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Hoje, cinco anos da última entrevista coletiva de Alexandre Kalil como presidente do Atlético

A lembrança foi feita pelo HENRIQUE ANDRÉ, do jornal Hoje em Dia, via twitter: @ohenriqueandre “Há exatos 5 anos, @alexandrekalil dava a última entrevista coletiva como presidente do @Atletico.”

E quanta falta ele faz ao Galo e ao futebol brasileiro. No dia três de dezembro de 2014, Daniel Nepomuceno foi eleito, candidato único, e assumiu no mesmo dia, numa ideia do próprio Kalil, para que o sucessor já começasse a trabalhar e montar seu time para a temporada de 2015. Nessa foto, postada pelo Henrique André, à esquerda, está o Domênico Bhering, Diretor de Comunicações do Galo, gente boa demais da conta, que fez aniversário ontem.

Por falar em Kalil, em 2014 ele cantou a pedra do desequilíbrio de forças que ocorreria no futebol brasileiro e lutou para isso não ocorresse, mas estava no seu último ano de mandato e deu no que deu. O Flamengo deste ano é consequência do que ele previu. Na época o Uol publicou reportagem a respeito, que foi transcrita aqui no blog:

Atlético recebe prêmio “Eficiência na Gestão do Futebol” e Kalil aproveita para reclamar de privilégios a concorrentes

http://blog.chicomaia.com.br/2014/05/14/atletico-recebe-premio-eficiencia-na-gestao-do-futebol-e-kalil-aproveita-para-reclamar-de-privilegios-a-concorrentes/


Reginaldo Leme fora da Globo e João Vitor Cirilo na Itatiaia

Esta semana, duas novidades em importantes veículos de comunicação do país. Reginaldo Leme, que quase virou sinônimo de Fórmula 1, pelas transmissões na Globo, não aceitou os termos propostos para a renovação de contrato e saiu da emissora. A Itatiaia contratou o excelente jornalista João Vitor Cirilo (foto), que se destacou no jornal O Tempo. Começou trabalhar segunda-feira e a aquisição foi destacada no site da rádio:

“Jornalista João Vitor Cirilo passa a integrar 1º Time do Rádio: ‘Honra e enorme felicidade’”

O jornalista João Vitor Cirilo começou nesta segunda-feira a fazer parte da equipe de esportes da Itatiaia. Formado em jornalismo pelo Centro Universitário Newton Paiva, em 2015, ele tem passagens pela Sempre Editora e pelas rádios Band News e Inconfidência.

Nascido em Belo Horizonte em novembro de 1994, começou a caminhada na profissão em 2010, ainda aos 15 anos, com a criação de um blog de cobertura dos principais eventos esportivos de futebol e, sobretudo, do esporte especializado, o “Boleiros da Arquibancada”.

Em 2016, começou a trabalhar na Sempre Editora, onde foi repórter e colunista dos jornais O Tempo e Super Notícia e apresentador, repórter e produtor da rádio Super Notícia.

“Fazer parte do Primeiro Time do Rádio é uma honra e uma enorme felicidade. Cresci ouvindo a Itatiaia e hoje posso dizer que faço parte dessa equipe, com grandes profissionais e também grandes amigos. Realizo, hoje, um sonho e chego com a missão de seguir fazendo o que a Itatiaia já faz tão bem: informar com qualidade”, afirmou.

http://www.itatiaia.com.br/noticia/jornalista-joao-vitor-cirilo-passa-a-integrar

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O Uol destacou hoje a nova vida de Reginaldo Leme, assistindo a Fórmula 1 em casa:

“Desempregado, Reginaldo Leme assiste F1 pela TV”

A transmissão da última corrida do circuito de Fórmula 1 deste ano está sendo diferente para Reginaldo Leme. Pela primeira vez desde 1978, ele está do outro lado da telinha. Leme encerrou seu contrato com a TV Globo na semana passada de forma imediata e não participou da última corrida do ano.

Ele lembrou que na década de 1970, ante do início das transmissões televisivas, ele ouvia a Fórmula 1 pelo rádio, com os comentários de Wilson Fittipaldi. “Hoje me senti de volta a esse passado, desta vez com TV e computador com dezenas de informações”, declarou Leme.

https://www.uol.com.br/esporte/f1/ultimas-noticias/2019/12/01/desempregado-reginaldo-leme-assiste-f1-pela-tv.htm?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=esporte


Valeu Coelhão! Fica pra 2021. Mas sem hipocrisia!

É preciso encarar a realidade e saber perder. Um diretor do América foi totalmente infeliz ao reclamar depois do jogo de incentivo financeiro ao São Bento. Todos nós sabemos que isso existe, sempre existiu e existirá até o fim dos dias. Seria inaceitável se fosse para entregar um jogo. Grandeza nessa hora para reconhecer que o time foi mal, mereceu perder e que o péssimo começo foi o que impediu o acesso à Série A de 2020. O resto é perfumaria e idiotice pós-derrota! Agradeço ao Huener pela presença constante aqui, inclusive com este comentário após a decepção depois da derrota:

* “Caríssim@s, boa noite.

Infelizmente, quis Deus que não fosse dessa vez. Mas, tudo bem. Valeu pela luta e esforço de tod@s. Por outro lado, posso dizer que William Maranhão e Ricardo Silva fizeram falta hoje. Se o Coelhão tivesse feito um esforço junto ao Inter e segurado o Paulao aqui… talvez a história fosse outra hoje. Para o ano que vem, espero três coisas: manter a espinha dorsal da equipe e fotlaecer com reforços pontuais. Já estão falando em propostas para Mateusinho, Flávio e Zé Ricardo de times da série A. O Ricardo Silva é do Ituano..já deve ter propostas. Quanto as dispensas, devolver o Thiago para o Flamengo, ver as situações dos contratos do Belusso, Diogo e Toscano. Quanto ao Lima, ver se ele se sobressai no Mineiro. Se não, obrigado e passar bem. Quanto aos reforços, ver como está a situação do Messias, e olhar o Jean Patrick, Jefinho (Cuiabá), Rodrigão (Santos), Fernando Neto (Paraná), João Pedro (Atletico PR), Jorginho, Pedro Raul (Atletico GO), Alisson Farias (CRB). Acredito que com esses aí, e mantendo o Lucas Kal e o Pedrão de zagueiros e mais um experiente, caso o Ricardo não continue, formaremos um coelhão para subir. Em segundo, precisamos de um patrocinador master para o campeonato inteiro ou um investidor. Salum falou de chineses, tomara mesmo! Vejam o caso do Bragantino. Ah, e por fim, voltem com a camisa verde e branca. Não tenho boas recordações da vermelha em 2012 e 2019 (vide jogo da Ponte…).
No mais, vida que segue e que venha 2020.

Saudações americanas.”

Huener


Dia de Minas Gerais se unir pelo América, o único que jogou futebol à altura de nossa tradição este ano no Brasileiro

A criançada, futuro americano em foto do Cristiano Quintino, publicada aqui no blog em janeiro de 2011, junto com outras, históricas, que podem ser vistas no link:  http://blog.chicomaia.com.br/2011/01/04/lembrancas-de-um-sabado-memoravel/

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Nem falarei hoje das lambanças de Atlético e Cruzeiro, que estão penando com seus times horrorosos para se manter na primeira divisão nacional. O dia é de falar e apoiar o time que está jogando o futebol mais bonito de Minas e do Brasil ao lado do Flamengo e Bragantino. Jogo aberto, corajoso, solidário, fruto do trabalho dessa revelação entre os treinadores brasileiros, Felipe Conceição.

Otimismo e humildade neste sábado em que o Coelho pode dar uma enorme alegria à sua fiel torcida e a todos os mineiros que gostam de futebol de verdade. O estádio estará lotado, o adversário merece respeito e certamente tem incentivos extras para dificultar o caminho americano. A diretoria trabalhou muito bem, assim como a comissão técnica e jogadores para que este momento chegasse.


Camisas no Indepa hoje: do América, por favor! Mobilização americana para o grande jogo

Foto: Cristiano Quintino

O clima em Belo Horizonte está muito legal por causa deste jogo. Faz lembrar 2010, quando venceu o Sport Recife, 2 a 1, e ficou a um ponto do acesso, conforme relembrado no post anterior.

Transcrevo aqui mensagens de força e mobilização americana para esta tarde. Primeiro do Márcio Amorim, que escreveu no blog, ontem:

* “Queria muito comentar a grande mobilização em torno da decisão. Ia levantar alguns aspectos que envolvem a presença de amigos atleticanos e cruzeirenses, que andam decepcionados como seus respectivos clubes, mas se mobilizam para amanhã, pelo simples fato de gostar de futebol.

Era mister abordar a importância de não se usar camisa dos dois times no Independência, por já ter sido motivo de provocações e violências.

Em tempo: o “Samba do Crioulo Doido” é de autoria do Sérgio Porto ou Stanislaw Ponte Preta. É uma sátira à obrigatoriedade de se fazer samba-enredo apenas com temas envolvendo fatos históricos. Data-se de 1966”

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Esta, do Dr. Paulo Lasmar, um dos grande dirigentes que já passaram pelo comando do clube:

“Bom dia ! Será um excelente dia! Histórico dia! O dia em que o América subirá para a primeira divisão do futebol brasileiro e de lá jamais sairá ! Memorável dia! Dia feliz! Dia de porre ! Dia de abraços a alegria! Que DIA .

HOJE NÃO É DIA DE “PODE SER”. HOJE É DIA DE “TEM QUE SER”. QUE VENHA A VITÓRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

**8

E aqui das redes americanas:

“Neste sábado, o pré-jogo na @ArenaIndepa

terá “Rua de Fogo” e show ao vivo para a torcida americana entrar no clima da decisão. Saiba mais http://bit.ly/2q3ebLL #VamosSubirCoelho #PraCimaDelesCoelho #SomosSparta


O dia em que a torcida do América fez diferença na rodovia e no estádio para empurrar o time ao acesso

Foto do grande americano Cristiano Quintino, a quem agradeço mais uma vez, e desejo todo o sucesso no jogo de hoje e sempre.

Foi dia 20 de novembro de 2010. Eu estava voltando do Rio, onde participei do Redação Sportv no dia anterior.Não só vi, como me juntei ao “comboio” na MG-424 e na Arena do Jacaré para ver o América vencer o Sport Recife e ficar a um ponto da Série A, o que ocorreu no jogo seguinte, contra a Ponte Preta.

Foi uma tarde inesquecível, possivelmente como será hoje também. Transcrevo aqui o que escrevi aqui no blog, e dedico à toda a torcida americana, em especial aos mais assíduos aqui neste espaço, como o Márcio Amorim, Dr. Paulo Lasmar e o conterrâneo Cacá Tomazzi, que lá em Miami, acompanha noticiário até de treinos do Coelhão:

*O dia em que a torcida do América fez a diferença

20 de novembro de 2010 às 21:22

A festa só não foi completa porque faltou um único ponto para que a ascensão fosse garantida matematicamente hoje mesmo.

Ou, que o Ipatinga empatasse com a Portuguesa no Canindé.

Mas, lá foi 2 x 1 para a Lusa, que pôs fim à agonia do Tigre, rebaixado para a Série C, depois de uma reação que quase salvou o clube do Vale do Aço. Lamentável!

Do aeroporto de Confins segui para a Arena do Jacaré, passando por Matozinhos. Parei no conhecido restaurante Panela de Pedra e vi cenas inéditas envolvendo o América. Parecia um filme: a estrada tomada por centenas de carros, ônibus e micro ônibus, com bandeiras e camisas do Coelho sendo balançadas, buzinaços e saudações como só se vê em dias de grandes decisões e de clubes de massa.

Os clientes se acotovelavam na varanda do restaurante e muitos perguntavam o que estava acontecendo. Daí a pouco famílias inteiras, de três gerações começaram parar e entrar no restaurante, para lanchar, almoçar ou esperar alguém. E todos com camisas do América. Avós, filhos e netos se confraternizando e manifestando confiança em um grande jogo contra o Sport Recife e uma possível classificação nesta tarde.

Por volta de 15h30 o restaurante ficou vazio, pois a americanada partira para a minha cidade, que nunca imaginou viver o que está vivendo, de ser a “capital” do futebol mineiro.

Que honra, e que belas cenas.

Já vi as torcidas do Galo e do Cruzeiro fazendo festa nesta estrada, MG-424, e na BR-040, porém, a caminho do Mineirão em dias de decisões que entraram para a história.

Mas no sentido contrário e ainda por cima com a torcida do América, na mesma proporção, jamais imaginei que um dia veria.

Pensei que saindo 40 minutos antes da bola rolar, pegaria um trânsito tranqüilo, porque todos já estariam no estádio.

Quebrei a cara e dessa vez não fiquei irritado. Muito pelo contrário!

A festa continuou e a procissão de carros lotados de americanos e suas bandeiras continuava, agora comigo na fila.

Passamos por Matozinhos, Prudente de Morais, e dá-lhe buzinas e gritos de “Vamos subir Coelhão!”.

Nas proximidades da Arena um quase caos no trânsito, repetindo o que ocorre nos grandes jogos do Atlético e do Cruzeiro; e a bola já rolava lá dentro.

Quem diria! O América proporcionando engarrafamento e estacionamento lotado; gente nervosa, ansiosa, parando o carro em qualquer lugar para acabar de chegar a pé!

Eu vi; fui testemunha e isso me fez perder o gol do Fábio Júnior. Quando consegui chegar às cabines do estádio já estava 1 x 0.

Olhei para as arquibancadas e quase não acreditei: um mar verde e branco. Mal dava para ver que as cadeiras da Arena são das cores do Democrata: vermelho e branco, pois a torcida do América tomou conta de tudo.

Foi emocionante e a grande prova que o Coelho tem uma grande torcida, mas que depois de tantas desilusões parou de ir em massa aos estádios.

Mas, diante dessa iminente ressurreição do futebol do clube, deu o seu recado: pode voltar e crescer, desde que o time faça a sua parte.

Na Arena, faixas e cartazes de apoio ao time, à comissão técnica e à diretoria. Me surpreendi também com a quantidade de crianças, jovens e mulheres.

Surpresa minha, de toda a imprensa presente e até da diretoria americana, na cabine ao lado da que eu estava. O Senador Eduardo Azeredo assistiu junto com os dirigentes, também curtindo esses momentos inesquecíveis, que podem marcar um novo tempo para o futebol mineiro.

O América precisa subir e caso isso ocorra este mesmo povão que foi vê-lo vencer hoje, vai se multiplicar e apoiá-lo na Série A do ano que vem.

Quase 14 mil pagantes e nenhuma confusão. Só alegria entre os americanos.

No gramado, foi um dos melhores jogos que vi este ano, porém, de matar qualquer um do coração. Inclusive o pai do zagueiro Micão passou mal e foi levado de ambulância para o Hospital de Sete Lagoas. Felizmente, nada grave.

Jogo aberto, com o Sport kamikaze depois que tomou o segundo gol.

Não sei quem perdeu mais oportunidades, mas foram muitas, com bolas na trave à vontade, dos dois lados.

Um sufoco, mas valeu demais da conta!

Como diz o Bruno Azevedo: “Acredita América”!

http://blog.chicomaia.com.br/?s=Am%C3%A9rica+vence+sport+recife+na+arena+do+jacar%C3%A9


Argel, Abel e Adilson, os técnicos da hora, segundo Tom Jobim e Demônios da Garoa

Foto e texto postados pelo CSA logo após a vitória sobre o Cruzeiro @CSAoficial: O treinador Argel Fucks solicitou o desligamento do Centro Sportivo Alagoano. Agradecemos pelos serviços prestados.

Este é o nosso país, em todas as áreas. O futebol é apenas um extrato do todo, que reflete o comportamento nacional de modo geral. Perto do que assistimos diariamente na política, no judiciário, polícia e etecetera e tal, é fichinha.

Disse Tom Jobim que “o Brasil não é para principiantes”. A música O Samba do Crioulo Doido, do grupo Demônios da Garoa, é outra que mostra as loucuras verde e amarelas.

Mas, Zezé Perrella pode até estar certo ao dizer que “espero que a gente consiga causar algum choque”, ao anunciar Adilson Batista, que deixou o Ceará.

O comentarista Vinicius Grissi, da 98FM @ViniciusGrissi, desde ontem falava dessa dança de cadeiras de treinadores: “Argel trocando o CSA pelo Ceará faltando três rodadas. Conquistou hoje a primeira vitória pelo novo clube, antes do anúncio oficial. Coisas que o futebol brasileiro pode proporcionar.

Argel é a 29ª mudança de técnico na Série A em 2019. A 21ª em 35 rodadas. É o 11º treinador que vai dirigir pelo menos dois clubes da elite na temporada. Adilson Batista será ser o 12º.

Abel Braga é a 30ª mudança de técnico na Série A em 2019. A 22ª em 35 rodadas. Cruzeiro é o segundo time que vai para o quarto técnico no ano. O primeiro a ter quatro técnicos diferentes no Brasileiro. Ultrapassamos as trocas de 2017. Faltam quatro para igualar 2018.

Na verdade Abel foi a 31ª troca no ano. A 23ª em 35 rodadas. Tinha faltado o Tiago Nunes na minha planilha.”

Aguardemos os próximos capítulos e vida que segue!

Com as senhoras e senhores o Samba do Crioulo Doido:

“Foi em Diamantina

Onde nasceu JK

Que a Princesa Leopoldina

Arresolveu se casá

Mas Chica da Silva

Tinha outros pretendentes

E obrigou a princesa

A se casar com Tiradentes

 

Lá iá lá iá lá ia

O bode que deu vou te contar

Lá iá lá iá lá iá

O bode que deu vou te contar

 

Joaquim José

Que também é

Da Silva Xavier

Queria ser dono do mundo

E se elegeu Pedro II

Das estradas de Minas

Seguiu pra São Paulo

E falou com Anchieta

O vigário dos índios

Aliou-se a Dom Pedro

E acabou com a falseta

 

Da união deles dois

Ficou resolvida a questão

E foi proclamada a escravidão

E foi proclamada a escravidão

Assim se conta essa história

Que é dos dois a maior glória

Da. Leopoldina virou trem

E D. Pedro é uma estação também

 

O, ô , ô, ô, ô, ô

O trem tá atrasado ou já passou…”


CSA brilhou na estratégia e ainda se aproveitou da desorganização do Cruzeiro

Além da determinação do CSA e das limitações do próprio time, o Cruzeiro enfrentou um fator que já alterou o resultado de jogos e títulos: o clima. Choveu muito na Pampulha, encharcou o gramado e acabou com o calorão que estava fazendo. A condição física cruzeirense que faria diferença principalmente no segundo tempo, não aconteceu e a troca rápida de passes que seria fundamental para furar o bloqueio alagoano ficou comprometida. A história conta que a Alemanha contou com fator semelhante para ganhar a Copa de 1954 sobre a Hungria de Puskas e Cia., contrariando todas as expectativas.

Mesmo assim é difícil acreditar que o Cruzeiro conseguiu perder em pleno Mineirão, com o apoio total da torcida (pelo menos até o Thiago Neves perder o pênalti que seria do empate), para um adversário teoricamente inferior em todos os aspectos.

Enquanto o gramado ainda oferecia boas condições de jogo os comandados do Abel não produziram nada e o Pedro Rocha cometeu a lambança que proporcionou o gol do Alan Costa para o CSA, aos 43 minutos. A chance de empate veio aos 15 do segundo tempo no pênalti, sofrido também pelo Pedro Rocha. Pessimamente batido pelo Thiago Neves, que está pagando por todos os excessos cometidos, verbais e de comportamento. A chuva se intensificou e o CSA, muito bem postado defensivamente, passou a rebater as bolas pingadas na área, além do goleiro Jordi estar em ótima noite. Méritos do time do Argel Fucks, que veio com essa estratégia bem definida, não errou e continua vivo na luta pela permanência na Série A.

O Cruzeiro agora enfrenta o Vasco, segunda-feira, 20 horas, em São Januário; o Grêmio, em Porto Alegre, na quinta-feira e o Palmeiras no Mineirão, na última rodada, dia oito.


Na luta para permanecer na primeira divisão, um ponto em Salvador foi muito bom para o Galo

Em foto do twitter @Atletico, Cazares, que se aproveitou de vacilo do zagueiro Juninho, do Bahia para fazer 1 a 0

Ao contrário de muitos que ainda se deixam iludir, imaginando que o Atlético pode conseguir uma vaga na Sul-Americana ou até na Libertadores de 2020, a minha ansiedade e torcida é para que ele pontue para escapar o rebaixamento. Como fez esta noite em Salvador contra o Bahia. Chegou aos 42, que ainda não resolvem o problema, matematicamente.

É preciso ser realista. Assisto os jogos deste time do Galo com a mesma sensação que um rato ou porquinho da índia diante de uma cobra pronta para dar o bote e engoli-lo. Aguardando a falha do dia: será do goleiro, dos laterais, um dos zagueiros, volantes ou a perda de uma bola do ataque que resultará em contra ataque mortal do adversário. Quando isso não ocorre tem o pior: o fôlego que acaba após os 35 minutos de cada tempo.

Hoje foi assim e o comentarista da TV dizia estranhar o motivo de o Atlético perder o controle da partida a partir daquele momento no primeiro tempo, quando começou tomar vapor do Bahia. No segundo tempo, achou um belo gol por meio do Cazares, aos oito minutos, graças à entregada do zagueiro Juninho, mas não teve capacidade para segurar por muito tempo. Aos 18 o Bahia empatou, se aproveitando da indecisão da defesa atleticana.

Menos mal que retorna com mais um ponto, apesar de ter caído para a 14ª posição, perdendo a 13ª para o Botafogo que venceu a Chapecoense por 1 a 0. Agora enfrenta o Corinthians, domingo às 18 horas, em Belo Horizonte, o Botafogo na quarta-feira, também em Beagá e o Internacional em Porto Alegre.


Chico Fala #5: papo com Lélio Gustavo (parte 2)

Dando continuidade ao papo, eu e o Lélio Gustavo relembramos grandes vozes das rádios que marcaram o futebol mineiro. E ainda sobrou tempo para relembrar algumas da polêmicas do futebol que acompanhamos na época.

 

 

Não se esqueça de curtir, comentar e compartilhar entre seus amigos este vídeo. Até mais!

 

Veja também:

Chico Fala #1: Pelé

Chico Fala #2: Minas Esporte

Chico Fala #3: Histórias de Bernard e Bruno Henrique

Chico Fala #4: papo com Lélio Gustavo (parte 1)


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