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Blog do Chico Maia

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Os tempos mudaram e o comportamento tem que mudar também. Na condenação do Robinho, momento de reflexão e mea-culpa também da imprensa

Nos últimos anos as pessoas em geral e a imprensa têm tratado com dureza merecida os casos de racismo, preconceito, discriminação e agressão sexual em todos os lugares. Muito do que antes era considerado “normal” ou “brincadeira”, hoje é crime, inaceitável. Além dos fatos ganharem grandes espaços na mídia, a pressão popular e principalmente dos patrocinadores vem exigindo e conseguindo punições cada vez mais severas. Os tempos são outros e todos temos que respeitar e acatar a nova realidade, de respeito aos nossos semelhantes.

A revista Placar aproveitou a condenação, hoje, do Robinho pela justiça italiana e também fez um “mea-culpa”, que serve para toda a imprensa, dos menores aos maiores veículos, que sempre fazia piadas partindo de onde não deveria e minimizava o que hoje merece ser tratado como escândalo.

Confira:

* “Arquivo: caso Robinho foi tratado em capa com ‘mea culpa’ de PLACAR”

Atacante foi condenado pela Justiça italiana por violência sexual nesta quarta, 19

Não há movimento mais civilizatório do que aprender com os erros — e para sentir na pele os tropeços do passado, só mesmo o passar do tempo. Ou, como escreveu o francês Marcel Proust, “os dias talvez … sejam iguais para um relógio, mas não para um homem”. Nos anos 1990, PLACAR tinha como slogan a frase “Futebol, Sexo e Rock & Roll”. Publicamos capas evidentemente machistas, como a que aparece abaixo, com a modelo e atriz Susana Werner seminua.

Eram outros tempos, a sociedade mal começara a reagir contra os preconceitos, e o que hoje conseguimos enxergar como um erro lá atrás era apenas névoa.

Ria-se do que não tem graça nenhuma. E PLACAR, naquele período um tanto irresponsável, navegava sem se dar conta dos incômodos que poderia provocar. Os jornalistas da revista, antes como agora, eram sérios, rigorosos, profissionais cuidadosos e avessos a qualquer tipo de discriminação — e todos eles, tendo em mãos a régua do presente, neste momento fariam de outra maneira. Os tempos mudaram, e que bom terem mudado.
A capa desta edição vê o mundo com os olhos de hoje. Os mesmos que levaram o Santos, pressionado por torcedoras e torcedores, além de patrocinadores, a suspender o contrato firmado com Robinho, acusado de estupro na Itália. Ele foi condenado a nove anos de cadeia em primeira instância — o caso está previsto para voltar a julgamento em dezembro.

Estaríamos mais felizes se fosse possível ficar apenas com as lembranças do jogador que, em 2002, surgiu para o mundo com pedaladas mágicas — mas isso não é possível. Robinho não pode apagar sua trajetória dentro e fora de campo, precisa assumir suas responsabilidades, com o direito de defesa que cabe aos acusados de qualquer crime…

https://placar.abril.com.br/placar/arquivo-caso-robinho-foi-tratado-em-capa-com-mea-culpa-de-placar/


Amizade com Fred (frequentadores da mesma igreja) foi decisiva para Fábio trocar o América pelo Fluminense

Foto: Cruzeiro

Uma frustração para os americanos, mas assim é o futebol. No SuperFC o resumo da ópera:

* “Informações apuradas pela reportagem do Super.FC:”

o atacante Fred, do tricolor, e seu empresário Francis Melo, agiram rápido nos bastidores e conseguiram convencer Fábio a trocar o Lanna Drumond pelas Laranjeiras.

O atacante tem grande influência na equipe carioca, conhece o goleiro de longa data, pois já atuaram juntos e também frequentam a mesma igreja evangélica, algo de grande importância na vida do guarda-metas.

… havia uma reunião marcada entre membros da diretoria do América e Fábio às 19h dessa terça para baterem o martelo, porém o encontro foi desmarcado de última hora.

“Ele ia conversar às 19h e desmarcou, e ficamos sabendo na imprensa”, disse uma fonte ligada à negociação com o América.

https://www.otempo.com.br/superfc/america/america-os-bastidores-do-quase-acerto-com-o-goleiro-fabio-1.2597966


Na Copa SP, América bate o Botafogo e chega à semifinal. Cruzeiro pega o São Paulo, de Alex, nesta quarta-feira

Domingo à noite o americano Marcio Amorim lembrou a ótima campanha do Coelhãozinho na Copa SP de juniores. Tinha acabado de golear o Novorizontino por 5 a 2, pelas oitavas de final e enfrentaria o Botafogo, hoje, pelas quartas. E venceu o time carioca por 1 a 0, gol do atacante Adyson. Vai pegar o Santos, que venceu o Mirassol, 2 a 1, na semifinal.

O Cruzeiro, que derrotou o Desportivo Brasil, 4 a 1, nas oitavas, pega o São Paulo, pelas quartas, nesta quarta-feira, às 21h30. O São Paulo é comandado pelo Alex, ex-camisa 10 do Cruzeiro, que está tendo um bom começo de carreira como treinador.

A mensagem do Marcio Amorim:

* “Boa noite, Chico e amigos!”
Enquanto isto, o América já é um dos oito sobreviventes (eram 128?) da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Passou com um 5 x 2 incontestável. Parabéns, garotos! Só lembrando ou informando. Que venha o Botafogo! Abraços!

Alex, técnico dos juniores do São Paulo, em foto de Rubens Chiri/Saopaulofc.net/GE


Comportamento de elementos como Rafael Sóbis só ajuda a manchar a imagem dos jogadores brasileiros

O Internacional acabou rebaixado em 2016, mas Rafael Sobis, então jogador do Cruzeiro, tentou ajuda-lo a não cair

Imaginar que saiu homenageado  e ovacionado por quase 60 mil cruzeirenses no Mineirão, na despedida da Série B, contra o Náutico, ano passado. E o Fábio, do jeito que saiu.  Sobis era tratado por alguns repórteres que cobriam o dia a dia do Cruzeiro como um “intelectual”, alguém acima da média. Suas falas nunca eram contestadas, mesmo quando acusava a imprensa de ser “exagerada” nas críticas e enxergar problemas onde,  segundo ele, não existia. Na saída do gramado do Independência, depois de perder por 1 a 0 para o lanterna e virtualmente rebaixado Oeste/SP, ele “desabafou” nos microfones: “As pessoas não sabem ainda 10% do que está acontecendo. Questionado sobre os outros 90%, disse: “Vocês gostam de polêmica, mas na hora certa vão saber”. Isso fez um ano, dia 13 de janeiro.

Alguns jornalistas estão tratando a infeliz entrevista do agora, oficialmente aposentado jogador, ao jornalista Duda Garbi, como “polêmica”. Para mim, uma indignidade. Profissional, seja qual for a profissão, não pode se desleal, desonesto com a instituição que o acolhe, nem com os colegas de trabalho. Ele não é o primeiro a agir assim. Há muitos casos, mas a maioria fica na base da suspeita, e por mais evidências que haja, se alguém falar, tem que provar. Caso não prove, o que é quase impossível, toma um processo por dano moral e ainda paga uma grana para a figura.

Para quem gosta do futebol e é grato a ele, como eu, que fiz a minha vida profissional nele, uma declaração dessas é como um soco no estômago.

Para os jogadores em atividade, sérios e compromissados, um tiro no pé, uma punhalada nas costas, pois é mais um golpe na imagem do jogador brasileiro, no país e principalmente no exterior. Por essas e outras é que os clubes estrangeiros pagam tão pouco por eles (salvo raras exceções), mesmo sendo considerados os melhores do mundo. Primeiro têm que passar por uma espécie de estágio em algum clube menor de lá, para, depois de testado em todos os aspectos, ser adquirido por um clube da prateleira de cima, que se dispõe a pagar fortunas por eles. Avaliam a bola que o sujeito joga e o caráter. Só depois contratam.

No SuperFC a transcrição da fala dele. Em minha página no facebook, ela está lá, também: https://www.facebook.com/blogdochicomaia

* “Polêmica: Sobis revela ‘ajuda’ ao Inter quando jogava pelo Cruzeiro em 2016”

Ex-atacante aposentou-se com a camisa estrelada; no jogo citado pelo atleta, o Colorado brigava contra a queda

Aposentado do futebol, o ex-jogador Rafael Sóbis foi alvo de polêmica nas redes sociais nesta terça-feira (18). Em entrevista ao jornalista Duda Garbi, ele contou uma história sobre um duelo do Cruzeiro contra o Internacional não pegou nada bem entre vários torcedores celestes.

O duelo em questão aconteceu em 2016, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, quando o Colorado brigava contra o rebaixamento à segunda divisão. Jogador do Cruzeiro na ocasião, Sobis citou uma ‘ajuda’ para o ex-clube, cobrando mal um escanteio, que foi parar direto nas mãos do goleiro Danilo Fernandes, além de praticamente não ter entrado na área durante o confronto.

“A gente jogou no Beira Rio, velho, eu não entrei na área, aí teve um escanteio, ai a gente sente o jogo né: “Pô, nós estamos perto de fazer um gol”, cara, eu bati o escanteio no céu cara, eu bati o escanteio assim, que a bola viajou muito, muito. A bola foi na mão do Danilo (goleiro)”, declarou Sobis.

O ex-atacante disse ainda que o técnico Mano Menezes o corrigiu pela displicência na cobrança do escanteio. “Quando eu bati, foi do lado do nosso banco, cara, o Mano Menezes me xingava, ele me xingou um monte, acho que ele percebeu né, nego veio da bola, ele me xingava de um jeito”, contou Rafael Sobis.

Na entrevista, o ex-atacante deu sequência ao assunto apontando que o então presidente do Internacional, Fernando Carvalho, chegou  a agradecê-lo, assim como Lisca, que era o técnico colorado na ocasião.

“Mas eu não entrei na área, até o Fernando Carvalho me agradeceu, o Lisca que era o treinador me agradeceu, falou comigo antes do jogo”, destacou o ex-jogador cruzeirense.

Sobis ainda disse que teve ‘medo’ da bola entrar na referida partida quando deu um chute cruzado que passou perto do gol de Danilo.

“Teve uma hora que eu dei um chute cruzado assim que a bola quase entrou, nada a ver, lá do escanteio. Se entra eu estava ferrado, porque tipo assim: “Claro que a culpa não ia ser minha”, são 37 jogos”, concluiu o ex-jogador.

A partida em questão contra o Internacional terminou em vitória colorada por 1 a 0, gol de Valdívia. No primeiro turno, contra o mesmo Internacional, no Mineirão, o Cruzeiro venceu por 4 a 2, com três gols de Sobis e outro de Ábila.

https://www.otempo.com.br/superfc/cruzeiro/polemica-sobis-revela-ajuda-ao-inter-quando-jogava-pelo-cruzeiro-em-2016-1.2597709


Fábio no América seria um “gol de placa” para o Coelho, para o goleiro e para o futebol mineiro e nacional

Tomara que as conversas terminem em contrato assinado e o jogador treinando no dia seguinte no CT Lanna Drumond. Fábio continua sendo um dos melhores goleiros do país, voltará a jogar na Série A nacional e acrescentará demais ao América dentro das quatro linhas. Sem falar na motivação extra que dará ao Campeonato Mineiro, principalmente nos clássicos contra o Atlético e Cruzeiro.

O Coelhão já está ganhando com a simples notícia de que tem interesse no jogador. A imprensa do país inteiro está falando disso.

No Sportv, por exemplo, os quase dez minutos de notícias sobre o futebol mineiro no programa Redação Sportv, desta manhã, foram ocupados pelo assunto.

Hoje, com a vantagem de ter o jornalista mineiro Eudes Junior na bancada, 100% bem informado sobre o futebol mineiro, num ótimo bate papo com o Marcelo Barreto, Aydano André Motta e outro ótimo jornalista mineiro, nascido em Três Corações, o Thales Machado, editor de O Globo.


Para quem pensava que as verbas para ONGs acabariam: a do Léo Moura bateu recorde e embolsa mais de R$ 41,6 milhões

Em foto no Instagram, Léo Moura ao lado de João Romaneto, Ministro da Cidadania

A recusa da Austrália em permitir a entrada no país, do tenista Novak Djokovic, por causa da recusa dele em se vacinar, rendeu e continua rendendo um ótimo debate na postagem que fiz aqui no domingo. Em alto nível, diga-se, e sugiro para quem gosta do tema e ainda não leu: (http://blog.chicomaia.com.br/2022/01/16/expulso-da-australia-novak-djokovic-melhor-tenista-e-tambem-o-maior-cabeca-cozida-do-mundo/)

Este aqui é um outro assunto que deve render uma boa troca de opiniões. Reportagem do Estadão/SP, dia 9 de janeiro, mostrou que a tão combatida farra de Organizações Não Governamentais (em sintonia ou não com a Lei Rouanet), que imperou durante muito tempo a favor de artistas famosos ou amigos do poder federal, não acabou.

O objetivo original da Lei de Incentivo é nobre e necessário, mas os critérios de distribuição da verba é que são complicados, quase sempre vinculados a interesses políticos. O problema maior não é a aprovação dos projetos. É a captação. Quando o artista ou instituição autora da proposta é desconhecido ou não tem padrinho político forte, raramente é contemplado. Também não dá para entender o fato de algum espetáculo receber milhões de “incentivo” por meio de renúncia fiscal e o artista ou evento cobrar ingressos, na maioria das vezes, caríssimos.

Vários veículos repercutiram a notícia da ONG do Léo Moura. Aqui, no portal Terra:

* “ONG de Léo Moura, ex-Flamengo, recebe verba descomunal e lidera ‘ajuda’ de Bolsonaro ao esporte”

Lateral ídolo do Flamengo é responsável pelo Instituto Léo Moura, que vem sendo ajudado por políticos ‘aliados do Governo Federal’, revela portal: ‘Sinto-me um cara abençoado’

Agora empresário, o ídolo do Flamengo e ex-jogador do Grêmio Léo Moura teve seu nome envolvido em um recorde, neste domingo. De acordo com o portal Estadão, a ONG do lateral-direito foi a instituição que mais recebeu verba pública em 2021 da Secretaria Especial do Esporte do Governo Federal como uma entidade que promove treinamento de futebol para crianças e adolescentes. Mais de um terço da quantia total foi destinada ao projeto. Segundo o portal, a ajuda provém de uma proximidade do ex-atleta com políticos aliados do governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Desde 2020, os “padrinhos” dos pagamentos à ONG que mais chama a atenção são o deputado bolsonarista Luiz Lima (PSL-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP), ex-presidente do Senado. Léo Moura é apoiador do atual presidente da República.

Ao todo, mais de R$ 41,6 milhões (36,5%) do chamado “orçamento secreto” foram destinados para apoiar o ex-defensor, campeão nacional com o Flamengo em 2009. O portal ainda aponta que o repasse faz parte de uma prática comum entre “aliados do Planalto”, onde bilhões de reais do dinheiro arrecadado pelo país são enviado para parlamentares, sem necessariamente um critério estipulado, e que visa um apoio político no Congresso Nacional.

Segundo especialistas, o dinheiro recebido pela ONG de Leonardo Moura é considerado além do comum. O Ministério da Cidadania, onde atualmente está a Secretaria Especial do Esporte, alega que são repasses obrigatórios e arbitrários de acordo com a decisão dos políticos.

O Instituto Léo Moura recebeu, apenas entre 2020 e 2021, mais do que as confederações de esportes olímpicos, como a Confederação de Desportos Aquáticos (R$ 9,1 milhões), Ginástica (R$ 8,4 milhões), Vôlei (R$ 8,4 milhões) e Boxe (R$ 7,1 milhões). Assim como, o valor nas mãos da ONG do ex-atleta é o dobro do montante recebido pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBD), que é a segunda colocada, com R$ 27,5 milhões.

FALA, JOGADOR! EX-LATERAL SE DIZ ‘ABENÇOADO POR DEUS’

Em entrevista ao Estadão, Léo, que faz o trabalho social desde 2012, reforça a credibilidade do instituto e conta que o deputado Luiz Lima (PSL-RJ) ficou “encantado com o projeto”.

– Sinto-me um cara abençoado por ter sido agraciado com essas verbas e estar podendo ajudar muitas crianças. (…) Sempre tive o sonho de fazer esses projetos sociais. Tirei do papel para poder começar esse trabalho no Rio e hoje, graças a Deus, a gente está podendo expandir em nível nacional.

https://www.terra.com.br/esportes/ong-de-leo-moura-ex-flamengo-recebe-verba-descomunal-e-lidera-ajuda-de-bolsonaro-ao-esporte,1c9de75e1a1dcbb5b9df21d51d18691dtvomrtst.html

Léo Moura, nos tempos em que era capitão do Flamengo


Simplicidade e atenção com os torcedores marcam a chegada de Antônio “Turco” Mohamed, o novo técnico do Atlético, em Confins

Fotos: @Atletico:junto com Antonio Mohamed (esq.), chegam: Gustavo Lema (Assistente Técnico), Carlos Kenny (Preparador Físico) e Julio Hezze (Assistente Técnico)

Totalmente diferente de alguns “marrentos” que esnobando tudo e todos, como Jorge Sampaoli, ele foi gentil com todos, começando com a imprensa que o aguardava. Falou pouco e prometeu muito trabalho para fazer o clube “continuar ganhando títulos”.

Depois, desceu da van que o transportava, em respeito a uma família atleticana que queria tirar uma foto com ele.

Foi uma chegada também totalmente diferente do venezuelano Dudamel, que teve uma claque enorme o aguardando, num barulho gigante, para frustração na mesma proporção pouco tempo depois.

Outro detalhe importantíssimo: o Turco chegou usando um cachecol do Clube Atlético Mineiro (como mostra essa foto feita pelo Guilherme Frossard, do Globoesporte), e não de nenhuma torcida organizada, coisa que se tornou comum na chegada de jogadores e treinadores aos grandes clubes do futebol brasileiro, como se eles fossem contratados daquela torcida e não do clube. E como se o clube tivesse alguma participação na venda do material que essas torcidas comercializam.


Diego Godín chega falando em respeito ao torcedor e do sonho de ganhar uma Libertadores

Fotos: @Atletico

O zagueiro chegou ontem à noite, falando da necessidade de dar retorno ao Atlético e à torcida, a quem ele considera a razão de ser de todo o circo do futebol. Parece uma obviedade do futebol, mas a maioria dos jogadores não vê por essa ótica. Muitos se acham deuses, acima do bem e do mal.

O capitão da seleção uruguaia completará 36 anos em fevereiro e está em ótima forma física.

Godin foi totalmente gentil com os torcedores que pediram fotos e autógrafos no aeroporto de Confins.


Cavichioli recebe apoio total neste momento difícil da vida dele. O Atlético também deu força ao goleiro americano em suas redes sociais

Todos nós ficamos surpresos e lamentamos o comunicado oficial que o América teve que fazer, ontem, informando o problema de saúde que vai tirar o goleiro Cavichioli por algum tempo dos gramados:

@AmericaMG

“COMUNICADO OFICIAL Após exames médicos, o goleiro Matheus Cavichioli teve detectado um problema em uma artéria e passará por um procedimento cardíaco. Desejamos força e sabemos que ele passará por esse momento difícil! Vamos, juntos! http://bit.ly/3fuLCgg”

***

A solidariedade ao jogador foi total e o Atlético teve uma atitude muito digna ao manifestar oficialmente a sua força moral ao goleiro de um de seus principais rivais:

@Atletico

“O Atlético se solidariza com familiares e amigos do goleiro Matheus Cavichioli. A todos os Americanos, nosso apoio neste momento difícil. Cavichioli, a Massa está na torcida por sua recuperação. Força!”


Expulso da Austrália, Novak Djokovic, melhor tenista e também o maior cabeça cozida do mundo

Eu era fã deste camarada, pelo tanto que joga e pelo estilo de vida descontraído, bem humorado. Mas, todo ser humano tem as suas susceptibilidades, não é? Disse o pensador romano Públio Terêncio, que “tudo o que é humano não me é estranho”.

Como pode, depois de tantas mortes e confusão provocadas pela Covid e depois de tantos estudos que comprovaram a eficácia da vacina, alguém de nível social e cultural como ele se recusar a vacinar.

E pior: colocar em risco outras pessoas. E mais grave ainda, tentar burlar as leis e os cuidados de um outro país. Ainda mais a Austrália, onde a população segue as regras à risca e cobra das autoridades que não haja privilégio para ninguém.

Em 2004 eu estava lá, cobrindo os Jogos Olímpicos e acompanhando um “escândalo” que ocupava grandes espaços de toda a imprensa deles: o Primeiro Ministro viajou à vizinha Nova Zelândia, para uma reunião de trabalho, e não declarou o seu notebook, de uso pessoal, na saída do país.

No retorno, a polêmica estava instalada, pois o homem infringiu as regras e teria que arcar com as consequências. Pedido de desculpas não resolvia.

A Olimpíada terminou, embarquei de volta para cá e o assunto continuava rendendo, já que o parlamento discutia que se o homem teria de renunciar ou se receberia uma carta de repúdio, o que acabou acontecendo.

E aí chega o senhor Djokovic se fazendo de bobo para um assunto tão sério. Ficou 10 dias detido e agora mandado de volta à Sérvia, terra dele.


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