Blog do Chico Maia

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Mexeu no bolso: o egoísmo de alguns e a solidariedade urgente e necessária do mundo do futebol em tempos de COVID19

Foto: www.noticiasaominuto.com/mundo

Está circulando o vídeo de um torcedor do Palmeiras cobrando dos jogadores que ganham altos salários a se movimentarem no sentindo de ajudar de alguma forma à população mais carente, que é a massa, que sustenta a paixão pelo futebol. Neste momento em que falta e faltará comida na casa de muita gente, uma cesta básica faz diferença, e qualquer um de nós pode contribuir. Imagine quem ganha muito dinheiro como a maioria dos jogadores dos grandes clubes!

No vídeo, este torcedor sugere que eles contem com as torcidas organizadas, que realmente poderiam ser muito úteis nesta situação, já que elas têm contato direto com quem mais precisa e também têm entrosamento bem próximo a praticamente todos as estrelas e seus procuradores, além da maioria dos dirigentes dos clubes.

O jornalista Fernando Rocha, abordou este tema na coluna dele, hoje, no Diário do Ano de Ipatinga:

* “Mexeu no bolso”

O Atlético anunciou que vai aplicar a redução de 25% dos salários incluindo diretoria, atletas e comissão técnica, exceto de quem ganha até R$ 5 mil mensais, pelo período em que a pandemia de coronavírus persistir no país.

Segundo a nota divulgada pelo clube, a decisão foi baseada no decreto de calamidade pública decretado pelo governo , considerando a “circunstância de força maior, que paralisou as competições no Brasil e no mundo, acarretando redução drástica de receitas, e a excepcionalidade da atual conjuntura”.

Tudo perfeitamente normal, não fosse a postura sem noção,  alienada e descompromissada  da categoria dos atletas, como por exemplo, o lateral Arana, que vive em outro mundo,  cercado de regalias, aspones e puxa-sacos de todos os tipos, como é comum entre os que atuam nos grandes clubes e recebem fortunas mensais.

O jovem Arana, 22 anos, lateral recém-contratado pelo Atlético, deu sua opinião a respeito do corte de salários dos jogadores: “Acho que não justifica (redução). Está paralisado porque deve paralisar, você vê na televisão pessoal comentando para evitar ficar na rua porque a coisa é muita séria, e eu acho que a gente, jogador, não tem nada a ver com isso”.

Outro nível

A solidariedade e conscientização,  que não se vê por aqui, de fazer alguma coisa para ajudar as pessoas que estão sofrendo pela pandemia do coronavírus, pelo menos surgiu entre os jogadores brasileiros que atuam fora do país. (mais…)


E lá se foi o “seu” Edivaldo Orlando, de Diamantina, pai do Luciano da Batcaverna

“Seu” Edivaldo Orlando (primeiro à direita), ao lado do Fausto Miranda, Bueno do Prado Filho e Vandinho Baracho. num sábado no Mercado Velho em Diamantina. 

Não bastasse este momento estranho que todos estamos vivendo, chega a notícia da morte do “seu” Edivaldo, ontem à noite. Quem teve o privilégio de conhecê-lo sabe a figura humana fantástica que era e a dor que os amigos e principalmente familiares estão sentindo. À viúva, D. Elvira, aos filhos/filhas, Cláudia, Eduardo, Vânia e Luciano, toda força do mundo e os nossos sentimentos pela perda.

Um dos maiores prazeres que eu tenho quando vou a Diamantina é ir ao Mercado Velho, aos sábados, bater papo e tomar umas com a velha guarda da barraca da Seresteira, a cachaça/licor do Admilson, no canto à direita da entrada pela rua Joaquim Costa. Invariavelmente, lá estava o seu Edivaldo, fala tranqüila, ótimas histórias de Diamantina e diamantinenses, atencioso e gentil.

Quando a Seresteira começava “fazer efeito”, ele olhava o relógio e dizia que tinha que levar a couve que “Elvira está esperando pra fazer o almoço”. Claro que ela já tinha almoçado há muito tempo, mas se o papo estivesse bom, ele acabava ficando para a “saideira”, que costumava durar bastante.

Seu Edivaldo é pai do Luciano Orlando, de carisma semelhante, cavaquinista, vocalista, uma das lideranças da banda Batcaverna (à esquerda, de chapéu e camisa branca na foto abaixo) e ótimo Implantodontista “nas horas vagas”.

No dia 11 de dezembro de 2011 eu estava em Diamantina e postei aqui no blog um pouco do que é um fim de semana em Diamantina e a receptividade característica dos diamantinenses, uma gente muito especial. Alto astral e felicidade. Coincidentemente estava lá também neste dia, Wilson Piazza, o grande jogador do Cruzeiro e seleção brasileira, do time Tri-Campeão no México’1970, outro ser humano acima da média.

Piazza com a esposa Margot e o filho Felipe.

Vale a pena conferir:

http://blog.chicomaia.com.br/2011/12/03/piazza-e-diamantina-figura-impar-e-uma-cidade-fantastica/


Olimpíada adiada, corruptos em casa, e os crimes da Vale passando em branco

Foto: SuperFC

Raras pessoas ou segmentos profissionais no planeta não estão pagando caro a sua cota de sacrifício por causa da COVID-19, a pandemia mundial. Mas há quem esteja se beneficiando dela: o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e o publicitário Marcos Valério, por exemplo, que foram mandados para casa pela justiça.

Depois de muita relutância o Comitê Olímpico Internacional – COI -, e o governo japonês decidiram adiar para 2021 os Jogos Tokyo 2020. Demoraram até quando não dava mais para esperar. Óbvio, os prejuízos são astronômicos, financeiros e esportivos. Mas, não havia outro jeito.

No momento em que vi a notícia na TV, fiquei imaginando a cabeça das autoridades e executivos responsáveis por tomar decisões como essa. Questão de vida ou morte, de empresas, e principalmente de gente. Imediatamente me vieram a lembrança de nomes como Ricardo Vescovi (presidente da Samarco/Vale no massacre de Mariana) e Fabio Schvartsman, presidente da Vale no massacre de Brumadinho), quase esquecidos e por aí, levando suas vidas. Coincidente, no mesmo momento recebi essa mensagem via Whatszapp:

* “Na dúvida sobre isolamento?

Pense no Presidente da Vale SA decidindo se fechava ou não a Mina do Feijão. O prejuízo seria enorme, empregos seriam perdidos e a economia direta e indireta de Brumadinho afundaria. Decidiu não fechar! Afinal, apesar do risco conhecido, não se tinha certeza se a barragem iria se romper. Se rompesse, não se sabia quantos iam morrer. Fechar seria “irresponsável”, ato de um “histérico” e “lunático”. Ele preferiu ser apenas o Presidente da Vale! Muitos lhe deram razão. Até aqueles que hoje estão mortos. Mas depois da tragédia consumada, todos o acusam de criminoso. Ninguém duvida que ele tomou a decisão errada. Mas aí, já era tarde.

Boa reflexão a todos!””

Infelizmente o amigo que me enviou não soube dizer quem é o autor/autora, mas como diz Milton em Certas Canções, “…Que perguntar carece… Como não fui eu que fiz…”


Como um jogo de futebol contribuiu de forma tão decisiva para espalhar o coronavirus e as conseqüências

Foto:veja.abril/Giuseppe Maffia/Getty Images

Lamentável que o futebol esteja parado no mundo todo, nossos campeonatos com futuro incerto e até os Jogos Olímpicos de Tóquio cancelados. Mas a situação é séria e as medidas foram e são necessárias. Giorgio Gori, prefeito de Bérgamo, que fica a 52 Km de Milão, concedeu entrevista e deu exemplo de como o coronavirus se multiplica. Ao mesmo tempo em que explica porque a Itália tem sido o país mais afetado, com quase sete mil mortos, tendo Milão e Bergamo como os olhos deste furacão. Para ele o jogo entre Atalanta e Valencia pela Liga dos Campeões, dia 19 de fevereiro, no estádio San Siro em Milão, foi uma “bomba biológica”, que espalhou o vírus para a cidade, para a itália e para a Espanha, já que os milhares de torcedores do Valência retornaram para casa infectados. Da Itália, cuja economia é baseada no turismo, para dezenas de países do mundo, Brasil incluído. Milão tem um dos aeroportos internacionais mais movimentados da Europa.

Mais ou menos 40 mil torcedores pegaram estrada de Bergamo para Milão. Retornaram felizes com a goleada de 4 a 1 sobre o Valência, neste jogo que era o de ida, pela Liga dos Campeões. Porém, como disse o prefeito Giorgio Gori, “O jogo foi uma bomba biológica. Naquela época, não sabíamos o que estava acontecendo. O primeiro paciente na Itália surgiu em 23 de fevereiro. Se o vírus já estava em circulação, os 40 mil torcedores que foram ao San Siro foram infectados. Ninguém sabia que o vírus estava circulando entre nós”.

A aglomeração do estádio San Siro se estendeu por bares, restaurantes e outros lugares de Milão, já que foi uma goleada histórica e as festas de comemoração rolaram soltas. Dias depois o Valencia informava que quase todos os seus jogadores e comissão técnica também estavam infectados. E o jogo de volta foi de portões fechados, como medida preventiva. Mas aí já era tarde. Além de perder novamente, 4 a 3, o Valência virou referência de  como o coronavirus entrou de forma tão violenta na Espanha, que até o momento em que eu escrevia esta coluna, contava 4.089 mortos.

Enquanto eu escrevia, eram quase 8 mil mortos na Itália em decorrência da pandemia. A Lombardia, região onde se encontram Bérgamo/Milão, é recordista, com mais de 500 mortes. As funerárias não estão dando conta dos funerais. De acordo com o prefeito Giorgio Gori, o grande “estopim” para explodir o contágio em Bérgamo foi o Hospital Alzano Lombardo, já que no início, ninguém sabia o que estava acontecendo: “O jogo foi um fator, mas o hospital é a explicação mais plausível. Não sabemos exatamente quando, mas um dia um paciente apareceu com pneumonia, e os sintomas não foram reconhecidos. O paciente estava junto com outros pacientes, que se infectaram, assim como médicos e enfermeiros – afirmou o prefeito. Nossa defesa foi construída enquanto a epidemia crescia. Nós subestimamos os riscos. Sabendo o que aconteceu na China, toda a Europa deveria ter se preparado melhor. Ao mesmo temo, estamos vendo governantes que não estão agindo rápido o suficiente.”

Pois é! Agora que todos sabemos o que é o problema, e como evitar ser contaminados, cuidemo-nos.


Estados Unidos no olho do furacão com a COVID-19. O mundo perdido, de cabeça para baixo, e imagens de terror

Essa imagem da TVE da Espanha é de arrepiar: orientações sobre o que fazer com os cadávares em decorrência do coronavirus.

Agora há pouco os Estados Unidos deram um salto assustador no número de registros e mortes por coronavirus

Dentro de casa, zapeando por canais de TV e rádio de Minas, Brasil e mundo inteiro, paro por mais tempo na TVE da Espanha, na italiana Rai, na portuguesa SIC, na franco/canadense TV5Monde, na japonesa NHK, da alemã Deutsche Welle e nas CNN/EUA e agora a CNN/Brasil, além das nossas Band News, Record e Globo News. Tentando entender o que está acontecendo com o mundo e o que poderá vir por aí.

Pista de patinação no gelo servirá de necrotério em Madri durante epidemia de coronavírus

Na verdade ninguém tem certeza de nada e de vez em quando aparecem uns lunáticos tentando minimizar a questão da saúde para agradar aos donos do mercado financeiro. Lembrei-me de duas frases que li das redes sociais, que merecem reflexão: “O falido se recupera, o falecido não” e “A tendência é o COVID-19 matar mais CNPJ do que CPF”. Ambas têm razão e o que é preciso é calma e muita conversa entre as autoridades dos setores diretamente envolvidos para que os múltiplos interesses e necessidades sejam conciliados e postos em prática.

Bill Gates alertou muito antes sobre essa pandemia mortal e estava agora há pouco, ao vivo, na CNN/EUA

Dia mais mortal até agora nos Estados Unidos. Pelo menos 248 mortes relatadas

Colapso do atendimento nos hospitais, medo manifestado pelo Ministro Mandetta, de que ocorra no Brasil. Na Espanha virou terror, com mais de três mil mortos já.


Eduardo Costa e o Galo: da “geral” do Mineirão ao “hinaço” na janela esta noite, às 8 e 13

Já assisti muitos jogos do Atlético ao lado do Eduardo Costa (Rádio Itatiaia) e família, na tribuna do saudoso Mineirão, pré-Copa. Gostei demais do depoimento que ele deu ao Jefferson, da Itatiaia Vale do Aço, sobre o Galo na vida dele:

* “Eu sou de uma família cujos pais avós, tios, primos, irmãos, todos os parentes, meus seis irmãos; todos os parentes; todos, são cruzeirenses. Mas tinha um rapaz que morava com a gente, que trabalhava com o meu pai, entregando leite; o meu pai era caminhoneiro, leiteiro.

Num belo dia, eu lá com os meus nove, dez anos, ele falou:

__ Vou ao Mineirão, vamo?

Eu falei, “vamo”.

Cheguei ao Mineirão, lá na geral evidentemente, porque não tinha dinheiro para um lugar mais forte, e de lá eu ficava olhando era para a torcida, não olhava para o jogo direito. E fiquei encantado. Ainda hoje! Sou atleticano, é fato, mas eu sou muito impressionado é com a torcida do Atlético. Do jeito como os caras tratam futebol.

Tenho duas filhas, uma ficou cruzeirense, e a outra atleticana comigo. Não sou do tipo fanático, não tenho ido mais a campo de futebol, porquê… fico triste quando a massa não canta o hino nacional, porque tem a palavra Cruzeiro nele, fico muito triste, acho que deveria cantar; fico muito triste com muita violência, não tolero essas tais de organizadas…

Mas o essencial, que eu queria dizer é que a torcida do Atlético é um negócio único.  E aquela campanha da Libertadores, com aquele “eu acredito, eu acredito, eu acredito”, eu ouvi de alguém de entende de sociologia que aquilo é algo muito forte; diz que aquilo é uma corrente de fé tão violenta, mas tão violenta que vai quebrando barreiras. Os caras perdem pênaltis, o nosso goleiro defende e dá no que deu!

O Atlético é um negócio  e s p a n t o s o , não tem nada parecido no mundo do futebol; mas não tem em lugar nenhum.

Veja só: nós estamos na era do panelaço; panelaço contra o Bolsonaro, panelaço a favor do Bolsonaro, e os caras resolvem marcar para hoje à noite, 8 e 13, e 13 é Galo, 8 e 13, um “hinaço”; cantar o hino da janela; e eu imagino a quantidade de gente que vai estar cantando o hino esta noite neste Estado de Minas Gerais.

A maioria desafinada é claro, né? Mas este é o Galo, É uma paixão! Que na verdade, na verdade não tem muita definição não, né?

É Galo!

Aqui é Galo.

Abraço”

Eduardo Costa


Êh Galo! 112 anos. E foi assim que virou paixão, até morrer!

Mineirão, 1969: Vander, Mussula, Vanderlei Paiva, Grapete, Normandes e Cincunegui; Ronaldo, Amaury Horta, Dario, Lola e Tião.

Ganhei este cartão postal (isso, cartão postal, lembra?) quando era quase adolescente e guardo-o até hoje. O time já não existia, mas virou “cartão postal”, que até nos tempos atuais é possível encontrar em alguma loja de souvenir, ou “armazém” do interior de Minas. Não o vi em ação, mas a história conta que foi um timaço, que entretanto, entrou para a história por não ter conquistado nenhum título. Topou com a máquina do Cruzeiro, no início da era Mineirão. Aí está o enigma dessa loucura pelo Galo, cuja massa ama a instituição independentemente de qualquer coisa.

É Impossível descrever com exatidão o sentimento de ser atleticano. Mas é fácil de entender quando nos recordamos de como nos tornamos “do Galo”. Ou, quando ouvimos alguém contar como foi o seu primeiro contato com essa paixão. Procurei ontem à noite e hoje cedo, um disco (vinil) que ganhei do meu pai, com o Hino do Clube Atlético Mineiro. Era um “compacto simples”, com o hino no lado A e um hino extra-oficial de Belo Horizonte no lado B. Creio que a gravadora era a Bemol. Mas, há coisas que guardamos tão bem, com tanto carinho, que acabamos não nos lembrando onde estão, quando mais precisamos. Já já encontro e mostro aqui.

Interessante é que o meu saudoso pai, Vicente Barbosa Duarte, não era atleticano, mas a irmã mais velha dele, Tia Geralda, era, até o último fio de cabelo, e impunha as suas idéias de tal forma, que raramente alguém a confrontava. No futebol, jamais. Ela enchia os sobrinhos de presentes do Galo. Meu pai, simpatizante do Cruzeiro, mas vendo que seria difícil me convencer a mudar de time, num belo dia apareceu com este disco lá em casa. Era o brinde do Clube Atlético Mineiro que me faltava. Isso aos quatro para cinco anos de idade. Que prazer, que saudade do meu pai, do respeito dele pela minha vontade de ser Galo, da minha tia, enfim…

A partir dali, até morrer!

Na foto no alto do post o zagueiro Vander estava no time, porém improvisado na lateral direita, já que o titular da posição era Humberto Monteiro, que está aí, no jogo de botão.


Lásaro Cândido da Cunha, vice-presidente, fala do futuro do Galo, da dívida do Fred e de outras situações do clube

Foto: Pedro Souza/Atlético

Graças à tecnologia temos o prazer de ver e ouvir a programação do rádio e TV a qualquer dia e hora. E a soma de um bom personagem com um bom entrevistador sempre resulta em ótimas entrevistas. Está aí uma boa dica pra curtir a “quarentena” em casa. Ouvir o papo do Thiago Reis com o Dr. Lásaro Cândido da Cunha na Rádio Itatiaia.

Nascido em Patos de Minas, onde foi radialista no começo da vida profissional, Lásaro é um advogado brilhante, além de excelente prosa. Foi uma das peças importantes da diretoria montada por Alexandre Kalil para tirar o Atlético do atoleiro no qual se encontrava em fins de 2008. Com ele à frente do departamento jurídico o Galo parou de ser caixa de pancadas nos tribunais comuns e desportivos. “Era uma chacota”, como ele mesmo diz.

Nesta conversa com o Thiago, Dr. Lásaro detalha a batalha jurídica com os advogados do Fred, pelo pagamento da multa de R$ 10 milhões, e dá uma notícia que considero muito ruim: ao término deste mandato do Sérgio Sette Câmara ele vai deixar o Atlético e voltar a se dedicar exclusivamente ao seu concorrido escritório de advocacia. Importante lembrar que se trata de um dos mais respeitados especialistas em Direito Previdenciário do país.

Confira a entrevista:

“Vice do Atlético: caso Fred, dívidas na Fifa, último ano no clube e lançamento de livro”

http://www.itatiaia.com.br/noticia/vice-do-atletico-caso-fred-dividas-na-fifa-ul


Com a bola parada alguns programas esportivos estão sendo criativos para sair da mesmice

Alê Silva, Leo Gomide, Héverton Guimarães e Vinicius Grissi, do Arena 98

Com o futebol parado, sem treinos e jogos, o noticiário esportivo diário anda numa mesmice danada, repetindo informações e tentando esquentar assuntos “inesquentáveis”. Dureza aguentar ontem e hoje a turma falando que o Atlético tem novo preparador de goleiros (Rogério Maia) e que o novo técnico do Cruzeiro, Enderson Moreira, está vindo de carro de Fortaleza. Mas alguns programas conseguem produzir coisas interessantes. Destaco um programa de rádio e um de TV: no 98Esportes (98FM)

Héverton Guimarães, Edu Panzi, Alê Silva e o CJota, fizeram uma ótima entrevista, ao vivo, com o goleiro Rafael. Esclareceu todas as dúvidas sobre a ida dele do Cruzeiro para o Atlético, e como recebeu os ataques dos cruzeirenses e a receptividade atleticana. Meia hora de papo, desses que não te deixam nem pensar em mudar de emissora.

Por falar no Héverton, anteontem, 19, ele completou dois anos de 98FM. O sucesso do 98 Esportes (8 às 10 horas) foi tão grande que logo em seguida ele começou outro na 98, o Arena (19 às 21 horas), que conta também com o Léo Gomide. Dia dois de abril, aniversário de dois anos também.

A ESPN está reprisando os seus melhores programas de entrevistas. Ontem foi o Resenha ESPN com o Ronaldinho Gaúcho, na casa dele. Entrevistado pelo Pihalm Djalminha, Amoroso e Luizão.

Aliás, hoje o R10 completa 40 anos de idade, numa situação triste, em cana, no Paraguai. Que se saia bem dessa e dê um melhor rumo para a vida dele.


Sugestão de leitura: comparação entre América e Cruzeiro na futura disputa da Série B: no momento o Coelho está melhor

Fotos: Mourão Panda/América e Bruno Haddad/Cruzeiro

Tem coisa demais pra fazer quando o seu direito de ir e vir exige limitações, como atualmente. Além da atividade física que pode ser feita ao ar livre, correndo ou caminhando, ficar dentro de casa oferece opções infinitas quando se tem TV, internet, streamings, rádio, livros, enfim, para todos os gostos.

Hoje cedo, por exemplo, a partir de chamadas do twitter, li coisas muito interessantes, como por exemplo, esta avaliação do Superesportes, sobre a situação de Cruzeiro e América.

América bem e Cruzeiro mal entre melhores ataques e defesas ‘da Série B’; veja ranking

Como estão os ataques e as defesas dos 20 clubes que disputarão a Série B em 2020? O Superesportes aproveitou a paralisação dos campeonatos neste mês de março, em função da pandemia de coronavírus, para analisar os desempenhos de América e Cruzeiro nesses quesitos. A comparação com os demais postulantes ao acesso mostra um Coelho competitivo, entre os melhores, e uma Raposa ineficiente na frente e mais frágil ainda defensivamente (veja ranking completo abaixo). (mais…)


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