Blog do Chico Maia

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A falta que fez e faz Eduardo Maluf ao Atlético!

MALUF

Falei com o Maluf, por telefone, e ele disse que voltará a trabalhar esta semana

Um dos desfalques mais sérios e danosos ao Atlético este ano foi o diretor de futebol Eduardo Maluf, que ainda trata da saúde. Como fez e faz falta! A presença de alguém da respeitabilidade, experiência e competência dele é fundamental, nas relações internas, externas e resolução de todo tipo de problema. Com Maluf em ação, esta novela do Dátolo não teria existido.

Para piorar, o presidente Daniel Nepomuceno não escalou ninguém à altura para substituir o Maluf durante todos estes meses de ausência. Nisso, é preciso dar um desconto nas críticas ao Marcelo Oliveira, que não tem um “para-raio” no dia a dia da Cidade do Galo e nas viagens para resolver problemas que não deveriam sobrar para ele, mas que estão sobrando. Ele deveria ter dado o grito, mas não deu!

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Eduardo Maluf, em foto do jornal O Tempo do dia 31 de agosto.


Problema do Cruzeiro este ano foi nas contratações erradas de treinadores e jogadores, e não as arbitragens

CRU

Deivid, apresentado como treinador para a atual temporada pelos comandantes do futebol, Bruno Vicintin (esquerda) e Thiago Scuro.

Repetindo o erro do Campeonato Mineiro, a diretoria do Cruzeiro exagerou na reclamação contra a arbitragem da derrota para o Botafogo. O time foi inferior em campo durante a maior parte do jogo, não merecia um resultado melhor, e o único lance que gerou polêmica, do impedimento do Ábila, foi no fim da partida.

O melhor e mais produtivo que os dirigentes azuis têm a fazer, visando um 2017 mais promissor, é uma autocrítica. Precisa avaliar as más contratações feitas para não repeti-las na próxima temporada. Errou na aposta no projeto de técnico Deivid, errou no investimento fora de hora no português Paulo Bento e contratou jogadores muito abaixo do nível do Cruzeiro.

E colegas da imprensa insistem em chamar todo jogador contratado de “reforço”. Quando vem do exterior, então, provocam manchetes como essa do Globoesporte.com do dia 18 de janeiro:

“Reforços argentinos se destacam e começam a ganhar confiança do chefe”

PISANO

“Bem humorado, argentino Pisano chama a atenção na Toca (Foto: Washington Alves/Light Press)”

Trecho de entrevista do Deivid, no site do Cruzeiro, no dia seis de janeiro:

* “Reforços”

“O Cruzeiro foi ao mercado muito bem, as quatro contratações foram perfeitas. É o perfil do time, de jogar futebol bonito. Foi assim que encantou o Brasil em 2013 e 2014. Claro, se tiver um jogador que seja referência, de grande qualidade, a diretoria vai pensar. Mas temos um grupo pronto para as competições.”

http://www.cruzeiro.com.br/index.php?section=conteudo&id=8289


Direção da Folha de S. Paulo diz que a crise econômica obrigou o jornal a demitir e extinguir caderno de esportes

FOSP

A situação para os jornalões e revistas continua difícil. Demissões e outros cortes de despesas não param em todas as regiões do país. Informações dos sites Meio&Mensagem e Comunique-se:

* “Folha explica motivos de nova reestruturação”

Sérgio Dávila, editor-executivo do jornal, afirma que o momento econômico motivou a extinção do caderno de Esportes e o enxugamento da sucursal do Rio de Janeiro

Luiz Gustavo Pacete

Na última semana, o jornal Folha de S.Paulo promoveu um corte que envolveu mais de dez jornalistas. Extinguiu o caderno de esportes que foi inserido em Cotidiano e reduziu o quadro de funcionários na sucursal do Rio de Janeiro.

A reação nas redes sociais de criticas à Folha, como é comum em caso de demissões, provocou o posicionamento oficial do jornal. Ao Meio & Mensagem, Sérgio Dávila, editor-executivo, explica que a nova reestruturação é fruto da crise econômica que afeta o Brasil.

“Ela (a crise) afeta setores importantes da publicidade de jornal, como o de imóveis, varejo e veículos, a Folha teve de realizar um corte de despesas que atingiu a Redação. O objetivo foi, sempre que possível, evitar a demissão de jornalistas”, diz Dávila.

Ao contrário do que chegou a ser publicado, Dávila explica que a operação do jornal no Rio de Janeiro foi redimensionada. “Assim como a cobertura esportiva, que será mais seletiva e baseada em reportagens investigativas e colunismo qualificado. ” O editor explica que o jornal procurou poupar áreas estratégicas, “como a cobertura de política, os repórteres especiais e seu elenco de colunistas, hoje em 120 nomes”.

* “Folha demite jornalistas, junta editorias e enxuga sucursal no Rio(mais…)


Jogos às segundas, 20 horas, têm 45% mais público do que a média geral do Brasileiro

CAMFLU

Fluminense e Atlético fizeram o décimo jogo das segundas-feiras.

Interessante o levantamento da Folha de S. Paulo, sobre a preferência do torcedor pelo horário das 20 horas e as partidas das segundas-feiras:

* “Mais cedo, jogo do Brasileiro da TV fechada tem recorde de público”

Eduardo Rodrigues

Em horário e dia foras do comum para o futebol brasileiro e feitos sob encomenda para a televisão fechada, o jogo da segunda-feira tem registrado a melhor média de público do Campeonato Brasileiro em 2016.

As partidas disputadas às 20h, novidade desta edição do torneio, tiveram até agora 21 mil pagantes por jogo, 45% maior do que a média de público do torneio.

A rodada das 20h foi um pedido da detentora de direitos de transmissão do torneio para TV a cabo, a SporTV, do Grupo Globo, à CBF.

“No mundo inteiro tem isso. Tem o ‘Monday Night Football’ da NFL [liga de futebol americano], na Inglaterra tem jogo às segundas. Por que não ter no Brasil?”, diz o diretor de programação da SporTV, Raul Costa Jr.

Além do dia e do horário, a emissora conseguiu com que a partida rendesse entrevistas exclusivas para os seus programas. Após o jogo, os times são obrigados a disponibilizar atletas para participar do “Bem Amigos”. (mais…)


Disse Marcelo Oliveira: “Erros demais para um jogo só!”. A começar por ele; o que mais errou!

CAM

Apostou em Edicarlos, pela “experiência”, apesar de ter o Gabriel que nunca comprometeu quando foi acionado. Além de tirar o jogador errado, Fred; na hora errada, atraindo o Fluminense para atacar com tudo. Pela entrevista depois da goleada, mostrou falta de pulso, já que não tem domínio da situação em relação ao problema do Dátolo, que não quer entrar em campo, para ainda poder jogar por outro clube neste Brasileiro. Treinador que se impõe, exige da diretoria soluções rápidas para problemas como este.

O resto, foram pixotadas e mancadas de um grupo que muitos sonhadores e fazedores de média com a torcida, insistem em dizer que “o Galo tem o melhor elenco do Brasil”.

Magno Alves completará 41 anos no dia 13 de janeiro próximo. Baiano de Aporá, foi o nome deste jogo, participando dos gols da vitória tricolor, que até este jogo tinha o pior ataque do campeonato.

Goleada absurda para comissão técnica e jogadores dos mais caros do futebol brasileiro. Uma vergonha!


Esta noite o Galo vai mostrar se briga pelo título ou apenas por vaga na Libertadores

CAM

A corrida pelo título se intensifica e os maiores candidatos vão se afirmando, contra todas as dificuldades, que também aumentam. Quase no fim do jogo o Flamengo bateu o desesperado Vitória em Salvador. Independentemente do resultado contra o Grêmio, ontem à noite, o Palmeiras continua líder. Hoje é dia de o Atlético mostrar se briga pelo título ou apenas por vaga na Libertadores.

Os números dessa briga exigem três pontos para o Galo esta noite:

 

 

Palmeiras 47 24 14 5 5 42 23 19 65
Flamengo 46 24 14 4 6 32 24 8 64
Atlético-MG 42 23 12 6 5 37 30 7 61
Corinthians 40 24 12 4 8 34 23 11 56
Santos 39 24 12 3 9 39 23 16 54
Grêmio 37 24 10 7 7 32 28 4 51

 

A ficha do jogo

Estádio Giulitte Coutinho, no Rio de Janeiro (RJ)

20 horas

Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadão (GO)

Auxiliares: Adailton Fernando Menezes (GO) e Edson Antonio de Sousa (GO)

Fluminense: Julio Cesar, Wellington Silva, Gum, Henrique e William Matheus; Douglas, Edson, Cícero e Gustavo Scarpa; Wellington e Marcos Junior

Técnico: Levir Culpi

Galo: Victor, Carlos César, Leonardo Silva, Edcarlos e Fábio Santos; Rafael Carioca, Lucas Cândido, Robinho e Maicosuel: Lucas Pratto e FredTécnico: Marcelo Oliveira


De Brasília, cobranças para cima do Mano Menezes

BELO HORIZONTE / BRASIL (11.09.2016) Cruzeiro x Botafogo, no Mineirão, em Belo Horizonte, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2016. © Yuri Edmundo/Light Press/Cruzeiro

Direto da Capital Federal o leitor Paulo César Ferreira escreveu depois da derrota para o Botafogo:

“Meu prezado Chico Maia, não é possível que um treinador tido como dos melhores do Brasil, possa manter como titulares, dois jogadores horrorosos, como o LUCAS e EDIMAR. Aliás esse Edimar é um jogador medíocre, não consegue ganhar ou melhor fazer uma jogada correta e o Lucas se fosse bom teria ficado no Palmeiras.

Para completar esse tal Arrascaeta é só nome, no joga nada também…”

Paulo César Ferreira – DF

– – –

Para mim o Mano Menezes errou apenas ao culpar a arbitragem pela derrota. Nada a ver. O Botafogo venceu com todos os méritos. Concordo com o Paulo César, que os laterais são realmente fracos para jogar no Cruzeiro, mas são os melhores que o Mano tem. Discordo em relação ao Arrascaeta, o melhor do time, junto com o Ramon Ábila.


Treinador faz diferença, e o filho do Jairzinho vai confirmado esta verdade à frente do Botafogo

JAIR

Sou desses que valoriza o trabalho dos treinadores de futebol. Tenho comigo que eles fazem diferença sim, para melhor e para pior. Mano Menezes fez diferença quando assumiu o Cruzeiro ano passado e novamente este ano. Quando Ricardo Gomes largou o Botafogo e assumiu o São Paulo, o time carioca lutava feio contra o rebaixamento. Sem dinheiro, os dirigentes alvinegros optaram pelo auxiliar permanente, Jair Ventura, para a vaga. Até então, para a imprensa nacional, ele era conhecido apenas por ser filho do ex-ponta direita Jairzinho, o “Furacão” da Copa de 1970. Mas os colegas do Rio conheciam bem o Jair. Antes da estreia dele no comando, contra o São Paulo, Arthur Dapieve e Paulo César Vasconcelos disseram no Redação Sportv que a aposta era a melhor que o Botafogo estava fazendo. Acertaram na mosca! Com a vitória sobre o Cruzeiro foram cinco em seis jogos sob comando dele, que surge como a maior novidade entre todos os treinadores neste Brasileiro. E foram vitórias sobre adversários de respeito: 2 a 1 no Morumbi sobre o São Paulo do ex-chefe Ricardo Gomes; 3 a 0 no Sport, no Rio; 1 a 0 no clássico contra o Fluminense e 2 a 1 sobre o Grêmio, também no Rio. Derrota para o Atlético-PR, 1 a 0 e nenhum empate.


O menino Arthur não acredita mais em Papai Noel mas tem certeza que ele existe!

Arbitro da Final Candangão

Na sapiência dos seus oito anos de idade o pequeno, grande e atento Arthur Almeida Barbosa ouviu do pai desalmado a confirmação que ele não queria ouvir jamais, na lata: “Papai Noel não existe!”. Desolado, entre incrédulo e resignado, ele sentenciou: “Então, não acredito mais em Papai Noel; mas que ele existe, existe!”. É o mesmo que eu penso sobre as bruxas, e também sobre possíveis esquemas de arbitragens no futebol!

Lembrei-me da situação do Arthur ao ser instado pelo leitor Alexandre Freire Toxan, sobre a estranha expulsão do Lucas Lima, do Santos, contra o Internacional, ainda no primeiro tempo. Para ele, o apitador não visava ajudar o apertado colorado gaúcho, mas beneficiar o Corinthians, cujo próximo adversário seria o Santos, nesta 24ª rodada do Brasileiro. Não duvido! Menos mal, que o Corinthians perdeu o clássico, de virada.

Assim como não posso duvidar das boas intenções do senhor Rodrigo Batista Raposo, de Brasília, que apitou aquele jogo. Todavia, é bom ficar com as barbas de molho, porque tudo é possível no futebol, em que dúvidas como essas poderiam ser minimizadas ou nem existir, caso a FIFA adotasse os recursos tecnológicos para decidir tantas questões durante os jogos.


32 mil acessos numa música renderam R$ 0,13 a um dos maiores nomes da música brasileira

FREJAT

Na vida não há nada fácil pra ninguém. Tudo muda, a tecnologia e os novos costumes obrigam a todos a se adaptar, se virar, para não estagnar ou sucumbir. Vida de artista também não é fácil, ao contrário do que muita gente pensa. Veja esta ótima entrevista do Roberto Frejat, à coluna da Mônica Bergamo, hoje, na Folha de S. Paulo:

* ‘Rock perdeu relevância política no Brasil para o rap’, diz Frejat 

Frejat, 54, não faz questão de poupar a garganta antes de seus shows. Numa sexta-feira de trânsito caótico em SP, o carioca solta a voz antes de apresentação na cidade. Fala sem parar durante as quase duas horas que sua van demora para ir do hotel ao Citibank Hall, ambos na zona sul da cidade.

*

Os músicos que o acompanham em sua carreira solo também tagarelam no banco de trás. Comentam a Olimpíada, dizem que o reality “Casa dos Artistas” (SBT) era muito mais engraçado que o “Big Brother Brasil” (Globo), elogiam e detonam apresentadores e discutem qual o melhor lugar para comer em SP.

 

Sentado na frente, Frejat nem ouve a conversa. Está concentrado no papo com a repórter Letícia Mori sobre o futuro do mercado fonográfico. Conta que nunca mais vai lançar nenhum disco.

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“As músicas vão continuar acontecendo, mas disco é um formato que acabou. O CD você pode fazer para dar para os amigos, mas o público mesmo só consome novas plataformas. Hoje mesmo estou lançando vários singles na internet”, diz o cantor. “Eu nunca fiz álbum conceitual, sempre foram coletâneas de músicas que eu já tinha gravado.”

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“Meus filhos piram com minha coleção de vinil. Já eu não tenho o menor saco”, diz, rindo, o pai de Rafael, 20, e Julia, 16. “Disco, agulha, barulho, fica pulando… Tendo vindo do vinil, não sinto a menor necessidade voltar a ele. A música digital pode ter uma qualidade incrível, olha aqui” -e tira da mochila um tocador de som importado.

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Assinante de dois serviços de músicas por streaming (Deezer e Spotify), Frejat diz que é um “modelo interessante de consumo, mas, neste momento, um péssimo modelo de negócio para o artista”.

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Sua crítica é à forma de remuneração: “É imoral! Tive 32 mil acessos numa música. Sabe quanto recebi? R$ 0,13! Antigamente a venda de 32 mil compactos ia dar uns R$ 5.000”, diz. Frejat é um dos membros mais ativos do GAP (Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música), criado em 2005 para defender direitos dos artistas. Também se juntou à associação Procure Saber, que tem entre os integrantes cantores como Gilberto Gil e Caetano Veloso. (mais…)


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