Blog do Chico Maia

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Em mais uma decepção para o torcedor, Atlético chega a dois pontos em nove disputados no Brasileiro

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Muito mal o time todo, bagunçado, coletiva e individualmente.

A Ponte Preta estava no ataque e do rebote de um corner a bola caiu nos pés do Cazares que viu o Marcos Rocha livre no outro lado do campo e acertou o lançamento pra ele. O lateral viu Robinho chegando e deu o passe perfeito: 1 a 0. Este gol fez lembrar os tempos em que Cuca era técnico do Galo e boa parte da imprensa dizia que o time não tinha esquema e jogava na base dos “chutões”. Com o tempo, veio o título da Libertadores e a tática do treinador passou a ser considerada “revolucionária”. Hoje, Cuca é referência, um dos mais cobiçados técnicos do Brasil.

O primeiro tempo do Atlético foi bom, porém, não foram criadas muitas oportunidades de gol. Fred ficou à seca entre os beques, contra uma Ponte Preta que estava quase 100% na defensiva, marcando muito bem. Tomou o gol em um dos raros momentos em que foi todo ao ataque.

O segundo tempo começou dando a impressão de que a pressão atleticana continuaria e que o placar fosse aumentado. Com dois minutos e meio, duas chances foram desperdiçadas. Mas exatamente aí começou a reação da Ponte, aos três minutos, em contra ataque explorando o lado direito defensivo do Galo, onde Marcos Rocha e Adilson deixaram uma avenida aberta e o miolo de zaga na mão. Lucca chegou pela direita, em alta velocidade e empatou.

Dois minutos depois em jogada parecidíssima, veio a virada da Ponte, novamente através do Lucca. Marcos Rocha foi driblado, Adilson (que mais tarde alegaria estar machucado), não acompanhou a jogada e novamente o miolo da zaga ficou vendido.

Roger Machado começou mexer, para tornar o time mais ofensivo. Maicosuel no lugar de Adilson; Rafael Moura no de Cazares e Otero no de Robinho. Maicosuel não somou nada, os outros sim, e mesmo com o empurrão dos 19.553 pagantes, o time não engrenou. A Ponte Preta continuou mandando na partida. Aos 34, Rafael Moura, de cabeça, empatou. Aos 46, a Ponte desperdiçou a chance de fazer 3 a 2.


Ao migrar do “Galo Doido” para um sistema mais equilibrado e responsável, Roger Machado criou expectativas e assumiu um risco enorme

CAM2

Coluna Bola na Area, deste domingo, do Fernando Rocha, no Diário do Aço, de Ipatinga:

* “Velha cultura”

O Galo teve um período de lua de mel com a torcida, após vencer seis jogos consecutivos, que lhe deram o título  Mineiro e a classificação na Libertadores, além de fazer uma estréia considerada boa, ao empatar com o Flamengo no Maracanã.

Mas, rapidamente a carruagem virou abóbora após duas derrotas seguidas, para o Fluminense quebrando sua invencibilidade nesta temporada no Independência, e agora esta última derrapada ao perder para o modesto Paraná, clube da Série B, infinitamente inferior técnica e financeiramente.

O principal defeito deste time comandado por Roger Machado vem de longe, desde  a era Cuca, passou por Aguirre, Marcelo Oliveira e agora caiu no colo do atual treinador: a fragilidade da defesa.

Este tem sido o grande desafio de os treinadores desde 2013,  conciliar o estilo ofensivo natural do Galo, com a necessária segurança defensiva, primordial para quem almeja conquistar títulos importantes.

Ao assumir com a proposta de migrar do “Galo Doido” para um  sistema mais equilibrado e responsável, o técnico Roger Machado criou expectativas e assumiu um risco enorme, por conta de oscilações como esta de agora, após duas derrotas seguidas.

Já o torcedor do Cruzeiro, aguarda com expectativa pela apresentação da equipe hoje contra o Santos, na Vila Belmiro, onde é sempre muito difícil para qualquer visitante. (mais…)


Cruzeiro e Botafogo fizeram um bom negócio, ou não! (como diria o Caetano).

TROCADOS

Em condições normais de temperatura e pressão, Sassá joga muito, mas é imprevisível. Para uns, uma granada sem pino; para outros, um incompreendido, para mais outros, um maluco.

Marcos Vinícius chegou ao profissional arrebentando. Muita gente achou que o Cruzeiro estava revelando um novo fenômeno. Mas vieram as contusões e contusões.

Sassá numa boa e Marcos Vinícius inteiro, podem dar bons resultados neste negócio feito por Cruzeiro e Botafogo. Principalmente porque foi uma troca na “oreia”, em definitivo e com percentuais que podem dar lucro a ambos no frigir dos ovos.


E lá se foi um Fausto!

FAUSTO

Por puro descuido.

Uma pena: Tannat

E aqui em Conceição do Mato Dentro não tem.

Nem no Mais Você, do Joaquim Costa.


Olha o Coelhão aí, gente!!!

AFC

AVACOELHADA‏ @Avacoelhada

* “Fim de jogo: Criciúma 1 x 3 América Ruy, Renan Oliveira, Bill. Coelhão avacoelhando geral!”

Uma vitória altamente considerável: adversário respeitável, concorrente direto a uma das três vagas da Série A 2018 (sim, porque uma já é do Internacional), o placar, e fora de casa.

Torçamos para que no próximo jogo, em casa, sexta que vem, não perca para o Avaí!


O Galo entre a instabilidade coletiva e as falhas individuais

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Gostei demais da avalição do Atlético feita pelo comentarista do blog, Pablo Oliveira. Para quem, igual a mim, considera a instabilidade o grande problema do time do Roger Machado, trata-se de um contraponto, que vale a pena ser considerado. De repente, posso até mudar de opinião e aderir ao que ele pensa. Como diria o saudoso Leonel Brizola, “mudar de opinião faz parte dos direitos humanos”. Vamos ver a sequência da temporada:

“Fiz uma análise interessante das nossas derrotas esse ano vejam:
* Derrota para o cruzeiro 1×0 falha do Felipe Santana
* Derrota para o cruzeiro 2×1 falha do Giovane e a expulsão infantil do Fred.
* Derrota para Caldense 2×1 Time todo reserva e falha do Carlos Cesar.
* Derrota para o Libertad 1×0 falha do Giovane e campo alagado.
* Derrota para o Fluminense 2×1 duas falhas do Marcos Rocha
* Derrota para o Paraná Clube 3×2 duas falhas do Victor e uma do Gabriel.
Ou seja são seis derrotas no ano todas com falhas individuais e algumas com complicador como time reserva, expulsão, campo alagado.
Em 3 derrotas ou seja “metade” houve falha dos goleiros, isso complica a vida de qualquer técnico.
Em duas situações houve falhas idênticas como no gol da Caldense onde o Carlos Cesar não subiu e no gol do Flu onde o Marcos Rocha não subiu.
Temos que aprender com as derrotas, o Giovane falhou por deficiência técnica mesmo, e o Victor por falta de concentração abalado pela morte do pai, o Victor colocando a cabeça no lugar tá resolvido.
Nos gols idênticos é trabalhar essa bola cruzada e ensinar os laterais posicionamento e pular na bola em vez de ficar olhando.
Ficar esperto para não ser expulso de graça como o Fred foi, e ensinar o Marcos Rocha a ter freio e não sair atropelando o adversário principalmente dentro da área.
As falhas do Gabriel e do Felipe Santana foram parecidas “tempo de bola” e também podem ser corrigidas com treinamento.
Nosso coletivo está evoluindo e com treinamento as falhas individuais tendem a diminuir, lembrando que 50% foram os Goleiros, onde temos o Victor que dá conta do recado e vai dar a volta por cima.
Estamos no caminho certo.”

Por Pablo Oliveira


Galo, melhor geral da Libertadores na primeira fase terá a vantagem do jogo da volta em casa

LIBERTA2

Seis brasileiros classificados para as oitavas da Libertadores; cinco em primeiro em seus respectivos grupos. Os resultados desta última rodada conspiraram a favor do Atlético, o primeiro geral, que terá o regulamento a seu favor.

LIBERTA

Os classificados


Bom pro Galo: no dia do seu 116º aniversário River Plate perde invencibilidade de 18 jogos em casa pela Libertadores

RIVER

Frequentemente o futebol apresenta situações como essas e grandes favoritos costumam se tornar grandes decepções, por não encararem com a devida seriedade todos os adversários que têm pela frente.

O resultado provocou dois comentários interessantes de amigos aqui do blog, já que o resultado interessava ao Atlético.

Regi.Galo/BH, disse: “Independiente Medellin dá aquela moral pro Galo!!!
Façamos a nossa parte!!!!!!!!”

E Renato César emendou:

“Inacreditável, mas o River acabou de perder em casa. Galo tem agora 4 times podendo alcançar os mesmos 13 pontos e passá-lo no saldo de gols, sendo que são apenas duas chaves, ou seja, já garantimos a 3ª melhor campanha.

Porém, o time que precisa fazer menos gols para tirar a primeira posição do Galo é o Grêmio, que precisa fazer 7 gols.

Parece que vamos garantir a melhor campanha da fase de grupos. Isto significa sempre decidir em casa nas próximas fases.”

Difícil mesmo de entender e de explicar é essa instabilidade do Galo, danado para aprontar com a massa, igual ao River fez hoje.

O Grêmio venceu fácil o Zamora por 4 a 0, mas precisava fazer seis.

Dos portais Terra e do jornal Zero Hora, mais detalhes da derrota dos argentinos:

“O River Plate, que não perdia em casa pela Libertadores havia 18 partidas, foi surpreendido pelo Independiente Medellín na noite desta quinta (25). No Monumental de Núñez, no dia do aniversário do clube argentino, os colombianos surpreenderam…”

“… Independente Medellín derrubou a invencibilidade do River Plate nesta edição da Taça Libertadores ao vencer o time argentino por 2 a 1 em pleno estádio Monumental de Nuñez nesta quinta-feira, mas mesmo assim não se classificou para as oitavas de final.

O Medellín marcou dois gols nos dez primeiros minutos do segundo tempo, com gols de Hernández e Mosquera. Mina descontou aos 38, mas não evitou o primeiro revés do tricampeão continental, que, contudo, já havia garantido a liderança do grupo 3.

Na outra partida pela chave, o Emelec obteve o segundo lugar ao bater o Melgar, que já estava eliminado, por 3 a 0 no estádio George Capwell, em Guayaquil. Orejela, Pedro Quiñónez e Brayan Angulo balançaram a rede uma vez cada.

Após as seis rodadas, o River, aniversariante do dia, ficou com 13 pontos, três a mais que o Emelec. O Medellín terminou na terceira colocação, com nove, e disputará a Copa Sul-Americana, enquanto o time peruano somou apenas três…”


Mais falhas individuais, chances perdidas e um novo capítulo que se inicia.

VALDIVIA

Valdívia chegou bem humorado e confiante nos novos colegas de trabalho. Se estiver inteiro, sem problemas físicos, será de enorme utilidade, pois se trata de ótimo jogador. 

CAMPAR

Dentro de campo, novamente o Atlético pagou pelas oportunidades desperdiçadas e perdeu mais uma; agora para o Paraná, que não é lá essas coisas, mas achou dois gols, através de Guilherme Biteco, em falhas do goleiro Victor. No jogo da volta uma vitória simples garante a classificação. Essas expressão, “vitória simples”, é estranha, pois cada vez mais, qualquer vitória não tem sido tão “simples”, contra todo tipo de adversário. Ainda mais apara um time instável como este comandado por Roger Machado. Cheio de jogadores famosos, mas que consegue perder em casa na segunda rodada do do campeonato brasileiro, depois de ter dado esperanças à torcida fora de casa, na estreia e numa boa disputa final do Mineiro.


Demorou muito para que os ex-governadores de Brasília fossem presos por causa do estádio Mané Garrincha

MANEFABIOFAMILIA

Torcedores tinham que estacionar os carros no Parque da Cidade e tomar ônibus para chegarem perto dos portões de acesso, como o Fábio Anselmo (esq.), seu filho Rodrigo, à direita, e família. Dois anos depois da Copa o estádio mais caro do Brasil continua inacabado.

***

José Roberto Arruda (PR) e Agnelo Queiroz (PT) estão presos. Além do Filippelli, que foi vice. É difícil acreditar no que eles fizeram para gastar tanto dinheiro na reconstrução do estádio Mané Garrincha, o mais caro entre todos da Copa de 2014. E por mais incrível que pareça, ainda inacabado.
Ano passado estive lá para os jogos da seleção brasileira pela Olimpíada. Sem estacionamento, instalações internas precárias, comunicações deficientes, mesmo tendo consumido R$ 1,575 Bilhão e sido orçado em R$ 690 milhões.

MANEBARASILIAESTA

Longas caminhadas até chegar ao local onde deveria ser o estacionamento do Mané Garrincha, com dificuldades maiores para portadores de deficiências.

Lá dentro o Mané Garrincha tem distância curta entre as cadeiras, mas é muito bonito.

MANEMALAS

E tive o prazer de reencontrar o conterrâneo e grande jornalista do Correio Braziliense, Renato Alves.


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