Blog do Chico Maia

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Em discussão o visual dos uniformes olímpicos no Rio: “Todos feios. Uniformes de um mau gosto extremo”

BASQUETE

Gostei da camisa do basquete brasileiro (acima) na vitória espetacular sobre a Espanha, ontem. Verde limão predominante com números e bordas em azul e amarelo. Mas o engenheiro Raul Otávio da Silva Pereira  detonou geral. Não gostou de nenhum até agora.

Confira e dê a sua opinião:

* “Chico,

já reparou na feiura dos uniformes?

Ginástica feminina do Brasil, vôlei masculino de quadra e de praia do Brasil, estou vendo agora vôlei feminino entre Estados Unidos e Holanda – também horrorosos – e por aí vai… Tem outros que já vi, mas não me lembro agora. Todos feios. Uniformes de um mau gosto extremo. Não me recordo de ter visto sequer uma camisa bonita, que dê vontade de usar.

O mundo virou mesmo um lugar quadrado e careta.

Além de sem graça.

Abraço,

Raul”


Para que não digam que nada no Brasil melhora!

TRESJOAOPINHEIRO

É surpreendente a qualidade da BR-040 de Belo Horizonte a Brasília. Este é um dos trechos já duplicados, entre Três Marias e João Pinheiro.

Depois do Rio e Brasília retorno a Belo Horizonte para os jogos de futebol desta semana no Mineirão. Tenho algumas boas novidades “verde/amarelas” interessantes. Durante a Copa América deste ano, nos Estados Unidos, depois de 22 anos estive novamente em Pasadena, cidade da final da Copa de 1994, onde tudo melhorou. Do visual à infraestrutura. De San Francisco até lá são 615 Km em ótima estrada, sem pedágio. No Brasil, normalmente, quando a gente retorna a algum lugar depois de muito tempo, nota uma piora geral, em tudo. Porém, nesta cobertura de Olimpíada estou tendo surpresas agradáveis. Fui de carro para o Rio e Brasília e apesar de muitos trechos ainda não duplicados, a BR-040 melhorou demais. Certamente, resultado da privatização. São sete pedágios nos 450 Km de Beagá ao Parque Olímpico, na Barra da Tijuca. Seis na 040, metade a R$ 4,80 e metade a R$ 5,90. E um na saída da Linha Amarela, chegando à Barra, a R$ 11,20, totalizando R$ 43,30. PEDAGIO Em foto do Eugênio Sávio, o pedágio mais caro, para o menor trecho percorrido, na Linha Amarela, chegando na Barra da Tijuca: R$ 11,20.   De Beagá à Capital Federal A última vez que fui de carro a Brasília foi a uns 20 anos. Sob concessão desde 2014, os 735 Km da 040 até lá parecem outra estrada, com pista de rolamento muito bem pavimentada, sem buracos, sinalizada, com postos de assistência aos motoristas e sensação de segurança. TRESJOAOPINHEIRO3 Mesmo nos trechos não duplicados a qualidade do asfalto é excelente e a sinalização passa segurança a quem trafega nela.

São oito praças de pedágio a R$ 4,80, cada, totalizando R$ 38,4. Em toda a extensão da rodovia há uma boa quantidade de postos de serviços e restaurantes. Ruim, só a cobertura de telefonia celular, cujo acesso só é possível no perímetro urbano das maiores cidades. Mesmo assim, dependendo da operadora. Mas essa é história para uma próxima coluna.

 

No Mineirão

Nesta quarta-feira, os primeiros jogos masculinos: Portugal x Argélia, 13 horas); Alemanha x Fiji (16 horas). As quartas de final, femininas, na sexta-feira, 22 horas e masculinas, sábado, às 19. A seleção das mulheres, comandada pelo técnico Vadão, pode jogar a semifinal, terça-feira, dia 16, aqui. A dos homens, do Rogério Micale, só se for decidir a medalha de bronze, dia 20, às 13 horas.

ALEMANHA1

Essa Alemanha de hoje não tem quase nada daquela que tacou 7 a 1 no Brasil de Felipão e Parreira. Apenas um jogador esteve aqui para aquele jogo e não ficou nem no banco. O zagueiro Matthias Ginter, do Borussia Dortmund, que tinha 20 anos na época. Tem que vencer, de preferência goleando, já que empatou seus dois jogos até agora: México (2 a 2) e a Coreia do Sul (3 a 3). Os alemães têm um título olímpico, conquistado em Montreal’1976.

 

Única com 100%

Portugal teve enormes dificuldades para montar esta seleção que veio para a Olimpíada. O técnico Rui Jorge enfrentou a má vontade dos clubes em liberar os jogadores, mas trouxe um time que está surpreendendo positivamente: 2 a 0 na Argentina e 2 a 1 em Honduras. Rui jogou no escrete português que ficou em quarto no lugar em Atlanta’1996.


Rodrigo Rodrigues: “Eu saio da ESPN tipo Robinho saindo do Santos. ‘Daqui a pouco o cara volta’.

RR1

Nesse corre-corre de Olimpíada, só agora fiquei sabendo que o Rodrigo Rodrigues deixou a ESPN. Seria ótimo se toda saída de um emprego fosse desse jeito, em alto astral, pela porta da frente, deixando-a aberta, e melhor ainda: indo para outra emissora para fazer uma das coisas das que mais gosta, que é falar de música. Está retornando para a TV Gazeta. Em seu último programa na ESPN, foi homenageado pelos jogadores que compõem o “Resenha”, liderados pelo Sorin.

RR

Confira no link e depois mais detalhes da saída do Rodrigo em notícias do Uol e no próprio blog dele, onde ele explica tudo:

http://espn.uol.com.br/blogs/rodrigorodrigues

* “Deixar a ESPN Brasil é como Robinho sair do Santos”. Assim definiu o apresentador, um dia após se despedir do programa “Resenha ESPN”, que ajudou a criar e que seguirá na programação após pausa durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, retornando no dia 28 deste mês.

Em conversa com a reportagem do UOL Esporte, RR falou sobre a sua relação com a ESPN e o esporte, explicou a nova saída do canal (que pode ser momentânea) e falou da TV Gazeta, emissora para a qual retorna para dar sequência a um projeto musical interrompido no ano passado.

“Eu saio da ESPN tipo Robinho saindo do Santos”, disse Rodrigo Rodrigues. (mais…)


Verdade verdadeira do Duke!

VERDAADE

Hoje, no Super Notícia!


O árbitro paraense Dewson Fernando Freitas da Silva foi o grande destaque do empate do Cruzeiro contra o Corinthians

CORCRU

Foi 1 a 1 no Pacaembu e este apitador deixou de dar pênalti absurdo a favor do Cruzeiro, quando o jogo estava 1 a 0 para o time paulista.

CASSIO2

O goleiro Cássio cometeu uma agressão ao Ábila e merecia inclusive a expulsão, pelo excesso de força utilizada no lance. Vi o segundo tempo, uma partida equilibrada, com o time do Mano Menezes se comportando muito bem em campo. Pelos comentários dos colegas, a primeira etapa também foi equilibrada, com o Cruzeiro senhor de si, fazendo boa partida, sem ser sufocado.

CASSIO

A questão da arbitragem no Brasil é muito séria. Atuações desastrosas de alguns apitadores que só comprometem o nosso futebol, cuja credibilidade está abalada dentro e fora das quatro linhas.


Mais uma vitória do Galo em que prevaleceu o conjunto e o futebol solidário

cam

A resistência da Chapecoense durou até os 20 minutos do primeiro tempo, quando Carlos César finalizou uma jogada que começou com o Maicosuel, passou pelo Donizete, Fred, uma furada do Pratto e chute certeiro do lateral. O time catarinense tinha ameaçado em duas oportunidades, pelo alto, em contra ataques que pegaram a defesa do Galo desarrumada. Mas o comando do jogo foi atleticano durante toda a partida, sem chances de reação da boa equipe da Chapecoense. O segundo gol só saiu aos 41, com Robinho aproveitando uma roubada de bola do Fábio Santos quase na marca do pênalti. O terceiro gol foi o mais bonito, numa troca de passes entre Robinho, Luan e Maicosuel, que concluiu com um chutaço.

LUAN

Luan tinha entrado no lugar do Pratto, mas saiu machucado, dando vaga para Clayton. Felizmente, as primeiras informações são de que não foi nada grave. Aos 45, Bruno Rangel marcou o único gol da Chapecoense.

Outra vez prevaleceu o futebol coletivo, em que o time todo foi bem, solidário. Robinho, de novo jogou muito, animado, querendo jogo. Fred foi outro gigante em campo.

Os 17.484 que pagaram ingresso lotaram o Independência, proporcionando renda deR$ 729.930,00.

 


As cores das camisas não os separam: exemplo de atleticanos e cruzeirenses que deveria ser seguido mundo afora

CAMCRU

Tive o prazer de ver esta turma no estacionamento do Parque da Cidade, em Brasília, aguardando o ônibus para ir ao estádio Mané Garrincha. Pedi autorização para fazer esta foto. Um exemplo que deveria ser seguido mundo afora. São os irmãos Rodolfo (esq.) e Roberto, de Belo Horizonte, com os filhos André e Lara, cada qual com a sua paixão, Galo e a Raposa, em harmonia, corpo e no coração.


Mais um exemplo do esporte como inclusão social, que os cegos do poder não querem enxergar

RAFAELA

O judô brasileiro estava passando em branco nas medalhas, até que a Rafaela Silva, ganhou hoje o ouro na categoria leve, até 57 quilos. Ela é mais um exemplo da importância do esporte como uma das maiores fontes de inclusão social no Brasil. Família pobre, moradora da Cidade de Deus, hoje é nome mundial e certamente alavancará a carreira e vida, como atleta e no futuro como professora de educação física, empresária, comentarista ou alguma atividade ligada ao esporte. Em 2012 pensou em largar tudo, depois de ser ofendida por racistas.

A Olimpíada no Brasil deveria gerar os mesmos benefícios ao país que se verificou na Austrália, que se tornou uma potência olímpica depois de sediar os Jogos de 2000, em Sidney. Mas aqui é diferente. Os políticos que estão no poder ou os que vão ocupá-lo dentro de alguns meses, continuarão convenientemente cegos, fingindo não saber da importância dessa conquista da Rafaela Silva. Caso houvesse políticas públicas voltadas ao esporte em todo o país, milhões de pessoas estariam em situação muito melhor do que estão. Mas, nas cidades, estados e união, nomeiam-se pessoas que nada têm a ver com o esporte, para as secretarias que cuidam deste setor. Apadrinhamento político e demagogia é o que predominam.


Individualismo, passes errados e oportunidades perdidas em mais um jogo sem gols do Brasil

BRA

A seleção brasileira masculina fez duas partidas contra seleções que não constam no mapa do futebol mundial sem conseguir marcar um gol sequer. Quinta-feira contra a África do Sul e nesta noite de domingo contra o Iraque. Iraque, senhoras e senhores! Agora corre sério risco de ficar de fora da segunda fase dos Jogos Olímpicos.

Um time cheio de estrelas consagradas ou emergentes que tem dificuldades de acertar passes. Desperdiçaram novamente oportunidades incríveis e parece que ainda não sabem que o futebol esporte coletivo. Individualistas correndo atrás do papel de protagonistas.

Rogério Micale esboçou passar a faixa de capitão do time para um outro jogador, mas repetiu o erro do antecessor Dunga, mesmo sabendo que o jogador não tem perfil de liderança. Também repetiu o erro de permitir que toda bola tem que passar pelo Neymar, facilitando a vida dos adversários. É só marcá-lo com eficiência que o time empaca.

As vaias hoje no estádio Mané Garrincha foram bem mais fortes que na quinta, com toda justiça. O Iraque com muita garra segurou o empate, em um jogo que teve sete estranhos minutos de prorrogação, numa colaboração do árbitro romeno Ovidiu Hategan para a seleção brasileira, que mesmo assim conseguiu marcar um gol.

GABI

Gabriel, espantado com a ruindade do futebol da seleção


Futebol olímpico no segundo estádio mais caro do mundo

ONIBUS

Mineiro de Caratinga, Fábio Paceli Anselmo (esq.), com o filho Rodrigo à direita, a nora Bruna e os netos Pedro e Chiquinho. De carro até o Parque da Cidade e depois de ônibus até o Mané Garrincha.

 

A seleção brasileira está cercada de carinho em sua estada no Distrito Federal para estes dois jogos pela Olimpíada. Tirando a banda podre da política que a habita, Brasília é uma cidade fantástica. Toda vez que a visito parece que é a primeira vez, sempre com visões diferentes. O estádio Mané Garrincha está entre os maiores escândalos da Copa, começando pela desnecessidade de reconstruí-lo tão grande e luxuoso, desaguando no superfaturamento e corrupção até agora impunes. De acordo com a Pluri Consultoria é o segundo mais caro do mundo: 830 milhões de dólares, perdendo apenas para Wembley que custou U$ 1,13 mi Mas isso é uma outra história. Já que o fato é consumado vamos usufruir dele da melhor maneira. Com 72 mil lugares, o novo Mané faz lembrar o também suntuoso Soccer City (94 mil lugares) em Johanesburgo, palco da abertura e encerramento da Copa de 2010. Cadeiras muito confortáveis, mas quem ocupa as fileiras da parte mais alta corre um risco danado. Sem grade de proteção, em um tombo dali, nem a alma do sujeito chega inteira lá embaixo. Pelo visto o Ministério Público brasiliense é bem mais tolerante que o de Belo Horizonte. Por muito menos o estádio Independência teve partes interditadas até que obras de segurança fossem realizadas.

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Mesmo custando a fortuna que custou o Mané Garrincha ficou com o estacionamento por concluir. A maioria do grande público que prestigiou a seleção brasileira deixava o carro no estacionamento do Parque da Cidade (de graça), que fica perto, e pegava um ônibus, ao custo de R$ 2 para chegar ao estádio em menos de 10 minutos. As filas para os ônibus eram enormes.

 

Revista na saída

Pela primeira vez experimentei uma revista de segurança na saída de um estádio. Para entrar no Mané Garrincha os jornalistas têm o número de série do notebook anotado e na saída o aparelho tem que ser apresentado para uma nova conferência. Medo que algum terrorista deixe um similar lá dentro para explodir depois. O público só pode entrar com sacolas ou bolsas se elas forem transparentes.


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