Blog do Chico Maia

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Expectativa se a dependência do Neymar continua. Os 2 a 0 de hoje apontaram que sim

Foi o quarto confronto entre Brasil e Croácia. Terceira vitória brasileira. Fiz esta foto, na entrada das duas seleções no gramado do Estádio Olímpico de Berlim, na estreia de ambas na Copa da Alemanha, em 13 de junho de 2006. Antes, tinham empatado num amistoso em Split, 1 a 1, no dia 17 de agosto de 2005. O terceiro jogo foi novamente numa estreia em Copa do Mundo: 3 a 1 para o Brasil, em São Paulo, dia 12 de junho de 2014.

O jogo de hoje, mais ouvi do que vi. Liguei o rádio na Itatiaia e ouvi a transmissão do Milton Naves. Depois fiquei ligado no “Bastidores”, para ouvir os comentários do João Vitor Xavier, sempre excelentes. Ele acredita que o Firmino, autor do segundo gol, vai terminar a Copa como titular, tomando vaga do Gabriel de Jesus.

Neymar entrou bem no segundo tempo, melhorou o time, fez o primeiro gol, aos 24 minutos e comemorou no banco, num abraço de agradecimento ao médico Rodrigo Lasmar, que o operou em Belo Horizonte em março deste ano.


A Copa do Mundo antes da era digital: internet? celular? whatsapp? Nem em sonho!

Para cobrir a Copa do México em 1986 nem sonhávamos que algum dia existiriam as facilidades de comunicação dos tempos atuais. Os textos eram enviados por fax, a tecnologia mais moderna deste segmento à época. Ou via “Telex”, esta máquina em que se “datilografava” em uma fita, que ficava cheia de furinhos, códigos, do que era escrito, chegando às redações.

As fotos eram por meio de “Telefotos”, enviadas por linha telefônica a partir destes pesadíssimos equipamentos que eram parte da bagagem dos fotógrafos e instalados nos quartos dos hotéis. Lá, os banheiros dos quartos eram transformados em laboratórios de revelação. Cada fotógrafo fazia fotos dos primeiros 15 minutos do jogo, corria para o hotel, revelava o filme e pedia uma ligação telefônica para a sua redação. Levava-se quase uma hora para se enviar uma única foto e mesmo assim se a ligação estivesse com boa qualidade e não caísse. Durante a Copa havia o “privilégio” de laboratórios montados nos próprios centros de imprensa dos estádios pela organização local.

Na Copa da Itália, em 1990, tivemos avanços tecnológicos consideráveis, com a chegada dos “computadores portáteis” (Pcs), e o surgimento do que seria o celular: aparelho telefônico acoplado a uma caixa enorme, pendurada no ombro, utilizado por pouquíssimas emissoras, precariamente.


ECOS DA COPA/Coreia do Sul/Japão’2002

E que saudade do Fernando Sasso (direita), um dos grandes nomes da imprensa mineira e brasileira pelas TVs Itacolomi, Alterosa, Globo e Rádio Itatiaia. Nesta foto, dia 13 de junho de 2002, no Suwon World Cup Stadium, em Suwon na Coreia do Sul, na primeira fase do Mundial.Ele era comentarista da Itatiaia na época.

Ao centro o Mário Henrique “Caixa”, também da Itatiaia e eu, que cobri pelas rádios 98 e Alvorada FM, jornais Hoje em Dia e o nosso SETE DIAS. O “Caixa” foi revelado para o Brasil pela Rádio Globo AM e se tornou um artista da narração esportiva. Ingressou na política pela porta da frente, está em seu segundo mandato de deputado estadual e é natural de Três Pontas, conterrâneo de outros monstros da arte nacional, como Wagner Tiso e Milton Nascimento.

Fernando Sasso morreu no dia 6 de maio de 2005, dois dias antes de completar 66 anos de idade.


Empate em casa com sabor de derrota

No Independência, 10.298 pagaram ingresso, empurraram o time, mas o Galo voltou a perder pontos preciosos. Renda: R$ 173.475,00.

O repertório de explicações dos jogadores e comissão técnica do Atlético já se esgotou. Nem o experiente Victor sabe mais o que responder. Perguntado após este 3 a 3 com gosto de derrota no Independência ele disse que não sabia o que dizer, que o negócio é continuar trabalhando e que o time se desorganizou.

E de novo com o adversário com um jogador a menos na maior parte do jogo. Conseguiu tomar dois gols da Chapecoense com 10 jogadores.

Se o elenco é limitado e o clube está sem dinheiro pra grandes investimentos, a diretoria de futebol precisa mostrar competência e se virar. A verdade nua e crua é que o Alexandre Gallo não está dando conta do recado.


A caminho da Rússia. Minha nona Copa, mas com sabor de décima!

Em todo jogo que cubro, faço uma foto como essa, da posição em que me encontro no estádio. Essa foi a primeira, no Estádio Azteca em 22 de junho 1986. A mancha no centro do gramado é uma sombra dos alto-falantes instalados via cabos de aço; uma novidade até então nas copas.

No sol escaldante do meio dia, diante de 114.580 torcedores no Estádio Azteca – Cidade do México -, Maradona fez dois gols: o famoso, de mão, e aquele dos mais belos da história, em que driblou seis ingleses, pelas quartas de final.

Embarco semana que vem para a cobertura da 21ª Copa do Mundo de futebol da história, a minha 9ª, presencial. A primeira foi no México em 1986, pela Rádio Inconfidência. Era pra ter sido a segunda, pois a primeira quase foi na Espanha em 1982, pela Rádio Capital. “Quase”, porque aos “45 do segundo tempo”, fui sacado da equipe que viajou, por ser o “menino” do time. O chefe de esportes da época, Jairo Anatólio Lima, preferia a turma mais rodada e me escalou para cobrir a Copa em Beagá mesmo, entrevistando torcedores nas ruas, nos bares, autoridades, dirigentes esportivos, jogadores e ex-jogadores. Foi ótimo também.

Claro que fiquei meio revoltado com o Jairo, mas pouco tempo depois me conscientizei que ele estava certo. Além do mais ganhei um “prêmio de consolação”. O diretor geral da rádio, Gil Costa, chamou-me e disse que eu ficasse tranquilo, pois, exatamente um mês após a Copa, eu iria cobrir uma excursão que o Atlético faria à Europa, em cinco países, Espanha inclusive, mais França, Itália, Alemanha e Áustria. E assim, aconteceu!

Assim como quase todos os brasileiros fiquei arrasado com a derrota daquele timaço para a Itália no estádio Sarriá em Barcelona, pondo uma ponta de culpa no Telê Santana. Não por causa da obsessão dele pelo ataque, mas por ter deixado Reinaldo de fora daquela seleção. O “Rei” estava super em forma técnica e física. Tinha sido um dos artilheiros e foi dos melhores da seleção nas eliminatórias e numa excursão à Europa poucas semanas antes da Copa.

A imprensa e torcida do país inteiro pediam ao treinador duas coisas: “bota ponta Telê!” e que ele convocasse o Reinaldo. Até os jogadores da própria seleção pediram pelo Rei. Nomearam o capitão Zico para representá-los em uma conversa reservada com o “chefe”. Sempre intransigente em suas decisões, Telê voltou a dizer “não”. Com Careca machucado, levou Roberto Dinamite e Serginho Chulapa, que, em campo, desperdiçaram chances que o “Rei” certamente não desperdiçaria.

No dia 5 de julho de 1982 o Brasil sem Reinaldo era eliminado pela Itália do Mundial da Espanha. Exatamente um mês depois, no dia 5 de agosto, Reinaldo marcaria o gol que deu ao Atlético o título do Torneio de Paris, contra o Dínamo de Zagreb, base da seleção da então Yugoslávia. Dois dias antes marcara também um dos três gols que eliminaram o Paris Saint-Germain da competição (3 x 0, Eder e Heleno). E foi eleito o melhor do torneio.

O atual time do Neymar estreava um dos destaques da seleção argentina, Ardiles, e tinha e vários outros destaques da seleção francesa que fez bela campanha na Espanha’82.

Felizmente essa maravilha tecnológica chamada youtube está à disposição para relembrar estes grandes momentos em ótimas imagens da Globo e da TV francesa: https://www.youtube.com/watch?v=FHGWrtYjubY

Eliminada numa das maiores zebras de todas as Copas, a seleção de Telê em 1982, que não teve Reinaldo: Waldir Perez, Leandro, Oscar, Falcão, Luizinho e Junior; Nocaute Jack, Sócrates, Cerezo, Serginho, Zico e Éder.


A Copa da Rússia em discussão: ainda não mexeu com os brasileiros

O Fernando Rocha, grande jornalista de Ipatinga (que tem eleições para prefeito neste domingo), me dá o privilégio de ler a coluna dele no Diário do Aço em primeira mão. Acabei de receber a que será publicada domingo e compartilho com as senhoras e senhores do blog.

Coincidentemente ele aborda um tema que eu escreveria hoje ou amanhã também: o pouco interesse do torcedor pela seleção brasileira e a Copa da Rússia. É certo que o futebol vem perdendo adeptos no país. Mas há outros fatores pesando. Aquela empolgação toda que existia, de as pessoas decorarem as suas ruas, do assunto predominante de qualquer roda ser este nas semanas antecedentes à abertura do Mundial já não existe há algumas copas. Porém, dessa vez, é como se não fosse haver a competição que começa daqui a 13 dias.

Parece que estamos ainda de ressaca pela Copa de 2014, nem tanto pelos 7 a 1 da Alemanha, mas principalmente pela roubalheira da qual todos fomos vítimas. Apesar de alguns responsáveis presos ou respondendo processo, a maioria de quem fez estádios desnecessários ou gastou muito mais do que podia e deveria, continua impune.

Veja o ponto de vista do Fernando Rocha:

* “Outra realidade”

A grande mídia, que investiu pesado na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo, está preocupada com a frieza e o  desinteresse da maioria da população em relação ao evento, algo jamais visto na história recente do maior torneio de seleções do planeta.

Qual a explicação para este clima de “demora a pegar”, que tomou conta desta Copa? Simples assim. O futebol deixou de ser uma bolha isolada dos problemas da sociedade, ou seja, uma ilha blindada da realidade que o cerca.

A recente greve dos caminhoneiros, que ainda provoca desabastecimento, transtornos à população em geral, e causou  um prejuízo incalculável à nossa já debilitada economia, foi apenas um algo mais, do rosário de dificuldades pela qual passamos cotidianamente.

Tudo isso junto forma um cenário, que bloqueia qualquer tentativa de marketing no sentido de transformar o país numa grande festa.

Há muitos outros fatores de sobra que botam mais lenha nessa fdogueira, a começar pela corrupção endêmica em todos os setores da sociedade, crise política, crise econômica, desemprego, desabastecimento, que desestimulam o interesse pela Copa, criando um contexto muito pouco convidativo a pintar ruas de verde e amarelo. (mais…)


O América em discussão: com a palavra o torcedor

Perdeu para o Corinthians ontem mas o time jogou muito bem. Não questiono as opções do técnico Enderson Moreira na escalação porque ninguém melhor que ele para saber quais os jogadores estão nas melhores condições pra começar jogando ou ficar no banco.

O Flávio Braga de Azevedo é mais duro nas críticas ao treinador:

* “Na derrota de hoje por 1×0 contra o Corinthians, não é pra ficar de terra arrasada pois neste campeonato equilibrado, perder fora de casa e para equipes que são consideradas à disputarem o título. O nosso treinador sabe posicionar bem a equipe, os erros dele, como temos comentado é a escolha com alguns atletas que não agregam dentro e fora de campo, insistindo com as chamadas “maçãs” podres…O time estava equilibrado no primeiro tempo, fazendo a marcação coesa sobre o time corinthiano e o único jogador que falhava e seguidamente é o volante juninh, que fica igual um calango correndo pra lá e pa cá, errando passes de meio metro matando vários contra golpes do COELHO. Isto ocorre em quase todo jogo, mas o treinador preteriu o Zé Ricardo, optando por este jogador. Logo no inicio da segunda etapa, em uma bola rebatida em nossa área, o Juninho (ficou olhando pra bola) e deixou o camisa 10 Jadson, sozinho fazer o gol da vitória paulista…hoje dissertam que o He-man não viajou porque estav amachucado, mas todo mundo sabe que o jogador esta cavando uma saida para outra equipe. ele só terá proposta de equipes que lutarão contra a degola. Precisamos abrir o olho e vencer em casa no dominog, pois vencer em casa é OBRIGAÇÃO, pois aí podemos poupar jogadores fora de casa, se fizermos nossos pontos em BH…Se aqui fizermos nossos pontos, o rebaixamaneto não ocorrerá, só fazerem as contas. com o final da rodada estamos distantes do pelotão de cima e muito perto da zona perigosa…sabemos que o nosso campeonato é diferente e se o Enderson não se livrar de Moura, Juninho, Luan, Wesley e a diretoria não trouxer pelo menos mais 3 jogadors de bom nível, nao vai adiantar chorar, sabemos que o nível da série A, é mil vezes maior que da séire B, com equipes formadas sem planejamento..os jogadores Aylon, Judivan, precisam ganham ritmo de jogo para melhorarem o rendimento deles..o Ademir é novo e estreiou agora em uma série A e precisa ser melhor trabalhado e entrar na segunda etapa…na lateral direita, tem ser escalado o Norberto, Aderlan, não dá pra série A, na esquerda o Carlinhos ser mais usado…temos algumas peças para resolver nossos problemas, pelo menos para vencer em casa, domingo é dia de vitória e de torcida lotando a Arena do América!!!!!! os jogadores Wesley e Luan, com certeza vão pegar gancho por causa das expulsões e o que fizeram após elas…ACORDA COELHO!!!!!!!”

* Flávio Braga de Azevedo


O Atlético em discussão: com a palavra o torcedor

Considero a saída do Otero a pior notícia do ano para o time. Além de ótimo jogador era a opção de gols quando os atacantes não conseguiam furar o bloqueio adversário. Suas cobranças de falta e chutes de longa distância serão sentidos demais pelo time.

Sobre o atual momento vivido pelo clube, gostei do comentário do Carlos Almeida, sempre presente com boas observações aqui no blog:

* “O time é fraco sim, embora tenhamos um campeonato nivelado por baixo, com os favoritos atualmente se poupando diante da necessidade de administrar outras competições.

Ou seja, o panorama ficará ainda pior, a medida que os clubes forem saindo e focarem somente o Brasileiro.

Porém qdo vemos o Grêmio, com Bebezão (fazendo até gol a la Ronaldinho, anulado), Jael, Leo Moura (mais velho que o RO e ainda jogando na lateral), dentre outros “refugos”, praticando um bom futebol, a ruindade que predomina no Atlético não pode ser aceita.

O Sport tem um elenco pior…
A Chape tbm…
O Flamengo jogou “pedrinha” naquele dia…
E o San Lorenzo idem…

Ou seja, os times não estão precisando jogar mt coisa pra ganharem do Atlético.

E a mediocridade, o conformismo, a letargia continua sendo a tônica dessa gestão.

Contrata-se não por critério, planejamento ou “visão” de negócio.
Contrata-se simplesmente por ser de “graça”.

Larghi e elenco não tem culpa.

Saudades do tempo em que quem lá estava realmente gostava de ser o presidente do CAM.”

* Carlos Almeida


O Cruzeiro em discussão: com a palavra o torcedor

Com os parabéns do blog ao Arrascaeta, pelos 24 anos comemorados hoje, destacamos o comentário do amigo e conterrâneo de Conceição do Mato Dentro, João Chiabi Duarte, que acompanha atentamente até o noticiário dos treinos do Cruzeiro:

* “Uma vitória importante contra o Palmeiras, confirmando uma melhoria de desempenho.
O Cruzeiro fez um jogo seguro, que permitiu pouco ao Palmeiras, criou algumas chances de gol e fez um com Sóbis, suficiente para garantir a vitória.
Em maio à exceção do clássico jogador com os reservas e partida na qual poderia ter saído com resultado melhor, foram grandes vitórias…
4 x 0 Vasco (F), 1 x 0 Botafogo (C), 2 x 0 Sport (C), 2 x 1 Atlético-PR (F), 2 x 1 Racing (C), 1 x 0 Santos (F) e 1 x 0 Palmeiras (C)…
Incontestável a importância da entrada de Dedé na defesa e também de Lucas Silva no meio.
Nos últimos 10 jogos, o time levou 3 gols.
– 1 do Roger Guedes num lance que Manoel chutou a bola nas pernas do atacante atleticano
– 1 do Centurion (Racing), numa bola que sobrou para o atacante no lado esquerdo…
– 1 falta do lateral do Furacão, lance que Fábio armou mal a barreira e tomou o gol…
O Cruzeiro perdeu Fred e David que pretensamente fariam a dupla titular no ataque, mas, contou com a subida de produção de Arrascaeta, o oportunismo do Sassá, a força ofensiva de Dedé e Léo no jogo aéreo, com a ascensão do Raniel e com o poder de decisão do Thiago Neves, especialmente nos jogos grandes. E a gente sente que pode melhorar muito.
Que ninguém se iluda, o Ceará tem 3 empates e 5 derrotas, mas, não é um time morto em campo. Deu trabalho para todo mundo, vendeu caro as derrotas. E com Jorginho no comando ainda vai sujar a água de muita gente. Espero que não seja contra a gente.
Alguns destaques do time do Ceará:
– O volante Pio, que barrou Cametá, Arnaldo (ex- Botafogo) e Samuel Xavier (ex-Atlético-MG), atuando na lateral direita, chuta muito forte e tem técnica razoável.
– O centroavante Arthur de 20 anos, que está na alça de mira de um monte de clubes do sul do país. Dizem que já teria sido comprado pelo Palmeiras.
– No elenco do Ceará tem os conhecidos Eder Luis, Hiury (aquele mesmo que passou pelo Atlético), Douglas Coutinho e Élton (centroavante canhoto).
– Na ligação Felipe Azevedo e Wescley são os jogadores mais conhecidos.
Todo cuidado é pouco, mas, o Cruzeiro tem totais condições de buscar um bom resultado lá.”

* João Chiabi Duarte


Cruzeiro tem mais uma vitória no estilo Mano Menezes

Com o sistema defensivo sem falhas, obediência tática, ótima condição física e muita determinação o Cruzeiro venceu o Palmeiras no Mineirão e chegou à sexta posição. Um time com a cara do treinador, que sabe tirar o que cada jogador tem de melhor, em um elenco razoável. Mano Menezes começou arrumando a defesa, que antes dele era uma grande dor de cabeça. Acertou o resto do time, que hoje é bem uniforme, ou “equilibrado” como gostam de falar os “especialistas”.

CLASSIFICAÇÃO PG J V E D GP GC SG %
São Paulo 16 8 4 4 0 13 8 5 67
Flamengo 14 7 4 2 1 13 6 7 67
Fluminense 14 8 4 2 2 11 7 4 58
Internacional 14 8 4 2 2 10 6 4 58
Sport 14 8 4 2 2 12 12 0 58
Cruzeiro 13 8 4 1 3 5 3 2 54
Atlético-MG 13 8 4 1 3 11 10 1 54
Grêmio 13 8 3 4 1 8 3 5 54
Corinthians 11 7 3 2 2 10 6 4 52
10° Palmeiras 11 8 3 2 3 10 7 3 46
11° Vasco 11 7 3 2 2 11 10 1 52
12° América-MG 10 7 3 1 3 10 12 -2 48
13° Botafogo 9 8 2 3 3 9 10 -1 38
14° Chapecoense 9 8 2 3 3 9 15 -6 38
15° Vitória 8 8 2 2 4 13 15 -2 33
16° Bahia 8 7 2 2 3 6 9 -3 38
17° Santos 6 6 2 0 4 6 9 -3 33
18° Atlético-PR 6 7 1 3 3 7 8 -1 29
19° Ceará 3 8 0 3 5 4 13 -9 13
20° Paraná Clube 3 8 0 3 5 3 12 -9 13

 


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