Blog do Chico Maia

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Vitória do Cruzeiro, na marra, com cinco bolas na trave e muito calor na Arena do Jacaré

Foto: @Cruzeiro

A “explicação” para um eventual resultado ruim já estava na língua do Rômulo, que culpou o gramado pelo primeiro tempo ruim. Como se a Ponte Preta não enfrentasse o mesmo problema.

Mas a vitória foi conquistada e o resumo deste 1 a 0 na Arena do Jacaré foi bem dado pelo Edu Panzi, da Itatiaia, e Paulo Galvão, ddo Estado de Minas:

@paulogalvaobh 

“Jogadores do Cruzeiro vibraram muito com o apito final. Com razão, resultado importantíssimo. Ainda longe do G4, mas se afastando da zona de degola’

@edupanzi

“Cruzeiro e Ponte fizeram um jogo bem melhor do q o esperado, dadas as circunstâncias (gramado/calor). Foram 5 bolas na trave, defesas difíceis dos dois goleiros… jogo bem equilibrado e vitória na marra e importante, q deixa o time mais longe do Z4 e mais perto do meio da tabela”.

O próximo jogo será quinta-feira, novamente em casa, contra o Operário-PR.


Mais um beicinho do Neymar para as críticas

Imagem: Rede Globo

Estava gordo, lento, jogando menos que o que se espera dele e ficou puto porque as imagens mostraram sua barriga de chope em jogos anteriores.

Ontem, o repórter foi bajulá-lo, imediatamente após os 2 a 0 sobre o Peru, exaltando que ele se tornou o maior artilheiro brasileiro na história das eliminatórias, como se isso valesse alguma coisa para a seleção. Ele, com cara de quem comeu e não gostou, começou dizendo que se preocupa é com o “coletivo”, mas emendou exaltando este e outros feitos pessoais dele: “Óbvio que o coletivo é o mais importante. Fico muito contente de ser goleador máximo de Eliminatórias, maior assistente pela Seleção e logo menos, se tudo caminhar bem, vai ser uma honra passar o Pelé. Estou muito feliz….”

E disse também que não liga para os críticos, mas, não perdeu a oportunidade de choramingar: “… Não sei mais o que faço com essa camisa para a galera respeitar. . . Isso é normal, vem há muito tempo. Repórteres, comentaristas, outros também. Às vezes eu nem gosto mais de falar em entrevista, mas em momento importante eu venho aparecer”.

Aos 29 anos de idade, continua o mesmo mimado de sempre.


Vencer em Fortaleza será fundamental na caminhada do Galo em busca do título

No primeiro turno o Fortaleza virou no Mineirão e venceu por 2 a 1. Foto: Fernando Michel/ Hoje em Dia

A pausa no campeonato terá sido melhor para quem neste Brasileiro? Fernando Rocha avalia esta situação e a importância de uma vitória do Galo no Castelão, domingo. Na coluna Bola na Área, do Diário do Aço, de Ipatinga:

* “Rodada importante”

A 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, a ser disputada neste fim de semana, poderá levar o Galo ao céu, ou ficar quase no inferno, dependendo dos resultados.

No cenário favorável, caso vença o Fortaleza neste domingo,  fora de casa, contando com derrota do  segundo colocado, Palmeiras, que recebe o Flamengo, no Allianz Parque, o time comandado pelo técnico Cuca pode terminar até 7 pontos à frente do alviverde paulista.

Por outro lado, se o pão com manteiga alvinegro cair virado prá baixo, derrota para o Fortaleza combinado com vitória palmeirense, o Galo ficará apenas um ponto à frente do vice-líder e seu atual maior perseguidor na briga pelo título.

Importante é que seja qual for o quadro, após os jogos desta rodada, o Atlético termina na liderança, pois qualquer resultado do Bragantino, outro integrante do G-4,em nada muda a  sua situação.

Bom ou ruim

As opiniões são divergentes quanto aos benefícios ou prejuízos,  devido à pausa no Brasileirão, que  atingiu várias equipes por cederem jogadores à seleção da CBF, que disputa as eliminatórias da Copa de 2022.

Concordo com o que disse o “cérebro” e um dos principais protagonistas deste time atual do Galo, Nacho Fernandéz, que considerou a pausa “muy positiva”, pois não há elenco que resista, por mais que tenha quantidade e qualidade como é o caso do Atlético, a uma maratona de um jogo a cada três dias.

Mas há quem  acredite que o time pode perder o ritmo ou embalo, mas só o resultado do jogo com o Fortaleza irá dizer quem está com a razão.

O ex-jogador Jair Pereira conquistou diversos títulos na carreira  e foi um dos principais treinadores do nosso futebol  até meados da década de 90, com passagem inclusive pelo Atlético de Madri onde conquistou uma Copa do Rei, mais até do que Vanderlei Luxemburgo, que nada  conseguiu treinando os galáticos do Real Madrid.

Foi um técnico tipo bonachão, tiozão do churrasco no fim de semana, que falava a língua dos boleiros. Uma frase atribuída a ele entrou para o folclore do futebol brasileiro e talvez explique  toda esta situação: “Maré, maré! Jacaré, jacaré!”.

FIM DE PAPO

·        O técnico Lisca foi demitido ou pediu demissão, depois de sete derrotas, quatro vitórias e um empate à frente do Vasco da Gama, que soma 32 pontos em 9ºlugar na Série B nacional.  Lisca virou garoto-propaganda do governo Zema, onde incentiva jovens a se inscrever no programa de cursos técnicos lançado pelo governo mineiro. Por ironia do destino no áudio promocional da peça publicitária, o técnico  compara a estabilidade da formação ofertada pelos cursos, frisando ser “mais garantida” do que a dele. Lisca de doido não tem nada mas provou do próprio veneno.

·        Muito carente de craques, que vão embora muito cedo jogar no exterior, o futebol brasileiro está vivendo agora um “boom” com o retorno de diversos deles, alguns nitidamente em fim de carreira, outros com idade e  vigor físico para ainda jogar em alto nível. A lista dos repatriados é extensa: Hulk, Diego Costa, Dudu, Rigoni, Giuliano, Renato Augusto, Roger Guedes, Willian, Calleri, entre outros. David Luiz, o zagueiro marcado pelo chororô na seleção do 7 x 1, pode também integrar a lista dando mais competitividade ao esporte nacional.

·        Artilheiro do Galo e considerado o melhor atacante em atividade no futebol brasileiro,  Hulk foi convocado pelo técnico Tite para voltar à Seleção Brasileira, algo impossível se tivesse continuado na China. Nada contra, só acho que o salário pago a alguns destes jogadores está muito além da nossa realidade.

·        Mas é muito bom ver o futebol brasileiro voltar a competir em um nível melhor ao que se tem visto nos últimos anos. Vivemos um momento difícil por conta da pandemia da Covid-19, com reflexos negativos em todos os setores da sociedade. O futebol não é um mundo à parte como pensam alguns irresponsáveis. Nossos grandes clubes sofrem menos, mas também passam por sérios problemas financeiros, por isso a retomada da presença do público nos estádios será fundamental para todos. (Fecha o pano!)

Por

* Por Fernando Rocha


Alerta feito por Lisca como garoto propaganda valeu pra ele mesmo: já caiu no Vasco!

Depois de sete derrotas, quatro vitórias e um empate, Lisca se despediu do Vasco na tarde desta quarta-feira. Numa frase usada como personagem da propaganda dos cursos técnicos do governo de Minas, ele dizia que a formação técnica era emprego mais garantido que de técnico de futebol. E ele durou muito pouco no clube carioca. No dia 25 de agosto, o colunista Leandro Mazzini do jornal Tribuna, de Juiz de Fora, deu mais detalhes sobre a atuação de Lisca como garoto propaganda:

* “Doido não é”

Por Leandro Mazzini

Luiz Carlos Cirne Lorenzi, o “Lisca Doido”, ex-técnico do América mineiro e hoje no Vasco da Gama, de doido só tem o apelido. Deixou saudade na torcida em Belo Horizonte, mas pelo visto também no coração do Governo de Minas, que o contratou para uma cara campanha de TV ao custo total de R$ 6,5 milhões. Lisca aparece nas telas dando dicas para o programa ‘Trilhas de Futuro’, da Secretaria de Educação. Segundo a assessoria do Governo, Lisca “foi convidado a participar da ação, mostrando que os cursos técnicos do Governo de Minas proporcionam empregos que duram muito mais tempo que o de técnico de futebol” (pelo notório no América, sim).

Cachê misterioso

A campanha feita por uma agência contratada pelo Governo, que não informou à reportagem qual foi o cachê do treinador.

https://tribunademinas.com.br/colunas/esplanada/25-08-2021/doido-nao-e.html

No SuperFC, detalhes da passagem dele pelo Vasco:

“Após dois meses no time, técnico Lisca é demitido pelo Vasco”

Treinador chegou ao clube carioca em julho deste ano, após passagem duradoura pelo América

O Vasco anucniou na tarde desta quarta-feira (8), a demissão do técnico Lisca. O treinador, que chegou ao clube em julho, se despede do comando da equipe carioca após exatos 50 dias.  A queda de Lisca ocorre dois após a derrota por 3 a 1 para o Avaí, pela 23ª rodada da Série B do Brasileirão. (mais…)


Ao empatar com o Goiás, Cruzeiro somou dois pontos dos seis disputados contra a turma de cima da tabela

Fotos: @Cruzeiro

Que jogo ruim. O empate ficou de bom tamanho para os dois times. E mais uma frase otimista do Vanderlei Luxemburgo para tentar manter as esperanças do time e torcida:

* “10 jogos importantes que temos que jogar (fora ou em casa) pra ganhar”.

O Thiago Prata, do Hoje em Dia, deu mais detalhes dessa calculadora contra o rebaixamento e a favor do retorno à Série A:

* “O Cruzeiro conquistou dois pontos dos seis disputados nas duas partidas consecutivas realizadas fora de casa diante de clubes que fazem parte do G-4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Após empatar sem gols com o CRB, a Raposa ficou no 1 a 1 com o Goiás, nesta terça-feira (7), na Serrinha, pela 22ª rodada da competição. Resultados que mantêm os celestes perto do Z-4 e muito longe da disputa pelo acesso à Primeira Divisão.

Os azuis chegaram a 26 pontos, apenas três a mais que o Vitória, dono da 17ª posição. Em 14º lugar, a equipe mineira está a 12 pontos do Botafogo, time que fecha o grupo dos quatro primeiros colocados.” (mais…)


Parabéns à cidade de João Pinheiro, que dia 14 ganha a 47ª loja do Mart Minas

O Mart Minas, apoiador de primeira hora do nosso blog e meu apoiador desde os anos 1990, continua crescendo. E agora chega à João Pinheiro.

Além da geração de empregos e impostos, o Mart Minas participa ativamente da vida das cidades em que se instala, com ações de apoio à entidades de cunho social e patrocínio ao esporte.

Em Poços de Caldas, por exemplo, apoiando a Caldense. Esta foto mostra o gerente de marketing da Caldense, Paulo Ney, com Simônio Silva e Herten Fonseca, respectivamente sub-gerente e gerente da unidade do Mart Minas em Poços.

* “Mart Minas inaugura sua 47ª loja na cidade de João Pinheiro” 

Esta é a sétima inauguração de 2021, seguindo o plano de expansão, que prevê várias aberturas no Estado ao longo do ano.

O Mart Minas, o maior e mais completo atacado e varejo de Minas Gerais, inaugura no dia 14 de setembro a sua 47ª loja no Estado, na cidade de João Pinheiro. A cidade é um município situado a 400km de Belo Horizonte, próxima de Unaí, Brasilândia de Minas, Buritizeiro, São Gonçalo do Abaeté, Presidente Olegário, Lagoa Grande e Paracatu, com destaque no setor do agronegócio (pecuária, com bovinos de leite e corte), agroflorestal, sucroalcooleiro e confecções, esta última que concentra parte considerável da mão-de-obra da cidade.

Com o início das atividades da loja em João Pinheiro, o Mart Minas passa a contar com 47 unidades em Minas Gerais e representa maior oportunidade de crescimento nesta importante região do Estado. “Levamos à cidade mais uma loja ampla, confortável e com grande variedade de produtos a preços competitivos, que vai atender as famílias da região e micros e pequenos comerciantes que atuam no município, assim como os que estão em cidades do entorno, tendo o Mart Minas como seu parceiro no abastecimento”, afirma Filipe Martins – Diretor Comercial e Marketing da rede.

A nova unidade Mart Minas em João Pinheiro possui 5.000 m² de área de venda, 25 check-outs e amplo estacionamento com mais de 300 vagas para carros, além de posições para motos e bicicletas, loja esta que estará totalmente preparada e alinhada com todos os protocolos de prevenção a pandemia de Covid-19. Pronta para atender donos de bares, pizzarias, padarias, hotéis e consumidores finais, a loja oferece mais de 10.000 opções de produtos, que podem ser adquiridos em embalagens fechadas e fracionadas, de acordo com a necessidade do cliente. Oferece ainda o serviço de televendas, onde o cliente pode contar com uma equipe preparada para agilizar e facilitar suas compras.

Nos setores de mercearia, bomboniere, bebidas, higiene e beleza, limpeza, frios e laticínios, há uma ampla variedade de marcas regionais e as líderes de mercado, sempre com a opção de compra no varejo e no atacado. Frutas e verduras, selecionadas e sempre frescas, completam a experiência de compra dos clientes, que também encontrarão itens de confeitaria, bazar e embalagens.

Sobre o Mart Minas

Maior e mais completo atacado e varejo de Minas Gerais, o Mart Minas possui 47 lojas e atende cerca de 600 cidades próximas às regiões onde estão inseridas, oferecendo aos seus clientes um mix de mais de 10 mil itens. Sua história teve início em 2001, quando seu fundador, Murilo Martins, inaugurou a primeira loja em Divinópolis. Oito anos depois, a rede já estava estabelecida e presente em outras quatro cidades. Em 2011, com a entrada do novo sócio, Rono Neves, a empresa deu sequência ao plano de expansão, alcançando novas regiões do Estado, até chegar ao número atual de 47 lojas.

O Mart Minas cresce e amplia também a atuação e o investimento na área social através dos diversos projetos que apoia. O Troco Solidário é mais uma importante iniciativa neste sentido. Ao pagarem suas compras, os clientes são convidados a doarem o troco, para que as doações sejam repassadas para uma instituição na cidade. A campanha tem o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população e o desenvolvimento das comunidades onde o grupo está inserido. “Para nós, atuar no mercado não significa apenas um negócio, mas também um trabalho em busca de crescimento e oportunidades para uma sociedade sustentável e mais justa”, afirma Filipe Martins. 

Inauguração do Mart Minas em João Pinheiro (MG):

Data:  dia 14 de setembro às 8h.

Endereço: Avenida Mario José da Silveira, nº 1.151, Bairro Divinópolis, CEP: 38.770-000, João Pinheiro – MG

Horário de funcionamento: 

– Segunda-feira a sábado: das 7h30 às 21h;

– Domingo: de 07h30 às 14h;

– Feriados: consultar a unidade.

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Site: www.martminas.com.br


Diferenças de comportamento dos Ronaldos mais famosos do mundo. O Nazário e o Cristiano

Todos os dias, Procópio Cardozo publica ótimas fotos, normalmente, bem antigas, em seu twitter. Hoje postou essa, do Ronaldo  “fenômeno”. @procopiocardozo: “Ronaldo. 1993.”

Retwitei e comentei lá:

@chicomaiablog: Lembro bem quando ele chegou, raquítico. Eu era repórter da Band. O Cruzeiro cuidou muito bem dele, em todos os aspectos e o deixou 100% preparado para se tornar o “fenômeno” que se tornou. Pena que ele nunca reconhece isso, devidamente, nas entrevistas que dá até hoje. Pelo contrário!

Me lembrei da postagem que fiz aqui semana passada sobre o documentário da Netflix sobre o outro Ronaldo famoso, o Cristiano, que acaba que mostrar em atitude, que é o craque também fora de campo, mostrado pelo documentário. Estava tudo certo para que ele fosse para o Manchester City, o que seria uma punhalada no coração dos torcedores do United, clube que investiu nele, buscando-o no Sporting de Lisboa, 12 anos atrás. Negócio praticamente fechado, cifras milionárias e muitos telefonemas de ex-colegas dele do Manchester United, que o alertaram: “… o lugar que você construiu na história dos Red Devils será danificado para sempre, caso aceite vestir a camisa do maior rival…”. Ligou para o Jorge Mendes, seu procurador de sempre e tudo mudou. Acertou o seu retorno ao ninho, ganhando até menos.

Me lembrei também do comentário feito aqui no blog pelo Alisson Sol, sobre o documentário do CR7 e do comportamento extracampo do Ronaldo Nazário, completamente oposto. E ele pôs um link de postagem minha, aqui, no dia 15 de dezembro de 2015. Vale a pena ler de novo:

Troféu Óleo de Peroba do ano vai para Ronaldo, que continua “fenômeno”!

Vi esta charge do Duke, hoje, no Super Notícia, e me lembrei da última entrevista do ex-jogador. Um antigo ditado popular continua verdadeiro e certamente terá validade eterna: “Quem faz a fama deita na cama”. O ex-centroavante Ronaldo Nazário é um bom exemplo. Fenomenal como jogador, continua fenômeno fora de campo em marketing pessoal, bobagens ditas ao vento e hipocrisia. Um verdadeiro canastrão, cara de pau!

Nos tempos em que jogava nunca assumiu nenhuma posição a favor da categoria. Antes de parar já demonstrava a sua aptidão para os negócios e se tornou empresário de todas as atividades possíveis, desde que rendam muito dinheiro. Quando parou com a bola, uma das primeiras ações foi entrosar com cartolas e políticos influentes nos bastidores. Muitos, nada recomendáveis. Virou até membro do Comitê Organizador da Copa, abençoado por Ricardo Teixeira. Agora, dá porrada no padrinho e na turma que ele deixou em seu lugar no comando da CBF. Zé Maria Marin, preso; Del Nero, sob risco, acuado, doido para curtir uma mordomia em lugar paradisíaco no exterior, mas não pode pisar em nenhum aeroporto internacional.

Como diz desde criança lá em Rio Casca o sábio Murilo de Paula, o “Nhô”: “Com a onça morta, cachorro mija no couro”. Fenômeno de ingratidão. Aliás, gratidão nunca foi uma marca do Ronaldo, que foi bem lançado e muitíssimo bem tratado pelo Cruzeiro e nunca reconheceu isso publicamente. Pelo contrário; andou foi falando bobagens sobre os seus tempos na Toca e em Belo Horizonte.

E a imprensa, ávida por audiência, custe o que custar, abre todo espaço que ele quiser para jogar coisas no ventilador. A fama conquistada como grande jogador lhe dá esta abertura e espaços.

Dizia Leonel Brizola que “os menores seres humanos não são os anões; são os ingratos”.

Os cartolas padrinhos do Ronaldo estão sentindo isso na pele agora.

Ainda bem que atualmente temos memória eletrônica, para ajudar a melhorar a memória do brasileiro, que antes era acusado de ter “memória curta”. Vejam esta “Carta Aberta”, endereçada a ele, em 28 de maio de 2014, às 20h05, pelo jornalista paulista Luis Augusto Símon, o Menon:

Carta aberta a Ronaldo Nazário de Lima

“Ora, Ronaldo, você estava lá, no dia em que o Brasil ganhou o direito de sediar a Copa. Estava com Paulo Coelho, com Lula, com Aécio Neves e Eduardo Campos.

http://blog.chicomaia.com.br/2015/12/15/trofeu-oleo-de-peroba-do-ano-vai-para-ronaldo-que-continua-fenomeno/


Pela nota da Anvisa, Conmebol, CBF e AFA tentaram “jeitinho” e se deram mal. Falta explicar agora situação de jogadores do Corinthians e Flamengo

Malu Gaspar, no portal O Globo, nota oficial da Anvisa e reportagem do Globoesporte.com de ontem, mostram que cartolagem achou que funcionaria o “jeitinho” brasileiro.  

O futebol sempre viveu num mundo paralelo no Brasil, onde as leis que servem para todas as instituições e cidadãos “comuns”, não o atinge. Nesta palhaçada de Brasil x Argentina, os fatos estão indicando que a cartolagem fez um acordão para os jogadores argentinos atuassem e os protocolos de saúde fossem solenemente atropelados. A nota que a Anvisa soltou  depois da confusão conta o passo a passo das artimanhas dos dirigentes. Uma reportagem do Globoesporte.com de ontem mostra que realmente a cartolagem da Conmebol, CBF e AFA, foram alertados e advertidos, que o pau ia cantar, caso os jogadores fossem para o Itaquerão.

Agora só falta a Avisa explicar porque os jogadores Willian, contratado pelo Corinthians, e Andreas Pereira, pelo Flamengo, vieram igualmente da Inglaterra, entraram no Brasil e não precisaram passar pelos mesmos protocolos.

Veja a nota da Anvisa e a reportagem do Globoesporte.com:

* “Desde a tarde deste sábado (4/9), a Anvisa, em reunião ocorrida com a participação de representantes da CONMEBOL, CBF e da delegação argentina recomendou a quarentena dos quatro jogadores argentinos, ante a confirmação de que os jogadores prestaram informações falsas e descumpriram, inequivocamente, a Portaria Interministerial nº 655, de 2021, a qual estabelece que viajantes estrangeiros que tenham passagem, nos últimos 14 dias, pelo Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia, estão impedidos de ingressar no Brasil.

Neste domingo, pela manhã, a Anvisa acionou a Polícia Federal a fim de que as providências no âmbito da autoridade policial fossem adotadas de imediato.

No exercício de sua missão legal, a Anvisa perseguiu, desde o primeiro momento, o cumprimento à legislação brasileira, que, nesse caso, se restringia à segregação dos quatro jogadores envolvidos e a adoção das medidas sanitárias correspondentes.

Desde o instante em que tomou conhecimento da situação irregular dos jogadores – no mesmo dia da chegada da delegação – a Anvisa comunicou o fato às autoridades brasileiras em saúde, por meio do CIEVS – o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde.

Por força dessa comunicação, ainda na tarde do sábado, ocorreu a reunião já referida envolvendo o Ministério da Saúde, secretaria estadual de saúde de São Paulo, representantes da CONMEBOL, CBF e da delegação argentina. Nessa reunião, a Anvisa, em conjunto com a autoridade de saúde local, determinou, no curso da reunião, a quarentena dos jogadores.

Cabe esclarecer que os jogadores entraram no Brasil às 8h do dia 3/9, prestando informações falsas. Neste mesmo dia, a Anvisa identificou que as informações eram falsas e ainda na noite do dia 3/9, a Anvisa notificou o CIEVS, atualizou as autoridades de Saúde (Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde de São Paulo).

No dia 4/9, às 17h, foi realizada a reunião com as instituições envolvidas, na qual a Anvisa e autoridade saúde de São Paulo informaram a contingência de quarentena. No entanto, mesmo depois da reunião e da comunicação das autoridades, os jogadores participaram de treinamento na noite do sábado.

Na manhã deste domingo, a Anvisa notificou a Polícia Federal, e até a hora do início do jogo envidou esforços, com apoio policial, para fazer cumprir a medida de quarentena imposta aos jogadores, sua segregação imediata e condução ao recinto aeroportuário. As tentativas foram frustradas, desde a saída da delegação do hotel, e mesmo em tempo considerável antes do início do jogo, quando a Anvisa teve sua atuação protelada já nas instalações da arena de Itaquera.

A ação da Anvisa, em síntese, se limitou a buscar o cumprimento das leis brasileiras, o que se limitaria à segregação dos jogadores e as suas respectivas autuações.

A decisão de interromper o jogo nunca esteve, nesse caso, na alçada de atuação da Agência. Contudo, a escalação de jogadores que descumpriram as leis brasileiras e as normas sanitárias do país, e ainda que prestaram informações falsas às autoridades, essa assim, sim, exigiu a atuação da Agência de estado, a tempo e a modo. “

Twitter da Conmebol registrou o início do jogo e depois se calou sobre o “el clásico sudamericano!”

* Conmebol e CBF interferem para garantir quatro jogadores argentinos contra o Brasil

Presidente da Conmebol e dirigentes brasileiros se comunicam com Governo Federal para garantir realização da partida. Apesar de questionário preenchido incorretamente por jogadores da Argentina

Os quatro jogadores da Argentina ameaçados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de deportação vão para o jogo. A Conmebol e a CBF entraram em contato com Governo Federal para administrar a situação.

O protocolo de Covid-19 teve aceite de todos países que participam das competições da Conmebol – como Libertadores, Sul-Americana e, claro, Eliminatórias. Apesar da falha no preenchimento do questionário dos atletas – que não comunicaram passagem pela Inglaterra -, o caso foi contornado. O presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, participou das negociações para garantir o jogo.

Em posicionamento oficial, a Anvisa reiterou que os quatro jogadores vão descumprir as normas sanitárias brasileiras se jogarem.

O goleiro Emiliano Martinez, os meia Emiliano Buendia e Giovani Lo Celso e o zagueiro Cristian Romero, que atuam na Inglaterra, vão para a partida e embarcaram no ônibus.

Apesar disso, os quatro jogadores argentinos vão separados da delegação para o aeroporto assim que acabar o jogo para deixarem o país. Pelo acordo da AFA com os times ingleses, eles já teriam que retornar para o Reino Unido depois do segundo jogo. Apesar disso, o técnico Lionel Scaloni disse que eles jogariam também a terceira partida.”

https://ge.globo.com/futebol/copa-do-mundo/eliminatorias-america-do-sul/noticia/conmebol-e-cbf-interferem-para-garantir-quatro-jogadores-argentinos-em-campo-contra-o-brasil.ghtml


Trapalhões entram em cena e cancelam o único jogo interessante das eliminatórias 2022

gauchazh.clicrbs.com.br

Inacreditável mais essa demonstração de incompetência, desorganização e interesses inconfessáveis da Conmebol e demais associações envolvidas nestas cenas de “pastelão” ou “Os Trapalhões”, que interromperam o maior clássico do nosso continente, no Itaquerão, em São Paulo.

Os jogadores sem vacina estão no Brasil há três dias e só quando a bola rolou apareceram as autoridades sanitárias e a Polícia Federal para barrá-los.  Na intensa discussão no twitter, ao apontarem dedos para possíveis culpados, eu disse lá o seguinte, ao Henrique André:

@chicomaiablog: Isso é Brasil, camaradas! Como diz Tom Jobim, “não é para principiantes…”. Além de sermos sul-americanos… Da gema!

E a Conmebol disse que a FIFA é quem vai decidir o que vai acontecer daqui em diante.

E a Stella Kleinrath, direto da Europa, foi quem deu a melhor dica dessa armação toda, ao citar reportagem do Diário Olé, da Argentina: @stellammk

Que zorra!


Parabéns Mineirão, 56 anos de emoção. Gratidão eterna!

Diário do Comércio/Tomaz Silva/Agência Brasil

Quais foram os seus três momentos mais marcantes, com você presente no Mineirão?  Os meus foram

. . . a conquista da Libertadores pelo Atlético em 2013 . . .

. . . os 7 x 1 da Alemanha sobre o Brasil em 2014 . . .

. . . e Cruzeiro 3 x 0 River Plate, uma reversão de placar que garantiu o título da Supercopa ao Cruzeiro.

É até covardia selecionar só três, porque são milhares grandes momentos.

Frequento este, dos maiores templos do futebol mundial desde os 11 anos de idade. Atlético 2 x 1 Ceará, foi meu primeiro jogo, inesquecível, fantástico, pelas mãos do meu irmão, Gilmar.

Num dos maiores públicos pagantes da história, na arquibancada, junto com o meu pai, Vicente, vi Palhinha surgindo como nova estrela do Cruzeiro, comandando o time que derrotou o Galo, que começava montar aquele timaço de Cerezo, Reinaldo e Cia. Foi 2 x 1 para o Cruzeiro, na final do Campeonato Mineiro.

Pouco tempo depois o Mineirão passou a ser um dos meus principais locais de trabalho. Me tornei repórter e lá estava, quase todas as quartas, quintas, sábados e domingos. Tudo era novidade, todo jogo, tudo era prazeroso, só de estar ali, naquele ambiente. O convívio com os grandes jogadores, treinadores e colegas de profissão era a melhor coisa do mundo. E eu ainda recebia salário para estar ali.

Viva o Mineirão! O “Gigante da Pampulha”

Estar no gramado, ao lado de gente das Rádios Guarani, Inconfidência, Jornal de Minas, Itatiaia, TVs Itacolomi, Bandeirantes, Globo, Alterosa, como Paulo Celso, Walter Luiz, Dirceu Pereira, Afonso Alberto, Alair Rodrigues, Luiz Carlos Alves, João Natal, Marrocos Filho, Ronan Ramos de Oliveira, Paulo Roberto Pinto Coelho, Roberto Abras… Nas cabines batendo papo, me contendo pra não pedir autógrafo a Fernando Sasso, Kafunga, José Lino Souza Barros, Carlos Valadares, Waldir Rodrigues, Jairo Anatólio Lima, Jota Júnior, Lucélio Gomes, Luiz Chaves, Vilibaldo Alves, Luiz Otávio Pena, Osvaldo Faria . . . PQP! era sensacional.

Meus primeiros chefes em Belo Horizonte eram grandes ídolos que eu tinha do rádio: Gil Costa e Flávio Anselmo. Privilégio e honra estar ali.

Era feliz e sabia que era. Estar no “Vaticano” do futebol com tanta gente fora de série era um prazer. Aos domingos, para as partidas das 16 ou 17 horas, chegava lá ao meio dia e só saía por volta das 21/22, depois das resenhas no ar,  e depois nos bares do próprio estádio. Era o mais novo de idade, entre todos. Aprendia com todos eles.

Começava a “jornada esportiva” da Rádio Capital e eu no “anel externo” descrevendo o movimento dos ambulantes, as raras ocorrências policiais e entrevistando os torcedores que chegavam. Faltando meia hora para a bola rolar, ia lá para dentro e aguardava o âncora da transmissão, normalmente o Waldir Rodrigues, me acionar:

__ E agora, direto do anel interno do Mineirão, o ‘força jovem’ Chico Maia…” e eu contava o que estava acontecendo na região dos bares, na divisa entre as torcidas nos clássicos, os arranca-rabos e eventuais “pescotapas” nos distraídos, principalmente do interior, que entravam pelo portão da torcida errada e caía da boca do leão adversário.

Agarrei a oportunidade que me foi dada, cobrindo inicialmente o América, três meses depois o Galo e eventualmente o Cruzeiro. Estava no paraíso. De lá até hoje, foram dez Copas do Mundo e seis Olimpíadas, presencialmente.

Tudo por causa deste fascínio que o Mineirão exercia e exerce até hoje. É a obra e o seu conjunto. Toda vez que passo em frente, me emociono e manifesto a minha gratidão. Quando entro, só falto ajoelhar.

Obrigado e parabéns Mineirão!

Antes da reconstrução, ainda nos tempos em que se permitia repórteres atrás dos gols, eu (direita), com os queridos Marcos Russo (esquerda), Almir Roberto e Roberto Abras, trabalhando no Mineirão.


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