Blog do Chico Maia

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Em defesa da atividade dos árbitros e contraponto ao sentimento do jornalista Hércules Santos

Sobre o post de sexta-feira aqui no blog em que falei da raiva que o jornalista Hércules Santos tem dos árbitros de futebol (http://blog.chicomaia.com.br/2018/03/23/hercules-santos-parou-com-o-futebol-porque-um-dia-faria-uma-besteira-com-um-arbitro/), o Rogério Pereira da Costa, a quem agradeço, enviou um comentário lamentando este sentimento do locutor da Rádio Super FM:

“Lamentável que um grande profissional de imprensa como esse Hércules Santos, escolhe o árbitro de futebol como seu vilão! Ser humano como ele que será que nunca errará? Pobre do vício da paixão que o contaminou! Será que ele tem o mesmo ódio do dirigente da equipe que ele é apaixonado quando monta equipes medíocres? Quando atletas bisonhos que cavam cartões para não, fazer viagens, etc? Deveria na pelada de seu clube, se é que que um dia jogou bola, pegar um apito ou uma bandeira e tentar uma pelada sequer, eu tenho certeza terá o arrependimento de um ter tido ódio do filho sem pai do árbitro de futebol!”

Rogério Pereira da Costa


Seleção de Tite é mais inteligente e não depende só de Neymar para vencer com facilidade

A pedidos, o fotógrafo Eugênio Sávio deu uma canja, treinando para cobrir a Copa 2018, utilizando da imagem da Globo.

TVs do aeroporto de Ezeiza mostravam um jogo, mas não tive a menor curiosidade em ver qual era. Agora, vendo o twitter, percebo que era o amistoso da seleção brasileira. Fui ao portal do O Tempo e li: “Brasil deslancha na etapa final, marca 3 e vence Rússia com facilidade”.

Que bom! O time do Tite, sem Neymar, joga. Os antecessores dele, incompetentes, punham o time pra jogar em função dele, e se deram mal.

Ter um grupo, de futebol solidário, é fundamental para a seleção pensar em brigar pelo título da Copa na Rússia. O atacante do PSG é muito bom, mas na hora do “vamos ver” sempre tem um problema: contusão, cartão, erisipela, espinhela caída, unha ou cabelo encravado, dor de dente e por aí vai.


Hércules Santos parou com o futebol porque um dia faria uma besteira com um árbitro

O coordenador da Rádio Super, Rogério Mauricio (esquerda), comentarista Leandro Cabido e Hércules Santos, na cantina do jornal O Tempo. Por ser o mais alto dos times em que jogava quando garoto, Hércules era sempre escolhido pra ser o capitão. Tinha que conversar com os árbitros e nunca havia consenso, foi tomando antipatia, que se tornou raiva, dos apitadores. 

É verdade, foi ele mesmo quem me contou! O ótimo jornalista/radialista Hércules Santos, ex-Globo/CBN, agora narrador da Rádio Super Notícia, também é roqueiro e tem uma banda. Mas poderia ter sido goleiro profissional, não sei se de clube grande, médio ou raquítico, porque nunca o vi jogar em seus áureos tempos. Ele jura que era bom demais conta. Sei não.

Conta também que quando estava naquela encruzilhada da vida, precisando decidir que rumo tomar, decidiu esquecer o futebol como profissão, pois tinha tanta raiva dos árbitros que num jogo qualquer poderia fazer uma besteira e matar um. Até hoje ele tem birra pessoal com os homens do apito e dos bandeiras. Já manifestou isso pessoalmente ao hoje colega de profissão Marcio Rezende de Freitas, que foi um dos melhores árbitros do país, mas que cometeu erros absurdos, que entraram para a história.

Em suas crônicas, Nélson Rodrigues também vivia manifestando seu ódio pelos apitadores. A vida deles não é fácil. Na maioria das vezes involuntariamente matam milhares ou milhões de raiva mundo afora em função de um único erro ao apitar ou deixar de apitar alguma coisa. É poder demais nas mãos de um ser humano só, com todas as consequências que o poder de decisão traz.

Lembrei-me dessa história do Hércules para voltar ao clássico e à chiadeira do América. Retomando também o comentário do cruzeirense Luiz Ibirité aqui no blog: “E na duvida seja contra o Atlético ou o Cruzeiro o juiz sempre decide contra o América!”.

Verdade, assim como também é verdade que, na dúvida, em jogos do América contra os times do interior, o árbitro sempre decide a favor do Coelho. E nessa mesma dúvida, os árbitros decidem contra Atlético e Cruzeiro nos jogos deles contra os grandes clubes do Rio e de São Paulo.

Este problema crônico parece uma lei natural, mundo afora. Ontem, zapeando TV em Piriápolis, me detive por alguns minutos num Borússia x Real Madri,que cheguei a pensar que fosse ao vivo, já que é tanto futebol na TV que a gente fica perdido. O time alemão dando um sufoco danado nos espanhóis e tem um pênalti claro a seu favor, não marcado pelo apitador. Logo em seguida, cruzamento longo, perfeito, da direita para a esquerda na área do Borússia. Num “sem-pulo” espetacular Bale faz 1 a 0 pro Real. Mudou todo o panorama da partida. Li depois que foi um jogo de dezembro do ano passado pela Champions, 3 a 1 para o Real na casa do forte adversário. Graças a um erro da arbitragem, porém, também aos excelentes jogadores que possui. Não é para qualquer um acertar o cruzamento como o que encontrou Bale, outro acima da média, que por sua vez, acertou um chute que não é pra qualquer um. Por isso ganham fortunas e por isso jogam onde jogam. Resumindo, excelentes e ainda contam o benefício da dúvida da arbitragem. Aí o desequilíbrio aumenta, vira sacanagem.

E assim caminha a humanidade, ou “o rio corre é para o mar”.

No Globoesporte.com o resumo desse Borússia 1 x 3 Real:

“A vitória do Real Madrid teve também controvérsia. Aos 13 minutos do primeiro tempo, quatro minutos antes de Bale abrir o placar, Yarmolenko cruzou, Philipp bateu de primeira, Navas desviou, e Sergio Ramos tocou com a mão quase na linha do gol. Apesar das reclamações dos jogadores e da torcida do Borussia Dortmund, o árbitro não marcou nada.”

http://globoesporte.globo.com/futebol/liga-dos-campeoes/jogo/26-09-2017/borussiadortmund-realmadrid/


Treinador melhor em campo, árbitros para a fogueira do inferno e as chances de uma uma finalíssima “diferente”

Na ótima foto do Bruno Cantini, Cazares, que nunca mantém uma regularidade, estava acesso neste clássico.

Em minhas últimas horas uruguaias acesso a Itatiaia para saber o resultado do clássico: 1 a 0 pro Galo, gol do Cazares. A equipe comandada pela Úrsula Nogueira elegeu o técnico Thiago Larghi “melhor em campo”. Até acho que ele deveria ser efetivado logo, antes do desfecho do campeonato estadual, mas essa história de treinador ser escolhido “melhor em campo” é de lascar. Nunca concordei com isso, nem nos tempos em que eu tinha “direito a voto” como repórter das rádios Capital e Inconfidência. E lembrem que tive o privilégio de trabalhar em jogos de um Telê Santana, por exemplo, comandando um elenco horroroso do Atlético em fins dos anos 1980. E esse era um dos que costumava tirar “leite em pedra”! Mas “melhor em campo”? Sempre votei em quem estava dentro de campo.

Mas, vamos ao que não deveria interessar: a arbitragem e o desejo dos dirigentes do América de queimar vivos a federação, o árbitro e bandeirinhas. O comentarista Leo Figueiredo disse que eles não têm razão, que a arbitragem foi normal, e o gol anulado corretamente.

Ênio Lima narrou o gol alvinegro dizendo que a defesa do América bateu cabeça e falhou clamorosamente.

Abri os comentários aqui do blog e selecionei dois para compartilhar de forma especial com as senhoras e senhores. Um atleticano e um cruzeirense. Paulo F escreveu: “Os dois gols do América foram bem anulados, no primeiro o jogador do america participa do lance mesmo sem tocar na bola, pois ele tenta cabecear e nao consegue, fazendo com que o vitor fosse em direcao ao norberto e nao em direcao ao luan. Se tivesse saido da jogada isso seria questionavel, mas ele vai na bola e tenta cabecear. O do heman ele mesmo admite ter tocado na bola, nao ha o que questionar.
Mais uma vez o galo criou muito, desperdicou muitos gols e deu espaco pro adversario em momentos cruciais.

Que engracado, dois posts atras os azulinos falando que mineiro so serve pra treino e nao bale nada. Agora estao defendendo veementemente o mineiro de 2003, vai entender. Mesmo nao sendo tao importante, deveriam se importar mais mesmo, ja que nao ganham desde 2014, mesmo com nivel tao fraco.”

Já o cruzeirense Luiz Ibirité, pensa o seguinte: “Como a arbitragem não tem critério, no lance do 1o impedimento (mal anulado) o bandeira justifica q a bola raspa na cabeça do lateral e por isto o ailon faz o gol em impedimento, e o juiz que está ali atrás do gol que estava melhor posicionado não abre nem a boca, já no segundo impedimento (adimitido pelo próprio atacante que disse ter encostado na bola ao fim do jogo) foi marcado pelo juiz q estava atrás do gol, são detalhes que realmente a gente tenta entender mas não consegue!
E na duvida seja contra o atlético ou o cruzeiro o juiz sempre decide contra o América!”

***

De toda forma os finalistas continuam indefinidos, mas, com 99% de chances de uma finalíssima “diferente”, entre Atlético e Cruzeiro.


Cruzeiro parece pronto; Atlético e América, igualmente imprevisíveis nesta semifinal  

Jogos de ida das semifinais do campeonato estadual nesta quarta-feira. Em condições normais de “temperatura e pressão”, o Cruzeiro tem parada menos difícil que os seus concorrentes da capital. Enfrentar o Tupi no Mineirão ou Mário Heleno dá na mesma. Dois bons gramados e ótimas condições para se jogar futebol. Em situações assim, salvo algum dia excepcional, com algum apagão desses cada vez mais raros, ou erro absurdo de arbitragem, vence o melhor. No caso, passa à final o melhor, que é o Cruzeiro.

Num Atlético x América é diferente. É clássico. Além do mais, o Galo ainda está tentando se encontrar. Aliás, há três anos, não é? Um time inconfiável, pior do que instável. Tem probelas sérios nos três setores:  Leonardo Silva fez fama e deitou na cama. Bem ou mal, ninguém ousa mexer com ele. No meio, quando Elias joga, dá liga, mas ele tem jogado raramente. No ataque, quando a bola chega no Ricardo Oliveira, ele tem feito gol na maioria das jogadas. Mas a bola tem chegado pouquíssimo!

O América está na hora de mostrar se está afiado mesmo para o Brasileiro ou se vai se será candidato a “elevador” novamente, para descer logo em seguida a ascensão. No clássico da fase inicial contra o Galo foi uma caricatura de time e perdeu feio. Parece que o Enderson Moreira encontrou a formação ideal. Por se tratar de um clássico, a classificação ou uma possível eliminação precisa ser analisada com frieza. De como será o comportamento do time. Se apresentará futebol convincente ou se será novamente presa fácil. O resto é perfumaria

Aguardemos!


Praia de verdade e da melhor qualidade em Bello Horizonte!

Amigos e amigas do blog, sempre gostei do Uruguai, mas é a primeira vez que viajo para cá em férias, com tempo para fazer nada, ir a qualquer lugar, sem horário nem olho no relógio. Normalmente a vida de repórter que cobre esportes é aeroporto, hotel, estádio, hotel, aeroporto e volta pra casa. A única vez que vim com mais tempo ao Uruguai foi na Copa América no já distante 1995. Um país sensacional, de gente receptiva. É para mim, sem nenhuma dúvida, o mais europeu da América Latina, em comparação com o que há de melhor no Velho Mundo.

Montevidéu é apaixonante. Qualquer dia desses postarei fotos e observações de curiosidades que vi lá. Neste momento estou em Piriápolis, que fica a uns 30 Km de Punta Del Este.

Belíssima, onde está o primeiro Cassino da América Latina, hoje com o nome de Hotel Argentino, à beira mar.

A cidade é pequena, mas faz lembrar Vila Velha-ES. Como se fosse uma miniatura da Praia da Costa, da bela terra capixaba onde mora o Dr. Marcelo Godinho, valadarense, professor universitário, reconhecido como uma das feras da ortodontia nacional.

De Montevidéu a Maldonado, passando por Punta Del Este há uma sequência de belíssimas cidades e suas praias muitíssimo bem preparadas para receber turistas.

Para quem curte o Sul da Bahia é como se fosse aquele trecho de Caraívas a Belmonte, passando por Arraial D’Ajuda, Porto Seguro, Santa Cruz de Cabrália, Santo André, Santo Antônio, Guaiú . . .

Pois não é que entre estes balneários daqui existe uma Bello Horizonte? Isso, com dois “L”. O Samuel De Angelis, autor visual do nosso blog já tinha me falado sobre o lugar.

Vi a placa na ótima rodovia rota 9, que vai até o Chuí, na divisa com o Rio Grande do Sul. Claro que entrei.

Fica no Departamento de Canelones, Município de La Floresta, ao lado entre Costa Azul e Gazu-Virá.

Valeu demais a pena. Almocei lá, no restaurante Costa Azul, de gente super simpática, em frente ao clube do mesmo nome, na “rambla” do lugar. Não tem erro.

Meia hora depois chega-se a Piriápolis. Estradas da melhor qualidade, com dois pedágios a 77 pesos cada (R$ 9,5).

Ponha esta região na sua agenda para futuras viagens. Alugue um carro em Montevidéu ou Buenos Aires e faça seu roteiro. Fácil, fantástico e nada caro, além de absolutamente seguro.

Tem que se preocupar com nada dessas coisas que nos preocupamos em termos de segurança no Brasil. Brasileiro que morreu com uma bala perdida em Montevidéu foi um fato realmente isolado, que está nas manchetes das TVs e jornais até agora. Polícia e moradores de um prédio de uma região mais valorizada da cidade (Pocitos) deram tiros em dois ladrões que tentavam assaltar uma casa. Nosso patrício foi atingido numa fatalidade. Comoção e escândalo nacional, pelo fato de ser inusitado.


Desilusão com o mais do mesmo e a preguiça com os defensores dos interesses inconfessáveis

Disse o conterrâneo jornalista Gustavo Zubreu que “pasto seco, moita verdinha; boi não sai de perto de jeito nenhum”. No futebol é desse jeito. Federações e CBF são tradicionalmente comandadas por quem não é do ramo do futebol. Ricardo Teixeira, por exemplo, um dos mais longevos, era do mercado de capitais e caiu de paraquedas lá por imposição do então sogro, João Havelange, que o “elegeu”. É grana e poder demais envolvidos. Poucas atividades no Brasil são tão atraentes assim.

O americano Márcio Amorim sintetizou o que cada vez mais gente pensa sobre a fórmula do Campeonato Mineiro e demais,, que ano após ano se repetem, com uma mudança ou outra, que na prática dá na mesma. É a realidade de todos os estaduais porque é o que ainda justifica a existência das federações e da própria CBF, que manobra os clubes e quem mais precisa por meio de interesses financeiros. O futebol brasileiro vive esta situação inacreditável: clubes de pires da mão e as entidades que “organizam” os campeonatos cada dia mais ricas. Todas inúteis, desnecessárias, porque se os clubes se unissem, eles mesmos administrariam estes bilhões que geram, organizando eles mesmos as competições.

Como os clubes não se entendem entre eles a CBF fica à vontade, mantendo essa ciranda. Vejam que o Del Del, cassado e acuado feito uma “ratazana prenhe”, como diria Nélson Rodrigues, elegeu o sucessor dele, que obviamente manterá tudo como está. Com o apoio unânime das federações e quase total também dos clubes, cada um precisando de um tipo de “favor” da CBF.

Os clubes grandes vão se apequenando, rolando suas dívidas, e os pequenos, do interior, agonizando e morrendo.

Esta discussão fica longe da pauta do dia a dia da imprensa já que os veículos de comunicação também têm seus interesses. Além do mais o torcedor de modo geral não gosta deste tipo de assunto, e a audiência cai. Prefere ficar batendo boca por questões menores. Como escreveu certa vez aqui no blog o Stefano Venuto Barbosa: “igual a mães que ficam discutindo qual filho é mais bonito, atleticanos e cruzeirenses discutem quem é o melhor entre eles”. Obviamente nunca chegarão a um acordo porque paixão é paixão e fim de papo.

E vida que segue. Veja o que escreveu o Márcio Amorim, com o qual concordo plenamente:

“Em princípio, sempre condenei este regulamento que nada mais é do que uma cópia piorada de vários anteriores. Conseguiram piorar, porque este impõe aos times, principalmente aos do interior que vivem de pires na mão, uma sequência desumana de jogos e viagens longas (Todos sabem que Minas é maior territorialmente do que a França e a Alemanha). No final das contas, eliminam-se dois e rebaixam-se outros dois.

O resultado disto é que os da Capital menosprezam o torneio e, em pleno mês de fevereiro, estão colocando time B, para “preservar” os atletas. A classificação deles,, entre 8 passa a ser uma obrigação. Se são ameaçados, resolve-se de outras formas.

Felizmente, pelo menos o Cruzeiro cobrou preços compatíveis com a qualidade do espetáculo, dada a fragilidade dos adversários. Sei que o América também reduziu bem o preço, talvez porque soubesse que Juninho e Renan estariam em quase todos os jogos. Com esses dois, 1,00 ou um quilo de alimento não perecível seria bem pago.

Estou “zoando” meu time porque não gosto de mexer com o time dos outros. Aliás, não citei o preço praticado pelo Atlético por total desconhecimento. Agora, vamos pensar coletivamente: Pelo que leio aqui no blog, todo time tem um ou mais atletas que não têm a mínima condição de vestir camisas tão respeitadas.

Tenho faltado a seguidos jogos do América por problemas de saúde já sanados. Entretanto, ficar afastado, tem-me feito pensar se vale a pena sacrificar por esse campeonato. Estou muito desiludido com o que tenho visto. Alguns árbitros (juiz é outra coisa), alguns auxiliares e alguns diretores da Federação e de clubes perderam completamente a compostura. Não pretendo abrir mais discussão sobre isto. Aprendi muito, lendo comentários de pessoas inteligentes, mas aprendi também com comentários completamente fora do bom senso.

Não acho legal, EU (Márcio Amorim) usar um espaço deste para “soltar os cachorros” e não apresentar soluções. Mesmo sabendo que jamais serei ouvido.

Sabemos que, em Minas, há em torno de umas 20 cidades com bons estádios ociosos e todas com mais de 200.000 habitantes. Será tão difícil inserir, no espaço de 2/3 anos, estas cidades no contexto? Seria o tempo dado para que todas se preparassem.

Estádios ociosos. em ótimas cidades (digo em relação ao Campeonato Mineiro): Pouso Alegre, Ipatinga, Muriaé, Nova Serrana, e a nossa querida Sete Lagoas. Alguns que eu possa ter-me esquecido já estão no campeonato, como Tombense, Patrocinense.
Poder-se-iam criar dois grupos de 10 que jogariam entre si no turno e contra os do outro grupo no returno.
Os dois primeiros colocados se enfrentariam em uma final, sem a menor vantagem de um sobre o outro.

Queria ver alguém colocar reservas de baixo nível e cobrar caro.

Responder as perguntas que adviriam desta ideia é o serviço para as intermináveis reuniões que se fazem e, ao final, conseguem parir um lixo de regulamento como estes últimos.

Abs.

* Márcio Amorim


A justa reclamação de Mano Menezes e a malhação em ferro frio de muitos anos contra fórmulas ridículas de regulamentos

Mano Menezes reclamou com toda razão da ridícula fórmula do campeonato, que na prática não deu vantagem nenhuma ao Cruzeiro por ter sido o melhor disparado na primeira fase.

Mesma reclamação que a imprensa faz, em nome de milhões de torcedores mineiros, há anos, sem nenhuma perspectiva de mudança. Não é de interesse da cartolagem das federações do país e CBF mudar em nada. Se do jeito que está, os dirigentes estão bem em seus gabinetes e mordomias, colocar tanta coisa em risco para quê?

Caladinhos, sem alarde, já elegeram até o sucessor do Marco Polo Del Nero na CBF, Rogério Caboclo. Com o amém dos clubes, já que eles não têm força eleitoral para enfrentar as federações.

Mas, voltando ao assunto Campeonato Mineiro, o presidente da FMF twittou logo após o último jogo das quartas de final: “Castellar Neto‏ @castellarneto: “Cruzeiro x Tupi jogam quarta-feira (21:45h) e sábado (19h). América x Atlético jogam quinta-feira (20h) e domingo (16h).”

E a Ursula Nogueira,‏ a comandante da equipe de esportes da Itatiaia cumprimentou o Tupi pelo “título” de campeão do interior, rettuiando a comemoração do Galo de Juiz de Fora: @ursulanogueira “Parabéns ao @tupifcoficial! Campeão do interior

É CAMPEÃOOO! Com o fim dos jogos das quartas do Mineiro, o Carijó leva mais uma vez o título do Interior! VALEU, GUERREIROS!!”


Depois do mais do mesmo campeonato deverá ter jogos bem interessantes a partir de agora

Depois da rodada Paulo Galvão‏ do Estado de Minas escreveu: @paulogalvaobh: “Cruzeiro x Tupi e América x Atlético são as semifinais do Campeonato Mineiro de 2018. E as quartas de final foram mesmo inúteis. Classificaram-se os quatro primeiros da primeira fase.”

Gente, estou de férias. Apenas uma semana, mas que na prática é vale demais. Dando um giro pelo Uruguai, ontem e hoje em Montevidéu; agradabilíssima, cada vez melhor. Não vi os jogos das quartas de final do Mineiro, mas é como se tivesse visto, já que a internet te dá condições de ver os jogos na íntegra ou parcialmente. Direto e ao vivo, uma das TVs a cabo daqui mostrou a vitória do Palmeiras sobre o Novorizontino ontem, pelo paulista.

Enquanto eu acompanhava Galo x URT pelo twitter, via em um bar Real Madri e Girona entrar em campo.

Ainda pelo twitter vi o Fábio Santos arriscar um chute em rebote da defesa da URT, mesmo com uma parede humana azul diante dele. A chance de a bola entrar direto era de quase zero, mas o experiente lateral sabe que em lances assim, dependendo da força empregada, a bola sai “ricocheteando” e costuma entrar. Não deu outra! 1 a 0 que garantiu a ida alvinegra para a semifinal, contra o América, que também passou com nota mínima, 1 a 0 sobre o Boa.

Cristiano Ronaldo marcou um belo gol abrindo o placar contra o Girona. Raramente vejo jogos dos campeonatos europeus, mas sempre são bons, como este. De olho no twitter, vi que o Galo passava aperto contra a U R T . Que dureza!

O Girona empatou, numa jogada iniciada pela direita e conclusão numa cabeçada que mais pareceu um chute. Indefensável, belíssimo gol.

De volta ao twitter, leio o que escreveu o atleticano apaixonado Cristiano:

CrisGalo #ArenaMRV‏ @CrisGalo: “Galo não mostrou nada de novo. Pelo contrário, os mesmos erros do setor defensivo, Leo e Gabriel estão bizarros. Adilson se matando e disparado o melhor em campo. Meias não criam e assim não tem atacante q se destaque. Garra no terço e #VamuGalo!!!”

Se o Cris escreveu é porque a coisa não anda mesmo boa.

Aguardemos!


Quartas de final do Campeonato Mineiro: façamos as nossas apostas!

Em foto do Superesportes a taça que será entregue ao campeão estadual 2018, em exposição no Mineirão.

Palpite é palpite, né gente? Se tivéssemos o poder de adivinhar resultados, estaríamos todos ricos. E viva às zebras e surpresas, para o bem do futebol. Vamos lá:

Cruzeiro x Patrocinense, 16 horas, Mineirão. Deve dar a Raposa, no tempo normal.

América x Boa, 19 horas no Independência. Coelhão, tempo normal.

Tupi x Tombense, Juiz de Fora, 19 horas. Tombense tem mais time, mas o fator casa pode pesar a favor do Tupi. Está com cara de empate. Nos pênaltis, sei não.

Domingo, Atlético x URT, Independência, 16 horas. Não será tão fácil, mas deve dar Galo!


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