Blog do Chico Maia

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Efeito Orloff

Estou de volta à nossa terra depois da cobertura na África do Sul, da Copa das Confederações. Quem leu a nossa coluna diária sabe que abordei não só o futebol, mas também o dia a dia dos sul-africanos e muitas comparações com a nossa Minas Gerais e o Brasil. Muita gente mundo afora vê enormes semelhanças entre nós e eles, na cultura e na economia. Pode ser, mas de modo geral estamos muito melhores que eles na maioria dos pontos comparáveis. No que mais se falou lá o tempo todo eles ganham de nós de 10 x 0: em insegurança.


Felipão dá pau no Luxa

Essa li na excelente coluna do Fernando Rocha, da Rádio Vanguarda de Ipatinga, no jornal Diário do Aço:

“Se havia alguma dúvida sobre o comportamento antiético de Vanderlei Luxemburgo, enquanto treinador de futebol, Felipão pôs tudo às claras em entrevista ao jornalista Renato Maurício Prado, no “O Globo”: – Técnica e táticamente, o Vanderlei é o melhor. Mas costuma misturar muito as coisas dentro e fora de campo. Eu não consigo engolir essa história de treinador querer ganhar comissão em cima de atletas que ele revelou ou indicou e que depois foram vendidos. Dá margem a milhares de insinuações. Nunca fiz, nem faria. E acho que o Vanderlei também começou a se preocupar muito com outras coisas, como a tal “universidade”(Instituto Wanderley Luxemburgo) que lançou. Mas essa é apenas a minha opinião. Ele é maior de idade, bem-sucedido, faz o que quiser”.


De volta

De volta ao Brasil e ao dia a dia normal, espero marcar presença diária neste blog e contar com a participação de todos. Escrevam, manifestem suas opiniões, sugiram à vontade e ajudem-me a escrever todos os dias aqui. Qualquer assunto vale!


Fim das surpresas

A África do Sul apertou a seleção brasileira ontem e jogou a sua melhor partida até agora na Copa das Confederações. Dunga outra vez foi muito feliz em uma substituição: Daniel Alves entrou aos 36 minutos no lugar do André Santos e aos 42 fez o gol que evitou a decisão por pênaltis. Quarta feira os Estados Unidos fizeram o que era considerado impossível, por 9 entre 10 jornalistas: eliminar a Espanha. Espanto geral.

Não acredito que haja mais surpresas na rodada final. O Brasil deve ser bi-campeão dessa Copa. Resta aguardar a principal, de 2010, a que realmente interessa.


Não tem como perder

Os Estados Unidos foram presa fácil na primeira fase da Copa das Confederações e dificilmente repetirão o milagre de quarta feira, quando eliminaram a Espanha. O Brasil deverá ser bi-campeão no domingo, repetido o título de 2005 na Alemanha. Só que naquela oportunidade o adversário foi a Argentina, numa final cercada das atenções mundiais no belo estádio de Frankfurt. Decidir uma parada com os norte-americanos não atrai tanta atenção.

Vamos ver se a seleção do Dunga quebra mais este tabu: ganhar a das Confederações e no ano seguinte a Copa do Mundo, que é a que vale. Até hoje, ninguém conseguiu.


Preços nos bares dos estádios

Esta é a tabela de um dos bares do Ellis Park. Cada real nosso equivale a quatro "rands" deles.

Esta é a tabela de um dos bares do Ellis Park. Cada real nosso equivale a quatro "rands" deles.


A volta da cerveja

Esta é a cerveja que patrocina as Copas do Mundo e vai obrigar as cidades sedes a acabarem com a proibição de bebidas alcóolicas nos estádios.

Esta é a cerveja que patrocina as Copas do Mundo e vai obrigar as cidades sedes a acabarem com a proibição de bebidas alcóolicas nos estádios.


O poderoso Cláudio Carneiro

Enquanto a sua equipe transmite Brasil 0 x 0 África do Sul, o comandante das operações internacionais da Rádio Itatiaia, acompanha tudo do centro de imprensa do estádio Ellis Park.

Enquanto a sua equipe transmite Brasil 0 x 0 África do Sul, o comandante das operações internacionais da Rádio Itatiaia, acompanha tudo do centro de imprensa do estádio Ellis Park.


Cruzeiro solta nota oficial

Acabei de receber da assessoria de imprensa do Cruzeiro, nota oficial sobre os incidentes no jogo de ontem contra o Grêmio. Confira: ”

 
 
O Cruzeiro Esporte Clube sempre teve o melhor relacionamento com o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Relacionamento esse cordial e de respeito mútuo. Mas os questionamentos irresponsáveis feitos após o primeiro jogo da semifinal da Copa Santander Libertadores não podem ser aceitos para o bem do esporte.
 
A reprovável discriminação sofrida pelo jogador Elicarlos, temos certeza, não é aceita por ninguém em nosso país, nem mesmo pelo simpático e educado povo do Rio Grande do Sul. A diretoria do clube gaúcho e seu treinador, ao acusarem o Cruzeiro de provocar a confusão no estádio Mineirão, cometeram um enorme erro.
 
A denúncia de racismo feita por Elicarlos ocorreu em um lance registrado pelas câmeras de televisão de várias emissoras. Em uma discussão no meio do primeiro tempo, o atacante argentino Maxi Lópes ofendeu o jogador do Cruzeiro, o chamando de “macaquito”. A reação de companheiros de Elicarlos comprova o absurdo desse caso. O meio-campo Wagner chegou a bater no próprio braço, em um sinal de que não aceitaria tamanha discriminação preconceituosa.
 
Mas Elicarlos, assim como todos os integrantes da diretoria e comissão técnica, entenderam que o melhor seria esperar pelo fim da partida para que o jogador ofendido pudesse se manifestar como um cidadão honrado. A decisão de se dirigir a uma delegacia de polícia para registrar a queixa foi tomada por um homem de origem simples e humilde, um direito que não pode ser tirado de nenhum ser humano.
 
Mesmo assim, agora estamos sendo acusados de termos provocado tal situação com o intuito de desestabilizar os adversários. Ora, se fosse nosso objetivo tirar proveito de uma barbaridade como essa, teríamos feito no intervalo do jogo, exigindo que o agressor fosse detido no vestiário. Depois de uma partida, na qual saímos vitoriosos, que benefício poderíamos tirar com uma ocorrência policial em estádio de futebol?
 
As cenas lamentáveis de bate-boca, insultos e atritos entre integrantes da delegação do Grêmio e autoridades policiais no Mineirão não teriam ocorrido se o jogador Maxi Lópes tivesse seguido diretamente do vestiário para a delegacia, evitando constrangimentos para os companheiros.
 
Quanto ao senhor Paulo Autuori, respeitado e competente treinador, com três dignas passagens pelo Cruzeiro Esporte Clube, fica a pergunta: alguma vez ele participou ou testemunhou qualquer armação por aqui para que o mesmo agora se sinta no direito de fazer descontroladas acusações contra a nossa diretoria?
 
O que fica parecendo aos olhos de quem acompanhou todos esses absurdos é a intenção de pessoas provocarem um ambiente de hostilidade em Porto Alegre na segunda partida, programada para semana que vem. O Cruzeiro Esporte Clube não aceita que seja criado nenhum clima de guerra que coloque em risco a segurança de nossa delegação e torcedores.
 
Em Belo Horizonte, tivemos a preocupação, como é de nosso costume nos jogos em Minas Gerais, dar total garantia aos gaúchos durante a permanência de todos na capital mineira. Esperamos também que esse caso fique e seja decidido apenas na esfera judicial. Caberá a pessoas competentes definir o desfecho deste episódio lamentável.
 
Zezé Perrella
Presidente do Cruzeiro Esporte Clube”

É o Caixa!

No centro de imprensa do estádio, dois grandes nomes do rádio esportivo brasileiro: Giuseppe Tommaso, de Belém do Pará, e Mário Henrique, o grande "Caixa", da Itatiaia

No centro de imprensa do estádio, dois grandes nomes do rádio esportivo brasileiro: Giuseppe Tommaso, de Belém do Pará, e Mário Henrique, o grande "Caixa", da Itatiaia


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