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Grande resultado do Cruzeiro no Monumental de Nuñes com direito a essa tensão no último minuto dos descontos

Imagem: twitter.com/Cruzeiro

O primeiro tempo foi do River Plate que se impôs do princípio ao fim e desperdiçou pelo menos duas oportunidades claras. O Cruzeiro se defendeu muito bem e Fábio outra vez fez ótimas defesas. No segundo tempo o time voltou com mais confiança e equilibrou as ações, levando perigo ao gol argentino em contra ataques. O River pôs em campo Lucas Pratto que estava sendo poupado exatamente para uma “emergência” e quase funcionou. Suarez chutou para cima o pênalti sofrido por ele, garantindo o zero a zero no placar.

A falta cometida por Henrique, que puxou Lucas Pratto pela camisa, não foi dada pelo árbitro, mas ele foi alertado pelo VAR.

Cruzeiro: Fábio,

Orejuela, Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Romero (Jadson), Robinho (Ariel Cabral) e Thiago Neves (David); Marquinhos Gabriel e Pedro Rocha.

Técnico: Mano Menezes

River Plate: Armani,

Montiel, Martínez Quarta, Pinola (Rojas) e Angileri; Nacho Fernández, Enzo Pérez, Palacios e De la Cruz (Cristian Ferreira), Álvarez (Pratto) e Suárez.

Técnico: Marcelo Gallardo

Cartões amarelos:

Álvarez, Enzo Pérez, De La Cruz (River Plate); David, Léo (Cruzeiro)

Árbitro: Julio Bascuñan, do Chile, auxiliado por  Christian Schiemann e Claudio Urrutia. VAR: Piero Maza, todos chilenos.


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Comentários:
20
  • Luiz Ibirité disse:

    Até q ponto este resultado foi bom para o time, se ao menos fosse um pouco confiável tudo bem, mas não é, tem de ir pra cima pq se tomar um terá de fazer dois, vamos cruzeiro!

  • Marcão de Varginha disse:

    Tanta euforia seguida de amnésia.. “esqueceram” que numa decisão de Libertadores no Mineirão, estando vencendo pelo placar mínimo, “conseguiram” a façanha de perderem o título para o inesquecível Verón e Cia.. trouxeram um empate da Argentina, sendo que o Kléber “Gladiador” se deu ao luxo de perder um gol no fim do segundo tempo, e durante a entrevista falaram que no Brasil o jogo da decisão seria diferente.. e na grande decisão, Kléber foi um pacificador, Ramires tremeu e o restante do time ficou literalmente com medo do grande Estudiantes!
    – #beneyeternomito

  • Claytinho do Nova Vista - BH ( Hexa-Campeão !!! ) disse:

    “O Mineirão te aguarda, River” !

    “Quando a porta de desembarque do aeroporto se abriu nessa madrugada e os passageiros do voo vindo de Buenos Aires apontaram pelo saguão, entre eles estava mais uma geração de guerreiros celestes. Essas voltas de batalhas contra o River Plate, travadas no Monumental de Núñez, fazem parte da história do Cruzeiro. Seja com pernas quebradas, braços e rostos riscados de sangue por estilhaços de vidros, roubos programados com VAR ou não, classificações heroicas, vitórias encardidas ou mesmo derrotas doídas para serem ruminadas e, em seguida, transformadas em títulos inesquecíveis, dias depois, no Mineirão ou em Santiago.

    Numa dessas vezes, há 18 anos, um jovem zagueiro meio polaco, meio touro, desembarcou em 14 de novembro de 1991. Carregava o dessabor de experimentar a catimba argentina e um 2 a 0 para o River Plate no Monumental, quase impossível de se reverter. Na sua cabeça ainda ressoava os cânticos do exército de 60.000 hinchas alvirrubros. Não fossem alguns companheiros experientes e um mentor meio pai, meio bruxo, chamado Ênio Andrade, talvez atravessaria cabisbaixo o portão. Não o fez. Adílson passou com o peito estufado e obcecado pela partida de volta.

    O retorno de Buenos Aires, naquele ano, não foi apenas para serem supercampeões da América, uma semana depois no Mineirão. Aquele escrete estava predestinado a iniciar mais um ciclo de múltiplas conquistas do Palestra/Cruzeiro, como foi com o tri de 1928/1929/1930, a Taça Brasil na década de 1960 e a Libertadores de 1976. A maior virada da história do futebol sul-americano, no 3 a 0 de Tilico, Charles e Ademir sobre o River Plate, nunca mais sairia da cabeça do garoto Adílson, que firme na zaga naquela noite do jogo de volta, assistiu um terremoto azul e branco balançar as estruturas das arquibancadas do Gigante da Pampulha.

    Quase um ano depois, em 29 de outubro de 1992, o Cruzeiro passava novamente pelo desembarque do aeroporto, retornando do Monumental de Núñez. Outra vez, massacrado numa covarde guerra promovida pelo River Plate e pela Commebol na noite anterior, com direito a ônibus destruído por pedras, censura na transmissão da partida para o Brasil, nove cartões amarelos, duas expulsões e pênalti marcado nos minutos finais. Sob muito sangue, dor e roubo, trazia na bagagem nova derrota por 2 a 0 para o arquirrival argentino.

    No saguão do aeroporto, o fenômeno não era um terremoto, mas sim uma avalanche de cabulosos para recepcionar os guerreiros azuis em Belo Horizonte. Mesmo com a derrota, eles haviam conquistado a classificação para a segunda final consecutiva da Supercopa nas disputas por pênaltis.

    Os primeiros jogadores foram recebidos com foguetes, bandeiras e gritos de euforia. Torcedores lutavam por uma foto ou uma simples aproximação com os ídolos. No meio deles, a jovem Márcia com as mãos trêmulas. Seus belos olhos, aflitos, procuravam por alguém atrás daqueles portões. Ela estava ali para buscar a maior vítima da barbárie no Monumental.

    Alguns minutos depois, seu esposo apontou pelo desembarque, sentado numa cadeira de rodas e amparado pelo médico Ronaldo Nazaré. Junto às primeiras lágrimas de Márcia, veio o silêncio da China Azul por alguns segundos, mas rapidamente transformado numa nova explosão de gritos. Ao abraço emocionado do casal, todos saudaram o jovem zagueiro Adílson, com a perna quebrada, partida ao meio pela violência de um mediano Silvani.

    Naquele instante, temia por sua própria carreira, sem nem poder imaginar que, dali alguns dias, assistiria seus companheiros sobreviventes à batalha do Monumental levarem o Cruzeiro a ser bicampeão da Supercopa sobre o Racing. Por isso, quando os portões do desembarque se abriram na madrugada de hoje, e o time estrelado desembarcou de Buenos Aires com a incerteza do futuro na Libertadores, não temos motivo para esquecer tantas outras voltas do Monumental de Núñez e reviravoltas do Cruzeiro que o fizerem ser La Bestia Negra do River Plate.

    Até o reencontro da próxima semana no Mineirão, no jogo de volta do maior clássico da história interclubes de Brasil e Argentina, resta-nos lembrar de como o próprio Adílson Batista sempre dizia para a aldeia: “Vamos aguardar”.

    – Belo texto do Gustavo Nolasco.

    Que os jogadores atuais do Cruzeiro possam tomar conhecimento da história dos confrontos entre Cruzeiro e River, quando os jogadores do Cruzeiro daquela época tinham que vencer não só o time do River, mas a arbitragem, a catimba desleal Argentina e a própria Conmebol. Beeeeemmmm diferente de toda segurança e tecnologias de hoje em dia. E que possam encarnar aquele espírito guerreiro dos jogadores de outrora. Aí sim !! E com o Mineirão pulsando, as nossas chances aumentam e muito !!
    Não estarei lá ( Enquanto permanecer essa atual gestão ), mas estarei concentrado e torcendo lá de casa.

  • Claytinho do Nova Vista - BH ( Hexa-Campeão !!! ) disse:

    O difícil pra Torcida Cruzeirense é aceitar que o estilo “Manobol” é o que tem nos salvado nos últimos tempos… Foram dois Títulos consecutivos da Copa do Brasil e já estamos nas semi-finais da Copa do Brasil desse ano. E, por mais que seja um jogo feio, chato, que o Cruzeirense não está acostumado, para a realidade atual do nosso plantel ( Envelhecido… ), esse é o estilo que mais tem dado resultado.
    Ontem o time abusou dos passes errados principalmente no primeiro tempo e perdeu uma grande chance de voltar até mesmo com a vitória.
    Quanto ao VAR, ontem ele foi perfeito. No lance do gol do Cruzeiro, foi um impedimento por milímetros. Mas a função do VAR é exatamente essa. E no pênalty também. Aliás, o que se passa na cabeça de um jogador, que mesmo sabendo que hoje em dia tem o recurso do VAR, que ele tá sendo monitorado por trocentas câmeras, ainda assim puxa a camisa do adversário dentro da área ??
    Mas não se iludam… Se a parada ontem foi difícil, no Mineirão será pior ainda !! O River tem uma característica de jogar melhor fora da sua casa e ainda terá o retorno de titulares importantes.
    O Cruzeiro tem que entrar pilhado em busca de gols do início ao fim. Porque se ficar naquele futebolzinho lesco-lesco, corre o risco de tomar gol e aí que a coisa piora, já que na Libertadores o gol fora de casa ainda conta como critério de desempate.
    Só peço uma coisa ao Mano: “Fred não, mil vezes nãooooooo” !!!!

  • Juliano Salvador disse:

    Mano deu um nó tático no Gallardo. A imprensa mineira morre de medo de criticar o Monobol!

  • Walter Gallo disse:

    Chico,
    desculpe, mas o assunto não é pertinente ao Post. Sei que vc é assíduo frequentador da região de Serro e Conceição de Mato Dentro. Como está a situação daquela estrada, saindo de BH, pela MG 010? O asfalto de Conceição até o serro, já está pronto?

    • Chico Maia disse:

      Desculpe-me pela demora no retorno caro Walter.
      As estradas estão ótimas até Conceição. De lá até o Serro ainda faltam 24 quilômetros para ser asfaltados, mas dá pra transitar bem. Abraço.

  • J. B.CRUZ disse:

    A SORTE Acompanha os BONS e o MELHORES….
    Excelente Resultado Levando em conta os Sustos e sobressaltos no Final da Partida..
    O Melhor Técnico do BRASIL mais uma vez usou sua Estratégia (que todos já conhece), para obter um bom Resultado..
    FOI DADA A LARGADA RUMO AO TRI,,,,,,,
    CRUZEIRO SEMPRE !!!..

  • Emilio Melo Figueiredo disse:

    Precisamos treinar mais as jogadas de ataque. O time sempre faz a escolha errada na hora de finalizar.. Rumo ao TRI.

  • Marcos disse:

    E no Mineirão o River Plate provoca estrago.
    Cruzeiro quando enfrenta time argentino no Mineirão pela Libertadores é o mesma coisa de o sujeito entrar na sua casa e der azar de encontrar uma onça faminta lá dentro…

  • Luiz Fernando disse:

    Time cascudo! Manobol de resultados.

  • Amaury disse:

    Dentro do esperado. O sofrimento é intríssico ao estilo manobol. E o Henrique…Deve ser a pouca idade. Será se ele esqueceu q agora há VAR?

  • Ney Silva disse:

    Esquema táticos de futebol:
    4-4-2
    4-2-3-1
    3-5-2
    4-1-4-1 etc….

    Esquema tático do Cruzeiro: 11-0-0 ‍♂

  • Ney Silva disse:

    Alguém esqueceu de explicar o cruzeiro que a razão do futebol é fazer gols. O time do cruzeiro ontem foi covarde e medroso, coisa de time pequeno

  • Guilherme Gonçalves disse:

    Já vi esse filme antes. No Mineirão o River sapeca de novo. Normal.

  • Eduardo Silva disse:

    Chico, bom dia,

    O Cruzerão Cabuloso do Mano Menezes vai matar um torcedor do coração uma hora. Esse jogo de ficar PLANTADO lá atrás só defendendo, uma hora pode dar errado, a bola entra e ai a vaca vai pro brejo, junto com a classificação pra passar de fase.

    Eu sinceramente não gosto desse estilo de jogo e acredito que o clube tem elenco pra jogar de forma mais propositiva, atacando mais o adversário. Acredito que estamos nos acostumando a um sarrafo muito baixo pela grandeza do clube.

    E a imprensa argentina respeita muito, MAS MUITO mesmo o Cruzeiro, la bestia negra! Mas respeita pelos jogos que fez e pelas vitórias conquistadas em competições passadas, porque hoje é só empate e derrota, não ganha de ninguém tem vários jogos! Tá osso!

    Estou tomando uma birra danada do Egidinho das perninhas malemolentes! É cada bola que o cara deixa passar nas costas que tá difícil, viu? O cara cede um escanteio aos 51 min do segundo tempo e depois acontece o penalti e fora os cruzamentos errados para a área, completamente improdutivo.

    O Lucas Pratto falou após o jogo que não bateu o penalti porque o Fabio já o conhecia, ou seja, A MA RE LOOOOOU…kkk

    Posso até queimar a língua no jogo de volta, mas o que temos visto até aqui, o treim tá feio!
    Rajjjaaaaa coraçãoooo!!

  • Thales Rosa disse:

    Rumo ao TRI