Blog do Chico Maia

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Está faltando um bombeiro, dos bons, para debelar este “auto-incêndio”, urgente.

Meus prezados e prezadas, por absoluta falta de controle emocional o Atlético transformou um placar ruim numa crise que está ocupando os principais órgãos de imprensa do país, sem falar das redes sociais. E partiu justamente de quem era sempre citado unanimemente pela imprensa nacional como exemplo de serenidade e bom senso. Questionava-se até a competência dele, mas nunca a calma, a paciência e o tom conciliatório, do Oswaldo de Oliveira. Tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente numa confraternização de fim de ano, em dezembro, na Cidade do Galo. Gente boa demais da conta, papo agradabilíssimo, camarada culto de modo geral, e empolgadíssimo com a oportunidade de dirigir o Atlético. Disse-me que se dedicaria totalmente a dar o título Brasileiro deste ano à torcida atleticana, à qual só tece elogios. Quando tive notícia dele indo de carro para Varginha para comandar o time B contra o Boa, e depois retornando de ônibus com a delegação, para não perder o treino da manhã seguinte, pensei: está confirmando o que me afirmou ano passado de se dedicar 100% à preparação do time para ser campeão de coisa importante em 2018.

Este ano o time principal fez um ótimo primeiro tempo contra o Democrata-GV e deixou torcida e imprensa empolgados. Na sequência vieram atuações ruins, mas dentro de uma normalidade, já que é início de temporada, ainda período de preparação. Este jogo de ontem, também não foi bom, mas também nenhuma tragédia, já que oportunidades foram criadas e o placar poderia ter sido bem melhor que este 1 a1. Para mim, ruim mesmo, tem sido a defesa, em quase todos os jogos. Os demais setores estão sendo arrumados.

Aí, certamente açodado por alguém próximo a ele que já não gosta há muito tempo do Leo Gomide, o Oswaldo (tenso naturalmente por causa do placar apertado), explode sem motivo, só por ter adquirido antipatia pelo radialista. Aproveitou e soltou toda a raiva que concentrava naquele momento e quase o agrediu fisicamente, ao vivo para o Brasil inteiro. Para quê isso Oswaldo? O que é isso Oswaldo? Logo você?

Está faltando um bombeiro, dos bons, para debelar este “auto-incêndio”, urgente.

De tudo que li, vi e ouvi a respeito dessa confusão toda, a opinião que mais se assemelha com o que penso é essa aqui do Júlio César Ramos, manifestada hoje no blog:

“Foi pênalti no Ricardo Oliveira. Depois ele perdeu um gol cara a cara com o goleiro. Elias também perdeu um praticamente sem goleiro. A finalização do Marco Tulio na entrada da área pra fora, faltou capricho.
Os resultados destes lances principalmente poderiam ter terminado em gol. Então, o resultado da partida iria mascarar a desorganização que está este time. A defesa está um horror. O gol dos acreanos mostrou despreparo total do Samuel Xavier.
E o aparentemente sempre calmo Oswaldo perdeu o controle com o jornalista. Controle que também esta faltando a este time”.

Júlio César Ramos


Foi sofrido, mas o Galo passou e segue na Copa do Brasil

O Caixa gritava o tempo todo: “Meu Deus do céu olha o Atlético Acreano aí…” ou “Nossa Senhora, que perigo contra o gol do Victor…” e tome gol de cabeça, como tem sido, bola na trave, pressão, bateção de cabeça, ruindade de vários jogadores e falta de sintonia. Foi assim o tempo todo, contra um adversário que jogava todas as suas fichas, mas com um time semi-amador, que acuou o Galo durante grande parte do jogo. Parece que o Cazares cansou o técnico Oswaldo de Oliveira que escalou o Erick no lugar dele. Ficou no banco e não foi chamado para entrar. Jogador problemático atrapalha a vida de qualquer comissão técnica, que não sabe quando poderá contar com o sujeito.

O empate, aos 43 do primeiro tempo, foi num lampejo de bom jogador do Roger Guedes. Saiu driblando, chutou em cima do goleiro que rebateu e sobrou pro Erick chutar no canto esquerdo.

Oswaldo de Oliveira pôs Luan no lugar do Roger Guedes e o time melhorou bastante, quase ao mesmo tempo em que saía o Erick para a entrada do Marco Túlio. Aos 35 saiu o Arouca para a entrada do Adilson. Era o momento de se precaver e segurar o empate que garantiu a classificação para a próxima fase da Copa do Brasil.

Depois do jogo o capitão Leonardo Silva disse que o time vai evoluir. Evolução demorada essa!

Ufa!


Copa do Brasil começa hoje para o Galo. Todo cuidado é pouco; Botafogo dançou na largada

Nonato fez um dos gols do Aparecidense e instalou uma nova crise no alvinegro carioca, que virou alvo de gozações como essa, do jornal virtual Olé Brasil:  @Oledobrasil “Este jogador e esta barriga eliminaram o Botafogo.”

Os gols que o Botafogo tomou do Aparecidense foram muito parecidos com os que a defesa do Atlético toma sempre, com bolas cruzadas na área, aproveitando a lerdeza do miolo da zaga. Muita gente não se lembra que o regulamento mudou. Neste primeiro jogo até o empate já classifica o visitante, mas a derrota o elimina. Isso faz o mandante “comer grama” nesta partida do tudo ou nada para ele.

Foi o que ocorreu com o Aparecidense, em Aparecida de Goiânia, ontem. Tomou um golaço do Pimpão, que fez 1 a 0 para o Botafogo, aos sete minutos. Foi pra tática kamikaze e empatou com o gordo Nonato aos três do segundo tempo. Ainda dava Botafogo, mas aos 38 Gustavo Ramos virou e selou o adeus do Botafogo da competição.

O Galo do Oswaldo Oliveira que entra em campo hoje às 21h45: Victor; Samuel Xavier, Leonardo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Arouca, Elias; Róger Guedes e Cazares, Otero e Ricardo Oliveira.

Imagem do Estádio da Floresta, palco de Atlético Acreano e Atlético esta noite


Para acrescentar ao debate, uma opinião e informações contra o árbitro de vídeo!

É a lei da vida: onde há a mão e o caráter humanos sempre haverá acertos, erros e dúvidas. O árbitro de vídeo pode diminuir os erros dos apitadores e auxiliares, mas seguramente, também errará e as polêmicas continuarão existindo. Essas informações e opiniões vêm da Austrália, onde a prática já está implantada há algum tempo. O mineiro Tonho, que mora lá conta o que tem visto e o que pensa:

“. . . moro na Austrália e já estamos na segunda temporada com o juiz de vídeo. Eu pessoalmente sou contra, porém tenho um amigo aqui, também Atleticano, do interior de Minas que é a favor.
Aqui as coisas já andam “normalmente” com o vídeo; o dilema do momento é sobre a participação dos bandeirinhas (já pedem a extinção deles). Explicando, olha a situação: um gol ilegal invalidado pelo vídeo, tudo bem; é para isto o vídeo. Agora, e se o bandeirinha para a jogada marcando impedimento e o vídeo prova que o bandeira estava errado e paralisou um lance com chances reais de gol? Não tem como voltar atrás, diferente de um gol ilegal que foi invalidado pelo vídeo. Assim já estão pedindo para que todas as jogadas continuem até que a bola pare dentro do gol e o vídeo valide ou não o gol; o que faria dos bandeirinhas simples telespectadores. Já estão pedindo pela retirada dos bandeiras em favor de um segundo juiz em campo, deixando impedimentos para o vídeo decidir.”


Árbitro de vídeo: caro com ele, pior sem ele. A CBF tem a obrigação de bancar

Ela ou a Globo, dona da competição. Os clubes não deveriam arcar com mais esta despesa, de R$ 45 mil por jogo. Uma pena que os nossos três grandes da Série A não tenham topado. A CBF nada em dinheiro, mais rica do que quase todos os clubes da Série A juntos. Esfola os filiados com suas taxas, pega percentual considerável da renda de todos os jogos, de todas as divisões, além de abocanhar grande fatia dos direitos de transmissão e patrocinadores, que enchem os seus cofres e bancam os altíssimos salários e a farra do seu corpo diretivo.

Mas, até que cartolagem da entidade crie vergonha na cara ou seja peitada por algum corajoso, os clubes deveriam fazer mais um esforço e bancar os equipamentos e árbitros de vídeo. É muito trabalho e investimento durante um ano inteiro para ver tudo ruindo por causa de um erro de um soprador de apito ou um bandeirinha. Sem falar nas figuras suspeitas que se intimidam quando sabem que há câmeras de olho deles nos estádios.

Agradeço ao Clayton Batista Coelho, do Nova Vista, que levantou o assunto:

“… Os votos foram: A favor: Flamengo, Botafogo, Bahia, Chapecoense, Palmeiras, Grêmio e Internacional.

– Contra: Corinthians, Santos, América, Cruzeiro, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense, Paraná, Vascom Fluminense, Sport, Vitória e Ceará.

– Não votou: São Paulo ( Parece que o Presidente do Clube havia ido embora no momento da votação ).

Na minha opinião, tudo que venha para ajudar a não se cometer tamanhos erros e injustiças no futebol, é válido. Mas aí, os Clubes que votaram contra ( Dentre eles os três de MG… ) alegaram alto custo… Seeeiiiiii…. Será que se eliminassem aquele árbitro que fica na linha do gol, que quase não interfere em nada e adotassem o árbitro de vídeo, o custo-benefício não seria melhor ?? Sem falar que, só de ficar na mesma ala de votação que o Corinthians, já é no mínimo estranho…”


O futebol foi sofrível em Patos mas serviu para ver o Ricardo Oliveira marcar o primeiro gol com a camisa do Galo

A bronca dos colegas da imprensa, de torcedores da capital e do interior era grande com o time do Atlético até os 45 minutos do segundo tempo. Na lateral direita Samuel Xavier errou saída de bola que quase virou gol da URT quase no fim do primeiro tempo. Na esquerda, Fábio Santos, com amigdalite, não jogou, e Danilo continua mostrando que não tem bola pra ser o substituto. Roger Guedes, também jogou muito mal.

Quando surgiam oportunidades por meio de cobranças de faltas, acontecia uma situação que ninguém entendia e o Victor Martins‏ do Globoesporte.com chamava a atenção: @victmartins “O Cazares já mostrou que bate falta bem. O Otero nem precisa falar. E quando tem uma chance na entrada área é o Danilo que vai para a bola?”.

Ao empatar o Galo estava ocupando a 8ª posição na tabela, se perdesse iria para a 9ª, mas aí, aos 46 minutos, Otero achou uma brecha entre os zagueiros e colocou Ricardo Oliveira para correr mais que a dupla da URT. Tocau com categoria por cima do goleiro, dando a vitória e o 3º lugar ao time na tabela. Menos mal, mas um futebol sofrível esta tarde em Patos de Minas.

Thiago Nogueira  do SuperFC lembrou bem:  @thiagonoggueira  “A URT perdeu a classificação na Copa do Brasil com um gol aos 46 min do 2º T e, agora, perde para o Atlético com um gol aos 45 min do 2º T.”


Golaço do Arrascaeta fez valer o ingresso do clássico desta tarde no Mineirão

Em foto da Minas Arena, Edilson e Arrascaeta depois do belíssimo gol do uruguaio. O lateral começou a dar retorno ao Cruzeiro pelo investimento em tirá-lo do Grêmio.

Foto: Trivela.uol

A qualidade do espetáculo no gramado foi bem abaixo do que a torcida cruzeirense fez nas bilheterias e arquibancadas do Mineirão. Mas valeu pelo gol memorável do Arrascaeta, aproveitando cruzamento do Edilson e como um excelente teste para os dois times em relação ao que vão enfrentar no Brasileiro. Foi um jogo de supremacia de posse de bola do Cruzeiro, porém equilibrado nas oportunidades de gol. O América com um ótimo sistema defensivo, permitiu que o ataque azul chegasse com real perigo em apenas três oportunidades ao gol do Zé Ricardo. O América fez pouco em termos ofensivos em tarde de sono absoluto do Renan Oliveira, que fez lembrar o mesmo jogador dos tempos de Atlético. Quando Enderson Moreira trocá-lo pelo Serginho já era tarde, pois o time acabara de tomar o gol, aos 23 minutos do segundo tempo.

Público de 47.499 pagantes e 50.794 presentes para uma arrecadação de R$ 608.231,00.


Alexandre Kalil é o aliado desejado em Minas, destaca O Globo

Ótimo perfil traçado pelo Miguel Caballero, na edição do O Globo de hoje: * “Alexandre Kalil, o ‘outsider’ que joga o jogo da política”

Prefeito zela pela imagem de não político e, com alta aprovação, vira o aliado desejado em Minas

BELO HORIZONTE – O Alexandre Kalil a discursar, de blusa rosa, no palco da Parada Gay de Belo Horizonte em julho é o mesmo que, em outubro, veta nas escolas municipais o debate sobre ideologia de gênero. Para o prefeito, Lula não é perseguido pela Justiça e nem sua condenação gerou comoção popular, mas, contra Aécio Neves, há muito mais provas, “gravação, mala, primo e o escambau”. Na sua visão, a tese petista de que a esquerda governa para os pobres e a direita para os ricos é uma mentira e “a maior merda” do debate político. Mas isso também é culpa da “elite brasileira idiota” que só quer “coleta seletiva, praça limpinha, segurança” e ignora os pobres.

Os acenos ao progressismo e aos conservadores e o falar informal carregado dos tempos de dirigente de futebol compõem o equilibrismo de Alexandre Kalil (PHS) nos altos índices de aprovação como prefeito de Belo HorizonteOutsider bem-sucedido nas eleições de 2016, o ex-presidente do Atlético Mineiro virou aliança disputada e tem sido procurado por presidenciáveis de olho no eleitorado mineiro. Para manter a imagem de alguém “de fora” das disputas partidárias, não deve apoiar ninguém, antecipou, ao receber O GLOBO na última quinta-feira, em seu gabinete. Após um ano de gestão, o discurso de ser diferente dos demais permanece: “Faço política, não politicagem”. Olhando-se de perto a cena belo-horizontina, há controvérsias. (mais…)


O primeiro sucesso do clássico Cruzeiro x América já está garantido: o público. Dentro de campo, deveremos ter um grande jogo

Sempre gostei da idéia de casa cheia, mesmo com ingresso mais barato. Uma coisa quase sempre compensa a outra. Essa prática está sendo adotada pelo Cruzeiro sob comando do Marco Antônio Lage na diretoria de marketing. Para quem não sabe, durante os muitos longos anos em que a Fiat foi líder na venda de automóveis populares no Brasil, o comandante do marketing era este mesmo Marco Antônio.

Para a torcida do Cruzeiro tem ingresso a partir de R$ 5,00 (meia entrada), à gosto do cliente. Os 52 mil ingressos à disposição já se esgotaram. A capacidade é de 60 mil, mas para os americanos o ingresso mais barato, meia-entrada, custa R$ 50,00. (http://estadiomineirao.com.br/o-mineirao/imprensa/noticias/servico-cruzeiro-x-america-2/)

Trata-se de um absurdo que não vem de hoje. O América também faz essa discriminação e joga o preço do ingresso para cruzeirenses e atleticanos lá em cima, quando os jogos são no Independência. Não importa quem começou com essa prática sacana, o que importa mesmo é que isso acabe. Possivelmente o Marco Antônio Lage deverá chamar os dois maiores co-irmãos para adotarem juntos uma política racional para o valor dos ingressos nos jogos futuros entre eles. Seria bom pra todo mundo.

Quanto ao jogo, tem tudo pra ser muito bom. Os dois times estão se arrumando muito bem, têm treinadores estrategistas e bons jogadores dos dois lados.


Atlético x Cruzeiro: a história do nosso maior espetáculo vai virar obra literária

Senhoras e senhores, vem coisa boa aí porque o assunto mexe com todo mundo que gosta de futebol e os autores são da prateleira de cima do jornalismo brasileiro. Vale a pena apoiar este projeto.

  • Alexandre Simões – pesquisador de futebol, autor de sete livros do tema, comentarista da rádio Itatiaia e editor do jornal Hoje em Dia.
  • Wallace Graciano – pesquisador de futebol, membro do RSSSF Brasil, repórter do jornal O Tempo e mestre em comunicação, cultura e tecnologias da informação pelo ISCTE-IUL, de Portugal.

 

O projeto

  1. O livro

Atlético e Cruzeiro são responsáveis por uma das maiores rivalidades do país. Essa dualidade pode ser vista nos números dos dois clubes para retratar seus encontros, o que não ocorre em nenhum outro grande clássico do futebol brasileiro. Cada um dos lados possui um critério para considerar o a quantidade de embates entre as partes, como pode ser visto nas tabelas abaixo.

A diferença de 17 jogos pode ser inexpressiva em um contexto macro, ainda mais por expor claramente a rivalidade entre os lados, uma vez que não se chega no acordo nem mesmo quanto aos critérios utilizados. Porém, ela reflete a perda de uma das maiores e mais ricas histórias do futebol brasileiro.

  1. Objetivo da obra

Observando o fenômeno, que é único entre os principais clássicos do país, os autores da pesquisa interessaram-se em achar um denominador comum. Em nenhum momento o interesse é falar que a conta de um ou outro é equivocada, apenas mostrar um outro lado da polêmica através de um denominador comum e contar uma das maiores rivalidades do país, que ainda não foi retratada em nenhuma obra, apesar de merecê-la.

  1. Como foi feito a pesquisa?

O grande entrave da obra é que não houve uniformidade de critérios adotados pelas entidades que regem o futebol durante a história do confronto. Para se ter uma ideia, o futebol chegou a ser disputado no Brasil com 80 minutos de jogo (dois tempos de 40 minutos) até meados da década de 1940, ao contrário dos 90 minutos já exigidos pela Fifa. Conforme passaram-se os anos, essas regras tornaram-se universais.

Por isso, foi preciso estabelecer algumas diretrizes antes de se iniciar a pesquisa. Assim, foram consultadas a Fifa e a CBF para se observar quais os critérios vigentes e aplicados para que um jogo fosse considerado oficial e pesquisadores da história do futebol, que explicaram os contextos históricos de cada período.

A partir desse momento, houve um cruzamento de dados com a lista de cada um dos clubes, além de pesquisas da RSSSF Brasil, Revista Placar, especiais dos principais jornais do Estado, Canto do Galo, Almanaque do Cruzeiro e Enciclopédia do Atlético.

Com a lista de jogos “controversos”, iniciou-se, posteriormente, uma pesquisa na Hemeroteca do Estado de Minas Gerais para conferir as regras aplicadas no período. Assim, chegou-se a um número final de jogos.

O próximo encontro entre as equipes está marcado para 4 de março de 2018, pela 9ª rodada do Campeonato Mineiro.

  1. Interesse do público

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