Blog do Chico Maia

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Ronaldo transferido este ano pelo Cruzeiro

Veja a interessante informação que me foi enviada pelo Cleyton Ferreira:

“Entrei no sítio da CBF e procurei as transferências efetuadas pelo Cruzeiro Esporte Clube/MG em 2009.
Acessei o link http://www.cbf.com.br/bid/ti2009.htm e para minha supresa apareceu a transferência de RONALDO LUIS NAZÁRIO DE LIMA, do CRUZEIRO para o STICHING PSV VOETBAL, no dia 22/01//2009.
Isso mesmo, em 2009.
Pelo sítio da CBF, o Ronaldo saiu do CRUZEIRO e se transferiu para o STICHING PSV VOETBAL esse ano.
Coisa mais estranha. Ñ entendi nada.
Vc q está mais envolvido no futebol e conhece bem como funciona esse tipo de negociação saberia me explicar isso?
 
Abraços,
 
Cleyton das Graças Ferreira
Jornalista
Belo Horizonte/MG”

* Já reenviei o email para o Cruzeiro e aguardo retorno sobre o assunto.


Com a palavra, o leitor IV

“Prezado jornalista,
 
 
Pelo amor de Deus faça um comentário sobre a atuação dos goleiros do galo, no sentido de chegar até aos seus dirigentes.
 
Impressionante, como atuam mal os goleiros do galo, principalmente na saída dos gols. Aliás, nem saem, como falhou o Bruno
 
ontem. O jogador do Grêmio cabeçeou no interior da pequena área. Um absurdo!
 
Afinal, quem é o treinador de goleiro do galo.
 
Edmilson Firmino de Souza, de Ipatinga”


Com a palavra, o leitor III

“Chico Maia:
 
O problema do Atlético é crônico. Os jogadores do Atlético sempre acabam “mascarados” , exibicionistas e falam muito bem deles mesmos.Se achando o máximo.
  • Renan Oliveira não faz nada, mascarado, quis desmoralizar o tarimbado o Marcos, com a paradinha, e ferrou o Atlético.Não joga nada só engana.
  • O Welton Felipe se acha o máximo e com quase 2 metros de altura não sabe defender de cabeça e nem sair jogado. O pior é que ele se acha um Luizinho.
  • Thiago Feltri é outro jogador ridículo que também se acha grande. O cara é mascarado demais.
  • Diego Tardeli, é um enganador, foi para a seleção e piorou. Isso é o resultado da máscara.
  • Éder Luiz é outro pipoqueiro que só sabe ficar ciscando e se achando.
  • Com este time de incompetentes, que se acham o máximo, daqui a umas 6 rodadas o time do Atlético deverá estar brigando para não entrar no G4 do rebaixamento. Um time que consegue só 5 pontos nos últimos 21 pontos disputados é ridículo e ninguém fala diretamente isto com os jogadores. O Roberto Abras é que nunca irá falar, afinal…
  • Seria bom você escrever, desprenciosamente, qualquer dia desses que ainda faltam  para o Atlético uns 14 pontos para ele não ser rebaixado para a segunda divisão, pois um time que consegue 5 pontos nos últimos 21 pontos disputados está é fadado ao rebaixamento.
  • Sei que é dificil para vocês a crítica mais contudente. A represalia do clube e dos jogadores é grande e vocês vivem das informações deles, mas você é inteligente e para um bando de pessoas que mal sabem ler como os jogadores do Atlético, as palavras têm que ser mais diretas sem serem ofensivas.  Você escreveu a mesma coisa que eu escrevi, com a diferença que escritos iguais a este meu eles entendem e o seu, de hoje, eles não entendem devem achar que é elogio.
Saudações,
 
Ruy”

Com a palavra, o leitor II

“Prezado Chico,

Permita-me discordar de sua coluna de 24.08 do SuperNotícias, quando fala dos últimos jogos do Galo. Não acho que esteja faltando humildade ao nosso time. O que está faltando mesmo é FUTEBOL – no gol,  na zaga e no meio!

Na 3a. rodada do 1o. turno, após o empate com o Santo André, dei uma entrevista ao Thiago Reis na qual eu dizia que seria muito difícil chegarmos a algum lugar sem dinheiro para grandes contratações. Na ocasião, disse (e está gravado) que se não tivéssemos um bom goleiro, um ou dois zagueiros e um camisa 10 de peso, seria um sonho se alcançar coisas melhores. Felizmente, pegamos muitos times focados em outras competições e acumulamos alguma gordurinha (que não sei até onde vai durar). Mas minha opinião continua a mesma – não confio no goleiro titular (e nos reservas muito menos), a zaga e FRAQUISSIMA, o meio campo com Renan é LIMITADÍSSIOMO e o camisa 10 não veio (não sei quem inventou Júnior – de 34 anos, no meio campo – coisas do defasado Emerson Leão).

Há que se mudar algumas coisas urgentes (já que nosso Depto. Médico não cura ninguém (o grande Serginho seria uma esperança para o meio e o Márcio Araújo, apesar das limitações, ainda é melhor do que muitos por aí).

Abraços,

Dr. Roberto Pires de Moraes”
CRMMG 11730
Anestesiologista


Com a palavra, o leitor I

Leitor do Super Notícia, o Roldney Bessa, escreveu:

“Prezado Chico Maia,

Boa Tarde,

É sempre uma satisfação lhe encaminhar um e-mail o qual posso opinar democraticamente sobre o meu time e dividir idéias com os outros leitores do “Super”, as colunas das segundas e quartas são as que mais gosto do jornal e não perco nenhuma semana sem vê-las e neste momento do Galo no campeonato, não poderia deixar de expressar alguns pontos fundamentais antes que queiram instalar uma crise e desestabilizar o trabalho que vem sendo feito:

A começar pelo ponto principal: prefiro ficar chateado pela derrota do galo ter evitado que o time retornasse ao g-4 do que comemorar uma vitória sofrida que o afastasse do rebaixamento, como têm sido nos anos anteriores.

Continuo admirando o que o Kalil vêm fazendo em poucos meses de trabalho e confiando que dias melhores continuarão surgindo, então antes que comecem a pedir a cabeça do Celso Roth, a demissão de alguns jogadores e descarregar críticas, todos deveriam realizar uma análise do que é o Galo hoje com o Galo dos últimos anos:

Desde a era dos pontos corridos o Galo brigou para não cair e infelizmente aconteceu em 2005, mas hoje o Galo briga pelo título.
Eram contratados vários jogadores desconhecidos ou que não estavam a altura do Galo: Ataliba, Vicente, Marcio Mixirica, Emerson e mais um tanto, alguns nem estrearam como o Jamelli, mas hoje o Galo contrata Aranha, Coelho, Júnior, Renan, Jonilson, Tardelli, jogadores que vestem e honram a camisa.
Não tenho certeza, mas o último jogador que o Galo pôs na seleção foi Gilberto Silva e coincidentemente era o Kalil o dirigente na época e hoje o Tardelli representa novamente o nosso time na seleção.
Perder era normal e ninguém falava nada, hoje perder é praticamente inaceitável e o Kalil já deve ter dado bronca no time inteiro.
Prefiro Celso Roth do que Lori Sandri, Alexandre Gallo, Geninho, Zetti e tantos outros que não deram certo.

Se me perguntam se estou feliz com o Galo? Sim estou!. Claro,Triste pelo momento atual, mas feliz pelo resgate que vêm acontecendo com o Galo., então, é hora do apoio maciço da torcida e da imprensa mineira que sempre abraça nossos times, é hora de colocar a cabeça no lugar e mostrar para os jogadores e para o Celso Roth que estamos juntos e acreditamos, que esta pequena turbulência passará e o Galo voltará a brigar na ponta da tabela novamente.

Abraços,

Roldney Bessa Silva”


De ônibus para o Rio

De uns tempos para cá viajar de ônibus passou a ser coisa rara para a maioria dos times de futebol. Até os menores causam estranheza, quando isso ocorre, e isso costuma soar como castigo pelo fraco desempenho do time nas competições.

Foi o caso do Ipatinga, que na semana passada botou seus jogadores na estrada, para enfrentar o Vasco pela Série B.

Veja o que o Fernando Rocha escreveu a respeito:

 

* “Quem acompanhou o embarque da delegação quinta-feira à tarde no hall do Ipatingão, percebeu claramente, pela cara de poucos amigos, que os jogadores não ficaram nem um pouco satisfeitos, de terem que encarar o “buzão” pelos 1.322 Km de estrada ida e volta, aproximadamente 16 horas de viagem, que separam Ipatinga da  “Cidade Maravilhosa”, apesar do possante ser equipado de todo conforto e de ter havido tempo suficiente para descansarem da viagem inusitada.

* A maioria da torcida apóia integralmente esta decisão, até porque pelo futebol apresentado até agora, os jogadores não estariam fazendo jus ao empenho da diretoria, que tem se esforçado ao máximo para lhes dar todas as mordomias compatíveis aos clubes de Série A. Mas – tem sempre um “mas” quando o assunto é tratativa com boleiros -, se por um lado esta medida radical pode originar um efeito positivo, mexendo com os brios e  egos da rapaziada, fazendo com que se dediquem ao máximo, oferecendo o que chamam de “meu melhor” em prol de alcançar um resultado favorável dentro de campo, num outro cenário, neste caso desastroso, poderia surtir efeito contrário, havendo então  grandes possibilidades da coisa desandar para o vexame de sofrer uma goleada histórica.”

E não deu outra: o time levou de quatro do Vasco, mas nada de anormal. Além do Vasco ter mais time, foi uma festa como há muitos anos não se via nos meios vascaíanos.


Novo embalo do Cruzeiro

Fabrício, Henrique, Wellington Paulista e Gilberto, os novos personagens que estão fazendo o Cruzeiro sair da apatia. Foto: VIPCOMM


Munição pro Duke

capa_23082009223346A cada rodada o Atlético dá boa munição para o Duke, como nesta charge de hoje, absolutamente verdadeira


Voltar ao que era

Não me parece ser tão difícil explicar o principal motivo da queda de produção do Atlético, que não vence há quatro jogos, e ontem foi goleado pelo Grêmio, em Porto Alegre. O time precisa voltar a se comportar como no início do campeonato, com simplicidade, reconhecendo as suas limitações, se aproveitando principalmente dos erros dos adversários. Líder durante oito rodadas, a impressão é que a comissão técnica e os jogadores começaram a acreditar que eram melhores do que realmente são. O Atlético passou a jogar aberto como se tivesse um elenco em condições de encarar qualquer um, dentro ou fora de casa. Até consegue fazer boas exibições, mas sem vencer, porque tem poucos jogadores que conseguem transformar em gols as oportunidades criadas. E quando há problemas com eles, não possui peças de reposição à altura. O mesmo ocorre em outras posições, onde a fragilidade é enorme tanto entre os titulares quanto entre os reservas, como no gol e nas laterais. Por causa dessas deficiências pontos altamente preciosos foram perdidos.

A solução é pegar de volta a fórmula do início do campeonato, quando 1 x 0 era goleada, e a exploração da velocidade do Éder Luiz e Diego Tardelli resultava em gols e vitórias surpreendentes.

Essa e outras notas, em minha coluna de amanhã no jornal O Tempo, nas bancas.


Gilberto e Guerrón

Reforço

Jogadores como Gilberto podem realmente ser chamados de “reforço”, e ele já mostrou a que veio. Fez uma jogada de craque para botar a bola na cabeça do Wellington Paulista, no 1 x 0, aos 15 segundos contra o Náutico.

Menos 10 mil

Maior especialista em previsão de público nos nossos estádios, Tião das Rendas afirma sem medo de errar que a postura besta do Adilson Batista, de esconder se o Guerrón estrearia ou não, tirou pelo menos 10 mil torcedores do Mineirão.

Essas e outras notas, em minha coluna de amanhã, no Super Notícia, nas bancas.