Blog do Chico Maia

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Árbitro de vídeo: caro com ele, pior sem ele. A CBF tem a obrigação de bancar

Ela ou a Globo, dona da competição. Os clubes não deveriam arcar com mais esta despesa, de R$ 45 mil por jogo. Uma pena que os nossos três grandes da Série A não tenham topado. A CBF nada em dinheiro, mais rica do que quase todos os clubes da Série A juntos. Esfola os filiados com suas taxas, pega percentual considerável da renda de todos os jogos, de todas as divisões, além de abocanhar grande fatia dos direitos de transmissão e patrocinadores, que enchem os seus cofres e bancam os altíssimos salários e a farra do seu corpo diretivo.

Mas, até que cartolagem da entidade crie vergonha na cara ou seja peitada por algum corajoso, os clubes deveriam fazer mais um esforço e bancar os equipamentos e árbitros de vídeo. É muito trabalho e investimento durante um ano inteiro para ver tudo ruindo por causa de um erro de um soprador de apito ou um bandeirinha. Sem falar nas figuras suspeitas que se intimidam quando sabem que há câmeras de olho deles nos estádios.

Agradeço ao Clayton Batista Coelho, do Nova Vista, que levantou o assunto:

“… Os votos foram: A favor: Flamengo, Botafogo, Bahia, Chapecoense, Palmeiras, Grêmio e Internacional.

– Contra: Corinthians, Santos, América, Cruzeiro, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense, Paraná, Vascom Fluminense, Sport, Vitória e Ceará.

– Não votou: São Paulo ( Parece que o Presidente do Clube havia ido embora no momento da votação ).

Na minha opinião, tudo que venha para ajudar a não se cometer tamanhos erros e injustiças no futebol, é válido. Mas aí, os Clubes que votaram contra ( Dentre eles os três de MG… ) alegaram alto custo… Seeeiiiiii…. Será que se eliminassem aquele árbitro que fica na linha do gol, que quase não interfere em nada e adotassem o árbitro de vídeo, o custo-benefício não seria melhor ?? Sem falar que, só de ficar na mesma ala de votação que o Corinthians, já é no mínimo estranho…”


O futebol foi sofrível em Patos mas serviu para ver o Ricardo Oliveira marcar o primeiro gol com a camisa do Galo

A bronca dos colegas da imprensa, de torcedores da capital e do interior era grande com o time do Atlético até os 45 minutos do segundo tempo. Na lateral direita Samuel Xavier errou saída de bola que quase virou gol da URT quase no fim do primeiro tempo. Na esquerda, Fábio Santos, com amigdalite, não jogou, e Danilo continua mostrando que não tem bola pra ser o substituto. Roger Guedes, também jogou muito mal.

Quando surgiam oportunidades por meio de cobranças de faltas, acontecia uma situação que ninguém entendia e o Victor Martins‏ do Globoesporte.com chamava a atenção: @victmartins “O Cazares já mostrou que bate falta bem. O Otero nem precisa falar. E quando tem uma chance na entrada área é o Danilo que vai para a bola?”.

Ao empatar o Galo estava ocupando a 8ª posição na tabela, se perdesse iria para a 9ª, mas aí, aos 46 minutos, Otero achou uma brecha entre os zagueiros e colocou Ricardo Oliveira para correr mais que a dupla da URT. Tocau com categoria por cima do goleiro, dando a vitória e o 3º lugar ao time na tabela. Menos mal, mas um futebol sofrível esta tarde em Patos de Minas.

Thiago Nogueira  do SuperFC lembrou bem:  @thiagonoggueira  “A URT perdeu a classificação na Copa do Brasil com um gol aos 46 min do 2º T e, agora, perde para o Atlético com um gol aos 45 min do 2º T.”


Golaço do Arrascaeta fez valer o ingresso do clássico desta tarde no Mineirão

Em foto da Minas Arena, Edilson e Arrascaeta depois do belíssimo gol do uruguaio. O lateral começou a dar retorno ao Cruzeiro pelo investimento em tirá-lo do Grêmio.

Foto: Trivela.uol

A qualidade do espetáculo no gramado foi bem abaixo do que a torcida cruzeirense fez nas bilheterias e arquibancadas do Mineirão. Mas valeu pelo gol memorável do Arrascaeta, aproveitando cruzamento do Edilson e como um excelente teste para os dois times em relação ao que vão enfrentar no Brasileiro. Foi um jogo de supremacia de posse de bola do Cruzeiro, porém equilibrado nas oportunidades de gol. O América com um ótimo sistema defensivo, permitiu que o ataque azul chegasse com real perigo em apenas três oportunidades ao gol do Zé Ricardo. O América fez pouco em termos ofensivos em tarde de sono absoluto do Renan Oliveira, que fez lembrar o mesmo jogador dos tempos de Atlético. Quando Enderson Moreira trocá-lo pelo Serginho já era tarde, pois o time acabara de tomar o gol, aos 23 minutos do segundo tempo.

Público de 47.499 pagantes e 50.794 presentes para uma arrecadação de R$ 608.231,00.


Alexandre Kalil é o aliado desejado em Minas, destaca O Globo

Ótimo perfil traçado pelo Miguel Caballero, na edição do O Globo de hoje: * “Alexandre Kalil, o ‘outsider’ que joga o jogo da política”

Prefeito zela pela imagem de não político e, com alta aprovação, vira o aliado desejado em Minas

BELO HORIZONTE – O Alexandre Kalil a discursar, de blusa rosa, no palco da Parada Gay de Belo Horizonte em julho é o mesmo que, em outubro, veta nas escolas municipais o debate sobre ideologia de gênero. Para o prefeito, Lula não é perseguido pela Justiça e nem sua condenação gerou comoção popular, mas, contra Aécio Neves, há muito mais provas, “gravação, mala, primo e o escambau”. Na sua visão, a tese petista de que a esquerda governa para os pobres e a direita para os ricos é uma mentira e “a maior merda” do debate político. Mas isso também é culpa da “elite brasileira idiota” que só quer “coleta seletiva, praça limpinha, segurança” e ignora os pobres.

Os acenos ao progressismo e aos conservadores e o falar informal carregado dos tempos de dirigente de futebol compõem o equilibrismo de Alexandre Kalil (PHS) nos altos índices de aprovação como prefeito de Belo HorizonteOutsider bem-sucedido nas eleições de 2016, o ex-presidente do Atlético Mineiro virou aliança disputada e tem sido procurado por presidenciáveis de olho no eleitorado mineiro. Para manter a imagem de alguém “de fora” das disputas partidárias, não deve apoiar ninguém, antecipou, ao receber O GLOBO na última quinta-feira, em seu gabinete. Após um ano de gestão, o discurso de ser diferente dos demais permanece: “Faço política, não politicagem”. Olhando-se de perto a cena belo-horizontina, há controvérsias. (mais…)


O primeiro sucesso do clássico Cruzeiro x América já está garantido: o público. Dentro de campo, deveremos ter um grande jogo

Sempre gostei da idéia de casa cheia, mesmo com ingresso mais barato. Uma coisa quase sempre compensa a outra. Essa prática está sendo adotada pelo Cruzeiro sob comando do Marco Antônio Lage na diretoria de marketing. Para quem não sabe, durante os muitos longos anos em que a Fiat foi líder na venda de automóveis populares no Brasil, o comandante do marketing era este mesmo Marco Antônio.

Para a torcida do Cruzeiro tem ingresso a partir de R$ 5,00 (meia entrada), à gosto do cliente. Os 52 mil ingressos à disposição já se esgotaram. A capacidade é de 60 mil, mas para os americanos o ingresso mais barato, meia-entrada, custa R$ 50,00. (http://estadiomineirao.com.br/o-mineirao/imprensa/noticias/servico-cruzeiro-x-america-2/)

Trata-se de um absurdo que não vem de hoje. O América também faz essa discriminação e joga o preço do ingresso para cruzeirenses e atleticanos lá em cima, quando os jogos são no Independência. Não importa quem começou com essa prática sacana, o que importa mesmo é que isso acabe. Possivelmente o Marco Antônio Lage deverá chamar os dois maiores co-irmãos para adotarem juntos uma política racional para o valor dos ingressos nos jogos futuros entre eles. Seria bom pra todo mundo.

Quanto ao jogo, tem tudo pra ser muito bom. Os dois times estão se arrumando muito bem, têm treinadores estrategistas e bons jogadores dos dois lados.


Atlético x Cruzeiro: a história do nosso maior espetáculo vai virar obra literária

Senhoras e senhores, vem coisa boa aí porque o assunto mexe com todo mundo que gosta de futebol e os autores são da prateleira de cima do jornalismo brasileiro. Vale a pena apoiar este projeto.

  • Alexandre Simões – pesquisador de futebol, autor de sete livros do tema, comentarista da rádio Itatiaia e editor do jornal Hoje em Dia.
  • Wallace Graciano – pesquisador de futebol, membro do RSSSF Brasil, repórter do jornal O Tempo e mestre em comunicação, cultura e tecnologias da informação pelo ISCTE-IUL, de Portugal.

 

O projeto

  1. O livro

Atlético e Cruzeiro são responsáveis por uma das maiores rivalidades do país. Essa dualidade pode ser vista nos números dos dois clubes para retratar seus encontros, o que não ocorre em nenhum outro grande clássico do futebol brasileiro. Cada um dos lados possui um critério para considerar o a quantidade de embates entre as partes, como pode ser visto nas tabelas abaixo.

A diferença de 17 jogos pode ser inexpressiva em um contexto macro, ainda mais por expor claramente a rivalidade entre os lados, uma vez que não se chega no acordo nem mesmo quanto aos critérios utilizados. Porém, ela reflete a perda de uma das maiores e mais ricas histórias do futebol brasileiro.

  1. Objetivo da obra

Observando o fenômeno, que é único entre os principais clássicos do país, os autores da pesquisa interessaram-se em achar um denominador comum. Em nenhum momento o interesse é falar que a conta de um ou outro é equivocada, apenas mostrar um outro lado da polêmica através de um denominador comum e contar uma das maiores rivalidades do país, que ainda não foi retratada em nenhuma obra, apesar de merecê-la.

  1. Como foi feito a pesquisa?

O grande entrave da obra é que não houve uniformidade de critérios adotados pelas entidades que regem o futebol durante a história do confronto. Para se ter uma ideia, o futebol chegou a ser disputado no Brasil com 80 minutos de jogo (dois tempos de 40 minutos) até meados da década de 1940, ao contrário dos 90 minutos já exigidos pela Fifa. Conforme passaram-se os anos, essas regras tornaram-se universais.

Por isso, foi preciso estabelecer algumas diretrizes antes de se iniciar a pesquisa. Assim, foram consultadas a Fifa e a CBF para se observar quais os critérios vigentes e aplicados para que um jogo fosse considerado oficial e pesquisadores da história do futebol, que explicaram os contextos históricos de cada período.

A partir desse momento, houve um cruzamento de dados com a lista de cada um dos clubes, além de pesquisas da RSSSF Brasil, Revista Placar, especiais dos principais jornais do Estado, Canto do Galo, Almanaque do Cruzeiro e Enciclopédia do Atlético.

Com a lista de jogos “controversos”, iniciou-se, posteriormente, uma pesquisa na Hemeroteca do Estado de Minas Gerais para conferir as regras aplicadas no período. Assim, chegou-se a um número final de jogos.

O próximo encontro entre as equipes está marcado para 4 de março de 2018, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro.

  1. Interesse do público

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Calote, dribles na Justiça e Fred: Atlético e Cruzeiro deveriam se olhar no espelho, além de ver o que está acontecendo com o Fluminense

Dívidas, Atlético, Cruzeiro e todos os grandes clubes brasileiros têm. Mas é preciso negociar os pagamentos e respeitar as decisões judiciais. O Fluminense, até outro dia citado como exemplo de esperteza jurídica dentro e fora dos gramados, está numa situação financeira complicadíssima. A esperteza está engolindo o esperto.

Atlético e Cruzeiro ao invés de ficar trocando porradas via imprensa e notas oficiais em seus sites, deveriam partir para um entendimento. Assim teriam mais tempo e cabeça para cuidar do que realmente importa que é a montagem de times competitivos para o que vem pela frente.

Reportagem do O Globo mostra aonde a “esperteza” do ex-presidente do Fluminense, Peter Siemsen, colocou o clube:

* “Flu teve receitas bloqueadas por manobra feita em 2013; clube foi multado em R$ 12 milhões”

O bloqueio de 30% das receitas do Fluminense, que ameaça inviabilizar o pagamento da dívida com o elenco, descortinou uma manobra do ex-presidente Peter Siemsen. Em 2013, quando a Justiça autorizou a penhora do dinheiro pela venda de Wellington Nem ao Shakhtar Donetsk, o dirigente encontrou uma forma de driblar a decisão e garantir a entrada nos cofres. Mas as consequências, agora, são cobradas.

A manobra foi revelada pela própria Procuradoria da Fazenda. O órgão explicou que o novo bloqueio não é execução da dívida antiga. Mas, sim, uma consequência do não cumprimento da decisão judicial. Após a ação ser descoberta, o Tricolor foi multado.

O drible na Justiça virou uma bola de neve. O valor atual da multa é de R$ 12 milhões. Já é quase o mesmo ao qual o clube tinha direito pela transferência de Nem (cerca de R$ 15 milhões). Ele se soma ao total da dívida gerada pela ação, que, em 2013, era de R$ 31 milhões. (mais…)


Comentarista dispensado insinua que perdeu o lugar por não aceitar pressão

Em função dos tempos bicudos das verbas da publicidade brasileira todos os veículos de comunicação estão se ajustando à nova realidade. Cortar despesas é a ordem geral desde meados de 2016. Ano passado foi um terror e os cortes incluem, obviamente, postos de trabalho. Rádios, jornais, TVs, revistas, agências, mídia eletrônica, enfim, todos demitiram muita gente, envolvendo os menores e os grandes veículos, nas capitais e interior. No Sistema Globo, o maior de todos, não foi diferente. Nessa levada o comentarista Luiz Ademar foi demitido. Era, para mim, um dos bons do Sportv, muito melhor que vários ex-jogadores que cumprem papel de jornalistas lá, mas cuja fama, conquistada dentro dos gramados, garante audiência.

Porém, magoado com a demissão, o Luiz deu uma derrapada dias atrás ao dizer que o Sportv orientava a falar mal de clubes que assinaram com concorrente canal “Esporte Interativo”.

Se isso tivesse ocorrido, ele deveria ter denunciado no ato e pulado fora. Depois, fica feio. De todas as vezes que participei de programas no Sportv (Redação), sempre com temas polêmicos, tive total liberdade para falar o que quisesse, inclusive reclamar e criticar o desequilíbrio da divisão das cotas dos direitos de transmissão, em que Atlético e Cruzeiro recebem menos que clubes que têm torcidas menores e vendem menos pay-per-wiew, mas são do Rio e São Paulo.

A notícia está no Uol, no site Observatório da Televisão:

* “Ex-comentarista do SporTV diz que canal orientava a falar mal de clubes que assinaram com Esporte Interativo”

Ex-comentarista do SporTV, de onde foi demitido na leva de vários profissionais que foram dispensados pelo canal na reformulação do esporte da Globo no fim de 2017, o jornalista fez acusações sérias contra a emissora.

Em uma conversa com um seguidor no Twitter, Ademar detonou a antiga casa onde trabalhava e disse que o SporTV orientava a falar mal dos clubes que assinaram com o Esporte Interativo para a transmissão do Brasileirão a partir de 2019.

Os clubes que assinaram com o Esporte Interativo são Palmeiras, Santos, Internacional, Atlético Paranaense, Coritiba, Bahia, Figueirense, Ponte Preta, Santa Cruz, Ceará, Sampaio Corrêa, Criciúma, Joinville, Paysandu, Paraná e Fortaleza.

Segundo Ademar, o SporTV agora tem profissionais de outras áreas falando de futebol. No entanto, ele diz também que não viu a emissora esportiva desde que saiu. “Amigos, sinceramente, depois da minha saída, nunca mais assisti a programação do canal. Os programas estão cada vez piores. Pegam gente de fora do futebol, com nome em outras áreas, e deixam vomitar merdas. São os ‘modernos’”, disse o jornalista. (mais…)


Seção do TJD mineiro desta noite reforça a fragilidade da justiça desportiva

Se estes tribunais, assim como o STJD não existissem, não fariam falta nenhuma e o futebol estaria livre de muitas despesas. Vejam esta interessante reportagem do Frederico Ribeiro e Guilherme Guimarães no Hoje em Dia, de ontem. Só hoje o relator de um processo importante encaminharia ofício se desligando do Tribunal em função de incompatibilidade caracterizada há alguns dias:

* “Dirigente do Cruzeiro é escalado pelo TJD para julgar jogador do América, mas será substituído”

O novo coordenador de base do Cruzeiro, Guilherme Oliveira Cruz, seria o relator do julgamento que coloca o atacante Luan, bem como a URT, no banco dos réus. O advogado, entretanto, já solicitou ao Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais para que seja substituído na função.

Isso porque, ao aceitar o cargo de dirigente das camadas inferiores do futebol celeste, Cruz ficou vedado pelo Código Brasileiro de Justiça Desportiva de compor qualquer tipo de Tribunal no âmbito do esporte, conforme o Art. 16 do CBJD (veja abaixo).

Guilherme Cruz assumiu o posto na base da Raposa com a nova diretoria no momento em que era membro da Primeira Comissão Disciplinar do TJD. Neste “conflito de interesses”, o advogado avisou ao TJD da impossibilidade de exercer a função, conforme o Hoje em Dia apurou com a secretaria do TJD-MG.

Em contato com a reportagem, Guilherme Cruz confirmou que pediu licença de suas funções no TJD-MG de forma verbal, e que vai oficializar a solicitação por meio de ofício nesta terça-feira (29).  (mais…)


Com os mesmos erros do passado, Galo vacila em casa com seu time principal

Tão logo Leonardo Silva fez 1 a 0, começou aquele oba-oba da mídia em cima de algum número estatítisco que não acrescenta nada ao clube, mas ao jogador: “30º gol do zagueiro que mais fez gols com a camisa do Galo”. E daí?

Momentos mais tarde o Héverton Guimarães‏ da Band twittava, com razão: @hevertonfutebol “Mesmos erros do ano passado: defesa falhando, lento, sem a menor articulação pelo meio e ataque inofensivo pq a bola não chega. Exatamente pq Cazares dorme durante o jogo. Guedes e Ricardo Oliveira sem a mínima conexão.”

O técnico Oswaldo de Oliveira disse houve relaxamento dos jogadores.

Alguns jogadores já começaram a falar de “cansaço”, e durma-se com um 2 a 2 ridículo desse, em casa com o Patrocinense.


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