 100 jogos pelo Crueiro, em foto do Vinnícius Silva/Cruzeiro

O Fernando Rocha abordou  na coluna dele, no Diário do Aço, de Ipatinga, a situação do Rafael, que ontem voltou a mostrar que tem condição de jogar em qualquer clube do país, mas esbarra em Fábio, incontestável titular cruzeirense. Ele está feliz assim e já recusou propostas para sair e ser titular. Sou da opinião de que cada um sabe onde dói o calo. E se este é o sentimento dele, que assim seja. O Fernando Rocha pensa diferente:

“Na entrevista pós-jogo, o técnico Mano Menezes não poupou elogios a Rafael e revelou que há quinze dias, um clube grande do futebol brasileiro, onde seria titular absoluto,  quis contratatá-lo, mas não deixou. Nascido em Coronel Fabriciano, onde reside sua família, que é de classe média, não sei quem administra sua carreira, mas esta acomodação, há anos na   reserva do goleiro e ídolo da torcida cruzeirense, Fábio, me parece um erro.

  • Rafael chegou ao Cruzeiro com 13 anos de idade e já tem 29 anos, nada demais para jogadores da sua posição, desde que se cuidem bem como parece ser o seu caso. Fábio, 38 anos, continua jogando em alto nível e deve parar daqui há dois anos, passando o bastão para o seu reserva, que ainda poderá brilhar com a camisa celeste por mais alguns anos.
  • Por enquanto, Rafael vive na zona de conforto, mas ao ser efetivado sofrerá comparações e toda pressão de ser o substituto do  maior goleiro e recordista em vestir a camisa do clube. Pode sim continuar a carreira com uma trajetória brilhante, ou então se queimado, como aliás tem acontecido em situação parecida no São Paulo, desde  que Rogério Ceni pendurou as chuteiras. “O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso”. Mário Quintana”

Alerrandro seria um novo Dario? Hora de trocar Ricardo Oliveira por ele?

E Guga? Chegou a hora de efetivá-lo como titular? Não sou desses que têm birra permanente contra o Patric. Ele alterna bons e maus jogos e está longe de ser o maior problema do Atlético. Mas, talvez pela idade e força da torcida, o Guga pode ser mais regular, render mais, já que tem outras perspectivas profissionais e tecnicamente parece ser realmente melhor. No comando de ataque, Ricardo Oliveira com quase 40 anos de idade é jogador para no máximo 45 minutos em alto rendimento. E isso é um elogio sincero que faço, já que poucos jogadores conseguem chegar a essa idade, nessa posição, marcando tantos gols. Mas para uma Libertadores da América ou um Brasileirão, não aguenta 90 minutos rendendo o que é preciso para o time e o que se espera de qualquer jogador de clube que almeja coisas maiores que uma “boa campanha” na disputa em questão. Aquela cabeçada que ele errou no cruzamento do Patric, quando o jogo com o Cerro ainda estava empatado, ele não erraria se estivesse 100% dono de suas totais condições físicas para aquele momento. Quem joga até pelada sabe do que estamos falando aqui e possivelmente já passou por situação semelhante, de não conseguir fôlego ou reflexo para evitar um lance perigoso do adversário ou marcar um gol que certamente marcaria no início da partida. No cruzamento do Chará, ele marcou, mas estava impedido.

Mas, meus prezados e prezadas desculpem-me pelo sumiço daqui ontem e confesso que nem vi o 1 a 0 do Galo sobre o Patrocinense. É duro demais falar de campeonato estadual, qualquer um deles, no meio da disputa da Libertadores da América, principalmente quando os dois principais times do estado estão na disputa. Mas não foi isso que me impediu de vir aqui. É que estou de férias, uma semana, e vim conhecer Morro de São Paulo, na Bahia. Em relação à minha geração, com pelo menos duas décadas de atraso, mas valeu a pena. O lugar é espetacular, excelente estrutura, receptivo turístico acima da média baiana e muito sol. Um voo da Azul liga Confins a Valença em 1h40. De lá, uma lancha nos deixa aqui em 10 minutos. Depois escreverei mais sobre.

Vi o gol do Alerrandro e gostei demais deste comentário do Audísio, que vale a pena ser lido e pensado:

“A quem se determinou chamar de burro com sorte, uma maneira de colaborar com a sorte seria imediatamente substituir o Patrick pelo Guga que praticamente salvou o burro com um cruzamento perfeito ao 45 minutos. Outro ponto e substituir o ancião Ricardo Oliveira o artilheiro dos gols perdidos pelo Alerrandro. Alerrandro parece ser um daqueles casos raros no futebol onde a extrema falta de recursos tecnicos se ajunta com a fantastica qualidade do oportinismo e precisão quase inacreditável o que faz com que estas duas valências juntas forjam nele uma característica típica dos grandes centroavantes. A capacidade de se colocar intuitivamente excepcionalmente bem diante do gol na hora certa. Isso justifica seus numeros quase inacreditaveis no juniores. Foi isso que fez Ystrichi descobrir Dario e os torcedores nem se importavam com suas deficiencias porque sua definicao ultrapassava imensamente suas fatas.Acorda Levir Culpi. Ponha mais meias. Coloque o time para atacar e o Alerrandro para definir. Arrisque. Pare com essa coisa de insistir com Patrick. Voce na maioria das vezes deixou a burrice sobressair apesar da sorte muitas vezes tentar te ajudar.”

Audisio


O início mineiro na Libertadores, as cobranças e razões aos treinadores

Estes e outros assuntos na coluna do Fernando Rocha, que circulará amanhã, no Diário do Aço, de Ipatinga:

* “Torcida irada”

A inesperada derrota do Atlético, na sua volta ao Mineirão,  para o Cerro Porteño, do Paraguai, estreando a fase de grupos da Libertadores, continua mexendo com os nervos da torcida atleticana.

Uma ala mais radical, “p” da vida com o time, chama de “ultrapassado” o técnico Levir Culpi, detona a diretoria pedindo contratações milionárias, enfim, nada escapa da ira dos torcedores.

Compartilho a indignação da torcida alvinegra, mas prefiro ficar “nem muito ao céu, nem muito ao mar”, como diria meu saudoso bom avô, Tatão Rocha, na querida Sobrália da minha infância, aqui nos nossos grotões.

O técnico Levir Culpi a meu juízo não tem nada de ultrapassado, se tratando isto sim, de um dos melhores em atividade no futebol brasileiro, mas que comete erros como todos os outros.

Levir erra ao insistir nas escolhas de alguns  titulares, – Patric, um destes,  não dá mais! -,  como também em relação ao esquema adotado, onde seus três volantes não protegem a defesa, muito menos incomodam lá na frente os adversários.

Alguma coisa precisa ser feita, mas é preciso reconhecer as limitações do atual elenco, impostas pelo momento financeiro vivido pelo clube, cuja diretoria priorizou pagar dívidas contraídas pelos antecessores.

Estilo “Manobol”

A vitória do Cruzeiro sobre o Huracan, 1 x 0, gol de Rodriguinho, no 1º tempo, foi ao estilo “Manobol”, como bem definiu o comentarista Junior Brasil, da Itatiaia/BH.

Este é o jeitinho Mano Menezes de ver e fazer os times que dirige jogar: forte na marcação, seguro na defesa, preciso no ataque, para concluir as poucas chances criadas, enfim,  muito sofrimento para a torcida celeste,  recompensado pela vitória, onde 1 x 0 é goleada, e o mais importante é obtido, os três pontos fora de casa, ainda mais sobre um time argentino.

O que destoou foi a transmissão pelo Facebook, que  fez raiva em muita gente, sobretudo cruzeirenses espalhados pelo mundo,  que tentaram e não conseguiram ver direito as imagens do jogo.

Além de travar insistentemente, o chamado “delay” – diferença entre o tempo real da imagem para a que é entregue -, rebaixou a transmissão do Facebook ao conceito péssimo, ou impossível de assistir.

O gol do Cruzeiro marcado por Rodriguinho, demorou quase dois minutos a chegar na transmissão do Face, enquanto no rádio  foi quase simultâneo, revelando a dificuldade que este novo conceito de mídia terá em se adaptar, pois o “delay” varia de acordo com a velocidade da internet de cada um.

FIM DE PAPO

  • Vale lembrar que o Facebook comprou cerca de 60 jogos da Libertadores, que serão transmitidos às terças e quintas, sem ainda uma definição completa  de quais partidas estarão em sua grade de programação. Que todos cruzem os dedos ou se preparem para sofrer mais raiva, que pode ser amenizada através do velho e bom radinho, onde o “bate forte” Nelcy Ronmão e os demais colegas da latinha, continuam afinados e dando show de competência e criatividade.
  • A conta a ser feita pelo Atlético, após a derrota para Cerro Porteño é esta: reagir e vencer o Nacional, em Montevidéo, nesta terça-feira; ou o próprio Cerro Porteño, em Assunção, além de ganhar as duas partidas que fará contra o venezuelano Zamora. Pensando bem, se o atleticano acha mesmo que a vitória sem emoções fortes, dificuldades quase intransponíveis, não é Galo, então está no caminho certo e não há do que reclamar.   
  • A derrapada do ex-árbitro Leonardo Gaciba, na tal “Central do Apito” criada pela Globo, para auxiliar suas equipes nas transmissões, ocorrida no lance do gol anulado do Galo contra o Cerro logo no início do 1º tempo, só comprova o que todos já sabemos: nem sempre o VAR (árbitro de vídeo), irá resolver todas as questões do jogo envolvendo a arbitragem. Agora, inegável a falta que faz o VAR nesta fase da Libertadores, pois é certo  que reduziria a índices mínimos os erros e injustiças,  cometidos até aqui em grande número pelos assopradores de apito.
  • Não é possível que os clubes tenham passado batido neste detalhe e deixado de pressionar a Conmebol, para que em todos os jogos da Libertadores,  houvesse o emprego dessa tecnologia, indispensável hoje para a manutenção da lisura nos resultados. Como pode a principal competição do continente, uma verdadeira mina de dinheiro, cuja premiação pode chegar perto de R$ 100 milhões, não contar com o árbitro de vídeo em todas as partidas, que inclusive se tivesse sido adotado, na última quarta-feira no Mineirão, poderia ter evitado  a derrota do Galo, pois o gol da vitória paraguaia foi marcado em completo impedimento. (Fecha o pano!)
  • * Por Fernando Rocha – Diário do Aço – Ipatinga

No Dia Internacional da Mulher os números assustadores de um gaúcho e de uma mineira para todos pensarmos

Todo dia do calendário é de alguém ou de alguma instituição. Nos municípios, nos estados, nos países e no mundo, dependendo do alcance, da importância do tema ou o focalizado. Recebo muitos cumprimentos no dia do jornalista, do radialista, do repórter, do advogado (mesmo não exercendo) e até de coisas que não vejo razão de ser, por se tratar de demagogia política e “puxação” injustificada de saco, até oficializadas por algum vereador, deputado, senador, prefeito, governador e presidente da República.

Essa vulgarização de “dia disso, dia daquilo” sempre me fez questionar a razão de ser dessas “homenagens”. Pois, confesso que só aprendi separar demagogias e perfumarias de alguns anos pra cá. Mais precisamente dentro de um ônibus, em um dos 200 Km que separam Algeciras a Sevilha (Espanha/Estreito de Gibraltar) no fim de dezembro de 2013. Chorando, revoltado com o massacre cometido com os negros africanos transformados em escravos mundo afora. Portugal foi o principal protagonista dessa covardia. Eu estava terminando de ler 1889, livro derradeiro da fantástica trilogia do jornalista Laurentino Gomes (1808, 1822), obra obrigatória para quem quer entender o Brasil e um pouco da humanidade. A partir daí passei a compreender o porquê do Dia de Zumbi dos Palmares, Dia da Abolição e todas as demais datas celebrativas e comemorativas, relevantes. É pra lembrar, levantar discussões, debates e fazer com que entendamos a razão de ser de incontáveis coisas e situações.

Neste contexto, entendo que o Dia “comemorativo” às mulheres é dos mais importantes deles. Hoje, por exemplo, no dia delas, lendo e ouvindo gente brilhante fiquei chocado o que escreveu o gaúcho (a quem recomendo, novamente) Gustavo Fogaça Guffo‏ @pitacodoguffo: “No Brasil, a cada DOIS SEGUNDOS, uma mulher é vítima de agressão Isso dá TRINTA mulheres agredidas por minuto 1800 agressões por hora”.

E, por consequência, o que disse a Cris Guerra, na BandNews FM Belo Horizonte: “A população do Equador é de 16 milhões de habitantes; mesma quantidade de mulheres agredidas anualmente no Brasil”, cujo link sugiro demais: Rádio BandNews BH – Inspiração – 08/03/19 – Por que devemos todos ser feministas.

A foto que ilustra este post mostra a minha queridíssima irmã, Dirce, e minha mãe, Terezinha, guerreiras, fantásticas, assim como a minha outra queridíssima irmã Edilse, que neste momento está na África do Sul, com o filho André, nora e netos. Por intermédio delas e das minhas sobrinhas Cristiane, Bruna e Vanessa e sobrinhas/netas Alice, Sara e a Maria Eduarda que vem aí (uma gaúcha na família para a satisfação do meu saudosíssimo pai, Vicente, que gostava mais de Getúlio do que de JK), a minha homenagem e solidariedade a todas as mulheres do Brasil e do mundo nessa luta eterna.


Ruim na vitória do Cruzeiro, apenas a tentativa de transmissão do jogo pelo facebook

Bem ao estilo Mano Menezes, do jeito que tem que ser, especialmente quando se trata de uma partida fora de casa; ainda por cima na Argentina. Não importa se houve sufoco, claro que haveria em determinados momentos. Importante é que o time conseguiu marcar um gol e não tomar.

A nova modalidade de transmissão é que fez raiva em gente demais mundo afora. E será assim até que o facebook supere as dificuldades técnicas para facilitar o acesso às imagens e principalmente à qualidade do que se pretende mostrar.

Jornalistas, veículos e torcedores fizeram boas observações sobre a experiência neste Huracan 0 x 1  Cruzeiro:

O Tempo‏ @otempo

Cruzeiro marca, mas torcida demora quase um minuto para ver gol na internet

Alexandre Simoes‏ @oalexsimoes

A modernidade da @LibertadoresBR é uma das maiores várzeas da história do futebol sul-americano. Jogo nem começou e já dá para perceber que será um lixo a transmissão e a experiência. Mais uma lambança da cartolada da @LibertadoresBR

Lélio Gustavo‏ @LelioMetralha

Porra numa boa… tnc dessa parada de transmitir Libertadores pelo facebook…

Vinicius Grissi‏ @ViniciusGrissi

Complicado da transmissão no Facebook é que o delay varia de acordo com a Internet de cada um. Meu amigo ainda nem viu o primeiro gol, por exemplo.

Christiano Jilvan | De Veneta‏ @chrisjilvan

Galera vai ter que recorrer aos anos 80/90 só pelo rádio mesmo… Facebook trava demais… Até para os melhores momentos o bicho vai pegar… Como disse @supertrilha, imagina quem é de rádio e tá fazendo pelo “Tubão”…

Paulo Galvão‏ @paulogalvaobh

Pessoal, vocês estão tendo problemas para ver o jogo do @Cruzeiro no Facebook? Avisem aqui e no @SuperesportesMG, por favor.

Rodrigo Freitas‏ @rfcomunica

Esse sou eu esperando o gol do Cruzeiro chegar na transmissão do @facebook.

Saulim com ‘S’ de Saulo‏ @saulimguerreiru

O cruzeirense q mora aqui em Portugal é não está conseguindo ver o jogo pelo Facebook (por estar bloqueado pra fora do país) O jogo está sendo transmitido pelo Sportv3 aqui em Portugal. Vamos aumentar essa audiência aqui tbm para transmitirem mais jogos do @Cruzeiro

Héverton Guimarães @hevertonfutebol

Acabou o primeiro tempo aqui em casa só agora. Jogo pelo Facebook é meu piru, conmebol desgraçada!


Até especialista comeu mosca no gol do Galo que não existiu

As emissoras de TV enchem suas transmissões de “especialistas” e quando precisam deles, comem mosca e pagam mico. Aos sete minutos o árbitro argentino Mauro Vigliano levanta o braço e anula gol do Atlético. Cazares cobra falta na intenção de servir a um companheiro, mas a bola entra direto. Muitos comentaristas disseram que foi um “absurdo” apitar impedimento do Luan, que inclusive nem encostou na bola. Ora, ora, o senhor Vigliano havia mostrado no ato da marcação da falta que seria tiro livre indireto. O bandeira confirmou a ele que ninguém do Atlético tocou na bola, gol anulado corretamente, portanto. Na transmissão da Itatiaia o Mário Henrique “Caixa” explicou imediatamente o que havia ocorrido e fim de papo. Na transmissão do Sportv o assunto continuou rendendo e o “especialista” em arbitragem, Leonardo Gaciba, ex-árbitro FIFA, continuava dizendo que o gol foi “mal anulado”. Até que aos 24 minutos o locutor Rogério Correia disse que o Gaciba teria uma novidade, uma verdadeira “bomba” para esclarecer a anulação do gol. Entrou o ex-apitador falando o que deveria ter falado no momento do lance. E segue o jogo!


Derrota do Atlético foi por culpa dos próprios erros e limitações do elenco

Os 38.736 pagantes desta noite no Mineirão acreditavam que  assistiriam uma grande vitória alvinegra. Mas as limitações do elenco, com dois volantes que só sabem defender (Adilson e Jair) e um outro que continua mal (Elias), fica complicado.  Leio e ouço alguns da imprensa quererem culpar a arbitragem. Não concordo. A olho nu, impossível dizer que o paraguaio autor do gol do Cerro estava impedido.

O Galo mandou no jogo até os 30 minutos, com destaque para Cazares e Luan. O Cerro Porteño dava bordoadas a torto e a direito e se arriscava pouco ao ataque. A partir dos 30 minutos começou ficar mais à vontade em campo e garantiu o zero a zero.

O segundo tempo foi mais aberto. O time paraguaio saiu mais para o jogo e se expôs. Aos 15 minutos Levir Culpi pôs Chará no lugar do Elias. Aos 20, Patric cruzou certeiro na cabeça do Ricardo Oliveira, que desperdiçou a melhor chance que teve no jogo. No Campeonato Mineiro ele não erra cabeçadas como essa de jeito nenhum.

Aos 33, Churin aproveita um chutão dado na área atleticana, corre em meio a Réver, Fábio Santos e Victor, a bola bate nele e entra. Se fossem três jovens recém promovidos dos juniores, daria pra justificar. Mas veteranos como estes três, não podem vacilar desse jeito.

Impedimento? Só no olho mecânico, da TV, momentos depois. Aos 46 Ricardo Oliveira recebeu cruzamento do Chará, marcou, mas em impedimento apontado na hora pelo bandeira.


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