Blog do Chico Maia

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O Galo e as perspectivas na Libertadores, cujo caminho começa hoje

Belo Horizonte_MG, 24 de Julho de 2013

UOL - Final da Copa Libertadores da America

Na foto, lance do jogo Atletico MG x Olimpia (PAR)

Foto: MARCUS DESIMONI / NITRO

Tenho lido a discussão do comentarista do blog José Eduardo Barata com outros atleticanos sobre o time sob o comando do Roger Machado. Concordo com o Barata na maioria dos comentários dele, mas nessa estamos em lados opostos. Pelo que vi até agora, a minha expectativa é que ele dará mais alegrias à torcidaa alvinegra do que seus antecessores.  Demonstra mais segurança em relação ao elenco, passa a ideia de que sabe o que quer em termos táticos, acredita que só a repetição e insistência com as escalações, treinos e sistema de jogo podem gerar bons resultados e que isso termina no famoso “padrão de jogo” que todo torcedor ou comentarista da imprensa gosta de cobrar.

Claro que posso estar errado no que penso, mas Roger tem tudo para marcar de forma positiva a sua passagem pelo Atlético. Tem um elenco muito bom, porém, com sérias limitações. Que ninguém espere um time veloz como aquele de 2013, já que há, entre os 30 inscritos, 11 jogadores com idade acima dos 30 anos; as principais peças em especial. Isso pesa muito, no segundo tempo e na reta final de qualquer competição. Em compensação, é um grupo de jogadores sérios, altamente profissionais, também fora das quatro linhas. Se cuidam e têm experiência de sobra em gramados internacionais. Pressão não os abala.

E por outro lado, o Galo nunca inscreveu tantos jogadores da base na primeira fase da Libertadores como agora.

O repórter Frederico Ribeiro apresentou o perfil do Galo que arranca hoje na busca no bi. Muito interessante. Confira:

 

O Atlético começa nesta quarta-feira a trajetória na Libertadores 2017 na estreia contra o Godoy Cruz, na Argentina, às 19h30. Para ir em busca do bicampeonato no torneio, o Galo formulou uma equipe com bastante experiência, não só na competição continental. Dos 30 inscritos da equipe mineira, 11 jogadores tem mais de 30 anos, uma marca recorde interna, nas cinco participações seguidas do alvinegro, desde 2013.

Quando ergueu o troféu há cinco temporadas, o Atlético reunia jogadores já veteranos como Leonardo Silva e Gilberto Silva e tinha 10 jogadores acima dos 30 anos. Léo permanece no elenco preto e branco, hoje ostentando 37 anos (fará 38 dia 22 de junho), a braçadeira de capitão e a reverência da torcida. Em 2013, Ronaldinho tinha 33 anos e contava com a proteção de Leandro Donizete (30), Pierre (31) e Josué (33). Agora, Robinho é quem tem 33 anos, e conta com Elias (31) e Fábio Santos (31) na retaguarda, além do companheirismo ofensivo de Fred (33).

O Galo jamais inscreveu tantos jogadores das categorias de base na Libertadores como agora. O volante Ralph, por exemplo, comemorou o 19º aniversário apenas na terça-feira (7), véspera da partida em Mendoza. O goleiro Cleiton, o quarto da posição inscrito pelo Atlético, também tem 19 anos.

É uma contrapartida para a bagagem que outros atletas na reserva trazem. Rafael Moura também tem 33 anos. O goleiro Giovanni, titular momentaneamente até a recuperação de Victor, completou 30 anos em fevereiro. Já o “santo” está com 34 anos, em fase final da recuperação na lesão do ombro. Na defesa alvinegra, Felipe Santana fará 31 anos neste mês ainda. E no DM está Maicosuel, fará 31 em junho. Contratado recentemente, mas já inscrito na Libertadores, o volante Adilson é outro elemento com mais de três décadas de vida.

Se o Galo passar para as oitavas de final, o clube dos 30 poderá ganhar o reforço de Roger Bernardo, que fará 32 anos em agosto. O jogador do Ingolstadt tem pré-contrato com o Atlético e só poderá participar da Libertadores 2017 caso o alvinegro passe das fases de grupos.

Clube dos 30 no Galo
2013 – Léo Silva, Pierre, Junior Cesar, Leandro Donizete, Ronaldinho, Araújo, Gilberto Silva, Alecsandro, Richarlyson e Josué
2014 – Victor, Léo Silva, Pierre, Josué, Ronaldinho e Leandro Donizete
2015 – Victor, Léo Silva, Emerson Silva, Pierre, Josué, Leandro Donizete e Dátolo
2016 – Victor, Léo Silva, Edcarlos, Leandro Donizete, Dátolo, Robinho e Lauro
2017 – Victor, Giovanni, Léo Silva, Fabio Santos, Elias, Robinho, Fred, Rafael Moura, Felipe Santana, Maicosuel, Adilson

http://hojeemdia.com.br/esportes/com-um-time-completo-acima-dos-30-anos-atl%C3%A9tico-traz-experi%C3%AAncia-para-libertadores-2017-1.450619


Rafael Sóbis é quem faz a diferença, dentro de campo, a favor do Cruzeiro

CRU

O Cruzeiro jogou pro gasto e voltou para Belo Horizonte com três pontos sem sobressaltos. Mesmo com o calorão do Vale do Mucuri o time dominou a partida e correu até mais que os donos da casa no segundo tempo. A exemplo de Otero no Galo, Rafael Sóbis é o cérebro estrelado. Jogando muito e brincando com  a situação de ser um dos veteranos do elenco:

– O velhinho está bem. Já são três anos sem lesão. Aprendi a conhecer o meu corpo. Agora é esperar o corpo esfriar e torcer para não doer tudo.

Sóbis é muito bom também na fala e toda entrevista dele é interessante. Nunca fica nas obviedades. Muitos companheiros da imprensa adoram quicar a bola para jogadores, treinadores e dirigentes fazerem média. Com Sóbis não tem disso. Foi instado a reclamar do gramado, mas não entrou nessa e respondeu:

– Acho que poderia ser em um campo melhor. Mas o time deles não tem culpa porque trabalham com um orçamento menor. Cabe a nós irmos lá e fazermos um bom jogo.


Mesmo com seis vitórias em seis jogos, tem atleticano insatisafeito com o time e há até quem sugira Bruno Rodrigo e Julio Baptista à diretoria

OTERO

Otero, de novo, o melhor em campo

O Atlético resolveu acordar e aí virou o jogo contra o Vila Nova, sem maiores problemas. Fred está começando bem demais o ano e espera-se que estes gols se repitam no Campeonato Brasileiro daqui a dois meses.

Otero foi, de novo, o melhor em campo, mas recebeu uma advertência mais do que justa do jornalista Fael Lima, via twitter: “… podia evitar essas cambalhotas no gol. Já vimos lesões assim em outros clubes. Chega de peça importante no DM”.

No que o Igor Assunção‏, da 98FM concordou e acrescentou: @Igortep “Ele mesmo já ficou umas semanas paradas ano passado após uma comemoração assim em gol feito na seleção venezuelana”.

Ouvindo o João Vitor Xavier esta tarde comandando o “Bastidores”, pela Itatiaia, ouvi torcedores descendo o bambu no time e na comissão técnica, com palavras duras e argumentos que não consegui entender. Até parece que o Galo está fora da zona de classificacão. Lidera com 100% de aproveitamento. Em compensação, na mesma sequência de entrevistas, torcedores andaram dizendo que a zaga “está mal demais” e que o Atlético precisa contratar o Bruno Rodrigo, que “está dando sopa por aí”.

Vixe! Tem lobista de todo lado. Como diz o Rogério Perez: “Menos gente, menos!”.

Dia desses, alguém aqui no blog sugeriu que o Galo contrate Julio Baptista, também ex-Cruzeiro. Aí me lembrei de uma expressão que o Duke costuma usar quando se depara com alguma aberração: “creudenspai”, ou “cruz credo!”.

Também me lembrei do genial Fred Melo Paiva com o programa dele no History Channel, “O Infiltrado”. Deve ter algum “infiltrado” sugerindo essas coisas à diretoria atleticana.


Internet entra em campo no futebol e faz redes de TV ligarem o sinal de alerta: mais de dois milhões assistiram clássico paranaense, segunda-feira

CAPCOR

Depois dessa experiência, algo vai acontecer nestas complicadas e nebulosas negociações. Notícia no site da Veja: 

* “Atletiba na internet tem público maior que população de Curitiba”

Jogo é apontado como marco na exibição de partidas no país

Primeiro clássico transmitido pelas redes sociais no Brasil, o jogo Atlético Paranaense e Coritiba da última segunda (1º) foi assistido por 2,4 milhões de torcedores. Isso só no Facebook. O número é maior do que a atual população de Curitiba, de 1,8 milhão de habitantes.

No Youtube, o jogo teve pico de audiência de 208.000 pessoas simultâneas , maior transmissão da história do esporte no Brasil.

Na avaliação dos clubes, o jogo boicotado pela Federação Paranaense por não ser exibido pela Globo será um marco para a entrada de dois gigantes da comunicação, o Facebook e o Google, no futebol brasileiro.

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/atletiba-na-internet-teve-publico-maior-que-populacao-de-curitiba/


Placar poderia ter sido maior; Cruzeiro errou passes e gols demais

HENRIQUE

Em foto do SuperFC, Henrique, capitão e mais uma vez destaque do time.

***

Obrigado ao Alex Sousa, que escreveu para o blog a resenha de Cruzeiro 2 x 1 Caldense:

* A Caldense, mesmo em desvantagem, pouco apareceu no ataque. Um time de chutões. O Cruzeiro dominou o jogo, criou algumas oportunidades, contudo, Thiago Neves, Robinho e De Arrascaeta erraram passes demais. Sóbis perdeu um gol feito, logo a 2’ do 2º tempo, numa rara jogada de velocidade do time azul. Jogo ruim; o time azul fez uma péssima exibição e, nos segundos finais, ainda levou um gol da fraca Caldense, em lance em que a defesa (ponto fraco do time no ano) foi surpreendida por um lançamento entre Manoel e Fabrício. O Cruzeiro custou a engrenar na partida e só chutou abola em gol a 20’ minutos, com Rafael Sobis. Depois as jogadas e finalizações começaram a aparecer, sobretudo pela direita, com apoio de Ezequiel e tentativas isoladas de Sobis e De Arrascaeta; Henrique acabou marcando dois gols em lances de bolas rebetidas erradamente pela defesa da Caldense. (mais…)


O bom, o ruim e as incógnitas do Galo no empate em Chapecó

CAMCHAPE

Este empate do Atlético com a Chapecoense pela Primeira Liga serviu para confirmar que o Carlos Eduardo foi uma contratação completamente equivocada e ele já deveria ter sido dispensado a tempos. O zagueiro Felipe Santana continua sob observação. Ele mesmo diz que voltará a jogar o que jogou no Borússia. Aguardemos, mas está demorando para mostrar pelo menos algum lampejo daquele jogador.

O meia da base, Anderson, entrou no lugar do Carlos Eduardo e o time melhorou demais. Leva jeito.

O técnico Roger falou das observações que fez neste 2 a 2 do time misto do Galo em Chapecó:

“__ Acaba que empatar fora não é mau resultado, mas fica o gosto amargo pelo que produzimos no primeiro tempo. Altíssimo nível e, consequência disso, o placar de 2 a 0 justo. Mas aí com dois lances de desatenção, eles empataram. Mas eles mesmo com um a menos, se desdobraram, mas não saímos do empate. Fica a frustração pelo que produzimos na primeira etapa. Se continuássemos na mesma intensidade, poderíamos ter tido a vitória. Pesa um pouco entrosamento, essa competição cumpre função importante, colocar todo mundo pra jogar e dar ritmo de jogo para alguns jogadores que vão nos dar alegrias lá na frente”.


Duke em “verdades verdadeiras”, para agradar e desagradar a gregos, “goianos”, estrelados e alvinegros

DUKETABELA

DUKECAMBI

Com essas, ele contenta e irrita a todo mundo . . .

DUKELIBERTASCRU

. .  no Super Notícia durante do Carnaval!


Carnaval fantástico, com Telê Santana, Drumond e Nava na área, e a terra do Juarez Moreira mudando de nome!

Telê Santana - Zé Pereira

Vinícius Dias destacou no blog dele a homenagem de Itabirito ao seu filho mais ilustre, Telê Santana, que virou boneco gigante no ótimo Carnaval da cidade (htt/bit.ly/2mvnYns ).

Quarta-feira de cinzas chuvosa, assisto o Bom Dia Brasil e apesar de não ter tomado quase nada ontem, pensei que estivesse ainda tonto, de ressaca do Carnaval ao ver o apresentador da previsão do tempo, Tiago Scheuer, dizer que chove muito na cidade de “Guaranhães”no Nordeste de Minas.

Uai, que cidade é essa? No meu estado, que eu pensava que conhecia muito bem? Pensei: não seria Guanhães? Cidade ótima, no perímetro da “Grande Conceição do Mato Dentro?

JUAREZ

Terra natal do grande compositor, violonista, guitarrista, produtor e arranjador Juarez Moreira (foto) e irmãos Celso, Riva e Hallison Moreira?

Pedi socorro ao “São Google e, nenhum sinal de “Guaranhães”. De nome parecido, só mesmo a querida Guanhães. Com essa crise que assola os meios de comunicação, há redatores muito jovens (pra não culpar nenhum estagiário) e revisores de menos. A não ser que exista mesmo Guaranhães em Minas e eu esteja desinformado, mas bêbado não estou, seguramente.

Deu até vontade, porque o Carnaval de Belo Horizonte foi bom demais.

DRUMONDCMNAVA

Comecei curti-lo na quinta feira, cumprimentando grandes mineiros, que já estavam no clima, ali na Rua Goiás, quase esquina com Bahia, perto da sede da PBH, os imortais Carlos Drumond de Andrade e Pedro Nava, a quem fiz questão de pedir uma foto.

BLOCO1

Nos dias seguintes fui atrás de blocos, percorrendo o Centro, bairros e bares da Capital, todos da melhor qualidade, espetaculares em alegria, beleza e alto astral. Como em Santa Tereza, no “Volta Belchior”, desta imagem acima.

Só não entendo o motivo de grande parte dos colegas da imprensa chamarem multidões como dessa da foto abaixo, de “bloquinhos”.

BLOCO

Se isso é “bloquinho”, o que seria um bloco?

BLOCO2

Bloquinhos!?


E lá se foi mais um campeão brasileiro de 1971: Roberto Bastos, filho do Kafunga, preparador físico do Atlético

CAM

Roberto Bastos foi o responsável pela preparação física do time (acima) que conquistou o Brasileirão 1971. Renato, Humberto Monteiro, Grapete, Vanderlei Paiva, Vantuir e Oldair; Ronaldo, Humberto Ramos, Dario, Beto e Romeu.

Só fiquei sabendo hoje, alertado pelo amigo jornalista Warley Andrade, vizinho de sítio dele, em um belo condomínio em Juatuba. Não tive o privilégio de conviver com o Roberto, que vivia mexendo em suas plantas em casa e se afastou do futebol muito cedo. Aos 72 anos, teve um infarto e a morte dele foi registrada pelo Frederico Ribeiro em reportagem no Hoje em Dia:

* “Filho de Kafunga e preparador físico do título de 1971, Roberto Bastos falece em Belo Horizonte”

O Atlético perdeu mais um personagem participante do único título do Campeonato Brasileiro conquistado pelo clube. Membro da comissão técnica de Telê Santana, carregando o DNA de um dos maiores jogadores do Galo, Roberto Bastos faleceu na segunda-feira (20) em Belo Horizonte.

O último filho vivo de Kafunga (Olavo Leite Bastos), Roberto morreu aos 72 anos, tendo sido o preparador físico da equipe de Dadá Maravilha e cia. naquela troféu nacional de 1971, conquistado há 45 anos. Ele levava o nome do pai no futebol, sendo chamado de Kafunguinha no mundo da bola.

Roberto formou-se em Educação Física na UFMG em 1970 e foi integrante da comissão ao lado do auxiliar Léo Coutinho, do massagista Gregório, do roupeiro Waltinho e do faz-tudo Otacílio.

Kafunga, falecido em 1991, naquela época já era comentarista de futebol. Ele pendurou as chuteiras em 1954, após 20 temporadas pelo Atlético, onde chegou aos 21 anos em 1935. Seu último filho vivo foi sepultado nesta terça-feira (21), no Cemitério do Bonfim.

HOJE

Referências a Roberto Bastos na Revista Placar e no Livro ‘1971: o ano do Galo’

http://hojeemdia.com.br/esportes/filho-de-kafunga-e-preparador-f%C3%ADsico-do-t%C3%ADtulo-de-1971-roberto-bastos-falece-em-belo-horizonte-1.447592


E lá se foi o Zezinho Bicheiro, de grande importância para o futebol mineiro!

ZEZINHO1

Meus caros amigos e amigas do blog, a vida é assim, cheia de equívocos, injustiças e omissões. Mas nunca é tarde para homenagearmos a quem merece. Passou quase despercebida a morte de uma das figuras mais importantes da história contemporânea do futebol mineiro: José Júlio Pimenta, o “Zezinho Bicheiro”, patrono do Santa Tereza, clube amador, responsável pela formação de grandes jogadores, treinadores, preparadores físicos e executivos do nosso futebol, como o lateral esquerdo Ronaldo Luiz (América e São Paulo), atacantes Cleisson, Irênio, Palhinha e Ailton, treinadores Ricardo Drubsky, Enderson Moreira e tantos outros. Foi em meados de janeiro, mas só há alguns dias atrás fiquei sabendo, por intermédio do Silvinho Resende, ex-jogador e treinador da base do Cruzeiro, também marcado por ter sido um ótimo vereador e presidente da Câmara de Belo Horizonte. Silvinho me fez este alerta: “Seu Zezinho merecia um destaque maior da imprensa, pelo que fez pelo futebol e o trabalho social, que ajudou a tanta gente”.

O Acyr Antão, da Itatiaia, foi o único da imprensa a dar a informação poucos dias depois, na coluna dele, no jornal Edição do Brasil:

JOSÉ JULIO PIMENTA – Passou despercebida a morte deste mineiro, mais conhecido como Zezinho Bicheiro. Ele ficou famoso na cidade pelo seu espírito caritativo e ao mesmo tempo esportivo, dedicando grande parte da sua vida ao Santa Tereza Futebol Clube, que durante um longo período foi a referência do futebol amador da cidade. Zezinho foi bicheiro como outros banqueiros do jogo do bicho em BH, que eram amados pelas pessoas, mesmo exercendo funções na chamada contravenção. Fiquei sabendo da morte de Zezinho e nenhum outro órgão de imprensa falou dele. Ele faleceu aos 85 anos, vítima de Alzheimer.”

A homenagem da esposa e filhos, no folder relativo à morte:

ZEZINHO

Que o querido seu Zezinho descanse em paz!


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