Blog do Chico Maia

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Sucesso à Dimara Oliveira, agora na Rádio Super 91,7 FM

Em foto do Alexandre Mota/O Tempo, Dimara Oliveira, que até domingo passado estava no Grupo Bandeirantes, rádio e TV, onde trabalhou por mais de 20 anos.

Tive o prazer de trabalhar com a Dimara na Band, no saudoso Minas Esporte, em que ela começou como repórter, depois produtora, comentarista e âncora do programa. Ótima pessoa, profissional da prateleira de cima, resolveu mudar de ares e aceitou o convite da Rádio Super, onde vai juntar a outros grandes companheiros do rádio. Mais detalhes no portal O Tempo:

* “Dimara Oliveira integra equipe de Esportes da Sempre Editora”

Jornalista Dimara Oliveira apresentará programas e comandará jornadas esportivas na rádio Super 91.7FM e reforça equipe de reportagem da empresa

A jornalista Dimara Oliveira é a mais nova integrante do Super.FC, a equipe de Esportes da Sempre Editora. Dimara apresentará programas e comandará jornadas esportivas na rádio Super 91.7FM e também agrega, com sua larga experiência, a força de reportagem diária para o portal O TEMPO e os jornais O TEMPO e Super Notícia(mais…)


Galo 2 x 1 Coelho. Jogo bom, aberto, e vitória de quem errou menos e tem elenco melhor

O goleiro Airton e a zaga americana voltaram a se desentender, como no clássico anterior, só que dessa vez foi gol do Atlético. Jair bem posicionado não desperdiçou a oportunidade. O segundo gol do Galo contou com outra falha americana. O time estava no ataque, mas um erro de passe proporcionou contra ataque alvinegro que possibilitou Nathan fazer 2 a 0. O terceiro gol consecutivo dele, em três jogos. Como ele cresceu de produção com a chegada do Sampaoli. Tem treinador que consegue achar o lugar certo do sujeito atuar e render mais. Parece ser o caso. Aguardemos.

Num cruzamento americano o goleiro Rafael catou borboleta e cometeu a mesma falha do Airton. Felizmente para ele a zaga aliviou. Tivesse sido gol ele estaria enfrentando uma grande dor de cabeça.

O gol americano, no início do segundo tempo, mostrou méritos de jogada de contra ataque trabalhada no dia a dia. Ademir concluiu em lance parecido com o gol do Nathan, do Atlético.

Vitória merecida, mas finalista ainda indefinido. O Galo jogará pelo empate a próxima partida, mas o América, pelo que exibiu hoje e pelo que vem jogando, continua no páreo. O zagueiro Messias teve uma boa reestréia, mas certamente vai render, na sequência, muito mais que rendeu nessa derrota.

Pelo Galo, Arana fez uma grande partida, Nathan e Réver também se destacaram. Savarino ficou abaixo do esperado.

Na entrevista depois do jogo, outra diferença bem clara do Jorge Sampaoli em relação à maioria dos colegas de profissão dele, do Brasil, bem observada pelo atleticano Rômulo Righi: “O que eu gosto de treinador argentino, é que não tem “palestrinha” dos treinadores acadêmicos brasileiros (que o Galo teve muitos nos últimos anos)”. Realmente.

Próximo jogo, quarta-feira, 21h30, no Independência.


Uma disputa à parte, nas muitas opções táticas de Lisca e Sampaoli no clássico

Imagem: marcondesbrito.com.br

Não tenho dúvida de que será uma  grande semifinal. Normalmente nestas situações o segundo jogo é sempre melhor, pois quem está em desvantagem tem que se desdobrar para inverter a situação.

Além do talento e empenho dos jogadores de cada time a competência dos treinadores nas opções táticas será fundamental. O América tem a vantagem do empate. Lisca e Jorge Sampaoli são conhecidos pela característica ofensiva de seus times. O treinador argentino dispensa maiores comentários sobre o trabalho dele. Já escrevi aqui no blog sobre o Lisca. A primeira vez que o trabalho dele me chamou a atenção foi num jogo espetacular em Porto Alegre, no dia seis de setembro de 2018. A intensidade de um jogo das 11 horas de um domingo no fim de setembro me fez parar diante da TV para ver de quem se tratava. Era jogo do Brasileiro, mas parecia do inglês ou espanhol. O time de camisa branca dava um sufoco danado no listrado de preto e azul. Uai, Grêmio? Sim, e em casa, tomando sufoco do Ceará. Jogaço, vitória gremista, de virada, 3 a 2. A partir daí passei a prestar mais atenção ao trabalho do Lisca “Doido”, que tirou o Ceará da penúltima colocação do campeonato e escapou do rebaixamento.


A aposta do Flamengo em treinador da Catalunha para o lugar de Jorge Jesus

Foto: www.flamengo.com.br

A escolha de treinador é tão importante para um clube de futebol quanto a eleição do presidente da instituição. Quando erra, o estrago é enorme. Exemplos não faltam. Mas também há incontáveis exemplos de sucesso e o Flamengo é o caso mais recente, com o Jorge Jesus. O investimento no português foi uma aposta em opção completamente diferente do que os clubes brasileiros sempre fizeram, e deu certo demais. Agora, uma nova aposta, porém, muito alta, para não dizer arriscadíssima. O nome escolhido, Domènec Torrent, tem como maior credencial o fato de ter sido auxiliar do Pep Guardiola no Bayern de Munique e Manchester City. Na recente carreira solo não comandou nenhum clube da prateleira de cima. Chegará à Gávea sem a autoridade e status de um Jesus, por exemplo. O idioma é outro fator importante. Jornalistas catalões que o conhecem de perto dizem que é um sujeito de fino trato e nada de autoritarismo. Claro que conhece muito de futebol. Fica a expectativa se tem a devida habilidade para impor seus métodos e controlar o grupo de jogadores, cheio de estrelas.

Mais informações sobre ele no site do Flamengo:

* “Domènec Torrent é o novo técnico do Flamengo”

Catalão de 58 anos assina contrato de um ano e meio com o Mais Querido

O catalão Domènec Torrent, de 58 anos, é o novo técnico do Flamengo. Em acordo fechado nesta sexta-feira (31) com a diretoria rubro-negra, o treinador assinou contrato de um ano e meio com o Rubro-Negro. Torrent chega ao Brasil nesta semana para iniciar o trabalho visando a estreia do Mais Querido pelo Campeonato Brasileiro contra o Atlético-MG, no Maracanã, dia 9 de agosto.

Entre junho de 2018 e novembro de 2019, o treinador dirigiu o New York City FC na disputa da MLS. Durante esse período, Torrent conseguiu os melhores resultados da história do clube, chegando às semifinais da competição na última temporada. À frente da equipe norte-americana, Domènec disputou 60 jogos, com 29 vitórias, 15 empates e 16 derrotas. Foram 104 gols marcados e 76 sofridos

O catalão possui uma longa trajetória no futebol internacional, em especial no europeu. Como auxiliar de Pep Guardiola no Barcelona (2008-2012), Bayern de Munique (2013-2016) e Manchester City (2016-2018), Torrent coleciona 24 títulos durante os 11 anos de parceria. Antes de aceitar o convite para ser assistente, ele já havia comandado Palamós, Palafrugell e Girona, entre outros clubes da Espanha.

Domènec é o 12º técnico estrangeiro a comandar o Flamengo, sendo o sexto europeu à frente do Clube. Ele será o primeiro espanhol/catalão a treinar a equipe rubro-negra.

Ficha técnica
Domènec Torrent Font
Nascimento: 14/07/1962
País de origem: Espanha/Catalunha
Clubes: Palafrugell (1994-2000), Palamós (2003-2004), Girona (2005-2006), Barcelona B (2007-2008 assistente), Barcelona (2008-2012 assistente), Bayern de Munique (2013-2016 assistente), Manchester City (2016-2018 assistente) e New York City FC (2018-2019). https://www.flamengo.com.br/noticias/futebol/domenec-torrent-e-o-novo-tecnico-do-flamengo


A presença do Cruzeiro neste Troféu Inconfidência chama a atenção para o tratamento que é dado aos “invisíveis” do interior

“Farião”, o Estádio Waldemar Teixeira de Faria, do Guarani de Divinópolis, dos mais tradicionais do nosso futebol

Caso o Cruzeiro tivesse se classificado para as semifinais do Campeonato Mineiro pouca gente ficaria sabendo que este torneio existe, pois se trata de um “prêmio consolação” que é dado aos clubes do interior que chegam perto das quatro vagas decisivas do Campeonato. Mais datas para que eles preencham o calendário anual, que é curtíssimo no caso deles. Aí jogam nestes horários esquisitos, como hoje, 14h30. A FMF, os grandes e a imprensa da capital enxergam os clubes do interior como apenas um acessório do futebol mineiro. Até os anos 1980 eles tinham mais relevância, eram mais competitivos, revelavam mais e abasteciam os maiores de Minas e do país com bons e excelentes jogadores. Isso acabou com a criação da Lei Pelé, que beneficiou aos empresários em detrimento dos clubes formadores. O interior perdeu não só a sua maior fonte de renda, mas também a importância, porque ficaram mais frágeis, dependentes dos novos donos do futebol que são os empresários, re batizados nos últimos anos com o pomposo nome de “agentes FIFA”.

A maioria dos clubes do interior também perdeu a sua identidade, a identificação com as suas cidades e as respectivas populações. Conheço muito bem essa situação porque sou do interior e desde criança acompanho de perto o nosso Democrata de Sete Lagoas, o Jacaré, que luta bravamente para sobreviver e não se entregar a um destes “agentes FIFA”.

Para ficar em dois exemplos de clubes que estão em foco nos últimos anos: o Tombense é um “feudo” do Eduardo Uram, um dos empresários mais poderosos do futebol brasileiro. No dia em que ele não quiser mais, o clube acaba ou vai perambular para continuar vivendo. O Boa, originalmente, é o Ituiutaba, do pontal do Triângulo Mineiro, fundado em 1947, como Boa Vontade Esporte Clube, e que depois se tornou o Ituiutaba Esporte Clube. Até que em 2011, os irmãos que comandavam e comandam o clube até hoje, não chegaram a um acordo com a prefeitura da cidade e se mudaram para Varginha, cujo município ofereceu apoio para que houvesse essa mudança. Contando, obviamente, com uma das brechas da legislação sempre mutável do mundo do futebol.

Felizmente a Caldense é um ótimo exemplo oposto, da resistência de um tradicional e legítimo clube do interior, que continua identificado com as suas origens, à sua cidade e região, Poços de Caldas. Muito bem administrado inclusive.

Já que está no Troféu Inconfidência, que o Cruzeiro aproveite para fazer treinos de luxo, observando e testando jogadores para o mais importante que terá ainda em 2020 que o Brasileiro da Série B. Detalhes do jogo desta tarde contra o Patrocinense, no Superesportes:

* “TROFÉU INCONFIDÊNCIA”

Cruzeiro enfrenta Patrocinense no Mineirão pela semifinal do Troféu Inconfidência

Sem ambições, time celeste entra em campo às 14h30 deste sábado

Fora da briga pelo título do Campeonato Mineiro, o Cruzeiro enfrenta o Patrocinense neste sábado, às 14h30, no Mineirão, em jogo único da semifinal do Troféu Inconfidência, torneio que reúne clubes que ficaram do quinto ao oitavo lugar na primeira fase do estadual. Em caso de empate no tempo regulamentar, o vencedor será definido em disputa por pênaltis. No outro duelo, Uberlândia e Boa medem forças às 19h de domingo, no Parque do Sabiá, em Uberlândia. Os classificados farão a decisão na quarta-feira, às 19h, em estádio a ser definido pela Federação Mineira de Futebol. (mais…)


Tombense em 1º, América 2º, Galo 3º, e Caldense nas semifinais; Cruzeiro em 5º e o Villa Nova rebaixado

América x Atlético, Tombense x Caldense nas semifinais do Campeonato Mineiro, com jogos no próximo domingo e na quarta-feira, dia 5.

Fragilidade e falta de preparo dos times do interior à parte, a última rodada da fase de classificação do Campeonato Mineiro foi bem interessante. Todos os jogos às 21h3o e devido às circunstâncias, vi com mais atenção Caldense x Cruzeiro, pelo grau de dificuldade que a equipe do Enderson Moreira enfrentava e pela ótima campanha do time de Póços na competição. O Cruzeiro tinha que vencer por diferença de três gols, na casa do adversário, de gramado ruim. Um bom teste para quem vai enfrentar a Série B nacional, em condições semelhantes. Gostei do lateral direito paraguaio, Cáceres, que apoia bem e corre muito.

Régis em foto do Gustavo Aleixo/Cruzeiro

Também gostei do Régis, 27 anos, emprestado pelo Bahia. Não só pelo belo gol, mas pela movimentação e por chamar o jogo para ele. Dos antigos no clube, Ariel Cabral, se destaca como principal liderança e tecnicamente muito bem. Marcelo Moreno é outro que dá sangue em campo e acabou saindo machucado, ainda no primeiro tempo, por não se poupar e procurar a bola o tempo todo.

O futebol praticado foi apenas razoável, de muita vontade, mas nada que indique que o time esteja preparado para o Brasileiro.

No Mineirão era estava previsto que o Patrocinense não ofereceria muita resistência ao Atlético. Foi até mais fácil do que se esperava. Interessante é que o primeiro gol, do Nathan, aos 9 minutos, foi uma cópia do que ele marcou contra o América. Jogada pela esquerda, cruzamento no meio da zaga e a entrada na hora certa do Nathan, para cabecear. Arana aos 13, Savarino aos 15 e Pedro Rosa (contra) aos 30 minutos, completaram a goleada. O segundo tempo foi para cumprir tabela.

@globoesportecom registrou a imagem do ex-diretor do Cruzeiro, Itair Machado, como “torcedor” do Atlético, em boneco de papel no Mineirão.

Em Patos de Minas o América precisava vencer para continuar brigando pelo primeiro lugar geral e já entrou partindo pra cima da URT. Marcou o primeiro gol aos 23 minutos, por meio do Diego Ferreira e aos 37, fez 2 a 0, com o volante Rickson. Aos 27 do segundo tempo Vitão marcou o terceiro gol americano. Tinha que vencer e torcer para que o Tombense empatasse em casa com o Uberlândia, mas o anfitrião venceu por 1 a 0 e se garantiu como o primeiro colocado, levando as vantagens previstas pelo regulamento para a fase decisiva.

Em Nova Lima o desespero do Villa, que escaparia do rebaixamento se vencesse o concorrente direto Coimbra. Saiu na frente aos 16 minutos, gol do Fernandinho, mas tomou o empate aos 43, numa cabeçada do Diogo. E tomou a virada aos 41 do segundo tempo, gol do Igor Oliveira. O Leão do Bonfim namorou vários anos seguidos com a segunda divisão e finalmente conseguiu chegar lá.

Em Varginha, um jogo para cumprir o “protocolo”, já que os dois times não tinham nada a perder. O Boa garantido na primeira divisão 2021 fez 1 a 0 no Tupynambás garantido na segunda, chamada de Módulo II.


Quarta-feira de definições na luta pelas quatro vagas de cima e de mais um rebaixado

O lateral esquerdo João Paulo, em foto/divulgação do Tombense

Com todos os jogos programados para 21h30 a última rodada do Mineiro promete, já que Atlético e Cruzeiro lutam pela classificação, América e Tombense disputam quem será o primeiro colocado, que terá as vantagens do regulamento na fase decisiva. Com o Tupynambás já rebaixado, o Villa Nova recebe o Coimbra. Ambos tentam escapar da degola e o empate salva o Coimbra.

Teoricamente a situação menos difícil é a do Atlético, que recebe no Mineirão o Patrocinense. O Cruzeiro precisa vencer a Caldense, em Poços de Caldas, por diferença de três gols. O América vai a Patos de Minas enfrentar a URT, que se vencer, tem chances de se classificar. O Tombense recebe o Uberlândia, e vencendo, fica com o primeiro lugar.

O Alexandre Simões, do Hoje em Dia, apresentou um “mapa” das possibilidades de cada um na noite de hoje:

* “Tudo o que você precisa saber sobre as brigas da última rodada do Campeonato Mineiro”

A última rodada da fase classificatória do Módulo I do Campeonato Mineiro, que será disputada hoje, com todos os jogos às 21h30, terá disputa em todas as partes da tabela. Tombense e América brigam pela liderança, pois já estão classificados às semifinais, que é buscada por Caldense, Atlético e Cruzeiro. A Veterana já se garantiu na Série D 2021, mas ainda temos duas vagas em aberto. Falta definir dois times do Troféu Inconfidência, que pode garantir ao seu campeão presença na Copa do Brasil do ano que vem. Isso acontece caso América ou Cruzeiro vençam a Série B ou a Copa do Brasil, ou o Atlético garanta, via Série A, vaga na próxima Libertadores. O Tupynambás já caiu, mas ainda falta conhecer um rebaixado. Assim, a 11ª rodada da competição definirá o primeiro colocado geral, dois semifinalistas, os outros clubes que representarão o Estado na Série D do Brasileirão de 2021, os participantes do Troféu Inconfidência e um rebaixado.  (mais…)


Reflexões sobre a morte do Rodrigo Rodrigues e a imbecilidade de quem mistura política com situações como essa

Foto postada pelo Sérgio Xavier Filho na página dele no twitter: @sxavierfilho

Que tristeza essa morte do Rodrigo Rodrigues, aos 45 anos de idade. Grande jornalista, grande figura e que estava se cuidando corretamente, em recuperação da Covid-19. Prestes a retornar ao trabalho, foi internado numa UTI, domingo à noite. Via twitter, desejei força a ele e pronta recuperação. Jamais imaginaria que o quadro fosse se agravar ao ponto de levá-lo à morte.

Essa doença é realmente terrível e impressiona a quantidade de pessoas que insistem em achar que não é tão grave. Depende da pessoa. Cada organismo reage de uma forma a ela, independentemente da idade ou qualquer outro fator. Direto de Londres, o nosso conterrâneo, jornalista Sérgio Utsch, escreveu: @utsch “Só acreditam quando não conseguem mais respirar”, disse a médica de Campinas pra @katywatson, correspondente da BBC no Brasil. A matéria mostrou que muitos chegam ao hospital ainda em negação do perigo desse vírus. Caminhamos pra 100 mil mortes. É muito sério”.

Tão triste quanto, é ver alguém, por questões políticas, zombando da morte e fazendo piada sobre o assunto. Coisa de ser humano inferior, imbecil completo. Sobre estes, escreveu o Rodrigo Capelo: @rodrigocapelo “Diante dos cretinos que usam a morte de alguém para atacar outras pessoas, trate-os como vírus: não espalhe. Não dê retuíte, não tire print screen, não comente – mesmo que seja para criticar. Denuncie ao Twitter e silencie a conta. Precisamos isolar os imbecis do nosso convívio”.

Rodrigo Rodrigues tratava bem, com respeito, a todas as torcidas. Uma prova disso era o carinho com o qual era tratado por atleticanos e cruzeirenses, por exemplo. Por maior que seja a rivalidade, essas fotos no twitter mostram isso:

Cariogalo: @Cariogalo

* “O @RR_TV esteve em um evento de aniversário da CarioGalo em dezembro de 2014, quando a @GaloRockBand tocou aqui. Feliz, boa praça, assim referido por amigos próximos. Solidariedade aos amigos e familiares, estendido às demais vítimas desta terrível doença. Descanse em paz”.

Alexandre Elian Ribeiro, da Cruzeiro Metal: @alexandreelianr

* “Descanse em paz Rodrigo!”


No clássico, um tempo para cada um e nas mexidas do Lisca o América garantiu a invencibilidade

Foto: twitter/Atlético

No duelo dos treinadores, também empate, já que Lisca foi excessivamente precavido na primeira etapa e deixou o Galo à vontade em campo, que bem ao estilo Sampaoli, buscou o gol o tempo todo. No segundo tempo o técnico atleticano mexeu no que vinha dando certo e Lisca partiu com tudo em busca do empate.

O Atlético mandou no primeiro tempo, não tomando conhecimento do América, que por sua vez entrou muito fechado, na esperança de se aproveitar de algum contra ataque. Zé Ricardo insistia em bolas cruzadas pelo alto sem ao menos assustar Réver (1,93m) e o paraguaio Júnior Alonso (1,83m), que aliás fez muito boa estréia com a camisa alvinegra.

Além de dominar totalmente a partida o Galo se aproveitava das indecisões da dupla de zaga americana, Lucas e Eduardo Bauermann, e do goleiro Airton. A movimentação e troca de posições do Hyoran, Nathan, Marrony e Savarino os deixavam desorientados. Mas o gol só saiu aos 30, com Nathan cabeceando cruzamento do Marquinhos, depois de se infiltrar entre os zagueiros. Contou com a falta de reflexo do Airton, que se assustou com a bola. Ela passou entre os braços dele.

No segundo tempo o Coelho teve postura totalmente diferente, já que precisava buscar o gol. O técnico Lisca tirou Léo Passos e pôs João Paulo. No Atlético saiu Hyoran e entrou o equatoriano Franco. Aos 13, aos 15 e 16 minutos, o goleiro Rafael fez ótimas defesas, evitando que  Zé Ricardo e Felipe Augusto duas vezes, marcassem.

Aos 20 minutos, Sampaoli trocou Marquinhos por Leo Sena. A partir dos 25, Lisca partiu para o tudo ou nada e fez três mudanças no América, saindo Felipe Augusto para a entrada de Matheusinho, Sávio que deu lugar a Geovane e Ademir para a entrada de Vitão. E justamente Vitão empatou o jogo, aos 30 minutos, se aproveitando de um rebote involuntário do Junior Alonso. Fábio Augusto tentou mandar a bola para longe da área, mas ela bateu no ombro do paraguaio e caiu nos pés do jovem atacante americano que estufou as redes.

Coelho segue invicto no Campeonato Mineiro


Faltou um gol para o Cruzeiro, que continua fora da zona de classificação das finais do campeonato

Fotos Bruno Haddad/Cruzeiro
Como o previsto, foi um jogo de ataque contra defesa, mas não houve o massacre que muitos imaginavam neste Cruzeiro x URT no retorno do Campeonato Mineiro. O clube de Patos de Minas conseguiu juntar jogadores para por em campo e, pelas circunstâncias, não fez feio, apesar de não ter conseguido levar nenhum perigo ao goleiro Fábio. O placar de 3 a 0 ficou de bom tamanho para a URT mas ruim para o Cruzeiro, que precisava fazer quatro, para se igualar à Caldense no saldo de gols e ocupar a quarta vaga, já que tem uma vitória a mais. O time de Poços de Caldas joga às 16 horas, em casa, contra o Tupynambás, que luta contra o rebaixamento.

O Cruzeiro teve a estreia do técnico Enderson Moreira, que pode fazer suas observações, com ressalvas, já que o adversário não ofereceu grande resistência e nem risco, devido às condições precárias, de um time desmontado em março e refeito às pressas nos últimos dias.

Aliás, os treinadores dos clubes maiores não poderão justificar resultados ruins neste reinício, com as famosas e manjadas frases, “faltou tempo para treinar”, “os jogadores estão muitos cansados pelo desgaste de tantos jogos seguidos”, e etecetera e tal. Por isso, aumenta a curiosidade para o clássico Atlético x América de daqui a pouco. Vamos ver como se comportarão os times e os técnicos Jorge Sampaoli e Lisca.


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