Blog do Chico Maia

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Hoje é dia de abraçar a Rádio Itatiaia, nosso orgulho, que comemora 66 anos de grandes serviços prestados a Minas

Agradeço ao Carlos Cunha, comentarista do blog, que escreveu um texto em homenagem à Itatiaia, que completa hoje 66 anos de fundação. Ele homenageia também ao jornalista Orlando Augusto que faz aniversário na mesma data. A Rádio faz parte da vida de todos nós e tenho o maior orgulho ser amigo dessa casa fantástica e todos os seus funcionários. Ao saudoso Januário Carneiro, o visionário criador da emissora e ao sucessor no comando, o irmão dele, Emanuel Carneiro a nossa saudação, e a todos os companheiros que fazem a programação atual. Também aos que já não estão mais lá mas ajudaram a criar esta marca que é a cara e a voz de Minas Gerais para o Brasil.

Emanuel Carneiro

Fala Carlos Cunha:

* “Hoje a radio Itatiaia faz 66 anos. E 14 anos tinha a radio naquele historico ano de 1966 quando pela primeira vez o eixo Rio SP viu algo que parecia impossível. O que dizia é que havia uma JG no ar. Wanderleia era a rainha dos palcos e a torcida do Galo chamava Raul de Wanderleia pelo seu talento nos gramados. Coube a Tostão a nobre missão de levar o Cruzeiro conquistar o Brasileirão e dez anos depois na Libertadores brilhou o trio de ouro Nelinho, Palhinha e João Bailarino. Chico Maia é hábil e escrever é minha praia. Ele cita Gil Costa e a concorrência levava bola nas costas quando a resenha do jegue estava no ar. Em 66 os caçulas Luiz Carlos Alves e Orlando Augusto estavam nos humildes começos e os mineiros tinham 2 endereços. O Mineirão era a extensão do nosso lar e brotava no olhar um brilho. Os trens ainda movem nos trilhos da ferrovia, os bondes circulam nos trilhos das principais vias e vai lá saudade e diz para Maria que o que sinto por ela é bem mais que uma amizade. Ela deixou sua aldeia e veio fazer de BH a terra natal. O texto é pra todos os apaixonados do radio. Menção honrosa a radio itatiaia que faz 66 anos, ao saudoso Elmar Tocafundo que faria 78 anos, Luiz Carlos Alves que faria 71 anos. Dedico o texto ao aniversariante Orlando Augusto que teve o privilegio de ficar ali do lado do gramado vendo os craques dos anos 60 e 70 escrever belos espetáculos com os pés.”

Confraternização no fim de 2017 da equipe e debatedores do Rádio Vivo, a qual tenho o prazer de integrar, na casa do José Lino Souza Barros e esposa Ana Cristina Novato. A partir da esquerda: Andréia Santos, Fred Albuquerque, Maraísa Abrahão, Érica Machado, Tainá Silveira, Stephanie Mendes, Douglas Amorim, Ana Cristina Novato, Michel Angelo, Chico Maia, Paulo Schettino, Patrícia Diou, José Lino, Rachid Silva, Úrsula Nogueira, Patrícia Salomão, Carolina Santana e Silvana Lobo.

No portal da emissora um resumo da história iniciada pelo Januário em 1952:

* “Cada vez mais próxima aos ouvintes, Rádio Itatiaia completa 66 anos neste sábado”

A Rádio Itatiaia comemora 66 anos de fundação neste sábado, 20 de janeiro, dia de São Sebastião. No aniversário da emissora, nosso grande presente é o carinho e a fidelidade dos ouvintes, que fazem dela a Rádio de Minas. (mais…)


Falta de pontaria do time B do Atlético contra o Boa fez lembrar o zero a zero contra o Jorge Wilstermann no Independência

Melhor chance de gol foi desperdiçada por Gustavo Blanco no 0 x 0 contra o Boa em Varginha

Para quem viu um time junior fraco sendo eliminado da Taça São Paulo e um time C dando vexame na Florida Cup, sem nenhum jogador que se possa ter alguma esperança, o time B do Atlético até que foi bem na estreia do Campeonato Mineiro em Varginha contra o Boa.

Mostrou algumas características que andavam sumidas do Galo nos últimos anos: velocidade, jogadas pelas pontas, vontade prevalecendo quando a bola está curta.

Com essas virtudes e qualidade técnica superior, certamente o time principal deverá mostrar melhor futebol e consequentemente vitórias. O trabalho do Oswaldo de Oliveira está dando mais esperanças que dos antecessores de 2017 e 2016.

Individualmente, concordo com o que escreveu o jornalista Frederico Ribeiro‏ @Fredfrm  do Hoje em Dia logo após o jogo: “Meia-atacante Hyuri foi um dos mais perigosos do Atlético no 1º tempo. Jogador não atuava oficialmente desde agosto/2017 (fez 2 jogos na China). Homem de confiança de Oswaldo.”

Seguramente Valdívia foi o que mais sentiu a condição física. Depois de alguns minutos do segundo tempo se escondeu nos cantos do campo e jogou mais com os olhos do que com as pernas.

A falta de pontaria é a mesma que prevaleceu nos últimos anos também. Ótimas chances desperdiçadas, como uma do Gustavo Blanco, na cara do goleiro, que poderia ter resolvido a partida. Fez lembrar a decepção no Independência contra o Jorge Wilstermann, quando o milionário e famoso ataque não conseguiu marcar um mísero gol que ao menos levasse a decisão da vaga para as quartas de final para os pênaltis.

O responsável principal pelos gols atleticanos este ano será o Ricardo Oliveira, que preservado para a estreia em Belo Horizonte, assistiu tudo em casa e viu o seu primeiro reserva, Carlos, correr muito, reclamar muito e ficar em branco no placar.

Alguém aqui no blog (que vai me desculpar agora o esquecimento do nome), escreveu que dá uma preguiça danada ver o Galo remontar o time, de novo com jogadores como Patrick e Carlos. Realmente, mas é aquela do: “não tem tu, vai tu mesmo”, e a história mostra que muitos “patinhos feios” já se tornaram príncipes no futebol e deram retorno, mesmo contra a crença geral dos seus próprios torcedores. Sobre isso, gostei do que escreveu o Régi-Galo, em sua comemorada volta das férias ao blog: “… É pena que, no caso do Carlos, ainda tenhamos que recuperar no rapaz a falta de confiança também causada pela falta de critério que assolou o Galo nos últimos anos. É difícil acreditar que dali saia alguma coisa melhor do que o que já vimos. Mas este será mesmo o cara para depositar a nossa crença de que possa substituir o Ricardo Oliveira quando necessário. Tem idade, energia e juventude necessárias para tal. Tomara que encontre também o futebol!…”

Gostei da vontade do Erick, que certamente deverá brigar para ser titular. O Boa mostrou que o time não deverá lutar contra o rebaixamento. Parece um time bem organizado pelo técnico Sidney Moraes.

Empatar na primeira rodada, depois de ver os principais concorrentes vitoriosos não tem o menor problema num campeonato em que classificam-se oito em 12 participantes. E afinal, todos nós sabemos quem vai decidir o título, com um baixíssimo percentual de possibilidade de entrar um “intruso” na parada.


Intenção do Cruzeiro era golear, mas ataque ainda está descalibrado e encontrou um Tupi bem montado

Torcida ajudou empurrar o time na estreia vitoriosa do Cruzeiro com mais de 40 mil pessoas presentes. Foto da Minas Arena.

Pelo ritmo empreendido desde o começo o Cruzeiro quis começar o campeonato com goleada, mas encontrou um Tupi bem posicionado na defesa, apostando em raros contra ataques. No primeiro tempo a tática juizforana deu certo e Mano Menezes certamente observou que o ataque vai continuar exigindo uma atenção especial nos treinos, mesmo com a aquisição do Fred. Ele teve quatro oportunidades, duas claríssimas e não pôs pra dentro. Tanto que o Paulo Galvão, do Estado de Minas, twittou:‏ @paulogalvaobh “… goleiro Vilar, do Tupi, fez apenas uma defesa importante neste primeiro tempo, em cabeçada à queima-roupa de Egídio. Cruzeiro precisa acertar mais o alvo.”Intenção do

No segundo tempo a melhor condição técnica e física dos jogadores do Cruzeiro falou mais alto. Robinho, aos sete minutos, num chutaço de dentro da área e Rafinha, aos 15, concluiu, de calcanhar, um quase gol do Henrique, depois de bonita tabela.

O Tupi mostrou um time bem montado e deverá repetir a boa campanha de 2017.

O publico foi um destaque à parte: 33.187 pagantes e 42.297 presentes, para 529.917,00 de renda.


Apesar da natural falta de ritmo, uma boa estreia americana, com 3.624 pagantes no Independência

Foto: Globoesporte.com

O América passou uns apertos mas teve o domínio do jogo na maior parte da partida contra o Patrocinense. Tomou 1 a 0 aos 32 do primeiro tempo, em falha de posicionamento da zaga, empatou no primeiro minuto do segundo tempom e virou aos 33 minutos,  num gol contra do zagueiro Diegão, porém, atrapalhado pelo Rafael Moura, que quase aproveitou cruzamento na medida do Renan Oliveira. O empate foi do lateral Giovani, de cabeça, aproveitando ótima jogada e cruzamento do Aylon pelo lado direito.
Aliás, para mim Aylon foi o melhor do jogo. Rafael Moura foi o voluntarioso de sempre, fez boa estreia e tende a crescer. O Patrocinense correu muito no primeiro tempo e mostrou cansaço no segundo.
Renda: R$ 14.774,00.


Se não tem tu, vai tu mesmo: viva o Mineiro o “melhor campeonato estadual do Brasil”

Uai, tem que quer assim, né não? Permitam-me recorrer ao português Fernando Pessoa em “O Rio da Minha Aldeia”:

* “O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia. Mas o Tejo não mais belo que o rio que corre pela minha aldeia. Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia,..”

Leitores, ouvintes e telespectadores sabem o que penso dos estaduais. Deveriam existir, mas em fórmula totalmente diferente, que envolve todo o estado, durante o ano inteiro, numa classificatória que definiria os 28 clubes que disputariam durante um mês o título com os quatro primeiros colocados do ano anterior, semelhante a uma Copa do Mundo. Ficaria mais barato para os quase mortos clubes do interior que não teriam de gastar o que não têm montando times com velhos jogadores, pensando em evitar o rebaixamento. Certamente apareceriam jovens talentos de vários cantos deste território/país chamado Minas Gerais, cheio de bons jogadores, porém sem nenhuma chance de mostrar a bola que têm.

Dois comentaristas aqui do blog definiram bem a disputa. Rafael Portugalo questionou:

“Está engraçado e curioso todo o esforço da TV Globo para promover o Estadual, como se fosse uma competição de enorme importância.”

E o César Freitas, na bucha, respondeu: “É natural, eles compraram o produto, agora tem que valorizar para poder vender com lucro. Você desvalorizaria um produto a comprou para vender com prejuízo?”.

Já que é assim e a bola começa rolar hoje, vamos em frente, torcendo para que tenhamos jogos bons de ser ver. O Cruzeiro arranca como favorito: base do ano passado mantida, boas aquisições para suprir as carências, comissão técnica competente, mantida e a torcida motivada, começando por esta noite, com o Mineirão cheio para o estreia contra o Tupi, às 21h45.

O Galo, atual campeão, está sendo remontado e pode surpreender com um time bem ao estilo da tradição atleticana, com jogadores “comendo grama” para se superarem. Um treinador experiente, que sabe unir e motivar o grupo. Com a massa empurrando, pode dar certo.

A expectativa que tenho em relação ao América é muito boa, pela continuidade do trabalho vitorioso da diretoria e comissão técnica. Os melhores jogadores do ano passado mantidos, aquisições pontuais, um clube organizado e bem estruturado. Também é candidato a surpresa positiva.

Os times do interior são incógnitas. Ótimo ver de volta o Patrocinense, adversário do América daqui a pouco (19h30) no Independência.

Às 20 horas tem o Tombense, embalado pela força do Eduardo Uran, um dos maiores donos de jogadores do país, contra o Villa Nova, que de novo foge da sua tradição de lançar jogadores próprios e aposta em veteranos.

Bom demais rever também o Uberlândia na elite, às 20h30 recebendo a URT, que tenta repetir a ótima campanha do ano passado. O Democrata Pantera que custou a se manter na primeira divisão em 2017 recebe em Valadares também às 20h30 a Caldense, que é, seguramente, o clube mais organizado e de melhor estrutura do interior de Minas, mas nunca se sabe se dentro de campo os jogadores corresponderão.

Amanhã o Galo estreia em Varginha contra o Boa, também de volta à elite, às 19h30. Interessante é que a diretoria do Atlético não exigiu estrear em casa, já que está em pré-temporada e por ser campeão, teria este direito.

Lembrando que os 12 clubes se enfrentam em turno único em 11 rodadas. Os oito primeiros se classificam para as quartas de final e os dois últimos são rebaixados para a segunda diviusão de 2019.


É do gaúcho Fabrício Carpinejar, uma das mais belas homenagens a Minas e a nós, mineiros

Ainda não tive a honra de conhecê-lo pessoalmente, mas já já acontece, numa esquina, num boteco ou algum evento na cidade. É amigo de um outro grande artista das letras e das palavras, o gente ótima, cearense Xico Sá, que viria a Belo Horizonte para o casamento dele e acabou dando bolo. Fabrício Carpinejar é uma das estrelas da nova safra de escritores do país. Nascido em Caxias do Sul, casou-se em Beagá e gostou tanto que resolveu morar aqui. Em novembro estreou programa na Rádio Itatiaia. Em dezembro o Estado de Minas publicou no caderno de turismo uma definição dele do mineiro, em homenagem aos 120 anos da nossa capital. No dia dois de janeiro, aniversário da minha mãe, Terezinha, ouvi o Saulo Laranjeira interpretando o texto na Rádio CBN e arrepiei.

O Carpinejar é danado e ouso dizer que já podemos juntá-lo a Guimarães Rosa, Drumond, Ferrnando Sabino, Oto Lara Resende, Pedro Nava e tantos outros mineiros da prateleira de cima da literatura e poesia ao falar de Minas e dos mineiros.

Obrigado a ele e repasso aos amigos e amigas do blog o que ele escreveu:

* “BELO BELO”
Feliz 120 Anos Belo Horizonte!
O que aprendi sobre os mineiros casando com uma mineira.

Mineiro gosta de vento. O vento em Belo Horizonte é pássaro sem gaiola, é ave solta.

Mineiro continua acreditando na janela aberta, na brisa do entardecer, que o clima vai refrescar de noite. Não é fã de ar-condicionado. O vento deve estar livre para surpreender as pálpebras, jamais enjaulado em um controle remoto.

Mineiro respeita a chuva, para lavar as mágoas e levar as tristezas embora.

Mineiro gosta de beber, bem mais que o carioca, porque não precisa de praia para ter motivo.

Mineiro gosta de morro, pois a ladeira treina o suspiro. E subindo ele encontra as melhores paisagens.

Todo mineiro, no alto de um prédio, procura a sua casa. E aponta com o orgulho para os filhos: é lá que moramos.

Mineiro gosta de juntar doce com salgado, queijo com goiabada, para se deliciar com os contrastes.

Mineiro gosta de trem, a ponto de construir ferrovias na fala. Não acaba uma conversa, desembarca de uma conversa.

Mineiro gosta da loucura do futebol. Comemora o título duas vezes: uma em nome de seu clube e outra para debochar do adversário.

Mineiro gosta de família. A família não tem fim. Até hoje não conheci a família inteira de minha esposa. Sempre aparece alguém novo nas festas – um primo, um tio, uma tia.

Mineiro gosta de quem cumprimenta olhando nos olhos. As palavras têm queixo erguido e honra.

Mineiro gosta de agradar com comida. Sempre leva um lanche para repartir com os colegas no emprego – um bolo, pãozinho caseiro, um doce de mãe.

Mineiro gosta de sobremesa, para recomeçar o almoço.

Mineiro gosta de expressões compridas, para estalar a língua no céu da boca.

Mineiro gosta de namorar. Quando o casamento dá certo ele chama de namoro. Quando o casamento dá errado ele chama de casamento mesmo.

Mineiro gosta de dizer tudo joia, vive brilhando os olhos em sua joalheria de lembranças.

Mineiro gosta da benção de pessoas mais velhas.

Mineiro gosta de trânsito, de ver as pessoas passando das janelas dos carros e das varandas dos prédios.

Mineiro gosta de praças, e praças que tenham o coração de um coreto.

Mineiro gosta de atravessar o silêncio estranho das avenidas, no retorno das festas.

Mineiro gosta de tirar os sapatos para longe quando chega em casa – os sapatos são cachorros dormindo debaixo dos móveis.

Mineiro gosta de emendar programas, juntar saídas, prolongar passeios, para criar saudade do lar.

Mineiro gosta de comemorar aniversário por vários dias. Se é para envelhecer, que seja com vontade.

Mineiro gosta de velório, para elogiar os seus mortos e recomendá-los aos anjos.

Mineiro gosta de batizado, para reclamar que foi muito longo.

Mineiro gosta de trabalho, para passar adiante um telefone fixo aos amigos. Ele ainda conserva o orgulho do cartão de visita.

Mineiro gosta de piadas inspiradas em fatos reais.

Mineiro gosta de fazer o caminho mais longo para provar que não é preguiçoso. Vai devagar pelo prazer da estrada.

Mineiro gosta de acordar cedo no final de semana, só para contrariar as normas.

Mineiro gosta de sorvete para a língua disputar corrida com o sol.

Mineiro gosta de torresmo, para testar os dentes.

Mineiro gosta de cafezinho passado na hora, para se sentir visita.

Mineiro gosta de se explicar direitinho, nunca é direto.

Mineiro gosta de filmes sem legendas, nada de ironias, sarcasmo, ambiguidades. É ou não é.

Mineiro gosta do choro de uma viola, para homenagear os galos dos quintais da infância.

Mineiro gosta de ir a reunião de condomínio, só para ninguém fazer fofoca dele.

Mineiro gosta de santos, para não sobrecarregar Deus e socializar os pequenos milagres.

Só um mineiro para entender o quanto a capital Belo Horizonte é o interior de Minas.

https://www.facebook.com/carpinejar/posts/1778063002214004

 


Vale a pena ouvir às terças-feiras mini-show do Saulo Laranjeira

Desde novembro do ano passado tem o “Arrumação” na CBN, um show de 10 minutos com o imperdível Saulo Laranjeira, em que ele fala de música, poesia, histórias de todo tipo, piadas e cultura popular mineira e brasileira. Toda na CBN-BH 106,1 às 10h50.

Bom demais da conta!


Mineirão deverá receber mais de 30 mil pessoas na estreia do Cruzeiro contra o Tupi pelo Mineiro

As fotos das enormes filas no Mineirão e Barro Preto mostradas hoje pelo SuperFC mostram isso. Além da animação da torcida pelas contratações que estão sendo feitas a diretoria de comunicação e marketing vai realizar eventos paralelos que ajudam na promoção do jogo contra o Tupi, às 21h45.

E tem ingresso a todo preço, para o bolso de todos, variando de R$ 10,00 a R$ 80,00 entre Sócios do Futebol e não sócios, conforme mostra a reportagem.

* “Expectativa de bom público para a estreia do Cruzeiro no Mineiro” 

http://www.otempo.com.br/superfc/expectativa-de-bom-p%C3%BAblico-para-a-estreia-do-cruzeiro-no-mineiro-1.1562852


Atlético muda o perfil de montagem de time em 2018. Palmeiras segue apostando em estrelas.

Oswaldo de Oliveira com  a comissão técnica e a diretoria do Atlético na reapresentação dos jogadores, em foto do Globoesporte.com

O Atlético está fazendo contratações dentro da sua realidade financeira e em sintonia com o que quer o técnico Oswaldo de Oliveira. Acredito mais neste tipo de elenco do que em estrelas. Não é fácil para os treinadores e dirigentes administrar o ego e a inveja reinante na maioria do mundo dos boleiros. Diferenças salariais e quantidade de holofotes focando um companheiro costumam provocar divisões incontornáveis nos elencos.

Levir Culpi é mestre neste tipo de situação e prefere grupos equilibrado$ neste aspecto a ter que ficar apartando birras. Este foi o principal motivo da sua saída do Atlético quando o Daniel Nepomuceno assumiu a presidência. Os sucessores dele não conseguiram gerenciar essas birras e vaidades das estrelas que chegaram.

Roger Machado foi um destes sucessores do Levir. Contratado pelo Palmeiras, tem nova oportunidade em um grande clube, e de novo vai trabalhar com estrelas. Vamos ver como se sairá.

Juca Kfouri acredita que vai dar certo, com as devidas ressalvas, e escreveu no blog dele:

* “A contratação de Gustavo Scarpa é um golaço do Palmeiras. Mais um. Novamente o Alviverde monta um elenco com opções para todos os gostos, capaz de se dar bem em todas as competições que terá pela frente. Há quem diga que ter tantos cobras cria um serpentário venenoso. São, de fato, muitos os exemplos no futebol brasileiro, invariavelmente pelas vaidades feridas dos que ficam no banco. No próprio Palmeiras assim foi no ano passado.

Eis aí o maior desafio do técnico Roger Machado. Convencer o grupo de que o que é realidade da Europa pode dar certo no Brasil. É preciso conscientizar os jogadores de que todos são importantes e que não faltarão oportunidades, dado o calendário massacrante que há pela frente. Machado tem cabeça e habilidade para tanto. Se conseguir, a temporada se apresenta gloriosa para o Palmeiras…”

http://blogdojuca.uol.com.br/2018/01/o-maior-desafio-para-roger-machado-no-verdao/


Pior que as duas derrotas na Florida Cup é a ruindade dos jogadores que o Atlético utilizou na disputa

Dois jogos, duas derrotas, nenhum gol marcado em partidas bem ruins de assistir. Este foi o saldo da participação do Atlético na Florida Cup, depois de enfrentar o Rangers da Escócia (1 x 0), quinta-feira, e o Nacional de Medellin, hoje, 2 x 0. O mais triste é que não dá pra ter esperança em nenhum dos jogadores que atuaram nestes jogos. Talvez, apenas o goleiro Cleiton. Uma safra bem ruim neste time C que o Galo levou aos Estados Unidos. Difícil entender o porque do Galo ficar tanto tempo com estes jogadores.


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