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Blog do Chico Maia | O seu espaço interativo

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Contagem regressiva do Cruzeiro para a volta à Série A continua hoje, contra o lanterna Vila Nova-GO

O Cruzeiro lidera com folga, com 34 pontos; o adversário desta noite no Mineirão, está na rabeira, com apenas 12 e luta desesperadamente contra a queda para a Série C.

Vida nada fácil do Vila Nova de Goiás, de Matheuzinho, um dos principais jogadores.

Os relacionados pelo técnico Paulo Pezzolano.

 


Luta pelo acesso 2023 recomeça hoje, com a 4a rodada. No sábado, mais dois jogos. Equilíbrio total

Imagem @portalfutebolmg
E o Democrata convoca a sua torcida, mesmo jogando fora de casa:
@democratajacare
“Hoje tem mais uma decisão e a gente tá como? Jacaré encara o Ipatinga, as 20hs, pela 4ª rodada do Hexagonal Final!”

Termina a “Era” Jorge Sampaoli no Olympique de Marselha

Imagens: @OM_Portugues

Thiago Reis twittou: @thiagoreisbh “Jorge Sampaoli desligado do @OM_ Gênio incompreendido?!?!”

De acordo com a imprensa de lá, saída foi de comum acordo: “treinador argentino tinha contrato até 2023 e levou o time à Liga dos Campeões, mas ficou insatisfeito com a falta de reforços para a próxima temporada…”

Considero a passagem dele pelo Galo, ótima, pois chegou impondo a contratação de jogadores à altura do clube e mandou embora vários que foram contratados não se sabe porquê. Deixou boas heranças.

Sem dúvida um bom treinador, mas, não é tudo aquilo que criou-se em torno dele, de “gênio” e etecetera e tal.

Tem que ter muito dinheiro para que as coisas funcionem. Exige a busca de estrelas, como fez no Atlético. Arma ótimos esquemas ofensivos, mas não consegue acertar o sistema defensivo. Faz mexidas malucas durante as partidas que às vezes dão certo, mas na maioria dos casos, não. De difícil relacionamento, tem data de validade mais curta do que as assinadas em contrato.

Em Marselha, ao contrário de quando trabalhou em Santos e Belo Horizonte, preocupou-se em estudar francês e até sorrir …

. . . tentando passar a imagem de simpático.

Mas se o time não corresponde em campo, nada disso garante longa permanência no cargo.


Imprensa do Rio ironiza situação do Botafogo contra o América: “Vexame com sotaque mineiro” e “chance de se classificar é a mesma de trazer Neymar”

Está nas capas do jornais Meia Hora e Extra.

Em um deles, ao lado da foto do dono do time, o norte-americano John Charles Textor, que declarou dia desses que o clube tinha 2% de chances de buscar o atacante do PSG.

 

Já o jornal Extra, estampou na capa: “Vexame com sotaque mineiro”.

Problema deles, já que o América fez por merecer os 3 a 0. Só discordo dessa história de que as chances de classificação para as quartas de final da Copa do Brasil são as mesmas de o Botafogo contratar Neymar. Futebol é dentro das quatro linhas. O América precisa entrar, lá no Rio, com a mesma gana e aplicação de ontem, pois do contrário pode tomar de três ou até mais gols também.


Vitória espetacular do América sobre o Botafogo pela Copa do Brasil. Que mantenha este ritmo no Brasileiro

Tão prazeroso quanto o resultado foi ouvir a transmissão pela Rádio CBN, que mesmo de Belo Horizonte só transmite jogos dos clubes mineiros quando eles jogam contra um paulista ou carioca. É lamentável, mas é verdade. A Globo/CBN acabou com o departamento de esportes dela por aqui, há tempos, mas não deixa de por no ar os jogos dos times do “eixo”. E foi ótimo, ouvir o desespero de locutor, comentarista e repórter, assustados com o banho de bola que o “Fogão” estava tomando e lamentando que o time não fez nem um gol para poder diminuir a dificuldade de reversão de placar no jogo da volta.

Primeiro jogo, em casa, o Coelho tinha que batalhar mesmo por um placar assim e conseguiu. Nem parecia aquele time de péssima pontaria nos últimos jogos pelo Campeonato Brasileiro, que o jogaram na zona do rebaixamento.

Além de vibrante e muito determinado, a pontaria melhorou esta noite e o técnico botafoguense, o português Luiz Castro ficou incrédulo no banco, sem entender o que estava acontecendo.

Antes da partida, merecida homenagem do clube, por meio do presidente Alencar Silveira Jr. ao Juninho, que completou 300 jogos com a camisa do Coelho:

@AmericaMG

“GRAVADO NA HISTÓRIA! Nesta quinta, Juninho recebeu uma placa comemorativa pelos 300 jogos com a nossa camisa!! A marca foi alcançada na semana passada, no duelo contra o Flamengo-RJ. PARABÉNS, MEU CAPITÃO!”

Alê prometeu gol para a filha e cumpriu.


Da agonia à glória: vinte anos atrás a seleção se sagrava penta Mundial no Japão

Eu nem estava me lembrando disso, mas agora há pouco recebi esta foto, do amigo, grande jornalista de São Paulo, cidadão do mundo, Fernando Valeika de Barros, com a seguinte frase: “Fui em busca da credencial de 2002 e achei essa bela recordação daquela noite inesquecível em Yokohama”.

O que é o futebol. Quase que a seleção nem estaria lá. Fazia uma péssima disputa de eliminatórias e corríamos o sério risco de ficar fora, pela primeira vez na história das Copas do Mundo. Ricardo Teixeira estava acuado no comando da CBF, enfrentando um bombardeio de denúncias da Rede Globo. Era questão de tempo para cair, renunciando ou sendo tirado pela justiça ou federações e clubes.

O sucesso ou fracasso do time na primeira Copa que seria disputada na Ásia e organizada por dois países, estava diretamente ligado à permanência ou não dele à frente do nosso futebol.

Mas ele é danado e agiu rápido e bem. Mandou o técnico Emerson Leão embora, tirou Felipão, o querido de todo o país, do Cruzeiro e deu carta branca para o homem trabalhar. Começava ali a “Família Scolari” e nessa toada a seleção se recuperou nas eliminatórias e seguiu seu destino.

Felipão apostou na recuperação de Ronaldo “Fenômeno” que tinha passado por gravíssima cirurgia no joelho, aguentou uma pressão absurda de todo o país, para convocar Romário, buscou jogadores pouco cotados na época, como Gilberto Silva (Atlético), Kleberson (Atlético/PR), Luizão e Anderson Polga (Grêmio).

No primeiro jogo, contou com um pênalti que não existiu e venceu a Turquia por 2 x 1. Nas oitavas contou com outro erro da arbitragem, que anulou um gol legítimo da Bélgica, quando o jogo estava apertadíssimo, e venceu por 2 a 0. Na final, o então melhor goleiro do mundo, Khan, soltou uma bola infantil nos pés do Ronaldo que abriu o placar, aos 22 do segundo tempo. Aos 34, de novo Ronaldo, que ampliou e definiu o placar: Brasil 2 x 0 Alemanha.

Além de competente e determinado, Luiz Felipe Scolari administrou situações delicadas no percurso até o título, que segurou Ricardo Teixeira no poder por mais 10 anos, quando foi obrigado a renunciar e passar a bola para o Marco Polo Del Nero.

Faltando 24 horas para a estreia, em Ulsan, contra a Turquia, o capitão do time, volante Emerson, machucou o ombro, jogando como goleiro num rachão e teve de ser cortado. Era chegado o momento de Gilberto Silva entrar para a história.

Emerson nunca o perdoou e em 2014, pouco antes da Copa no Brasil, disse o seguinte para o jornal Zero Hora:

__ “Me tratou como um qualquer”

 

Havia a necessidade do corte?
Tive uma decepção muito grande com o Felipão. Nunca mais falei com ele depois daquilo. Ele diz que foi o dia mais difícil da vida dele, quando me cortou em 2002. Sempre fala isso, mas não me tratou com esta importância. Fui cortado pelo David Coimbra.

Como assim, cortado pelo David Coimbra?
O David ligou para o meu quarto e disse que eu estava cortado. Eu não sabia de nada. Fiquei chocado. Pensei até que o David estava querendo se promover em cima de mim. Como assim cortado? Nem sequer havia ocorrido a reunião com a comissão técnica. Eu era o capitão do time. Não podia ser verdade.

Mas era…
Era. E isso me frustrou. Felipão dizia que eu era da confiança dele. Me ligava de madrugada, dizendo que, no Rio, a torcida queria virar o carro dele porque não convocou o Romário. Ele desabafava comigo, eu era o confidente dele. Sinceramente, não sei se teria tempo de me recuperar em meio à Copa, mas a Inglaterra manteve o Beckham (cortado da Copa de 2010, por lesão, o meia foi convidado a permanecer com a seleção durante a campanha na África do Sul), por respeito. Felipão não precisava ter me cortado. Sempre estive presente quando ele precisou de mim. Quando eu precisei, ele me faltou.

Mas quando foi que você recebeu a notícia oficial do corte, da boca do Felipão?
Nunca. Runco (o médico da Seleção José Luiz Runco) foi quem me informou do corte. Disse que era uma lesão que demoraria para curar, por ser a minha primeira de ombro.

Você e Felipão nunca mais conversaram sobre o corte de 2002?
Nunca mais. Nem sobre isso, nem sobre nada. E nem tenho interesse em voltar a falar com ele. Só não quero mais ouvir Felipão dizendo que foi difícil para ele. Se foi tão difícil assim, por que não tratou como tal? E tudo o que passei depois daquilo? O meu drama pessoal? Subi com ele no Grêmio, em 1994. Não posso escutar isso e ficar quieto. Mas, para mim, isso já está resolvido. Ele poderia ao menos ter dito: “Olha, não tive escolha”. Mas nem isso houve. Nunca aconteceu esse olho no olho. Logo, eu não poderia mais ser a pessoa de confiança dele. Não assim, desta maneira…

***

Interessante é que na Copa anterior, Emerson foi chamado de última hora para estar no time do Zagalo, na França 1998, e nesta mesma entrevista ao Zero Hora o fato é lembrado:

Na Copa de 1998, você não havia sido convocado por Zagallo para a Copa, mas, com o corte de Romário (lesão muscular), já na França, você foi chamado às pressas. Em 2002, ocorreu o contrário: você era o capitão da Seleção e acabou cortado na véspera. Você viveu os dois lados dessa “lista de espera”.
Em 1998, não existia pré-lista. Fui pego de surpresa. Estava de férias do Bayer Leverkusen (Emerson atuou ainda pela Roma, Juventus, Real Madrid, Milan e Santos) e preparando as malas para passar uns dias com a família em Fortaleza. Quando ligaram da CBF, pensei que era brincadeira. Eu tinha 20, 21 anos, e imaginei que alguém estava de sacanagem comigo. Era verdade. Comprei meu primeiro terno e entrei no avião. Em 2002, era o capitão. Um dia antes da estreia, fui cortado. Ou seja: fui surpreendido duas vezes

* *  *

A ficha da final em Yokohama, cidade que fica perto de Tóquio:

BRASIL (2): Marcos; Lúcio, Edmílson e Roque Júnior; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Ronaldinho (Juninho Paulista, 40/2ºT) e Roberto Carlos; Ronaldo (Denílson, 45/2ºT) e Rivaldo.
Técnico: Luiz Felipe Scolari

ALEMANHA (0): Kahn; Linke, Ramelow e Metzelder; Schneider, Jeremies (Asamoah, 32/2ºT), Hamann, Frings e Bode (Ziege, 39/2ºT); Neuville e Klose (Bierhoff, 29/2ºT). Técnico: Rudi Völler

Gols: Ronaldo (B), aos 22 e aos 34 minutos do 2º tempo
Cartões amarelos: Roque Júnior (B); Klose (A)
Árbitro: Pierluigi Colina (Itália)
Local: Estádio Internacional de Yokohama, em Yokohama, no Japão
Público: 69.029 (mais…)


Criada nova Liga, com 13 clubes da Série A, em oposição à Libra, que tem 7, porém, só “cachorros grandes”!

Briga de cachorros grandes e pequenos. A partir de 2025 a CBF cuidará apenas da seleção brasileira e os clubes vão organizar os campeonatos e cuidar das arbitragens. Na sequência, caso não haja acordo entre as ligas recém criadas, poderemos ter um novo e grande racha no futebol brasileiro. Dos atuais 20 da Série A, estão na nova Liga: Atlético, Athletico-PR, América, Atlético-GO, Avaí, Coritiba, Ceará, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional e Juventude. Na Libra, estão: Flamengo, Botafogo, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos e Bragatino. 

Pelo menos de boca, o discurso de quase todos os clubes do futebol brasileiro era a criação de uma Liga, que os tornasse fortes, como aconteceu com os ingleses, espanhóis e outros que conseguiram se organizar neste formato, fugindo das suspeitas federações e confederações.

Mas, no Brasil, a CBF e federações não queriam dividir o bolo e perder a mamata de negociar os direitos de transmissão com as televisões e patrocinadores. Com a entrada cada vez maior de empresários e grandes grupos empresariais no futebol, via clubes, SAFs e etecetera, finalmente as coisas estão mudando. Pelo que parece, todo mundo vai pegar uma boa fatia do bolo, entre a cartolagem, seja da CBF, federações, clubes e corporações. As tetas são enormes, e dá pra gente demais mamar e continuar mamando.

 

A questão é: quem fica com as maiores fatias? O Flamengo e os grandes paulistas (Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Santos) se uniram de um lado e criaram a Libra – Liga Brasileira de Futebol. A eles, aderiram o Cruzeiro, Vasco, Botafogo, Bragantino, Guarani, Ituano, Novorizontino e Ponte Preta. Com grandes possibilidades de ter a adesão também do Grêmio.

Os descontentes com os percentuais de distribuição das verbas de direitos e publicidades se uniram e ontem, foi oficialmente criada a Liga Forte Futebol do Brasil,que tem: Atlético, Athletico-PR, América, Atlético-GO, Avaí, Brusque, Chapecoense, Coritiba, Ceará, Criciúma, CRB, CSA, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário, Sampaio Corrêa, Sport, Vila Nova e Tombense.

O jornal O Tempo deu mais detalhes a reunião que formalizou a nova Liga:

* “Em reunião na CBF, Atlético e América aderem à Liga Forte Futebol do Brasil”

Representantes de 25 equipes das Séries A e B se reuniram na sede da entidade para assinar ata de constituição do novo grupo, que não participa da Libra

Os 25 clubes das Séries A e B do Brasil que não aderiram à Liga do Futebol Brasileiro (Libra) se reuniram nesta terça-feira (28), na sede da CBF, no Rio de Janeiro, onde assinaram a ata de constiuição da Liga Forte Futebol do Brasil. Com a formalização do Estatuto, o grupo busca um consenso para a criação de uma liga.

“Acho que foi dado um passo muito importante hoje no futebol brasileiro. Esse movimento mostra uma consolidação de princípio, de valores… Clubes que há bastante tempo estão reunidos no mesmo propósito. Hoje, a maior entidade representativa de clubes em formato de liga no futebol brasileiro tem o objetivo de fazer um futebol mais justo, democrático e igualitário, para o bem do produto como um todo”, disse Marcelo Paz, presidente do Fortaleza.

A fundação de um novo bloco surge após os 25 clubes demonstrarem insatisfação com a proposta de divisão dos recursos, como, por exemplo, as cotas de TV, colocadas pelas agremiações que compõem a Libra.

O grupo recém-criado é formado por: Athletico-PR, Atlético, América, Atlético-GO, Avaí, Brusque, Chapecoense, Coritiba, Ceará, Criciúma, CRB, CSA, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário, Sampaio Corrêa, Sport, Vila Nova e Tombense.

Grupo é dissidência da Libra

Enquanto a Libra propõe uma divisão de receitas em que 40% seja feita de forma igualitária, 30% por desempenho e outros 30% por audiência e engajamento — sem critérios muito claros quanto a isso —, o grupo contrário exige valores diferentes, com uma divisão de 45%, 25% e 30%, respectivamente.

A Libra, bloco formado por Botafogo, Bragantino, Cruzeiro, Corinthians, Flamengo, Guarani, Ituano, Novorizontino, Palmeiras, Ponte Preta, Santos, São Paulo e Vasco, assinou um documento de intenção com a proposta da da Codajas Sports Kapital para a organização dos campeonatos da primeira e segunda divisão.

A La Liga, que organiza o Campeonato Espanhol, vê com bons olhos a possibilidade de arrecadar R$ 25 bilhões por ano para os clubes. A outra interessada é a LiveMode/1190, uma empresa que distribui os jogos do Brasileiro no exterior.

“Hoje foi dado um passo importante para o desenvolvimento do futebol brasileiro diante do protagonismo dos clubes. Conseguimos chegar a um consenso de modelo inicial de governança para avançar na formalização da Liga e, a partir disso, buscar a adesão de outras agremiações e desenvolver os modelos de acordos comerciais. Evidentemente, temos muito trabalho a ser feito, porém o bom diálogo entre todas as partes nos deixa otimistas quanto ao alcance dos nossos objetivos”, afirmou Guilherme Mallet, vice-presidente jurídico do Internacional.

Intenção antiga das principais agremiações do País, a criação de uma liga de clubes nunca teve o caminho tão aberto para sair do papel quanto agora. Isso porque no acordo que garantiu a eleição por consenso de Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF, em março, o dirigente se comprometeu a dar liberdade aos clubes para organizarem o Brasileirão a partir de 2025 — algo que até então a entidade rechaçava. (Estadão Contéudo)

https://www.otempo.com.br/superfc/futebol/em-reuniao-na-cbf-atletico-e-america-aderem-a-liga-forte-futebol-do-brasil-1.2690937


Sintonia do time com a torcida fez diferença novamente para o Cruzeiro superar o Sport Recife no Mineirão

O técnico Paulo Pezzolano creditou à torcida presente no Mineirão o empurrão que o time precisava para virar o jogo contra o Sport. Com razão, e o futebol funciona muito assim para clubes que têm grandes torcidas. Se estava faltando inspiração dentro das quatro linhas, o adversário estava melhor e a as coisas não davam dando certo, veio das arquibancadas a motivação e pressão para que os jogadores dessem um “sanguinho” a mais, empatassem e virassem para 2 x 1.

O Cruzeiro mandou no primeiro tempo, mas no segundo prevaleceu o Sport, motivado pela chegada do técnico Lisca.

Público de 39.032 pessoas, para R$1.008.670,50 de renda.


Faltou sangue nos olhos ao time do Galo que além de desperdiçar muitas oportunidades cometeu erros que não podem ocorrer com quem aspira o titulo

Foto: twitter.com/CSEmelec

Belíssimo gol do Ademir, que vem ganhado confiança e começando a mostrar o que se espera dele.

O árbitro argentino foi razoável. Em princípio achei que tinha errado na marcação do pênalti pelo Nathan, mas não. Porém, só o VAR para confirmar. A olho nu, dificilmente um apitador daria.

Na encenação do jogador do Emelec que provocou a expulsão do Allan, ele deveria ter expulsado também o provocador, que tomou apenas o amarelo. Eram apenas 23 minutos do segundo tempo.

Depois teve coragem de apitar pênalti para o Galo, faltado dois minutos para o jogo acabar. Foi pênalti, mas muitos apitadores preferem terminar bem com a torcida da casa. Hulk fugiu do estilo dele na cobrança e contrariou o manual do bom cobrador. Chutar à meia altura e ainda sem força, é dar chance demais para o goleiro.

Mas, não foi nenhuma tragédia e no jogo da volta, no Mineirão, basta entrar mais determinado, com gana, que dá para passar.


Atlético faz último jogo com camisa da Le Coq, hoje. Vem aí a Adidas, cujos modelos “vazados” ninguém elogiou até agora

Mais importante não é a camisa e sim quem a está vestindo, porém, na era do “futebol comercial”, um belo visual faz diferença na hora das vendas e entrada de mais grana nos cofres. Até agora só vi críticas à possível nova camisa do Atlético, com razão.

Em 2013 o Atlético ganhou o maior título da sua história com camisa da brasileira Lupo, famosa pelas meias e cuecas. Ano passado, com a francesa Le Coq Sportif só não ganhou a Libertadores e mesmo assim saiu invicto da disputa.

 

Mas, incontáveis atleticanos viviam reclamando dessas marcas e sonhando com a alemã Adidas. Até que ela fechou com o clube. Porém, ao contrário de modelos muito bonitos que adotou no próprio Atlético nos anos 1980, dessa vez, parece, que ela “copiou e colou” de outros clubes, mudando apenas as cores e o escudo. Aliás, o escudo ficou tão pequeno que será preciso usar uma lupa para identifica-lo.

 

Ficou bom não!

Tomara que esta imagem tenha sido um “vazamento” falso e que os modelos que a Adidas vai apresentar para a massa do Galo sejam outros.

Mas, se for isso mesmo, que pelo menos conquiste títulos semelhantes aos dos tempos da Le Coq e Lupo!

 

A Adidas vestiu o Galo nos tempos de Nelinho no iníci0 dos anos 1980


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