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Cruzeiro e demais clubes brasileiros precisam treinar mais cobranças de pênaltis

cruUma vergonha a quantidade de pênaltis desperdiçados pelos jogadores brasileiros, o que mostra que eles não treinam e não se preparam devidamente para estes aspecto tão importante no futebol. Neste Cruzeiro x Londrina isso ficou mais uma vez evidenciado. Três cobranças desperdiçadas pelo Cruzeiro e duas pelo Londrina. Situação absurda e inaceitável.  Um pênalti muda a história de jogos e de competições. Importante demais para não ser treinado diariamente, até à exaustão.

O Cruzeiro tinha o jogo e a classificação nas mãos, mas tirou o pé do acelerador antes da hora e permitiu o empate do time paranaense. Eliminação que teve um jogador escolhido pela imprensa e torcida como culpado: Alex.

Até o João Chiabi Duarte jogou a tolha para ele ao escrever: ““Eu não tenho vergonha de admitir que falei bem do Alex,  após vê-lo em ação pelo Botafogo de Ribeirão Preto na Taça SP de Juniores e fiquei feliz do Cruzeiro ter lhe contratado. Na base do Cruzeiro foi bem, sem ser brilhante, mas, pelo menos mantinha a capacidade de ler bem as jogadas e de decidir. Mas, no time principal do Cruzeiro,  jamais justificou a contratação,  foi mal, pareceu desinteressado,  sem concentração,  perdeu a capacidade de decidir e mesmo mostrando futebol nos treinos,  não fez nos jogos nada que justificasse toda a esperança nele depositada. Dificilmente ficará no clube em 2018. Sorte que na base temos o Thony Anderson que vem babando e pedindo passagem. Alex me decepcionou. Infelizmente”.


Primeira Liga funciona como treino de luxo e vencedor leva R$ 3 milhões

CAM

Estes jogos pela Primeira Liga tiveram a serventia de treinos de luxo e o Thiago Nogueira‏ do jornal O Tempo lembrou bem: “O campeão da @PrimeiraLiga vai embolsar algo em torno de R$ 3 milhões, sem contar a cota de televisão, que foi de R$ 1,5 milhão pros grandes”.

Na vitória do Atlético sobre o Paraná, além do belo gol do Elias, valeu também para reforçar que Luan está bem melhor fisicamente do que se imaginava. Novamente atuou em alto rendimento sem sentir nenhum problema. Valdívia vai se firmando e ganhando confiança. Fred e Rafael Moura continuam sem marcar.

A final contra o Londrina será em outubro, no Estádio do Café. Que o Galo não tire as sandálias da humildade dos pés e não se esqueça que grande parte da imprensa mineira dava como certa a final entre Cruzeiro e Atlético.


De goleiro do América de Paraopeba a nome do jornalismo da Itatiaia e do Brasil

SAMUTIME

Goleiro no time da Escolinha do América de Paraopeba. Mas ele se orgulha mesmo é de dizer que é de Araçaí, vizinha de Paraopeba, também integrante da “Grande Sete Lagoas”. Samuel Venâncio, grande repórter de uma das maiores emissoras de rádio do país. E acima de tudo uma figura humana sensacional. Vale a pena ler esta entrevista feita com ele pelo Renato Alexandre, para o jornal SETE DIAS:

* “Foi uma chance que agarrei com unhas e dentes pra nunca mais soltar”

Por Renato Alexandre

Samuel Venâncio não esconde o orgulho de ter sido criado em Araçaí. Natural de BH, ele foi com a família para a cidade quanto criança e lá viveu até os 18 anos. Depois de tentativas frustradas de ser jogador de futebol decidiu apostar nos estudos para ficar mais próximo do mundo da bola. A aposta deu muito certo. Formado em jornalismo começou na Rádio Itatiaia como estagiário e depois de “testar a paciência de muita gente na emissora” conseguiu um lugar ao sol. Samuel Venâncio é um dos repórteres mais atuantes da Itatiaia atualmente e como setorista do Cruzeiro vive o clube 24 horas por dia. 

SAMUITATIAIA

Quais suas principais lembranças, de maneira geral, de Araçaí?

Samuel Venâncio – As melhores. Era o tempo em que não me preocupava com nada. Aliás, me preocupava com uma coisa: sair sempre com a Turma dos Panelas. Jogava bola descalço no asfalto, fazia farra com os amigos praticamente sete dias por semana, participava de grupo de jovens na igreja e assim foi passando o tempo durante meus 18 anos em Araçaí. Fiz grandes amigos que tenho até hoje. Alguns são como irmãos, cito os gêmeos Arlon e Armando com quem mantenho contato sempre.

 

De alguma forma, Sete Lagoas fez parte de sua fase de criança e adolescência?

Samuel Venâncio – Claro que fez. Em Sete Lagoas dei alguns passos tentando ser jogador de futebol. Era goleiro no Paraíso de Araçaí e fui chamado pelo Serginho e pelo Sr. Tote pra jogar o Campeonato Mineiro Júnior pelo América. Éramos eu e o Thiago de Araçaí no time. Nos treinos até fui titular, mas no jogo de estreia outro goleiro foi contratado e acabei perdendo a posição. Até hoje brinco com o Serginho e com o Tote que eles encerraram a minha carreira (risos). Depois disso o Imbé me levou pro Ideal, fiz alguns jogos e como vi que não ia dar em nada na bola era a hora de estudar, né? (risos). E ainda voltei em Sete Lagoas depois pra jogar uma Copa Eldorado pelo Nova Geração. Na época acho que chegamos as quartas de final. Bons tempos. Se não me engano o ano era 2004.

 

Como surgiu o interesse em trabalhar em comunicação?

Samuel Venâncio – Eu sempre gostei de rádio. Minha infância toda foi ouvindo os jogos na Rádio Itatiaia. E a gente que ama futebol tem dois sonhos: o primeiro de ser jogador (não deu). O segundo estava mais fácil: trabalhar com o futebol de alguma forma e vi essa chance no Jornalismo Esportivo.

 

Como foi o início de sua carreira profissional?

Samuel Venâncio – Eu comecei aos 21 anos como estagiário na própria Rádio Itatiaia. E aí fazia de tudo – produção, algumas reportagens e por aí vai. Até começar o meu estágio, testei a paciência de muita gente. Do Júnior Brasil, que era coordenador na época, do João Vitor Xavier porque toda sexta pedia pra acompanhar o programa no estúdio até o dia que surgiu a oportunidade.

 

Você já trabalhou em TV e agora é um dos repórteres de destaque da Itatiaia. Porque decidiu escolher o rádio?

Samuel Venâncio – Sempre me vi trabalhando no rádio. Sempre sonhei trabalhar na Itatiaia e tive esse privilégio até bem antes do que eu sonhava. Quando tive a chance de trabalhar na Alterosa vi como uma oportunidade de crescimento, mas no fundo eu sabia que um dia voltaria pra casa. Sou grato demais também à TV Alterosa por ter me proporcionado tanta coisa no jornalismo. Quando os times mineiros brilharam nas temporadas 2013 e 2014 fui, praticamente, em todos os jogos. Viajava toda semana com os clubes. Mas quando recebi o convite da Úrsula Nogueira, hoje nossa Diretora de Esportes, não pensei duas vezes. Voltei pra fazer o que eu fazia anteriormente, mas com a mesma vontade de sempre. E seis meses depois veio a chance que eu sempre sonhei, mas jamais imaginava alcançar assim. Me tornei setorista do Cruzeiro. Agradeço demais à Úrsula Nogueira, ao Emanuel Carneiro pela oportunidade na emissora. Foi uma chance que agarrei com unhas e dentes pra nunca mais soltar.

 

Existe alguma referência, um nome que você considera um ídolo em sua profissão?

Samuel Venâncio – Hoje como setorista me inspiro no que foi o saudoso Carlos César Pinguim. Não tive a oportunidade de trabalhar com ele, mas o que ouço sempre e o que ouvia durante a infância em Araçaí são as melhores referências que um setorista do Cruzeiro pode ter. Ele foi e sempre será inigualável!

 

Ser setorista do Cruzeiro, um dos clubes de maior torcida no Brasil, exige muita aplicação principalmente na busca pelo furo de reportagem. Como você convive com este tipo de pressão?

Samuel Venâncio – Hoje eu vivo o Cruzeiro 24 horas por dia. Claro que existe a pressão, mas mais do que isso eu me preocupo primeiramente em informar com credibilidade. Apurar bem uma notícia é a primeira coisa que busco. A gente mexe com a paixão de milhões e não dá pra jogar qualquer informação no ar sem ter certeza. Dou um pouco de sorte, ou seria competência, porque consigo apurar algumas coisas em primeira mão. E isso claro que faz uma diferença no meu dia a dia.

SAMUCAMELO

Em Marrakesh durante o Mundial de Clubes de 2013 pela TV Alterosa

Durante sua carreira no rádio qual notícia você considera a de maior repercussão e que, obviamente, marcou a sua vida?

Samuel Venâncio – Sinceramente não me recordo de algo assim marcante. Foram várias as situações. Uma que teve foi com a primeira vinda do técnico Mano Menezes. Eu liguei pro Mano antes mesmo da diretoria do Cruzeiro. E na primeira fala dele: “como você conseguiu meu telefone?”. Claro que um jornalista não ia falar como, né? (risos). E depois desse contato, veio a proposta do Cruzeiro. Tentei ligar novamente e o Mano Menezes enviou apenas uma mensagem: “Samuel, a partir de agora existe uma negociação com o Cruzeiro. Não podemos nos falar mais”. Ali a informação caiu no meu colo em primeira mão.

 

Sua conta no Twitter é muito movimentada e sempre traz informações em primeira mão. Como você avalia este poder das redes sociais na comunicação atualmente?

Samuel Venâncio – Quem não se adaptar a este poder das redes sociais vai ficar pra trás. Eu fico até impressionado com a força do twitter. E acaba que ali faço amizades. Gosto muito do twitter e sempre que posso tento responder a todos.

 

Trabalhar na maior rádio de Minas com futebol, uma paixão dos mineiros, provoca algum contratempo, tipo perseguição ou críticas de torcedores?

Samuel Venâncio – Até que não tenho esse problema. Acho que no geral o pessoal gosta do meu trabalho. Claro que tem hora que aparece algo nas redes sociais, mas faz parte.

 

Como você mata a saudade dos amigos e familiares que estão em Araçaí?

Samuel Venâncio – Como setorista, acaba faltando tempo. Mas sempre que posso vou a Araçaí até porque meu pai mora lá. Participo de grupos de whatsapp da cidade pra me manter informado e assim a vida segue. Claro que queria ir lá com mais frequência. Araçaí é minha vida e sempre que dá gosto de exaltar isso na Rádio Itatiaia.

SAMUFAMILIA

Junto com a família: Flávio, Nathan (sobrinho), João Venâncio, Giovanni e Samuel

Quem é Samuel Venâncio:

Nasceu em Belo Horizonte, mas desde criança morou em Araçaí onde vivia grande parte de sua família. É filho de João Venâncio e de Ângela (falecida em 1992), irmão de Flávio e Giovanni.  Tem 32 anos. Fez o Ensino Fundamental na Escola Maria da Conceição Silva, em Araçaí, e o Ensino Médio no CNEC de Caetanópolis. Jornalista formado pela Universidade Salgado de Oliveira de BH. Começou seu estágio na Rádio Itatiaia aos 21 de idade e, após uma passagem pela TV Alterosa, retornou a emissora de maior audiência de Minas Gerais na equipe de ponta. Atualmente é o setorista que cobre a rotina diária do Cruzeiro. É casado com a também jornalista Bárbara Vasconcelos. SAMUTURMA

 

Escola Maria da Conceição Silva em Araçaí

Acesse e conheça o jornal SETE DIAS: www.setedias.com.br


No país da impunidade cartola faz o que quer e o futebol com os outros esportes vão se afundando

ARENAGREMIO

Manchete do UOL:

* “Com ingressos de até R$ 800, seleção vê arquibancadas vazias contra Equador”

Comentário do jornalista Victor Martins‏: “@victmartins Não pago nem R$ 160 (o mais barato)”.

***

É claro que o Victor está certo. A cartolagem perdeu a noção. Esses sujeitos vivem em outro mundo, a começar pelo presidente da CBF, todo enrolado com a polícia e a justiça internacionais. Não pode sair do país, mas continua no poder, intocável. E não é só no futebol que estes manda-chuvas deitam rolam, enchem os próprios bolsos enquanto a modalidade definha. Basquete, natação, tênis, vôlei, atletismo, COB, federações estaduais, confederações, todos enfrentam investigações e processos que nunca dão alguma  coisa para os dirigentes, enquanto nas quadras, campos e pistas regredimos.

O basquete, por exemplo, não conseguiu se classificar para o Pan-Americano do ano que vem em Lima.


Sassá entrou para espantar o sono e garantir a freguesia do Grêmio diante do Cruzeiro

CRUGRE

O jogo estava morno, mais pra sono do que pra emoções, até que Mano Menezes resolveu dar uma sacudida no time, colocando o Sassá, aos 25 do segundo tempo, no lugar do Lucas Silva. A partir daí ganhou cara de partida oficial e o jovem time do Grêmio, que nem teve o técnico Renato Gaúcho em Belo Horizonte, passou a sentir o peso do Cruzeiro.

Mas, bem antes disso, aos 16 minutos, o treindor cruzeirense arrumou um bate boca com o bandeirinha e conseguiu a proeza de ser expulso desse jogo!

Bola que segue e pela direita, Sassá bagunçou a defesa gaúcha e participou diretamente dos gols que garantiram o Cruzeiro em mais uma semifinal. Quando tudo parecia que teríamos mais uma decisão por pênaltis, Raniel aproveitou confusão na área, provocada por chute cruzado do Sassá e abriu o marcador, aos 43 minutos. Era de se imaginar que os dois times apenas aguardariam o apito final do árbitro, mas Sassá queria mais e em outro chute cruzado, encontrou Arrascaeta na pequena área, que tocou para fazer 2 a 0.

Agora vai enfrentar o Londrina, que eliminou o Fluminense, domingo, em Londrina.


Com um chute de longe e grandes defesas do Giovanni, Galo bate Inter e chega à semifinal da Primeira Liga

CLAYTON

O público pagante até que não foi ruim: 11.174, um dos melhores dessa Primeira Liga. E foi um jogo bom de se ver, mesmo com todo o sufoco que o Galo tomou. Um gol achado aos 39 do primeiro tempo, através de chute do Clayton, de longe, e grande atuação da defesa, principalmente do Giovanni, que fez defesas memoráveis. No futebol brasileiro chuta-se muito pouco de longe, mas a maioria dos times e jogadores que faz isso se dá bem. A bola acaba desviando em alguém ou encontra o goleiro mal colocado e saem gols como o desta noite. Um desvio tirou qualquer chance do Marcelo Lomba defender. Méritos do Clayton que não mostrou nada diferente do futebol que sempre jogou no Galo. Não é nada, não é nada, já garantiu uma vitória em seu retorno ao clube.

Fred e Robinho entraram em campo, mas destaques mesmo foram a defesa, com Marcos Rocha, Rafael e Bremer, além do Giovanni, que mereceu os prêmios de melhor em campo que recebeu, e o Valdívia. E sábado volta a jogar, em Belo Horizonte, pela semifinal, contra o Paraná, que eliminou o Flamengo, nos pênaltis.


América sugere ao Barcelona que sucessor de Neymar tome aulas de embaixadinhas com o massagista Joãozinho

JOAOZINHO

O Coelhão imitou o xará de Teófilo Otoni, que usa com muita criatividade o seu twitter para brincar com situações e personagens famosos do futebol.  O canal Fox Sports deu destaque à twittada envolvendo o novo contratado do Barça:

* “América-MG provoca Dembélé e Barcelona com vídeo do massagista das embaixadas”

Pela conta oficial do Twitter, time tirou sarro da apresentação do substituto de Neymar, que não mandou muito bem no controle de bola. Joãozinho, massagista do Coelhão, tirou onda com a redonda

Contratado para assumir a vaga deixada por Neymar, Ousmane Dembélé chegou com muita expectativa ao Barcelona. Só que a apresentação do atleta foi marcada por um erro de embaixadinhas, causando uma perseguição ao jogador nas redes sociais. E o América-MG tirou sarro nas redes sociais.

Pelo Twitter, o Coelho publicou um vídeo do Joãozinho, o massagista da equipe, fazendo embaixadinhas. E o profissional do clube mandou bem. Com isso, a publicação teve uma leve cutucada: “Aí, Barcelona! Avisa pro Dembélé que se ele quiser aula de embaixadinha é só chamar o Joãozinho, massagista do Coelhão”. Veja abaixo:

DEMBELE

América MG  ✔@americamg

* “Aí, @FCBarcelona! Avisa pro Dembélé que se ele quiser aula de embaixadinha é só chamar o Joãozinho, massagista do Coelhão.”

https://www.foxsports.com.br/news/320342-americamg-provoca-dembele-e-barcelona-com-video-do-massagista-das-embaixadas


“Só tem um jeito de fazer os jogos da Copa da Primeira Liga ficarem bons: quem perder se classifica”

LIGA

A frase é tão verdadeira quanto ótima, de autoria do Vinicius Grissi‏, ex-Rádio Globo/CBNa, atualmente na Transamérica 88,7 MHZ, que montou muito boa equipe de esportes, está fazendo belas transmissões dos jogos do Brasileiro e tem programas diários da melhor qualidade, como o “Transamérica Esportes”, de segunda a sexta-feira, das 17 às 18 horas.

Na frase o Vinícius se refere à inutilidade dessa competição que tinha tudo para ser ótima em todos os aspectos, mas que foi boicotada e esvaziada pela CBF que jogou uns clubes contra os outros, fazendo favores aqui e ali, para evitar que se unissem e criassem a tão almejada Liga dos clubes do futebol brasileiro. Usados feito uns tolos, os cartolas mataram o que poderia ser uma nova galinha de ovos de ouro. Hoje a competição é ridicularizada com frases tipo, “Primeira Liga, a Copa que ninguém liga…” e outras. Acabou se tornando mais um estorvo na vida dos clubes, com mais jogos a cumprir no calendário maluco do nosso futebol. Voltando ao Grissi, além da Rádio Transamérica e do twitter @ViniciusGrissi, ele pode ser encontrado no site www.cerrada.com.br de autoria dele.


Da Copa Itatiaia para o mundo: Bruno Henrique, o artilheiro do Santos, que foi descoberto por olheiros do Cruzeiro

BRUNO

Foto Gazetapress

O Santos não fazia gols há três jogos pelo Brasileiro e foi o atacante Bruno Henrique, quem resolveu o problema, realizando um sonho, revelado depois do 1 a 1 com o Cruzeiro no Mineirão.

A história desse moço é muito parecida com a de milhares de jovens que sonham se tornar jogador e futebol, mas que esbarram em todo tipo de dificuldade. Na edição de ontem a Folha de S. Paulo contou um pouco da trajetória desse belorizontino, que chegou a desistir de chegar ao futebol profissional:

“… Bruno diz ter desistido do sonho de ser profissional. Até 2011, trabalhava em uma escola, como telefonista, além de realizar serviços de banco.

A participação em um conhecido torneio de várzea de Belo Horizonte, a Copa Itatiaia, mudou essa história. Destaque da competição, chamou a atenção de olheiros do Cruzeiro, aos 21 anos, com três gols na final pelo
Inconfidência, time de seu bairro.

Iniciou a carreira, mas não teve chances pela equipe mineira, a qual voltou a enfrentar neste domingo, pela 22ª rodada do Brasileiro.

O atacante se encontrou quando foi emprestado ao Uberlândia em 2012. Dois anos depois, uma boa passagem pelo Itumbiara-GO o levou ao Goiás, pelo qual, em 2015, fez boa temporada.

Aí veio a repentina transferência para a Europa, contratado pelo Wolfsburg, da Alemanha. Sua trajetória de ascensão foi interrompida na Alemanha. Para quem surgiu tardiamente no futebol, ser pouco utilizado não estava nos planos. “Não queria perder tempo ou ficar esquecido. Via os meus momentos no Goiás e isso me fez voltar ao Brasil.”

“Hoje tem jogador que joga a base, chega ao profissional e não tem sucesso. Tenho amigos que tiveram destaque e nem jogadores são mais. Quando é para acontecer, acontece”.

O Santos gastou cerca de R$ 15 milhões para repatriá-lo. É o artilheiro do time no ano, com 14 gols, e segundo em assistências. “Em oito meses, ter produzido isso é surpresa até para mim”, disse.

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2017/08/1913393-santista-bruno-henrique-volta-a-belo-horizonte-em-rota-improvavel.shtml


Sette Camara poderá fazer milhões de brasileiros voltar a se amarrar na Fórmula 1

SETTE

Sette Camara (Photo: Xavi Bonilla / Grande Premio)

Desde que o Brasil deixou de ter pilotos competitivos no topo da Fórmula 1 parei de acompanhar com a atenção de antes a modalidade. Eu e milhões país afora. De repente está chegando a hora de voltar e justamente com um mineiro: o Serginho, filho do diretor do Atlético, advogado Sérgio Sette Câmara. Um amigo que curte tudo da alta velocidade disse que ele é bom demais, acima da média, e essa vitória de ontem, na Bélgica, é um exemplo disso, já que o carro dele não é lá essas coisas e exige tudo de um piloto para um pódio como este. Já já ele estará ocupando seu espaço na Fórmula 1.
Mais detalhes na  Motorsport:

* “Piloto mineiro sai de terceiro para a ponta na largada e administra vantagem para ganhar corrida 2 na Bélgica”

Três anos depois da última vitória do brasiliense Felipe Nasr na GP2, o Brasil voltou ao degrau mais alto do pódio neste domingo (27) em Spa-Francorchamps na rebatizada Fórmula 2. O mineiro Sergio Sette Câmara conquistou sua primeira vitória na categoria com uma competente atuação na corrida 2 da rodada da Bélgica. (mais…)


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