Blog do Chico Maia

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Atlético contra um uruguaio, Cruzeiro contra equatoriano, argentino e venezuelano na arrancada inicial da Libertadores 2019

Imediatamente ao sorteio que indicou o uruguaio Danúbio como adversário do Atlético na Libertadores, o jornalista HENRIQUE ANDRÉ‏, do Hoje em Dia, twittou: @ohenriqueandre “Prometo não fazer matéria com “Terans e Rea ajudarão Levir Culpi a conhecer o Danúbio”.”

Que alívio prévio, pois se ele não fizesse este alerta, hoje mesmo já teria editor pautando repórter para este velho jargão do “anteontem futebol clube”. Aliás, alguém viu este Rea jogar pelo Galo? O Terans até teve lampejos de bom jogador.

Outra bobagem, entretanto continua prevalecendo na imprensa é esse papo de “grupo da morte” ou “grupo mais fácil”. Ora, ora, se o time não estiver bem preparado, qualquer adversário é mortal e vice-versa.

Já na fase de grupos, o Cruzeiro terá pela frente o equatoriano Emelec, o argentino Huracan e o venezuelano Deportivo Lara, no Grupo B.


Presidente do Cruzeiro pode até não perder trem, mas não conseguiu pegar o avião para o Paraguai

Em foto do SuperFC, Benecy Queiroz (esq.) e Wagner Pires de Sá

A experiência vivida por Wagner Pires de Sá, presidente do Cruzeiro, no aeroporto de Guarulhos serve de alerta para quem não sabia que mesmo sendo para países integrantes do Mercosul, só a carteira de identidade, “RG” é permitida na substituição do passaporte para embarcar. Carteira de motorista ou qualquer outra, não serve.

O presidente cruzeirense deu um passeio em Guarulhos, desejou boa viagem ao Benecy Queiroz e  aguardou o próximo voo para retornar a Belo Horizonte. A ESPN noticiou:

* “Presidente do Cruzeiro esquece documento, volta para casa e não embarca para sorteio da Libertadores” 

O Cruzeiro seria representado no sorteio da Copa Libertadores, nesta segunda-feira, por dois dirigentes. Apenas o supervisor de futebol Benecy Queiroz, porém, chegou a Luque, no Paraguai. O presidente Wagner Pires de Sá esqueceu o documento e teve que voltar para casa.

A dupla saiu de Belo Horizonte e fez escala em São Paulo antes de viajar para o Paraguai. No destino, Wagner Pires de Sá acabou impedido de embarcar por não portar a documentação necessária.

“Dizem que mineiro não perde o trem, mas infelizmente o presidente esqueceu o documento e teve que voltar para Belo Horizonte”, brincou Benecy, já no Paraguai, à reportagem da ESPN.

http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/5092633/presidente-do-cruzeiro-esquece-documento-volta-para-casa-e-nao-embarca-para-sorteio-da-libertadores


Atlético tende a errar menos nas contratações para a próxima temporada

lateral direitto Guga, em foto de Marco Favero /Diário Catarinense

Com Levir Culpi indicando ou dando o “sim” ou “não” para cada nome pensado para o time de 2019, acredito que o Atlético montará um elenco muito melhor que o deste ano. Que renove as esperanças da torcida de voltar a brigar na cabeça por grandes conquistas. Certamente as besteiras e contratações estranhas cometidas pelo diretor de futebol Alexandre Gallo não se repetirão na quantidade e intensidade que ocorreram. Como diria o mestre ddo jornalismo Rogério Perez “cruz credo”!

O presidente Sérgio Sette Câmara estava chegando e que cometeu o maior equívoco neste primeiro ano à frente do clube ao dar superpoderes ao diretor que ele escolheu para o cargo.

Este é o período mais importante de todos os clubes para o ano que vem. O momento  das contratações, em que os empresários procuram se dar bem e os enganadores e picaretas, de dentro e fora das quatro linhas usam de toda a malícia, experiência e poder de fogo para enganar a quem contrata, empurrando “gato por lebre”ou “ex-jogadores em atividade”. Pesquisar a condição técnica e principalmente física dos pretendidos é fundamental. Um outro fator também é fundamental: a idade. Por melhor que seja o jogador, acima de 35 anos ele já não dá conta de competir em alto rendimento. Com 39, esqueça! Exceção para alguns goleiros acima da média.

Réver está praticamente contratado. A idade está legal, 33, tomara que esteja inteiro fisicamente. A edição de ontem do jornal Lance, diz o seguinte: … “Na Gávea, o entendimento é de que Réver fez uma temporada abaixo do nível apresentado pelo capitão em 2016. Além disso, o camisa 15 teve a sequência atrapalhada por problemas físicos, o que, mesmo com sua permanência para 2019, faria a diretoria buscar reforços para a defesa. Com sua provável saída, torna-se necessária a chegada de ao menos um zagueiro para o ano que vem.”…

Parece que outro zagueiro, muito bem falado, Igor Rabello, do Botafogo, também deve ser confirmado. Os comentários gerais da imprensa dão conta que se trata de “feijão sem “, além de estar com 23 anos de idade.

O lateral direito Guga, do Avaí, é muito bem recomendado, como mostra essa reportagem do João Lucas Cardoso, do Diário Catarinense:

“Guga define primeiro ano de profissional no Avaí como “perfeito””!

No vestibular do futebol profissional, Guga passou com alto índice de acerto. O lateral-direito viveu seu primeiro ano no elenco principal do Avaí e termina a temporada como um dos destaques da boa campanha do time na Série B do Campeonato Brasileiro, que culminou com o retorno à elite do futebol profissional. Foram 51 jogos por três competições — também com Catarinense e Copa do Brasil — e quatro gols assinalados. Um ano que o jogador considera perfeito.  No ano passado ele defendeu o time azurra sub-20, em seu último ano na categoria, e também teve motivos para comemorar. Com ele na lateral direita, os juniores faturaram o Catarinense da categoria. Por isso subiu ao elenco profissional e celebra neste fim de novembro outra subida: a da equipe à Série A do Brasileirão.

— Não tenho do que reclamar ou achar que faltou algo no ano. Agradeço a tudo que aconteceu: pela oportunidade de estrear como profissional e por ser corado com o acesso. Foi um ano que posso falar que foi perfeito. Nem mais e nem menos — garante o ala.

O futebol do garoto nascido no Rio de Janeiro (RJ) e que está há cinco anos na Ressacada apareceu com força no começo da Série B, quando da chegada de Geninho ao comando técnico. Por mais que tenha tido desempenho satisfatório anteriormente, sob a batuta de Claudinei Oliveira, foi com o treinador do acesso que virou destaque. No esquema de três zagueiros e liberdade para os laterais avançarem, Guga pôde apresentar o seu melhor. Tanto que não é difícil imaginar que o jogador não esteja mais no Avaí em 2019.

A juventude e o bom futebol fazem dele um alvo como reforço para gigantes do Brasil ou clubes do exterior, ainda que tenha vínculo firmado com o Leão até o final de 2020. Com o dever cumprido e feliz com a veste azul e branca, o jogador não está preocupado com o futuro neste instante. Ainda que saborear o acesso e as férias que acabam de começar. Independente do que vier a ocorrer, tem um pensamento fixo: seguir em evolução e dentro de campo.

— Eu sempre falo que independente do que acontecer, quero jogar. Se for aqui, vou trabalhar para jogar. Se for em outro lugar, vou trabalhar para jogar. O que tiver de acontecer será para o melhor de todo mundo. Onde eu estiver, estarei feliz e vou trabalhar para estar jogando e conquistar meus objetivos pessoais — assegura o lateral que tem como sonhos atuar em um grande time da Europa e disputar uma Copa do Mundo pela Seleção.

Por mais “perfeita” tenha sido a temporada, Guga reconhece que não foi fácil. Com os companheiros viveu momentos duros, com a morte de familiares de jogadores importantes e que mexeram com ele, e também com a dificuldade financeira enfrentada pelo Avaí, com alguns atrasos nos pagamentos de salários. Particularmente, também encarou um período delicado. No último clássico com o arquirrival Figueirense, na casa azurra e no dia de seu aniversário e também do clube que defende, desperdiçou uma penalidade máxima quando o adversário estava na frente do placar e que culminou com o triunfo alvinegro.

— Tive alguns altos e baixos ao longo do ano. Depois do pênalti perdido contra o Figueirense eu realmente senti um pouco. Demorou um pouco para retomar a confiança, para esquecer aquilo. O grupo me ajudou muito a superar isso, e a família também — conta, hoje com um sorriso nos olhos.

Estes instantes decisivos e vividos em um ano muito importante para a carreira profissional reforçam a identificação dele com o Avaí, fortalecem o sentimento de quem já tem carinho pela formação na base do clube. Por isso, ainda que em um futuro agora muito distante, Guga consegue imaginar os últimos anos da trajetória na bola.

— Eu sonho, sim, em caso de sair, voltar. Seja quando for, sonho em voltar. Sonho em encerrar a carreira também. Mas tem muito que acontecer, é só início. Tenho carinho enorme pelo clube e, seja onde estiver, vou torcer pelo sucesso do Avaí.

http://dc.clicrbs.com.br/sc/esportes/avai/noticia/2018/11/guga-define-primeiro-ano-de-profissional-no-avai-como-perfeito-10651361.html


Mudança de ares na Globo: Fernanda Gentil deixa o Esporte Espetacular

Ótima apresentadora vai desfalcar os programas esportivos da Globo, como informa Anderson Scardoelli do Portal Comunique-se:

* Fernanda Gentil se despede do jornalismo da TV Globo”

Apresentadora anuncia saída do ‘Esporte Espetacular’. Seguindo na TV Globo, Fernanda Gentil é mais uma a trocar o núcleo de jornalismo pela área de entretenimento

Não se surpreenda se em 2019 Fernanda Gentil estrelar ações publicitárias na televisão e nas redes sociais. Essa possibilidade passa a existir, uma vez que a comunicadora se prepara para deixar o departamento de jornalismo da TV Globo, que proíbe seus integrantes de desempenhar atividades ligadas à publicidade. Livre dessa regra, ela apresentará o ‘Esporte Espetacular’ pela última vez no próximo domingo, 9, e será descolada para o entretenimento do canal.

A chance de Fernanda Gentil deixar o jornalismo já havia sido divulgada recentemente. Agora, ela confirma que se dedicará a novos projetos no veículo de comunicação. Assim, ela se torna mais uma jornalista a seguir esse caminho na emissora. Nos últimos anos, profissionais como Fátima Bernardes, Patrícia Poeta, Zeca Camargo e Tiago Leifert fizeram o mesmo percurso. Por enquanto, a apresentadora não tem nenhum projeto definido. A expectativa é que ela seja aproveitada a partir do próximo ano.

“Estou muito feliz com mais esse desafio e animada com o novo ciclo. O esporte foi onde eu mais quis trabalhar na vida e, depois de 10 anos no esporte do Grupo Globo, fecho esse ciclo com a ótima sensação de missão cumprida, com o coração apertado e a alma em festa”, disse Fernanda Gentil ao GShow. O ambiente em que a informação foi oficializada já mostra a nova fase da comunicadora. O GShow nada mais é que o site reservado às produções do setor de variedades da empresa de comunicação.

Reconhecimentos

Fernanda Gentil deixa a área de jornalismo e esportes da TV Globo com reconhecimentos na bagagem. Em 2017, conquistou a categoria ‘Esportes – Mídia Falada’ do Prêmio Comunique-se. O sucesso de seu trabalho também se deu junto ao público nas redes sociais. Somente no Instagram, a apresentadora conta com mais de 5 milhões se seguidores. No Facebook, mais de 1 milhão de internautas curtem a página da comunicadora — mesmo montante de curtidores que ela tem no Twitter.

Futuro do ‘EE’

A ida de Fernanda Gentil para o entretenimento representa a chegada de Bárbara Coelho ao ‘Esporte Espetacular’. A partir de 16 de dezembro, a profissional, que deixa o ‘Tá na Área’ do SporTV, formará dupla com Felipe Andreoli no comando do ‘EE’. Antiga apresentadora da atração semanal, Glenda Kozlowski assumirá a condução do programa exibido pelo “canal campeão”. Essa movimentação já estava sendo ventilada pela direção do Grupo Globo, conforme informou o Portal Comunique-se na última semana.

https://portal.comunique-se.com.br/fernanda-gentil-se-despede-do-jornalismo-da-tv-globo/?info-manchete


Viva o Uruguai, onde o Duke chargista virou sabonete

E dos bons, como tudo o que envolve o Duke, o melhor chargista do Brasil na atualidade.

Desde o início do ano estou querendo mostrar algumas fotos de Montevidéu e outras cidades do Uruguai, país que mais gosto na América do Sul, e onde tive o prazer de passar uns dias em 2018. No Hotel Lafayette, onde me hospedei, na capital, me deparo com o sabonete “Duke” e vieram as dúvidas:

__ Uai? Será que se trata de diversificação de investimentos do nosso grande chargista?

__ Será que ele está vindo morar no Uruguai, terra do José Mujica?

Essa segunda hipótese seria muito forte caso o Jair Messias já tivesse sido eleito, mas isso foi no primeiro semestre e ele ainda não estava forte nas pesquisas. Hoje, creio que o Duke já se acostumou. Mas isso não tem tanta importância.

O que importa é que o sabonete Duke é um sucesso no Uruguai e nunca vi no Brasil. E que as charges do nosso amigo continuam fantásticas no Super Notícia, O Tempo e replicadas em todas as mídias sociais possíveis, por gente famosa e admiradores de todos os cantos. E que o Uruguai está cada dia melhor. Desta vez estive também em Piriápolis, passando por uma bela praia no pequeno distrito chamado Bello Horizonte. E matei saudade de Maldonado e Punta Del Este, onde estive pela primeira vez na cobertura da Copa América de 1995.

Qualquer dia mostro fotos de lá, mas hoje, só de Montevidéu, acolhedora e atraente em cada esquina…

… com artistas espalhados pelas ruas, pintando painéis . . .

Cafés maravilhosos como o Brasileiro, local preferido do poeta Eduardo Galeano, cuja mesa continua lá, na qual onde todo turista quer se sentar .

Aliás, a arte está presente em todos os lugares de Montevidéu,,,

… como neste corredor de um hospital público por exemplo.

Dentro e fora dos bares e cafés…

Onde até o Banco Itaú respeita o código de postura e não polui visualmente as fachadas com aquelas placas escandalosas que poluem as cidades brasileiras.

Terra onde as grandes livrarias resistem bravamente, os bares são bem decorados …

… e o bom gosto está sempre presente.

É deles a melhor carne do mundo, a uva Tanatt só existe lá e rende um vinho único ….

A cerveja artesanal também está tomando conta. Não é uma Falke Bier, mas é quase igualmente ótima…

… e a tradicional Zillertal continua reinando entre as industriais.

Mujica regulamentou a erva, que é só pra residentes e devidamente cadastrados, mas que têm lojas com souvenirs alusivos que podem ser adquiridos legalmente, por qualquer pessoa de qualquer lugar do mundo.

As incontáveis, belas e bem cuidadas praças são palcos de feiras de tudo que é bom…

a Rambla na orla do Rio da Prata é boa para tudo ….

e o tradicionalíssimo mercado de Carrasco, bom demais da conta . . .

… por dentro e por fora, com grandes parrillas…

… e as incomparáveis empanadas…

…melhores, inclusive, que as argentinas.


“O passado, alguém já escreveu, é o nosso maior tesouro. Às vezes, diz o que fazer. Às vezes, aponta o que evitar”

A coluna do Fernando Rocha, que circulará amanhã, no Diário do Aço, de Ipatinga:

* “No vermelho”

Estamos chegando ao fim de mais um ano em nossas vidas, – “o velho está morrendo”-, como costumamos dizer aqui nos nossos grotões.

No futebol, a temporada das competições nacionais e continentais terminou na última quarta-feira, com o título da Copa Sul Americana conquistado de forma inédita e dramática pelo Athletico (agora com h” no nome) do Paraná.

Terminamos no vermelho, pois perdemos o prato principal, que só é servido a cada quatro anos, que foi a  Copa do Mundo na Rússia e, no caso dos clubes, a participação de todos os nossos representantes na Copa Libertadores, a maior competição do continente, foi outro fracasso retumbante, restando assistir pela TV dois clubes argentinos decidir o título.

Ao Furacão toda a honra e toda glória, pois acaba a temporada em alta, escudo novo, camisas novas, com saldo positivo, primeiro clube paranaense a conquistar um título internacional, um salto em sua história de 94. “O título, aliado à estrutura do clube, poderá ser o marco para o Atlético-PR se tornar, definitivamente, um dos grandes do futebol brasileiro”. Tostão, em sua coluna na “Folha” antes da decisão.

Menosprezo e castigo

O Club Athletico Paranaense, a novissíma “Família Furacão”, em razão dessa conquista  da Sul Americana, comemora com toda razão o fato de já estar garantido na fase de grupos da Libertadores, em 2019.

Enquanto isso, seu agora quase xará, Clube Atlético Mineiro, cujo presidente Sérgio Sette Câmara desdenhou da disputa chamando-a de “segunda divisão” do continente, terá de ralar em dois mata-matas contra equipes de países vizinhos, para chegar ao mesmo patamar do Furacão, e dos outros representantes brasileiros, que se classificaram através do Brasileirão e Copa do Brasil.

Os participantes da “Sula” de fato são, em sua maioria, inferiores técnicamente aos da Libertadores, mas nada que justifique a declaração infeliz do presidente do Galo, que em maio deste ano, após ver o seu time eliminado em casa pelo San Lorenzo-ARG, acabou virando motivo de chacota, comparado à  Raposa na fábula das uvas, que passa às crianças e adultos umamensagem para que aprendam a respeitar e aceitar as suas limitações.

FIM DE PAPO

  • A CBF realizou o sorteio da primeira fase e deu o pontapé inicial na Copa do Brasil, que começa em 6 de fevereiro, com 80 clubes, prometendo repetir e até aumentar a premiação, que este ano destinou R$ 62 milhões ao campeão, que a torna recordista no continente superando até mesmo  a Libertadores. São cinco mineiros nesta primeira fase: América, Boa Esporte, Tupi, URT e Tombense. Onze clubes, entre eles Galo e Raposa, só entram nas oitavas de final.
  • Os confrontos dos times mineiros são estes: Santa Cruz-RN x Tupi-MG ; Foz do Iguaçu x Boa Esporte; URT-MG x Coritiba  São Raimundo-RR x América; Tombense-MG x Sport. Desde 2014, quando transferiu pela primeira vez seu jogo contra o Galo pelo estadual, para o Ipatingão,  existe uma boa relação entre a Administração Municipal local com a diretoria do Tombense. Por conta disso seria interessante uma tratativa com a direção do clube da Zona da Mata, visando a realização deste jogo com o Sport Recife no Ipatingão. Além do ganho financeiro, com a injeção de milhares de reais na nossa economia, haveria a divulgação da cidade a nível nacional, inserindo o estádio novamente no cenário principal do futebol brasileiro.
  • A Copa do Brasil, além de uma premiação milionária, oferece chances únicas de projeção a clubes e atletas das regiões mais remotas e distantes do país, sendo portanto  a mais democrática do nosso calendário esportivo. Começou em 1989 com o Grêmio ganhando o titulo. De lá para cá o Cruzeiro, com seis conquistas, tornou-se o maior vencedor. Algumas zebras do passado, como as conquistas do Criciúma (1991), Juventude(1999), Santo André(2004), Paulista (2005) e Sport(2008), são cada vez mais raras, devido ao aumento cada vez maior do abismo econômico a favor  dos clubes grandes em relação aos pequenos.
  • O Ipatinga, que já foi semi-finalista, em 2006, quando também se sagrou vice-campeão estadual, depois de ter conquistado o tíutulo em 2005 desbancando o Cruzeiro, em pleno Mineirão, vive hoje uma realidade bem diferente daqueles tempos áureos. O objetivo maior, em 2019, será voltar à 1ª Divisão mineira, um trabalho lento de soerguimento feito pela atual diretoria, que me parece o mais acertado. Pés no chão e um passo de cada vez, para não incorrer nos mesmos erros do passado, quando experimentou uma subida meteórica, mas em razão de erros  estratégicos teve também uma queda proporcional à altura alcançada. “O passado, alguém já escreveu, é o nosso maior tesouro. Às vezes, diz o que fazer. Às vezes, aponta o que evitar”. Carlos Chagas,  mineiro de Três Pontas, ex-comentarista político.  (1937-2017) (Fecha o pano!)

* Por Fernando Rocha – Diário do Aço – Ipatinga


Entrevista de Itair Machado, mais propostas do Flamengo e Qatar foram decisivas para o Atlético ganhar a ação contra Fred

É o que conta o Rodrigo Mattos, que leu e analisou a sentença, no blog dele no Uol:

* ““O Fred nos informou dessa cláusula. Até estranhei porque achei (o valor) da cláusula muito baixo, pelo jogador que o Fred é”. E completou: “Todos os atacantes que tentei contratar, que o Fred na minha opinião é mais jogador, você gastaria de R$ 20 a R$ 30 milhões”. Essa declaração também contribui para a percepção de que o valor ajustado na multa não foge do razoável”, diz a conclusão do tribunal. Dos cinco julgadores, dois foram a favor da redução da multa. A maioria composta por três, no entanto, entendeu que é para quitar a multa integral de R$ 10 milhões, mais juros de 1% ao mês e os honorários dos advogados. Quem tem que pagar, ao final do processo, é o jogador Fred. Mas o próprio processo deixa claro que, pelos documentos disponíveis o valor deve recair sobre o Cruzeiro ao tratar do acordo entre o clube e o jogador. ”Pelo que se lê dos documentos que foram juntados a seu respeito, tudo indica que FRED só tende a arcar com o ônus financeiro da multa combinada se as garantias prestadas se mostrarem insuficientes ou se o CRUZEIRO faltar com os compromissos que lhe prestou, e cujos riscos assumiu expressamente”, diz trecho da decisão….”

https://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2018/12/12/proposta-do-fla-e-entrevista-de-cruzeirense-ajudam-galo-a-ganhar-caso-fred/?utm_source=twitter&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=esporte


Cruzeiro tem maioria absoluta no Troféu Guará; América não emplacou ninguém na seleção 2018

Do portal da Rádio Itatiaia:

* “Imprensa mineira elege os melhores do futebol do estado na 56ª edição do Troféu Guará BMG”

Os melhores da temporada de 2018 no futebol mineiro foram escolhidos pela imprensa do estado, na noite desta segunda-feira, na 56ª edição do Troféu Guará BMG. A Seleção Guará foi dominada pelo Cruzeiro, que emplacou sete jogadores. O Atlético completou a formação com quatro atletas. Já o América, que foi rebaixado para a Série B do Brasileirão, não teve representante na lista dos 11 melhores desta temporada.

Destaque para os troféus conquistados por Mano Menezes, do Cruzeiro, eleito por unanimidade o técnico do ano, além de Dedé e Arrascaeta, da Raposa, que também tiveram todos os 30 votos dos veículos de comunicação em Minas para as posições de zagueiro e meia, respectivamente, na Seleção Guará.

A disputa para formar a zaga ao lado de Dedé foi bastante acirrada. Léo, do Cruzeiro, foi eleito com 15 votos, um a mais que Messias, do América. Curiosamente, o voto que ficou faltando para o jogador do Coelho empatar com o atleta celeste foi para outro defensor americano: Matheus Ferraz.

O goleiro Fábio, do Cruzeiro, receberá o Troféu Guará BMG pela oitava vez na carreira. Outros atletas celestes premiados na Seleção Guará são: Egídio, Henrique e Thiago Neves.

Itair Machado, vice-presidente de futebol do Cruzeiro, foi eleito o Dirigente do Ano com 19 votos. Será o terceiro Troféu Guará de Itair, que já tinha sido premiado outras duas vezes quando comandava o Ipatinga.

Pelo hexa da Copa do Brasil, o Cruzeiro foi condecorado com o Troféu Guará BMG. O clube celeste também foi premiado por ter erguido as taças do Campeonato Mineiro e do Estadual Sub-20.

Representando o Atlético, o lateral-direito Emerson foi eleito o Jogador Revelação de 2018. Em sua primeira temporada em Minas, Ricardo Oliveira faturou dois Guarás: atacante da Seleção e o artilheiro da temporada no estado com 22 gols.

O América ficou com o Guará de campeão Mineiro Feminino. Já o Guarani de Divinópolis também faturou por ter conquistado o Módulo II do Estadual. Por fim, o Coimbra levou o Guará pelo título da Segunda Divisão do Mineiro.

O Guará Especial foi concedido à Associação Mineira dos Cronistas Esportivos (AMCE) pelos 80 anos completados em 2018.

Os vencedores foram escolhidos por representantes de 30 veículos de comunicação de Minas, entre emissoras de rádio e televisão, jornais impressos, revistas e portais de internet. Cada órgão de imprensa teve direito a um voto, assim com a Itatiaia.

A entrega do Troféu Guará BMG será feita em um evento especial no mês de fevereiro.

Confira os premiados na 56ª edição do Troféu Guará:

MELHORES DO ANO

Dirigente do Ano: Itair Machado (Cruzeiro) – 19 votos
Jogador Revelação: Emerson (Atlético) – 17 votos
Melhor Árbitro do Ano: Igor Junio Benevenuto – 18 votos
Craque do Ano: Arrascaeta (Cruzeiro) – 24 votos
Técnico do Ano: Mano Menezes (Cruzeiro) – 30 votos (unanimidade)
Preparador Físico do Ano: Eduardo Silva (Cruzeiro) – 26 votos

SELEÇÃO GUARÁ

Goleiro: Fábio (Cruzeiro) – 29 votos

Lateral-direito: Emerson (Atlético) – 23 votos

Zagueiros: Léo (Cruzeiro) – 15 votos
Dedé (Cruzeiro) – 30 votos (unanimidade)

Lateral-esquerdo: Egídio (Cruzeiro) – 25 votos

Volantes: Henrique (Cruzeiro) – 24 votos
Adilson (Atlético) – 12 votos

Meias: Thiago Neves (Cruzeiro) – 24 votos
Cazares (Atlético) – 15 votos
Arrascaeta (Cruzeiro) – 30 votos (unanimidade)

Atacante: Ricardo Oliveira (Atlético) – 25 votos

TROFÉU GUARÁ POR TÍTULOS CONQUISTADOS E ARTILHARIA EM 2018

Cruzeiro – campeão da Copa do Brasil, campeão mineiro e campeão mineiro Sub-20
Guarani de Divinópolis – campeão do Módulo II do Mineiro
Coimbra – campeão da Segunda Divisão do Mineiro
América – campeão mineiro feminino
Ricardo Oliveira (Atlético) – artilheiro da temporada em Minas com 22 gols

GUARÁ ESPECIAL

Associação Mineira dos Cronistas Esportivos (AMCE) – pelos 80 anos

http://www.itatiaia.com.br/noticia/imprensa-mineira-elege-os-melhores-do-futebol5


Grêmio conta com aperto financeiro do Cruzeiro para levar Thiago Neves, mas Arrascaeta poderá evitar

Informações e análise do Diogo Olivier, no blog dele no portal Zero Hora/Rádio Gaúcha:

* “Por que é errado dizer que Thiago Neves é caro para o Grêmio”

É um investimento alto, mas direção tem de pensar que um jogador assim vale por dois, se Luan virar falso 9. Quanto custaria ter de comprar um meia e um centroavante que faça gols?

Venho insistindo na tese de que Thiago Neves, 33 anos, não seria extravagância financeira. Ele resolveria dois problemas: a do criador e do finalizador. Sem Jael e André seguirem mal, bastaria empurrar Luan para frente, reeditando o modelo vencedor (com futebol envolvente) da Copa do Brasil de 2017.

Quanto o Grêmio gastaria tendo de contratar um meia e um centroavante que faça gols?

O problema é que o Cruzeiro está devendo uma vela para casa santo.

Para colocar salários e prêmios em dia este ano, o Cruzeiro contraiu empréstimo bancário de R$ 50 milhões. E os juros? Adiantou dinheiro da TV. Terá de vender alguém para garantir liquidez agora.

Ou Arrascaeta, por R$ 90 milhões, ou Thiago Neves (R$ 30 milhões é a multa, mas daqui a pouco o Grêmio arremata por menos). Há o recurso de tentar colocar jogadores no negócio e buscar um investidor acenando com percentuais de nomes da base, como o clube fez para repatriar Giuliano ou trazer o equatoriano Bolaños.

Se vender os dois, a torcida derruba nas ruas o presidente Wagner Pires de Sá. Em tese, vende o uruguaio, respira e fica com Thiago Neves.

Mas nunca se sabe: em futebol, tudo sempre pode mudar. O executivo André Zanotta não estaria em Belo Horizonte para tomar chope na Savassi.

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/diogo-olivier/noticia/2018/12/por-que-e-errado-dizer-que-thiago-neves-e-caro-para-o-gremio-cjphe5kre0k5101rx8rkxeiwt.html


Ótima final em quase todos os aspectos!

Chutaço do Quintero, empate do River e o Igor Tep da 98FM twittou: “Goleiro do Boca tá com bracinho de tiranossauro? Estica o braço, feladaputa”.

Não caro, Igor! Essa bola era indefensável. Pela distância, pela força do chute e acima de tudo pelo “elemento” surpresa. Mérito absoluto do chutador.

Só lamento que essa decisão da Libertadores tenha sido em Madri por causa de selvageria de marginais vestidos de River, mas além de ter sido um grande jogo, os dois times ganharam mais visibilidade mundial. Todo o futebol Sul-americano acaba ganhando com essa aparição global.

De certa forma foi um ensaio para a final em jogo único e país neutro que a Conmebol passa a adotar em partir de 2019.

Ao contrário das lamentáveis cenas fora de campo, comuns a quase todos os países da América do Sul, River e Boca fizeram um jogo bonito, limpo. Apresentando talentos de lado a lado. Mostraram que o futebol do nosso continente continua bom de ser ver. O argentinos são muito habilidosos. Produzem menor quantidade de craques que o Brasil, pela óbvia razão populacional, mas têm um toque de bola, velocidade e acerto de passes que encantam.

Enquanto teve fôlego o Boca Juniors foi superior em campo e a abertura do placar por meio do Benedeto mostrou isso. Belíssimo tento. Mas o River voltou pro segundo tempo babando de vontade de empatar. E torci para que isso ocorresse para que houvesse prorrogação e o espetáculo continuasse. Essa é a vantagem de o seu time do coração não estar envolvido.  Você quer ver é o show, não importa quem será o vencedor. Pois Lucas Pratto cuidou de nos presentear com mais bola rolando, ao empatar aos 22 do segundo tempo. Quintero virou na prorrogação e torci para que o Boca empatasse pra que a decisão fosse para os pênaltis. Mas não deu. O River foi competente para garantir a vitória com direito ao terceiro gol se aproveitando do desespero do Boca, cujo goleiro Andrada se mandou para o ataque e deixou o gol vazio para o Pity Martínez marcar.

Algumas considerações muito interessantes que sugiro às senhoras e senhores do blog:

Vinicius Grissi‏ @ViniciusGrissi: “o treinador guardou todos os piores fisicamente pra prorrogação. Jumento!”

Andre Rizek‏ @andrizek: “Tô só esperando o fim do jogo para lembrar que, aos 17 do segundo tempo, ganhando o jogo, o Boca tirou o melhor jogador da Libertadores, Benedetto, para colocar o Abila em campo. Coisas assim não podem ficar impunes…”

É, o comandante do Boca, Guillermo Barros Schelotto não foi feliz esta tarde, mas não o vejo como um “jumento”. É da prateleira de cima, mas errou no jogo e na hora errada.

Mas a bola da vez entre os treinadores é o comandante do River, conforme lembrou o Marcos Bertoncello@mbertoncello_: “Marcelo Gallardo no comando do River Plate:

229 jogos

118 vitórias

65 empates

46 derrotas

378 gols marcados

205 gols sofridos

62% de aproveitamento

9 títulos.”

Precisa dizer mais alguma coisa?

Foto: Matthias Hangst/Getty Images

O ótimo Benedetto fez o gol e comemorou zoando, mas o River riu por último.


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