Blog do Chico Maia

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Engraçadinho e “inteligente” espírito de porco que enche o saco na comunicação digital. Só a “fórmula Ursula” pra dar um jeito!

Senhoras e senhores do blog,

vejam como é este mundo, cheio de “coincidências” inacreditáveis. Acontece demais, neste e em tantos blogs e outras mídias digitais. Aí, a gente manda tudo pro spam e os “dois” escribas, como estes desaparecem da caixa e como num passe de mágica, nunca mais incomodam. Até reaparecerem com outros nomes, outros endereços e outro espírito de porco.

Fazer o quê, né?

Por enquanto a paciência vai tolerando este tipo de figura, mas qualquer dia vamos seguir o exemplo da Úrsula Nogueira, da Itatiaia, que acionou a polícia e a justiça e exigiu a retratação de um idiota que andou falando bobagens para via twitter. Só lamento que ela, na boa fé que a caracteriza, não exigiu uma boa indenização por dano moral da figura.

E vida que segue na internet que é a melhor e também a pior coisa que já inventaram na tecnologia.

Veja aí o lixo de gente com quem somos obrigados a conviver na rede:

Marcos Ribas”
marcos.souza@ig.com.br

Ontem no jogo do Alianza Lima 1 x 3 Parmeras a transmissão da tv mostrou vários alto falantes ligados bem altos, com gritos de guerra das torcidas virados pra algumas arquibancadas vazias: show de bola!!

É muito bacana eles copiarem essa idéia do Alt Mineiro, quando joga contra o Cruzeiro no campo do Horto! Isso se chama marketing modelo exportação!

Parabéns por essa internacionalização da marca do Galo!!

Parabéns!

João Gomes”
joaogomes@ig.com.br

Ontem no jogo do Alianza Lima 1 x 3 Parmeras a transmissão da tv mostrou vários alto falantes ligados bem altos, com gritos de guerra das torcidas virados pra algumas arquibancadas vazias: show de bola!!

É muito bacana eles copiarem essa idéia do Alt Mineiro, quando joga contra o Cruzeiro no campo do Horto! Isso se chama marketing modelo exportação!

Parabéns por essa internacionalização da marca do Galo!!

Parabéns!


Parabéns ao Ginástico pelos 72 anos muito bem vividos

Todo 1º de maio é marcado também pelo aniversário do Esporte Clube Ginástico, a grande referência do basquete mineiro, um dos clubes mais simpáticos e aconchegantes de Belo Horizonte.

Tive o prazer de rever grandes figuras que fizeram e fazem a história do clube e do nosso esporte, entre dirigentes, jogadores, apoiadores e colegas jornalistas, como o Ivan Drumond, por exemplo, os mais apaixonado ginastino que conheço na imprensa.

Ex-jogadores que ajudaram a construir a história da força do basquete nacional: Gersão (esq.), Luiz Gustavo e Túlio.

Xandão, Isio Dufles, Sylvio Malta, Luiz Gustavo, Patrícia Furtado (que foi excelente jogadora de vôlei, do Minas Tênis Clube e seleção)  e Elberto, Secretário de Esportes de Belo Horizonte.

Sylvio Malta, Ivan Drumond, Isio Dufles e Rui Malta

MPB de altíssima qualidade da  Banda Santa Teresa, animou a confraternização de aniversário no clube.


Cruzeiro repete fórmula utilizada contra chilenos e torna jogo contra o Vasco fácil

Uma semana depois de golear o time Universidade Chile o Cruzeiro repetiu contra o Vasco a fórmula: tornou o jogo fácil, a partir dos nove minutos quando o zagueiro Leo fez 1 a 0 em São Januário. Destaque especial para Dedé, Thiago Neves e principalmente Sassá e o lateral Egídio.

O time carioca é um “catadão”, que mescla velhos rodados em tantos clubes mundo afora e algumas jovens promessas que têm enorme potencial para estourar. Mas nem a experiência dos veteranos conseguiu ao menos esboçar uma reação contra a determinação do time cruzeirense, que marcou mais dois gols e administrou o placar que lhe deu a liderança do grupo e a classificação praticamente garantida para as oitavas de final da Libertadores.

E foi muito engraçado ver o desespero do ex-meio campista Juninho Pernambucano, agora comentarista da Globo, tentando explicar o show de bola que o Vasco dele estava tomando, além de arrumar argumentos infantis para tentar consolar a torcida vascaína durante toda a transmissão.

E agradeço ao Alex Souza, que comentou para o blog:

* “Nem parecia, em face da situação do time carioca na Libertadores, que o jogo do Cruzeiro seria contra o Vasco. Coisa asquerosa a postura da parte da mídia ao fazer o pré-jogo: “vai ser um jogo dificílimo, o Vasco vai para cima, a torcida vai pressionar, São Januário vai virar um caldeirão”… Sei. De repente um time que não havia conseguido vencer um só dos adversários passou a ser apontado como candidato a se classificar num grupo em que um time estava com 8 pontos e dois outros com 5 pontos. (mais…)


Atlético 0 x 0 Chapecoense: não adianta jogar bem e não conseguir furar uma retranca

Foto: Bruno Cantini / Atlético

Claro que num “mata-mata”, vitória de meio a zero é ótimo negócio, mas a Copa do Brasil não prevê mais o “gol qualificado” fora de casa. Caso tivesse vencido, tomaria pressão desde o primeiro minuto da Chapecoense no jogo da volta. É “só” ir lá e jogar bem, como jogou hoje, e vencer, para voltar classificado. Mas, não adianta jogar bem e não conseguir furar uma retranca. Normalmente os times de elencos comuns são assim. Os que têm jogadores acima da média “inventam” gols inexplicáveis, daqueles que nos fazem lembrar da célebre frase do imortal Nélson Rodrigues, que dizia que o “Sobrenatural de Almeida” entrara em campo. O Atlético atual não tem nenhum jogador acima da média, porém no “conjunto da obra” vem conseguindo vitórias graças a lances geniais de um ou outro, solitário ou coletivamente. Um chute do Otero aqui, um passe do Otero ali, Luan surgindo como elemento surpresa, Ricardo Oliveira nos momentos que fazem lembrar os seus melhores momentos na carreira, Cazares num dos lampejos de craque que é ou numa arrancada ou aparição relâmpago na área deste promissor Gustavo Blanco, que cresce a cada partida.

Sendo assim, fica fácil entender as vaias da torcida ao técnico Thiago Larghi quando ele fez as três substituições. Adilson (outro que vem crescendo jogo a jogo) e Blanco, ao mesmo tempo, para as entradas do Cazares e Elias. A entrada do equatoriano, vá lá, pois tem os momentos de genialidade dele, mas Elias? O que esperar dele naquela hora do jogo? Depois o Larghi ainda tira o Luan para dar lugar a Matheus Galdezani, volante reserva do Coritiba.

O site SuperFC fez uma enquete perguntando: “Você torcedor gostou das substituições feitas por Thiago Larghi no empate do Atlético com a Chapecoense?” Em 10 minutos, 40% disseram que sim e 6O%, não.


Em dia de aniversário, América na cabeça: vitória incontestável e terceiro lugar na classificação

América MG‏ @americamg: o aniversário é nosso, mas o presente é de vocês! no peito e na raça, empurrado pelo indepa, o #Coelhão venceu o @ECVitoria e somou mais três pontos na Série A: 2 a 1! #PraCimaDelesCoelho #AFCxVIT #Coelhão106Anos


Um time marcante na história dos 106 anos do América, e entrevista com Amauri Horta, um dos maiores craques do nosso futebol

Em sua campanha pelo título de Campeão Mineiro de 1971 o América utilizou os seguintes jogadores: Élcio,   Emílio, Adilson, Batista, Misael, Ademir, Cláudio, Hale, Vander, Café, Dias, Zé Horta, Veran, Pedro Omar, Édson, Dirceu Alves, Hélio, Zé Carlos, Mérola, Jair Bala, Dario, Valtinho, Élter, Eli , Julinho e Amaury Horta. Amaury é o ultimo sentado a direita.

Todo mundo que gosta de futebol tem um ou mais times que marcaram a sua memória, dos primeiros tempos em que começou a se ligar no assunto. Na homenagem do blog ao Coelhão pelo aniversário de hoje, este time, de 1971, um dos responsáveis por eu me apaixonar pelo futebol. Extraí as fotos de um ótimo site, que recomendo: Futebol de Todos os Tempos.

Neste link, uma ótima entrevista com Amauri Horta, um dos maiores jogadores do futebol brasileiro, a Bruno Steinberg, por ocasião do Centenário americano. Confira:

“Amaury Horta é mais uma entrevista para comemorar o centenário do América. Ele que é apontado em quase todas as listas que se façam do América de Todos os Tempos é também um jogador que marcou seu nome na historia do Atlético. Fez três partidas contra seleções e em todas elas fez gols, inclusive contra a seleção brasileira tricampeã no México em 1970:

http://ftt-futeboldetodosostempos.blogspot.com.br/2012/05/o-craque-disse-e-eu-anotei-amaury-horta.html

O Craque disse e eu anotei – AMAURY HORTA (mais…)


Parabéns América 106 anos! Parabéns Boa Esporte, 21

Hoje o América recebe todas as homenagens a que tem direito pelos 106º aniversário. Também é aniversário do Boa Esporte e a CBF homenageou os dois clubes em seu portal oficial:

* “América-MG e Boa-MG: aniversariantes desta segunda”

106 anos do Coelho

O América Futebol Clube surgiu da vontade de um grupo de jovens da sociedade belo-horizontina de criar um novo clube na capital mineira. O nome foi escolhido em um sorteio, assim como o verde e branco que vestem o América Mineiro desde a fundação. O preto foi adicionado no ano seguinte, em função dos calções característicos das equipes da época. O coelho, símbolo do clube, foi adotado em 1945, inspirado pelo desenho do cartunista Fernando Pierucetti, o Mangabeira.

Um dos mais tradicionais clubes de Minas Gerais e um dos principais expoentes do futebol mineiro, o Coelho é um dos maiores celeiros do esporte no Brasil. Famoso por ser uma fábrica de grandes craques, o América Mineiro também marcou seu nome com conquistas. Em seus 106 anos, foram duas conquistas da Série B do Brasileirão (1997 e 2017), um campeonato da Série C (2009), além de 26 títulos do Campeonato Mineiro.

Em 2018, o Coelho disputa a Série A do Brasileirão, além da Copa do Brasil, competição em que o América-MG entra na disputa a partir das Oitavas de Final (Quinta Fase).

O clube, atualmente, ocupa a 24ª posição no Ranking Nacional de Clubes da CBF.

Mais um aniversário boveta!

O clube foi fundado em 1947 na cidade de Ituiutaba, no pontal do Triângulo Mineiro, como uma associação esportiva. A iniciativa partiu de vários desportistas da região, que batizaram a recém-criada agremiação de Boa Vontade Esporte Clube, embora que, ainda no ano de fundação, tenha adotado o nome de Ituiutaba Esporte Clube.  (mais…)


Nem “reforçado” pelos campeões mundiais Adriano Gabiru e Perdigão, Inter conseguiu passar pelos reservas do Cruzeiro

Aí surgiu o Rafael, reserva do Fábio, que fechou o gol. Em mais uma ação de marketing, voltada para os sócios torcedores, o colorado levou dois jogadores das antigas para sentar na arquibancada e a ajudar levantar o astral de todos. A notícia está no portal Zero Hora:

“O Inter teve, atrás do gol, na arquibancada Sul, dois torcedores ilustres no empate em 0 a 0 com o Cruzeiro, pela terceira rodada do Brasileirão.

Campeões mundiais em 2006, Gabiru e Perdigão assistiram à partida e animaram os torcedores onde a torcida organizada Guarda Popular costuma ficar.

A dupla entoou cânticos da torcida durante a partida, atendeu fãs e tirou muitas fotos. No segundo tempo, Perdigão e Gabiru abriram espaço para um deficiente visual que sonhava em conhecê-los.

Em um camarote próximo, o também campeão mundial e atual coordenador técnico das categorias de base do Inter, Iarley, também viu o confronto…”


Atlético fez ótimo jogo e venceu, mesmo com árbitro de vídeo “fake” ajudando novamente o Corinthians

O técnico Tite estava no Independência e viu um ótimo jogo. Mais uma vez o Corinthians acusado de estar contando com o “árbitro de vídeo” em seus jogos, seu favor, como na conquista do campeonato paulista em cima do Palmeiras. O comandante da seleção brasileira deve até ter ouvido o Igor Tep Assunção, da 98FM (na foto entrevistando o Roger Guedes) gritar revoltado: “Olha esse filho da puta desse Dewson Freitas!!!”. Era contra o árbitro paraense, que confirmou o gol do Roger Guedes no primeiro tempo, deu cartão amarelo para o goleiro Cássio, por reclamação, e depois, alertado “pelo além”, voltou atrás. Anulou o gol e também o cartão. A bola realmente pegou na mão do Ricardo Oliveira, mas o atacante não teve intenção e além do mais o apitador não viu, para poder dizer que “interpretou” como intencional o toque.

Felizmente no segundo tempo o Roger Guedes voltou a marcar e a arbitragem não teve como anular. Placar magérrimo pelo que o Atlético jogou. Merecia mais que 1 a 0, mas esbarrou no sistema defensivo quase perfeito corintiano. Duas bolas na trave, grandes defesas do Cássio, um pênalti não dado no Ricardo Oliveira no primeiro tempo. O time todo foi bem, com destaque para a garra demonstrada. Certamente embalado pela torcida, que incentivou o tempo todo. Aplaudia até passe errado. Não havia bola perdida e o ritmo intenso não deu trégua ao Corinthians, que fez o seu jogo de sempre: aposta no erro do adversário, que hoje não ocorreu.

Uma vitória cuja importância vai além dos três pontos e a subida para a terceira colocação do Brasileiro. Aumenta a autoestima do time, teve a terceira boa atuação nas três rodadas iniciais do campeonato. Perdeu para o Vasco de virada, por falhas infantis, mas fez um bom jogo.


O ensinamento que o Guardiola passa no livro dele, mas que a maioria do futebol brasileiro finge não saber

Neste eterno mar de clichês e mais do mesmo que predomina na imprensa esportiva, ouço, leio e vejo companheiros falando que “tal jogo será uma decisão” para o time tal no campeonato brasileiro. Ora, ora, por pontos corridos, turno e returno, todo jogo é uma decisão. Não existe a história de recuperar os pontos perdidos no jogo anterior. Por um gol ou um ponto um time pode ser campeão, ser rebaixado ou conseguir uma vaga de consolação em algum torneio continental. Pior é ver treinadores, dirigentes e jogadores embarcando neste discurso furado.

O Fernando Rocha, do Diário do Aço, de Ipatinga, citou um ótimo exemplo na coluna dele: “… Podem ocorrer surpresas e aparecem possibilidades de brigar na parte de cima da tabela… e até mesmo flertar com a zona de rebaixamento. O que ninguém deseja é ver o seu time figurar na chamada “zona da degola”… deveria servir de alerta para todos os clubes participantes, a chamada “Lei Guardiola”,  do melhor treinador de futebol do mundo, revelada por ele no livro “Guardiola Confidencial”, publicado aqui no Brasil pela Editora Saraiva, a respeito de competições longas, por pontos corridos, que exigem regularidade, como é o caso do nosso Brasileirão: – O título se ganha nas últimas oito rodadas e se perde nas oito primeiras, disse o atual treinado do Manchester City. A frase pode ser dita dos dois modos, ou seja, até de trás prá frente, que daria na mesma coisa…”

 


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