Blog do Chico Maia

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San Lorenzo aguarda o Galo. Tomou de cinco em casa, mas ainda está nas primeiras posições

Adversário da estreia atleticana na Copa Sul-Americana precisa vencer para diminuir a diferença, que era de oito pontos, do Boca, mas acabou sendo goleado em pleno Nuevo Gasómetro, local do jogo de amanhã, pelo Godoy Cruz. Partida será amanhã às 19h15. Detalhes do vexame do time do papa Francisco no site de esportes do jornal la Nación:

* “El “Morro” encabezó la goleada de Godoy Cruz ante San Lorenzo con doblete”

Qué pasó.

Mañana muy floja para los dirigidos por el Pampa Baggio que perdieron como local ante Godoy Cruz por 5 a 0. “Los cuervos” soñaban con ganar el encuentro y descontar la distancia de 8 puntos que lo separan de Boca, el puntero del torneo que perdió el sábado con Defensa y Justicia, pero no pudo ser. En cambio, el Tomba escaló posiciones y se colocó como tercer escolta de los Xeneizes. Además, se prendieron a la pelea del campeonato.  (mais…)


Venceu quem soube jogar uma decisão. E bola pra frente!

De tudo que li e ouvi sobre os 2 a 0 do Cruzeiro, gostei muito de dois comentários em especial. De um cruzeirense e um atleticano, que as senhoras e os senhores vão ler na sequência. Para não voltar mais a este jogo, que passou, e a vida segue, minhas últimas impressões: o Cruzeiro soube usar toda a experiência dentro e fora de campo, com tudo que o que existe no futebol, que todo clube usa quando tem oportunidade e profissionais para aplicar a fórmula. Diretoria mais experiente, treinador mais experiente e jogadores idem, além de competentes. Otero era o jogador a ser anulado, fosse como fosse. O venezuelano é grande jogador, mas filhote num clássico desses. Começou fazendo besteira ao cutucar os adversários nas redes sociais, logo depois dos 3 a 1. E não apareceu ninguém do Galo, colega de dentro das quatro linhas ou um chefe da comissão técnica ou diretoria, para mandá-lo sair dessa. Desde o primeiro minuto começou a caça a ele e ninguém o alertou para que se fingisse de morto. E lá foi o Otero cair na armadilha azul. Trocou ofensas, tapas e safanões. Caiu feito um patinho, sucumbindo aos 21 minutos. E o Cruzeiro ainda ficou com um a mais. Se tivesse perdido o Edilson, não teria tido tanto prejuízo quanto o Atlético teve perdendo o seu principal jogador. Ali o título começou ser sacramentado pela Raposa.

O árbitro poderia ter expulsado o lateral cruzeirense, mas o estrago pra valer, já estava feito, e foi no esquema do Thiago Larghi, que ficou sem ter como mexer para evitar o pior. Otero era e é insubstituível neste time atualmente.

O resto é perfumaria e história para ser contada no futuro. Por isso concordo com que disse o cruzeirense Daniano Marques, em minha página no facebook: “Pra mim o nome da final foi o Rómulo Otero. Desequilibrou na primeira e foi desequilibrado na segunda!!!”.

E concordo também com o atleticano Carlos Almeida, comentarista aqui do blog:

* “Venceu quem soube jogar uma decisão”.
Desde o final do jogo no Horto o Mano começou a pilhar seus jogadores, inclusive os impedindo de conversarem com os adversários.

Ontem, pra cada jogador do Atlético que pegava na bola vinham 3 do Cruzeiro.

Conseguiu marcar o 1° gol no tempo pretendido com falhas de Otero, Gabriel e Victor.

Conseguiu anular e acabar com a principal arma do adversário, Otero.

Mt bom jogador e talvez o principal nome do time desde o fim do ano passado, mas que ontem foi abaixo da crítica, nota zero.

Expulsão justa, como tbm deveria ter sido expulso o Edílson, não só pelo lance, pois além de solar e tentar atingir com soco, encenou que foi atingido.

E antes desse lance já merecia amarelo em 2 oportunidades por provocação.

Destaque pro Mano e pro Edílson.
Experiência, malícia pra decidir um jogo em detalhes.

O curioso é que dps de ficar com 1 a menos o Cruzeiro parou de jogar.

Aí entra a falta de experiência do Larghi.
Considero a escalação a ideal mas não pra estratégia que se apresentou.
Se era pra jogar de igual pra igual seria a melhor escalação, mas como o que se viu foi o Atlético tentando segurar o começo do jogo não dava pra ficar com Elias, Otero e Cazares.

Elias mt mal, não fez nada.

Pior partida do Fábio Santos. Devido à uma falta não marcada, ficou reclamando e não acompanhou a jogada.
A jogada prossegue a bola é recuperada e ele perde a bola que resulta no gol da perda do título.
Logo ele que esbravejou e criticou em entrevista o Tomás Andrade no lance do gol do Cruzeiro no Horto.

Destaque positivo para Adílson (monstro), Cazares e Leo Silva.

Não acho que o árbitro seja mal intencionado, mas foi caseiro e não teve critérios.

Deixou de marcar a maioria das faltas do Cruzeiro e acabou desequilibrando a partida ao deixar de expulsar o Edílson.

Mas fica uma constatação: tecnicamente, o Cruzeiro não foi superior ao Atlético.
Foi mais inteligente e soube jogar uma decisão.
Para o Atlético, até a expulsão, parecia mais um jogo.”


Uma grande final e o título para quem mereceu

Foi uma final digna dos clubes mais fortes do estado, com o título ficando com quem foi mais competente no segundo jogo. Mano Menezes começou com o time que poderia ter começado a primeira partida e se deu bem. Dedé fez ótima partida e Arrascaeta mais uma vez regulou no clássico.

Com 1 a 0 logo aos três minutos o Cruzeiro teve a tranqüilidade que precisava para buscar o segundo gol. A expulsão do Otero, aos 21 foi decisiva. A dividida com o Edilson foi violenta e geraria cartão amarelo para os dois, mas o venezuelano foi flagrado dando um soco no lateral cruzeirense. Ali o Atlético começou perder o título. Com um jogador a menos e justamente sem o mais importante armador das jogadas ofensivas.

Depois que tomou o segundo gol o técnico Thiago Larghi ainda tentou uma fórmula totalmente ofensiva na expectativa de marcar um gol, mas em vão. Corria o risco calculado de tomar o terceiro, já que o Cruzeiro gosta de explorar os contra ataques e tinha um jogador a mais. As entradas de Gustavo Blanco, Erik e Roger Guedes melhoraram o time, mas o Cruzeiro tomou as precauções corretas, com Mancuello, Ezequiel e Rafinha.

Público presente: 49.906 para 44.253 pagantes e uma renda de R$ 1.590.673,00.


Por falar em importância de treinador, Argel Fucks, atualmente no Criciúma, fura blitz, dá tapa em policial e é detido em Porto Alegre

Notícia do portal Zero Hora/Rádio Gaúcha, de Porto Alegre:

“Após furar blitz da Balada Segura, Argel Fucks é conduzido ao Palácio da Polícia”

O treinador do Criciúma conduzia sua Range Rover com a CNH suspensa

A Brigada Militar (BM) conduziu o técnico Argel Fucks ao Palácio da Polícia, no início da madrugada deste sábado (7), em Porto Alegre, após o comandante do Criciúma furar uma blitz da Operação Balada Segura. Segundo agentes do Detran, por volta da meia-noite, Argel estava em sua Range Rover quando furou a barreira, montada próximo ao Shopping Iguatemi.

Ainda de acordo com os oficiais, mesmo sendo advertido por um agente, Argel só parou o veículo após passar por cima de diversos cones que estavam no local. O técnico teria descido do carro alterado, se negado a fazer o teste do bafômetro e dado um tapa na mão de um dos agentes que fazia um vídeo dele no momento.

O carro de Argel foi recolhido e ele foi levado ao Palácio da Polícia, no bairro Azenha, para realizar exames clínicos no Instituto Médico Legal. Segundo informações da Delegacia de Trânsito, não foi apontado consumo de álcool.

O treinador está com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa. Ele vai responder administrativamente e terá a CNH cassada. (mais…)


Nesta decisão a atuação dos treinadores será tão importante quanto a dos jogadores dentro de campo

Em foto/montagem do Hoje em Dia, o “emergente” Thiago Larghi e o experiente Mano Menezes

Este último e decisivo clássico do Campeonato Mineiro certamente será um dos melhores e mais tensos jogos entre Atlético e Cruzeiro nos últimos anos. Todos os atores diretamente envolvidos já estão sendo e continuarão sendo testados. Fora de campo as diretorias e comissões técnicas mexem suas devidas peças no tabuleiro desse xadrez. Dentro, o promissor técnico Thiago Larghi foi mais feliz na escalação e tática no primeiro jogo, no confronto com o comprovadamente competente Mano Menezes.

A vantagem que pertencia ao Cruzeiro mudou de lado e os alardeados (pela mídia) estudos do jovem treinador atleticano serão postos à prova nesta nova situação que surgiu para ele: por o time pra jogar de acordo com o ótimo resultado conquistado na partida passada. Pode até perder por um gol de diferença, mas e aí? Espera o Cruzeiro para explorar os contra ataques? Parte para cima como se ainda estivesse precisando reverter a vantagem? Recorre a uma retranca?

Por outro lado Mano Menezes também tem seus dilemas: sai com tudo desde o início, correndo o risco de tomar um gol? Mantém o esquema que vem adotando e aguarda que os gols saiam naturalmente a seu favor?

Mais do que em qualquer outra situação a astúcia dos treinadores neste jogo será fundamental. Tanto quanto a precisão nas conclusões dos atacantes, a armação e desarmes dos meio campistas e tranquilidade e segurança dos defensores.


Sábado para prestigiar o Democrata com cerveja artesanal, música e futebol na Arena do Jacaré

Um empate garante matematicamente a permanência do time na segunda divisão estadual. A torcida está mobilizada para fazer uma grande despedida da temporada e participar do renascimento do clube de forma sustentável.

Informações: Rua Bambuí, 81, Bairro Vale das Palmeiras. (31) 3774-8943 / democratajacare@gmail.com


Que dia triste! Lá se foi o Beto!

Ou “Betinho do Bruno Pires”, figura humana especial, profissional do Direito e da Justiça exemplar, atleticano fervoroso, amigo dos primeiros tempos em que comecei frequentar Conceição do Mato. Com que tristeza fui ao velório dele: Dr. Herbert José de Almeida Carneiro, Desembargador, presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Formado em Direito na PUC, foi Juiz em Almenara e Caratinga.

Disse Carlos Drumond de Andrade que “os filhos não foram feitos para morrer antes dos pais”. E como doeu ver a dor da D. Nini, a querida mãe do Beto. Triste demais!

À esposa Denise, aos filhos Thiago e Naiara, aos demais parentes e tantos amigos que o Dr. Herbert deixou, meu fraternal abraço.

***

Homenageado pelo Dr. Lásaro, vice-presidente do Atlético hoje cedo, com o twitte: Lásaro Cândido‏ @lasaroccunha “ATLETICANO e grande amigo partiu nesta madrugada….

…Herbert Carneiro era presidente do Tribunal de Justiça-MG…”


Torcida de papelão e motorista com a camisa do Atlético dirigindo ônibus do Cruzeiro

Duas polêmicas esta semana que estão rendendo nas redes sociais. Os escudos de papelão ocupando cadeiras do Mineirão no Cruzeiro 0 x 0 Vasco e a imagem de um motorista com camisa do Galo dirigindo um ônibus do Cruzeiro.

Uma motivou esta charge do Duke hoje, no Super Notícia, a outra está sendo investigada pela diretoria do Cruzeiro, conforme mostra o portal Uol:

https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/04/06/cruzeiro-investiga-video-de-suposto-motorista-com-camisa-do-atletico-mg.htm

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Provocado pelo Dudu Galomaio aqui no blog, o Claytinho do Nova Vista – BH, fez a defesa da diretoria de marketing do Cruzeiro:

* “Caro Dudu Galomaio,

A zoação é pertinente sim e faz parte. Porém, a intenção daqueles escudos seria para quem assentasse ali, poder exibi-los. No entanto, colocaram no setor mais caro do estádio, onde obviamente a procura seria menor. Justamente numa semana em que muitos Torcedores tiveram que optar, se iam neste jogo ou na final de domingo.
A intenção não foi de forma alguma essa que vc está querendo colocar, de que aquilo fosse uma forma de mascarar a falta de Torcedor. Até porque, se há uma coisa de que Diretoria não tá podendo reclamar esse ano e de falta de Torcedor. E os números da Torcida do Cruzeiro estão aí pra quem quiser ver.

Realmente, deu ruim pra mente pensante do Cruzeiro que calculou errado e achou que até aquele setor ficaria cheio. Mas ainda assim, eu acho muito menos chacota, do que colocar caixa de som pra fazer o papel de Torcida… rsrs”

Abraços,

Claytinho do Nova Vista – BH

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O Júlio Ávila (Mariana), também defendeu:

“Os “papelão” colocaram 40.000 torcedores no estádio no mesmo dia que o rival colocou nem 15.000, os “papelão” estão entre as 3 melhores médias de público do país, 1 jogo dos “papelão” em casa, vale 3 jogos do rival em quisito Torcida.”


Empate sem gols; um ponto em dois jogos; ruim para Cruzeiro e Vasco

O Cruzeiro não jogou nada do que se esperava dele nesta tentativa de se reabilitar da goleada sofrida para o Racing em Buenos Aires e saiu vaiado do gramado. O Vasco é uma mistura de jogadores veteranos, rodados por muitos clubes e várias partes do mundo, mas também com jovens talentos, como o atacante Paulinho, melhor em campo até cair de mau jeito e quase quebrar o braço. Teve de ser substituído e isso foi ótimo para o time do Mano Menezes, que estava sendo sufocado pelos vascaínos, por causa desse jogador, de 17 anos de idade.

O primeiro tempo foi fraco, mas o segundo compensou, com destaque para os dois goleiros. Fábio fez defesas sensacionais, especialmente num chute do Paulinho, desviado no Ariel Cabral. Bola dificílima de se defender. Martin Silva também pegou bolas quase impossíveis, numa disputa particular com Sassá, que entrou no lugar do Rafinha e melhorou demais o time.

Dedé fez ótimo jogo, o mesmo ocorrendo do outro lado com Paulão, zagueiro que estava em débito com os vascaínos por causa da falha contra o Botafogo no domingo.


Reforço do misto do Atlético na goleada sobre o Ferroviário, Otero entrou para a história dos artilheiros estrangeiros, e Ricardo Oliveira esbanja fôlego

O belorizontino e atleticano Paulo Cavalcanti mora em Fortaleza e me disse antes do jogo que o Ferroviário é “ruim demais”. Ele tem razão, mas o Atlético não tomou conhecimento e fez a parte dele, goleando por 4 a 0 sem maiores dificuldades. O time misto entrou motivado fez 1 a 0 no primeiro minuto, gol do Ricardo Oliveira e mesmo sem forçar demais marcou mais três, por intermédio do Otero (dois) e Erik.

O Frederico Ribeiro, do Hoje em Dia, lembrou que Otero chegou a 19 gols pelo Galo, superando Dátolo. Agora é o terceiro maior artilheiro-estrangeiro do clube. Poderá superar também Cazares, que marcou 22. O maior de todos os gringos é o Lucas Pratto, 42 gols marcados com a camisa do Galo.

Vale um destaque especial para Ricardo Oliveira, que além de belíssimos gols, como o de hoje, é uma liderança positiva, dentro e fora de campo, dessas difíceis de se encontrar. Domingo passado contra o Cruzeiro, dava uma zagueiro aos 37 minutos do segundo tempo e ainda conseguia fôlego para levar perigo ao gol do Fábio.


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