Blog do Chico Maia

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Alexandre Matos e a arte de saber contratar jogador “bom e barato”

MOISES

Contratar jogadores que dão retorno ao investimento não é fácil, principalmente a baixo custo. Um Otero, por exemplo, foi um achado. Para mim a melhor aquisição do Galo em termos de relação custo/benefício. Entre os dirigentes, quem mais se destaca neste aspecto é o Alexandre Matos. No Cruzeiro ele montou o time bicampeão brasileiro. Em 2013, muita gente chegou a apontar a Raposa como candidata ao rebaixamento e foi campeã. Prestes a ser campeão nacional mais uma vez, com o Palmeiras, o trabalho dele na “garimpagem” de jogadores começa a ser destacado. Dia desses a Folha de S. Paulo falou sobre Moisés, volante que começou no América, rodou por muitos clubes e hoje é titular absoluto no time do Cuca: “De andarilho a surpresa, volante Moisés dita o ritmo do líder Palmeiras”, foi a manchete da página de esportes do jornal paulista.

Agora é o goleiro Jailson, 35 anos, contratado para ser terceiro, virou titular e se tornou ídolo da torcida palmeirense, depois de passar pelo Campinense-PB, Ituano, Guaratinguetá, Juventude, Oeste e Ceará. (mais…)


As limitações azuis e o gramado sintético explicam bem a derrota do Cruzeiro em Curitiba

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Um dos melhores comentaristas da nova geração da nossa imprensa definiu bem a derrota do Cruzeiro, junto com a fala do técnico auxiliar do Mano Menezes, Sidnei Lobo, que ficou no banco, no lugar do titular suspenso:

Vinicius Grissi ‏da Globo/CBN disse:

@ViniciusGrissi 

Cruzeiro fez um bom segundo tempo e merecia melhor sorte mas tem muita gente em momento técnico péssimo. Romero se salvou.

* * *

E o auxiliar técnico do Mano, lamentou:

“Até o time entender como é jogar aqui na Arena levou um tempo. Campo muito rápido, a gente estava com dificuldade no domínio. Eles têm uma estratégia nesse estádio que vem de bastante tempo que é deixar jogar no lado e fazer pressão na bola e eles estavam levando vantagem. A equipe evoluiu depois, na segunda parte fizemos uma correção e o time começou a envolver o Atlético, com boas chances de fazer o gol, mas infelizmente ele não saiu. Era o que buscávamos. Mas fiquei satisfeito, principalmente pela segunda parte”


Jogo inesquecível, mas o empate foi péssimo para ambos e o Palmeiras pode encomendar as faixas

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Não tivessem sido os pontos bestas perdidos no início do campeonato, contra adversários das prateleiras de baixo, do meio ou de cima em mau momento, este empate do Galo contra o Flamengo seria comemorado. Um jogaço, digno da tradição do embate com o Flamengo, em que qualquer resultado ou placar é normal. Uma pena que um elenco especial como este do Atlético não possa ser chamado de time, no sentido coletivo. Óbvio que não contesto a competência do Marcelo Oliveira, mas ele chegou com a disputa em andamento. Além de este grupo não ter sido formado por ele. O fato é que ele não conseguiu dar uma liga a essa turma, que depende do talento individual de um ou outro para vencer. No papel, individualmente, o Flamengo é muito inferior ao Galo, mas coletivamente é superior. Caso tivesse chegado antes do início do Brasileiro, possivelmente o resultado do trabalho do Marcelo seria outro, mas, está aquém. Este papo de “desgaste” por causa da Copa do Brasil não cola. O elenco é muito bom, com peças de reposição à vontade.

O empate foi péssimo para ambos. O Palmeiras pode encomendar as faixas.


Atlético e Flamengo jogando pela vitória; Cruzeiro no gramado diferente e o América na luta contra a lanterna

afc

Atlético e Flamengo decidem seus destinos no Brasileiro hoje. Um empate soaria como um “abraço de afogados”, por isso deverá ser um jogo aberto e de fortes emoções.

O Cruzeiro enfrenta o Atlético-PR em Curitiba, buscando uma vitória que lhe dê sossego para já começar a montar o time do ano que vem. A maior força do time do Paulo Autuori é o gramado sintético da Arena da Baixada.

A situação do América, que joga na segunda-feira contra o São Paulo, no Horto, é essa mostrada pela charge do Duke. Deixar a lanterna com o Santa Cruz e trabalhar já para que 2017 seja melhor.


O futebol brasileiro à deriva: “CBF tapa nariz no caso da morte no Mineirão e batalha no Maracanã”

NERO

Violência fora de controle e omissão da entidade maior do futebol do país. A situação é grave. Vejam esta crônica do jornalista Luiz Prósperi, um dos mais conceituados do nosso meio, em São Paulo:

* “De domingo (23/10) a esta quinta-feira (27/10), dois acontecimentos dentro do Maracanã e do Mineirão alcançam enorme repercussão em todo o Brasil. No Rio, 31 corintianos estão detidos aguardando julgamento por se envolverem em confrontos com a Polícia Militar no estádio símbolo do futebol brasileiro antes do jogo Flamengo x Corinthians. Em Belo Horizonte, se registrou a morte de um torcedor dentro da arena mineira nesta noite de quarta-feira durante a partida Cruzeiro x Grêmio. Episódios de extrema gravidade. A CBF, gestora e dona do poder do futebol no País, ainda não havia se manifestado sobre os incidentes até às 16h15 desta quinta-feira. Um descalabro.

O silêncio da CBF é no mínimo constrangedor. Os dois casos aconteceram em jogos de competições nacionais, Brasileirão e Copa do Brasil, organizados pela CBF. Eventos que rendem generosos contratos de publicidade à entidade.

Nem o argumento que a batalha entre corintianos e PM do Rio e a morte de um torcedor dentro do Mineirão são de responsabilidade das forças de segurança serve como desculpa à CBF.

Todos os envolvidos nos episódios já se manifestaram. No caso do Maracanã, Flamengo divulgou nota oficial em apoio a ação da PM, o Corinthians condenou. PM e a Justiça do Rio também apresentaram suas versões. Entre os 31 detidos, alguns questionam o ato alegando que não participaram da batalha, seriam inocentes. Relatos de familiares expõem o drama de alguns deles.

No incidente no Mineirão, a situação é mais grave ainda. O torcedor do Cruzeiro, Eros Dátilo Belizário, de 37 anos, teria sido morto por ação de seguranças dentro do Mineirão. A primeira versão era de que ele havia sofrido um enfarte.

Nota oficial da Secretaria Municipal de Saúde  (SMSA) de Belo Horizonte diz que “paciente E.D.B. deu entrada no Hospital Metropolitano Odilon Behrens, às 23h07, encaminhado via ambulância privada que atende ao Mineirão. O paciente chegou ao hospital já sem vida – apresentando múltiplos traumas – e o óbito foi declarado às 23h16”.

O torcedor teria sido agredido por um segurança por causa de um tumulto nas arquibancadas do Mineirão. Polícia Militar confirma que seguranças foram acionados na hora da confusão. Polícia Civil de Minas já abriu inquérito. Cruzeiro e Arena Minas, gestora do Mineirão, emitiram nota a respeito do caso.

Bom lembrar que o Mineirão será palco do jogo Brasil x Argentina, dia 10/11, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

Em São Paulo, Secretaria de Segurança Pública do Estado há cinco meses decretou torcida única nos clássicos paulistas nas arenas. Ministério Público de SP vetou no domingo (23/10) o acesso de torcedores em ruas aos arredores do Allianz Parque, estádio do Palmeiras.

Em nenhum desses casos, a CBF se manifestou. A sistêmica violência no futebol brasileiro, parece, não incomoda os dirigentes da CBF. Eles preferem tapar o nariz e se esconder nos bunkers das salas frias do ar condicionado na sede da entidade.”

https://blogdoprosperi.com/2016/10/27/cbf-tapa-nariz-no-caso-da-morte-no-mineirao-e-batalha-no-maracana/


Grêmio jogou muito, Cruzeiro errou demais e facções da torcida voltaram a aprontar confusão

CRU

O cruzeirense insuspeito, João Chiabi Duarte escreveu no intervalo do jogo quando o Grêmio vencia por 1 a 0: “Ainda bem que são 180’… O Cruzeiro neste 1/4 da decisão jogou seu pior futebol.  Levou um varejo de bola do Grêmio…  Não viu a cor da bola… Mas, atacando pro gol da cidade a gente vai mudar esta história…”

No segundo tempo o Grêmio manteve o ritmo, fez 2 a 0 com toda justiça, e o João Duarte concluiu: “Grêmio sobrou em campo. Não fizemos nada… Erramos tudo. Mas, já fizemos milagres contra o Grêmio lá… Em 1997, depois de perder as 3 primeiras iniciamos a reação lá

Ainda bem que são 180’…”

No futebol tudo é possível.

O comentarista Roger do Sportv credita esta derrota ao Mano Menezes, que quis ousar, tirou o lateral Lucas, colocando o Alisson no lugar e facilitou as coisas para o Grêmio.

Depois do jogo facções da torcida do Cruzeiro voltaram a brigar e a polícia teve que agir com rigor para garantir a segurança dos torcedores de bem.

Aliás, excelentes público e renda: 53.452 presentes, 50.715 pagantes para R$ 1.606.821,00 de renda.


Na bola e na raça: hoje, nem o soprador de apito impediu a vitória do Galo

OTERO

Otero comemora a abertura do placar no Beira-Rio

Essa foi na raça e novamente no talento individual. O Atlético fez um bom primeiro tempo, abriu o marcador e no segundo tempo cedeu campo ao Inter que sufocou até empatar. Quando parecia que os gaúchos chegariam ao segundo gol, o zagueiro Gabriel, que fez outra excelente partida, limpou a área, achou Cazares, que achou Luan, que achou o Lucas Pratto e a vitória foi sacramentada, aos 44 do segundo tempo.

Minutos antes, Pratto aproveitou cruzamento do Carlos César e marcou também, mas o bandeira acenou e o árbitro apitou falta, alegando que a disputa no corpo foi empurrão do lateral atleticano.

O jornalista Cândido Henrique ‏@candidoh twittou na hora: 

“O que vemos no Beira-Rio é mais uma lambança de Marcelo de Lima Henrique”.

No primeiro tempo, o jornalista gaúcho Sérgio Xavier Filho ‏@sxavierfilho já havia twittado também:

“Soco era teatro. Anderson cava o pênalti, William bate. Entrosamento perfeito”.

Pois é! O soprador de apito errou de novo contra o Atlético. Público e renda no Beira-Rio: 27.233 pagantes e 30.118 presentes, para R$ 394.340,00.

E o twittou depois do jogo:

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“A dupla de ataque mais raçuda do país passando na sua timeline pra dizer que este final de ano vai ser foda.”


A semifinal, as arbitragens tendenciosas contra mineiros e gaúchos e a morte do Capitão, no Redação Sportv

REDACAO

A convite do André Rizek, participei do Redação Sportv hoje, ao lado dos companheiros Diogo Olivier do jornal Zero Hora/RBS e Xico Sá, escritor e colunista de várias publicações, além de contratado da própria Globosat. O assunto principal seria a rodada de ida da semifinal da Copa do Brasil, envolvendo mineiros e gaúchos, mas a surpreendente morte do Carlos Alberto Torres, dividiu as atenções, com toda razão. O “Capitão” era uma figura mundial e o Rizek contou uma história interessante sobre o prestigio dele no mundo da bola: o excelente programa “É campeão”, apresentado depois das rodadas da Copa do Mundo de 2014, só foi possível por causa da ação direta do Carlos Alberto, que ligou para o Franz Beckembauer, Daniel Passarela, Lothar Mathaus e Fabio Canavaro para formalizar os convites, devidamente aceitos.

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Sobre a semifinal da Copa do Brasil, foram lembrados jogos marcantes entre Atlético x Inter; Cruzeiro x Grêmio. Rizek observou que mineiros e gaúchos têm uma rivalidade mais cordial do que com cariocas e paulistas. Aí entramos no motivo crucial: as arbitragens nunca ajudaram de forma tão flagrante a nenhum mineiro e a nenhum gaúcho nos jogos decisivos entre eles.

 

Sempre lembrado

O mesmo não pode ser dito sobre o comportamento dos árbitros em decisões de mineiros e gaúchos contra paulistas e cariocas. Erros escandalosos e difíceis de explicar foram exatamente contra Atlético, Cruzeiro, Grêmio e Inter, todos com histórias amargas para contar, que geram revolta até hoje. Claro que o nome do José Roberto Wright foi devidamente lembrado, e mal falado.

 

Indefensável

 

Interessante é que o José Roberto Wright só encontra defensores na imprensa do Rio. Xico Sá, que é cearense de nascimento, mas morou muitos anos em São Paulo e hoje mora no Rio, disse que aquele Atlético x Flamengo em Goiânia, pela Libertadores da América de 1981, não tem defesa para o apitador, que depois se tornou comentarista de arbitragens e hoje é “ouvidor” da CBF.

 

Apelou

Por falar em árbitros, o nome do mineiro Ricardo Marques Ribeiro foi assunto neste Redação Sportv. A bancada ficou escandalizada ao saber que o excelente chargista Duke foi acionado judicialmente por ele, e condenado, por causa de uma charge motivada por um erro absurdo do apitador, num jogo Cruzeiro x Ipatinga, pelo Campeonato Mineiro. Charge engraçadíssima, diga-se.

 

Sem favorito

Sobre os semifinalistas da Copa do Brasil ninguém da mesa do Redação arriscou um palpite sobre o favorito. Nem para quem deverá chegar à final e nem quem está com mais cara de campeão. Além de “copeiro” o Cruzeiro tem um treinador acima da média; o Grêmio é o maior campeão dessa disputa; o Inter tem grupo e tradição para surpreender e o Galo tem o melhor elenco.


A simplicidade e a seriedade do Capitão mesmo sem receber as devidas honras da CBF nos 40 anos do Tri no México

RENATOCALBERTO

Renato Alves é conterrâneo de Sete Lagoas, jornalista de prestígio em Brasília (Correio Braziliense). Escreveu especialmente apara o blog sobre o contato que teve com o Carlos Alberto Torres durante a Copa da África do Sul:

* “Manda um abraço pro seu velho!”
“Claro! Ele vai achar o máximo. É seu fã.”
Assim terminou o nosso encontro em 2010, na Cidade do Cabo (África do Sul). Naquela noite, tive a honra de assistir um jogo de futebol ao lado dele e de entrevistá-lo.

Na verdade, havia saído de casa (morava na Cidade do Cabo, onde estudava e trabalhava temporariamente em função da Copa do Mundo) apenas para me divertir. Iria para uma festa na Casa Placar, em uma imensa estrutura montada no Waterfront, à beira do cais do porto da mais bela cidade sul-africana.

No entanto, ao chegar lá, vi o Carlos Alberto e o Ricardo Rocha. Ambos haviam sido contratados para comentar os jogos narrados em uma cabine de rádio montada dentro da Casa Placar, transmitidos só para os presentes na tenda. Isso mesmo: nenhum deles estava ali para participar da transmissão de alguma grande emissora de TV ou de rádio do Brasil ou do exterior. Claro, fui atrás de ambos.

Simpático, o Carlos Alberto me pediu apenas para terminar a “transmissão” (de um jogo sem importância para o Mundial). Assim que terminou a partida, fomos para a área externa da Casa, uma varanda, onde o som do DJ não nos atrapalhava. Ali, batemos um longo papo. Conversamos de tudo um pouco. Uma prosa agradável.

Assim que a entrevista terminou, pedi para fazer uma foto dele. Foi aí que vi outro Carlos Alberto. Com um semblante sério, parou, pensou e fez um pedido: por favor, só me fotografe da cintura para cima. E não quero que a cadeira apareça.

O Capita estava em uma cadeira de rodas. Só se levantava dela apoiado em um neto jovem ou no amigo Ricardo Rocha. Mas fazia de tudo para não demonstrar fragilidade Sem dar detalhes, me disse que estava com um “problema” na coluna.

Respeitei o pedido dele. Não tinha motivo para ser diferente. Era uma questão muito pessoal e a condição física do entrevistado não era de interesse público naquele momento. Não se tratava de algo grave e ele já não era um jogador profissional. No mais, tinha a idade para ser o meu pai, era um senhor, avô. Eu não tinha o direito de expô-lo ao que não queria.

Além da foto para o jornal, pedi para fazer uma foto ao lado dele. Queria um registro para mostrar ao meu pai. Sei que ele se empolgaria, que renderia assunto ente nós. Ricardo Rocha fez as vezes de fotógrafo. Me despedi e decidi encerrar a minha festa.

Muito mais do que o estado de saúde do Carlos Alberto, me incomodou o ostracismo dele naquela noite tão importante para o futebol brasileiro. O capitão do melhor time de todos os tempos estava em uma festa que nada tinha a ver com ele, esquecido pela CBF e por grande parte da imprensa.

No dia do 40º aniversário do inesquecível Tri, o Capita ganhou uma tosca homenagem na Casa Placar, com o discurso de um desconhecido em um microfone e a exibição de alguns gols de Carlos Alberto na Copa de 1970. Gols mostrados em um monitor de TV para um público majoritariamente sul-africano e jovem, completamente desinteressado naquele esporte e naquele senhor homenageado.

O cenário me incomodou tanto que me fez procurar um laptop e escrever uma matéria para o Correio Braziliense, com a entrevista do Carlos Alberto Torres e a descrição daquela noite, com o destaque da ausência de uma homenagem à altura do maior capitão que o Brasil já teve, ao único capitão em tempos de ditadura que o país tinha motivo de se orgulhar.

Um senhor simpático, agradável, generoso, inteligente. Um craque!


E lá se foi o grande Capitão Carlos Alberto Torres!

CARLOSALBERTO

Estou no Rio para participar do Redação Sportv de amanhã. No desembarque no Galeão, mal entrei no carro e o Luiz Carlos (da Globosat) me deu a péssima notícia da morte do Carlos Alberto Torres, com quem tive o prazer de bater bons papos quando ele foi técnico do Atlético e eu era da bancada do Minas Esporte, na Band. Tinha muito ainda a contribuir com o futebol e se foi aos 72 anos, vítima de infarto. Carismático, grande jogador e grande figura humana, querido e respeitado por todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo pessoalmente. Uma história que ilustra o quanto ele era respeitado: durante a Copa da África do Sul, em 2010, ele era um dos convidados da revista Placar para comentar jogos e participar de ações de marketing de patrocinadores da “Casa Placar”, espaço montado pela Editora Abril, para convidados da revista e turistas brasileiros e estrangeiros, na Cidade do Cabo. Ele estava com problemas na coluna e em determinados dias tinha que se locomover numa cadeira de rodas. Depois de uma entrevista ele se dirigiu ao nosso conterrâneo, jornalista Renato Alves, do Correio Braziliense e outros colegas e pediu, gentilmente, que não fossem publicadas fotos dele naquela situação, que era passageira. Prontamente atendido. Nunca vi esta foto em lugar nenhum. CASA2 Em foto do blog do Rafael Spinelli, a equipe que transmitia jogos da Copa de 2010, na Casa Placar: Maurício Bonato, Ricardo Rocha, Carlos Alberto, Spinelli e Sérgio Xavier. Que o grande Capitão descanse em paz e a gratidão de todos nós pelo que fez pelo engrandecimento do futebol.


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