Blog do Chico Maia

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Hoje é dia do aniversário de quem eu mais gosto na vida: parabéns D. Terezinha

Minha mãe, completa hoje 91 anos, muito bem vividos e em ótima saúde, curtindo bem a vida. E continua mandando em todos nós, quatro filhos, como sempre.

Pena que nesta comemoração de hoje, meu pai, Vicente, não esteja presente fisicamente, já que nos deixou em 2002, aos 75 anos.

Obrigado a eles por tudo que fizeram e fazem por mim, incluindo meus irmãos, cunhados e sobrinhos.

Da esquerda para a direita, Gilmar, Edilse, Dirce, Nonô e D. Terezinha.

Nós.


América cumpriu muito bem o seu papel e agora se concentra na busca de mais um  título da Série B

Como quase toda decisão, América e Palmeiras fizeram um jogo muito cauteloso, estudado e com poucas emoções. O time paulista foi melhor no primeiro  tempo, mas marcou seus dois gols da vitória no segundo, quando parecia que o Coelho abriria o marcador a qualquer momento.

Partida equilibrada, definida num feliz chute do Luiz Adriano, aos 23 minutos, da entrada da área, até meio fraco, mas que pegou o goleiro Cavichioli “desprevenido”, para não dizer desatento. Uma bola defensável. O time sentiu o golpe e não conseguiu reagir com a intensidade necessária. Aos 39, a zaga vacilou e Rony fez o segundo gol. Juninho, que hoje esteve longe do excelente jogador que é, desperdiçou uma chance de ouro, da marca do pênalti, quando o placar estava em branco.

Mas, valeu demais. Foi para a final o time que errou menos, por ter um dos elencos mais caros do futebol brasileiro. A arbitragem foi tranquila.

O Palmeiras enfrentará o Grêmio, que foi para a final depois de vencer o São Paulo em Porto Alegre por 1 a 0 e empatar esta noite no Morumbi, sem gols. Também  por seus méritos. Ridículo o cerco que os jogadores paulistas fizeram ao trio de arbitragem depois da partida, comandados pelo técnico Fernando Diniz, que parecia descontrolado. Queriam mais tempo de acréscimos. O árbitro deu sete minutos, mas eles queriam oito.


Confiança total no América contra o Palmeiras esta noite

Esta noite teremos o jogo do ano para o futebol mineiro e acredito piamente no América, que tem feito tudo certo, dentro e fora de campo, para atingir os seus objetivos na temporada: retornar à Série A, e fazer a melhor campanha possível na Copa do Brasil. Tem tudo para chegar à final e se campeão. Já superou adversários tão difíceis quanto o Palmeiras, porque teve e tem time, estratégia e retaguarda para tal. Ou seja: diretoria, treinador/comissão técnica e jogadores competentes.

Peço permissão ao Marcio Amorim, tradicional americano, dos mais exigentes, e antigo colaborador do blog, para utilizar a análise que ele fez, do jogo passado, para explicar um pouco dos motivos dessa bela trajetória do América:

* “Caros Chico e amigos!

O jogo de ontem serviu para que o Lisca se consolidasse como um ótimo estrategista. Durante o jogo, ele consegue alternar as variações que treina ou tenta treinar quando o calendário desumano permite. Nem ele nem o técnico do Palmeiras imaginaram que o América sairia na frente, nem de modo tão inusitado e rápido. O goleiro do Palmeiras saiu jogando com o zagueiro que se viu cercado por uma implacável marcação pelos lados do campo. Tentou voltar para o goleiro, fazendo a lambança. Muita gente “olha tv”, sem ver o jogo. Analisar, então, deve ser muito para este tipo de plateia obtusa.
Logo no início do jogo, o Ademir fez uma farra pela direita e colocou o Giovane de frente para o gol e bateu certo, porém fraco.
O Palmeiras viu que tinha de se cuidar. Mudou a ânsia de atacar desde os primeiros minutos. Pouco tempo depois, no único “ataque”, saiu o gol. Aí, sim, o Palmeiras assustou. Assustou o Palmeiras e quem “olha TV”. Não devem ter-se assustado os técnicos de Corínthians e do Inter. Já haviam provado daquele veneno. Gol fortuito também vale.
Mudou o panorama da partida, e o próprio Lisca repensou a sua programação. Passou a marcar no seu campo e, no último lance do primeiro tempo, saiu o empate. Novamente os dois técnicos tiveram de repensar as duas estratégias.
O Palmeiras passou a insistir pela sua direita, diante da insegurança do Sávio. A partir dos 28 minutos, o estrategista de cá deu um nó no de lá. Embora pudesse tentar sair de lá com a vitória, optou por dificultar a possibilidade de o Palmeiras tentar virar o jogo. Colocou o Toscano como auxiliar da lateral direita, trocou o Sávio na esquerda e colocou o Calysson como auxiliar da lateral esquerda. O centroavante passou a fechar o meio. Trocou o Flávio, um gigante na cabeça da área e já cansado, colocando o jovem e descansado Sabino. E acabou o Palmeiras que tentou, e tentou, e tentou…
Quem “olha TV”…
Abraços! Que a magia do Natal seja o prenúncio de um ano realmente novo e sem tantos sustos! Cuidem-se! Juízo, moçada! Quarta tem mais alegria, se Deus quiser.”

Márcio Amorim


Após novo empate em casa e quatro jogos sem vencer, mais uma entrevista de desesperança do Felipão

Imagens: twitter.com/CuiabaEC

Desde que chegou, o treinador só falou em escapar do rebaixamento, e que o elenco só daria para isso. A mensagem parece ter sido incorporada pelos jogadores, que desistiram de brigar por uma das quatro vagas na Série A, que sair da degola já estaria de bom tamanho. Felipão também dá a entender que ficou assustado com a realidade com a qual se deparou no atual Cruzeiro, sem dinheiro para nada e atolado em dívidas e ações judiciais. Pouca ou nenhuma margem para contratações futuras.

Detalhes do empate sem gols com o Cuiabá na reportagem do Alexandre Simões para o Hoje e Dia:

“Após empate com Cuiabá, Cruzeiro tem mais chances de ser rebaixado à Série C que de voltar à Série A”

O empate sem gols com o Cuiabá, nesta terça-feira (29), no Independência, pela 32ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, deixa o Cruzeiro novamente com mais chances de ser rebaixado à Série C que de alcançar o acesso à Serie A. Isso é o que mostram os números no site Probabilidades no Futebol, mantido pelo Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). As duas possibilidades são muito remotas, de toda forma, os cálculos dos matemáticos da UFMG são de que a Raposa tem 0,40% de chances de voltar à elite. Por outro lado, são de 0,87 as probabilidades de queda.

Antes do empate com dos cuiabanos, o Cruzeiro já precisava de um milagre para conseguir voltar à Primeira Divisão. Agora, depende de marcas do acesso que só aconteceram duas vezes, em 14 edições, para seguir com chances de retornar à elite.

Com 41 pontos e mais 18 por disputar, a equipe de Luiz Felipe Scolari só consegue chegar aos 59. Na Série B por pontos corridos, que é disputada desde 2006, este número foi suficiente para uma equipe subir em 2008 e 2007, quando a marca foi ainda mais baixa (57). (mais…)


Cruzeiro e Cuiabá é jogo de vida ou morte para as pretensões de ambos em 2021

Com 40 pontos, o Cruzeiro está há cinco pontos da zona da degola e a nove do G4. O Cuiabá está em terceiro, com 50, na briga direta por uma vaga de acesso. O jogo promete. Se houvesse torcida no estádio seria um diferencial a favor da Raposa, mas com as arquibancadas vazias, o Independência dá a impressão de campo neutro.

Depois da derrota para a Ponte Preta, Felipão deu entrevista realista, em tom de muita preocupação com o futuro, já que a situação financeira do clube anda cada dia mais delicada: Estamos trabalhando todos os dias para ter detalhes de uma equipe futura melhor do que estamos hoje. É desanimador? Claro que é desanimador. Para todo mundo. Não só para a torcida do Cruzeiro, mas para os jogadores e para o técnico, principalmente. Temos que fazer uma reflexão, em todos os sentidos, para saber o que é que realmente vamos fazer com o Cruzeiro no ano que vem. E o que é que pode ser feito, em razão de tudo que aconteceu este ano. Tenho que resolver a minha parte dentro de campo, e a minha parte nós temos conversado sobre algumas situações, mas, em primeiro lugar, precisamos conversar sobre a situação atual. A situação atual ainda nos preocupa, e vamos esperar ter uma situação definitiva de conversa, de acerto e de detalhes, quando estivermos com os pontos garantidos pelo menos para a permanência na Série B”, disse o treinador.

A classificação

P

J

V

E

D

GP

GC

SG

1

Chapecoense

62

31

17

11

3

36

14

22

2

América-MG

60

31

17

9

5

35

21

14

3

Cuiabá

50

31

14

8

9

37

31

6

4

Juventude

49

31

13

10

8

43

32

11

5

CSA

48

31

14

6

11

42

30

12

6

Guarani

47

31

13

8

10

38

35

3

7

Ponte Preta

46

30

13

7

10

38

39

-1

8

Sampaio Corrêa

45

31

13

6

12

41

31

10

9

Avaí

44

31

13

5

13

33

40

-7

10

Brasil de Pelotas

43

31

10

13

8

28

26

2

11

Cruzeiro

40

31

12

10

9

36

29

7

12

Confiança-SE

39

31

10

9

12

33

38

-5

13

Operário

38

30

9

11

10

27

28

-1

14

CRB

37

31

10

7

14

31

39

-8

15

Vitória

36

31

8

12

11

38

37

1

16

Figueirense

35

31

8

11

12

26

31

-5

17

Náutico

35

31

8

11

12

28

35

-7

18

Paraná

32

31

8

8

15

29

42

-13

19

Botafogo-SP

26

31

6

8

17

18

31

-13

20

Oeste

20

31

4

8

19

23

51

-28


De repórter esportivo a fenômeno de audiência como Tieta Presley

Reportagem publicada no jornal Sete Dias, “Retrato em Branco & Preto”: repórter Rodrigo Rocha (esq.) e Willy Fritz Gonser, durante a transmissão de Caldense 1 x 4 Atlético, em Poços de Caldas, pelo Campeonato Mineiro de 1995/Rádio Itatiaia.

***

Rodrigo é um talento da comunicação. Nascido em Sete Lagoas, filho do saudoso Tonico “Boa Fala”, também comunicador. Começou na Rádio Cultura, 1988, onde foi redator, apresentador, plantonista, e repórter. Queria mesmo é ser locutor esportivo, mas diz que nunca teve essa oportunidade lá. Assim como muitos, que tentam essa profissão, ele conta que trabalhou dois anos “sem receber um centavo, pois eu queria aprender a profissão”.

O talento de Rodrigo foi notado pela recém inaugurada Rádio Eldorado, também de Sete Lagoas. Os chefes de esporte da nova emissora, João Carlos Oliveira e João Senna, o contrataram para ser o segundo narrador (o João era o primeiro), “com a carteira assinada, recendo salários e tudo”, conta.

Em 1994, foi ouvido pelo hoje saudoso Januário Carneiro, dono da Rádio Itatiaia, durante um Democrata Jacaré x Seleção da Copa Itatiaia, no antigo Estádio José Duarte de Paiva. Recebeu o convite do próprio Januário, para trabalhar na maior emissora de Minas. Lá, Rodrigo cobriu a Federação Mineira de Futebol, foi repórter volante e cobria os clubes, quando os titulares estavam de folga: Roberto Abras no Galo, Waldir Barbosa no Cruzeiro e Mauro Neto no América. O chefe de esportes era o Osvaldo Faria, por quem ele é grato até hoje: “me ajudou muito”, diz.

Em 1998, Rodrigo deu uma guinada na carreira. Trocou a Itatiaia pela ExtraFM e foi trabalhar com o Dudu no programa Grafite, fazendo imitações e humor. O público gostou e pouco tempo depois ele ganhou o próprio programa, com a personagem “Tieta Presley”, imitando uma travesti, que se tornou fenômeno de audiência. O sucesso foi tão grande que virou tese, apresentada pela professora Nair Prata, Doutora em Lingüística (UFMG), titular do Curso de Comunicação da UFOP de Ouro Preto, no IV Encontro dos Núcleos de Pesquisa da Intercom em Porto Alegre em 2004. 

Mais um tempo e surgiu a oportunidade de ir São Paulo, onde trabalhou como músico durante um ano. Voltou para Belo Horizonte, para trabalhar na Rádio LiberdadeFM, onde ficou por 10 anos. Depois, foi para a BH FM (Sistema Globo), onde ficou sete anos, mas lá teve uma experiência triste, como ele mesmo conta: “Saí da BH porque sofri uma injúria racial, lá dentro, em 2015 e tento me recuperar desse trauma até hoje. Voltei para a LiberdadeFM em 2015 e fiquei por lá até o início da pandemia, em março deste ano, quando a direção resolveu dispensar vários funcionários e eu fui no meio”.

Atualmente, Rodrigo/Tieta está aguardando novo convite para dar sequência à carreira. Enquanto isso, faz trabalhos temporários, como narrador esportivo (no site a LBV), na equipe do Afonso Alberto, e também na rádio Transamérica FM, na equipe do Flávio Anselmo.

Rodrigo é casado, tem um filho, Igor, de 14 anos, e este ano passou por uma enorme dor, ao perder a mãe. Seu pai, Tonico “Boa Fala”, morreu em 2012.

Rodrigo Rocha como Tieta Presley, entre Lady Darley (esq.) e Cláudia Gandra, no programa Turma do Manhã Legal, na Rádio Liberdade FM.

Rodrigo, na Liberdade FM


E lá se foi o Dr. Francisco Lemos, que comandou a politica do Cruzeiro durante décadas

Em foto de Washington Alves/Light Press, Dr. Francisco Lemos em 2017, quando foi homenageado pelo Conselho Deliberativo, junto com outros ex-presidentes .

O “Dr. Lemos”, como era chamado, era uma pessoa gentil, apesar de discreta, contrária aos holofotes. Mas foi um dos homens mais importantes dos bastidores do Cruzeiro, desde 1954, quando foi presidente, o mais jovem da história do clube. Daqueles tempos, até agora, foi o maior articulador da política interna cruzeirense, uma “Raposa”, que elegia e destituía. Os companheiros mais rodados da imprensa diziam que ele era o “Golbery” do Cruzeiro, numa referência ao General Golbery do Couto e Silva, articulador político do regime militar que mandou no Brasil no último período ditatorial.

Dr. Lemos acertou mais do que errou nessas articulações, mas morreu triste com a situação em que o Cruzeiro se meteu, e que teve participação dele.

Dr. Lemos ao lado de César Masci, Alvimar Perrella e Gilvan de Pinho Tavares, em foto do Washington Alves/Light Press

Detalhes no Superesportes:

* “Morreu, aos 91 anos, na manhã desta sexta-feira (25), José Francisco Lemos Filho, ex-presidente do Cruzeiro. Ele administrou o clube no ano de 1954. Lemos faleceu em casa de causas naturais. O velório será reservado para familiares e amigos, das 15h às 17h, no Parque da Colina. O sepultamento ocorrerá às 17h. Engenheiro de carreira da Cemig, Lemos viveu a política do Cruzeiro desde muito cedo. Chegou ao cargo de presidente aos 25 anos, sendo o mais jovem a preencher o cargo.

Lemos também foi vice-presidente nas gestões de Zezé Perrella e Alvimar de Oliveira Costa, além de ter liderado o conselho deliberativo. Durante o segundo mandato de Gilvan de Pinho Tavares, mais uma vez foi vice-presidente… (mais…)


Que 2021 seja melhor para todos nós!

Meus prezados e minhas prezadas do blog, desejo a todos ótimos momentos neste período mais agradável de todos os anos, entre Natal e réveillon, entre confraternizações e reencontros, que não têm preço. Uma pena que essa descontração, relaxamento e fraternidade não prevaleçam na maior parte do ano novo que se aproxima. A partir do dia dois de janeiro de cada jornada anual, grande parte das pessoas (não sei se maioria), volta ao normal, de impaciência, arrogância, bloco do eu sozinho, cada um pra si e Deus pra todos (ou contra todos), sacanagens, safadezas e essas coisas que todo brasileiro conhece, e parece ter se acostumado. Só peço saúde para todos, pois o resto a gente dá conta. Vida que segue.

Obrigado por tudo mais uma vez e continuemos juntos em 2021, trocando ideias neste espaço. Modéstia às favas, não conheço outro espaço semelhante em que o nível dos comentaristas/debatedores seja de tão alto nível e agradável de se ler.

Não sou de reclamar da vida, nem de ficar choramingando pelas situações ruins que ocorrem. Como diria “Dom”  Julio Grondona, o todo poderoso do futebol argentino, manda chuva dos bastidores da Conmebol e FIFA durante décadas: “tudo passa!”. Acredito sempre em dias melhores. Essa pandemia avacalhou com todos nós, no mundo inteiro, mas é o curso da história. Que 2020 sirva como aprendizado e muita reflexão.

Bola pra frente!

Eu gostaria de me interagir mais com vossas excelências, mas o tempo no dia a dia é curto. Um dia chego lá!


América com personalidade, não estranhou o gramado sintético nem o time milionário do Palmeiras

Bem disse o Thiago Reis da Itatiaia “@thiagoreisbh “A maturidade do jogo do América segue surpreendendo o Brasil. Para quem acompanha, nenhuma novidade! Tirando o vacilo no último lance do primeiro tempo, Coelho faz mais um bom jogo enfrentando de igual outro gigante… #Snsb

***

É isso. O jogo foi tenso. O Palmeiras viu, de cara, que não estava diante de uma “zebra”, que eliminara por acaso concorrentes como Corinthians e Internacional. No primeiro vacilo, aos 19 minutos, o zagueiro Emerson Santos fez o que nunca se deve fazer: atravessar uma bola pela extensão de sua própria área. Deu a bola de presente para o Ademir, que abriu o placar.

O time paulista passou a pressionar mais, porém encontrou um sistema defensivo sólido e o goleiro Mateus Cavichioli em ótima noite.  O empate saiu aos 48 minutos, depois de vacilo da zaga e uma cabeçada certeira do Gustavo Gómez. O segundo tempo foi  de muito respeito mútuo, uma partida sem motivos para grandes esperanças e emoções.

O Cândido Henrique, do O Tempo, fez uma observação interessante:@candidoh : diferença de vontade do time do América versus o que apresentou o time do Galo contra o SP é abismal! O comprometimento dos jogadores do América com o clube parece ser bem maior do que o que é visto pelo Atlético.”

Falou e disse!


Com ataque novamente inofensivo, Cruzeiro perde de virada e vai se complicando na Série B

Foto: https://twitter.com/aapp_oficial

Com ataque novamente inofensivo, Cruzeiro perde de virada e vai se complicando na Série B. O time começou bem a partida, demonstrando garra, até sair o gol do zagueiro Manuel, aos 8 minutos, de cabeça. Mas a Ponte Preta que parecia estar respeitando demais a camisa cinco estrelas de tanta tradição, não tinha outra alternativa que não fosse atacar. Partiu para cima e viu que o papão não era tão feio e virou o jogo, aos 19 e 25 minutos do segundo tempo.

Observações de companheiros da imprensa que conhecem bem do assunto, como o Murilo Rocha, da Band: @EuMuriloRocha “A bola tá tomando uma surra nesse jogo entre Cruzeiro e Ponte. Tá dando dó. Que façanhas consegue o Cruzeiro nessa fraquíssima série B. A grande jogada do time do Felipão é a cobrança de escanteio. É muito pouco para o time se contentar em se acertar para o próximo ano na segundona.”

 

Jorge Luiz do Sportv @jorgeluizrod: “Ponte Preta 2 x 1 Cruzeiro: a 2ª derrota (1ª como visitante) em 15 jogos com Felipão. A Raposa cai para 11º lugar na Série B, com 40 pontos. Entrevista de Ramón é de quem jogou a toalha. A Ponte sobe para 6º (46), com 2ª vitória seguida. Cruzeiro não perdia há 6 jogos (3V e 3E).

 

Ênio Lima, da Itatiaia @eniolimamarcou “É amigos, se o Cruzeiro não mudar sua mentalidade no futebol não terá jeito! O time é limitado tecnicamente, não se impõe, não tem inspiração. Faz o gol, mas em seguida recua, acha que já venceu a partida, não tem uma jogada bem trabalhada, a torcida não merece tamanha frustração”

 

Thiago Prata, do Hoje em Dia @ThiagoPrata7: “Em noite pavorosa, @Cruzeiro perde de virada para a Ponte Preta e segue estacionada com 40 pontos, restando sete rodadas para o fim da Série B; sem Sóbis, ataque comandado por Pottker é inoperante contra a equipe de Campinas.”

 

Luciano Dias, da Band @jornlucianodias: “E teve gente que achou que no jogo contra o Cuiabá, que seria no dia do centenário, o Cruzeiro já teria subido. E é justamente a partida que pode marcar o adeus matemático pelo acesso. Será ainda mais vergonhoso ficar cinco, seis rodadas cumprindo tabela. Melancólico!”

 

Josias Pereira, O Tempo: @josiaspereira “O presente que o torcedor do Cruzeiro vai receber no centenário será permanecer na Série B. Conselheiros, diretoria, departamento de futebol, todos responsáveis. Incompetência administrativa refletida no fraquíssimo desempenho do time. Melancólico 2020 para a Raposa.”

A classificação

    P J V E D GP GC
1 Chapecoense 59 30 16 11 3 34 14 20
2 América-MG 57 30 16 9 5 34 21 13
3 Cuiabá 50 31 14 8 9 37 31 6
4 Juventude 49 31 13 10 8 43 32 11
5 CSA 48 31 14 6 11 42 30 12
6 Ponte Preta 46 30 13 7 10 38 39 -1
7 Sampaio Corrêa 45 30 13 6 11 41 30 11
8 Avaí 44 30 13 5 12 33 38 -5
9 Guarani 44 30 12 8 10 37 35 2
10 Cruzeiro 40 31 12 10 9 36 29 7
11 Brasil de Pelotas 40 30 9 13 8 27 26 1
12 Confiança-SE 39 30 10 9 11 33 37 -4
13 Operário 38 30 9 11 10 27 28 -1
14 CRB 37 30 10 7 13 31 38 -7
15 Vitória 36 31 8 12 11 38 37 1
16 Náutico 35 31 8 11 12 28 35 -7
17 Paraná 32 30 8 8 14 29 40 -11
18 Figueirense 32 30 7 11 12 24 31 -7
19 Botafogo-SP 25 30 6 7 17 17 30 -13
20 Oeste 19 30 4 7 19 22 50 -28

 


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