Blog do Chico Maia

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Marcelo Oliveira esclarece porque não retorna ao comando do Cruzeiro agora

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Treinador divulgou carta aberta na tarde desta segunda-feira

MARCELO


Cruzeiro apresenta Robinho e Lucas na Toca

robinho

Do site da Raposa:

* “Reforços serão apresentados após o treino desta segunda” 

Angel Drumond

Os novos contratados Lucas e Robinho (foto), que vieram do Palmeiras, serão apresentados na manhã desta segunda-feira, após o treino marcado para as 10h, na Toca da Raposa II. Os jogadores foram envolvidos em uma troca com o time paulista que recebeu os laterais Fabiano e Fabrício.

Os reforços, que realizaram exames na sexta-feira e treinaram com o time no último sábado, conquistaram a Copa do Brasil, em 2015 pelo Palmeiras. Antes de ser contratado pelo time paulista, Robinho passou por Santos – onde venceu a Copa Libertadores, em 2011 -, Avaí e Coritiba. Com a camisa alviverde, o meia fez 75 jogos e anotou 11 tentos.

Lucas, de 28 anos, defendeu as cores de Figueirense, São Bento e Botafogo. Na esquadra carioca, o lateral-direito viveu grande fase e foi convocado pela Seleção Brasileira, em 2012, mesmo ano em que venceu o Superclássico das Américas com a “amarelinha”. No Palmeiras, o atleta participou de 75 compromissos e marcou quatro gols. (mais…)


Givanildo fez a diferença na vitória americana

AFC

Foto: SuperFC

Vi o jogo ao lado do André Andrade, Patrícia Vilas Boas e outros amigos. Bem antes de começar o André pediu atenção ao sistema de jogo adotado pelo Givanildo Oliveira, simples e objetivo. E foi o que vi, como normalmente joga o América. Emparedou o Atlético assim como fez com o Cruzeiro nas partidas das semifinais. Givanildo é ótimo treinador.

André gosta e conhece de futebol, mas enfrenta o sério problema de ser filho de um pai famoso e respeitadíssimo: Tostão. Todo mundo quer falar sobre futebol com ele. E foi ele que me fez pensar uma situação que até já foi falada pelo próprio Givanildo, que é o preconceito. O fato de ser nordestino não o credenciaria a ser contratado pelos maiores clubes do Brasil. Merece reflexão. Ele é um dos maiores “vencedores do nosso futebol, mas fica sempre na intermediária”, diz o André. Há como discordar? Não vejo isso. Givanildo é da prateleira de cima.

O que todos vimos foi um América absolutamente melhor que o Galo e vitória merecida. O jogo da volta será melhor e ninguém tem ideia do que poderá acontecer. Em termos técnicos pode ser que o América se imponha, ou não, novamente.

O Atlético jogou pra valer. Pode até ser que tenha havido alguma preocupação de um jogador ou outro com o próximo jogo da Libertadores, mas na prática, nenhum problema. Desfalques ocorrem em qualquer time e fazem parte do contexto. A verdade é que o América jogou muito melhor, mereceu a vitória e fim de papo.


A triste história Paul Gascoigne, o “Garrincha” inglês

PAUL

Bela crônica do Ruy Castro na Folha de S. Paulo sobre o ex-craque inglês, que assim como Mané Garrincha vai perdendo a batalha contra o alcoolismo. Ruy escreveu aa biografia do craque brasileiro, um dos melhores livros que já li, “A Estrela Solitária”.

* Garrincha inglês

Os ingleses também têm o seu Garrincha. Não em campo, mas nas ruas, nos hospitais e nos jornais que exploram os dramas humanos. Chama-se Paul Gascoigne e, nos anos 80 e 90, foi um grande meia-atacante, ídolo do Newcastle, do Tottenham e da seleção inglesa – eleito entre os melhores da Copa de 1990, vencida pela Alemanha. Como Garrincha, Gascoigne era criativo, imprevisível e fazia o torcedor sorrir. E, como Garrincha, seu marcador foi o alcoolismo. A diferença é que sua história ainda não terminou.

Há algumas semanas, Gascoigne foi visto saindo com dificuldade de um táxi em Londres, com uma garrafa de gim na mão e as calças arriando, exposto, tentando desajeitadamente se recompor. Caiu e se feriu na cabeça, no nariz e na boca. Havia um fotógrafo por perto e os tabloides fizeram a festa com seu rosto ensanguentado. Noutra ocasião, em que falava em público, Gascoigne tremia ao segurar o microfone e não conseguia juntar duas frases. O povo ria do espetáculo.

Gascoigne deixou oficialmente o futebol há 12 anos. Mas, com seus atrasos, sumiços, suspensões e longos períodos no estaleiro, o futebol já o deixara muito antes. E não se diga que o álcool o tomou depois que ele parou de jogar – desde os juniores, os clubes já observavam sua propensão.

Seu dia a dia é doloroso. Mete-se em brigas e em acidentes feios e vai parar na cadeia, da qual sai por intervenção dos ex-clubes e da federação inglesa. Era rico e perdeu tudo. Os amigos o sustentam – o gesto é bonito, mas, ao fazer isto, talvez estejam contribuindo para sua doença. Gascoigne já passou por sete tratamentos – provavelmente curtos e errados, daí as recaídas. Seu caso parece ser de internação por, pelo menos, um ano.

Garrincha morreu com 49 anos. Gascoigne está com 48. Aparenta 20 a mais e o relógio corre contra ele.


Parabéns ao Super Notícia, 14 anos hoje, e a todos os colegas do jornal popular mais vendido no Brasil

SUPER

Prazer enorme pertencer a essa história com a minha coluna lá.

A todos os companheiros atuais e que passaram por lá, parabéns!


Zagueiro brasileiro desconhecido por aqui pode ser convocado para a seleção holandesa

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Obrigado ao Rick Breugelmans, holandês residente em Belo Horizonte, que nos enviou esta ótima história, de determinação e coragem de um jogador brasileiro que agarrou uma oportunidade, superou muitas dificuldades e hoje é um dos destaques do futebol da Holanda.

* “Brasileiro Eric Botteghin, ganhador da Copa da Holanda por dois anos consecutivos”

Quem? Eric Botteghin? “Nunca ouvi falar”, essa é a reação típica de um brasileiro comum. Não é estranho, porque ele jamais atuou profissionalmente em seu país natal, mas esse jogador está escrevendo história no outro lado do Atlântico hoje em dia. Eric Botteghin é um zagueiro alto e forte (1,92m / 89 kg), com boas qualidades técnicas. Ele tem 28 anos e é de São Paulo, onde jogou nas categorias de base de alguns clubes menores, como A.D. Guarulhos e Grêmio Barueri, que o emprestou para o SC Internacional. Com o time sub-20 gaúcho disputou o torneio “Eurovoetbal” na Holanda, onde chamou a atenção do FC Zwolle, na época, time da segunda divisão, com quem viria a assinaro seu primeiro contrato como jogador profissional em 2007.

A partir deste momento, a carreira do paulistano tem só decolado numa trajetória ascendente. Depois de cinco temporadas e 138 jogos na segunda divisão por FC Zwolle , ele se para o NAC Breda (p.s. o clube da minha cidade). Em Breda , ele experienciou pela primeira vez jogar na primeira divisão do campeonato holandês, e depois de duas temporadas como titular, trocou o sul do país pelo norte, indo jogar no FC Groningen. Novamente, Botteghin atuo ar como titular indiscutível,fazendo a sua segunda temporada no campeonato batavo com destaque absoluto. Na temporada 2014/2015 FC Groningen conquistou, com Botteghin como um dos seus baluartes, a Copa da Holanda. C abe mencionar que esse foi o primeiro título do Groningen desde a sua fundação. Além disso,Botteghin foi eleito o melhor zagueiro e o terceiro melhor jogador da temporada holandesa em prêmio dado pelo jornal nacional “De Telegraaf”.

Após a temporada de sucesso, Botteghin assinou , em agosto de 2015 , um contrato de quatro anos no grande clube Feyenoord Rotterdam, n uma transferência de 2,5 milhões de euros. Feyenoord foi o primeiro clube holandês a ganhar a Liga dos Campeões e a Copa Intercontinental (em 1970) e também o último clube holandês  ganh um título europeu (UEFA Cup em 2002). Infelizmente, nos últimos anos , o armário de troféus do orgulho de Rotterdam ficou vazio; o último título no campeonato holandês foi há 17 anos (1999) e a ultima Copa da Holanda em 2008. Apesar de não ganhar tantas competições quanto os rivais Ajax Amsterdam e PSV Eindhoven, o Feyenoord é um clube enorme, com a maior, mais fanática e fiel do país.

Nesta temporada 2015/2016, o ídolo Dirk Kuyt, ex-jogador da seleção holandesa, voltou para o Feyenoord e a equipe está sob comando do técnico Giovanni van Bronckhorst, capitão da “Laranja Mecânica” na Copa do Mundo 2010 (que tirou o Brasil naquele ano). Trabalhando junto a esses nomes icônicos e apesar desofrer algumas lesões, no Feyenoord, a trajetória de Eric Botteghin não foi diferente: ele cresceu como jogador titular e é elogiado por seus companheiros por causa de seu profissionalismo. Muitos jogadores brasileiros têm a fama de n ão se importarem muito com as regras e a disciplina, porém, o número 33 do Feyenoord é um profissional exemplar. Não é a estrela do time ,  , mas  um verdadeiro defensor , como dificilmente há similares ,  na Holanda. No país em que os zagueiros são melhor avaliados pel o seu domínio de bola, o aspecto realmente defensivo cl ássico acaba ficando de fora. Nest e entido , sem subestimar as suas qualidades futebolísticas, Botteghin é uma exceção por ser obcecado em n ão permitir que os atacantes do s time s adversário s sequer toquem a bola .

O brasileiro n ão só está feliz no seu novo clube , mas também e m sua vida pessoal . Sua esposa Melina deu a luz a um belomenino , Rafael, no fim de 2015. No importante jogo contra o Roda JC, as quartas de final da Copa da Holanda, Botteghin fez o gol da vitória e imitou a famosa celebração d Bebeto – aquela do  “embala neném” – um momento a o qu al nós holandeses não gostamos nada de lembrarmos… Mas isso tudo é perdoado depois da vitória no último domingo n a final da Copa da Holanda, contra o FC Utrecht (2-1). Botteghin, o zagueiro confiável, foi um dos melhores em campo e depois do jogo pod e levantar aprestigiosa taça KNVB Beker pela segunda vez seguida, com dois clubes diferentes, um fato para se orgulhar.

No ano que vem Eric Botteghin vai disputar a Europa League pela primeira vez e quem sabe até onde será sua linha de chegada? Talvez ele não seja conhecido como os seus compatriotas Romário e Ronaldo, que o precederam no país dos queijos, tulipas e moinhos, mas Botteghin está no caminho certo para estabelecer  nome  no futebol holandês.

Pessoalmente, como fanático do Feyenoord, quero agradecer Eric p or este título e espero que ele permaneça por muito tempo no meu time de coração. Ou será que os clubes mineiros, depois de ler esse artigo, ir ão atrás dele…?
* Rick Breugelmans

*** Mais detalhes da vida de Eric Botteghin no Trivela:

http://trivela.uol.com.br/treinado-por-stam-zagueiro-brasileiro-do-feyenoord-sonha-com-a-selecao/

 


Parabéns ao América Futebol Clube pelos 104 anos, hoje!

AFC

No melhor ano dos nossos árbitros nos últimos anos, vem gente de fora para apitar a final. Lamentável!

Dewson-da-Silva

O paraense Dewson (acima) ou o paulista Luiz Flávio (abaixo) apitará o clássico de domingo no Independência

Luiz-Flávio-de-Oliveira

Não tenho dúvida de que Atlético e América farão grandes jogos na decisão do Mineiro e apesar do elenco mais caro e famoso do Galo o Coelho tem todas as condições de desbancar o atual campeão. A lamentar a chamada de árbitros de outros estados para conduzir os jogos. Essa desconfiança dos nossos cartolas em relação aos apitadores mineiros é lamentável. Uma característica famosa de muitos de nós que nascemos nas montanhas: desconfiar até da sombra!

Ontem o presidente da FMF twittou:

Castellar Neto ‏@castellarneto 

“Depois de consenso entre todas as partes envolvidas, teremos árbitro de outro Estado na final… Sorteio, 15:45h,

estarão no sorteio dois árbitros FIFA: Luiz Flávio (SP) e Dewson Freitas (PA), além de assistentes também da FIFA.”.

 

Lamentável! Justamente no melhor ano dos nossos apitadores nas últimas temporadas.


Diretor do Cruzeiro diz que técnico tem que ser experiente e contrato maior. Uai, porque apostou no Deivid?

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Em foto do Super FC, Thiago Scuro (esquerda) e Bruno Vicintin

O diretor de futebol do Cruzeiro Thiago Scuro disse que é preciso contratar um treinador experiente, de peso, com duração de contrato longa para que ele possa fazer um trabalho sustentável. Uai, se ele sabe disso porque é que efetivou o estagiário Deivid como treinador com a saída do Mano Menezes ano passado?

Aliás, o Scuro tem se mostrado bom mesmo é para a função de pauteiro ou editor de esportes de jornais, rádios e TVs. Vive sugerindo pautas para que a imprensa fale mais sobre critérios de arbitragem, contusões de jogadores, calendário do nosso futebol e por aí vai.


Mexicanos só estão na Libertadores por causa da grana. E o Del Valle, hein!? 2 a 0 no River, sem apuros!

DELLRIVER

Em foto do Diário Olè ( http://www.ole.com.ar/ ), jogadores do River Plate lamentam gol do Independiente Del Valle do Equador

Este time deu um trabalho danado para o Galo. Lá ganhou de 3 a 2 num estadinho tipo “Fazendinha”. Gramado pasto ruim. Aqui 1 a 0, apertado. Ontem em um estádio de alto nível, gramado excelente e surra no atual campeão da Libertadores.

O comentarista do blog André Corrêa lembrou bem: os mexicanos estão se lixando para a Libertadores já que esta é uma competição apenas comercial para eles. Não dá direito ao mundial porque pertencem à Concacaf, a federação da América do Norte.

E a Conmebol não está nem aí porque o México é uma excelente praça comercial que rende fortunas em patrocínios e mais direitos  de transmissão pela TV.

É o futebol $A, como diz o grande jornalista José Luiz Gontijo!

Confira o que disse o Andrê Corrêa:

“Grande jogo contra um Toluca cheio de reservas, priorizando a disputa do campeonato mexicano.

O Pumas fez a mesma coisa contra o Táchira. Eu achei isso uma ofensa à Libertadores. Um tapa na cara da Conmebol. Se é para os mexicanos ficarem fazendo isso, é melhor que fiquem por lá mesmo. A Conmebol divide suas vagas entre Chile e Colômbia e estamos conversados.

Ultrajante isso.”


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