Agradeço ao jornalista Felipe Guimarães que enviou importante colaboração ao blog.
Informações de bastidores sobre a forma do repórter Luiz Ceará, aquele que chamou o presidente do Cruzeiro de “Banana”, por não vender Montillo ao Corinthians, e que foi demitido da Band esta semana:
* “Prezado Chico Maia,
Aproveito o ensejo para poder abordar esse assunto da demissão do referido repórter. Sou jornalista e trabalho como assessor de imprensa. Já militei na seara desportiva e prestei serviço por meio de empresa especializada para jogadores importantes do futebol nacional. Dentre eles, o meia Lincoln, atualmente no Coritiba.
À época de seu retorno ao Brasil estive no CT do Palmeiras para auxiliá-lo na sua apresentação oficial. Foi nesse dia que pude perceber a arrogância e o despreparo do repórter em questão.
O ex-jogador do Atlético e Palmeiras entrou ao vivo no link com o programa esportivo da BAND e falou com a Renata Fan. Eles discutiram por conta de comentários feitos sobre ele antes de sua contratação. Lincoln respondeu às críticas e a apresentadora não confirmou que as tinha feito (link do vídeo para quem não se lembra:
Ela disse que ele era jogador de fim de carreira, mas não bancou no ar. Assustaram porque ele os “peitou” ao vivo.
Após o disse-me-disse, o L. Ceará, que cobria a apresentação, esperou o jogador deixar a sala de imprensa palmeirense para demonstrar uma postura no mínimo antiética.
Enfurecido por ter tomado uma “dura” da direção da emissora pelo celular, ele disparou os seguintes comentários dirigidos à minha pessoa e os demais membros da equipe. “Assessor de m*. Quem é esse “cara” para poder contestar as críticas que recebeu?”. “Voltem para Minas Gerais, aquela roça, onde vocês andam de carroça”. “Acham que estão falando com aquela m* de TV Alterosa?”. “Depois, ele (Lincoln), vai se f* aqui e quero ver se vai falar no programa”. “Mineiro não vale nada”.
Lamentável situação, que só foi contornada após intervenção de seu companheiro de emissora, o repórter Alex Muller, e os assessores de imprensa do Palmeiras, que pediram um comportamento profissional a ele.
Essas situações são lamentáveis e explicam o porquê de sua demissão.
Achei importante relatar isso.
Um abraço e parabéns pelo seu blog.”
Felipe Guimarães
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Muito bom também o questionamento feito pelo Paulo Koller:
“Chico,
o Luxa caiu. Errado é o Luxa (que caiu no Santos, Palmeiras, Galo e Flamengo em menos de 3 anos) ou quem o contrata?
Bela reflexão para o Blog.”
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O Elismar Santos enviou ótimas crônicas que podem ser lidas no blog dele, junto com outras da melhor qualidade:
Por falar em Rede Globo, recebi esta nota oficial do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais e repasso aos senhores.
Porém, com uma ressalva: se a Globo comprou e pagou pelos direitos do Campeonato, ela é a dona e é justo que faça o que melhor lhe convier.
Além do mais, não estamos longe de entrarmos na era da cobrança total pelos direitos dos espetáculos.
Na Europa, Estados Unidos, Japão e alguns outros países tem que se pagar para transmitir o futebol, inclusive as emissoras de rádio.
Outra coisa: repórter no gramado, nem pensar; há muitos anos!
Só um ou dois da emissora detentora dos direitos em questão, e ela autoriza ou não a reprodução e determina se vai cobrar, quanto ou se pode ficar na base do 0800.
Outra coisa: virou moda agora falar em “preocupação com a Copa do Mundo”. Pois aí é que as coisas se complicam mais ainda, porque entra a dona FIFA na parada e ela protege caninamente os interesses dos seus patrocinadores e parceiros.
Na Copa da Alemanha, a Globo deu uma radicalizada e os companheiros do SBT, Record e outras, não podiam nem se aproximar dos locais de treinos e hotéis da seleção brasileira.
Lembro-me do esforço de amigos como o Sergio Utsch (SBT) e Leopoldo Siqueira (SBT/Alterosa) para conseguir ao menos cenas do ambiente envolvendo a seleção, e fiscais da FIFA chamando a polícia para eles.
A íntegra do documento do Sindicato:
* “Direito à informação”
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG) considera as normas anunciadas pela Federação Mineira de Futebol (FMF) para a cobertura nas arenas esportivas do Estado um abuso de poder e o cerceamento do direito ao trabalho dos profissionais de imprensa que não pertencem à emissora detentora dos direitos de transmissão dos campeonatos Mineiro e Brasileiro, a Rede Globo.
A organização limita o trabalho dos demais jornalistas à Tribuna de Imprensa, impede o acesso livre ao gramado, proíbe o contato com os jogadores nos vestiários e dá plenos poderes à Assessoria de Imprensa da Federação e à emissora detentora dos direitos de transmissão para escolher quem entrevistar, quando e como, o que vai provocar total prejuízo às edições esportivas de jornais e às coberturas das rádios e outras TVs. Tal despropósito vilipendia leitores, ouvintes e telespectadores dos demais veículos de comunicação.
As regras, que contêm todo o tipo de infâmia, obrigam emissoras de rádio a informar a frequência de seus microfones, para não macular a cobertura ao vivo da rede televisiva. Essas normas são um desrespeito à natureza plural das transmissões e das reportagens esportivas, pois se destinam a beneficiar apenas um veículo de comunicação em detrimento da qualidade do jornalismo.
O SJPMG, que sempre se posicionou quando houve tentativa de cercear o trabalho dos jornalistas, sai, mais uma vez, em defesa do direito ao trabalho e da diversidade da informação. O Sindicato vai tomar as medidas cabíveis para garantir a todos os profissionais da imprensa o direito de trabalhar livremente nas arenas esportivas de Minas Gerais. A entidade vai organizar e mobilizar os profissionais que estão sendo prejudicados com a execração e o confinamento, além de acionar todas instâncias envolvidas na questão. Agindo assim, sai em defesa da pluralidade no jornalismo esportivo, garantindo tratamento igual ao trabalhador jornalista, independentemente de seu veículo de atuação. O SJPMG não compactua com esse desrespeito à informação de qualidade e levanta preocupação quanto ao que poderá vir durante a realização da Copa do Mundo em Belo Horizonte.
Não é admissível que apenas uma emissora, embora tenha investido na competição, fique com o monopólio de um espaço público como as arenas esportivas de Minas Gerais, reconstruídas ou reformadas com verbas municipais, estaduais ou federais e nas quais historicamente foram respeitados os espaços dos mais afortunados e dos menos aquinhoados veículos de comunicação.
Por tudo isso, a FMF mostrou-se autoritária, ditatorial, e seu ato fere de morte o direito ao trabalho e à informação. A decisão da entidade beira à censura e, ao mesmo tempo, submete ao abuso do poder econômico jornalistas esportivos dos demais veículos de comunicação do Estado.
E, por assim entender, o SJPMG vem a público manifestar seu repúdio a esse rol de absurdos e declarar seu integral apoio aos profissionais das coberturas esportivas no estado.
Leia mais.
Belo Horizonte, 1º de fevereiro de 2012
Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais
* “A cláusula 12 do contrato feito pelos clubes com a TV diz:”
“Fica expressamente convencionado que somente mediante concordância prévia e formal da CESSIONÁRIA, o CEDENTE poderá, a partir desta data, ceder, dar em garantia, utilizar como moeda de pagamento de integralização de capital a ser subscrito em sociedades ou, de qualquer forma utilizar em outro negócio jurídico, os créditos da que é titular junto à CESSIONÁRIA oriundos deste contrato. Por essa razão razão, a CESSIONÁRIA desconsiderará qualquer notificação de penhor, cessão ou quaçlquer outro negócio jurídico acima referido que não tenha sido objeto de sua anuência prévia e expressa”.
A Globo, a CESSIONÁRIA, se acautelou para que ninguém pudesse usar créditos futuros sobre produtos ainda não entregues, como os Campeonatos Brasileiros de 2013, 14 e 15.
O Clube dos 13, que fazia tal papel com seus avais, foi implodido, perdeu força e deixou da fazê-lo.
E os clubes, os CEDENTES, ficaram de pires na mão.
Razão pela qual o Flamengo, o Vasco e o Cruzeiro estão com salários atrasados.
Está passando da hora de um basta em todo esse falatório envolvendo o Cruzeiro, tanto interno quanto externo.
E é o presidente Gilvan de Pinho Tavares é que tem que tomar as rédeas e fazer valer a sua condição de mandatário maior do clube, com a experiência de um ex-Procurador e advogado respeitado que é.
De cara a imprensa nacional já deveria ter recebido uma nota de esclarecimento e exigência de respeito nas informações relacionadas ao clube.
Semana passada a Folha de S. Paulo chegou a dizer que Montillo “viajou secretamente” à capital paulista para conversar na surdina com o Corinthians.
Ora, ora! É uma informação da maior seriedade, desmentida pelo próprio jogador, mas que continuou sendo falada, sem uma nota enérgica do clube.
Ou não estão acreditando da palavra do Montillo?
E a responsabilidade do jornal? Se mentiu, tem que se retratar.
E o Zezé Perrella com Roger e Montillo no desfile da Escola de Samba União da Ilha, de domingo para segunda-feira?
Será que não falaram nada sobre a situação do Cruzeiro?
Será que o Zezé, que é favorável à venda do Montillo, não foi informado pelo próprio e pelo Roger que o grupo soltaria uma nota contra o Dr. Gilvan na terça-feira de manhã?
Será que o Zezé não poderia ter evitado este constrangimento?
Alguém acredita que o Senador não tenha influência sobre essas lideranças?
A impressão que está sendo passada é que há um vácuo de poder no Cruzeiro e que, assim, como Júlio César no Império Romano, o atual presidente está cercado de “Brutus” e “Cassius Longinus”; ou na Inconfidência Mineira, com similares de Joaquim Silvério dos Reis à sua volta.
Vejam essa notícia que está circulando desde ontem.
Essa, na Gazeta.net/Lance!
* “Falta de diálogo com presidente motivou carta de cruzeirenses”
O atacante Wellington Paulista, um dos responsáveis pela carta de repúdio após as declarações do presidente Gilvan de Pinho Tavares, que ironizou os atletas ao comentar os atrasos de salários do Cruzeiro, afirmou que tentou conversar com o dirigente antes. Segundo ele, como o diálogo não foi possível, a forma encontrada pelos atletas para demonstrar a insatisfação foi através de carta entregue para a imprensa.
“A gente tentou contato com ele e não conseguiu. Por isso, preferimos entregar a carta. O negócio da carta não foi o salário atrasado. Lógico que a gente quer que fique em dia. Ainda bem que já colocaram em dia, todos estão com dinheiro no bolso. Agora é trabalhar forte para estrear bem no Mineiro”, disse.
O zagueiro uruguaio Victorino também confirma que um contato com Gilvan Tavares foi tentado pelo elenco celeste, mas o cartola não atendeu aos pedidos dos jogadores. O defensor deixou claro que o assunto deveria ser tratado internamente, mas que os atletas ficaram sem opções e decidiram divulgar a carta.
“Queríamos falar com o presidente, mas ele não pôde vir falar com a gente. Também esperamos para enviar a carta para imprensa, esperamos muito tempo, até o ponto que não deu mais para aguentar. O tema foi tratado internamente, mas não tivemos resposta do presidente e, assim, o grupo decidiu enviar a carta”, explicou.
Demitido o repórter que chamou o presidente do Cruzeiro de “banana” por não vender Montillo ao Corinthians.
Claro que a demissão não foi por isso, mas toda pisada de bola é negativa na folha de serviços de um profissional, em qualquer profissão.
Obrigado ao leitor Lauro, que nos enviou essa notícia, publicada pelo portal Comunique-se:
“Band demite repórter Luiz Ceará”
Luiz Ceará não trabalha mais para a TV Bandeirantes. O repórter foi demitido pela emissora pela manhã e por isso nem participou hoje do “SP Acontece”, programa apresentado pelo ex-jogador Neto, informa o Comunique-se. A demissão de Ceará teria por objetivo atender a um processo de reformulação do programa iniciado pela Band.
“Não me preocupo com o emprego, porque sei que posso perdê-lo a qualquer momento. a preocupação é com a decência”, escreveu o jornalista em seu perfil no Twitter. Ainda no microblog, Gabriel Saraceni, repórter do jornal Lance!, lamentou a notícia: “sem Ceará, demitido da Band, os treinos da manhã perdem muito em carisma. Boa gente, sempre de bom humor. Que volte logo”, tuitou o colega.
De acordo com o portal, novas demissões devem ocorrer no departamento de Esportes do canal. O jornalista Anderson Cheni revela em seu blog “Cheni no Campo” que a direção de Esportes da emissora está próxima de anunciar a contratação de mais um ex-jogador de futebol.
Ronaldo Giovanelli, ex-Rede TV e antigo companheiro de Neto nos tempos de jogador do Corinthians, é um dos nomes cogitados. Fala-se também no palmeirense Marcos, que acabou de se aposentar. Nenhum desses nomes foi confirmado pela Band”.
A minha desilusão em relação ao Campeonato Mineiro está retratada nessa nota do Fernando Rocha, em sua coluna de hoje no Diário do Aço, de Ipatinga.
A FMF e os clubes da capital não se tocam que precisam rediscutir urgentemente o futebol mineiro, que está regredindo, devido a situações como essa do Democrata de Governador Valadares, que na prática, é a mesma de quase 100% dos clubes do interior.
Um clube como a “Pantera”, que já revelou tantos jogadores, vive há algum tempo na dependência de empresários, monta time para durar três meses, o período do Campeonato, e não consegue motivar a sua torcida porque não tem jogadores identificados com a cidade e região.
O Democrata-GV é o retrato do interior mineiro e ele só tem como sobreviver dessa forma.
É isso, ou fechar as portas!
O que é péssimo para Atlético, Cruzeiro e América, que tinham os clubes do interior como grande fonte reveladora de talentos.
Veja a nota do Fernando Rocha:
“No ano passado o Democrata/GV firmou uma parceria com o Botafogo/RJ e quase foi rebaixado. Jogadores e comissão técnica com salários pagos pelo clube carioca chegaram a Valadares e se achavam os reis da cocada preta e o resultado foi um retumbante fracasso, que só não se transformou em um desastre maior com o rebaixamento devido ao trabalho do veterano-técnico, José Maria Pena, acostumado a salvar times da degola. Este ano, a diretoria da Pantera optou por nova parceria desta vez com o Vasco da Gama e de cara o time foi derrotado em casa pelo América/BH. Sei não, mas se não ganhar do Boa Esporte domingo em Varginha… melhor é trazer de volta logo o velho, eficiente e sortudo Zé Maria, antes que outro desesperado chegue na frente.”
* Se os grandes clubes, que têm fontes para aliviarem as suas finanças, estão em dificuldades, imaginem os pequenos. O Bonsucesso, que voltou este ano à primeira divisão do Campeonato Carioca deu calote no Hotel Bragança, da nossa Caxambu, onde fez pré-temporada e a ocorrência policial foi registrada. Está devendo os salários de dezembro e 13º.
Jogada
O que mais impressiona é que alguns dirigentes não estão nem aí e continuam gastando fortunas. De olho nas eleições municipais de outubro e em sua candidatura à reeleição para vereadora no Rio, a presidente Patricia Amorin finge que as dívidas do Flamengo não são com ela e repatria Wagner Love.
Aumenta o problema, mas lhe garante milhares de votos da apaixonada torcida.
* Essas e outras notas estarão em minha coluna de amanhã no jornal O Tempo, nas bancas!
No momento em que se exalta a força econômica do futebol brasileiro, que pouco perdeu atletas para fora, escancara-se o rombo interno.
Cruzeiro e Vasco atrasam salários e revoltam seus jogadores. E Flamengo e Bahia também não cumprem questões trabalhistas.
No Vasco, os jogadores não receberam vencimentos de dezembro nem o 13º. O valor devido chega a R$ 6 milhões.
Em protesto, o time não vai se concentrar para encarar o Bangu, hoje, pelo Estadual.
A diretoria alega que perdeu acordo com o BMG e não recebeu da Eletrobrás -dia 14, esperava receber R$ 8 milhões, metade do patrocínio.
Por ser estatal, a Eletrobrás exige Certidão Negativa de Débitos, que o Vasco não possui por ainda ter dívida tributária. “Em 2011, demos como garantia bens do clube. Mas agora o juiz que analisa o caso não aceitou”, diz o vice de finanças, Nelson Rocha. O Cruzeiro, que atrasou salários de dezembro, explica-se com a queda de bilheteria. O clube diz que não jogar no Mineirão causou prejuízo superior a R$ 28 milhões. E, dos 20 mil sócios-torcedores, só 2.000 continuaram.
Os jogadores escreveram carta aberta em protesto contra o presidente Gilvan de Pinho Tavares que, ironicamente, disse que os atletas ganham “uma miséria”.
O Flamengo também deve a atletas. O time tentou adiantar receita de direitos de TV com bancos, mas a operação não deu certo. O Bahia não pagou dezembro e 13º.
Acabo de receber release da Jaqueline Oliveira Silva informando que o Marco Falcone, da Falke Bier, vai ministrar Curso de Cervejas Especiais e Cultura Cervejeira, no próximo dia 13.
Ótima oportunidade para quem curte o assunto e quer ingressar no ramo de cervejeiros caseiros ou artesanais.
Conteúdo
1. História da Cerveja
2. Geografia da Cerveja no Mundo
3. Ingredientes na Produção
4. O Processo de Produção
5. As 3 grandes famílias de cervejas
6. Noções de degustação e análise sensorial
7. Movimentos cervejeiros no Brasil de no mundo
8. Filosofia e cerveja
9. Arte e cerveja
10. Saúde e cerveja
11. Onde encontrar, bibliografia e principais links
Serão degustadas durante o curso 6 estilos de cervejas das principais escolas, harmonizadas com queijos especiais.
Degustação vertical dos rótulos Falke Bier.
Informações
Data: 13/02/2012, de 18 às 23 horas
Carga horária: 4 horas
Investimento: R$210,00
Local: Rima dos Sabores – Rua Esmeraldas, 522 – Prado
Todos os custos inclusos, inclusive diploma e apostila.
Depósito Bancário
Inscrições até dia 10/02/12 – 190,00
Preço especial para casal: R$380,00
Vagas Limitadas
Sobre o professor Marco Falcone:
sócio e cervejeiro da Falke Bier, diplomado Sommelier de Cervejas pela Doemens Akademie de Munique – Alemanha, e SENAC/SP.
Diretor do Sindbebidas/FIEMG e Presidente do Conselho Administrativo da Associação de Cervejeiros de Minas Gerais – ACERVA/MG e membro e fundador do NEC – Núcleo de Estudos da Cerveja.
Aqui algumas imagens feitas por mim em uma das últimas visitas que fiz à fábrica da Falke, junto com o Vitor Braga, ex-goleiro do Cruzeiro, um dos grandes marchands do país e produtor de uma das nossas melhores cachaças, a Vitorina, fabricada na cidade de Fortuna de Minas. Também presente, o Luciano Macaco Freitas Ribeiro, músico e empresário setelagoano, dono da Protechama, do ramo de prevenção a incêndios.
Na fábrica, Vitor, Marco Antônio e Luciano em frente a uma plantação demonstrativa de cevada.
Dentro da fábrica, ao fundo, coleção de “bolachas” de marcas de cerveja do mundo inteiro, que os próprios donos da Falke trazem de suas viagens ou são presenteados por amigos. Os irmãos do Marco, Ronaldo e Juliana são os demais sócios da cervejaria.
Nas paredes, premiações e publicações de jornais e revistas sobre a Falke e algumas fotos interessantes…
… como a do então governador Aécio Neves, numa premiação à Falke, no Restaurante Bené da Flauta, em Ouro Preto, aliás, um lugar espetacular…
… e para a minha honra, eu, com boné e camisa da Falke, entre Fernanda Torres e Maitê Proença, durante a Copa da Alemanha em 2006, no estádio do Borússia Dortmund.
Degustando umas, porque ninguém é de ferro, Luciano, Vitor Braga, seu Júlio Falcone e o filho Marco, que foi meu colega nos bons tempos do Colégio Roma, da Rua Gonçalves Dias, em “fins do Século XVIII”.
BH terá participação importante neste teste para 2014.
Notícia do portal Terra:
* ”A 500 dias da C. Confederações, Fifa lança logo com ave-símbolo do Brasil”
O Brasil está a 500 dias de ter o seu primeiro grande teste prático para a realização da Copa do Mundo de 2014. A data, comemorada nesta quarta-feira, foi lembrada no site oficial da entidade que controla o futebol com um texto e o lançamento oficial do logotipo para a Copa das Confederações, que terá seu pontapé incial em 15 de junho de 2013, em Brasília: um sabiá-laranjeira, ave-símbolo do Brasil, estampa o emblema.
O logo havia sido vazado em setembro de 2011, mas ainda com as cores em preto e branco. A marca ganhou a predominância da ave com a cor verde, mas com sua barriga em tom alaranjado – uma das características da ave, eleita como símbolo do País por meio de decreto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, assinado em outubro de 2002.
Com cinco de seus oito participantes definidos – Espanha (campeã mundial), Mexíco (campeão da Concacaf), Uruguai (campeão da Copa América), Japão (Campeão da Copa da Ásia) e Brasil (país-sede) -, o ex-jogador e membro do Conselho de Administração do Comitê Olímpico Local (COL), Ronaldo Nazário, projeta a competição mais forte dentre as oito edições da competição disputada desde 1992.
“Acho que teremos aqui no Brasil o grupo de seleções mais forte desde a criação do torneio”, avaliou Ronaldo ao site da Fifa, que exalta a oportunidade do grande teste antes do Mundial de 2014. “Será uma grande oportunidade para os torcedores brasileiros assistirem a um futebol de alto nível nos novos estádios e mostrarem ao mundo um pouco da nossa hospitalidade”, explica.
Para completar os três participantes que representarão as seis confederações continentais filiadas à Fifa, ainda falta a definição do campeão da Eurocopa, da Copa Africana de Nações e da Copa das Nações da Oceania, todas realizadas ainda em 2012.
Campeão do torneio em 2005, o meio-campista Ronaldinho, do Flamengo, garante estar motivado para poder disputar a competição novamente, já que foi lembrado pelo técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, em diversos amistosos da equipe em 2011.
“Esta próxima edição terá um gosto especial por ser no Brasil. Estou muito motivado por isso e espero disputar essa competição em 2013″, afirmou o flamenguista.
Quanto aos locais das partidas, nenhuma grande novidade foi anunciada pela Fifa. Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza são as sedes já definidas, enquanto Recife e Salvador continuam sujeitas à aprovação final, que depende do andamento das obras nos respectivos estádios da cidades nordestinas, além de elementos em sua infraestrutura.
A divulgação da tabela de jogos das Copas das Confederações e o anúncio oficial das sedes finais serão feitos em junho. As oito equipes serão divididas em dois grupos durante o sorteio, que será realizado em São Paulo no dia 1º de dezembro de 2012.