Blog do Chico Maia

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Lembra do Jussiê, ex-atacante do Cruzeiro? Agora é importador de vinhos franceses

Entre tantos casos de ex-jogadores que se deram mal depois que pararam de jogar, está aí um belo exemplo de sucesso. Capixaba de Nova Venécia, quando sentiu que estava na hora de parar, planejou o “pós-bola” e resolveu continuar morando na França, onde se tornou ídolo no Bordeaux. Chegou esboçar uma volta ao Brasil em 2016, acertando com o Atlético-PR. Mas, manjou a barra nestas terras tupiniquins, entrou em acordo com os paranaenses e deu meia volta.  Voltou prá lá!

Informações da coluna da Marluci Martins, no O Globo: * Jussiê: ex-jogador vive em Bordeaux e agora se dedica a vinhos

Aos 21 anos, o capixaba Jussiê deixou o Cruzeiro para tentar a sorte no futebol francês. O Lens foi sua primeira experiência, e o Bordeaux, a casa definitiva, onde o meia jogou por nove anos até decidir pendurar as chuteiras, em 2016. Lá, ele descobriu uma paixão por vinhos que, há dois meses, se transformou em novo business: a Juss Millésimes, importadora com rótulos exclusivos da Borgonha e preços entre R$ 80 eR$ 1,5 mil por garrafa. “Hoje, eu e amigos nos reunimos mais para tomar vinhos do que para assistir a jogos de futebol”, admite o ex-jogador, de 34 anos, que mora em Bordeaux e é um dos destaques da edição de maio da revista “GQ”. 

Jussiê nos tempos de jogador do Bordeaux


Comemoração de derrotas é quando vaca não conhece bezerro e bezerro não reconhece vaca

Quando via coisas estranhas demais acontecendo no curral eleitoral dele um antigo político da minha cidade costumava dizer que “vaca não está conhecendo bezerro e bezerro não está reconhecendo vaca…”.

Estou com esta sensação depois de ver o Atlético desvalorizando a Copa Sul-Americana ontem e colegas da imprensa e alguns jogadores do América comemorando derrota “só de 2 a 1” para o Palmeiras, no Independência. Inclusive  o veterano Leandro Donizete, saiu dizendo em entrevista ao Thiago Reis algo como “aqui prevalece o América…”. Quem ligou o rádio naquele momento teve certeza que o Coelho venceu o time paulista.

Pode parecer simplista, mas a derrota americana foi apenas a consequência de um time de um monte de talentos individuais contra um comum. Quando estava 0 a 0 o Coelho desperdiçou duas oportunidades e o Palmeiras duas. Aí o time paulista aproveitou duas chances e esboçou uma acomodação. O América partiu pra cima, diminuiu o marcador e desperdiçou mais duas oportunidades. Enquanto isso o lateral Norberto e o zagueiro Rafael Lima estavam doidos para tomar mais gols. Perdidos em campo.

A diferença de poder financeiro para investir é isso aí. O mais forte tem jogadores que erram menos e acertam mais. O pobre ou remediado, o contrário.

Xingam Rafael Moura e Luan, por exemplo, que desperdiçam chances absurdas. Mas o dinheiro que o América tem dá para contratar jogadores assim. E de vez em quando eles dão resultados.

Não adianta reclamar do Enderson Moreira, pois ele tira água de pedra. Ruim com ele, muito pior sem ele. Acredito que o América tem time para permanecer na Série A, mas se repetir a velha ciranda dos clubes brasileiros de ficar trocando de treinador, correrá riscos. É preciso reconhecer as limitações de elenco em função da capacidade de investimento.

As zebras ocorrem cada vez menos no futebol, mas ainda existem. Só uma delas, das grandes, poderá levar o Coelho a uma classificação à próxima fase da Copa do Brasil.

O HENRIQUE ANDRÉ‏, do Hoje em Dia twittou uma verdade sobre o capitão americano, que me fez lembrar da situação do Leonardo Silva no Atlético: @ohenriqueandre: “Rafael Lima na corrida com Keno é sacanagem. Segundo gol do Palmeiras, segundo devido à lentidão do capitão do Coelho. Joga muito, mas não dá conta de acompanhar esse ataque.”


Correria atleticana contra precaução argentina e empate que garante San Lorenzo na Sul-Americana

Foto Bruno Cantini -www.atletico.com.br

Muita vontade do time reserva do Atlético contra o San Lorenzo e um pênalti não marcado pelo árbitro chileno. Erik cruzou e o zagueiro Coloccini cortou com a mão. O time argentino não se arriscou e garantiu o 0 a 0 que lhe dava a classificação para a próxima fase da Copa Sul-Americana.

Victor, que em princípio estava fora da lista, foi requisitado para o jogo e atuou o tempo todo. Além dele, Samuel Xavier (Marquinhos), Bremer, Maidana e Lucas Cândido; Yago, Elias (Gustavo Blanco) e Tomás Andrade (Bruno Roberto); Erik, Alerrandro e Otero.

Eliminado da competição, volta a se dedicar ao Brasileiro. Domingo enfrenta o Atlético-PR em Curitiba.


Bom momento do Cruzeiro ajudou para que Edilson se saísse bem do descuido no “Bola nas Costas”

Nestes tempos de informação em tempo real nas redes sociais, em que o mundo está cada vez mais conectado, todo cuidado é pouco com qualquer coisa que se fala, se mostra ou se escreve. Uma simples e despretensiosa entrevista do lateral Edilson a uma emissora gaúcha, em que ele falou da saudade que tem do Grêmio, repercutiu imediatamente entre os cruzeirenses. Mas ele foi ágil e se explicou a tempo, além de contar com o bom momento vivido pelo time. Quando as vitórias estão em dia toda onda não ultrapassa a condição de “marola”.

A informação foi destaque no portal da Itatiaia, ontem:

* “Edilson se defende após dizer que planeja voltar ao Grêmio; declaração revoltou cruzeirenses”

Mesmo sem entrar em campo desde a goleada do Cruzeiro sobre a Universidad de Chile, no dia 26 de abril, pela Copa Libertadores, quando sofreu um trauma no tornozelo direito, o lateral-direito Edilson se tornou um dos principais assuntos nas redes sociais nesta segunda-feira. Com o elenco celeste de folga até quarta, o jogador viajou para Porto Alegre. Na capital gaúcha, o camisa 22 deu uma declaração polêmica que desagradou os torcedores da Raposa.

Em entrevista ao programa Bola nas Costas, da Rede Atlântida, Edilson contou o motivo que o fez deixar o Grêmio e se transferir para o Cruzeiro, mas afirmou que deseja voltar ao clube gaúcho ‘o mais rápido possível’.

“Eu tinha 31 anos. Recebi uma proposta muito boa. A maior da minha vida. Acho que é a maior de um lateral aqui no futebol brasileiro. Carinho e gratidão pelo Grêmio vão ser eternos. Eu espero que eu volte o mais rápido possível, sinceramente. Porque, aqui, realmente, é minha casa”, disse. (mais…)


América corrige erro de 2016 e valoriza presença da torcida em 2018

Em 2016 foi uma avalanche de reclamações contra preços altos dos ingressos e nenhuma promoção que valesse a pena para garantir bons públicos nos jogos do time no Independência. Este ano, para cada jogo em casa, um motivo a mais para ir ao estádio. Hoje o presidente Marcus Salum anunciou via twitter @marcus_salum:Nesta quarta, o torcedor terá 100% de desconto no @cabifybrasil para ir ao Independência (limitado a R$ 20). Mais uma ação da diretoria do América para ter o torcedor ao nosso lado. Queremos casa cheia!”


Isto mesmo! O @americamg, em parceria com a @cabifybrasil, esta fornecendo 100% de desconto para quem for ao estádio nesta quarta, assistir ao Coelho contra o @palmeiras pela @copadobrasil.


Time misto do Atlético na decisão da vaga pela Sul-Americana

Imagem: www.galodigital.com.br

Assim como a torcida alvinegra o técnico do San Lorenzo, Claudio Biaggio também ficou surpreso ao ser informado pelos repórteres que o Galo vai com um time misto, quase todo reserva para o jogo dessa noite, 21h45, no Independência. Um risco, calculado, pela diretoria e comissão técnica. Se foi um bom cálculo, só depois do jogo para se saber. O futebol vive apresentando surpresas. Um mundo onde tudo pode acontecer. Situação em que a história pode somar mais uma página de superação do Atlético, mas também um vexame. De repente chegou a oportunidade de um ou mais desses reservas mostrar que tem lugar no time titular, ou, que nunca deveria ter sido contratado, enfim… Como diria o saudoso técnico Oto Glória: se der certo, uma ideia “bestial”. Se der errado, uma ideia de “bestas”.

Penso que pelo menos o Vitor deveria jogar . Famoso pegador de pênaltis, vai que a decisão seja nas penalidades!

O possível time do Thiago Larghi: Cleiton, Samuel Xavier, Bremer, Maidana e Lucas Cândido; Yago, Elias, Otero e Tomás Andrade; Erik e Alerrandro.

O San Lorenzo, completo: Navarro, Diaz, Coloccini, Senesi e Rojas; Gudiño, Piris da Motta, Moyano (Mercier) e Botta; Reniero e Blandi.

Apito para Julio Bascuñan, auxiliado por Carlos Astroza e Christian Schemann, todos do Chile.


Juninho Pernambucano era apenas mais um ex-jogador transformado em comentarista esportivo

Imagem do http://streetlanguage.blogspot.com.br

Em busca da audiência a qualquer custo, esta prática de contratar aposentados da bola foi iniciada pelo saudoso Luciano do Vale nos anos 1980, quando ele criou o “Canal do Esporte”, na Bandeirantes. Na verdade, ele se inspirou no que o Gil Costa fez com o Reinaldo, quando a Rádio Capital estava se instalando em Minas Gerais. Gil mirava o primeiro lugar no Ibope e sua fixação era bater a Itatiaia. Buscou lá o Vilibaldo Alves, que era como o Mário Henrique Caixa nos tempos de hoje; Paulo Roberto Pinto Coelho o “repórter que sabia de tudo”; Marco Antônio Bruck, que na época já era o plantão mais eficiente do nosso rádio e outros profissionais de renome da Inconfidência e Guarani. Mesclou com desconhecidos e novatos, como eu, Kleyton Borges, Garcia Junior e vários outros. A fórmula deu certo. Mas a Itatiaia continuava líder, com folga. Aí o Gil resolveu apelar para a popularidade do Reinaldo, que estava se recuperando de mais uma grave cirurgia no joelho, depois da Copa da Argentina em 1978. Quase um ano parado. O Rei topou ser comentarista da Capital enquanto estivesse no “estaleiro”. Foi um sucesso. Alavancou mais ainda a audiência da rádio, que, entretanto, continuou em segundo lugar. Mas quase chegou lá!

Pouco tempo depois o Luciano do Vale montou a ótima equipe que conquistou o Brasil nas transmissões da Rede Bandeirantes e repetiu a fórmula, contratando ex-atletas de qualquer modalidade e ex-árbitros de futebol. Quanto mais famosos e polêmicos, melhor pra audiência. A Globo viu que estava perdendo espaço e aderiu à formula. E as demais emissoras, jornais e rádios seguiram a onda.

Só que a porteira ficou aberta demais e passou a valer só a fama. Não importava e não importa se o sujeito tem conteúdo ou estatura moral para ocupar um microfone ou um espaço qualquer nas mídias. Há ex-jogadores e ex-árbitros que são ótimos comentaristas, mas, outros que não acrescentam nada. Uns duram muito, outros nem esquentam o lugar.

Juninho Pernambucano durou pouquíssimo. Começou cair em descrédito quando, semanas atrás acusou o Flamengo e a sua torcida de “preconceituosos”. O quê? Flamengo preconceituoso?

Disse ele num comentário: “Falta comando. É a torcida que escala o Vinicius Junior. A torcida tirou o Renê… porque o Vinicius Junior tem que jogar e o Renê é ruim. Mas como o Renê é ruim se chegou no Flamengo? Cada um tem sua característica. O Renê é feio, é nordestino e não é amigo de ninguém. Essa é a realidade. O Brasil é preconceituoso. O brasileiro é preconceituoso. E a torcida da massa é preconceituosa…”.

Agora Juninho generalizou e foi covarde contra os repórteres que cobrem os clubes, com ataques tipo: ““Os setoristas são muito piores hoje em dia”, disse. “Eu sei que eles ganham mal, mas cada um tem o caráter que tem. Se eu sou setorista, o que eu ia fazer? Ia tentar fazer um ótimo trabalho para tentar ir para outra etapa, subir. (…) Entre quem cobre o futebol, a prostituição está muito grande. Isso é muito perigoso…”

“… o cara do UOL escreveu que os jogadores exigiram a troca de ônibus do Flamengo porque quicava. Mentira. Exige a troca porque ninguém quer sair com a bandeira do clube. Você é louco de sair com a bandeira e correr o risco de levar uma pedrada? Aí o cara irresponsavelmente, porque tem relação com o dirigente, setorista, vai e põe uma pilha dessa…”

O SporTV divulgou nota oficial: “O SporTV não concorda com a opinião e nem com a generalização. Há bons e maus profissionais. Temos mais de 30 setoristas trabalhando no grupo Globo e a eles toda a solidariedade”.

Assim como na imprensa, há incontáveis cabeças cozidas e desonestos em todas as atividades profissionais. Que o Juninho vá curtir a vida com a grana que ganhou com o talento que tinha como jogador de futebol.


Dedé, o nome do jogo! Na defesa, no ataque, e gol que mantém o embalo!

Em foto do site do Cruzeiro, Dedé comemora o gol que daria a primeira vitória do Cruzeiro no Brasileiro 2018

O jogo parecia com cara de zero a zero com o Botafogo retrancado e o Cruzeiro preguiçoso. Até que Dedé apareceu mais uma vez na área como “elemento surpresa” e dessa vez acertou a rede pelo lado de dentro. Um prêmio a este ótimo zagueiro que comeu “o pão que o diabo amassou” durante quase dois anos com contusões e recuperações. A tenacidade do Dedé não é muito comum entre jogadores de futebol. Muitos preferem encerrar a carreira e ele mostrou que vale a pena acreditar nos sacrifícios para uma recuperação dessas. Vem jogando muito, quase o mesmo dos tempos de auge no Vasco. E voltando a marcar gols.

Vitória que mantém o embalo das últimas goleadas pela Libertadores e agora melhorando o astral no Brasileiro.


Ao invés da liderança, América se intimida no Rio e o Galo tropeça, de novo, nos erros individuais

Atlético e América tiveram a oportunidade de dormir na liderança do Brasileiro, mas esbarraram em suas próprias fragilidades. Depois de fazer 1 a 0 o Coelho parecia não acreditar que estava vencendo o Vasco em São Januário e tomou uma virada no segundo tempo, com direito a goleada. O time carioca venceu na raça, principalmente dos seus jogadores promovidos da base.

Em foto de Rafael Hott, Rafael Moura se ajeita para abrir o placar, de pênalti, em São Januário

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No Morumbi o Atlético repetiu o enredo do empate com a Chapecoense, de jogar melhor e não ganhar a partida. Com as velhas falhas de jogadores que se revezam nos erros individuais: Patric perde a bola o adversário se aproveita e faz o gol, aproveitando da zaga (comandada por Leonardo Silva) parar, esperando que o árbitro apitasse impedimento. Na final do Mineiro, contra o Cruzeiro, foi Fábio Santos que perdeu a bola no primeiro gol cruzeirense. Contra o Vasco, pelo Brasileiro, foi o ridículo passe de calcanhar do Roger Guedes.


América hoje pode quebrar um tabu e dormir na liderança do Brasileiro

O site da Netvasco lembra que na Copa João Havelange, em 2000, o Vasco fez 4 a 0 no América, do treinador Jair Pereira, que tinha Milagres no gol, mas que “não conseguiu parar a dupla formada por Romário e Euller. O ‘Baixinho’ marcou dois e o ‘Filho do Vento” fez outro. Juninho Pernambucano também deixou sua marca contra o Coelho…”. 

Time por time, não tenho dúvidas de que o América está em melhores condições que o Vasco. Entretanto, a maior dificuldade dos comandados do Enderson Moreira será conter o desespero vascaíno, em crise dentro e fora de campo. Marginais invadiram o gramado e interromperam o treino de ontem. A diretoria cruzmaltina rachou e o único discurso que o técnico Zé Ricardo tem para seus jogadores é o clássico “para espantar qualquer crise, só uma boa vitória…”.

O Antônio Anderson dá detalhes do jogo no portal SuperFC:

* “Coelho desafia o Vasco para dormir como líder”

Alviverde quer se aproveitar do momento ruim do adversário para tentar a terceira vitória na Série A

Para tentar se manter entre os quatro primeiros colocados no Campeonato Brasileiro, o América enfrenta o Vasco neste sábado (5), às 19h, no estádio São Januário, no Rio de Janeiro. Com duas vitórias e uma derrota, o Coelho começa a quarta rodada em terceiro lugar, atrás de Flamengo e Corinthians, que jogam neste domingo (6). Assim, se conseguir vencer o Vasco, o América poderá assumir provisoriamente a liderança do torneio.

Mas a missão alviverde não será fácil, uma vez que a equipe carioca vai entrar em campo pressionada depois de ser goleada por 4 a 0 pelo Cruzeiro, resultado que eliminou o time da Copa Libertadores. Essa derrota provocou a revolta da torcida vascaína, que nessa sexta-feira (4) invadiu o treino realizado em São Januário para protestar e cobrar dos atletas e da diretoria.

“Jogar com o Vasco no Rio de Janeiro é difícil em qualquer situação. Com a eliminação deles na Libertadores, a partida se torna ainda mais complicada, mas estamos preparados para fazer um bom jogo e buscar um resultado positivo”, afirmou o técnico Enderson Moreira.

Histórico. Para somar três pontos na tabela neste sábado, outro desafio do América é acabar com um histórico de nunca ter vencido o Vasco em São Januário. Foram sete partidas, com cinco derrotas e dois empates.  (mais…)


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