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Discussão sobre cotas da TV aos clubes gera elogio até de cruzeirense a Alexandre Kalil

A semana passada foi marcada pela ida do Arrascaeta para o Flamengo e a discussão sobre a distribuição de verbas da TV pelos direitos de transmissão do Brasileiro. Com direito à volta a cena do futebol de Alexandre Kalil, profundo conhecedor do assunto, entrevistado pelo Henrique André, do Hoje em Dia, na quinta-feira e repercussão na mídia nacional.

Mauro Cézar, comentarista do ESPN, entrou no assunto e twittou:

Imediatamente tomou o troco de Kalil:

O cruzeirense fanático João Chiabi Duarte, colunista do Blog do Torcedor do Globo.com, enviou-me essa mensagem:

* “É Chicão … pensei que futebolisticamente jamais iria bater palmas para o Alexandre Kalil… mas, esta enquadrada no Mauro Cezar Pereira da ESPN foi muito oportuna…”

E enviou essa mensagem direto ao ex-presidente do Galo:

*”Kalil,
Como cruzeirense é óbvio que normalmente não vou gostar de suas posições…
Mas, o atleticano terá que lhe demonstrar gratidão eterna. FATO !!!
Agora, quanto a bater de frente com a imprensa do eixo Rio-São Paulo terá meu apoio sempre.”

Sexta-feira Kalil voltou a twittar:

 

A entrevista foi esta:

“Caso Arrascaeta: Kalil relembra profecia de 2014 e critica poder dado ao Flamengo no mercado”

Henrique André

hcarmo@hojeemdia.com.br

“Os clubes têm que mandar a televisão (Globo, detentora dos direitos de transmissão do Brasileirão) fazer o Campeonato apenas com o Flamengo. É hora de fazer uma grande guerra. Eles (TV) vão perder audiência. Se não for feito, os clubes vão fechar as portas”. Para Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético e atual prefeito de Belo Horizonte, esta é a única solução para diminuir a cota do time carioca e, consequentemente, a disparidade em relação aos outros concorrentes da Série A.

De acordo com estudo da empresa de consultoria Ernest & Young, em caso de título, o Flamengo receberia cerca de R$327 milhões em cotas no Brasileirão 2019. Este valor, inclusive, é de R$147 milhões a mais que a projeção feita para o ano passada.

Já o Corinthians, detentor da segunda maior torcida do país, ficaria com R$271 milhões em caso de título. Este montante representa cerca de R$91 milhões a mais que em 2018.

No novo modelo de divisão de cotas, Atlético e Cruzeiro podem receber menos do que na temporada passada; o valor deve cair de R$108 para R$100 milhões, mesmo em caso de volta olímpica.

“Enquanto isso não acontecesse (o Flamengo entrar com força máxima no mercado), os clubes não iam acordar. Na última vez que negociei com eles (Globo), não deixei nem subirem na sede. Ficaram na calçada da Olegário Maciel. O Atlético foi o último a assinar”, acrescenta Kalil em entrevista ao Hoje em Dia.

Questionado sobre a não mudança de cenário, mesmo com a demora para assinar o acordo, o ex-presidente do Galo disse que vários fatores interferem na união dos clubes pela causa e que o atual cenário é consequência de “safadeza e corrupção”.

Palmeiras

Sobre o crescimento financeiro do Palmeiras nos últimos anos e a força do alviverde no mercado da bola, Kalil é enfático ao afirmar que não pode ser comparado com o Flamengo. De acordo com o prefeito da capital mineira, os paulistas arrecadavam menos que o Atlético durante seu mandato e que tiveram competência para se reestruturar e fazer a parceria com a Crefisa, patrocinadora master.

“O caso do Palmeiras é bem diferente e a gente não pode misturar as coisas. O Paulo Nobre (ex-presidente) foi muito competente e isso é preciso ser destacado. Assim como o Alexandre Mattos (diretor de futebol), que tem sido muito feliz nas contratações”, explica o ex-presidente atleticano, que também frisou a competência do Cruzeiro em manter a maioria do elenco que conquistou o bicampeonato da Copa do Brasil e o técnico Mano Menezes.

Sobre o Atlético e seus desafios, Alexandre prefere se abster e, sem titubear, apenas afirma que “isso é assunto para o Sette Câmara (atual presidente) responder”. Ele ainda lembrou que, o time campeão da Libertadores em 2013, época em que ainda ocupava a principal cadeira do alvinegro, foi montado sem dinheiro em caixa.

Pedra cantada

A surpreendente ousadia do Flamengo ao investir no mercado da bola, principalmente com a batida de martelo com Gabigol e Arrascaeta, foi pedra cantada por Kalil há quase cinco anos. Em entrevista ao canal Fox Sports, ele previu o domínio rubro-negro no cenário nacional.

“O Flamengo está com uma diretoria que está arrumando o clube. Se arrumar o Flamengo, acabou o futebol brasileiro. Temos que rezar para Flamengo e Corinthians trazerem um (Alexandre) Pato por ano, porque senão, nós vamos embora”, disse em dezembro de 2014.

https://www.hojeemdia.com.br/esportes/caso-arrascaeta-kalil-relembra-profecia-de-2014-e-critica-poder-dado-ao-flamengo-no-mercado-1.684971


Versão em português de livro sobre corrupção no futebol lançado nos EUA só foi publicada em Portugal

http://wamidia.com.br/CarregarNoticia?idNoticia=27301: “Lançado nos EUA em junho de 2018, o livro “Red Card: How the U.S. Blew the Whistle on the World’s Biggest Sports Scandal” (“Cartão Vermelho: Como os EUA Revelaram o maior Escândalo Esportivo Mundial”), do jornalista Ken Bensinger, relata com detalhes o escândalo de corrupção da Fifa, revelado em 2015.”

Da Folha de S. Paulo, de ontem:

* “Globo compra direitos e embarga publicação de livro sobre corrupção na Fifa”

Obra tem versão traduzida para o português e foi lançada em junho nos EUA

Danielle Brant/Paulo Passos

Lançado nos EUA em junho de 2018, o livro “Red Card: How the U.S. Blew the Whistle on the World’s Biggest Sports Scandal” (“Cartão Vermelho: Como os EUA Revelaram o maior Escândalo Esportivo Mundial”), do jornalista Ken Bensinger, relata com detalhes o escândalo de corrupção da Fifa, revelado em 2015.

A exclusividade para a publicação no Brasil foi comprada pela Globo Livros, editora do Grupo Globo, em 2015, quando a obra ainda estava em produção. O lançamento no país era previsto para maio, antes da Copa do Mundo, mas foi adiado. Há uma versão em português da obra, que é vendida em Portugal desde junho.

“É muito estranho, porque eles compraram, me pagaram, uma pessoa da Globo mostrou a meu agente o manuscrito em português, e era para ser publicado em maio, em junho, em julho, e nunca foi publicado”, afirma Ken Bensinger à Folha.

Dona de direitos de TV de torneios da Fifa, a Globo é citada quatro vezes no livro. Em duas, o grupo aparece quando J.Hawilla é perfilado.

O empresário —morto em 2018— foi delator na investigação das autoridades americanas. Ele admitiu ter pago propina para dirigentes na compra de direitos de transmissão de torneios da Fifa e da CBF.

Ao contar a história de Hawilla, o livro cita que ele trabalhou na Globo, primeiro como repórter e depois como chefe do departamento de Esporte da emissora, nas décadas de 1970 e 1980.

Em outro trecho, Bensinger informa o quanto a Globo pagou à Fifa pelos direitos de TV das Copas do Mundo de 2010 e 2014. Segundo o autor, a emissora desembolsou 340 milhões de euros (aproximadamente R$ 1,4 bilhão).

Na quarta referência à emissora, a obra reproduz o depoimento de Alejandro Buzarco, ex-homem forte da companhia de marketing argentina Torneos y Competencias, na Justiça dos Estados Unidos.

Em novembro de 2017, ele afirmou que a Globo e o grupo mexicano Televisa pagaram propina a um dirigente da Fifa durante negociação para compra de direitos de transmissão da Copa do Mundo.

“Recentemente meu agente ligou para um responsável da Globo Livros, e eles disseram que meu livro menciona a Globo, mas não muito, só um pouco no final. Mas eles disseram que não querem publicar até o caso criminal ser encerrado”, diz Bensiger.

As declarações sobre as supostas propinas pagas pela Globo foram amplamente noticiadas na época. A emissora divulgou uma nota à imprensa em que afirmou “veementemente” que “não pratica nem tolera qualquer pagamento de propina”. (mais…)


Em entrevista no Uruguai Arrascaeta diz que ganhar do Atlético facilitou a convivência dele com a torcida do Cruzeiro

Para quem conhece a rivalidade ele não falou nada demais. Uma obviedade para quem conhece o futebol mineiro e brasileiro. Mas isso valoriza o clássico lá fora e o nosso estado. Nem todos os jogadores famosos fazem isso em relação a clubes por onde passaram. Ronaldo, ex-Cruzeiro, por exemplo, nunca deu a menor importância para o passado dele aqui. Pelo contrário, deu foi entrevistas negativas.

Arrascaeta falou da vida pessoal e profissional dele ao jornalista Rodri Vázquez, em programa da DIRECTV Uruguay‏ @DIRECTVUy, quarta-feira, que anunciou antes: “Hoy desde las 21hs en una nueva edición de #PuntoDePartidaDIRECTV te invitamos a conocer los inicios de @GiorgiandeA. Seguilo por #DIRECTVSportsUy (610U/1610U en HD) y online por DIRECTV Play. Conduce: @RodriVazquez95

Com os atalhos proporcionados pela tecnología ficou fácil se informar sobre tudo em qualquer parte do mundo. Vale a pena seguir este  jornalista e este canal televisivo do Uruguai.

O ex-jogador do Cruzeiro demonstra ter ótima formação familiar e escolar. É de uma pequeña cidade do oeste do Uruguai, a 315 km de Montevidéu e a 350 de Rosário, na Argentina: Nuevo Berlin, de 2.500 habitantes, fundada por alemães. Um resumo da entrevista dele:

“Un defecto es ser muy tímido, una virtud es que no le tengo miedo a nada”

“Defensor fue el equipo que me marcó más. Me brindaron todo para crecer como persona y futbolista. En el 2014 armamos un grupo bárbaro, fue fundamental, para llegar a donde llegamos en la Libertadores”

“Me gustaría jugar en España. Jugar en el Barcelona me encantaría”

“Me tocó ganarle un campeonato a Atletico Mineiro, el clásico, hice goles clásicos, cuando llegué a Cruzeiro la gente me recibió excelente y eso hizo que todo fuera más fácil para adaptarme”

“Hay una historia que nadie la sabe, antes de llegar a Defensor estuve una semana entrenando en Danubio, me dijeron que no podía jugar porque era de físico chico y me volví a Nuevo Berlín, al año siguiente vine a Defensor”.


E assim segue o futebol, com a credibilidade cada vez mais em baixa!

Em Montevidéu, Arrascaeta concede entrevista a @DIRECTVUy ao jornalista @RodriVazquez95

Numa guerra, a primeira vítima é a verdade”. Essa frase foi usada pelo jornalista Carlos Brickmann num artigo para o Observatório da Imprensa na edição 497 de maio de 2008. Pronunciada pelo senador americano Hiram Johnson, que certamente devia ser leitor do filósofo grego Ésquilo, que disse, antes de Jesus Cristo nascer, que na guerra, a verdade é a primeira vítima.

Todo este preâmbulo para dizer que essa história da ida do Arrascaeta para o Flamengo não está bem contada. O jogador chega com o empresário dele a Belo Horizonte no dia da reapresentação do time e não vai treinar. Se reúne com o diretor de futebol do clube, diz que tem uma proposta do Flamengo e depois volta para o Uruguai. Não sem antes escrever no twitter que ele e o empresário foram ameaçados, que os números dos telefones deles foram divulgados e que ele estaria correndo riscos na capital mineira a partir daquele momento. Ao mesmo tempo em que o diretor do Cruzeiro chama o empresário do jogador de bandido.

Ora, ora! Então, a partir dali deveria se instalar uma guerra entre clubes, jogador e empresário, já que um contrato estava sendo rompido unilateralmente. Imprensa e torcida se mobilizaram, muito disse-me-disse e menos de uma semana depois entra um novo empresário na parada, que representa o clube numa reunião na capital uruguaia junto com um diretor do Flamengo e o negócio foi fechado. Paz no céu, na terra, na Toca e no Ninho do Urubu! E todos saíram felizes para sempre, com muito dinheiro no bolso.

A única parte que não ficou satisfeita foi a que mais interessava e que não teve os seus interesses bem defendidos: a torcida do Cruzeiro, cujo time fica seriamente desfalcado.

E assim segue o futebol, com a credibilidade cada vez mais em baixa!

No artigo para o Observatório da Imprensa o Carlos Brickman prosseguia: “… A guerra não precisa ter tiros: pode ser também guerra ideológica. E a mentira não precisa ser completa (embora às vezes seja, como um diálogo inventado, e divulgado como se fosse real, entre um delegado e seu prisioneiro): às vezes, basta caprichar no destaque e um texto que pode ser ou não verdadeiro, publicado numa revista estrangeira de posição partidária definidíssima, vira verdade divina e passa a provocar repercussões e explicações que, a propósito, também não são lá muito verdadeiras...”


Para gregos, goianos e até troianos: vai que tô te vendo!

Obrigado ao Renato Mello, comentarista tradicional aqui do blog, que agora é colunista do blog “Vai que tô te vendo”, um ótimo espaço para troca de ideias sobre futebol e outros esportes. Sucesso a ele e a nossa sugestão de leitura para todos colocarem na lista de preferências .

Confira:

https://vaiquetotevendo.blogspot.com

*… “Chico! Como vai? Já tem um tempinho que não comento, apesar de continuar acompanhando o blog… Gostaria de pedir a gentileza e a licença de, se possível, divulgar o blog onde estreei como colunista do GALO essa semana. É o “Vai Que Tô Te Vendo”. É um blog muito interessante, onde há colunistas de todos os grandes times do país, além de F-1 (automobilismo em geral também), vai ter NBA, enfim…uma equipe muito bacana, e outros estão entrando. Temos uma equipe do GALO que está bacana. Caso seja possível dar uma força, deixo aqui minha primeira coluna, que fala sobre o tratamento dado à base do GALO, e se der permissão, divulgarei outras aqui também.

Desde já, agradeço! Grande abraço, Renato Mello!”

https://vaiquetotevendo.blogspot.com/2019/01/calma-com-nossos-garotos-galera.html


Na implosão do Clube dos 13 a origem da diferença de grana que bate firme entre os grandes clubes brasileiros

No post anterior publiquei a coluna do Fernando Rocha que aborda o assunto. As consequências do fim do Clube dos 13 em função da desunião dos clubes, principalmente nas negociações das cotas de TV começam se mostrar de forma concreta nesta virada de ano. Na época, 2011, previa-se que Flamengo e Corinthians dominariam a cena, nos moldes de Real Madri e Barcelona na Espanha. Escrevi neste blog e em minhas colunas no O Tempo e Super Notícia, que os demais grandes clubes do país teriam a seu favor, apenas a incompetência e interesses inconfessáveis das diretorias destes dois clubes. Mas, quando surgissem dirigentes sérios e bons de serviço a situação se complicaria.

Parece que o Flamengo chegou lá com Bandeira de Melo, que arrumou a casa e deixou o clube pronto para voos mais altos. O Corinthians continua uma zorra, mas quando entrar nos trilhos será agressivo igual ao rubro-negro em suas investidas atuais sobre os melhores jogadores do país. O Palmeiras vive anos especiais, surfando na paixão e vaidade da dona da financeira Crefisa que está despejando dinheiro lá. Quando ela se cansar de brincar de mecenas o time voltará às dificuldades de sempre.

Mexendo nos meus “alfarrábios” (salve Mestre Kafunga) e “fuçando” no Google, cheguei na origem do problema e encontrei uma monografia muito bem feita e transcrita no portal Monografias Brasil Escola.

Sugiro a leitura. Está tudo lá. Mocinhos e bandidos, heróis e vilões. Vale a pena conferir:

* “O FIM DO CLUBE DOS 13: COMO A REDE GLOBO CONTROLA O FUTEBOL BRASILEIRO”

COMUNICAÇÃO E MARKETING

Caminhos que levaram a construção do monopólio da Rede Globo de Televisão sobre o Campeonato Brasileiro de futebol

https://monografias.brasilescola.uol.com.br/comunicacao-marketing/o-fim-clube-dos-13-como-rede-globo-controla-futebol-brasileiro.htm#capitulo_6


O Flamengo em 2003  arrecadava 50% a mais que o Vasco; em 2017 a diferença passou para 210%

O desequilíbrio financeiro entre os maiores clubes brasileiros, que proporciona ataques como o Flamengo tem feito aos melhores jogadores dos concorrentes é o tema da coluna do Fernando Rocha, que vai circular no Diário do Aço, de Ipatinga:

* “Nova Espanha”

Um estudo realizado pelo jornalista Rodrigo Capelo, publicado no jornal “O Globo”, revela alguns dados interessantes, que mostram a disparidade econômica hoje existente entre alguns dos principais clubes brasileiros.

Os números chamam a atenção para um problema, que vem sendo debatido nos bastidores por dirigentes de clubes, sobretudo fora do eixo Rio-SP, mas não ganhou ainda o espaço devido na grande mídia nacional.

Trata-se da chamada “espanholização” do futebol nacional,  onde por conta da disparidade financeira, apenas dois, no máximo três ou quatro clubes, estariam caminhando para dominar em breve totalmente o cenário das principais competições, revezando-se na conquista dos títulos e tornando os demais competidores em meros coadjuvantes.

Diferença brutal

Segundo o estudo feito pelo jornalista carioca, o Flamengo, em 2003,  arrecadava 50% a mais do que o seu rival Vasco da Gama, saltando suas receitas em 2017 para 210% superiores ao clube cruzmaltino.

Há 15 anos atrás, o Flamengo, clube de maior torcida e maior visibilidade na mídia do país, arrecadou 70% a mais do que outro rival carioca e também gigante,  Fluminense,  e só na última temporada teve ingressos vendidos 160% maiores do que o adversário.

Em São Paulo, o Palmeiras que arrecadou metade do Santos, em 2003, no ano de 2017 teve receitas 80% maiores, superando também todos os demais rivais no seu estado.

Isto explica claramente porque o rubronegro carioca  e  o alviverde paulista investem tanto últimamente na contratação e pagamento de salários aos jogadores,- por exemplo as recentes investidas do Flamengo para tirar Dedé e Arrascaeta do Cruzeiro -,  tornando-se  protagonistas em praticamente todas as competições que disputam. (mais…)


Simples: nada como um ambiente hostil para o Flamengo levar Arrascaeta

Há muitos anos o Caetano já dizia na música Sampa “… da força da grana que ergue e destrói coisas belas…”, e esta pendenga entre Cruzeiro, procurador do Arrascaeta e o jogador mostra isso. O jogador e o procurador estão agindo como moleques, porém, movidos pela força da grana do Flamengo, que mexeu com a cabeça de ambos. Da fortuna que será paga ao craque uruguaio, uma gorda comissão fica com o representante dele e possivelmente com outros envolvidos.

Só acho estranho o diretor cruzeirense Itair Machado estar tão bonzinho com a diretoria do Flamengo. Na 98FM, hoje cedo, no programa do Heverton Guimarães, chamou o procurador do Arrascaeta de “bandido” mas elogiou o comportamento da diretoria rubro-negra. Vai entender!

Este clima era tudo o que o Arrascaeta precisava para “judicializar” a questão e tornar a sua permanência em Belo Horizonte insuportável.

Esta nota divulgada por ele explica tudo.


Igor Rabelo é ótimo nome para o Galo e Botafogo só liberou porque a corda está no pescoço

Em foto do O Globo, o zagueiro que chega para o Atlético

Entendo que este zagueiro foi a melhor aquisição do Atlético até agora e pode resolver um problema crônico do time. O Gabriel vai para o Botafogo, em empréstimo de dois anos. Bom para ele e na sequência poderá ser também para o Galo. É muito bom zagueiro e mostrou isso tão logo foi promovido da base, mas foi tragado pelo “conjunto da obra” com quem passou a jogar e recebeu, injustamente,  a culpa por todas as falhas do sistema defensivo. Sem tanta pressão, deverá voltar a mostrar a bola que tem e se valorizar.

Veja nessa reportagem do Thales Machado, no O Globo, os motivos que levam o Botafogo a se desfazer de jogadores como o Igor Rabelo e vários outros:

* “Entenda por que o Botafogo mostra pressa para vender algumas de suas joias da base”

Ida de Igor Rabello ao Atlético-MG se encaixa em estratégia de aliar fluxo de caixa a expectativa de lucro futuro

Igor Rabello vai mesmo trocar de alvinegro. Por R$ 13 milhões, o jovem zagueiro que saiu da base do Botafogo vai jogar no Atlético-MG, clube que adquiriu 70% dos seus direitos . É o segundo titular “prata da casa” que o Botafogo vende para o mercado brasileiro após o fim da temporada passada —o primeiro foi Matheus Fernandes, que se transferiu para o Palmeiras —, o que expõe uma necessidade e uma realidade cada vez mais presentes para o clube de General Severiano: é preciso saber vender. Da torcida, chega a reclamação não só pela venda, mas também pelo valor, inferior, por exemplo, aos R$ 22 milhões que o Flamengo pagou ao São Paulo por só 45% dos direitos do também zagueiro Rodrigo Caio . Outro argumento é a intenção rubro-negra em contratar Dedé, do Cruzeiro , de 30 anos — sete a mais que Rabello — por R$ 30 milhões. Sem entrar na discussão do quanto vale cada jogador, fato é que a principal diferença está no tempo: para o Botafogo, vender é urgente. (mais…)


Marco Antônio Lage diz por que saiu do Cruzeiro: “… meu projeto era transformar o clube vencedor também fora de campo…”

Eu não tinha visto nenhuma entrevista do ex-vice presidente executivo do Cruzeiro sobre a sua rápida passagem pelo cargo. Tão discreto quanto brilhante em tudo o que faz, Marco Antônio é acima de tudo um conciliador, que prefere “construir pontes” em vez de dinamitá-las. E acredito que só tenha falado porque foi para o conterrâneo dele, Marcos Caldeira, dono do jornal O TREM Itabirano, cuja qualidade e credibilidade extrapolam as montanhas de Minas. E mesmo assim falou pouco sobre este assunto, numa das últimas edições de dezembro. A entrevista era sobre a terra deles e de Carlos Drummond de Andrade, Itabira, que poderá tê-lo como candidato a prefeito em 2020, ano em que o minério fácil vai acabar e a Vale deverá encerrar as suas atividades lá. Com isso, a nossa Conceição do Mato Dentro e vizinhanças que se cuidem

Certamente Itabira, a região e a política brasileira ganharão muito, caso o Marco Antônio Lage se torne prefeito.

O TREM também fala da chegada do MartMinas, uma das maiores redes varejistas do país a Itabira.

Repasso às senhoras e senhores do blog o papo do Marcos com o Marco e os links d’O TREM, para que acrescentem à suas listas de leituras preferidas:

… “O TREM – Li sua carta de despedida do Cruzeiro, mas, para mim, não ficou claro. Por que saiu?

MARCO ANTÔNIO LAGE – Saí porque meu projeto era transformar o Cruzeiro em um clube vencedor também fora de campo, o que significa acabar ou reduzir drasticamente as dívidas, cortar custos e aumentar receita criando novas plataformas para novos negócios no futebol. Há imenso potencial, mas isso exige planejamento e desenvolvimento de projetos de médio e longo prazo. A atual gestão está mais focada em emergências de curto prazo e tivemos visões diferentes na estratégia para a solução. Não poderia me demorar em um projeto com o qual não concordo, no qual o meu potencial de gestor ficaria no banco de reservas.

MARCO ANTÔNIO LAGE PARA PREFEITO DE ITABIRA, JÁ PENSOU?
“Quero usar a experiência que adquiri na minha vida profissional para ajudar a criar um plano sustentável que tire Itabira do atraso em que se encontra”…

Assim que 2019 entrar, daqui a alguns segundos, é hora de dizer: “Gente do céu, ano que vem já é ano de eleição para prefeito de Itabira”. (mais…)


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